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As histórias sobre o APS ou ovies ao
redor do mundo são grandes, mas entre
todas algumas se destacaram e ficaram
marcadas no tempo. Poucas conseguem
chamar a atenção de pesquisadores,
ufólogos, buscadores.
A despeito de quantas sejam, todas têm
algo em comum: acobertamento,
missão.
Uma delas ocorreu no ano de 1947
na cidade de Rosvell. Novo México,
Estados Unidos. Tanta coisa já foi dita,
transformada em filme, série,
documentário, vídeo, palestras, mas não
tem como não dizer que é uma história
inacabada.
Dúvidas precisam ser esclarecidas.
Foi uma nave abatida e seus ocupantes
eram alienígenas? Foi uma nave que veio
do futuro e seus ocupantes eram humanos?
ou era fruto de trabalho de engenheiros
e cientistas humanos que não deu certo.
Temos em nosso país um ícone que se
destaca mais do que o ET de Varginha,
que é a operação Prato, comandada pela
FAB entre 1977 e 78 em Colares, no Pará.
Quem comandou a investigação foi o
coronel Holanda, que depois de dar uma
entrevista não autorizada a dois
ufólogos brasileiros, depois de décadas
guardando segredos que lhe renderam uma
depressão enorme, foi silenciado.
Internacionalmente,
Roswell é um caso misterioso que não
teve fechamento. Falar a respeito exige
seriedade, fatos críveis e a exposição
de depoimentos de pessoas que mantiveram
silêncio por décadas até que resolveram
falar. A notícia que saiu na mídia foi
uma nota feita pelo tenente Walter Hout,
relações públicas da base que
antigamente era chamada de base aérea de
Roswell às 11 horas no dia 8 de julho. A
nota foi encoberta, mas o registro ainda
existe. Nele informaram que a Força
Aérea anunciou que um disco voador foi
encontrado em um rancho perto de Rosvell
e estaria em poder do exército. Tudo foi
feito com a cooperação do delegado
George Wilson. O objeto caiu e um
fazendeiro, cujo nome era desconhecido,
entrou em contato com a delegacia que,
por sua vez, contatou o major de uma
agência de inteligência. Imediatamente o
objeto foi retirado e levado para a base
por um Super Fortress, um B29.
Moradores próximos declararam ter visto
uma luz azul por volta das 3 da manhã.
Na verdade, o nome do delegado não era
George, mas sim Willcox. B29
foi o escolhido porque era parte de uma
força de bombardeiros que transportavam
artefatos bélicos prontos para uso.
Acreditou-se na época que, pela
preocupação do uso de forças que o homem
ainda não compreendia,
preocupação que perdura até os dias de
hoje, a base era um alvo de
inteligência.
A imprensa recebeu uma notificação
dizendo que quem estaria lidando com o
caso seria o capitão Jess Marcel.
Entretanto, tudo que seria liberado ou
não para a imprensa teria que passar
pelo general Vanderberg, cujo escritório
ficava em Washington de si. Marcel
removeu os destroços, foi o responsável
pelo transporte deles em um caminhão até
a base e depois transferência aérea para
um local não determinado, supostamente
outra base em Fort Worth, Texas. Um
jornalista, Bon Johnson, queria a
matéria e conseguiu essas informações e
se dirigiu para o Texas. Mas chegando
lá, ele foi interceptado e levado para
um local onde haviam destroços, mas eram
pedaços de borracha queimada e folhas de
alumínio. Disseram a ele que aquilo
tinha viido de Rosvell e que não passava
de um balão meteorológico.
O jornalista, o repórter, apenas tirou
fotos e, frustrado, foi embora. Logo
depois, esses destroços foram
transferidos para a base de W.
Patterson.
Johnson revelou as suas fotos e enviou
para a agência de notícias. As linhas
telefônicas estavam completamente
congestionadas pelo imenso volume de
ligações sendo feitas por pessoas da
cidade.
Uma entrevista foi dada então ao vivo às
18:15 horas por um general afirmando que
haviam mal entendido e que o
meteorologista Newton explicaria.
Newton então disse que os destroços eram
realmente de um balão. Ele apresentou
especificações e foi suficiente para
satisfazer
a imprensa.
Portanto, na cidade tudo voltou ao
normal. Não era nada vindo de outro
mundo, mas um homem não ficou
satisfeito. E esse homem era o major de
J Mcell, que sabia que os destroços não
eram de um malão meteorológico, porque
não eram os mesmos que ele pessoalmente
tinha se encarregado de transferir do
local para uma base em Rosvell e depois
transferiu-os
mais uma vez para outra base citada aqui
no conteúdo. Marcel foi pressionado e
levado a pensar no seu futuro na sua
carreira como oficial das forças aéreas
em sua credibilidade,
pois autoridades resolveram manter o
caso em sigilo. Mas depois de dois
meses, ele se sentiu extremamente
incomodado e começou a contar a sua
experiência a amigos mais próximos.
Um onfólogo chamado Staton Friedman
estava participando de um programa em
Baton Rouge, quando soube de que havia
um homem que poderia falar toda a
verdade sobre esse caso. Ele se
esforçou, buscou informações e conseguiu
localizar o já aposentado Jer Marcel. A
ufólogo, Marcel disse o que sabia, que o
governo estava cobertando a queda
genuína de uma nave não terrena, mas
que, infelizmente, ele não tinha como
provar. era a palavra do governo contra
um já idoso oficial aposentado.
Lembremos aqui do caso que ocorreu em
fevereiro de 2023, quando um objeto
voador não identificado foi abatido no
Alaska e foi dito ao público que era um
balão meteorológico chinês que estava
ameaçando o voo civil pela sua altitude.
O objeto foi detectado no dia 10 de
fevereiro e a ordem partiu do
ex-presidente Biden por recomendação de
generais do Pentágono. Do tamanho de um
carro pequeno, ao contrário de um balão,
era capaz de manobras por conta própria.
Segundo foi divulgado, os destroços
caíram nas águas geladas e não foram
recuperados. deram até um nome, o
K9Y015.
78 anos se passaram e essa história não
teve um fechamento por enquanto. Fridman
se empenhou em pesquisar no depoimento
de Marcel e em poucos anos foi
descobrindo verdades por trás do evento
em Roswell. E tudo começou a vir à tona.
Ele acreditou que, embora Jess Marcel
não tivesse nada em mãos, ele foi
totalmente sincero e deu todas as
informações que podia, com detalhes que
só alguém de dentro saberia informar.
Para muitos, continuou um assunto sem
interesse baseado nas lembranças de um
idoso. Entretanto, este idoso guardou um
segredo até de Friedman.
As descobertas foram em 4 de julho de um
fazendeiro chamado Macbrazel
ouviu o que parecia uma explosão sobre o
rancho no qual trabalhava o rancho
Foster. Como já estava anoitecendo,
ele resolveu investigar na manhã
seguinte. Convém uma ressalva que
ranchos sempre são locais que podem
disfarçar entradas para bases
subterrâneas. E temos ouvido muitas
coisas estranhas a respeito e temos até
conteúdos sobre dois ranchos que se
destacam no meio dessas pesquisas, que é
o rancho Skinwer e o Stardust.
Os links para os conteúdos estarão na
descrição.
Portanto, no dia seguinte, dia 5, Mac
pegou um cavalo e foi até o local e
encontrou pelo pasto espalhados vários
destroços e ele coletou um deles.
Voltando para casa, ele não conseguiu
cortar aquele material e nem conseguiu
queimá-lo com fósforos, apesar de serem
muito delicados. Mesmo impressionado,
ele ligou para a base de Rosvell,
pensando que o que tinha caído pertencia
a eles. Foi quando Marcel foi enviado
com mais dois para investigar
e lembrou muito bem que tais destroços
estavam espalhados por uma área bem
extensa. havia uma marca profunda na
terra, como se algo pesado tivesse caído
e tentado decolar novamente.
Marcel estava presente no transporte do
material, tanto no primeiro como no
segundo carregamento. Por fim, ele
revelou no fim da vida, que tinha
guardado um pedaço do material para si.
Em família, descobriram que quando
torciam o material, ele voltava à forma
original. Não podia ser cortado nem
queimado. Depois de fazer o que pediram,
Marcel foi almoçar e descansar.
E quando voltou, o material já havia
sido substituído por pedaços de um balão
meteorológico rasgado, e foi isso que
mostraram a imprensa. Friedman continuou
as pesquisas e ouviu outros depoimentos
que afirmavam que depois da entrada dos
destroços, as bases foram cercadas por
guardas armados.
Oficiais do alto escalão estavam
presentes e não poderia ser por causa de
um mero balão. A área da queda foi
isolada.
Foi quando Barney Barnet entrou na
história. Antes de Mac, Barney chegou na
área e viu dois humanoides dentro do
objeto e outro do lado de fora no chão.
Isso na manhã de 5 de julho. Foi quando
as forças armadas chegaram.
e o retiraram do local. Mac foi preso
por vários dias e forçado a não revelar
à imprensa o que tinha descoberto, pois
o assunto era de segurança nacional e
como patriota, calado ficou.
Quando Mec faleceu, seu filho encontrou
entre os seus pertences na casa da
família o tal fragmento e conversou com
alguns amigos a respeito. Em poucos
dias, oficiais o visitaram e confiscaram
o fragmento. O que impressiona é como
décadas depois continua usando a mesma
desculpa e as pessoas continuam
acreditando, não se importando, deixando
para lá. Afinal de contas, somos os
únicos seres vivos e inteligentes no
universo, não é mesmo? Quando as
evidências começaram a vir à tona com
depoimentos e testemunhas, em 1955,
o governo emitiu um relatório dizendo
que sim, a versão do balão era falsa.
Mas na verdade o que eles tinham abatido
era um balão espião. De qualquer jeito,
isso não convenceu os pesquisadores
ufólogos por causa das propriedades do
fragmento descritas por Marcel, por Mac
e outros. Dois anos depois, o governo
emitiu outra explicação sobre os
humanoides. Eles eram, segundo o
relatório, bonecos de teste de colisão,
mas não explicaram o que tais bonecos
estariam fazendo no local da suposta
queda de um balão meteorológico.
Toda verdade nessa área precisa ser
refutada,
ignorada a todo custo. Fazemos sempre a
mesma pergunta. Por que nos dias de hoje
pessoas como Steven Greer, que já
produziam um novo documentário
desacobertamento assimétrico ou mesmo
Luís Elisondo,
ex-líder de um programa do Pentágono a
respeito, entre outros insiders e
denunciantes, não expõe à humanidade
tudo que sabem, as evidências que
possuem, as provas irrefutáveis de vídeo
e em mãos, deixando que as pessoas
decidam por si acreditar ou não. No que
um governo que trabalhou incessantemente
e ainda trabalha pelo acobertamento
vai tirar proveito depois que muros de
mentiras construídos
não sozinhos, mas em acordo com outros
caia. Esperar por isso é chegar à
conclusão que não é bem isso que
desejam, tendo em vista que a presença
alien entre nós não se constitui apenas
de seres regressivos com alta tecnologia
para barganhar.
Lembremos da ficção mais uma vez, que a
cada dia parece estar se tornando real.
No filme O dia em que a Terra parou, o
ser que veio resolver as coisas na Terra
pediu para que os não terrenos deixassem
um planeta. E um deles disse: "Não, não
posso. Já conheço os humanos, o jeito
deles. Me casei, tive filhos e netos.
Vou ficar por aqui."
Seria mais chocante descobrir isso ou
que realmente são os objetos que voam em
nossos céus.
Vários outros casos aconteceram ao redor
do mundo em 1947.
Talvez a descoberta de tudo pela
humanidade não venha como alguns
desejam, com uma comunicação ao vivo de
forma internacional.
Talvez não dependa absolutamente de nada
que possam ter pesquisado, lido ou
visto, mas sim deles decidirem quando e
como vão aparecer.
Reflita a respeito. Qualquer dúvida
envie para o e-mail do canal que estará
na descrição.
Gratidão por acompanhar e apoiar o nosso
trabalho. Gratidão pelos que continuam
nos ajudando
de forma independente da plataforma.
Muita paz, muito amor, muita sabedoria e
discernimento e principalmente
muita da verdadeira luz.
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