Transcrição
Meus amigos, enquanto eu fazia o vídeo
da manhã, o FBI, liderado por Cacho
Patel invadia a casa do ex-conselheiro
de segurança dos Estados Unidos, John
Bolton. Isso, conselheiro de segurança
do primeiro governo de Donald Trump. Na
verdade, John Bolton foi o terceiro
conselheiro de segurança do primeiro
governo Trump. Ele assumiu o posto em
abril de 2018 e foi demitido em setembro
de 2019. E quando foi demitido, saiu
atirando. Aliás, ele atirava nas costas
de Donald Trump há mais tempo, mas
quando deixou o cargo, levou para casa
uma série de documentos sigilosos
e logo em seguida começou a escrever o
seu livro de memórias. Bem, logo depois
da demissão de Bolton, o governo Trump
eh abriu um processo contra John Balton,
mas quando Biden chegou à Casa Branca, o
processo foi esquecido, foi engavetado e
não se falou mais um assunto durante os
4 anos de Joe Biden. Agora, 5 anos e
alguma coisinha depois, o FBI invade a
casa do ex-conselheiro de segurança,
Bolton. Não explicou muito bem o porquê,
mas sabe-se que o FBI estava atrás de
documentos que Bolton, levou
indevidamente
ou criminosamente para a casa quando
saiu do seu quando deixou quando foi
demitido do seu posto. Documentos que
envolvem segurança nacional, dizem
muitos analistas hoje. O fato é o
seguinte, isso foi relatado pelo New
York Post. A operação do FBI de hoje na
casa e no escritório de John Balton,
ex-secretário de segurança de Donald
Trump, ocorreu mais de 5 anos depois que
o governo do 45º presidente começou a
investigar possíveis divulgações de
informações confidenciais em seu livro
de memória de 2020. O livro The Rome
Where It Happen foi lançado em junho de
2020, após uma revisão prolongada do
Conselho de Segurança Nacional da Casa
Branca, que atrasou a publicação.
Então o New York Post conta um pouco da
história. Em abril e maio de 2020, as
palavras de Bolton foram examinadas por
membros do Conselho Nacional de
Segurança, incluindo Allen Knight,
funcionária destacada do Arquivo
Nacional Especializada em Classificação.
Bolton alegou que Knight lhe deu
aprovação verbal para publicar o livro,
mesmo enquanto uma revisão suplementar
estava em andamento. Bem, o fato é que
Bolton não poderia publicar o livro com
informações que eram confidenciais, até
porque ele, quando assumiu o posto de
conselheiro de segurança, assinou um
acordo com o governo, um acordo de
confidencialidade
e revelar segredos de segurança ou
documentos de segurança no seu livro de
memórias rompia diretamente o acordo de
confidencialidade, Mas também a revisão
do Conselho Nacional de Segurança ainda
não estava autorizada, não está, ou
melhor, a revisão ainda não havia
atestado a possibilidade de autorizar
Bolton, mas ele acabou publicando o
livro sem a devida autorização,
dizendo, porém, que tinha sido
autorizado.
Em 17 de junho de 2020, o Departamento
de Justiça solicitou uma ordem judicial
de emergência bloqueando a publicação de
The Room Where It Happen. Mas a Casa
Branca também entrou com uma ação civil
contra Bolton, exigindo que a data de
lançamento marcada para seis dias depois
fosse adiada. O governo Trump alegava
que Bolton quebrara um acordo de
confidencialidade assinado em como
condição para sua contratação.
A editora do ex-assessor, a editora
Simon Schustler, acusou a administração
de Trump, por sua vez, de empreender um
exercício de futilidade politicamente
motivado.
Um juiz federal decidiu a favor de
Bolton e o livro foi então publicado em
23 de junho de 2020. Mas Bolton se
tornou alvo de uma investigação criminal
federal subsequente por supostamente
divulgar informações confidenciais e
segurança nacional, informava então o
New York Times em setembro. Depois que o
presidente Biden assumiu o cargo em
2021, a investigação de Bolton foi
encerrada em junho por razões aqui,
entre aspas, razões políticas, dizia
disse então um alto funcionário dos
Estados Unidos ao Depost. Uma tentativa
do Departamento de Justiça de recuperar
os lucros do livro também foi deixada de
lado depois que os advogados de Knight
enviaram uma carta ao juiz federal que
supervisionava o caso, alegando que ela
havia sido pressionada pela Casa Branca
de Trump a declarar falsamente que The
Rome where It happened continha
informações confidenciais. Essa história
em parte é verdadeira porque John Bolton
apoou-se de documentos que diziam
respeito à segurança nacional. Mas há
algo mais nessa história. O livro de
Bolton é uma grande coleção de mentiras
e distorções a respeito de Donald Trump.
Bolton saiu atirando de forma muito
suja. É o que o seu livro revela. Vejam
só, entre outras coisas, John Bolton diz
um livro que em 2020, no encontro do G7
em Osaka, no Japão, Donald Trump havia
implorado a Xinpim que o ajudasse a
vencer a próxima eleição contra Joe
Biden, dizendo a XinPinho ou tentando
convencê-lo de que o verdadeiro inimigo
da China era o Partido Democrata e não
ele, Donald Trump.
Isso foi relatado no ano de 2020 mesmo,
logo depois do lançamento do livro, por
Andreia Wildburg, que diz o seguinte,
que a suposta bomba que o livro trazia,
na qual eh John Balton havia confirmado
ao Wall Street Journal, era a sua
alegação de que em junho de 2019,
perdão, eu disse 2020, 2019
em Osaka, no Japão, Trump implorou ao
presidente chinês Xinpin, que o ajudasse
a ser reeleito. Segundo Bolton, Chi
disse que a relação dos Estados Unidos
com a China era importante e que era
errado que alguns dos Estados Unidos
desejassem uma guerra fria. Então, Trump
teria respondido que os democratas é que
eram hostis à China. E uma parte do
livro de Bolton diz o seguinte: Trump,
então, surpreendentemente mudou a
conversa para a próxima eleição
presidencial nos Estados Unidos,
aludindo a capacidade econômica da China
e implorando, implorando
a Ch que garantisse sua vitória. Ele
enfatizou a importância dos agricultores
e argumentou as e aumentou, perdão, as
compras chinesas de soja e trigo no
resultado eleitoral. Ou seja, Trump
comprou mais, fez mais pedidos de soja e
trigo para compensar ou para pagar a
ajuda de Xinpim na sua provável vitória
contra a dona contra Joe Biden na
eleição, o que evidentemente hoje soa
muito ridículo. Mas na época, no
lançamento do livro, é claro, muita
gente ficou impactada com esse tipo de
informação, porque afinal de contas Joe
Balton fora secret conselheiro de
segurança e saíra com muitos documentos
confidenciais. Portanto, que ele dizia
supostamente estava ancorado nos
documentos confidenciais.
Mas a matéria diz também que a
implicação é que tendo usado Putin para
vencer em 2016, o que hoje sabe-se
também foi uma grande armação do Partido
Democrata,
Bolton, no entanto, afirmava aquilo que
em 2016 Putin tinha ajudado Trump. Trump
agora usava Xinpim para vencer a próxima
eleição. Uma afirmação evidentemente
ridícula e mentirosa. Em outra afirmação
bastante mentirosa, Bolton afirma que
Trump disse ao presidente chinês Fijinim
que ele deveria prosseguir com a
construção dos acampamentos que o regime
estava construindo para osigures
chineses.
O que também chocou muita gente quando
leu essa passagem, Donald Trump
incentivando a construção de campos de
reeducação
para o Igures, incentivando o Xinpim. Ou
seja, o livro, claro, é uma coleção de
distorções e mentiras, as quais,
evidentemente, sabe-se Donald Trump
nunca o perdoou. Então essa também é
parte da polêmica ou parte da motivação
do FBI ir hoje à casa de Bolton. Entre
outras coisas, hoje John Bolton acusa os
Estados Unidos de favorecerem a Rússia
contra a Ucrânia. E vejam que
interessante, o FBI hoje entrou na casa
de Bolton às 7 horas da manhã, horário
do leste, e misteriosamente, às 7:30,
John Bolton fazia um post no X. Bolton
afirmou que o objetivo final da Rússia é
tomar a Ucrânia, tornar a Ucrânia parte
integral da Rússia e disse que as
negociações de paz seriam inúteis. Além
do mais, afirmou que Trump só realizaria
novas reuniões porque deseja o Prêmio
Nobel da Paz e não por um desejo sincero
de por fim ao derramamento de sangue. A
Rússia, disse ele no seu post, não mudou
seu objetivo. Arrastar a Ucrânia para um
novo império russo. Esse é o objetivo.
Moscou exigiu que a Ucrânia cedesse o
território que já detém e o restante de
Donetsk que não conseguiu conquistar.
Zelensk jamais o fará, disse Bolton e
terminou dizendo: "Enquanto isso, as
reuniões continuarão porque Trump quer
um prêmio Nobel da paz, mas não vejo
essas negociações avançando."
Então esse é o velho Bolton, aquele que
ataca pelas costas, atacava o presidente
pelas costas enquanto tinha o cargo de
seu conselheiro e agora o ataca
diretamente, dizendo que eh Donald Trump
está favorecendo somente um lado nessa
questão e que não é o da Ucrânia. Claro
que ele está a serviço de um grupo muito
poderoso na Europa que quer sim uma
guerra entre OTAN e Rússia, com o desejo
final de repartir a Rússia em várias par
em vários pedaços, em pelo menos cinco
países. Como eu já disse anteriormente,
ele é sim, evidentemente um
representante dos globalistas e da
indústria bélica, que precisa sempre de
uma guerra para vender os seus produtos.
E evidentemente que as coisas não
pararão por aí, mas essa é a notícia que
mais teve destaque hoje na mídia
norte-americana. a invasão à casa de
Bolton, que não parará por aí, dizem
muitos. Outras invasões estão
engatilhadas e tem muita gente
perguntando quando é que o FBI vai
buscar documentos também importantes na
casa de gente como Jorge Soros, por
exemplo. É, são perguntas, não é? Vamos
aguardar por enquanto. É isso.
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