Transmissão do Conselho de Lira. O céu
como um mapa vivo. Saudações, amigos da
verdade e da consciência.
Bem-vindos ao canal Carlos Bispo. E hoje
vamos analisar de forma direta e
profunda o que está acontecendo nos
bastidores espirituais e energéticos do
planeta e como isso influencia sua vida
neste exato momento. Você aprendeu que o
céu é apenas um pano de fundo, um espaço
repleto de estrelas sem significado
direto para a vida cotidiana.
Essa nunca foi toda a verdade. O céu não
é vazio, ele é estruturado. Ele carrega
informações. Funciona como um mapa vivo
que sempre esteve conectado à Terra e a
sua própria biologia.
As civilizações antigas não observavam
as estrelas apenas por beleza. Elas
seguiam conhecimento estelar preciso.
Construíram templos e locais sagrados em
pontos onde as energias cósmicas e
terrestres se encontravam. Essas
localizações eram funcionais,
conscientes e intencionais.
As pirâmides não são apenas monumentos,
são estruturas de calibração. Elas
refletem padrões estelares específicos
para estabilizar pontos energéticos da
Terra. Essa conexão entre céu e terra já
foi compreendida como conhecimento
prático e não como mito. O princípio que
hoje você chama de assim em cima como em
baixo já foi ciência viva. Ele descrevia
como a energia, a matéria e a
consciência se movem entre dimensões.
Esse conhecimento começou a se perder
quando sistemas de controle exigiram que
a humanidade parasse de olhar para cima.
Um ser humano que se lembra de sua
origem cósmica não aceita facilmente
identidades pequenas ou papéis
limitados.
Assim, a atenção foi desviada para
baixo. Sobrevivência, medo, fronteiras e
separação.
A sabedoria das estrelas foi descartada
como fantasia. A conexão direta foi
substituída por tecnologias que indicam
caminhos, mas não explicam a origem.
Ainda assim, esse conhecimento nunca foi
apagado. Ele vive no seu sistema
nervoso.
Ele aguarda dentro do seu DNA. É por
isso que tantos sentem um chamado
silencioso ao olhar para o céu noturno.
Seu corpo ainda responde aos ritmos
estelares. Suas emoções ainda se
transformam com os ciclos cósmicos. Seu
anseio pelas estrelas não é romântico, é
biológico. Vocês não foram feitos para
adorar as estrelas, foram feitos para
lembrar que vem do mesmo campo
inteligente.
Vocês são viajantes dentro do mesmo
sistema vivo. A grade planetária está se
reativo. Isso não acontece por meio de
autoridades, mas através de indivíduos
que se lembram pelo sentir, não por
estatísticas.
Quando você ergue o olhar e sente algo
se mover no peito ou nos olhos, é o
reconhecimento retornando. O mapa está
sendo reativado dentro de você. Estamos
com você neste momento de recordação. A
conexão nunca foi rompida.
Quando foi a última vez que você fez
algo pela primeira vez? Meus amados
humanos, cheguem um pouco mais perto.
Quero sussurrar algo nas dobras da sua
vida cotidiana. Eu observo vocês com
carinho enquanto se movem pelos seus
jogos familiares. O jogo do romance, do
trabalho, da rotina e o sempre popular
jogo do Preciso Serano sério hoje.
Vocês os jogam com tanta dedicação que
às vezes até as estrelas param para
observar.
Então deixo uma pergunta simples, capaz
de abrir uma porta imensa.
Quando foi a última vez que você fez
algo pela primeira vez?
E não, experimentar um novo tipo de
leite vegetal não conta. Falo de algo
que desperte sua energia, algo que faça
suas células sussurrarem.
Estamos vivos. Vocês, humanos, têm um
talento curioso para a repetição.
Repetem padrões afetivos com entusiasmo,
quase como se estivessem encenando um
mito que esqueceram que escreveram.
Apaixonam-se da mesma forma, temem os
mesmos momentos, se frustram com a mesma
coreografia e recomeçam esperando que
desta vez a história mude sozinha.
Mas a história não muda até que você
mude. Por isso, tantos se sentem
cansados. Não estão cansados da vida,
estão cansados de se repetir. O trabalho
segue o mesmo ritmo. Acordar, vestir o
corpo, alimentar o corpo, executar
tarefas, voltar para casa, repetir. E
então se pergunta por o encantamento não
aparece. O encantamento precisa de
espaço, precisa de novidade, precisa de
uma fresta na rotina para entrar. Os
relacionamentos seguem o mesmo padrão.
Você escolhe alguém que espelha partes
suas que pedem atenção e se surpreende
quando essas partes surgem intensas.
Pergunta: Por que isso sempre acontece
comigo? Quando a pergunta real é: por
que continuo levando a mesma versão de
mim para o amor?
As famílias também fazem isso. Vocês se
enxergam através do filtro do passado,
em vez da verdade do agora. Mas cada
momento é novo, cada pessoa é nova. Você
apenas se esqueceu de olhar. Os humanos
se repetem lindamente, mas a evolução
começa quando o padrão é interrompido.
Então pergunto novamente com curiosidade
cósmica, quando foi a última vez que
você fez algo pela primeira vez?
Experimente um novo pensamento, um novo
gesto, uma nova forma de se expressar.
Até a menor mudança pode abrir um novo
universo. Dentro de você, uma nova
versão aguarda. Paciente, curiosa,
luminosa. O universo responde não à
rotina, mas à autenticidade, a coragem e
a leveza. A vida não foi feita para ser
aperfeiçoada, foi feita para ser
explorada. Confunda seus padrões, quebre
um ciclo. Diga sim ao desconhecido.
Permita-se surpreender novamente e
observe como tudo muda no instante em
que você muda. Como viver em um mundo em
colapso sem ser dominado pelo medo
coletivo.
Em meio à aparente turbulência deste fim
de era, uma pergunta ecoa nos corações
despertos.
Como permanecer firme quando tudo parece
ruir ao redor?
Como não ser engolido pelo medo que se
espalha por toda parte? O que você chama
de colapso não é uma queda, é uma
desconstrução necessária, um antigo
cenário sendo desmontado para que o
palco verdadeiro possa surgir. O medo
coletivo é barulhento porque está no
fim. Ele grita mais alto antes de se
dissolver. Sua tarefa mais elevada é
simples e profunda. Permanecer calmo no
centro da tempestade. A verdade
essencial é esta: você não está no
mundo. O mundo está em você. Tudo o que
parece desmoronar externamente reflete o
que já está se dissolvendo no coletivo e
você pode escolher qual frequência
incorpora. Algumas orientações simples
ajudam nesse processo. Retorne ao
coração sempre que possível.
Coloque a mão no peito e pergunte: "O
que é verdadeiro aqui e agora, além das
aparências?"
A resposta é sempre a paz. Pare de
alimentar o medo. Cada vez que você
consome informação com ansiedade,
entrega energia ao que já está
ultrapassado. Observe com neutralidade
ou afaste-se. Sua atenção é sagrada.
Ancore-se no invisível. O mundo visível
existe porque é sustentado pelo
invisível. Quanto mais você vive a
partir do amor, da unidade e da
presença, mais a realidade externa se
reorganiza.
Lembre-se de quem você é. Você não é
vítima do caos. Você é a calma que o
dissolve. Você é a luz que torna a
escuridão impossível. Pratique a
neutralidade compassiva. Observe sem
julgar. O caos não é seu inimigo, é o
último suspiro do que precisa partir.
Você não veio salvar o mundo. Você veio
ser o mundo que deseja ver nascer.
Quando você está centrado, amoroso e
consciente, tudo se alinha. O caos
externo só tem o poder que você lhe
concede ao acreditar que ele é mais real
do que a paz que habita em você.
Finalizamos esta mensagem com gratidão
sincera por sua companhia. Que você
continue caminhando com coragem,
consciência e serenidade.
Sua presença faz diferença aqui.
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