Transcrição
[Música]
E aí aquela e eu vi a mão desse ser se
estendendo ao cobertor para que eh como
se ele estivesse fazendo um movimento de
tirar a coberta de cima do meu rosto,
entende? Então a aquela mão veio assim e
era uma mão fina, os dedos alongados, as
juntas dos ossos, né, grossas, né?
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vem trazendo aqui em discussão para
vocês, tá bom?
Então, eh, seguindo, hoje nós temos, eh,
eu decidi falar a respeito disso porque
a gente tem recebido bastante e-mails,
né, em relação a isso, eh, com muitos
relatos inclusive, né? Então, eh, a
paralisia do sono, ela é definitivamente
uma experiência muito assustadora.
Então, quem passa por isso sabe, né?
Apesar de que eu sei que tem pessoas que
ainda não passaram, não sabem como é que
é isso. É, é, não é como um pesadelo,
né, comum, que às vezes a gente acorda
assustado. É uma experiência muito mais
profunda do que isso, né?
Então, eh, cientificamente a paralisia
do sono, ela é aquele momento em que
existe uma desincronização, né? é o
momento em que você, o corpo, ah,
não despertou ainda, mas a consciência é
ainda eh despertou. Então, é um estado
de atonia, né? Então, é um momento em
que existe essa desincronização e o
corpo não responde ao que o cérebro pede
e você fica ali paralisado na cama. Só
que a grande questão é que não é somente
isso, né?
O problema da paralisia do sono são eh
nesse meio tempo, nessa janela, né,
desse momento de desincronização de
acordo com a medicina, de acordo com a
ciência e, né, eh
existem eh experiências sensoriais.
Então, o que que eu quero dizer? A
pessoa vê, às vezes escuta e sente
coisas. Então, eh, um sintomas mais
comuns é aquele aperto no peito,
né? uma pressão no no meio do peito, a
gente sente
como se tivesse sufocando, né? E
muit das vezes envolve a visão de
vultos, né? Então, esses vultos às vezes
são altos, eh, compridos, às vezes é
apenas um e muit das vezes são vários.
Então, assim,
eh, varia muito, né? Então, cada
experiência de paralisia do sono é
diferente uma da outra, varia para
pessoa, de pessoa para pessoa, mas todas
elas são eh frequências de eh passam a
frequência do medo, né, do pavor.
E nem sempre isso tá associado à sua
vibração, entendeem? Então, não vejam
isso como se fosse: "Ah, eu tô vibrando
baixo, ah, eu tô eu tô tem alguma coisa
errada comigo porque eu tenho parálises
do sono." Não, não, não é isso. Isso é
uma, isso é uma coisa que acontece
independente do teu estado de despertar,
entendeu? Eh, tanto que muitas, muita
visão espiritualista, elas acreditam que
esse momento da paralisia do sono seja
uma catalepsia, né? Um momento em que
você tá quase fazendo uma projeção
astral. é um momento em que você tá ali
já vislumbrando eh camadas mais sutis do
que a tua própria a nossa própria
realidade, né? Então a gente acaba
observando eh eh vislumbrando algumas
algumas coisas. Então, eh a e a
parálisia do sono foi de fato para mim
uma questão que eu sempre persegui para
tentar entender, né? Porque quando eu
tinha,
é, 15 anos atrás, vamos botar dessa
forma, 15 anos atrás eu tive uma
experiência de parálise do sono e foi
talvez uma das únicas. Eu tive outras,
mas foram leves e não não foi tão
intensa como essa, né?
Então eu me lembro como se fosse ontem,
eu fui dormir na casa do meu pai, né? E
tava muito frio à noite, né? Então, aqui
no Rio faz muito calor de dia e à noite,
eh, a temperatura despenca um pouco em
certas épocas do ano. Então, eh,
despenco, eu digo o frio pro para quem
mora no Rio, né? Então, a gente tava
dormindo e eu tava dormindo na sala
porque no na ocasião tavam fazendo obras
e tal e não tinha lugar para eu dormir.
Eu só ia passar um dizinho ali. Então eu
não, não se preocupem que eu durmo na
sala, tá tudo bem. Então o sofá era
largo, era confortável, então eu me
acomodei na sala. Então tinha uma
varanda, né? Eu deixei a porta da
varanda aberta porque tava entrando uma
brisa muito boa, né? assim noturna e
tava refrescando bem a casa e eu tava
muito bem, muito confortável, né?
Temperatura boa. Aí eu eu dormi,
eu deitei no sofá e adormeci. Só que no
meio da madrugada eh tava muito frio,
né? Porque o corpo, a temperatura do
corpo despenca, né? Então tava muito
frio. E eu me cobri inteiro com o
cobertor, né? o rosto, me cobri todo.
Isso disso eu me lembro. E aí eu eu
adormeci novamente. Eu acordei por causa
do frio, né? Então, eh depois dessa
adormecida, depois de ter de ter feito
eh meio coberto, eh
começou a a o problema, né? Eu estava
paralisado no sofá, eu já não conseguia
mais me mexer, mas a minha consciência
tava acesa.
Então eu tava virado para cima, né, e
tava tudo escuro, né? Não, a gente, eu
não gosto de dormir com luz, eu não
gosto. Então, tava tudo escuro
e eu já não consegui me mexer. Só que o
problema foi que eu comecei a e eu tava
olhando e tinha um cobertor na minha
frente, né? Mas eu tava com o olho
aberto, então o cobertor tava na minha
frente e do lado de fora, né, na sala,
eh, eu vi sombras, eh, vultos passando
na frente do do cobertor, né, que e aí
eu fiquei tentando entender aquilo e um
e um murmurinho de de vozes, eram mais
de três, quatro, cinco pessoas falando
mais baixo, sabe? falando, não
sussurrando, mas falando baixo, tipo, já
volta uma uma um murmurinho de gente.
E aí eu fiquei, eu entendi que para que
euou visse vultos através do cobertor
tinha que ter uma fonte de luz externa,
né? E exatamente era essa sensação, como
se algo tivesse iluminando a sala, de
maneira que quando passasse algo na
frente dessa luz, eu conseguisse ver a
sombra. E foi justamente isso que
aconteceu. Eu tava vendo essas sombras,
em um dado momento,
essa sombra ficou bem visível para mim e
eu consegui discernir o que que era, né?
Então, ela tinha um um crânio bem
grande, bem alongado
e um pescoço muito fino, não é?
E quando eu vi isso, eu me desesperei e
eu tentei gritar. E aí o grito não saía.
E eu tentei gritar e o grito não saía.
Aí aquela sombra se mexendo na minha
frente, eu vendo só o vulto, né?
Então de repente essa sombra falando com
outras pessoas, outros seres, eu
acredito, é como se ele tivesse se
comunicando. As vozes não não cediam.
Era como se fosse uma comunicação ali
intermitente o tempo inteiro. E aí
aquela e eu vi a mão desse ser se
estendendo ao cobertor para que eh como
se ele estivesse fazendo um movimento de
tirar a coberta de cima do meu rosto,
entende? Então a aquela mão veio assim e
era
uma mão fina, os dedos alongados, as
juntas dos ossos, né, grossas, né? Então
eu vi aquelas pontas daqueles dedos
compridos vindo para poder tirar o
cobertor de cima de mim. E aí nesse
momento, eu tentei gritar e eu tava já
desesperado, sem conseguir me mover. E
no momento que eu consegui me mover, eu
dei, eu fiz um movimento eh muito
abrupto, né, para me descobrir, para ver
quem tava do lado de fora, não é? E no
momento em que a minha, meu corpo voltou
a responder,
eu fiz esse movimento e do lado de fora
não tinha absolutamente nada. Todo
aquele cenário
eh tinha desaparecido. Então, quando eu
consegui me descobrir, né, do cobertor e
e e ver o que tava acontecendo, não
tinha mais nada.
E o grito saiu. E aí o grito saiu,
aquele grito que eu tava tentando dar há
um tempão.
E aí eu acordei a casa toda e todo mundo
veio desesperado para tentar entender o
que que tava acontecendo. E aí o que que
acontece? Eu não falei nada, né, da
experiência no momento. Disse que tinha
tido apenas um pesadelo, porque envolve,
como eu falei aqui, né, a família, parte
da família tem uma questão religiosa,
então eu não queria dar colocar lenha na
fogueira, né? Então, eh, o isso me fez
despertar pra questão do da relação da
paralisia do sono com os Grace, né? Mas
não associando a causa e efeito, né? O
que eu acredito é que pelo que a gente
vem vendo, né, a paralisia do sono é um
momento em que você acaba vendo camadas
sutis da realidade densa que nos cerca,
né? Então, muit das vezes a gente acaba
vendo seres de densidade muito alta,
eh, o que seria até de certa forma
comum, né?
Então os grace a gente sabe que eles eh
a característica vibracional de um ser
como esse, não é? Então eh existe também
a questão da abdução sutil, né? Então
eles não necessariamente precisam levar
o seu corpo, porque a sensação que eu
tive é que eu tava sequestrado em um
outro lugar nesse momento da paralisia
do sono, né? Então a o o ambiente escuro
tava iluminado, né? lá fora, muito
iluminado, a ponto de eu conseguir ver
as sombras que passavam na frente do
cobertor, né? E
então é como se eu tivesse em um outro
lugar completamente diferente, né? Aí
quando a minha consciência voltou,
aquilo desapareceu. Ou seja, a gente, eu
entendo que o nosso cérebro, né, eu tô
dizendo o cérebro físico mesmo, a massa
que tá dentro do crânio, vamos pensar
bem biologicamente,
ele é responsável por organizar a a
ilusão da tridimensionalidade na nossa
frente, né? Ele é o grande fator que faz
a gente perceber, eh, na verdade que faz
a gente não perceber, né, a realidade
sutil e sim a física, né? Então, no
momento em que ele fale e ocorre essa
desincronização, ele não cumpre essa
função de maneira perfeita. Então, a
gente tem realmente os vislumbres, os
vislumbres de de um de seres e fenômenos
dessa dessas camadas mais densas. Então,
sabendo eu que os Grace eh habitam isso
e se alimentam de medo, de energia
negativa, eles gostam de observar, eles
gostam de explorar, eles gostam de
parasitar, eles são seres que drenam
mesmo. se der oportunidade, eles
eles vão sugar toda a tua energia e eles
habitam, eles têm uma, eles têm essa
capacidade de de pairar, né, sobre esse
plano de modo a observar, sempre a
espreita. em determinadas oportunidades,
eles abduzem no sentido de exploração
sutil, né, no durante o sono, durante um
momento como esse. Então,
eh, esse, essa experiência aconteceu
comigo, eu nunca mais esqueci e foi um
dos um das uma das coisas que me
fizeram, né, que me empurraram, me
motivaram a procurar mais a respeito e a
seguir o caminho eh da espiritualidade,
porque, como vocês bem sabem, né, isso
tudo era um tabu bem grande, né, na
minha religião. Então, eh, era associado
com demônios, é aquela aquela coisa
toda, né? Então, a gente fica com medo,
a gente fica preocupado e não entende o
que tá acontecendo. E o meu desejo era
entender melhor tudo isso. Então, essa
experiência realmente me motivou a
procurar entender um pouquinho mais isso
e nunca mais eu tive, né, desde que eu
comecei a a procurar entender melhor
sobre essas experiências. Então, eu sei
que cada um aqui pode interpretar de uma
maneira diferente, até porque cada um
sente diferente, mas esse estado de
catalepsia,
ele muitas vezes acontecem nesse plano
denso, que é justamente a paralisia do
sono. A gente se sente paralisado e vê
às vezes seres de densidade alta. Eh,
acontece o contrário também. Quantos
desdobramentos a gente não tem que a
gente vai a planos superiores, né? Só
que a gente não sente peso. Qual é a
sensação de de uma experiência como
essa? É leveza. A gente tem luz, a gente
tem eh eu relatei, né, aqui também um um
desdobramento eh parcial que eu tive,
semilúcido, né, melhor dizendo, em que a
sensação é de leveza, de não querer mais
sair de dentro do sonho. Já a paralisia
é o contrário. Você tá ali tentando
gritar e não consegue. Então, é é
realmente uma coisa que fez eu
despertar. E eu e eu queria muito
compartilhar isso com vocês. Então,
vocês que conhecem alguém que tem esse
esse eh tem tido essas experiências ou
você mesmo que tem ou teve algum relato
interessante sobre sobre isso, eh deixa
nos comentários ou se não quiser também
eh envie e-mail pra gente, né? Se você
não quiser deixar deixar essa
experiência pública ali nos comentários,
você envia o e-mail pra gente, pra gente
poder aprender um pouquinho mais sobre
isso também, porque é sem dúvida uma um
assunto que me desperta muito interesse
e é sempre bom procurar ver eh pontos de
vistas diferentes da mesma experiência,
né, para que a gente tenha uma uma visão
mais completa disso tudo, tá certo?
Então, muita gratidão por vocês sempre
separarem um tempo para nos acompanhar,
né? que a verdadeira luz possa sempre
nos dar a sabedoria que precisamos para
o próximo passo. Por hoje é só. Muita
gratidão e até a próxima.
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