Cemos comunicação com o universo paralelo. Senhoras e senhores, se preparem. Por quê? Porque a notícia é
uma das notícias mais estranhas dos últimos tempos. Nós estabelecemos
comunicação com um universo paralelo, bem quando Stranger Things chega em sua
temporada final. Bom, tem coisa mais estranha que isso, senhoras e senhores.
Você tem coisa mais estranha que isso? Eu desconheço. Vocês viram essa notícia? Vocês viram o sinal que foi recebido de
um universo paralelo? Olha, vou deixar o nome do sinal passando aí na tela para
vocês, para vocês pesquisarem, né? Caso vocês tenham dúvida, caso vocês não acreditem no que eu estou falando aqui,
fiquem à vontade. É só jogar esse sinal aí, o número do sinal na internet, no
Google, que você vai encontrar o sinal GW190 521. Fiquem tranquilos, senhoras e
senhores, que se vocês não viram essa notícia, eu vou lhes contar todos os detalhes sórdidos daquele jeitinho que
vocês gostam, com muita, mas muita, mas muita mesmo, tá?
Absurdamente uma quantidade gigantesca de fofocas intergaláticas. Então vamos,
fofocas intergaláticas. Nessa live que começa agora, senhores,
eu vou lhes contar tudo sobre essa descoberta, sobre a descoberta desse sinal misterioso que é proveniente de um
universo paralelo. Vocês sabem muito bem que o espaço sempre foi apresentado como
sendo a última fronteira. Eles falam do espaço, quando eu falo eles é a ciência convencional. falam do espaço como um
lugar distante, silencioso, tipo morto, onde só tem estrelas que nascem, que colidem, que morrem e que vão obedecendo
as leis da física, as leis da matemática. É sempre tudo muito frio, sempre tudo muito previsível, mas essa
imagem muito confortável do espaço começou a rachar principalmente depois
que uma anomalia foi descoberta. Essa anomalia, senhoras e senhores, é o sinal
GW19051 e ela é uma rachadura no modelo da
realidade como nós a conhecemos. Tudo é, toda essa história, toda essa loucura
começa não agora, hum, hum, mas sim em 2019. E isso tá só tá sendo notícia, só
tá sendo contado pra gente agora no finalzinho de 2025. Isso já saiu em
algumas matérias. Isso só tá sendo contado e dito abertamente agora em
2026. O que acontece, senhoras e senhores, é que os cientistas detectaram
uma anomalia de uma onda gravitacional extremamente curta com menos de 1 déo de
segundo. Só para vocês entenderem, ondas gravitacionais, como a gente já entende, como a física já entende, elas são
vibrações do próprio tecido do espaçot-tempo. E essas ondas gravitacionais, elas são geradas
normalmente por eventos cósmicos muito violentos. Tipo o quê? tipo a coalisão
de dois buracos negros, por exemplo. Essas anomalias, tá? Elas foram
previstas teoricamente por Einstein e depois elas foram confirmadas
experimentalmente graças a observações com o ligo e o Virgo, que são dois
instrumentos absurdamente sensíveis, capazes de detectar distorções menores
que um próton. Até aqui, senhoras e senhores, ciência normal, ciência convencional, tudo dentro do padrão,
tudo dentro dos parâmetros. O problema começa, senhoras e senhores, quando os
cientistas percebem que essa onda específica não se comporta como deveria.
É uma onda que não deveria existir. Por quê? Porque normalmente quando dois buracos
negros colidem, o sinal gravitacional dessa colisão segue um padrão claro. Ele
começa fraco, depois ele cresce em frequência e em intensidade e ele
termina com um barulho final, com um canto final, um tirpe, é assim chamado.
E isso indica, esse barulho final indica a estabilização e o fim dessa colisão,
ou seja, a estabilização e a formação do novo buraco negro que aconteceu depois
da colisão de dois buracos negros antigos. E esse padrão que eu tô contando para vocês é um padrão antigo
que já foi observado diversas vezes. Mas o simples fato de nós termos recebido
esse sinal, o GW190521, quebra por completo essa regra. Por quê?
Porque esse sinal, que é esse que eu tô mostrando aí para vocês agora, ele mostra pra gente um finalmente
diferente do esperado. Tá faltando alguma coisa nesse sinal. E o que falta
é a parte mais característica da fusão de dois buracos negros. Ou seja, é como
se a gente tivesse ouvindo uma frase que termina abruptamente no meio e que não conclui absolutamente nada, como se a
gente tivesse ouvindo uma frase que não tem final. E isso, vocês devem imaginar,
deixou a comunidade científica profundamente desconfortável. Por quê?
que eles não têm explicação pro que tá acontecendo. Então, a explicação oficial tentou contornar o problema dizendo que
esses buracos negros envolvidos, eles eram tão gigantescos, tão assim ultra
massivos, tão grandes, que eles distorceram a matéria de uma maneira tão
inédita, mas tão inédita, que acabou gerando esse sinal estranho. Só que essa
explicação não convenceu ninguém. Por quê? Porque um detalhe incômodo que surgiu é que para que essa explicação
seja verdade, a gente precisaria ter buracos negros em condições que não se
encaixam dentro das leis da física. tão traduzindo pro português. É tipo, para
explicar algo estranho, a gente precisou criar algo ainda mais estranho, porque a
gente tá com um pouco de medo de encarar o óbvio. E aí, para não encarar o óbvio, a gente inventou uma explicação muito
estapafúgeria que só convence mesmo quem está tentando se enganar com essa história toda. Então, o mistério ficou
suspenso, tá? Como eu disse para vocês, isso foi lá observado em 2019. O
ministério ficou suspenso até que em setembro de 2025 novas
observações foram feitas, uma equipe de pesquisa pegou essa pesquisa para olhar novamente e depois de pegar essa
pesquisa para olhar novamente eles concluíram nessa última semana agora, ou seja, na primeira semana do ano de 2026,
que existe uma outra hipótese para tal observação. E a hipótese é, senhoras e senhores, nós recebemos uma mensagem de
um universo paralelo. Então, um físico chamado Kilai, que é o cara que está por
trás dessa pesquisa, propôs que até pouco tempo atrás essa situação toda que
nós estamos vivendo agora, ela ficava apenas no campo da ficção científica. Mas agora, com o recebimento desse
sinal, o GW19051, nós não podemos mais considerar isso
apenas no campo da ficção científica. Por quê? Porque esse sinal pode ser um sinal claro de comunicação gerado em
outro universo que chegou até o nosso universo. E segundo essa hipótese, esse
sinal que foi detectado não é apenas a colisão de dois buracos negros comum, mas sim o choque real do espaço-tempo,
ou seja, o espaçot-tempo colidiu e esse espaçot-tempo pode ter aberto um
famosíssimo buraco de minhoca, também conhecido como ponte de Isten Rose, conectando dois
universos distintos. Eu tô falando de um sinal que teria viajado por um túnel e
vazado aqui pro nosso universo e consequentemente foi captado pelas
nossas antenas, pelos nossos detectores aqui na Terra que são muito tecnológicos e profundamente sensíveis. Agora, o
simples fato desse sinal ter vazado de um universo e ter ido parar em outro
universo em termos simples, ele quer dizer que a gente não ouviu esse evento
em um local onde nós conhecemos, mas sim nós estamos ouvindo um eco de fora. De
fora da onde? Se isso já tá vindo do universo e tá falando de fora do universo, nós estamos tratando sim de um
assunto que está em outro universo. Então a está falando de outro universo, pode ser de um universo paralelo que se
conecta com o nosso universo através de um buraco negro ou até de um buraco de
minhoca, por que não? Certo? E gente, essa história é profundamente bizarra e
esse é o exato motivo pelo qual eu quis trazer esse assunto para vocês aqui. Por
qual que é a semelhança, senhoras e senhores, com Stranger Things, é mera coincidência, não é mesmo? Ainda mais
nessa última temporada de Stranger Things, que fala abertamente sobre a teoria do buraco de minhoca, da
ponte de Istin Rose, e traz essa teoria de buraco de minhoca, mostrando como
dois universos colidem. Ah, seria isso uma simples coincidência ou uma maneira de nos contar coisas extremamente
difíceis de serem processadas através da ficção em uma série extremamente viral que todo mundo curte, que todo mundo
gosta? Bom, esse modelo que fez o estudo que eu tô contando para vocês, ele
comparou dois modelos, tá? O modelo clássico de fusão binária de buracos negros, que é o BPH, e também o modelo
alternativo que envolve ecos gravitacionais associados a buracos de minhoca. E os resultados, senhores,
foram resultados perturbadores. Por quê? Porque as relações entre o sinal e o ruído dos dois modelos são muito
semelhantes. O modelo clássico, ele é ainda ligeiramente preferido estatisticamente, mas não com força
suficiente para descartar a hipótese do buraco de minhoca. Então, até então, né, até o presente momento, o buraco de
minhoca era uma questão somente teórica. Será que a Einstein acertou de novo,
senhoras e senhores, será que ele propôs um modelo teórico de algo que existe de verdade? Bom, isso é crucial. é crucial
para esse momento que nós estamos vivendo. Por quê? Porque a ciência não disse assim: "Olha, isso é impossível".
A ciência disse: "Isso continua sendo uma hipótese viável". Então, só pelo simples fato deles considerarem o buraco
de minho como uma hipótese viável e também de terem interceptado um sinal que parece que vem comprovar essa
hipótese, é algo extremamente mais bizarro. E quando algo assim entra no campo do viável, a realidade não é mais
a mesma. Nós não podemos mais considerar a realidade como sendo a mesma. E é importante mencionar isso e é importante
para essa nossa conversa aqui também que essa não é a primeira vez que nós captamos um sinal dessa natureza
acontecendo em uma planeta Terra. Há bem pouco tempo atrás nós captamos um outro sinal que foi o GW23 1123.
Esse outro sinal foi encontrado em uma situação muito semelhante a essa que nós estamos vivendo agora. Por quê? Porque
ao comparar os dois sinais, tanto o GW1901 quanto o GW23 1123, os pesquisadores
perceberam que o fenômeno se repete, ou seja, o mesmo tipo de anomalia, o mesmo
tipo de comportamento estranho se repetindo. Então, se essas detecções continuarem acontecendo, se a gente
continuar recebendo esse mesmo tipo de sinal aqui, nós podemos estar diante de
algo muito maior. Por quê? Porque aí não vai ser mais erro. Aí não vai ser mais acaso. Aí nós teremos sim um padrão. E
padrões, senhoras e senhores, na ciência costumam apontar para verdades escondidas. Não só na ciência, né? Até,
por exemplo, nos nossos próprios corpos, padrões continuam apontando sempre para
verdades escondidas. Quer ver um exemplo? Imagina que você tem quatro, cinco, seis infecções urinárias num ano.
Nós temos aí um padrão, certo? Isso não é normal. Não é normal a pessoa ter cinco, seis infecções urinárias num ano.
Qual é o padrão? o padrão de que você está vivendo os exatos mesmos conflitos em loop infinito. Você resolve
parcialmente um conflito e você cai nele de novo. Ou seja, o seu corpo entre montanha russa, você fica com infecções
urinárias de repetição. E esses padrões, eles servem pra gente observar tudo que tá escondido, seja na ciência, seja no
nosso próprio corpo, seja na natureza, certo? E é nesse ponto então que surge a
pergunta inevitável. Por quê? Porque se esse sinal que foi detectado, ele não
pertence à nossa física, a essa física que nós conhecemos, o que exatamente nós estamos escutando? Será que nós estamos
escutando a comunicação de um universo paralelo? Ou será que nós estamos escutando o vazamento da comunicação de
um universo paralelo? Bom, é exatamente aqui, senhoras e senhores, que nós entramos dentro dessa live em um
território muito delicado. E é por isso que eu falei para vocês que hoje nós íamos ter fofocas intergaláticas.
Por quê? Porque ninguém tá dizendo oficialmente que a gente recebeu uma mensagem no sentido clássico, tá? Tipo
códigos ou palavras. Não é nesse sentido não. Mas a gente tem que analisar essa situação dessa mensagem com calma. Por
quê? Porque nós recebemos um som e som informação, vibração é informação e o universo se comunica através de padrões,
certo? É assim que nós temos observado o universo a nossa vida inteira. Então, se existe um outro universo, um universo
paralelo, onde as leis da física são semelhantes o suficiente para gerar ondas gravitacionais detectáveis aqui
nesse nosso universo, significa que existe algum tipo de interface, algum tipo de comunicação entre essas duas
realidades. E essa interface pode ser sim um buraco de minhoca, pode ser um ponto de contato, um lugar onde o
isolamento absoluto do universo falha e toda falha tende a se repetir. E o mais
perturbador não é a a essa ideia, né, dos universos paralelos. Porque isso, gente, para mim, pelo menos na minha
humilde opinião, já é algo muito bem aceitável. Eu aceito isso muito bem. Acredito que vocês também aceitem isso
muito bem, até porque existem algumas coisas aqui nessa dimensão que não se explicam a menos que a gente assuma a
existência de universos paralelos. Então, o mais perturbador não é a ideia de universos paralelos. Por quê? Isso já
existe no campo teórico há muito tempo e também existem manifestações muito reais aqui dessa dimensão que comprovam pra
gente que isso é real. O que assusta é a possibilidade de nós não estarmos completamente isolados. E eu não digo de
vida extraterrestre. Eu estou dizendo sim agora de vida extradimensional, de
uma vida que não pertence a essa dimensão, mas sim pertence a uma dimensão paralela. Bom, existem ruídos
que estão atravessando fronteiras e esses ruídos eles talvez sejam intencionais, talvez não sejam
intencionais. E é exatamente dentro dessa nossa conversa aqui que eu quero trazer um panorama com a série Stranger
Things. E é assim que se fala, viu? Não é Stranger Things não, que esses dias aí eu vi uma doida da internet falando,
gente, eu tô fazendo tudo menos assistir Stranger Things. Que que é isso, gente? Stranger Things.
Stranger Things a gente sabe muito bem que nunca foi ficção, né? Sinceramente,
quem não assiste os conteúdos aqui do canal deve est boiando, mas quem assistiu esse vídeo aqui que está aqui no canal há muito tempo, eu fiz esse
vídeo aqui, gente, quando começou, sei lá, a segunda temporada de Stranger Things.
Então, quem assiste sabe exatamente do que eu tô falando, sabe que nunca foi somente ficção. Em todo caso, para quem
não assistiu esse vídeo aí, eu já deixei o link aqui embaixo na descrição para vossa consideração posterior e assim que
a live acabar eu vou deixar lá nos cardzinhos do final para você clicar e assistir. Agora, nesse vídeo aqui,
senhores, eu conto que Stranger Things foi baseado em histórias reais, em
experimentos reais conduzidos em laboratórios secretos da CIA. Eu recomendo inclusive assistir. Por quê?
Porque o Harper, o personagem, ele menciona isso na última temporada, ele
faz uma menção a isso que eu tô falando para vocês na última temporada. Por quê?
Porque ele fala lá nos capítulos finais, lá na última, no último capítulo de Stranger Things, olha, se você não
assistiu ainda, desculpa pelo spoiler, para de me assistir agora que daqui pra frente vai ter spoiler. Mas ele fala, ele fala no final que ele foi e chamado
para trabalhar numa cidade que chama Montk. Em Montque é uma cidade que fica dentro do estado de New York. E o nome
do projeto da CIA que deu origem, que deu início a Stranger Things, é o
projeto Mont, ou seja, existe uma ligação direta entre a série Stranger Things e algo que aconteceu na vida
real, um projeto secreto do governo que aconteceu na vida real. Então, quando a
gente tá falando de buraco de minhocas, universos paralelos, mensagens que escapam de lá para cá, inevitavelmente a
gente não consegue isolar Stranger Things. É impossível não fazer um paralelo com a série Stranger Things,
porque na série a gente tem o mundo invertido. E o mundo invertido é uma dimensão separada da nossa dimensão por
uma barreira invisível, certo? Essa barreira invisível, ela se conecta à nossa dimensão através do quê? através
de um buraco de minhoca. Quem assistiu aí a última temporada sabe exatamente do que eu tô falando e que em determinados
momentos, em determinados pontos, esse buraco de minhoca, essa ponte, ela se rompe. E aí quando essa ponte se rompe,
sons, sinais elétricos e até criaturas medonhas e macabras acabam escapando
daquela dimensão paralela e chegando até a nossa dimensão. Então, no começo da
série, quando a gente estava assistindo isso, sei lá, lá em 2000 e
13, 14, 15, eu não sei exatamente, acho que foi 15, não foi? 16, 17, eu não sei quando foi, mas no começo da série lá
atrás, na primeira temporada, essa comunicação entre o lado invertido e o
lado normal, entre o upside down e o right side up, English people, we speak
English in this channel. Entre esses dois lugares existe um tipo de comunicação muito rudimentar, que são as
luzes piscandos, as interferências, os ruídos. A gente se lembra muito bem
daquela cena da mãe do Will, que é uma cena muito famosa, que é a Wainona Rider, onde ela coloca a luzinha de
Natal pela casa inteira e ela vai se comunicando com o Will em uma dimensão paralela com luzes, luzes, sons,
interferências, ruídos, coisas que piscam. Ou seja, essa primeira comunicação de Stranger Things que
acontece entre o lado invertido e o lado normal, ela não acontece com palavras claras, mas sim ela acontece com
padrões. E é exatamente isso que nós estamos vendo agora no caso dessas ondas
gravitacionais. Em Stranger Things aconteceu um erro humano. E esse erro humano foi achar que o humano estava sob
controle de tudo, que ele conseguia controlar tudo e que a ciência entendia perfeitamente esse fenômeno. A gente
sabe muito bem que existe dentro de Strange Things aquela coisa toda da ciência querer controlar esses portais
deles que terem começado o experimento e aí depois eles não conseguiram terminar o experimento. Por quê? Porque escapou
da compreensão deles e daí eles não conseguiam mais parar. E é por isso que eles fazem as zonas de contenção. E a
gente tem a zona de contenção no laboratório em Hins. A gente tem todo, um, né, um padrão militar envolvido e os
militares tentando fechar a fenda com ferro e tal. Tem tudo isso, certo? E no
Stranger Things a gente consegue perceber que existe esse egocentrismo muito grande da ciência que fala que
entende perfeitamente o fenômeno. Mas fica muito claro em Sier Thinks também que tinham coisas que escapavam ali
totalmente da compreensão deles. Então a semelhança com essa história dessa detecção desse sinal é extremamente
bizarra e ao mesmo tempo extremamente desconfortável. Por quê? Porque na minha humilde opinião, claro que num âmbito
bem menos catastrófico, nós estamos vendo o que aconteceu em Stranger Things acontecer na vida real. Não porque a
série previu algo, mas sim porque ela explora uma verdade simbólica, que é quando você começa a mexer com
fronteiras que você não entende completamente, as coisas atravessam de volta. E gente, é nesse exato momento
que o ego científico entra em cheque mate. Por quê? Porque a gente sabe muito bem que existe um ego científico
gigantesco que insiste em afirmar que a gente já sabe tudo que precisa ser sabido sobre o universo, certo? E esse
egocientífico fala que o universo são um conjunto de estrelas, planetas, poeira
cósmica e leis que se comportam muito bem, leis muito bem comportadas. Mas a
realidade, vocês sabem, é outra e é muito diferente. A gente sabe muito pouco sobre o universo. Quando um
simples visitante interestelar entra dentro do nosso sistema solar e começa a
apresentar anomalias que até então nunca tinha sido observadas, a ciência do planeta Terra e até esse ego do
cientista do planeta Terra começa a cair, começa a quebrar. Ou seja, tudo aquilo que a gente sabe, essa nossa
sabedoria é muito frágil. A gente sabe muito pouco sobre o nosso universo. A gente sabe que as anomalias existem aos
montes, existem sinais estranhos, estruturas inexplicáveis. A gente tem, por exemplo, nesses últimos dias aí eu
andei vendo uma notícia sobre essa estrela. Aí eu até coloquei o nome para porque senão, né, se eu ficar repetindo
o nome dessa estrela toda hora, eu vou cair em colapso. Aqui é a KC8462
852. Essa estrela, senhoras e senhores, ela é uma estrela que apresenta reduções
de brilho muito estranhas. E isso levanta a hipótese sobre megaestruturas.
E nós estamos observando essa estrela, a gente tá vendo todo o padrão anômalo que existe nessa estrela e mesmo assim a
gente acha que a gente sabe de tudo, mas no fim das contas a gente não sabe de nada. Então, nada nesses assuntos do
espaço, tipo o próprio sinal, o GW, a própria estrela KC 8462852,
absolutamente nada disso foi resolvido. A gente não tem resposta definitiva para essas coisas. Por quê? Porque o
universo, ao contrário daquilo que o cientista egocêntrico diz, ele não é um sistema fechado, ele não é um sistema
domesticado, onde a gente consegue atribuir lei para tudo. Não é assim que funciona. A gente tá falando de um lugar
vasto, um lugar extremamente caótico e possivelmente cheio de portas. Então esse sinal, o GW19051,
ele pode ser sim uma dessas portas. E isso pode não ser apenas um evento
físico, ou seja, é exatamente nesse ponto aqui que a gente aprofunda ainda mais dentro da nossa fofoca
intergaláctica, porque as especulações dentro desse caso elas são inevitáveis. Nós estamos tendo comunicação ou
vazamento, claro, entre universos. E isso pode explicar porque que certas
anomalias parecem tão fora do lugar e que essas anomalias não são erros, mas sim são interferências. Por quê? Porque
talvez esses multiuniversos eles existam em camadas. Talvez os buracos negros que
nós observamos eles sejam pontos de pressão entre essas camadas. Talvez
esses buracos de minhoca que nós estamos começando a entender um pouquinho mais,
eles não sejam raridades exóticas, mas sim consequências naturais de um cosmos
que é muito mais complexo do que a gente imagina, não é mesmo? E nós estamos
ouvindo esses sons e quem nos garante que nós estamos apenas ouvindo? Ou seja,
quem nos garante que são só sons que estão chegando aqui dos outros universos? Por quê? Porque a gente tem
que olhar para essa conexão que existe com o futuro do humano. E para tal, então, para aqueles que gostam de
livros, eu gostaria de recomendar um livro muito interessante e que se
encaixa perfeitamente nessa história. Vou deixar um nome passando aí para vocês. O nome do livro é A singularidade
está mais próxima de Raymond Curse. Tá
nesse livro que tem, é um livro traduzido pro mundo inteiro, tá? Um livro bem famoso. Nesse livro, o Curse
Vile, ele vai falar sobre a fusão entre humanos e máquinas, sobre essa expansão
radical da consciência do ser humano através da tecnologia. Então, se a gente
tá à beira de nos tornarmos humanos que vão além de algo biológico, ou seja, se
nós estamos prestes a essa singularidade onde a consciência humana vai se fundir com uma consciência de inteligência
artificial, isso não está longe de acontecer, nós também estamos muito mais
próximos e muito mais sensíveis a realidades que antes eram incompreensíveis, realidades que vão
além da nossa. E talvez a capacidade de detectar esse sinais, esse tipo de detectar esse sinal GW aqui, ela seja
apenas o começo. Talvez no futuro a gente não vai ouvir só eco vindo lá do universo, talvez a gente vai ser capaz
de responder. E aí no dia que a gente for capaz de responder, será que isso aqui não se torna realidade? Não, gente,
será que isso aqui não é, na verdade, um ensaio de alguma coisa que já foi descoberta em um passado não tão remoto
e que tá sendo passado pra gente de uma maneira ficcional, de uma maneira muito
viciante, onde a gente fica horas e horas assistindo, onde a gente discute teorias. Essa série, senhores, ela não é
100% ficção já no presente. Falei para vocês lá do laboratório de Montque, do próprio Project Montque, o próprio
Harper fala sobre isso na última temporada. Então, a gente já sabe que não é necessariamente ficção. Então,
talvez no futuro a gente vai ouvir não só ecos de outros universos, talvez a
gente vai conseguir responder. E quando a gente conseguir responder, quem garante que a gente não vai abrir uma porta que vai ser impossível de ser
fechada? Eu não sei vocês, mas nós aqui na Terra, nós não temos a Eleva, tá? A
Elevan é um personagem ficcional. Se a Elevan fecha portais dentro da série Stranger Things, a gente não sabe se ela
vai ser capaz de fechar na vida real, porque ela não existe. Então, a ciência, ela não tá sendo muito honesta com a
gente quanto a isso. E enquanto ela não tá sendo muito honesta, ela tá fazendo experimentos com coisas muito bizarras
que podem colapsar o nosso padrão de existência, que podem colapsar o nosso espaçot-tempo. E gente, não é só essa
experiência. A gente tem todas aquelas experiências acontecendo no cerne também, no acelerador de partículas.
Então assim, será que eles sabem mesmo com que que eles estão mexendo? E a própria série de Stranger Things fala
isso. Ela fala que quem abriu o portal foram os militares, foi a ciência, né? A
eleva acabou arrastando o cara para lá, o VCna para lá, mas quem foi responsável
de abrir o portal foram os cientistas, os militares. Eles descobriram uma possibilidade, começaram a trabalhar
nessa possibilidade. E qual era o trabalho que eles descobriram? Eles descobriram que tinham algumas crianças que eram especiais. e que essas crianças
tinham como estabelecer contato com o outro lado. E quando elas estabelecem contato, o portal se abre. Ou seja,
quando elas estabelecem o contato, cria ali o buraco de minhoca, cria a ponte de
Ist Rose. Ou seja, senhoras e senhores, uma vez que a gente sai da possibilidade
e entra no campo científico, essa possibilidade não pode mais ser ignorada. Porque se existem outros
universos e se há caminhos para esses outros universos, mesmo que esses caminhos sejam instáveis entre eles,
então a nossa realidade não é um sistema fechado, certo? Se a gente consegue sair dessa realidade, receber outros sinais e
comunicar com o lado de lá, significa que o sistema não é fechado. Significa que nós somos parte de algo muito maior,
algo que é muito mais estranho. Talvez o nome seja muito sugestivo. Stranger Things, algo muito mais estranho. Coisas
mais estranhas, coisas estranhas e muito menos controlável do que a gente gostaria de admitir. Então, talvez o
universo não esteja em silêncio. Talvez é que a gente só tem agora a habilidade
no presente momento de escutar isso agora, mas talvez a comunicação sempre existiu. E quando você percebe que tá
ouvindo algo que não pertence a esse mundo aqui, a pergunta deixa de ser:
"Eita, mas será que isso é real? E passa a ser: o que será dessa vez que nós estamos tentando atravessar?"
E para tal, então, eu quis trazer esse assunto aqui para vocês no canal hoje,
porque o assunto é extremamente poderoso e, ao mesmo tempo extremamente conspiratório, extremamente
misterioso. Vocês sabem que eu gosto muito dessas coisas esquisitas, vocês sabem. Eu gosto das Stranger Things, das
coisas estranhas. Então não teria como não trazer esse assunto aqui para vocês
hoje. Carol, você já foi hipoteticamente para outra dimensão em projeção astral?
Hipoteticamente não, né? Nela Silvestre, eu vou sempre para outra dimensão em
projeção astral. E não só eu, não sou especial. Todas as projetores, todas as pessoas que praticam projeção astral,
elas vão inconscientemente e conscientemente também para outros universos, para outras dimensões. Por
quê? Porque a dimensão mental já é outra dimensão. Então, se você faz projeção
astral, se você faz projeção mental, e aqui no meu livro eu explico a diferença entre projeção astral e projeção mental,
automaticamente você já está em outra dimensão. A própria dimensão dos sonhos também é outra dimensão. A própria
dimensão temporal, o tempo é outra dimensão que inclusive aprisiona a gente
dentro dessa realidade. Então, hipoteticamente não, dona Anela, eu vou sempre, inclusive foi ontem à noite, vi
coisas interessantíssimas agora sobre o meu livro de projeção astral, que é uma verdadeira bíblia da projeção astral,
onde tem todos esses pormenores, as minhas experiências e eu também ensino vocês como fazer de várias e várias
técnicas. Essa técnica que mostra na capa aqui é a técnica do espelho, é a minha favorita, mas eu ensino várias
técnicas porque tem gente que não consegue usar essa daqui sobre o meu livro. E quem quiser ler o livro, o link está aqui embaixo na descrição para
todos os meus livros senhores. Os sonhos lúcidos também são uma outra técnica de
projeção astral. Existem muitas técnicas, todas elas eu trato dentro do
meu livro. Olha lá, o Denis falou que o exemplar dele já está chegando. Depois quando chegar o senhor, por favor, me
conta, né? Me conta o que o senhor achou. Eh, queremos fofoca do astral. Então, Júnior, eu tenho visto muito um
farol. Ô Milan, 100 noites de amor com você.
Na praia, num barco, num farol apagado, no moinho abandonado.
Tem como não lembrar dessa música. Na Ilha do Sol. Toda vez que eu saio em projeção astral, logo na primeira
travessia do espelho, eu já tô saindo em um farol. E gente, eu não conheço esse
lugar. Eu suspeito que esse lugar seja na Irlanda. Por quê? Porque esses dias eu assisti um desenho do ai, como chama
aquele negócio? Um desenho da Netflix que é baseado no
Não é Lord of the Dance, é o irmão do Lord of the Dance, que é uma, um grupo de dança irlandês. É o ai, não vou
lembrar, gente. Ah, River Dance. River Dance. Eu assisti um desenho que tá na Netflix que é baseado no River Dance.
Riverdance é um time de sapateado irlandês, é bem famoso, eles têm vários
espetáculos e eles viajam o mundo inteiro fazendo sapateado irlandês. Inclusive sou muito fã do sapateado
irlandês. Já fui assistir muitas vezes, né, o River Dance e o Lord of the Dance
sou. E aí eu tava, tô fazendo há muito tempo projeção astral e saindo nesse
farol. Fazendo a projeção astral e saindo nesse farol. Na verdade, eu não saio dentro do farol, eu saio na água do
mar e eu vejo o farol. Aí eu vou pra praia, saio andando e entro no farol.
Esse desenho é lindo demais. É mesmo, Camila. Eh, deixa eu ver como é que é o nome do desenho. River Dance Animated e
Movie. Eh, eu vi que tá na Netflix, gente, daí eu acabei assistindo. Ah, chama River Dance, é aventura animada.
Para vocês assistirem aí, fica a dica. Então, eu já tô fazendo essa projeção há muito tempo. Ah, aventura animada. E há
muito tempo tô saindo no farol. Aí um belo dia, totalmente eh
assim tediada, eu tava procurando alguma coisa para assistir na Netflix e encontrei esse filme. Eu falei: "Nossa,
mas é baseado no River Dance, que legal, vou assistir". E gente, a primeira cena do filme é uma uma cena de um farol. E
eu fiquei até meio chocada no primeiro momento. Por quê? Porque eu tenho feito essa projeção astral e sempre tenho
saído nesse mesmo lugar. E o farol do desenho é igual ao farol da minha
projeção, mas eu não tinha assistido o desenho antes. Eu só conhecia a companhia de dança River Dance. E aí,
senhores, eu percebi que tinha alguma ligação da minha projeção astral com a Irlanda. Então, eu não sei exatamente se
quando eu tô fazendo a projeção astral eu tô indo de fato para esse farol. Eu até cheguei a pesquisarla na época
quando eu assisti o desenho, se esse farol do desenho foi inspirado em alguma
coisa da vida real. E aí eu encontrei que existem muitos faróis na Irlanda, mas aquele em específico não existe. Eh,
eu acho que sim, viu, Júnior? Eu acho que eu tô fazendo visão remota além da projeção. Isso é muito comum, viu? É
muito comum você estar em projeção astral e você ter visão remota ou até o fenômeno da da saída do corpo
inconsciente você ir parar em outro lugar. Isso é muito comum. Já contei para vocês aqui em outras oportunidades.
E aí, deixa eu pegar o o deseninho aqui para vocês verem. É muito fofinho. Aí, senhores, que acontece quando eu comecei
a fazer essa essa projeção astral e ir parar no farol, ontem eu tive outra, fui parar no farol de novo, só para vocês
entenderem como isso funciona, porque faz sentido a gente falar de projeção astral e dimensões paralelas, né? Eu
acho que faz super sentido a gente conectar um assunto com o outro. Eu já tô subindo a imagem aí do deseninho para
vocês, vocês vão achar fofo. É bem fofo. Eh, e tem uma questão muito interessante
de sonho lúcido também dentro desse filme. É um negócio assim que parece que tava me passando alguma mensagem através
do filme, sabe? Eu só cheguei no filme, primeiro porque gosto da companhia de dança e segundo porque o farol na
primeira cena me chamou atenção, senão eu nem teri assistido. Então é interessante vocês entenderem como
funciona o esse método, né, a técnica projetiva do espelho, para vocês entenderem como que a gente acessa
outras dimensões. Então assim, para começar você vai atravessar um primeiro espelho. Esse espelho é um espelho neutro, tá? Um espelho que você pode ter
dentro da sua casa e tal. Ai, Carol, como assim? Eu vou atravessar, eu vou bater a cabeça no espelho? Não, você fecha o olho, você faz uma meditação, a
meditação tá no meu livro, tá? E aí você ao ao terminar essa meditação que é
rápida, você não precisa daqueles 40 anos fazendo meditação e ouvindo áudios
e ouvindo, não é isso, tá? Isso aí é tudo técnica que demora muito. Aqui não
vai ser demorado, vai ser rápido. Você faz a técnica 5 minutos, você já tá conectado com essa egrégora atravessa o
primeiro espelho. É uma uma travessia de espelho que você faz na mente. Você não vai fazer fisicamente. Não quero ninguém
batendo a testa no espelho. Vocês vão encebar o espelho e depois vocês vão ter que limpar. Também não quero ninguém quebrando o espelho. 7 anos de azar,
hein? Olha lá, olha a superstição. Lê o livro, entende a técnica que faz. atravessou o primeiro espelho, esse
primeiro espelho é o seu primeiro nível de subconsciente. Então, a partir do momento que você atravessou o primeiro,
você tá num primeiro nível de subconsciência. E geralmente quando eu atravesso esse espelho, esse primeiro
espelho, no nível de consciência, existem dois lugares que eu posso atravessar esse espelho, tá? Eu por quê?
porque eu determinei o meu primeiro espelho. Então, quando eu vou atravessar o primeiro espelho, eu tenho duas
opções. Ou eu atravesso um espelho que existe na minha realidade, ou seja, o espelho que tá aqui no meu corredor é
sempre o meu escolhido principal, que ele é grande. Ou eu vou atravessar um outro espelho, um segundo espelho, que é
um espelho que não está na minha realidade. Esse segundo espelho geralmente fica numa sala astral. Então,
eu tenho dois espelhos para atravessar. Eu escolho. Se eu vou para uma projeção mais mundana, eu vou para esse espelho
que tá aqui dentro da minha casa. Se eu vou para uma projeção mais astral, ou seja, não tanto da mente, mas sim uma
projeção mais astral, eu vou para esse outro espelho que tá numa sala no astral. Aí para chegar nesse outro
espelho tem uma outra técnica que eu também ensino no livro. Bom, se eu atravesso esse espelho que tá aqui na
minha casa, eu saio dentro do meu closet. Então eu atravessei o espelho, sai dentro do meu closet. Por quê?
porque o meu closet está exatamente posicionado fisicamente atrás desse meu espelho. E gente, é muito interessante
porque essa primeira travessia que eu faço, eu nunca saio no meu closet real.
Eu saio sempre no meu closet com algum tipo de diferença. Então, ou ele tá
inteiro quebrado e aí isso representa alguma coisa dentro do meu consciente. Eu também ensino no livro vocês a
interpretar a visão. Ou ele tá inteiro vazio, isso também representa alguma coisa dentro do inconsciente. Ou tá
muito calor e o vidro tá aberto e eu nunca abro os vidros do meu closet. Por quê? Porque aqui na Polia nunca faz
calor. Ou tá muito frio, ou os vidros estão quebrados. E aí todas essas
coisas, senhoras, todas essas coisas que eu estou falando para vocês, cada um tem uma simbologia. A simbologia que eu
utilizo para interpretar as minhas projeções astrais está no meu livro de arquétipos. Então essa simbologia eu
tiro daqui, tá? Então como que eu vou interpretar isso? Símbolos, arquétipos. Então nós temos ali esse espelho físico.
Eu saí no meu closet. A partir do momento que eu saí nessa primeira camada, ou seja, o primeiro espelho, eu
tô no primeiro nível de consciência abaixo do consciente. Então é um inconsciente, primeiro nível abaixo do
consciente. Dali pra frente pode acontecer coisas muito loucas, ou seja, eu posso sair atravessando o mesmo
espelho várias e várias e várias e várias vezes. Então eu viro do meu closet, atravesso aquele, atravesso
aquele, atravesso aquele e cada vez que eu atravesso, aparece um símbolo novo. Daí eu vou entendendo níveis de
profundidade, de consciência diferentes. Ou eu posso escolher atravessar outros espelhos da minha casa, que eu tenho outros espelhos. Eu tenho um no
banheiro, eu tenho lá embaixo na sala, eu tenho um pequenininho onde eu seco o cabelo, eu posso atravessar ali também, eu só preciso me colher um pouquinho.
Vocês entenderam? E eu posso também escolher espelhos que não existem. Essa parte é interessante. Por exemplo, aqui
em frente da minha casa tem um descampado gigantesco, gigantesco, é enorme, é um mato. E esse mato não tem
árvore, não tem nada. Então, geralmente o que eu faço depois de atravessar esse primeiro livro? Eu primeiro livro não,
gente, é porque eu li aqui livro e acabei falando. Depois de atravessar esse primeiro espelho, o que eu faço é
eu desço as escadas e eu vejo um espelho lá fora nesse descampado e e atravesso.
E aí quando eu atravesso esse aí as coisas vão ficando cada vez mais loucas,
ou seja, são níveis de consciência. Então sim, eu já estou em dimensões paralelas. Dosobatenia pushne Caroline,
alguém pesquisou no Google e jogou aqui, né? Porque do Zobatia, te vejo em breve, te vejo depois, Caroline. Eh, gente,
vocês me mandando mensagem polonês só para saber se eu sei falar polonês. Eu sei, gente, eu falo fluente já. Oxe.
Então, esse negócio dos espelhos são camadas. Exatamente. Eu gosto do Júnior que ele tem muita sagacidade. O Júnior
ele tem uma mente muito sagaza, eu amo ele. Beijo, Júnior. Você vai atravessando camadas. E são camadas da
mente. Isso é dentro do espelho físico, tá? Espelho físico aqui da Terra. Mas eu
tenho um espelho no astral também. E esse espelho no astral, geralmente
quando eu escolho ir pro espelho do astral, é porque eu quero fazer projeção astral e não projeção da da consciência,
não projeção mental, tá? Então quando eu vou para esse espelho do astral, aí as
coisas são mais loucas. A travessia é mais difícil, mas as coisas são mais loucas. Aí eu já não posso fazer
travessia sozinha. Então eu ensino também no meu livro de projeção astral o
papel fundamental dos mentores no astral, porque aí se você vai fazer
sozinho, eh, como é que eu vou dizer, como é que eu vou explicar,
você vai fazer sozinho, você talvez vai voltar com uma bagagem, uma mochila
de criança que talvez você não queira. Então, nunca tô sozinha nesse espelho do astral, tá? Geralmente eu tô com mentores do astral. E aí, nessa nessa
segunda travessia, né, esse tipo de travessia do astral, as coisas são um pouquinho mais loucas do que
simplesmente ser uma travessia física. Então, não saiu no closet, nem nada disso. E nessa travessia, nessa daí que
eu tô fazendo no astral, é nessa travessia que eu tô saindo nesse farol, na praia, num barco, num farol apagado,
mas ele não tá apagado não, ele tá aceso no moinho abandonado, em uma grande autoastral. E aí, gente, se você pegar a
história desse filme aqui e fazer um paralelo com essa minha projeção do astral,
quem assistiu sapo. E fica a dica aí para vocês assistirem. Maravilhoso. Os espelhos são camadas. Muito bom. Cada
camada usa um pouco de discernimento para continuar. A pergunta é: quais esferas cefirás, né, você já conseguiu
alcançar? Detalhes que tarô descreve para isso também. Pois é, mestre. que mestre Luiz, mestre Luiz Gustavo sabe
das coisas, são camadas mesmo e cada camada vai usando um pouco do discernimento para continuar. Eu
concordo plenamente, porque quanto mais você se aprofunda, mais difícil fica você entender o que você tá vivendo.
Agora, quais esferas você já conseguiu alcançar? Eh, mestre Luiz Gustavo, eu já
fui em pelo menos assim 12 a 13 espelhos. 12 a 13, tá? de profundidade.
Isso significa que eu fui a 12 camadas ou a 13 camadas do meu da minha própria
mente, meu próprio inconsciente. Agora, a partir daí começa a ficar muito difícil para mim. Existem pessoas que
têm mais experiência, existem pessoas que são mais, né, aprofundadas nesses estudos e são projetores mais
experientes. Eles conseguem atravessar mais. Mas o que que acontece? Dependendo de da camada que você tá, você começa a
colapsar. o seu consciente começa a colapsar e o seu inconsciente também. Então você começa a ter visões que
primeiro, não fazem mais sentido e segundo você sente uma necessidade de voltar. E aí você começa a se sentir
puxado, você vai se sentindo puxado para trás e você vai vendo todas aquelas camadas que você passou ao contrário. E
é nesse momento que você percebe que talvez você ainda não está preparado para lidar com aquilo que você tá vendo
ali, entendeu? Então, os mentores te tiram. Eh, quando eu tô nessas camadas
muito profundas assim, podem acontecer duas coisas diferentes. Ou eu volto e aí
eu abro o olho e volto pro lugar que eu tô. Por quê? Porque eu já tô num lugar onde não é mais para eu ver, entendeu?
Eu volto. Ou acontece também algo muito interessante que é eu pego no sono. E
geralmente, gente, quando eu vou fazer projeção astral, eu não tô com sono. Eu só pego no sono porque eu tô vendo
alguma coisa que não era para eu ver. Então é algo extremamente interessante. Recomendo, viu? Para quem eh nunca fez
projeção astral, primeiro não sai fazendo sem informação, tá? É perigoso no sentido espiritual e não no sentido
físico. No físico não vai te acontecer nada. lê meu livro ou lê qualquer outro livro sobre o assunto, começa a se
informar. Tem o canal do Saulo que é muito bom, tem Wagner Borges, tem entrevista com ele aqui no canal e tem
muitos outros conteúdos na internet sobre projeção astral. O meu não é único exclusivo, não vai te preparar para uma coisa exclusiva. Não é isso, não é o
ponto aqui. O ponto é, eu tenho esse livro e tô indicando, mas se vocês quiserem seguir por outra linha também,
para mim maravilha. O que importa para mim é que vocês tentem, sabe? Que vocês se deem eh essa abertura para poder
tentar. Então, por qual linha que você quiser seguir. Eu amo Saulo, amo muito Wagner Borges, acho caras muito
fantásticos e eu curto todas as linhas. Eu acho que não tem a linha certa ou a linha errada.
Não tô aqui para falar que o meu trabalho é melhor que do outro. Não é nesse sentido. É no sentido de tentem fazer. Ó, a Susana disse: "Eu tô lendo
seu livro no início ainda na parte das fronteiras. Estou gostando muito, ansiosa para entender e quem sabe conseguir fazer". Então, Susana, só de
você começar a ler e começar a se interar sobre esses assuntos, automaticamente o seu cérebro já vai ser
puxado para fazer algumas projeções astrais inconscientes, tá? Então você já vai começar a ter algumas experiências.
Depois você volta aqui e você me conta, porque vai com certeza acontecer alguma
coisa. Daí volta aí nas lives e conta pra gente. Eh, Carol, não é sempre quando eu eh quando eu durmo, eu vejo
uma porta e apago. Acordo sufocado às vezes gritando. Então, Ilda, isso deve tá acontecendo que você tá fazendo
projeção astral inconsciente, né? Você tá quando tá dormindo, você tá saindo inconscientemente. O ideal é você não
fazer isso, isso inconscientemente e tomar a frente, sabe? Quando você tá começando a dormir, você faz a técnica
do sonho lúcido, você desperta dormindo e aí você consegue controlar, entendeu?
Ó, o pessoal tá falando: "Se o espelho for negro". Lucas Ferreira, eu nunca tentei fazer eh em espelho negro. Eu sei
que tem espelho de obsidiana, eu sei que John D e o Kelly também usavam espelhos
negros. Eu sei que tem algumas pessoas que utilizam, mas eu nunca fiz. Eu faço em espelhos comuns mesmo, espelhos
normais. E eu acho que tá certo, porque o que importa não é o meio, mas sim a
intenção. Então você pode fazer através do espelho, pode fazer através de portas, pode fazer através da sua
própria consciência mesmo. Existem várias maneiras de fazer, tá? O que importa não é o meio, mas sim a
intenção. Com que intenção você tá indo para lá. E o pessoal tava me perguntando o arquétipo do farol, gente, olha que
interessante. O arquétipo do farol é o arquétipo da consciência firme em meio ao caos. Por quê?
Porque o farol ele serve para quê? Ele serve não para salvar, resgatar ou
gritar para barcos. Não, ele permanece. Ele tem o arquétipo da permanência, né? A função dele não é intervir, mas sim
iluminar quem está pronto para ver. Então, em essência, ele traz um arquétipo de estabilidade, vigília,
lucidez, solidez, solidez moral, inclusive solidez espiritual, de uma presença silenciosa que orienta-se em
impor. Então, dentro da função simbólica, ele serve de referência quando tudo é confuso. Então, quando
você tá muito confuso, o arquétipo do farol, ele vai trazer ali um ponto firme, uma referência, porque é
exatamente isso que ele é pros barcos, né? Ele marca um limite muito interessante entre o naufrágio e a
travessia consciente. Por quê? Porque um barco, se ele vê um farol, ele sabe que ele tá perto da costa, então ele não
bate. Olha que interessante. E a gente não pode esquecer também que é um farol de luz, né? Então é a luz impessoal que
ilumina todos, mas não persegue ninguém. E também eu sempre falo para vocês dos
dois lados dos arquétipos, né? Nós temos o lado sombra e o lado luz. dentro do lado luz, é isso que eu acabei de falar,
dentro do lado sombra, a gente tem um arquétipo do isolamento extremo. Então eu percebo também nessas projeções
astrais onde eu vou parar dentro desse farol que eu passo muito tempo lá dentro sozinho. Então se eu fizer uma projeção,
sei lá, de 2 horas, pelo menos 1 hora meia, eu tô lá dentro sozinho. Então tem realmente essa questão do isolamento
extremo. Geralmente pessoas que trabalham em faróis, né, que são essas pessoas que ficam na manutenção do
farol, que ficam lá colocando combustível, que o próprio filme do River Dance mostra, o avô desse
menininho de verde aqui, ele era um light keeper, né, um guardador da luz e ele guarda o farol, um light
housekeeper. Então o farol ele traz essa questão do isolamento extremo, porque essas pessoas ficam muito tempo
isoladas, às vezes em lugar muito inóspos e tal, para manter o farol. Isso traz uma frieza emocional muito grande,
uma rigidez e uma sensação de estar acima dos outros, né? Então o que a gente tem que tomar cuidado também, principalmente dentro da psicologia
arquetípica, é para não polarizar pro lado sombra. Então, quando esse arquétipo é ativado na pessoa, a pessoa
para de tentar convencer os outros e ela começa a existir como sinal, justamente como um farol é. Ela atrai quem busca
por orientação real e repele quem quer conforto. Então, é por isso talvez que eu esteja vendo isso, né? Porque eu
sempre falo para vocês que as minhas lives não são para confortar ninguém. Eu não tô aqui para passar a mão na cabeça de ninguém e também não tô aqui para
falar de assunto fácil de ser compreendido. Eu tô aqui sim para quem busca orientação real. E tem uma frase
chave interessantíssima dentro do arquétipo do farol que fala: "O farol chama navios", né? Ele não chama o navio
até ele, mas sim ele existe e quem quer sobreviver ajusta o curso do navio para
que o navio não bata ali onde o farol tá. Então esse arquétipo combina muito forte com pessoas que são iniciadas em
algumas doutrinas, que são mestres silenciosos, que são eremitas conscientes. O eremita é uma carta do
tarô, né? Aquela carta do vem assim segurando a lanterna. Ou seja, ele tá
segurando a lanterna não porque aqui, olha, tava aqui fácil, ó. Ele segura essa lanterna porque ele é tipo um
mestre, ele é um sábio. Ele vai iluminando o caminho e ele não vai rápido, né? Ele vai aos poucos, ele vai
com o cajado dele, ele vai sentindo e com a luz ele vai iluminando aos poucos. Então, é um arquétipo muito profundo,
muito interessante, que fala sobre projetos, projetos de formação. Eu sou
professora, talvez seja isso, projetos de formação, projetos que não querem a massa, mas sim querem presença real,
tipo, não para muita gente, não pro mundo inteiro, mas sim para aquelas pessoas que realmente sentem o chamado.
Então, é muito interessante esse arquétipo e ao mesmo tempo combina bastante com as minhas eh projeções dos
últimos tempos, não é? E eh já que vocês perguntaram, né, sobre dimensões paralelas, sobre projeção, eu já perdi o
comentário da pessoa que fez, né, fez essa pergunta aqui, ó. Eh, hipoteticamente já foi para outra. Ainda
bem que eu tinha salvado, viu, Nângela? Você hipoteticamente já foi para outra dimensão em projeção astral?
Hipoteticamente não. Eu vou sempre. Então, era só para, né, responder esse comentário aí da Nâela. Muito obrigada,
viu, pelo seu comentário, porque rendeu, senhora, rendeu muito. Agora, senhoras e
senhores, é isso que eu queria trazer para vocês hoje, tá? Ó, a Darda falou
que eh pelo fato de você estar sempre no farol, é porque você é referência para quem te vê. Sim, existe essa questão
também, né, da referência da autoridade. Existe sim. Eh, eu queria contar para você sobre essa nova descoberta, sobre
essa descoberta dessa comunicação com o universo paralelo. Quando eu vi essa notícia, eu achei algo de extrema
relevância, de extrema importância, principalmente por quê? porque a gente já sente a existência de um universo
paralelo aqui. Só o que a gente precisa é que a ciência confirme e a própria ficção científica já está nos preparando
para isso. Então, quis trazer esse assunto. Espero de verdade que tenha sido um assunto que tenha contribuído
para alguma coisa, pro saber, pra curiosidade de vocês. Eu tenho certeza que as conversas de vocês com os amigos
de vocês, né, com a família de vocês depois de começar a assistir esse canal aqui, mudaram, não mudaram? que aí vocês
começam a conversar, começam a fazer teoria com a família e vai juntando os adeptos da seita,
não é? Então, senhores, eu espero ter contribuído aí para alguma coisa dentro desse assunto. Espero que vocês tenham
gostado da live. Se vocês gostaram, por favor, deixem o like, contribuam aí bastante pro canal, comenta, comenta
muito, comenta muita coisa, coisas aleatórias pro robozinho do YouTube falar: "Nossa, que canal interessante, vou recomendar para as outras pessoas".
Porque a gente precisa trazer mais membros para essa seita, não é mesmo? E eu vou me despedindo de vocês mais uma
vez e vejo vocês a qualquer hora, porque a qualquer hora eu posso aparecer aqui com notícias estranhas, assuntos
estranhos, assuntos misteriosos, coisas esquisitas, bastidores do mundo. É para isso que esse canal serve, é pra gente
falar de coisa esquisita, coisa estranha, porque quem quer coisa normal fica no TikTok vendo no unboxing, né? Um
beijo para vocês e eu vejo vocês amanhã na nossa próxima live. Bye.
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