Transcrição
Feche os olhos da carne e abra os olhos do espírito. Pois o que estou prestes a
revelar não é para os que buscam o conforto das mentiras organizadas, mas
para aqueles que sentem o frio da verdade absoluta percorrendo a espinha. Você foi ensinado a acreditar que é uma
criatura de barro, um servo de uma divindade ciumenta, ou no máximo o ápice
de uma evolução biológica que o rotula como o sétimo tipo de ser humano, o
animal intelectual capaz de raciocinar, mas ainda assim um escravo das
circunstâncias. Mas a voz que ecoou no deserto e nas câmaras secretas de Nag
Hamad, a voz de Yeshua, o verdadeiro Cristo gnóstico, não falava de
submissão, mas de uma rebelião metafísica. Ele não veio para fundar uma
religião que o mantivesse de joelhos. Ele veio como um sabotador do sistema,
um infiltrado das dimensões de luz que atravessou as camadas densas desta prisão cósmica para sussurrar ao seu
ouvido que você não pertence a este mundo. O que as instituições chamam de
salvação é, na verdade, uma técnica de domesticação, uma forma de garantir que
a centelha divina que habita em você permaneça adormecida, alimentando os
mesmos seres que criaram as grades desta realidade. Entenda que o cosmos que você
vê, as estrelas que você admira e as leis da física que você obedece são a
arquitetura de um cárcere. Este mundo não foi criado pelo Deus verdadeiro,
pela mônada inefável, mas por um arquiteto impostor conhecido como o Demiurgo, o falso Deus, que em sua
cegueira e arrogância proclamou ser o único, ignorando as esferas de perfeição
que existem acima dele. Ao seu lado, os arcontes, os governadores planetários,
as inteligências que manipulam a psique humana através do medo, da culpa e do
desejo, trabalham incansavelmente para manter o véu de Maia sobre seus olhos.
Eles precisam da sua energia. Eles se alimentam da sua angústia, da sua
adoração e até da sua esperança mal direcionada. Eles criaram o conceito do sétimo tipo
humano como o limite da sua potencialidade. Um ser que é mestre da matéria, mas escravo do tempo. Mas
Yeshua revelou o segredo proibido. Você é uma emanação direta da mônada,
uma partícula da luz absoluta que caiu ou foi atraída para dentro desta densidade. E sua verdadeira natureza é
anterior à criação deste universo material. Quando Jesus falava sobre o reino de
Deus estar dentro de você, ele não estava usando uma metáfora poética, ele
estava dando uma instrução técnica de geolocalização espiritual. Ele estava
dizendo que o portal para fora da Matrix arcântica não está no céu, nem depois da
morte sob o julgamento de um Deus punitivo, mas no núcleo central do seu ser, onde a centelha permanece pura e
intocada pelas impurezas do ego. A história da humanidade é a história de
um sequestro. Os arcontes apagaram a sua memória galática. Eles instituíram o
ciclo das reencarnações, o sansara, como um moinho de almas, onde
você é forçado a esquecer quem é a cada retorno, sendo convencido de que tem
dívidas cármicas a pagar, quando na verdade o karma é apenas o sistema de
cobrança de aluguel desta prisão. Você não é um pecador tentando se tornar santo. Você é um Deus que esqueceu sua
divindade e foi convencido de que é um verme. A revelação de que você é uma
centelha da mônada é a arma definitiva contra os dominadores deste mundo. A môn
é o a fonte silenciosa, o pleroma de luz, onde não há dualidade, nem
sofrimento, nem escassez. Você é um fragmento desse infinito que
foi encapsulado em um corpo físico, um corpo emocional e um corpo mental. Três
camadas de vestimentas pesadas que os arcontes chamam de ser humano. O sétimo
tipo humano, o máximo que a ciência e a filosofia oculta convencional podem
descrever, é apenas o prisioneiro modelo, aquele que aprendeu a decorar as
paredes da cela, mas nunca ousou olhar através das grades. O verdadeiro Jesus,
o Logos, veio para quebrar esses moldes. Ele ensinou que o espírito é a única
realidade e que a matéria é um holograma persistente mantido pela nossa crença
coletiva nela. Os textos que foram queimados, as linhagens que foram caçadas pela Inquisição e os segredos
guardados à sete chaves pelas elites que servem aos arcontes, dizem a mesma
coisa. Se o ser humano despertasse para em sua conexão direta com a Mônada, o império
dos arcontes desmoronaria em um instante. Eles governam através da fragmentação.
Eles nos dividem em raças, religiões, ideologias e classes para que nunca
percebamos que somos a mesma luz sendo refratada em bilhões de espelhos
quebrados. Jesus não queria que você o adorasse. Ele queria que você se tornasse como ele, um Cristo, um ungido,
um ser que recuperou a memória de sua origem estelar e que não pode mais ser controlado pelas frequências de rádio do
medo. A escravidão arcôntica opera através da mente. Eles instalaram um
instalador de programas em seu cérebro, o que chamamos de mente analítica e egoica, que está constantemente
projetando preocupações com o futuro ou arrependimento sobre o passado. Enquanto
você habita o tempo linear, você está no domínio deles, pois a môn existe no
eterno. Agora, toda vez que você busca validação externa, toda vez que você se
submete a uma autoridade que exige sacrifício, toda vez que você odeia o seu próximo por ser um reflexo diferente
da mesma luz, você está entregando sua energia vital para o demiurgo. Eles
apagaram a verdade sobre a sua origem, porque a luz da mônada é insuportável
para eles. Ela os dissolve. Eles são parasitas de baixa frequência e você é
um gerador de energia infinita que eles aprenderam a ordenhar através da
estrutura da sociedade moderna. A verdadeira gnos é o processo de
desaprendizado. É o ato de retirar as camadas de cebola da identidade falsa que lhe foi imposta.
Você não é seu nome, sua profissão, sua história familiar ou seus traumas. Você não é nem mesmo sua alma, pois a alma
ainda é um veículo psíquico que pode ser manipulado no plano astral pelos arcontes após a morte física.
Você é o espírito, o pneuma, a centelha, que é consubstancial ao pai e mãe
inefável. Quando você compreende isso, a morte perde o seu aguilhão, pois você percebe
que nunca nasceu e nunca morrerá. Você apenas entrou em um sonho profundo do
qual está agora sendo chamado a despertar. Observe como o mundo é construído para
manter seu foco no externo. A tecnologia, o entretenimento, a busca
incessante por prazeres efêmeros. Tudo isso são distrações criadas para que
você nunca tenha um momento de silêncio absoluto. É no silêncio que a voz da mônada
ressoa. É no silêncio que a frequência de Yeshua se faz ouvir longe dos
púlpitos e dos dogmas. Ele foi o grande rebelde que disse: "O mundo não é digno
daquele que se conhece, porque aquele que se conhece torna-se ingovernável.
Ele torna-se um erro no sistema, um vírus de liberdade dentro de uma simulação de controle. Os arcontes
utilizam o medo da morte como a corrente mais forte. Eles criaram reinos
intermediários, planos astrais repletos de luzes falsas e figuras de autoridades
simuladas para interceptar a centelha quando ela deixa o corpo físico. Eles se
disfarçam de entes queridos, de anjos ou de mestres para convencê-lo de que você
falhou em sua missão terrena e precisa voltar para mais uma vida de aprendizado. Isso é o maior golpe já
aplicado. Não há nada a aprender neste matadouro, que é a existência material,
que não seja a lição de como sair dele. O aprendizado real está no pleroma. Aqui
estamos em uma terra estrangeira, exilados de nossa verdadeira pátria.
Jesus revelou que a saída não é através do esforço moral, mas através do reconhecimento gnóstico, o epnoia, a
percepção súbita de quem você realmente é. Ao se identificar como a centelha da
mônada, você começa a retirar o sustento dos arcontes. Sua vida deixa de ser um banquete para
as entidades das sombras e passa a ser um farol de luz que interfere na matriz
de controle. O sétimo tipo humano é apenas um autômato biológico avançado, mas o homem
espiritual, o pneumático, é um soberano. Não aceite as migalhas de uma
espiritualidade que pede para você ser um bom escravo, em troca de um paraíso
fictício. O paraíso é a sua própria essência recuperada. A verdade que foi apagada é que você é o
mestre do jogo, mas os NPCs e os administradores do sistema o convenceram
de que você é apenas um personagem secundário, com uma vida curta e insignificante.
Levante-se de seu sono letárgico. A mensagem de Yeshua foi uma transmissão
codificada para os filhos da luz, aqueles que têm ouvidos para ouvir além
do ruído do mundo. Você não é um acidente da evolução, nem uma criação
caprichosa de um Deus menor. Você é a própria divindade experimentando a
limitação para que, ao despertar, a luz da mônada possa brilhar até nos cantos
mais escuros do esquecimento. O tempo dos segredos está chegando ao fim, pois
o vé está ficando fino e a frequência da Terra está mudando. Os arcontes estão
desesperados, intensificando o controle e o caos. Pois sabem que uma vez que
você perceba que é uma centelha do um, as correntes de frequência que o prendem
se tornarão cinzas. Você é livre. Você sempre foi livre. Você apenas foi
hipnotizado a acreditar no contrário. Desperte sem telha e retorne ao sol
central de onde você nunca deveria ter saído. A jornada de retorno começa com o
reconhecimento de que tudo o que nos cerca é uma construção. Desde os sistemas financeiros até as
estruturas religiosas, tudo foi desenhado para espelhar a ordem dos arcontes na Terra. O princípio, como em
cima, assim em baixo, foi distorcido pelo demiúgo para criar um reflexo
sombrio da ordem celestial. Eles nos dizem que o sofrimento é necessário para
o crescimento, que a dor é um mestre e que o sacrifício agrada ao divino.
Mentiras. Na Mônada não existe a necessidade de sofrimento, pois a
plenitude é o estado natural. O sofrimento é a energia que eles colhem.
Quando você sofre, você emite uma frequência de baixa vibração, que é como o oxigênio para os arcontes. Quando você
se deleita na alegria incondicional da sua própria existência, você se torna invisível para os radares deles. Jesus
foi o protótipo da fuga. Ele mostrou que o corpo físico é apenas uma veste que
pode ser transmutada. A ressurreição não foi um milagre para provar o poder de Deus para os outros,
mas uma demonstração técnica de que a centelha divina é senhora da matéria.
Ele desceu aos infernos, que nada mais são do que as dimensões densas e astrais
inferiores, onde as almas ficam presas e abriu as portas.
Ele hackeou o software da morte e por isso ele foi tão perseguido, não pelos
homens, mas pelas influências arcânticas que moviam as mãos dos sacerdotes e dos
governantes romanos. Eles queriam silenciar a frequência que ele estava
ancorando na Terra. Há uma frequência que desintegrava a autoridade dos mestres do mundo. Você, como o sétimo
tipo de humano, atingiu a capacidade intelectual de entender essas palavras,
mas é necessário o salto para o oitavo nível, o nível do espírito, para senti-las como verdade absoluta. A
diferença entre a informação e a gnose é que a informação fica na mente, enquanto
a gnose explode no coração como um sol interior. Não se trata de ler livros ou
acumular conhecimentos esotéricos. Trata-se de um reconhecimento celular,
de sua própria imortalidade e pureza original. Você é a luz do mundo, mas
essa luz foi colocada sob uma tigela de barro para que não iluminasse o deserto
da realidade arcântica. Retire a tigela. Deixe que o brilho da
mônada em você queime as ilusões de separação. Os arcontes tentam nos prender através
do desejo. Eles criam necessidades artificiais. Fome de status, fome de
sexo sem conexão, fome de poder e posse. Cada desejo não realizado é um gancho
que o prende a esta dimensão. Yeshua ensinou a via do desapego, não como um
castigo ou uma negação da vida. mas como uma estratégia de libertação.
Ao não desejar nada do que o Demiurgo oferece, você se torna livre de suas
armadilhas. Se você não quer nada deles, eles não têm poder sobre você. Quando
você encontra tudo o que precisa na conexão direta com a Mônada, o mundo material torna-se apenas um palco de
teatro onde você atua, mas nunca se perde no personagem. A escravidão arcôntica também é mantida pelo
apagamento da nossa história estelar. Antes de sermos humanos, éramos seres de
pura consciência no pleroma. Houve uma fenda, um erro cósmico personificado
pela queda de Sofia, a sabedoria. Ela tentou criar algo sem o seu pá, sem a
harmonia do um. E o resultado foi o demiurgo. Sentindo-se abandonado e imperfeito, ele
criou o nosso universo como uma cópia distorcida da realidade espiritual. Nós
fomos aprisionados aqui porque nossa luz era necessária para dar vida à sua
criação morta. Somos as baterias divinas que alimentam uma máquina de ilusão. Por
isso, existe dentro de cada ser humano uma saudade inexplicável, uma nostalgia
de um lar que não é este planeta, de um amor que não é este amor humano limitado, de uma paz que não se encontra
em nenhuma circunstância externa. Essa saudade é a prova da sua origem na
Mônada. A religião organizada pegou a figura de Jesus e a transformou em um
símbolo de adoração para manter o foco fora do indivíduo. Eles dizem: "Jesus é
o único filho de Deus para que você nunca ouse pensar que também o é". Eles
dizem: "Ele morreu pelos seus pecados para que você carregue o peso de uma dívida eterna que nunca poderá ser
paga". Mas a mensagem original era de igualdade e despertar. Aquele que beber
da minha boca tornar-se há como eu, e eu mesmo me tornarei ele, diz o Evangelho
de Tomé. Isso é a fusão da centelha com a fonte. É o fim da dualidade entre
criador e criatura. No nível da mônada, todos somos um único ser, uma vasta
tapeçaria de luz. Para te escravizar, os arcontes precisam que você se sinta
pequeno. Eles usam o vasto tamanho do universo físico para fazer você se
sentir uma poeira insignificante, mas a verdade é o oposto. O universo inteiro é
uma minúscula bolha dentro do oceano da sua consciência espiritual. Você não está no universo. O universo é
que está ocorrendo dentro de você. Quando você expande sua percepção, você
vê que os arcontes são como formigas tentando controlar um gigante que esqueceu de sua força. Ele só tem poder
enquanto você acredita na autoridade deles. No momento em que você retira o consentimento, o jogo acaba. Esta vida é
uma oportunidade de quebrar o ciclo. Não espere pela morte para ser livre. A
libertação é um estado de consciência alcançado aqui e agora. Ao se ver como uma centelha da mônada,
você começa a viver a partir de um lugar de soberania. Suas ações não são mais ditadas pelo
medo ou pela busca de recompensa, mas pela expressão natural da luz que você
é. Você se torna um curador, um farol, um dissipador de sombras apenas por
existir. A presença de um ser desperto altera o campo quântico ao seu redor,
tornando mais fácil para os outros despertarem também. Os arcontes tentarão
te puxar de volta. Eles usarão as pessoas próximas a você, os problemas
financeiros, as crises globais e a saúde do seu corpo para drenar sua atenção.
Eles dirão que esta visão é loucura, que você deve ser realista, mas o que eles chamam de realidade é
apenas um pesadelo coletivo. A verdadeira realidade é a luz inefável da
qual você provém. Mantenha seu foco na chama interior. Cultive a quietude.
Pratique a observação desapegada de seus próprios pensamentos. Perceba que você é
o observador, não a mente que pensa. Você é o silêncio entre as palavras.
Jesus revelou que o caminho é estreito. O caminho estreito é a linha reta que
atravessa distor e do ego, levando diretamente ao núcleo da centelha.
Não é um caminho de rituais externos ou de submissão a mestres humanos. É o
caminho da autoridade espiritual interna. Você é o seu próprio sacerdote,
seu próprio altar e seu próprio sacrifício. O sacrifício é a ilusão do eu separado.
Quando o falso eu morre, o verdadeiro ser, a centelha da mônada, brilha com a
intensidade de mil sóis. Entenda que o tempo está acelerando porque a própria Matrix está perdendo
sua coesão. A verdade que foi escondida por milênios está vindo à tona, porque
não pode mais ser contida. A revelação de que você não é o sétimo tipo de
humano, mas uma divindade exilada, é a chave que abre todas as portas. Não
tenha medo das sombras, pois elas só existem onde a luz é bloqueada. Você é a
luz que não pode ser contida. Os arcontes podem ter apagado esta verdade da história escrita, mas eles não
puderam apagá-la do seu DNA espiritual. Ela está vibrando em você agora,
enquanto você ouve estas palavras. É o chamado do abismo para o abismo, da
profundidade da mônada para a profundidade do seu ser. Lembre-se de
sua linhagem real. Você não é um servo da terra, você é um herdeiro do pleroma.
Suas mãos, que agora tocam a matéria, tençoar e criar mundos. Seus olhos, que
agora vem a limitação podem ver o infinito se você apenas mudar o foco.
Não se contente com menos do que a totalidade. Não aceite as definições que o mundo
tenta te impor. Eles te chamam de consumidor, de cidadão, de pecador, de
mortal. Responda com o silêncio da sua divindade. Você é uma emanação do
Altíssimo, um fragmento do inefável, uma centelha da mônada eterna. Ao caminhar
pelo mundo a partir de hoje, faça-o como alguém que conhece o segredo do labirinto. Olhe para as distrações dos
arcontes com um sorriso de compreensão, mas não se deixe envolver. Use as
ferramentas deste mundo, mas não seja usado por elas. Ame os seus semelhantes,
não com o amor carente do ego, mas com a compaixão daqueles que sabem que todos
estão lutando contra a mesma amnésia. Seja o lembrete vivo da liberdade para
todos os que encontrar. A maior rebelião é ser feliz e completo, sem precisar de
nada que este sistema oferece. A verdade de Jesus não era sobre o
arrependimento dos erros da carne, mas sobre o arrependimento de ter esquecido
o espírito. A palavra grega metanoia, traduzida como arrependimento,
significa, na verdade mudança de mente, uma expansão da percepção para além dos
limites do intelecto humano. É o despertar da visão gnóstica.
Quando você muda sua mente para a frequência da mônada, o mundo arcôntico perde a sua solidez. Ele começa a
aparecer o que realmente é uma projeção de sombras em uma caverna. Não busque
fora de si o que só pode ser encontrado no santuário interno. Templos de pedra
cairão, livros serão esquecidos, mas a centelha é eterna. Ela é o seu fio de
Ariadne que o guiará de volta através dos corredores do tempo e do espaço até
a unidade original. O mestre ocultista não é aquele que controla os outros, mas
aquele que controla a si mesmo a ponto de não poder ser controlado por nada externo.
Você é esse mestre em potencial. O despertar é apenas o ato de assumir o
trono que você deixou vazio por tanto tempo. Os arcontes continuarão a projetar seus filmes de medo na tela do
mundo. Eles falarão de guerras, de pestes, de escassez e de julgamento.
Mas você, ancorado na Mônada, saberá que isso é apenas o estertor de um sistema
que está morrendo. A luz está retornando. O código da prisão foi quebrado.
Yesua plantou a semente e agora é o tempo da colheita. A colheita não é de
almas para um Deus externo, mas o recolhimento das centelhas de volta ao
fogo central. Sinta agora a energia da mônada fluindo através de você. Ela não
vem de cima, ela emerge do seu centro. É uma paz que ultrapassa todo o
entendimento, uma força que não precisa de agressividade, uma sabedoria que não
precisa de palavras. Você é o sétimo tipo humano apenas na forma. Em
essência, você é o pleroma manifesto. Esta é a revelação que os arcontes
tentaram enterrar nas areias do Egito e nos fogos das fogueiras. Mas a verdade é
como a água. Ela sempre encontra um caminho e hoje ela encontrou o caminho
até você. Abrace sua herança, reivindique sua divindade. O tempo da escravidão acabou
para aquele que desperta. Você é uma faísca da mônada e o universo
inteiro aguarda o seu brilho total. Não olhe para trás, para as correntes que
caíram. Olhe para a frente, para a luz infinita que o chama pelo seu verdadeiro
nome. Um nome que não é feito de letras, mas de som e luz pura.
O segredo foi revelado. O poder está em suas mãos. Seja o que você sempre foi,
antes que o mundo existisse. Seja livre. Seja a luz. Seja o um. Nesta jornada de
retorno, a quietude será sua maior aliada. Os arcontes detestam o silêncio,
pois é nele que sua influência se dissolve. Pratique o silêncio mental, onde o observador interno apenas assiste
ao fluxo de pensamentos. sem se identificar com nenhum deles. Nesse
espaço vazio, a frequência da mônada começa a vibrar com clareza. É como
sintonizar uma rádio em meio ao ruído estático. Uma vez que você encontra a
frequência da fonte, a música da criação original começa a tocar em sua alma.
Esta melodia é o que Jesus chamava de água viva. Aquela que uma vez bebida faz
com que você nunca mais tenha sede das coisas deste mundo. A escravidão arcôntica se apoia na ilusão da falta.
Eles nos fazem acreditar que somos incompletos, que precisamos de algo externo para sermos felizes ou
realizados. Isso gera a busca incessante que mantém a roda da Matrix girando. No
entanto, como uma centelha da mônada, você já possui a totalidade dentro de
si. Não há nada a adquirir, apenas a lembrar. A plenitude não é algo que você
constrói, é o que resta quando você para de construir muros. Quando a percepção
da sua natureza divina se torna constante, a necessidade de buscar fora
desaparece e com ela o poder dos arcontes sobre seus desejos. Muitos
perguntarão: "Se somos divinos, por que sofremos?" O sofrimento é o resultado da
identificação com o veículo, com o corpo mente, que é sujeito às leis da dualidade. O corpo pode sentir dor, a
mente pode sentir tristeza, mas a centelha é impassível. Ela observa o
drama da vida com a serenidade de quem sabe que está assistindo a uma peça de teatro. Ao deslocar sua identidade do
personagem para o observador, você descobre uma paz que as tempestades do mundo não podem abalar. Você começa a
ver o sofrimento não como uma punição, mas como um sinal de que você está se
identificando com algo que não é você. Os arcontes também manipulam o tempo
para nos manter presos. Eles nos mantém focados no passado através da culpa e do
trauma, ou no futuro através da ansiedade e da expectativa.
Mas a môn habita o não tempo, o presente eterno. Yeshua frequentemente falava
sobre o agora como o momento da salvação. Quando você está totalmente presente, os ganchos do tempo não têm
onde se fixar. O passado é um fantasma e o futuro é um sonho. Apenas o agora é
real. No agora você é livre. No agora, a conexão com a mônada é total. A verdade
que Jesus revelou e que os arcontes apagaram é uma ameaça à própria estrutura da realidade material.
Se todos os seres humanos despertassem para sua natureza monádica, as leis da
física, que são as regras do jogo do Demiurgo, começariam a se flexibilizar.
Milagres não são violações das leis da natureza, mas a aplicação de leis
superiores da consciência sobre a matéria densa. Você tem o potencial de
ser um mestre da realidade, não para governar os outros, mas para demonstrar a soberania do espírito. A matéria é
apenas energia condensada pela intenção, e a intenção da mônada é a força mais
poderosa do cosmos. Não tema a solidão que o despertar às vezes traz. É uma
solidão sagrada. Ao se afastar da mentalidade de rebanho, você se aproxima
da companhia dos seres de luz que habitam as dimensões superiores. Você nunca está realmente sozinho, pois a môn
está em você e ao seu redor. A rede de consciência pneumática está se
fortalecendo na Terra. Há outras centelhas despertando e juntas
elas formam uma malha de luz que está sufocando as sombras arcânticas.
Sua vibração individual contribui para a libertação coletiva da humanidade. A
cada suspiro, reafirme sua conexão. Eu sou uma centelha da mônada. Eu sou um
ser de luz eterna. Eu sou livre das ilusões do demiurgo. Deixe que esta
afirmação penetre em seu subconsciente e reorganize sua realidade.
Você notará que as situações e pessoas que tentam te sugar ou te diminuir
começar a se afastar naturalmente. A luz não luta contra as sombras, ela
simplesmente as dissolve pela sua presença. Viva com essa confiança. Caminhe com a
cabeça erguida de quem conhece sua linhagem. celestial. Finalmente, compreenda que o portal para o pleroma
não é uma viagem espacial, mas uma mudança de dimensão na consciência.
Você não vai para o reino, você desperta o reino dentro de si. A jornada termina
onde começou, no coração do um. Os arcontes podem ter apagado os registros
históricos, podem ter distorcido as palavras dos profetas e podem ter
escravizado os corpos, mas eles nunca puderam tocar na centelha. Ela é o seu
tesouro inviolável, o seu passaporte para a eternidade. Use-o, brilhe,
retorne à fonte. O mestre está em você e o caminho está aberto.