Transcrição
Olha, eu acho que essa aqui é a teoria mais
bizarra que eu já contei aqui no canal. Se vocês não perceberam isso ainda, vocês vão perceber isso hoje aqui dentro
desse vídeo. Vocês perceberam que o ano de 2025 está repetindo exatamente o ano
de 1941. Bom, se vocês não repetiram, né, não perceberam essa repetição, não
repetiram, se vocês não perceberam essa repetição, vocês se preparem, porque
dentro dessa live aqui vocês não só irão perceber essa repetição, porque eu vou
lhes apresentar todos os detalhes sórdidos e te passar provas matemáticas
de que nós estamos presos em uma espécie de loop temporal. Então, não só lhe
apresentarei as provas, como irei te convencer que o ano de 2025 é um eco no
tempo, ou seja, ele é uma repetição de um ano que já aconteceu. Bom, hoje eu sou mais uma vez Carol Capel, a sua
alienígena favorita, viajante do tempo e eu quero que vocês se sintam muito
bem-vindos a mais uma live que começa aqui neste canalzinho. E vocês sabem muito bem, né, que eu sou viajante do
tempo andenígena. E não é à toa, porque a gente tem a noção de que o tempo é uma corrente que
corre como se fosse um rio, né, em apenas uma direção. Pelo menos é assim que a gente aprende o tempo quando a
gente estuda, né, o tempo, que o tempo é passado, presente e do presente pro
futuro, nunca em ordens diferentes. Mas eu quero lhes perguntar o que que
acontece quando o nosso calendário nos mostra que já se passaram anos, ou seja,
anos passados estão voltando como se esses anos e como se a nossa
própria vida estivesse presa literalmente em um loop temporal. O que
que a gente pode deduzir da vida quando a vida começa a mostrar pra gente que
duas épocas tão distantes entre si, 1941 e 2025, duas datas separadas por 84 anos
caminham lado a lado como se fossem um reflexo de um espelho. Eu tô falando
para você, gente, de um fascinante fenômeno chamado Calendar Twins. Ou
seja, gêmeos de calendários, porque agora no ano de 2025, todos os dias que
já passaram caíram e todos os dias que vão passar cairão exatamente nos mesmos
dias que caíram em 1941. Então, cada data corresponde a cada
página do calendário, né? Como se o ano de 2025 estivesse sobrepondo o ano de
1941, como se não houvesse nenhuma falha entre um e o outro. É como se o tempo tivesse
se dobrado sobre si mesmo, criando uma espécie de uma rima secreta, um eco
secreto que poucas pessoas perceberam e, principalmente poucos conseguiram
decifrar. E não, não é apenas no calendário matemático que as coisas
estão se repetindo. O mistério é muito maior do que simplesmente ser uma
coincidência matemática. E isso, meu povo, foi matéria de jornal, de jornal
no mundo inteiro, tá? Porque tudo leva a crer que nós estamos vivendo uma espécie de um eco de 1941.
Então, gente, primeiro a gente vai analisar o ponto matemático dessa história. E à medida que essa live for
passando, vocês vão ver que nós vamos entrar em camadas muito profundas e muito densas dessa análise comparativa
entre 1941 e 2025. E vocês vão perceber que parece me e vai parecer-lhe também
que nós estamos vivendo um eco temporal. Então, primeiro a gente precisa entender
como que exatamente todos os dias de 2025 caem na exata mesma data que todos
os dias caíram em 1941. A chave para entender isso, gente, tá no calendário gregoriano, né? Por quê?
Porque o calendário gregoriano, ele é um sistema que rege a contagem do tempo na maior parte do mundo. E ele foi criado
para contar os dias de forma arbitrária, mas principalmente para se alinhar com
um ciclo que é muito maior do que as nossas datas. Aqui na Terra a gente tá falando de um círculo, né, onde a órbita
da Terra faz ali o contorno ao redor do Sol. Só que nós temos um problema com o
calendário gregoriano. Por quê? Porque a Terra ela não completa uma volta
completa no entorno do Sol em exatos 365 dias. Então, existe um calendário de
aproximação, né, um cálculo de aproximação. E nesse cálculo a gente tem
que são necessários aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48
segundos para que a Terra possa fazer, né, esse giro completo ali no entorno do
Sol. Só que essa pequena diferença, gente, se ela for ignorada, ela faria,
né, com que todas as estações do anos se deslocassem lentamente até que um dia o
verão virasse inverno e a primavera começasse a ter folhas caindo. Então,
para compensar, para corrigir esse erro na rotação, né, e no nosso calendário,
foi criado o ano bissexto. Foi introduzido o ano bissexto. Porque o ano sexto ele funciona como um dia extra ali
em fevereiro que a gente tem a cada 4 anos, justamente para compensar esse errinho, né, matemático
do giro que o planeta Terra faz no entorno do Sol. Entretanto, com tanto,
portanto, contudo e todavia com todos os porénens aqui que a gente puder colocar,
já foi comprovado cientificamente que a rotação da Terra está desacelerando e esse movimento no entorno do Sol também
é um desacelerar ainda pequeno, porém isso vai impactar ainda mais o nosso
calendário muito em breve. Então a gente provavelmente vai ter que fazer novos ajustes e provavelmente vai ter que
olhar até para esse ano bisxesto aí para se a gente conseguir, né, e continuar
mantendo essas estações do ano como elas são mantidas hoje. E mesmo com esse
ajuste que a gente já tem hoje, né, esse ajuste do ano bxto, o nosso calendário ele não é perfeito, porque tem algumas
exceções, né, que precisam ser criadas com anos que t múltiplos de 100, exceto
aqueles que tm múltiplos de 400. É tipo uma engenharia bem delicada para
tentar manter ali todos os ponteiros no lugar. Agora, essas pequenas correções
aplicadas e esse primeiro momento da live eu tô falando sobre coincidências matemáticas, tá? Que é importante também
da gente falar, né, a matemática que existe por trás, até para as pessoas entenderem como que 2025 é um eco de
1941, tá bom? Então, já vamos entrar no mistério propriamente dito. Mas essas pequenas correções, elas foram aplicadas
ao longo dos séculos e elas fazem com que esses padrões de datas e padrões de
dias acabem se repetindo eventualmente. Então, não em um ciclo simples e
previsível como um bater de relógio, mas de tempos em tempos isso acontece de
forma irregular. É quase que fosse assim como se fosse uma ironia do destino, né?
Como se o calendário, o nosso calendário fosse vivo e ele tivesse vontade própria. Então isso é fácil de explicar
matematicamente, né? Através dessa coincidência. E vocês sabem muito bem
que dentro desse canal aqui a gente não trata coincidência como coincidência, a gente trata coincidência como
sincronicidade. E é nesse exato ramo dentro da sincronicidade que nós estamos vendo que
2025 é um eco do passado e nós estamos tendo uma repetição exata da
configuração do calendário de 1941
agora em 2025, mas não apenas, tá? Por quê? Porque não é só a repetição das
datas, não é só toda segunda em 2025 cai igual, toda segunda em 1941, todo
domingo cai igual, todas as datas comemorativas estão iguais. Não é só isso. Por quê? Porque para além do
calendário, esse essa coincidência, não tão coincidente assim, né? Essa
sincronicidade, ela está servindo para que a gente revisite uma época muito sombria em
eventos, no calendário e também de uma maneira muito simbólica. Então, os
símbolos também estão se repetindo. E esse é o exato motivo pelo qual eu
trouxe essa live aqui para vocês hoje, porque eu não sei o que vocês pensam disso, mas eu achei isso extremamente
curioso e ao mesmo tempo extremamente poderoso. Agora, já expliquei a parte
matemática, vocês entenderam que tem a ver com o ajuste do calendário gregoriano, né? E por isso as datas
estão se repetindo, mas a partir de agora as coisas vão ficar um pouquinho
mais dark. Aqui dentro da darks é o plural de dark. Vamos ficar um pouquinho mais dark, porque dark não tem plural,
né? Na verdade, quem faz plural no inglês é substantivo, não adjetivo. Inclusive, se você não sabe disso, sou
professora de inglês e tenho um curso aqui na internet, gente, nem era o assunto, mas juste you don't know, em
caso você não saiba, o site do meu curso é caralcapelportal.com
e lá você aprende tudo sobre o inglês. Agora, voltando aqui pro assunto, pra
gente entender como que isso funciona, a gente precisa entender primeiro o que estava acontecendo em 1941.
pra gente entender a gravidade desse fenômeno de estar se repetindo agora em
2025. Então, para entender isso, a gente tem que lembrar que 1941 não foi um ano
fácil, tá? Foi um ano que é considerado por muitos um verdadeiro divisor de
águas na história mundial. Por quê? Porque foi no meio do ano de 1941 que o
mundo estava ardendo em chamas, chamas essas que estavam eindo graças à Segunda
Guerra Mundial, né? A gente sabe muito bem que foi nesse ano que o Japão atacou
Per Harbor, né? Aquela base lá nos Estados Unidos. E isso, gente, arrastou os Estados Unidos definitivamente pro
conflito. Além disso, também a gente não pode deixar de mencionar a expansão da
Alemanha, né? A expansão da Alemanha dentro daquele regime que vocês sabem
muito bem, que às vezes não pode ser mencionado aqui dentro, né? Essa expansão, ela ganhava sim uma velocidade
absurda no ano de 1941, enquanto que milhões de pessoas estavam
sofrendo com esses regimes totalitários, né, e regimes muito difíceis, regimes
esses que são um grande tabu de serem falados até os dias de hoje. 84 anos
depois, a gente ainda tá pisando em ovos para falar sobre essas coisas, principalmente numa plataforma assim tão
família, tão galera, igual essa aqui, né? Então, só para vocês entenderem aqui, eu tô colocando um panorama
histórico para vocês entenderem que o ano de 1941, ele não foi um ano qualquer, né? Ele foi um ano que a
humanidade realmente mergulhou num abismo, né? num abismo meio que sem
fundo ali um ano que as decisões políticas, tecnológicas, decisões militares acabaram moldando o destino de
gerações inteiras. Então, muitas das coisas que nós temos hoje e que foram,
né, e que tem um padrão definido hoje, elas foram definidas no ano de 1941.
Então, o ano de 1941 ele é tipo uma cicatriz na história do planeta Terra, mas também um marco importante pra gente
entender o que tá acontecendo agora. E aí, trazendo então agora para 2025,
né, quando o nosso calendário gregoriano volta a se alinhar com as engrenagens de
1941, que mais uma vez nada disso é
coincidência, tá? Isso pode ser, gente, pode ser uma uma lembrança, né, um lembrete sutil para nós de que a
história pode sim de fato estar se repetindo. Então eu chamo o ano de 2025
de um verdadeiro espelho no tempo. É como se a gente pudesse olhar no espelho
e através desse espelho a gente pudesse enxergar ao mesmo tempo o ano de 1941 e
o ano de 2025. É como se esse espelho pudesse fazer um convite pra gente, pra
gente olhar pro passado e ao mesmo tempo pra gente mirar no futuro, né? É claro
que 2025 não carrega em si a mesma carga
dramática. A gente não consegue comparar, é incomparável. Até porque 84
anos se passaram e muitas coisas, né, muitas das coisas que a gente considera
direitos humanos hoje, elas foram decididas justamente por causa dos
acontecimentos de 1941. Então, hoje em dia as coisas estão um pouco mais suaves, né? Nós estamos sim
vivendo uma guerra mundial, sim, não declarada, não nos mesmos padrões da
guerra que estava acontecendo em 1941, mas nós temos conflitos, né, geopolíticos localizados, tensões que se
arrastam pelo mundo inteiro, então países que nem estão nesses conflitos
decidindo o destino desses conflitos. vocês entendem que que o contexto é
muito mundial. Então assim, os Estados Unidos não está diretamente nesse conflito, mas os Estados Unidos
interferem nesse conflito, né, em regiões específicas e assumindo ali para
si a responsabilidade de conflitos que são localizados. Ao mesmo tempo, nós
temos a União Europeia inteira também, a OTAN também, né, tentando mediar esses
conflitos, interferindo, enviando armas. Se isso para vocês não é uma guerra
mundial, mesmo que de uma maneira não declarada, eu não sei mais o que é.
Então, a gente já tem aqui um paralelo imediato de duas coisas, né, do 1941 com 2025,
né? Óbvio que a gente não tem bombas caindo em Londres, não tem, mas a gente
tem sim tanques atravessando fronteiras, né? Tanques, gente, é bizarro. Sabe quanta gente tem na live agora? Quantas
pessoas estava cravado? Ficou cravado um tempão. 1941. Juro para vocês, eu fiquei
chocada agora com o número que eu vi, porque é um um somar, né? Eu faço essa live em simultâneo em vários canais,
então no YouTube, no Facebook, na Twitch. E nesse exato momento, há
pouquíssimos segundos atrás, bateu aqui em 1941 e ficou tipo 1 minuto cravado em 1941. Então assim, sinais, né? Claro, a
gente não tem, né? Bombas caindo em Londres, bombas caindo nos Estados Unidos, a gente não tem, mas a gente tem
sim imagens extremamente simbólicas de tanques atravessando fronteiras, de vídeos que viralizam na internet, né? Aí
a gente tem uma sensação de instabilidade contínua, de que algo maior se aproxima e fica sempre essa
esse conflito mundial velado no ar, sempre com aquela sensação de que a
qualquer momento pode virar o que foi 1941, né? E eu acho que essa sensação de
instabilidade é a mesma sensação de instabilidade que as pessoas viviam naquela época, né? Claro que num
contexto muito mais dramático, tá? Gente, eu não tô querendo comparar o drama que se vivia, mas a instabilidade
ela é muito real e ela faz esse paralelo com os dois anos, né? Porque se a gente for olhar bem, existe uma instabilidade
econômica, uma instabilidade até no sentido inflacionário, uma instabilidade
geopolítica, né? Então, todas essas essas coisas estão bem reais no nosso
momento. Então, a gente tem, ao mesmo tempo que tudo isso acontece, a gente
tem conflitos específicos acontecendo, né, problemas específicos acontecendo.
Então, nós temos crises econômicas, disputas por territórios, novas corridas tecnológicas. Eu não posso deixar de
lembrá-los que nós estamos prestes a repetir novamente o ano de 1965
até o ano de 1969. Por quê? Porque depois do final da Segunda Guerra Mundial entrou-se na
Guerra Fria e ali alguns anos, né, se passaram até que culminou na corrida
espacial. E nesse exato momento, gente, eu já até comentei com vocês pontualmente aí em outras lives, nós
estamos vivendo uma corrida espacial 2.0. Então eu acredito que daqui uns 20
anos mais ou menos, que é mais ou menos o período, né, que data ali entre 1941
para 1965, 63 até 68, a gente pode ter sim um avanço, principalmente nessa
questão espacial, porque como nós estamos repetindo e do passado, nós
talvez repetiremos também essa questão da corrida espacial e isso já está se desenhando de alguma forma. comentei com
vocês sobre a questão da mineração da lua, né, sobre os interesses, a própria colonização de Marte e muitas outras
coisas, né? E nós temos agora um ponto agravante que em 1941 nós não tínhamos,
que é e que são, né, as questões éticas relacionadas às inteligências artificiais e questões que são muito
urgentes, que precisam de um debate muito urgente. Então, quando a gente coloca o calendário lado a lado, tanto
de 1941 quanto de 2025, a gente começa a procurar, né, esses paralelos e esses
paralelos são muito fáceis de serem encontrados. Então, o tempo ele pode não
repetir eventos com precisão, tá? às vezes não são os mesmos eventos, mas as
estruturas, os medos, as esperanças e até os próprios arquétipos, que eu acho
que para mim é o ponto mais sutil de tudo isso, né, que é o arquétipo é o
símbolo, tá gente? O arquétipo dessa repetição, ele me chama muita atenção.
Então, nós estamos vivendo algo que eu chamaria de um look temporal, sim, mas
também um segredo que já dura 84 anos. Porque parece para mim, tá, que sou essa
pessoa que gosta do oculto, que gosta do daquilo que ninguém tá vendo, que vai no
símbolo, que pega, né, faz uma análise simbólica da situação. Para mim parece que nós não resolvemos o que nós
tínhamos que resolver em 1941. E para tal, então, em um intervalo de 84 anos,
nós fomos convidados a olhar para isso novamente. Aí, gente, eu vou pedir pros
astrólogos, numerólogos, tarólogos e tudo que termina com ólogo que estão aqui nos comentários, na live, que estão
assistindo, que façam as suas contribuições também para esse momento, porque eu não sou essa pessoa da
astrologia, nem do tarô, tá? Eu gosto assim, entendo algumas coisas porque tarô é símbolo, né? Então, eu entendo
alguma coisa por causa dos arquétipos. Eu entendo alguma coisa na questão dos símbolos por causa de Saturno, da minha
iniciação e tal, dos da da representação dos planetas para os gregos e romanos,
mas eu não sou essa pessoa que vai saber interpretar perfeitamente o que tá acontecendo nesse campo da astrologia e
da numerologia e, enfim, outros campos muito mais sutis. Então, peço que se vocês tiverem contribuições que vocês
deixem aí nos comentários também, né? Mas por que que eu tô falando isso? Porque gente, numerologicamente falando,
astrologicamente falando, esses dois anos eles também estão muito ligados, tá? Então, se a gente pensar, né, que um
um desses anos tem o número oito, outro desses anos tem o número quatro e o oito e o quatro somam 12, né, nessa soma, se
a gente pegar a numerologia de um, trazer a numerologia do outro e somá-las, a gente percebe ali que esse
número 12 ele é muito recorrente, tá? em toda e qualquer racionalização da
numerologia que eu fiz, assim, até de uma maneira bem leiga desse assunto, até
pedir ajuda aí das pessoas que eu conheço que trabalham com isso, né, para poder entender. E todas as os cálculos
numerológicos eles levam para 12, tanto para eh paraas datas que eram recorrentes.
Então, quando aconteceu Per Harbor, quando aconteceram os eventos importantes que aconteceram em 1941 e os
eventos importantes que aconteceram em 2025, todos eles somam 12 na
numerologia. Então, um, né, um ano tá trazendo o número oito, o outro ano tá
trazendo o número quatro, juntos somados eles dão o 12. E o 12, gente, ele é um número muito simbólico pra gente, né?
Porque a gente tem os 12 signos do zodíaco, por consequência, os 12 meses
do ano, os 12 apóstolos de Jesus. Então 12, ele é um número assim muito
interessante, né? Ele é um número do infinito, né? Do equilíbrio entre o material e o espiritual. A gente tem
oito de um lado, que também tem essa questão de equilíbrio. A gente tem o quatro do outro lado, que é o número da
base, das estações, dos elementos, né? Então, juntos eles dois, tanto o número
oito, que tem a ver com o ano de 1941, com essas datas que eu falei para vocês,
quanto o número quatro, eles formam uma espécie de um ciclo oculto, uma espécie de um compasso ali que talvez nos diga
que o tempo humano se organiza em voltas muito mais complexas do que a gente
imagina. E como que a gente imagina o nosso tempo se organizando, né? As pessoas mais céticas imaginam através do
relógio. As pessoas mais místicas imaginam através dos calendários
astrológicos mesmo, né? Sobre essa contação de como o tempo vai passar, das repetições de períodos, né? Olhar pro
passado e se orientar pro presente, né? Aí olhando para tudo isso, né? sobre
esse tempo. E quando eu tô falando de tempo, gente, eu não tô falando de tempo medido no relógio, nem de voltas que o
planeta dá no entorno do Sol. Eu tô falando de um tempo mais assim, uma
questão mais metafísica do tempo, né, sobre como nós estamos conectados, né, ao presente, ao passado e até o futuro e
como isso tende a se repetir. E como se não bastasse tudo isso, como se não bastasse toda essa questão numerológica,
nós também temos um outro aspecto que é muito oculto e que talvez aí já não seja
de conhecimento de muita gente, que é o fato de nós estarmos agora em 2025 no
ano da serpente, né, no ano chinês, né, de acordo com a astrologia chinesa, nós
estamos dentro do ano da serpente. E a serpente, gente, é um arquétipo muito
interessante, embora muito abominado, né? Porque é meio óbvio, né, gente? A,
automaticamente a religiosidade das pessoas abomina o arquétipo da serpente.
Mas eu vou falar para vocês, vocês sabem que eu mal fui China e fui agora em 2025. Então eu cheguei, gente, na China
em março, abril, maio, não lembro direito, acho que foi abril, maio e foi no exato momento que tava rolando o ano
novo chinês. Então eu peguei essa troca e pros chineses, né, é uma festividade
gigantesca, tem um monte de decoração. Aonde você vai na China, não importa,
você pode entrar numa caverna, vai ter uma decoração do ano novo chinês. Tem um negócio bem assim simbólico, um negócio
bem bonito, sabe? E gente, o arquétipo da serpente, ele é um arquétipo
interessante, embora marginalizado. Por quê? Porque ele representa a sabedoria,
o mistério, a intuição. Então, pessoas que nascem em anos que t esse arquétipo,
né, em anos do da astrologia chinesa, onde o signo é a serpente, elas são
pessoas assim extremamente observadoras, profundas. elas conseguem enxergar além
das aparências. E não, eu não tenho esse esse signo, né, embora combine comigo,
não tenho. O meu signo chinês é o signo do dragão, mas também se alinha bastante, viu, com a minha
personalidade. Inclusive, desculpa os astrólogos tradicionais, mas eu acho astrologia chinesa assim um negócio
avaçalador. Talvez se vocês quiserem, né, eu possa trazer um contexto para vocês, uma live aqui pro canal, mas o
que eu quero é trazer mais nesse contexto assim da do arquétipo, tá? do do da figura que representa e não tanto
do signo, porque aí eu já acho que fica um negócio meio assim, ai comprei uma revista e veio ali meu signo e tô lendo.
Não é nesse intuito que eu quero trazer, não. Eu quero trazer no intuito mais da psicologia mesmo, né?
E pessoas que são orientadas por esse arquétipo, elas têm, né, um lado enigmático, um lado que pode ser até
meio que perigoso no sentido de a serpente, ela é guardiã do conhecimento, mas também ela é o símbolo da traição e
da queda, igual eu falei para vocês, né, que tem muita gente que tem um distanciamento. Então, o que que isso
significa, né, tanto para 1941, que também era o ano da serpente, para 2025.
O que que significa dentro dessa energia zodiacal? Significa, gente, que existem
forças simbólicas que pairavam sobre o mundo em meio à guerra. Então, essas
forças elas estavam nessa guerra e agora elas estão de volta, né? Elas estiveram
durante 84 anos aguardando para se manifestar.
E aí quando o período se repete, quando o calendário se alinha, quando os padrões se alinham, é que ela se
manifesta novamente. Então o que que a gente pode esperar, né, dessa manifestação?
A gente pode esperar a manifestação do arquétipo. Então uma questão da gente
não saber tudo. Então uma questão mais enigmática, onde tudo é feito meio que de maneira oculta, né? Porque a a
serpente ela guarda o conhecimento. Então se ela guarda o conhecimento, ela não vai te contar tudo. Então é por isso
que nesse ano de 2025 a gente tá tendo notícias que são extremamente chocantes, notícias essas que a gente não fazia nem
ideia de que isso estava acontecendo, né? Então esse choque, né, do conhecimento oculto que tá sendo
revelado, ele tem muito dessa característica, né, da serpente. Então,
as forças simbólicas que moviam 1941,
elas aguardaram 84 anos para que todos esses alinhamentos cósmicos, se assim a
gente puder chamar, eles estivessem preparados para agora em 2025 eles voltarem. Então,
o que aconteceu em 1941 é diferente do que aconteceu em 2025? Sim, em certo
ponto. Já já eu vou falar para vocês, né, as semelhanças e vocês vão perceber. Mas eu acho que é mais no intuito assim
de um convite, sabe? Um convite pra gente revisitar coisas que talvez não
ficaram tão bem resolvidas e não no intuito pessoal, porque eu não conheço
muita gente que tava viva em 1941. Talvez só a minha avó. Vocês conhecem alguém que tavam que tá vivo ainda até
hoje e que era de 1941? Eu acho que não é no sentido individual, tá gente? É no sentido coletivo, ou seja, todas as
pessoas revisitando isso, né? E no final de tudo isso, a gente também tem a serpente como o animal que troca de
pele. Então, percebam que interessante, se ela troca de pele, é como se tivesse saindo de dentro dali dessa pele um novo
formato, uma nova criatura, né? Uma serpente renovada. Então, percebam que
tem um caráter também de renovação. E aí, quando o calendário retorna para
essa data, quando ele se alinha novamente, o que nós estamos vendo é
como se o tempo tivesse trocando de pele diante dos nossos olhos. E aí eu poderia
falar até em ordens mundiais, mas eu não posso falar sobre isso, tá bom? Não
posso falar sobre ordens. Um, eu não sei porquê, tá? Mas o YouTube
bane esse esse termo, então não vou falar. Mas só
para vocês entenderem, gente, que uma ordem se instaurou perto de 1941, mas
especificamente depois de 1945, né, quando foi realmente que começou a se
desenhar a Guerra Fria, essa ordem se instaurou e 84 anos depois nós estamos
sendo convidados a revisitar essa ordem que foi instaurada. Então é como sei
lá que força tá por trás de tudo isso, né? Se a gente tá falando de serpente, tem uma força oculta por trás, é como se
essa força tivesse falando assim: "Olha, nós vamos voltar lá e nós vamos arrumar e vamos mudar essa ordem. Nós vamos
trocar de pele". Vocês entenderam? Eu tô falando nas entrelinhas, mas eu espero que fique claro, tá bom? Inclusive,
gente, eh para quem quiser entender sobre símbolos da maneira com a qual eu entendo, porque todas essas análises eu
faço graças ao conhecimento que eu tenho, tá? Então, quem quiser entender, eu recomendo o meu livro de arquétipos.
Esse livro aqui, gente, é um manual, tá? Aqui no final, ele vira um manual mesmo
para você consultar com todos os arquétipos que eu conheço e que eu
utilizo. Então, o arquétipo da serpente tem aqui dentro também, mas tem muitos outros, assim, são centenas. E ele tá
disponível em português e em espanhol também. Então, todos os links dos meus livros ficam sempre aqui na descrição,
né, do YouTube, do Facebook, tem o link, você vai para pro meu site, lá tem o
link individual de cada uma das Amazons, porque o livro tá disponível na Amazon pelo mundo inteiro, mas para cada lugar
que você tá é uma Amazon diferente. Então, para isso eu deixo todos os links lá no meu site. Então, para quem quiser
entender mais sobre essa questão dos símbolos, né, e como você pode utilizar,
da mesma maneira que as forças ocultas do nosso planeta utilizam as forças dos
símbolos a favor delas, você pode utilizar a seu favor também. E no livro eu falo aqui na parte final, vou pegar o
em português para mostrar. No livro aqui no finalzinho, eu conto pras pessoas os
arquétipos que eu uso, ó, tá aqui, ó, os arquétipos que eu, Carol Capel, uso. Por quê? Porque eu só falo sobre isso, não,
também uso. Sou cheia dos arquétipos, cheia dos paranuê, cheio das esquisitice. Então eu uso, né, arquétipo
de dragão, de cavalo, de lobo, de gato. Eh, geralmente eu me identifico mais com
os arquétipos animais, né? Mas eu também uso de Saturno alguns arquétipos de números, de cores. Então, no finalzinho
do livro eu explico como uso. Então, só para para vocês entenderem que esse conhecimento que eu trago aqui para vocês, eu não tiro do cu, entendeu?
algum negócio assim, ai, pera aí, deixa eu tirar aqui. Não é assim, é um estudo, tá? Isso tem um estudo, isso é a
psicologia arquetípica de Jung, ou seja, ele definiu, né, os arquétipos, mas não apenas ele, porque, por exemplo, os
arquétipos chineses não foram definidos por pelo Jung, entendeu? Ele estudou os os arquétipos chineses? Sim, talvez
tenha estudado, mas o Jung ele define 12 arquétipos. Inclusive 12, né? É um
número bem simbólico aqui pra gente também, né? 12 signos, 12 apóstolos, 12
meses do ano. O Jung define 12, tá? Mas eh existem muitos outros assim de várias
culturas. Então, nesse livro eu peguei de todas as culturas e compilei. Quem quiser ler, eu recomendo. Tem versão
física e versão digital. O link está aqui embaixo na descrição. Agora, quando
alguém diz que a história se repete, normalmente a gente entende isso como uma metáfora, né? A gente entende assim,
erros do passado retornam porque nós não aprendemos com eles, né? Os ciclos sociais, os ciclos políticos, ciclos
econômicos, eles voltam não por magia, né? Não é uma magia, mas sim por falhas
humanas. Só que nesse caso aqui, gente, eu não tô falando de uma repetição metafórica, eu tô falando de uma
repetição literal, tá? Porque o calendário é exatamente o mesmo, né? O
janeiro começa numa quarta, em 1941, em 25 também vai começar na quarta.
Fevereiro, março, abril, cada data cai no mesmo dia da semana. Então, a gente tem um espelhamento perfeito que
percorre os 12 meses. Então, é como se o tempo nos desse a chance de olhar para trás e perguntar: será que a gente
aprendeu alguma coisa, né? Ou será que a gente não aprendeu nada e a gente tá
vivendo tudo, exatamente tudo igual? Então, assim, a gente tem a correspondência exata no calendário, a
gente tem algo que eu já mencionei para vocês, que são essas tensões globais com clima de incerteza, né? a gente tem a
estrutura do tempo se alinhando perfeitamente com contextos históricos
diferentes, sim, mas com contextos históricos que são muito próximos um do
outro, né? Em 1941 teve lá a Segunda Guerra Mundial, agora a gente não tem uma guerra declarada, mas a gente tem
conflitos geopolíticos que se alinham com o mundo inteiro, né? As narrativas simbólicas de 1941. E eu acho que isso é
o mais importante, tá? É mais importante do que a gente analisar só a geopolítica e ficar nisso muito friamente, mas as
narrativas simbólicas, as reflexões sociais, elas eram muito grandes, tanto em 41 quanto agora, né? A gente tá
discutindo assuntos agora que são assuntos que vão moldar os próximos
anos, que vão moldar os próximos talvez 84 anos, como por exemplo a ética das
inteligências artificiais, descobertas tecnológicas absurdas, avanços tecnológicos absurdos. Então, essas
discussões, essas coincidências, elas também estavam presentes em 41, né? Porque foi através da Segunda Guerra
Mundial que muitos avanços tecnológicos foram trazidos. E a tecnologia que hoje
a gente utiliza para ir pro, sei lá, vou fazer uma viagem de carro, tô falando do GPS, tá? Vou fazer uma viagem de carro,
vou botar aqui no meu GPS. Essa tecnologia do GPS, gente, ela é uma tecnologia militar que ela só foi
possível graças a bombas, né? a parábola das bombas para fazer o cálculo da
parábola das bombas para saber onde que eu tenho que soltar ela aqui para ela cair no meu inimigo ali. Para fazer esse
cálculo, foi necessário todo esse mapeamento de GPS que foi desenvolvido
depois da Segunda Guerra Mundial. Então assim, muita, eu assim, eu tô falando do GPS, tá? Mas se eu ficar focando nessa
questão da tecnologia, a gente tem muita coisa mesmo que foram verdadeiros
estouros tecnológicos que surgiram depois de 41. Então, só para vocês sentirem como vai ser os nossos
próximos, né, como vão ser os nossos próximos anos. Porque se os anos são iguais, se eles são espelhos, daqui para
frente o que a gente pode esperar é um avanço tecnológico absurdo que vai
transformar a nossa vida como sociedade. Por vocês sabem, moro na Polônia, né? Tenho acesso a bastante informação da
Segunda Guerra Mundial. Então tem museu, né? Tem tem o próprio Auschwitz que já
fui, tem um monte de informação aqui que você visita e você vê a história acontecendo com seus próprios olhos e
você percebe o salto tecnológico foi absurdo. Então, se a gente tá falando de repetição de padrão, a gente tá falando
também que os próximos 84 anos aí vão ser de saltos tecnológicos absurdos, mas
que essa fagulha, tá, esse riscar, né, do fósforo, ele começa hoje, tá, em
2025. Então assim, muitas pessoas ao verem a capa do vídeo, né, e até no
começo do vídeo, pensam que eu vim aqui para dar um sinal de alerta e falar para vocês assim: "Olha, cuidado, né, porque
nós estamos repetindo o padrão". E na verdade não é um sinal de alerta que eu trouxe para vocês, mas sim um aviso
importante para que a gente perceba que daqui para frente nada vai ser igual.
Nada do que foi, será igual ou do jeito que já foi um dia, já dizia Lulu Santos, né? Mas daqui para frente o negócio vai
ser absurdo assim, porque as pessoas lá na época da guerra, tá? Isso 41, 42, 45.
Elas estavam vivendo situações tão deploráveis que elas estavam diante de
um mundo muito complexo, onde elas precisavam continuar vivendo, mesmo em
um mundo totalmente destruído. Então, procurar encontrar sentido na vida em
situações como essas são situações muito difíceis onde as pessoas não encontram
sentido, né? Então isso também pode estar acontecendo agora em 2025 com muita gente perdida, com vidas sem
sentido, procurando um sentido complexo, né, e não encontrando. E isso tudo tem
realmente um padrão de repetição. Além disso, a gente não pode também ignorar o
fato da energia e do karma que vem de tudo isso, né? Porque segundo astrólogos, a repetição que acontece de
1941 agora em 2025, ela não é coincidência, mas sim ela é uma espécie
de um eco cármico. Então existem energias planetárias muito intensas,
como por exemplo Marte e Saturno, né, que são duas potências brigando, que
estão se refletindo. Agora a gente também tem configurações tipo Saturno
com peixes e Haru em Áries e Plutão entrando em Aquário. E aí eu também não
sou a melhor pessoa para explicar para vocês. Plutão entrando em Aquário. Essas configurações planetárias da astrologia,
como eu disse para vocês, eu apenas peguei a informação do jornal, né, que
tá falando sobre isso, que é esse jornal aí, que é o Hindustan Times, ou seja, o
The New York Times da Índia. É esse jornal que tá trazendo essa informação. E esse jornal que fez, né, eles devem
ter utilizado algum astrólogo lá, sei lá, e esse astrólogo fez, né, essa apontando essas coincidências
astrológicas. Então, não sei falar para vocês o que significa Plutão entrando em Aquário. Vocês vão ter que procurar um
bom astrólogo, né? Mas a configuração planetária é a mesma.
Então, essa leitura simbólica, né, é interessante para quem acompanha essa questão dos padrões energéticos e
arquetípicos pra gente poder olhar para tudo isso como se o calendário fosse um
oráculo, né? como se o calendário, nesse sentido, não fosse apenas uma ferramenta
prática pra gente agendar nossos compromissos, mas sim como um oráculo, porque ele lembra pra gente que o tempo
ele não é só linear, ele não se move só paraa frente, mas sim que ele é cíclico também, né? Então existem certos padrões
que inevitavelmente acabam retornando. Então isso não acontece só no coletivo,
isso também deve acontecer de uma maneira específica, pontualmente na vida de cada pessoa. Mas o fato do ano 1941 e
2025 serem gêmeos no calendário, eles podem ali tá trazendo uma mensagem pra
gente, né? E essa mensagem para mim é aquele dilema do tempo. Para mim isso fica muito claro, principalmente na
questão da guerra e das eh evoluções tecnológicas que nós teremos pros
próximos 84 anos. Mas é claro, gente, essa minha análise aqui é uma análise
até curta, né? Porque eu consegui enxergar esse parâmetro, né? Eu consigo,
eu sou uma pessoa muito assim alinhada com tecnologia, uma coisa
que eu gosto, uma coisa que eu tô sempre por dentro. Então vocês percebem, né? Tem bastante assunto de inteligência
artificial aqui no canal, tem bastante assunto tecnologia, né? Ai, a tecnologia X chegou, é a mão biônica, é a pele
robótica. Eu tô sempre trazendo essas coisas aqui para vocês. Então, eu me alinho muito com a questão da tecnologia
e para tal, então, eu consigo identificar esse esse padrão acontecendo
no estouro tecnológico, né? E aí, gente, eu queria perguntar para vocês, né,
dentro do ramo de vocês, dentro da área de vocês, o que que vocês acreditam, né?
E e olhando por essa por esse caminho que eu tô trazendo para vocês, o que que
vocês acreditam que pode ser, né? O que que pode ser eh essa repetição? Se essa
repetição, ela é um convite pra gente olhar pro passado e não repetir os mesmos erros. Ela é uma repetição meio
que simbólica, mostrando pra gente que existe um marco aqui em 2025 e que daqui paraa frente existe realmente uma
evolução tecnológica, mas também existem outras coisas, né? Porque a gente não pode negar que o ano de 1941
ele deixou marcas profundas na humanidade, né? De 41 a 45 existe ali um
uma cicatriz, né, que parece que não fecha nunca, né? Então eu acho que nunca vai fechar. Inclusive eu acho que não
deve fechar essa cicatriz, né? Porque morando na Polônia do jeito que eu moro
e vivendo essa realidade e conhecendo as pessoas daqui, conhecendo a história daqui, a gente percebe que se essas
cicatrizes fecharem, elas automaticamente não ficarão mais visíveis. E se elas não forem mais
visíveis, a gente pode esquecer do que aconteceu. Então, Auschevit está lá para
isso, né, para lembrar da gente, dessa cicatriz e até os memoriais de guerra que nós temos aqui, que nós temos na
Alemanha e alguns outros países, né? A gente consegue olhar para tudo isso e
talvez não repetir o mesmo erro. Mas eu quero saber o que vocês pensam, qual é a
opinião de vocês, o que vocês acham que realmente o tempo não é linear? Porque o
Nicolas tá falando, olha que interessante, alguém falou que o tempo não é linear. Nicolas, eu sempre
acreditei que o tempo não era linear, tá? Eu sempre falo isso para vocês, inclusive. Eh, o Vi, o Volpe falou:
"Carol, eu sou geógrafo e é nítido a repetição de padrão." Tá vendo, gente?
Não é só no campo da tecnologia, não é só no campo da geopolítica, não é só no
campo das eh invenções, novas invenções, novas tecnologias, militarização, né? Ó,
aqui, ó, a Cláudia disse: "Plutão representa a morte, a destruição
necessária antes do renascimento e Aquário é a inovação, a revolução, a
renovação." Tá vendo que eu falei, gente, que tem a ver com tecnologia, né? Inovação. Inovar é eh que como que a
gente inova através de novas tecnologias, não é? Eu vejo assim um
ah, o 191, tracinho DAC, fala: "Existe sim um mistério com o tempo." Carol,
você já ouviu falar da lei do tempo? Então, não só ouvi, como entrevistei aqui no canal a Vânia Tempoini, que é
especialista na lei do tempo e no calendário Maia. Então, sim, já ouvi falar, tem muito a ver com isso também.
né? E até se alguém souber, né, o qual que é a relação da lei do tempo agora
aqui nesse ano, eh, por favor, coloca aí nos comentários pra gente saber. Mas para quem não sabe, eh, dá uma olhada lá
no Instagram, eh, porque tem um um conteúdozinho, né,
que eu fiz com a Vânia pro Instagram. E aqui no canal, na entrevista que eu fiz
com ela, a gente tem bastante informação sobre a lei do tempo. Então assim, a
Vânia, ela é uma pessoa assim sensacional. Ela é uma pessoa que você conversa com
ela, você quer ficar horas e horas e horas conversando porque ela tem muita eh informação para passar, sabe? Ela é
uma pessoa extremamente assim intelectual, inteligente e tal. E a
entrevista que eu fiz com ela tá salva aqui. Para você achar a entrevista, entor, é só você ir na playlist aqui do
canal playlist entrevista. E nessa playlist você consegue encontrar todas
as entrevistas e tem essa entrevista lá da lei do tempo. Aí a Luana Luna Luna
Ramar perguntou eh qual que é o meu kim eh tormenta espectral. Aí ela fala isso
também lá na live, ela faz ali uma análise bem interessante, gente. Ó, eu tinha um outro comentário aqui. Aqui. As
enchentes em Porto Alegre, Brasil, 1941
e 2025. Pois é, não é coincidência, viu, Marcelo? Como eu disse para você, existe
esse eco no tempo e esse eco ele está, nós estamos vivendo esse eco, nós
estamos vivendo ele no momento presente, né? Porque a partir do momento que a gente ingressou em 2025, automaticamente
a gente retornou, né, arquetipicamente para 1941. Então esse eco parece que ele
nunca vai deixar de de ser, né, o que foi. Então, olha aqui, a a Vânia é uma pessoa maravilhosa, só traz as verdades,
muito real, muito real mesmo. Então, assim, eh, a Conceição, ela trouxe um
contexto muito interessante que é do Oroboros, né? Eh, esse fenômeno se chama oroboro, que é a serpente que engole o
próprio rabo. Eu não tenho a imagem do oroboro para passar para vocês, tá aqui agora, mas o símbolo do infinito ele
traz um pouco desse contexto. A imagem do oroboro, gente, é aquela imagem da
serpente que morde a própria caudda e ela indica esse ciclo. E é interessante,
né, Conceição, porque isso se alinha também com o ano da serpente lá, que eu já comentei com vocês aqui nessa live,
né, sobre o ano chinês da serpente. Agora, eh,
o que que eu queria falar para vocês sobre isso, né? Por que que eu trouxe esse assunto aqui para vocês? Eu trouxe
esse assunto para vocês porque eu acho, gente, que o ano de 2025 ele tá sendo um
grande divisor de águas, não só pro planeta Terra no intuito geral, ou seja,
né, no aspecto coletivo, mas também para poucas pessoas, né, de maneira individual, para aquelas que estão
sentindo o chamado para esse despertar. Então eu quis trazer isso porque o ano
de 1941, ele também foi um ano muito místico, né? Não sei se vocês sabem disso, mas o tabuleiro Oija, aquele
tabuleiro para conversar com os espíritos, ele foi desenvolvido durante a Primeira e a Segunda Guerra
Mundial. Porque as pessoas, gente, elas não tinham o que fazer, né? Elas não podiam sair, elas não podiam ter contato
com outras pessoas, né? Era um ambiente muito hostil e tal. Então, meio que para
escapar dessa realidade que era muito dura, elas entravam em contato com os
espíritos através dos tabuleiros Oija. E o que que é esse esse estalo do
tabuleiro Oija, né? Ele é uma maneira física de comprovar a existência de
forças sobrenaturais, porque até o tabuleiro, né, até as
pessoas conseguirem enxergar realmente as forças se movendo em cima da mesa, os
fantasmas da era vitoriana, os fantasmas da era medieval, eles eram apenas contos
de ficção. Mas a partir do momento que a gente tem, né, a segunda Segunda Guerra
Mundial, primeira segunda guerra mundial e os tabuleiros começam a ser eh usados
para comunicação com espíritos, é que tem-se esse despertar
para pera aí, existe algo mais além do corpo físico e esse algo mais ele tá
mexendo com esses tabuleiros aqui, né? Então, o tabuleiro Oija, gente, só para
vocês entenderem a história dele, que eu acho muito interessante falar sobre esse contexto, né, e depois trazer, vou
trazer uma reflexão para vocês sobre isso. O tabuleiro ele foi criado pela Estrela, aquela empresa, né, marca que
produz brinquedos, porque ele não era um brinquedo, o que acontece, ele era uma ferramenta realmente de conexão
espiritual. Então, como que as pessoas faziam? Elas pegavam pedacinhos de papel, escreviam sim, não, né? Colocavam
as letras ali e colocavam às vezes algumas outras coisas, tipo talvez e tal, colocavam em cima da mesa. Isso num
tabuleiro aí já bem primitivo, tá? E aí faziam alguns alguns ritos, né? Rezaavam
e tal. Hoje em dia tem todo um passo a passo para brincar com o tabuleiro Mas
eles faziam ali o que eles achavam que tinham que fazer, né? Dentro desse contexto de guerra. Então imagina, tá
dentro de casa, não pode sair, né? Tá muito difícil de encarar a realidade lá fora, então vou ficar aqui dentro, né? E
vou ficar analisando e brincando com essas coisas, porque isso é mais leve para eu poder suportar do que realmente
ver todo mundo morrendo lá fora. E aí eles faziam ali a brincadeira e as
coisas começavam a se mexer e tal. Aí veio a dona Estrela, né? Eu não vou saber o exato ano para falar para vocês,
mas a Estrela quis popularizar essa brincadeira, né, e criou o brinquedo
tabuleiro e hoje ele ainda é vendido e fabricado pela estrela, né, e vendido
como brinquedo hoje em dia. Mas antigamente, gente, ele não era brinquedo. Ó, no século XIX fazia
sucesso os espetáculos com mesas falantes e voadoras. Essas mesas elas têm o exato mesmo propósito do
tabuleiro, porque, né, o tabuleiro ficava em cima. Então o que que acontecia? As pessoas elas faziam alguma
coisa que tipo um vai um tipo um poltergist, elas invocavam um
poltergist, esse polergist mexia a mesa, né? E a mesa falava, a mesa voava. Como
que a mesa falava? Ai, se você se mexer pra direita, é sim. Se você se mexer pra esquerda, não. E aconteciam esses
espetáculos aí que a Fátima tá falando. É real. Então assim, por que que eu trouxe também essa questão do tabuleiro,
gente, para vocês? Porque olha como mudou, né, a maneira com a qual as
pessoas viam a espiritualidade. Não tinha nada a ver com brincadeira. Concordo plenamente. Tá invocando uma
entidade real, né? Inclusive eu não brinco com essas coisas. Assim, eu tenho
um tabuleiro hoje, ele é de decoração, mas eu não brinco com essas coisas porque realmente você invoca, né, alguma
coisa. Então assim, percebam como o tabuleiro Oija, que também é uma espécie
de uma tecnologia, né, que foi desenvolvida durante um contexto de de guerra ali perto desse ano que a gente
tá falando, né, que é 1941. Eh, ele mostra pra gente que ele trouxe
uma mudança fantástica na maneira com a qual as pessoas se relacionavam
com fantasmas, espíritos e até com a espiritualidade, né? Algo que antes era tido com muito medo e tal, foi, né?
Virou uma brincadeira deles ali, que é uma brincadeira que não se deve fazer, que fique bem claro, mas virou uma
brincadeira ali, né? Virou show, né? que eles faziam shows com mesas e e com
esses essas aparições, mas também deu um uma viradinha, um shift na cabeça das
pessoas, né? Porque as pessoas passaram a tratar isso de uma maneira mais leve, de uma maneira mais tranquila. Aí
surgiram algumas religiões baseadas nisso também. Então tem bastante coisa
aí, gente, que a gente podia aprofundar nesse assunto paralelo entre
1941 e 2025. Sim, Lourd Machado, o
tabuleiro vira canal para espíritos maus e é perigoso. Por quê, gente? Porque o
tipo de entidade que se atrai por essas brincadeiras não são entidades sérias,
tá? A entidade séria, ela não tá no tabuleiro origem. Então são entidades
que estão em uma dimensão mais próxima da nossa, né? Não necessariamente na
terceira, mas mais próxima da nossa. E por elas estarem em dimensões mais próximas da nossa, às vezes dimensões
mais baixas, são entidades de caos, né? Então isso aí é mexer com caos. Mas o
que eu quis trazer aqui para vocês não é incentivar ninguém a usar o tabuleiro mesmo, porque cada um faz o que quer,
né? O que eu quis trazer aqui para vocês é para vocês perceberem como o ano de 1941 foi um ano bem disruptivo na
história. E da quando acabar o ano de 2025, talvez a gente pode até fazer uma
análise novamente, né, de como foi esse ano para perceber, né, essas questões
disruptivas. Mas, infelizmente, gente, daqui 84 anos, eu não vou estar aqui
para fazer esse mesmo vídeo, para falar: "Olha, o ano de 1941 se repetiu em 2025
e tá se repetindo agora. Eu não vou estar aqui, eu acho, eu espero, eu não quero." Enfim, mas talvez alguém vai
estar, né? Talvez um um uma inteligência artificial, um youtuber do futuro possa
fazer essa análise aqui que eu tô fazendo, né? pegando 1941, 2025 e o ano
futuro, os daqui 84 anos, para saber realmente se esse estouro da boiada
aconteceu, sabe? Essa essa questão, esse shift realmente
aconteceu, porque a gente não vai conseguir avaliar tudo isso que eu tô falando para vocês em 2026, 2027, nem
2040 a gente vai conseguir avaliar tudo isso, né? Talvez em 2046, mais ou menos, a gente vai conseguir
avaliar aquela questão que eu falei para vocês da corrida espacial, talvez, tá?
Mas a gente não vai conseguir, né, entender em tão pouco tempo o que
realmente o ano de 2025 significou, porque agora a gente consegue olhar para 41, consegue entender, né?
Mas, infelizmente vai demorar muito tempo pra gente perceber o que realmente
aconteceu em 2025. A gente pode especular, a gente pode achar que são tecnologias, que são, né, contato com
seres extraterrestres e tal. A gente pode achar. Mas será que vai ser mesmo?
Ah, Lourde pergunta: "O que que eu acho da radiestesia?" Eu acho legal. Eu tenho, né, o dual rod aqui, o nome não é
vara, é dual rod porque são dois rods, né? Será que a gente pode perguntar para
ele? Deixa eu ver onde tá. Pera aí. A gente pode perguntar, né, gente, se a gente vai ter resposta em breve ou não.
Pera aí. Achei. Será que tá calibrado? Porque tem isso também, né? Eu calibrei ele faz muito
tempo. Eu espero que ele esteja calibrado. Vamos lá. Vou perguntar, Lourde, se a gente vai ter resposta.
dessa questão de 2025, ó, tô aqui com eles, tá? Eh, em breve se vai ser rápido
ou vai ser demorado. Então, vou dar um um comando para ele aqui, ó, cruzado é
sim, é rápido e aberto é não, é demorado. Então, vou fazer a pergunta,
hein? Eh, essa questão toda que eu tô trazendo
aqui nessa live hoje sobre esse ponto de que as mudanças de 1941 para 2025, nós
levamos 84 anos para entender essas mudanças. Nós vamos demorar muito tempo
também para perceber as mudanças que aconteceram em 2025, sim ou não? Olha,
gente, abriu, eu não me mexi. Pois é, não. Então, as mudanças vão ser rápidas,
elas vão ser perceptíveis de uma maneira muito rápidas. E o Dual Rod confirmou. Então, isso
aqui, gente, é uma ferramenta de radiestesia, tá? Esse negócio aqui é solto, ó. Aí, aqui, ó. Tá vendo? É solto, tá vendo? Ele é mole. Eu não
controlo essa varinha do meio, tá bom? Essa aqui do meio eu não controlo. Eu seguro aqui, então ela fica solta, ó. Tá
vendo? ela fica solta, tipo, eu não controlo. Se eu ficar completamente estática,
ela vai se mexer apenas pelos campos da radiestesia. E era exatamente o que eu
fiz. Então, vocês viram que falou que as mudanças vão ser rápidas
e vão ser nítidas. Abriu e muito. Sim, foi um não assim ferradão, não foi,
Cris? Então, eu gosto, gente, dessas coisinhas. Ó, o o Rigs falou, eu quero
uma vara dessas, ó, para quem quiser eh adquirir, chama Dual Rod, tá? Vende em
qualquer lugar que vocês podem imaginar essas coisinhas esotéricas assim, eh, loja esotérica, vende na Amazon, vende
na internet, vende tudo qualquer lugar, mas você pode fazer um, tá? Se você tiver duas canetas Bic e dois ferrinho,
você consegue fazer. Você pega a caneta Bic aqui. Eu tenho caneta Bic para mostrar. Ah, tem isso aqui. Dá, ó. Você
tira essa carga da caneta aqui, ó. Tira fora, pega o ferrinho, encaixa aqui, ó,
nele, ó, né? Encaixa o ferrinho nele aqui. Um ferrinho que você tem em casa, tipo um araminho. Você dobra o araminho,
encaixa na caneta Bic e aí você vai segurar na caneta, não pode segurar no arame e ele vai ter esse mesmo
movimento. Esse meu do W Rod, ele é ele é feito para isso mesmo, tá? Eu não não
fiz ele, eu não criei ele, tá? Ele ele comprei ele, mas é importante que vocês
saibam que tem que fazer a calibração dele antes de usar. O meu acho que eu calibrei há um mês atrás, por isso que
ele funcionou. Como faz essa calibração? Aí vocês procuram aí, gente, tem um monte de radiestesista no YouTube, um
monte, um monte ensinando fazer a calibração. A calibração do pêndulo de radiestesia, ela é mais fácil de fazer.
Eu tenho pêndulo também, mas a do dual rod eu acho que ele traz respostas mais
cravadas do que o pêndulo, sabe? Eh, o pêndulo, gente, ele é interessante para
você fazer outros tipos de análise. Eu gosto do dual rod para sim e não. E o
interessante, gente, que o dual rod ele é uma ferramenta que ele foi criada para
procurar água, para procurar veio de água. Então é muito interessante porque quando você chega perto, tipo de uma
nascente ou de até aquífero, né, aqueles que ficam embaixo da terra, assim, quando você chega perto ele cruza porque
ele encontrou água. Então é aquela mesma mesmo parâmetro da forquilha, né? Você
já devem ter visto a forquilha que o pessoal usa para procurar água assim, né? no sertão, no deserto ou até mesmo
em locais para construção de poço artesiano. Então, sim, ó, o ideal é que seja de cobre, que é mais sensível ao
campo vibracional. Sim, essa minha é de cobre, tá? Mas se você fizer com o arame que você tem em casa, vai funcionar
também, tá bom? Eh, vai funcionar e e talvez vai te dar as
mesmas respostas, mas é realmente o que que essa o que que essa varinha faz, né? é mágica, milagre, não. Ela capta esses
campos de radiestesia. Então, todo mundo tem um campo, né? E o campo passa
através da gente e ao segurar a ferramenta, eu tô canalizando aquele
campo ali, entendeu? Então, ó, olha aqui que a que a Maria
falou pelo Newton Chus, conheço ele e outros astrólogos, o ano de 2026 vai ser terrível. Será que é essa essa resposta
que a gente teve do Dual Rod, gente, que é que vai ser rápido, que a gente vai perceber rápido? Vamos ver. Meu pai
procura água e encontra. Pois é, essa ferramenta é muito boa para procurar água, mas ela também é muito boa para responder perguntas de sim e não. Eh,
pera aí. A orgonita é uma pedra toda cheia de desenhos por dentro. Eu tenho
aqui ou tinha me sumiu. Ai, tá aqui. Olha ali. Por que que você está falando
isso, Marise? Alguém perguntou aqui, ó. Isso é uma orgonita. Eh, meu pai usava
para achar água e abrir poços. Tá vendo? É uma ferramenta que ela é usada para eh
encontrar água. Por quê? Porque tem uma energia específica relacionada à água, então ela cruza, né? Mas é muito
interessante. Agora, porque ah, o William perguntou o que que é uma orgonita. Ó, isso aqui é uma orgonita,
tá? Ela canaliza energia orgânica, tem vários tipos, tá? Tem um metal dentro aqui. Isso aqui é outro assunto que dá
para fazer uma live de 4 horas falando sobre isso. É bem interessante. Eu tenho várias. Essa daqui fica aqui no meu
computador porque o computador ele emana algumas frequências específicas. Então é
bom deixar para ir tipo deixando mais fluida, sabe? Essa frequência. É
interessante. É outro assunto que a gente que eu posso trazer aqui em outra live. E é isso, gente, que eu queria
contar para vocês. Eu queria contar para vocês que o ano de 1941 está se repetindo em 2025, que isso tem a ver
com várias das simbologias que nós falamos aqui dentro dessa live hoje. E de acordo com o Dual Rod que nós fizemos
a pergunta, as mudanças que estão acontecendo em 2025, elas serão vistas
enxerges, né, por nós de maneira muito rápida, vai ser muito dinâmico. Então, talvez a gente nem precise de 84 anos
para saber o que aconteceu. Talvez uns 10 já vai dar para fazer. Aí eu garanto que eu posso estar aqui assim, não
garanto que eu posso ser atropelada a qualquer momento. O meu avião pode explodir. Nós temos todos esses problemas, né? Para estar, igual meu pai
falava, para morrer basta tá vivo. Então a gente tem todo esse problema, mas em 10 anos é mais seguro que eu consiga
analisar do que em 84. 84 meio impossível, né? Mais uma coisa
que eu vou ter que comprar por causa da Carol. Olha, Priscila, eu sou assim, né? né? Sou esse influencer que te faz gastar dinheiro.
Eu quis trazer esse assunto para vocês. Gente, você vai continuar com a capa, análise da capa da Economist? Sim, assim
que acontecer alguma coisa, né, que tá planejado ali, eu trago e no final do
ano eu vou fazer um revival também, né, e trazer a nova, né, porque eles vão lançar a nova. Você acha que não? Você acha que não, ladies and gentlemen? Eu
queria trazer isso para vocês, né? Um assunto extremamente interessante
que eu encontrei, sabe aonde? Na Índia.
Esse assunto, gente, dos calendários estarem se repetindo, eu encontrei
vendo, lendo o Industrian Times, que é um jornal indiano. Aí você fala assim: "Nossa, Carol, mas por que que você leu
um jornal indiano?" "Pois é, eu falo para vocês que eu sou o olho que tudo vê". Eu falo e não é mentira. Então é
isso, eu espero de verdade que vocês tenham gostado dessa live, gostado desse assunto, que o assunto tenha sido um
assunto assim esclarecedor, né, engrandecedor, que vocês tenham feito as analogias de vocês aí e de acordo com a
consciência de vocês, com o conhecimento que vocês têm, enfim. E quero saber também, né, os comentários das pessoas
que vão chegar depois, que são as pessoas que vão assistir a live quando
ela ficar gravada. Quero saber tudo. Comente aqui embaixo e eu vejo vocês, então, não sei, gente, nas próximas
lives, tá bom?
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