segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

BRASIL ISOLADO ABANDONADO PELA EUROPA: PORTUGAL VIRA AS COSTAS PARA O ...


Transcrição


Adeus Europa. Portugal vira as costas
para o sistema
Lula isolado. Olavo tinha razão. Você
ouviu o som de uma porta batendo com
força do outro lado do Atlântico? foi à
porta da Europa se fechando na cara do
governo brasileiro. Se Brasília achava
que com a pressão de Trump no norte e a
hostilidade de Milei no sul poderia
correr para o colo da mãe Portugal em
busca de consolo e legitimidade, o jogo
acabou hoje. O último dominó caiu.
Portugal, nossa porta de entrada
histórica e cultural no velho
continente, não é mais um refúgio para
da esquerda caveiar. A ascensão brutal
da direita conservadora em terras
lusitanas é o pesadelo final de Lula.
André Ventura e seus aliados não apenas
venceram a narrativa, eles declararam
guerra moral ao socialismo que destruiu
o Brasil. O governo brasileiro agora é
um náufrago em uma ilha deserta. Não há
para onde fugir. O ocidente inteiro
virou a chave e quem ficou do lado de
fora vai congelar. Eu sou Walter Leão,
professor, historiador e especialista na
filosofia de Olavo de Carvalho. O que
vou te contar agora não vai aparecer no
telejornal da noite com a gravidade que
merece. Eles vão tentar tratar como
apenas uma eleição estrangeira, mas eu
estou aqui para te dizer. Foi o golpe de
misericórdia na diplomacia do sistema.
Inscreva-se no canal agora, porque
enquanto a mídia mente, nós dseamos a
realidade. Será que eles já perceberam
que estão falando sozinhos no cenário
mundial? Vamos desenhar o mapa do
isolamento.
Olhe para as Américas.
Ao norte, os Estados Unidos de Donald
Trump, vingativos e imperiais, fecharam
o cerco. Ao Sul, a Argentina de Xavier
Milei prospera na liberdade e aponta o
dedo para o fracasso brasileiro. Na
fronteira, a Venezuela, o antigo
santuário do foro de São Paulo, foi
desmantelada e seu líder está preso.
Restava uma esperança para a esquerda
brasileira. Restava a Europa, restava
aquela viagem charmosa para Lisboa, os
jantares regados a vinho do Porto, onde
a elite intelectual europeia aplaudia as
falácias do nosso governo. Essa
esperança morreu, Portugal virou. A
terra de Camões, que por anos flertou
com o socialismo brando, acordou. O
crescimento avaçalador da direita,
personificada na figura de André Ventura
e do partido Chega, não é um acidente, é
uma resposta imunológica.
É o corpo social expulsando o vírus que
o Brasil conhece tão bem. E por que que
isso é trágico para o governo Lula?
Porque Portugal não é apenas um país
amigo. Portugal é a porta.
Historicamente, diplomaticamente e
logisticamente,
Portugal é a cabeça de ponte do Brasil
na Europa. É por lá que entramos, é lá
que os acordos começam. Quando Portugal
vira à direita e uma direita que é
abertamente alinhada a Trump e Miley, o
Brasil perde sua casa segura no
exterior. Imagine a situação. O
presidente do Brasil, acostumado a ser
bajulado por burocratas de Bruxelas e
Lisboa, agora olha para o governo
português e vê inimigos ideológicos. Vê
pessoas que denunciam a corrupção do PT.
Vê líderes que usam o Brasil não como
exemplo a ser seguido, mas como um
alerta do que não fazer. Não vir em um
Brasil, dizem eles. Isso é a morte da
reputação internacional.
Olavo de Carvalho sempre explicou o
conceito de ocupação de espaços. A
esquerda global dominou o Ocidente
ocupando espaços culturais e políticos.
Mas Olavo também ensinou que a mentira
não se sustenta para sempre.
Quando a realidade bate à porta na forma
de crise econômica, imigração
descontrolada e perda de identidade, o
povo reage. O que estamos vendo em
Portugal é a lei do retorno aplicada à
política. É o pêndulo da história
voltando com força total para esmagar
quem tentou paralisá-lo. O efeito dominó
é real. Começou na Itália, passou pela
Holanda, explodiu na Argentina,
confirmou-se nos Estados Unidos e agora
fincou bandeira em Portugal. É uma onda
azul conservadora que varre o mundo. E
onde está o Brasil nessa onda? O Brasil
está nadando contra a maré, abraçado a
âncoras como Cuba e Nicarágua.
Isso cria uma situação de leprosário
diplomático.
Ninguém quer tirar foto com Lula.
Ninguém quer fazer acordo comercial
sério com um governo que é a antítese do
que o mundo desenvolvido está buscando
agora.
O acordo Mercosul União Europeia,
esqueça,
morreu.
Você acha que a nova direita europeia
vai ratificar um acordo que beneficia um
governo alinhado ao que há de pior no
terceiro mundismo? Jamais. A traição não
vem apenas de fora, ela começa a
fermentar por dentro. Observe os
vizinhos aqui na América do Sul. O
Chile, vendo o que aconteceu com Maduro
e vendo a força de Trump, já começa a
recalcular rota.
A Colômbia de Petro, vendo o abismo,
começa a dar sinais de que prefere a
sobrevivência política, a lealdade
ideológica.
é o princípio dos ratos abandonando o
navio. Quando o capitão Lula perde o
respeito do almirante e Trump e perde o
porto seguro, Europa, os marinheiros,
países vizinhos e aliados internos
começam a pular na água. O sistema em
Brasília está em pânico silencioso
porque eles sabem ler o cenário. Eles
sabem que sem apoio internacional a
narrativa interna desmorona.
Eles precisavam da validação estrangeira
para dizerem: "Vejam, o mundo nos ama. O
problema é a extrema direita interna.
Agora, o mundo é a extrema direita.
Segundo a definição deles, o mundo
inteiro virou bolsonarista?
Ou será que o governo brasileiro é que
está na contramão da civilização?
Essa é a pergunta que ecoa nos
corredores vazios do Itamarati.
A política externa brasileira, que
deveria ser de estado, virou uma
política de partido. E o partido está
falido globalmente. E aqui entra a
filosofia profunda da coisa. O
isolamento não é apenas político, é
ontológico.
Eles estão isolados na própria mentira.
Criaram um mundo de fantasia, onde eles
eram os heróis da democracia. Mas o
mundo real, o mundo do trabalho, da
ordem e da liberdade, se levantou e
disse: "Chega". A palavra do Partido
Português nunca fez tanto sentido para
nós. Imagine o próximo encontro
internacional.
Lula chegando e de um lado está Trump,
do outro Myiley e agora os
representantes da nova direita europeia.
Ele vai sentar onde? na mesa das
crianças ou vai ficar no corredor
conversando com ditadores africanos.
A irrelevância é o castigo mais doloroso
para quem vive de vaidade. E não se
engane, essa mudança em Portugal afeta
diretamente a sua vida. o fluxo de
capitais, a facilidade de trânsito, a
cooperação em inteligência e segurança.
Tudo isso esfria. Um governo português
alinhado com a direita vai endurecer a
fiscalização,
vai questionar os acordos, vai cobrar
postura e o Brasil não tem postura para
entregar. Estamos assistindo ao
desmoronamento da Internacional
Socialista em tempo real. Eles perderam
o dinheiro com a crise econômica,
perderam as armas com a superioridade
militar americana e agora perderam a
casa de férias, a Europa. O que sobra?
Sobra o desespero.
Sobra a tentativa de aumentar a
repressão interna para compensar a
fraqueza externa. É por isso que o
alerta deve ser máximo. Um animal
encurralado é perigoso. Sem saída para o
mar, sem saída para o norte, sem saída
para a Europa, o sistema vai tentar
morder quem está dentro da jaula com
ele, nós, o povo brasileiro. Mas há uma
beleza terrível nisso tudo, a beleza da
justiça. ver aqueles que zombavam do
patriotismo, que chamavam Deus, pátria e
família de fascismo. Agora, tendo que
lidar com o mundo que abraça exatamente
esses valores.
É o Shad Freud, histórico. Eles
plantaram vento e a tempestade chegou
para arrancar o telhado do palácio do
Planalto. Olavo dizia que o comunismo
não morre de causas naturais. Ele
precisa ser assassinado pela realidade.
A realidade acabou de desferir um golpe
fatal vindo de Lisboa. A geringonça
portuguesa caiu e a geringonça
brasileira está rangendo, prestes a
quebrar. Nós precisamos estar prontos
para o que vem depois do colapso. Porque
quando o sistema cair, não haverá
ninguém lá fora para segurá-los. Eles
estão sós e nós, o povo, somos a
maioria. Deixe seu comentário. Você acha
que o governo brasileiro aguenta esse
isolamento total por quanto tempo?
Meses, semanas. E lembre-se, a batalha
cultural é a única que importa. Eles
perderam a cultura, perderam a narrativa
e agora perderam o mundo. Inscreva-se no
canal Povo Brasileiro em Alerta.
Vamos acompanhar cada peça desse dominó
caindo até que a última peça seja a
queda da tirania por aqui. A história
não perdoa quem ignora os sinais.
Portugal deu o sinal.
Eu sou Walter Leão e este é o alerta. M.


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