Transcrição
Em Washington, a porta-voz da Casa
Branca foi indagada hoje se o presidente
Trump planejava sanções adicionais
contra o Brasil no caso de uma
condenação de Bolsonaro. Afirmou que o
presidente Donald Trump não teme usar o
poderio econômico e militar dos Estados
Unidos para proteger a liberdade de
expressão no mundo todo.
Gente, presta atenção, porque o negócio
acabou de ficar feio de vez pro lado de
Xandão. Eu te pergunto agora, você
acredita que Xandão vai pagar por tudo
aquilo que ele está fazendo? comenta
aqui abaixo. Essa é a pergunta que
estáando em Brasília, em Washington e no
mundo inteiro. Porque o que aconteceu
nas últimas horas com Bolsonaro e também
com os generais, não é apenas uma
prisão, não é apenas uma injustiça, é o
gatilho da maior reação internacional
que o Brasil já viu. O que eu vou te
mostrar agora é tão forte, tão
impactante que você vai entender de uma
vez por todas porque a qualquer momento
o Xandão pode se dar mal. A corna já
esticou demais e agora ela está prestes
a arrebentar. E novamente eu te
pergunto, comenta aqui embaixo. Você
acredita que Xand vai pagar por tudo
isso? O que eu vou te mostrar neste
vídeo realmente vai te deixar de boca
aberta. Então já taca o like para ele,
certo? me ajuda com teu joinha pro
YouTube não enterrar esse vídeo.
Inscreva-se aqui no canal ativando o
sininho das notificações. E claro, né,
gente, quando chegarmos a 1 milhão de
inscritos esse canal, eu vou fazer
aquele sorteio de R$ 5.000 para um de
vocês. E claro, sem mais enrolação, bora
para esse vídeo. Prisão do ex-presidente
Bolsonaro não passou batida. Não é
apenas um ato isolado, não foi apenas
mais uma decisão polêmica, foi estupim
de um plano articulado, calculado e já
colocado em andamento pelos Estados
Unidos e liderado diretamente por Trump.
Isso foi um gatilho para que Trump
colocasse em andamento um plano para
resolver esse problema dentro do Brasil.
Enquanto muitos tentam vender
normalidade em tudo isso lá fora, as
coisas ficaram claras. O Brasil enviou
um sinal perigosíssimo ao mundo, um
sinal de perseguição política, de
criminalização da oposição. Isso ocou
como um estrondo em Washington. Trump,
Marco Rúbio, Christopher Landal, Rick
McCormic. Nós não estamos falando de
assessores de gabinete, estamos falando
de gente com caneta, com poder, com
autoridade para sancionar, polir e
isolar países inteiros. Então, quando
essas autoridades dizem que o Brasil
vive um caça as bruxas, uma violação de
direitos humanos e e que um único
ministro está destruindo 200 anos de
relação entre Brasil e Estados Unidos,
meu amigo, e isso não é recado político,
é aviso prévio de retalhação. Então,
bora reagir comigo a este vídeo que está
deixando muita gente intrigada. A prisão
do ex-presidente Bolsonaro gerou uma
reação imediata e calculada do governo
americano. O que estamos vendo não são
apenas notas de repúdio, mas ativação de
um plano estratégico liderado por Donald
Trump para responder à altura. A ordem
em Washington, segundo fontes, é clara:
impor sanções severas que atingem o
coração do Supremo Tribunal Federal,
fazer com que as decisões recentes sejam
profundamente lamentadas pelos seus
autores. A gente precisa ir direto ao
ponto, porque o que aconteceu nas
últimas 48 horas em Brasília não foi
apenas um evento jurídico ou policial.
Foi, na minha visão, o início de uma
nova era na política brasileira e
principalmente nas nossas relações
internacionais. A prisão do
ex-presidente Jair Bolsonaro, que muitos
tratavam como uma possibilidade distante
ou apenas uma ameaça retórica, se
concretizou. E a forma como ela
aconteceu, ignorando laudos médicos,
atropelando o devido processo legal e
com uma justificativa que muitos
juristas consideram frágil, acabou
gerando uma onda de choque que
atravessou as fronteiras do nosso país e
chegou com força total em Washington.
Pra gente entender o tamanho do problema
que o governo brasileiro e o Supremo
Tribunal Federal arrumaram para si
mesmos, a gente precisa olhar pro
contexto. A gente vive em um mundo onde
os gestos importam, onde a diplomacia é
feita de sinais. E qual foi o sinal que
o Brasil enviou pro mundo ao prender o
principal líder da oposição? O sinal foi
o de que aqui a divergência política
pode ser criminalizada. O sinal foi o de
que as instituições que deveriam ser
neutras parecem ter escolhido um lado. E
esse sinal foi captado imediatamente
pela maior potência do planeta. A reação
do governo dos Estados Unidos não foi a
de um observador distante, foi a de um
ator envolvido, preocupado e, acima de
tudo, indignado. Quando a notícia chegou
ao presidente Donald Trump, a primeira
reação dele foi de incredulidade. A
gente viu os relatos de que ele num
primeiro momento achou que fosse algum
engano, alguma confusão, mas quando a
ficha caiu, quando ele percebeu que o
seu aliado, um homem que ele disse
respeitar e considerar honesto, tinha
sido colocado atrás das grades, o tom
mudou. A tristeza deu lugar à
determinação. E aqui que a gente entra
na parte que a grande mídia brasileira
não está te contando com a devida
profundidade. Eles querem que você
acredite que tudo isso é apenas barulho,
que as notas dos americanos são apenas
protocolares, mas não são. O que está em
curso é uma operação de resposta, uma
operação desenhada para mostrar que
existem consequências para quem atropela
o estado de direito. Vamos analisar quem
são as pessoas que estão falando. Não
são estagiários, não são funcionários de
baixo escalão. Estamos falando de Parco
Rúbio, secretário de estado, estamos
falando de Christopher Landalu,
vice-secretário. Estamos falando de
gente que tem a caneta na mão, que
decide quem entra e quem não entra nos
Estados Unidos, quem pode e quem não
pode fazer negócios com bancos
americanos. Quando essas pessoas vêm a
público e usam termos como caças bruxas,
violação de direitos humanos e
desmantelamento do estado de direito,
eles não estão dando opinião. Eles estão
construindo a base legal para agir. A
declaração do Christopher Landal é
talvez a mais pesada de todas. Ele disse
que dói ver o ministro Moraes devastando
o estado de direito e arrastando as
relações entre as duas nações para o
ponto mais sombrio em dois séculos.
Vocês têm noção do peso histórico dessa
frase? Em 200 anos de história, com
guerras mundiais, com ditaduras
militares, com crises econômicas, nunca,
segundo ele, a nossa relação esteve tão
ruim. E ele aponta o culpado com nome e
sobrenome. Ele diz que enquanto o Brasil
deixar o destino dessa relação nas mãos
de um único ministro, não há saída pra
crise. Isso é um ultimato. É os Estados
Unidos dizendo para o Brasil: "Ou vocês
resolvem essa situação interna, ou vocês
vão se tornar um paradiplomático". E a
gente sabe o que acontece com países que
viram parias para os americanos. Ele
sofre, a economia sofre, o povo sofre. E
o plano de retaliação que está sendo
desenhado em Washington é muito mais
sofisticado do que uma simples nota de
repúdio. Eles sabem que notas não
funcionam com quem se acha dono da
verdade. Eles sabem que a única
linguagem que esse tipo de poder entende
a linguagem da perda. Perda de dinheiro,
perda de prestígio, perda de liberdade.
Por isso, a estratégia americana se
baseia na lei Magnitsk. A gente tem
falado muito sobre ela aqui, mas é
importante reforçar como ela funciona.
Ela foi criada para punir violadores de
direitos humanos ao redor do mundo,
congelando seus bens e proibindo sua
entrada nos Estados Unidos. O ministro
Alexandre de Moraes já foi sancionado,
mas o que o governo Trump percebeu é que
sancionar apenas ele não foi suficiente
para parar a escalada autoritária. Pelo
contrário, parece que a sanção serviu
como combustível para que ele dobrasse a
aposta e prendesse o Bolsonaro. Então,
qual é a próxima fase do plano? né?
Expansão do alvo é o que a gente chama
de transbordo de responsabilidade. O
governo americano, segundo as
informações que chegam dos bastidores,
está se preparando para aplicar sanções
não apenas ao ministro, mas a toda a sua
rede de apoio. Isso inclui, como a gente
já viu, a possibilidade real de
sancionar familiares, como a esposa do
ministro, a advogada Viviane Barci. Essa
é uma jogada de uma dureza extrema. Ao
mirar na família, o governo Trump está
dizendo que não existem santuários, que
não existem esconderijos para o
patrimônio de quem eles consideram
violadores de direitos. Se o ministro
usa a estrutura familiar para blindar
seus bens, essa estrutura também se
torna um alvo legítimo. É uma forma de
asfixia financeira que atinge o
indivíduo onde mais dói na sua casa, no
futuro dos seus filhos. Mas a lista não
para por aí. A ameaça se estende aos
cúmplices. E quem são os cúmplices na
visão americana? São os outros ministros
do STF que, por omissão ou por voto,
validam os atos de Morais. São os
parlamentares, como presidente do Senado
e da Câmara, que se recusam a usar os
freios e contrapesos da Constituição
para parar os abusos. O recado do
deputado americano Rick McCorm, que foi
cristalino. Ele disse que morais e todos
os que permitem seus abusos no STF e no
Congresso Brasileiro serão severamente
punidos. Vocês conseguem perceber a
mudança de Tom? Antes a crítica era
focada em uma pessoa. Agora ela se
espalhou para todo o sistema. Eles estão
dizendo que quem se omite também é
culpado. Quem lava as mãos também está
sujo. E essa ameaça tem o poder de
causar um terremoto em Brasília. Porque
a gente sabe que a lealdade no mundo
político é muito frágil. Ela dura apenas
enquanto os interesses convergem. No
momento em que apoiar o Alexandre de
Morais, passar a custar o visto paraa
Disney, a conta no banco em Miami ou a
reputação internacional. A gente vai ver
muita gente pulando do barco e é
exatamente isso que o plano americano
quer provocar. Eles querem isolar o
ministro, querem que ele se torne tóxico
paraos seus próprios pares, querem que o
custo de mantê-lo no poder seja tão alto
que o próprio sistema decida que é hora
de se livrar dele. É uma estratégia de
implos. A gente viu, por exemplo, que o
ministro Gilmar Mendes, em uma tentativa
desesperada de manter a pose, disse que
as sanções não afetam a vida
institucional do país. Mas a informação
que o Paulo Figueiredo trouxe é que nos
bastidores o clima é de pânico total,
que tem ministro chorando, que eles
sabem que a coisa ficou séria. Quando a
água bate no pescoço, a arrogância
costuma diminuir rapidinho e não podemos
esquecer do impacto que isso tem na
nossa economia. O Brasil não é uma ilha.
Nós dependemos do comércio
internacional, dos investimentos
estrangeiros. Quando a maior economia do
mundo diz que o nosso estado de direito
está desmoronando, que não há segurança
jurídica aqui, o investidor foge, o
dólar sobe, a inflação volta. Quem paga
a conta da irresponsabilidade de
Brasília é o trabalhador, é a dona de
casa, é o empresário que tenta gerar
emprego. A prisão de Bolsonaro nesse
cenário foi um tiro no pé monumental.
Eles acharam que estavam demonstrando
força, mas na verdade estavam apenas
acelerando a sua própria queda. Eles
uniram a oposição interna, acordaram
quem estava dormindo e trouxeram para a
briga o adversário mais perigoso que
poderiam ter. Aqui dentro do Brasil, a
reação também foi forte. A gente viu
governadores importantes como Tarcísio
de Freitas, Ratinho Júnior e Cláudio
Castro saindo de cima do muro e
criticando abertamente a prisão. A gente
viu figuras do centrão que sempre foram
muito cautelosas, como Gilberto Cassabe
e Artur Lira demonstrando desconforto e
preocupação. Isso mostra que o consenso
em torno do STF quebrou. Eles não têm
mais o apoio incondicional da classe
política. Eles estão ficando sozinhos e
a sociedade também acordou. A sensação
de injustiça de que a lei não vale para
todos, de que existe uma perseguição
implacável contra um lado do espectro
político se espalhou. Mesmo quem não é
bolsonarista raiz começa a se perguntar
se fazem isso com o ex-presidente, o que
não fariam comigo? A insegurança
jurídica deixou de ser um termo técnico
e virou uma sensação real de medo. A
narrativa que o sistema tentou vender de
que eles estavam salvando a democracia
não cola mais. Ninguém acredita que
prender um idoso de 70 anos doente, com
base em suposições de fuga, seja um ato
de defesa da democracia. O que todo
mundo vê é vingança, é ódio, é o uso do
poder do Estado para esmagar um
adversário. E isso, em vez de pacificar
o país, só aumenta a divisão e a
revolta. O governo Lula, por sua vez,
tenta fingir que não é com ele. O
Itamarati solta notas genéricas sobre
soberania tentando pousar de
independente, mas a verdade é que o Lula
está apavorado. Ele sabe que a crise com
os Estados Unidos é um desastre para o
seu governo. Ele sabe que se a economia
afundar por causa de sanções, a sua
popularidade, que já não é lá essas
coisas, vai para o buraco de vez. Ele
sabe que se tornou o refém das decisões
do Alexandre de Moraes. O destino do
governo dele está amarrado ao destino de
um juiz que parece ter perdido o
controle. E a gente precisa falar sobre
o futuro. O que vem depois dessa prisão?
O sistema aposta que o bolsonarismo vai
morrer, que sem o líder o movimento se
desfaz, mas a história mostra que
mártires são muito mais perigosos do que
líderes livres. A prisão de Bolsonaro
deu a ele uma aura de vítima que nenhum
discurso político conseguiria dar. Ela
galvanizou a base, deu um novo propósito
para a militância e com ajuda externa,
com a pressão dos Estados Unidos, essa
base ganha uma esperança renovada. Eles
não se sentem mais sozinhos lutando
contra um gigante. Eles sentem que tem
aliados poderosos e isso muda tudo. Isso
dá coragem para enfrentar, para
protestar, para não aceitar calado. A
estratégia de terra arrasada que o STF
parece ter adotado pode acabar arrasando
com eles mesmos. Eles esticaram a corda
até o limite e agora ela está prestes a
arrebentar. A vingança de Trump, as
sanções, o isolamento internacional, a
revolta interna, a crise econômica, tudo
isso forma uma tempestade perfeita que
pode varrer as estruturas de poder que
se achavam eternas. Eu acredito que os
próximos dias e semanas serão decisivos.
A gente vai ver se o sistema vai ter a
capacidade de recuar, de tentar buscar
uma saída negociada com a prisão
domiciliar ou se eles vão continuar na
atuada do confronto total. Se escolherem
o confronto, eu tenho pelo que pode
acontecer com o nosso país, mas ao mesmo
tempo eu tenho a esperança de que dessa
crise possa nascer um Brasil mais forte
com instituições que realmente respeitem
a lei e a vontade do povo. A lição que
fica é que o poder sem limites é o
caminho mais rápido para a ruína. O
ministro Moraes, ao tentar ser tudo, ao
tentar ser o juiz, o legislador e o
executor, acabou se colocando em uma
posição insustentável. Ele se tornou o
problema. E na política, quando alguém
se torna o problema, a solução costuma
ser a sua remoção, seja pelo
impeachment, seja pela pressão, seja
pelo isolamento. A gente vai continuar
aqui acompanhando cada passo, cada
movimento. A gente não vai deixar que a
verdade seja sufocada. A gente vai
continuar a mostrar o que a grande mídia
tenta esconder. Porque a nossa lealdade
não é a homens ou a partidos. Na nossa
lealdade é o Brasil, a liberdade e a
justiça de verdade. Essa história da
retaliação americana é a prova de que o
mundo não está cego para o que acontece
aqui e que, por mais que tentem nos
calar, a nossa voz está sendo ouvida. A
prisão do Bolsonaro não foi o fim, foi o
começo de uma nova fase, muito mais
intensa e perigosa da nossa luta e nós
estamos prontos para ela. E você, o que
acha que vai acontecer? Será que o STF
vai aguentar a pressão? Será que o
governo Lula vai conseguir se equilibrar
nessa corda bamba? Deixe sua opinião nos
comentários. Isso é muito importante a
gente trocar ideias e se manter unido
nesse momento tão difícil.
Meus amigos, tudo indica que a história
virou que o sistema que achava que
poderia tudo, que ninguém os alcançaria,
agora está cercado de todos os lados.
Internamente pela indignação do povo,
né, gente? Politicamente pelo abandono
dos aliados e externamente pela pressão
avaçaladora dos Estados Unidos. E a
pergunta agora é inevitável, como eu
sempre pergunto aqui, será que agora
chegou a hora de Xandão cair? Será que
ele vai pagar por tudo aquilo que ele
está fazendo? Será que a corda
finalmente arrebenta do lado que puxou
demais? Você acredita que a queda dele
já começou e que realmente toda essa
injustiça terá um preço muito alto?
Comenta aqui embaixo a sua opinião
porque ela é muito importante. Deixa o
like, se inscreva no canal e compartilha
esse vídeo porque o Brasil precisa saber
do que está acontecendo. E a verdade não
pode ser calada, porque as grandes mídia
não mostra o que eu mostro aqui no
canal, gente. Então já ajuda nós
deixando o seu joinha e compartilhando
esse vídeo. Deus abençoe você e a tua
família. Um abraço, fique com Deus e até
o próximo vídeo.
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