Alô, bom dia. Estamos de volta nessa
triste segunda-feira, 11 de agosto de
2025. Sejam todos bem-vindos. Morreu
hoje na Colômbia o candidato à
presidência, Miguel Uribe. Ele era
senador e o candidato favorito na
corrida eleitoral.
Ele tinha recebido dois tiros num
atentado, dois tiros na cabeça num
atentado em 7 de julho. Recebeu dois
tiros na cabeça e um na perna, mas tinha
sobrevivido e muita gente otimista eh
acreditava que ele sobreviveria. Mas
Miguel Uribe teve no sábado uma
hemorragia da qual não se recuperou.
Luto na Colômbia. O ex-presidente Álvaro
Uribe disse: "O mal destrói tudo mataram
a esperança. Que a luta de Miguel seja
uma luz que ilumine o caminho correto da
Colômbia.
Mas a Colômbia vai mal. Vejam só uma
publicação no X do jornalista Eduardo
Menoni. Ele disse: "O ex-guerrilheiro
Gustavo Petro ordenou ao exército
colombiano que defenda o narcoterrorista
Nicolás Maduro, caso ele seja destituído
do poder por meio de uma intervenção
militar legítima".
Pedro decidiu se sacrificar com seu
amigo, tirando genocida maduro. Isso é
muito grave, disse Eduardo Menoni.
É também muito grave a situação do
Brasil, principalmente em tempos de
sanções econômicas. O agronegócio
brasileiro pode entrar em pânico.
Vejam só, o presidente Donald Trump
desde junho deste ano vem tentando
convencer os brasileiros, a elite
brasileira de que melhor para o Brasil é
ser amigo dos Estados Unidos. Ou seja,
Trump tem sugerido ou tentando fazer
entender que ser amigo de dois Estados
Unidos em primeiro lugar é o melhor
negócio. Não ser amigo dos Estados
Unidos, obviamente é o pior negócio, mas
infelizmente parece que a nossa elite,
tanto política quanto até mesmo do agro,
parece não ter entendido muito. Eu
cheguei a ver comentários mais ou menos
nessa linha por gente do agro aqui no
Brasil. Tudo bem, os Estados Unidos
sancionarão o Brasil, mas algo como
sempre haverá Pequim. É só que as coisas
podem não ser assim tão fáceis. Vejam
só, ontem o presidente Donald Trump
publicou o seguinte: "A China está
preocupada com a escassez de soja.
Nossos grandes agricultores produzem a
soja mais robusta, disse Trump. Espero
que a China quad
quadruplique rapidamente seus pedidos de
militares.
Essa também é uma forma de reduzir
substancialmente o déficit comercial da
China com os Estados Unidos.
Um serviço rápido será fornecido.
Obrigado, presidente. Fi possou Trump na
sua conta no Tral.
Então, imaginem se a China, que poderia
ser uma tábua de salvação para o agro
brasileiro, depois das grandes sanções,
correr para os Estados Unidos para não
ficar fora do mercado norte-americano,
bem, aí a pergunta, claro, é o que
restaria para o nosso agro, mas o
problema do agro não acaba aí. Vejam só,
Cláudio Humberto publicou hoje que as
novas sanções dos Estados Unidos a
países parceiros comerciais da Rússia
ligaram o alerta vermelho no
agrobrasileiro.
O Brasil é totalmente dependente das
importações de fertilizantes.
85% de todo o insumo usado no Brasil é
produzido no exterior. E para piorar,
mais de 25% de todos os fertilizantes
importados tem origem da Rússia. Além
das tarifas já impostas, os países que
compram petróleo russo estão sujeitos a
25% de tarifas adicionais caso continuem
esse comércio. A Rússia, diz Cláudio
Humberto, é o principal fornecedor de
fertilizantes ao Brasil, sobretudo
potássio, 40%.
Fosfato mono monoamônico
53%
e ureia 20%.
E o Brasil é o quarto maior consumidor
de fertilizantes do mundo atrás da
China, Índia e Estados Unidos e o maior
importador mundial de fertilizantes.
O terceiro governo Lula, diz Cláudio
Humberto, no terceiro governo Lula, o
Brasil multiplicou em 6.000% 1000% as
importações de óleo diesel da Rússia. A
decisão de Lula de aumentar as
importações da Rússia afronta o embargo
mundial à aquele país por causa da
invasão da Ucrânia. Então, realmente o
nosso cenário aí para o agro pode sim
ser desesperador daqui para a frente. Se
a China, que seria, como disse, uma
tábua de salvação,
resolver comprar o soja americano para
equilibrar a balança comercial, como
disse Donald Trump.
Bem, o Brasil também tem motivos para se
preocupar, porque os americanos estão já
entendendo melhor a a política
brasileira, o que tem acontecido no
Brasil nos últimos anos. Vejam só, ontem
um dos mais importantes jornais
norte-americanos, o Wall Street Journal,
talvez o mais tradicional jornal
americano, publicou um artigo editorial
assinado pela colunista Mary Anastasia
Grade, em que acusa o Supremo Tribunal
Federal de aplicar um golpe de estado no
Brasil e o ministro de Morais de de ter
censurado críticos e prendido oponente
sem nenhum controle político.
O título do editorial é um golpe de
estado da Suprema Corte do Brasil.
A liberdade nas Américas, disse o
editorial, enfrenta um grau de perigo
nunca visto desde a Guerra Fria. O maior
risco não é, como ocorreu nas décadas de
1970 e 80, a repentina tomada do poder
pelos militares. Os ditadores do século
XX estão copiando Hugo Chaves, que
consolidou o seu governo tomando o
controle das instituições democráticas
enquanto era popular e depois prendeu
seus oponentes ou os exilou. Em relação
ao Brasil, o editorial diz que o
problema em Brasília começou em 2019,
quando o STF alegou ser vítima de
calúnias e ameaças, invocando uma regra
interna que lhe dava o poder de abrir
inquéritos secretos sobre supostos
crimes contra seus membros, disse o
Greade.
Diz também que o primeiro veio, que
primeiro veio o inquérito das fake news,
no qual a corte se colocou
simultaneamente como iniciadora,
investigadora e julgadora. uma violação
dos direitos constitucionais dos
brasileiros, disse o jornal, que tem
direito a que teriam direito a ver os
seus casos criminais julgados nos
tribunais locais e estaduais, com
acusações feitas por promotores locais e
estaduais.
Mas diz o editorial, de Morais,
conhecido por sua oposição ao então
presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido
a dedo pelo presidente do STF à época,
José Antônio Dias Tofoles Tofoli, para
conduzir o inquérito, apesar do sorteio
aleatório será regra. O Wall Street
Journal citou também no editorial as
violações à lei diante da omissão do
Senado Federal, que tem o papel
constitucional de impor limites ao STF.
Investigadores
passaram a vigiar contas de redes
sociais de pessoas politicamente
incorretas,
criminalizar suas opiniões e prendê-las
preventivamente.
Alguns juristas acusaram a corte de
violar a imparcialidade, a liberdade de
expressão e o sistema adversarial de
justiça. O Senado, no entanto, diz o
editorial, se omitiu diante do dever de
disciplinar o tribunal.
A decisão do STF em março de 2021 de
anular a condenação por corrupção de
2017 do em 2017 do ex-presidente Lula,
confirmada duas vezes em instâncias
superiores, inflamou ainda mais a
direita brasileira, diz o artigo. Os
deploráveis aqui, entre aspas,
recorreram às redes sociais e a corte
tentou silenciá-los, mas alguns
influenciadores estavam fora do país e
fora do alcance dos ministros. Em julho
de 2021, veio o inquérito das milícias
digitais, mirando empresas de tecnologia
e suas plataformas,
obrigando-as a censurar conteúdo e
desmonetizar brasileiros com opiniões
consideradas inaceitáveis.
O não cumprimento e o não cumprimento
resultaria na proibição de operar no
Brasil.
Para terminar a o editorial, diz que
Moraes também presidiu o Tribunal
Superior Eleitoral durante a eleição
presidencial de 2022 que colocou Lula
contra o então presidente Bolsonaro. O
ministro tornou o tribunal
significativamente mais político,
monitorando e censurando discursos de
partidos, candidatos e cidadãos com quem
discordava.
Na conclusão do seu relato, em que
resume os acontecimentos dos últimos
anos no Brasil, a articulista diz que
quando o Lula foi declarado vencedor, a
polarização se agravou e parte dos
apoiadores de Bolsonaro se recusou a
aceitar o resultado, pedindo intervenção
militar e organizando protestos
pacíficos em frente a quartais por
meses. E agora então temos aí a grande
mídia, parte da grande mídia tentando
esclarecer o que de fato aconteceu no
Brasil. Evidentemente que o governo
norte, o governo Trump não precisa do
Wall Street Journal para saber o que
aconteceu, mas para a população isso
realmente pode ter representado um
choque, o significado, um choque. Foi
isso que aconteceu no Brasil. Muitos
podem estar se perguntando agora, para
terminar aqui, uma nota bastante curiosa
publicada no New American Prophet, que
diz o seguinte: é um artigo longo, mas
diz que Trump está fazendo o que a ONU
deveria fazer e não faz.
num trecho bem curto aqui, apenas dois
parágrafos da matéria, eh temos que
considerar que não há como negar que
Trump fez mais pela paz do que a ONU nos
últimos 30, 40 ou 50 anos. A matéria diz
que a principal força pela paz no mundo
hoje não é a ONU, mas sim o presidente
Donald Trump. Em seus 4 anos e meio como
presidente, ele realizou mais para
acabar com as guerras e salvar vidas do
que a organização, que supostamente
deveria ser a melhor esperança de paz no
mundo. Em seu primeiro mandato, Trump
negociou os acordos de Abraão, que
estabeleceram relações diplomáticas
entre Israel e quatro nações árabes, o
Barém, Marroco, Sudão e Emirados Árabes
Unidos. Ele também negociou um acordo de
normalização econômica entre a Sérva e o
Sérvia e o Ksovo, duas nações hostis. Em
seu segundo mandato, o presidente tem
sido um dinamo eh um dinamo da paz,
encerrando muitos conflitos
internacionais em formação. A lista
inclui Ruanda e Congo, Índia e
Paquistão, Cambodja e Tailândia e, mais
recentemente, Armênia e Azerbaijão.
Com sua ação militar decisiva contra
capacidades nucleares do Irã, Trump
negociou um cessar fogo para a guerra
dos 12 dias com Israel. Esses conflitos
foram resolvidos por Trump, não pela
ONU, uma organização cuja missão
principal deveria ser manter a paz e as
seguranças e a segurança internacionais.
Infelizmente, a ONU é mais conhecida
pela corrupção, pelo antissemitismo e
por perseguir agendas woke como mudanças
climáticas e diversidade. E aí, claro,
evidentemente fica muito difícil
contestar essas afirmações,
uma vez que a ONU realmente não fez nada
por esses países em conflito há décadas.
e Donald Trump em 4 anos e meio, os
primeiros 4 anos e agora meio ano do
segundo mandato, já conseguiu
estabelecer vários acordos de paz e tem
em perspectiva aí o fim da guerra entre
Rússia e Ucrânia. Trump se encontrará na
sexta-feira com Putin no Alaska e a
perspectiva é que realmente ele coloque
condições aí que Putin não possa voltar
atrás. Claro que fará alguma concessão à
Rússia, mas temos sim também em
perspectiva o fim desse conflito que
para muitos é o mais é o maior eh desde
o fim da Guerra Fria. Então vamos
aguardar porque essa semana será
realmente
eletrizante.
Bem, vou ficando por aqui, mas à noite
eu volto com mais uma curtinha. Se você
gostou desse vídeo, deixe o seu like e
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vídeos. Até depois.
O presidente Gustavo Petro emitiu uma
decreto que constitui e põe em risco
a democracia é um autogolpe
Este é um ato flagrantemente ilegal.
É por isso que vamos processar o
Conselho de Estado a nulidade desta
decreto por falsa motivação e violação
do artigo 104 da Constituição.
Apresentaremos uma queixa criminal por
pré-barricada contra o presidente em
o Comitê de Impeachment da Câmara dos Representantes
de Representante, porque ninguém é a favor
acima da lei. Também denunciaremos
criminalmente por prebarricar para o
ministros que assinaram esse ato ilegal.
A lei é para todos, sem exceção. Então
Defendemos a democracia e o futuro da
país. Seguimos atuando com firmeza e
dentro da lei.
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