Transcrição
A proposta que Lula fez a Trump durante
a ligação telefônica acaba de vazar e o
conteúdo é ainda mais explosivo do que
qualquer um poderia imaginar. O petista
pediu que o conselho de paz criado pelos
Estados Unidos se limite exclusivamente
a Gaza e exigiu a inclusão de Mahmud
Abass, o líder palestino que governa sem
eleições desde 2005 nas negociações.
Parece apenas uma sugestão diplomática.
Aqui é Csio Walder e nos próximos
minutos você vai entender porque essa
jogada se transformou numa armadilha que
explodiu na cara do molusco, resultando
na convocação imediata à Casa Branca
para março. Deixa o like para mais gente
descobrir [música] essa informação que
está sendo escondida. Trump convocou o
Lula por cortesia protocolar. A Casa
Branca percebeu exatamente o jogo sujo
que estava sendo armado e a resposta
veio em formato de convite que Lula não
pode recusar sem causar crise
diplomática. Esse baile de gala que os
americanos estão preparando pode se
transformar na maior exposição
internacional que um ocupante do
Planalto já enfrentou. Porque lá em
Washington não tem velha mídia comprada
escolhendo perguntas, não tem artistas
da rua Nei passando pano, não tem
cercadinho protegendo a [música] bolha
petista. Lá é tudo as claras e o molusco
vai ter que explicar cara a cara porque
está tentando sabotar a estratégia
americana para o Oriente Médio. Repara
na sequência dos acontecimentos que
ninguém está conectando. Semanas atrás,
Lula negociou nos bastidores para tirar
as sanções Magnitsk de Alexandre de
Moraes. Até hoje ninguém sabe exatamente
o que o Brasil cedeu naquela negociação.
Tudo protegido por sigilo diplomático.
Mal a tinta secou nesse acordo e Lula já
vem com essa proposta sobre Gaza
tentando usar o capital político que
acabou de conquistar para avançar agenda
completamente oposta aos interesses
americanos. Coincidência? Manobra
calculada que acabou sendo desmascarada.
Quando Lula pede para Trump limitar o
conselho de paz exclusivamente a Gasa,
ele não está preocupado com sofrimento
humanitário. Essa proposta tem três
camadas de estratégia geopolítica que
vou destrinchar agora e cada uma é mais
suja que a anterior. A primeira camada
revela o alinhamento ideológico que Lula
está consolidando com o mundo islâmico
radical. Desde que voltou ao poder, o
Itamarati virou extensão do Fórum de São
Paulo, versão internacional. Lula
precisa desesperadamente do apoio dos
países islâmicos para fortalecer os
bricks, criar moeda alternativa ao dólar
e enfraquecer a hegemonia americana no
tabuleiro global. Cada movimento
diplomático dele aponta para a
construção de um eixo antiocidental
junto com China, Rússia, Irã e árabe.
Limitar o Conselho de Paz só a Gaza
significa impedir que a solução inclua
acordos mais amplos envolvendo-se
Jordânia, normalização entre Israel e
Arábia Saudita e principalmente sabotar
qualquer plano que fortaleça Israel como
potência regional estável. Por que isso
importa para Lula? Porque um Israel
forte e integrado ao Oriente Médio
significa Estados Unidos forte na região
e isso destrói completamente a
estratégia petista de enfraquecer a
influência americana globalmente. Trump
quer estabilidade no Oriente Médio para
fortalecer Israel, normalizar relações,
integrar a região economicamente e
conter o Irã. Lula quer essa paz dele
para enfraquecer Israel, dar sobrevida
ao Ramás através da autoridade nacional
Palestina, criar pressão internacional
contra Netaniu e manter o Oriente Médio
instável o suficiente para China e
Rússia continuarem ganhando influência.
São objetivos diametralmente opostos,
disfarçados com a mesma palavra, paz. A
segunda camada expõe a chantagem
diplomática pós Magnitsk. O timing dessa
proposta é devastador. Lula fez esse
pedido exatamente depois de ter
negociado para blindar morais das
sanções americanas. O que foi prometido
naquela negociação? [música] Quais
compromissos o Brasil assumiu? Tudo
sigiloso, tudo escondido. Mas agora vem
a luz. Lula está tentando usar esse
crédito recém- adquirido com Trump para
enfiar uma agenda completamente
contrária aos interesses americanos. A
exigência de incluir Mahmud Abbas nas
negociações rasga qualquer máscara de
neutralidade. Abas governa a Sis
Jordânia sem eleições há 19 anos. Esse é
o cara que Lula quer na mesa de
negociação da paz. Abas administra o
fundo mártires, que em 2023 pagou 403
milhões de dólares para famílias de
terroristas presos em Israel. É o
esquema Pay For. Pague para matar.
Quanto mais israelenses você assassina,
mais sua família recebe. Israel
apresentou todas as provas disso na ONU.
Documentos, transferências bancárias,
tudo. A grande mídia internacional
ignora, mas os dados estão lá. Abbas
perdeu Gaza justamente para o Ramas em
2007, numa guerra civil palestina que
matou centenas. Ele não tem legitimidade
nem entre os próprios palestinos que o
consideram corrupto e subserviente. Mas
Lula quer ressuscitar politicamente esse
fantoche, colocá-lo sentado à mesa com
Trump, transformá-lo em interlocutor
legítimo. Por quê? Porque Abbas é
alinhado com o eixo antiocidental que
Lula está construindo. É um peão
controlável, diferente do Ramas, que por
mais radical que seja, tem agenda
própria. A terceira camada desvenda o
jogo doméstico que poucos perceberam.
Lula enfrenta rejeição recorde no
Brasil, economia patinando,
investigações se aproximando do núcleo
do PT e precisa desesperadamente de uma
pauta que mobilize a militância e desvie
o foco. Qual a pauta perfeita? Palestina
é a causa sagrada da esquerda
internacional, une movimentos
identitários, desvia a atenção dos
problemas internos e ainda permite que
Lula se apresente como estadista global
humanitário. Enquanto o Brasil afunda em
crise fiscal, crime organizado dominando
estados inteiros, STF pisoteando a
Constituição, Lula está preocupado em
definir os limites geográficos e
participantes do Conselho de Paz de
Gaza. Isso não é prioridade errada, é
estratégia calculada de distração. A
militância petista vai aplaudir, a
imprensa progressista internacional vai
elogiar e os problemas reais do Brasil
continuam sendo varridos para debaixo do
tapete enquanto o molusco posa de
pacifista global. Agora conecta tudo
isso com a hipocrisia escancarada que
desmascara definitivamente as intenções
reais. Lula quer paz em Gaza, mas apoia
Maduro na Venezuela, onde manifestantes
são assassinados nas ruas. Apoia o
regime cubano que mantém população
inteira refém há 65 anos. Fez vista
grossa para o genocídio na Síria, onde a
SAD matou 500.000 pessoas. Nunca falou
nada sobre os uigures na China, 1 milhão
de muçulmanos em campos de concentração.
Chamou a invasão russa da Ucrânia de
operação militar especial, repetindo
ipsis líteres a propaganda do Kremlin.
Direitos humanos para Lula só existem
quando servem para atacar aliados dos
Estados Unidos e Israel. Quando é
ditadura de esquerda, vira não
intervenção e respeito à soberania.
Quando é genocídio comunista, vira
complexidade geopolítica que exige
nuance. Mas quando é Israel se
defendendo de terroristas que usam
hospitais e escolas como escudos
humanos, aí é massacre, é genocídio, é
crime contra a humanidade. O que esse
molusco diz não se escreve. Trump sacou
o jogo inteiro. A convocação à Casa
Branca não é reunião diplomática de
rotina, é exposição estratégica. Lula
vai ter que sentar cara a cara com o
presidente americano e explicar por está
defendendo um líder palestino que
financia terrorismo, porque quer limitar
um conselho de paz que deveria ser
abrangente, porque suas posições sempre
favorecem inimigos dos Estados Unidos e
vai ter que fazer isso sem filtro, sem
mídia amiga, sem roteiro ensaiado. Esse
baile de gala pode se transformar na
maior arapuca diplomática que Lula já
enfrentou. Trump sabe exatamente como
expor um mente capto e vai fazer isso de
forma que o mundo inteiro assista. A
persona não grata que Israel declarou
vai ficar ainda mais evidente quando
Trump começar a fazer perguntas diretas
sobre o apoio de Lula ao Ramás, sobre a
relação do PT com organizações
terroristas, sobre os votos do Brasil na
ONU sempre contra Israel. Lá em
Washington não tem como escapar. Não tem
assessor sussurrando resposta no ponto
eletrônico. Não tem jornalista petista
fazendo pergunta combinada. Não tem
edição de vídeo para cortar as gafes. É
conversa direta, olho no olho, com a
imprensa internacional inteira cobrindo
cada palavra, cada hesitação, cada
contradição. Estou pagando para ver como
o Lula vai sair dessa sem passar o maior
vechame da carreira política dele. A
proposta de limitar o conselho a Gaza já
nasceu morta. Trump vai agradecer
educadamente pela sugestão, ignorar
completamente e seguir com o plano
original que provavelmente envolve
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos,
Egito, Israel e marginalização total do
Hamás e dos radicais palestinos. O
modelo são os acordos de Abraham que
Trump negociou no primeiro mandato,
normalizando relações entre Israel e
países árabes moderados, isolando Irã e
extremistas. Limitar a discussão a Gaza
é limitar a solução. O problema
palestino não começou em 7 de outubro de
2023, começou em 1948
com a rejeição árabe à própria
existência de Israel. Qualquer solução
real precisa incluir desmilitarização de
Gaza, fim do financiamento ao
terrorismo, reforma da UNR Dula, que
perpetua o status de refugiado por
gerações e integração econômica
regional. Colocar abas na mesa é jogar
fora qualquer chance de acordo
verdadeiro, porque ele representa
exatamente o sistema corrupto que mantém
palestinos reféns da própria liderança.
Trump conhece esse jogo todo? Ele já
negociou com líderes árabes, já
enfrentou a autoridade palestina, já
moveu a embaixada americana para
Jerusalém, enfrentando pressão do mundo
inteiro. Não vai ser o Lula, com sua
historinha de bar sobre acabar com
guerra da Ucrânia tomando cerveja, que
vai empurrar a agenda antes Israel goela
abaixo da Casa Branca. Essa conversa
para Boi dormir só cola com os acéfalos
petistas que acreditam em qualquer coisa
que o molusco fala. A máscara está
caindo em tempo real. Lula não é
pacifista, é estrategista anti-americano
jogando o jogo longo, não está
preocupado com o sofrimento de civis em
Gaza. Está usando esse sofrimento como
moeda de barganha política para
fortalecer alianças com China, Rússia,
Irã e mundo islâmico radical. Cada
movimento diplomático dele aponta para a
mesma direção. Enfraquecer o Ocidente,
enfraquecer os Estados Unidos,
enfraquecer Israel, fortalecer o eixo
autoritário global. A convocação à Casa
Branca é o tabuleiro virando contra
Lula. Ele tentou ser esperto, fazer
joguinho de bastidores, usar a
negociação do Magnitsk como trampolim
para a agenda palestina. Trump percebeu
e a resposta foi cirúrgica. Convite
oficial que não pode ser recusado. Palco
internacional onde não tem como esconder
contradições. Confronto direto onde a
fachada de estadista humanitário vai
ruir. Março vai chegar e com ele o
momento da verdade. Lula vai pisar em
Washington como persona não grata de
Israel, como defensor de abas, que
financia terrorismo, como aliado de
Maduro, Putin, Shidinping e Aatolás
iranianos. vai ter que explicar porque
todas as suas posições de política
externa favorecem ditaduras e regimes
autoritários. Vai ter que justificar
porque pediu para limitar um conselho de
paz justamente quando a paz exige
soluções abrangentes. Trump vai fazer as
perguntas que a imprensa brasileira não
tem coragem de fazer. Vai expor as
contradições que a velha mídia esconde.
Vai colocar Lula na saia justa que ele
merece, sem ponto eletrônico, sem cola,
sem roteiro ensaiado. E o mundo inteiro
vai assistir um presidente brasileiro
sendo desmascarado como porta-voz de
agenda antiocidental disfarçada de
humanitarismo. O acordo sujo que Lula
propôs está exposto. A estratégia de
usar Gaza como ferramenta geopolítica
foi revelada. A tentativa de ressuscitar
Abas como interlocutor legítimo foi
desmascarada e agora vem a conta em
formato de convocação a Casa Branca,
onde não tem como fugir, não tem como
enrolar, não tem como esconder. Essa é a
verdade que a grande mídia não vai te
contar, mas que você precisa
compartilhar. Lula jogou xadrez achando
que Trump estava jogando damas, fez
proposta calculada, achando que ia
passar despercebida. tentou usar capital
político da negociação Magnitsk para
avançar a agenda Palestina. Cada
movimento foi identificado, cada
intenção foi exposta e agora chegou a
hora de dar explicações sem filtro, sem
proteção, sem máscara. Agora faz sua
parte, compartilha esse vídeo, comenta
aqui embaixo qual sua expectativa para
esse encontro em março e fica ligado no
nosso canal porque esse dossiê só
começando. Será mesmo que Lula vai ter
coragem de comparecer à Casa Branca e
encarar Trump olho no olho? Ou vai
inventar alguma desculpa de última hora
para fugir do maior vechame diplomático
que um ocupante do Planalto poderia
passar? Até a próxima, se Deus quiser.
Um abraço, meus amigos, e que a verdade
continue sendo revelada. Yeah.
Nenhum comentário:
Postar um comentário