sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Jesus Passou 18 Anos Na Índia — A Rota Proibida Que O Vaticano Escondeu



Transcrição


Há uma lacuna na história mais difundida da humanidade. Um silêncio que tem incomodado teólogos, historiadores e
crentes por 2000 anos. Um buraco negro de 18 anos na narrativa que supostamente
define a civilização ocidental. Pense nisto por um momento. Os Evangelhos
canônicos, Mateus, Marcos, Lucas e João nos apresentam Jesus aos 12 anos,
surpreendendo os doutores da lei no templo de Jerusalém. Lucas, capítulo 2,
versículos 41 a 52. Um menino prodígio, um jovem com sabedoria extraordinária.
Seus próprios pais o encontram debatendo com os rabinos mais eruditos de Israel.
E esses homens de letras, homens que haviam dedicado suas vidas inteiras ao estudo das escrituras, ficam atônitos
com sua inteligência e suas respostas. 12 anos. Um momento de brilhantismo
precoce. E então, nada. Silêncio absoluto. O próximo registro que
possuímos é de um homem de aproximadamente 30 anos, apresentando-se a João Batista no rio Jordão para ser
batizado. 18 anos. 18 anos de completo silêncio documental. Estamos falando da
figura mais influente da história humana. O homem cujo nascimento divide nosso calendário em antes e depois. o
fundador de uma religião que hoje conta com mais de 2 bilhões de seguidores, a figura central da civilização ocidental.
E não sabemos absolutamente nada sobre 18 anos de sua vida. Onde esteve Jesus
durante esse período crítico de formação? O que ele fez? Com quem ele estudou? Que experiências moldaram o
homem que transformaria a história humana? Hoje você testemunhará a resposta. a rota exata que ele seguiu,
cidade por cidade, templo por templo, ano por ano, quilômetro por quilômetro.
E você compreenderá porque esta informação tem sido sistematicamente suprimida durante séculos. A resposta
tradicional que a igreja tem oferecido durante dois milênios é extraordinariamente simplista, demasiado
simplista. Jesus trabalhou como carpinteiro em Nazaré, ao lado de seu pai, José. Viveu uma vida ordinária em
uma aldeia comum. Esperou pacientemente até que chegasse sua hora de Ministério Público. Fim da história. Nada a ser
visto aqui. Sigam em frente. Contudo, há um problema massivo com esta explicação.
Um problema que os eruditos têm apontado durante séculos. Um problema que a igreja institucional nunca conseguiu
resolver satisfatoriamente. O Dr. Bart Erman, da Universidade da Carolina do Norte, um dos especialistas
mais reconhecidos do mundo no Novo Testamento, tem assinalado algo crucial em suas investigações. Nazaré era uma
aldeia absolutamente insignificante. Estamos falando de talvez 200 habitantes, talvez 400, na melhor das
hipóteses. Uma aldeia agrícola perdida nas colinas da Galileia. Não havia escolas rabínicas em Nazaré, não havia
bibliotecas, não havia mestres de renome, não havia acesso aos rolos sagrados que eram zelosamente
preservados em Jerusalém e nos principais centros de aprendizado judaico. Não havia debates teológicos
sofisticados, não havia exposição a filosofias estrangeiras, não havia nada,
exceto campos de cultivo, oficinas de carpintaria e a rotina diária de uma
vida camponesa no primeiro século. E no entanto, e aqui reside um mistério que
ninguém consegue explicar, quando Jesus emerge desses anos de silêncio, ele fala
com uma autoridade que deixa absolutamente atônitos até mesmo os fariseus mais eruditos de Israel.
Marcos, capítulo 1, versículo 22, registra a reação daqueles que o ouviam
pela primeira vez e admiravam-se da sua doutrina, porque lhes ensinava como quem
tem autoridade e não como os escribas. Não como os escribas. Os escribas eram
homens que haviam dedicado décadas ao estudo formal das escrituras, homens que haviam memorizado a Torá completa,
homens que conheciam cada debate rabínico, cada interpretação, cada
comentário. E este carpinteiro de uma aldeia sem importância o superava a
todos. De onde veio essa autoridade? Onde ele a adquiriu? Em uma oficina de
carpintaria, cerruxando madeira e fabricando mesas, há mais perguntas que a versão oficial não consegue responder.
De onde provinha seu domínio absoluto das Escrituras hebraicas? Como ele adquiriu técnicas de meditação, oração
contemplativa e retiro espiritual, que não aparecem em nenhuma tradição judaica
documentada de sua época, porque ele frequentemente se retirava sozinho a lugares desertos para orar durante
horas. às vezes noites inteiras. O que ele fazia exatamente durante essas
sessões prolongadas de oração solitária? A resposta que a igreja tem suprimido sistematicamente durante séculos é esta:
Jesus viajou para a Índia. Estudou com gurus hindus nas cidades sagradas do
subcontinente. Aprendeu com mestres budistas nos mosteiros do Himalaia
durante 18 anos e retornou transformado. Retornou como o mestre que mudaria a
história. Isto não é especulação moderna, nem teoria da conspiração. Esta
teoria possui mais de 130 anos de pesquisa documentada, possui manuscritos, possui testemunhos de
múltiplos observadores independentes, possui evidências físicas que você pode
visitar hoje e possui o respaldo de tradições preservadas durante séculos em
lugares tão diversos como o Tibete, a Cachemira, a Pérsia e a Etiópia. Vamos
diretamente ao mapa. O ano é aproximadamente 7 depois de Cristo. Jesus tem 13 anos. A idade em que um
jovem judeu se torna Baritzva, filho do mandamento. A idade da responsabilidade
religiosa. A idade em que, segundo a tradição, um jovem pode tomar decisões
por si mesmo. E Jesus toma uma decisão extraordinária. Ele abandona Nazaré. Os
manuscritos que documentam esta história e que examinaremos em detalhe mais adiante relatam que Jesus se uniu a uma
caravana de mercadores que viajava para o Oriente. Essas caravanas constituíam o
sistema circulatório do mundo antigo. Transportavam seda, especiarias, pedras
preciosas, metais, perfumes e todo tipo de produtos valiosos entre o Mediterrâneo e a Ásia. Eram cidades
móveis, centenas de pessoas viajando juntas. mercadores, guardas, guias,
cozinheiros, artesãos e peregrinos. Pessoas que viajavam por razões religiosas, buscando sabedoria em terras
distantes. Primeira etapa da jornada de Jerusalém a Damasco, 200 km rumo ao
norte. Uma viagem de aproximadamente duas semanas a pé. Damasco, uma das
cidades continuamente habitadas mais antigas do mundo. No século era o
principal cruzamento das rotas comerciais do Oriente Médio, um ponto de encontro entre mundos. Caravanas
chegavam de todas as direções, do sul, da Arábia, com incenso e mirra, do
leste, da Pérsia, com tapetes e joias, do extremo oriente, da Índia e da China
com seda e especiarias. do oeste de Roma com ouro e manufatura. Aqui, um jovem
viajante tinha opções. Ele podia unir-se a diferentes caravanas com distintos destinos. Jesus escolheu o leste.
Deamasco, a rota prosseguia para o leste, atravessando o deserto sírio,
território árduo, mas perfeitamente transitável. As caravanas o faziam
constantemente. Havia poços de água em pontos estratégicos. Havia caravansarás.
Pousadas do deserto, onde os viajantes podiam descansar. Havia rotas estabelecidas durante milênios, 600 km
de jornada. Destino: Mesopotâmia, o atual Iraque, a terra entre os rios
Tigre e Eufrates. A Mesopotâmia era o berço da civilização. Aqui haviam florescido a Suméria, a Babilônia, a
Assíria. Aqui se inventara a escrita. Aqui foram erguidos os primeiros grandes
templos e aqui, crucialmente para a nossa história, existia uma das maiores
e mais antigas comunidades judaicas fora da Palestina, os descendentes dos
exilados da Babilônia. No ano de 586 a de. Crist, o rei Nabuco Donzor havia
conquistado Jerusalém e deportado a elite judaica para a Babilônia. 70 anos
depois, quando Ciro, o Persa, permitiu o retorno, muitos judeus optaram por
permanecer. Haviam construído vidas, negócios, comunidades. Seus descendentes
permaneciam ali no primeiro século. Sinagogas fluorescentes, academias de estudo, redes de apoio para viajantes
judeus. Um jovem da Galileia, que viajava rumo ao Oriente não estava completamente só. encontrava
compatriotas, encontrava hospitalidade, encontrava conexões que facilitavam a
jornada. Da Mesopotâmia, a rota prosseguia para o leste, humo à Pérsia,
o grande império que se estendia da Mesopotâmia até as fronteiras da Índia,
mais 800 km de jornada. Pérsia, o império que havia conquistado a
Babilônia, o império que havia libertado os judeus do exílio, o império de Ciro,
Dário e Xes. Aqui Jesus teria sido exposto pela primeira vez a ideias
religiosas radicalmente distintas. O zoroastrismo, a religião fundada por
zoroastro séculos antes, ideias que influenciariam profundamente tanto o
judaísmo quanto o cristianismo. O conceito de céu e inferno como destinos
eternos, a ideia de um juízo final, o dualismo entre luz e escuridão, bem e
mal, a expectativa de um salvador futuro que viria para redimir o mundo.
Coincidência que essas ideias surjam no cristianismo ou exposição direta durante a jornada. Tempo total desta primeira
etapa, 2 a 3 anos. Um, 600 km percorridos. Um adolescente havia se
tornado um jovem. Havia contemplado mundos distintos, havia aprendido idiomas diversos, havia sido exposto a
concepções variadas, mas mal estava começando. O destino final estava além,
muito além. Índia. Da Pérsia oriental, a rota prosseguia para o leste através do
que hoje é o Afeganistão. O hindukuchus, matador de hindus em persa, montanhas
brutais que haviam detido exércitos, mas não caravanas comerciais. Durante milênios, mercadores haviam encontrado
passagens através dessas montanhas. Rotas difíceis, porém transitáveis.
Rotas que conectavam o mundo mediterrâneo ao subcontinente indiano. Alexandre, o grande havia cruzado essas
montanhas 300 anos antes de Jesus. Seus exércitos gregos haviam chegado até o
rio Indo e o intercâmbio cultural que ele iniciou jamais cessou. O historiador
romano Plínio, o velho escrevendo precisamente no primeiro século a época
exata de Jesus, documentava dados econômicos reveladores. Roma despendia
100 milhões de cestércios anuais na aquisição de produtos orientais: seda
chinesa, especiarias indianas, pedras preciosas, perfumes. Esse comércio
vultoso só era possível porque as rotas existiam, porque as jornadas eram
frequentes, porque milhares de indivíduos percorriam esses caminhos a cada ano. A jornada de Jesus à Índia não
era uma façanha impossível, era simplesmente unir-se ao fluxo constante de comércio e peregrinação que havia
existido por séculos. Após semanas atravessando montanhas e desertos, a caravana chegava ao vale do Indo, o
atual Paquistão. A porta de entrada para a Índia. O contraste deve ter sido
impactante após o deserto e as montanhas, um vale fértil, rios
caudalosos, vegetação exuberante, cidades antigas, templos que se elevavam
aos céus, uma civilização completamente distinta de tudo o que Jesus havia conhecido. E aqui tem início à
transformação. Jesus, ou como o chamavam no Oriente, Issa, adentra as cidades
sagradas da Índia. Os manuscritos que documentam esta história mencionam especificamente três cidades, três
centros de aprendizado espiritual, três etapas na formação de Isa, primeira
parada, Puri, costa leste da Índia, estado atual de Odicha, lar do templo de
Jaganat, senhor do universo, um dos quatro locais de peregrinação mais sagrados do hinduísmo. Um templo
colossal que atraía peregrinos de toda a Índia. Aqui, conforme os manuscritos,
Issa foi acolhido por Bramanes, a casta sacerdotal hindu, os guardiães do
conhecimento sagrado, e iniciou sua formação formal na tradição védica, os
Vedas, os textos mais antigos da tradição hindu, escritos em sânscrito,
hinos sagrados que remontam há mais de 3.000 anos, conhecimento sobre a natureza da realidade, sobre os deuses,
sobre o cosmos, sobre a alma humana. Issa aprendeu o sânscrito, o idioma dos
textos sagrados, memorizou hinos védicos, foi introduzido a técnicas de
meditação que aquiietavam a mente e abriam a percepção a realidades superiores. Segunda parada Benares,
também conhecida como Varanzi ou Cashi, norte da Índia, as margens do rio
Ganges, a cidade mais sagrada do hinduísmo, tão antiga que suas origens
se perdem na pré-história. Disse que foi fundada pelo próprio deus Chiva. Os hindus creem que morrer em Benares
garante a libertação do ciclo de reencarnação. A cada dia, milhares de peregrinos descem pelos gates, as
escadarias de pedra, para banhar-se nas águas sagradas do Ganges. A cada noite,
sacerdotes realizam elaboradas cerimônias de fogo diante do rio. O ar está permanentemente perfumado com
incenso. Os cânticos sagrados jamais cessam. Aqui Isa aprofundou seus
estudos, os upanishades, textos filosóficos que transcendem os rituais
védicos, que exploram a natureza última da realidade. O conceito central,
Bramanh e Atman. Brahman a alma universal, a realidade última, o divino
que permeia todo o cosmos. Atman, a alma individual, a centelha divina dentro de
cada ser humano e a revelação central do upanades. Atman é brahman. A alma
individual é idêntica à alma universal. O divino não está externamente em um céu
distante, está internamente no cerne de cada ser. Anos depois, na Palestina,
Jesus diria: "O reino de Deus está dentro de vós". De onde provinha essa
doutrina? Não do judaísmo tradicional, que enfatizava um Deus externo transcendente, separado da criação.
Provinha dos upanhads, provinha de Benares, provinha da Índia. Em Benares,
Isa também aprendeu para Naayama, controle da respiração, técnicas sofisticadas que regulam a energia
vital, que acalmam a mente, que preparam o corpo para estados profundos de meditação. Técnicas que não existiam em
nenhuma tradição judaica da época, mas que Jesus, evidentemente, praticava.
Seus retiros prolongados ao deserto, suas noites inteiras de oração, sua capacidade de manter perfeita serenidade
mesmo diante da morte. Tudo isso faz sentido se ele aprendeu essas técnicas na Índia. Terceira parada, Rajagria, na
região de Bihar, antiga capital do reino de Magada, um centro de aprendizado
filosófico onde convergiam múltiplas tradições. Aqui Issa completou sua
formação bramânica, dominou a filosofia védica, compreendeu os sistemas de
pensamento mais sofisticados do Oriente, mas também aqui teve início o conflito,
um conflito que alteraria tudo. Para compreender o que ocorreu, é preciso compreender o sistema de castas, a
estrutura social que definia, e em muitos aspecta ainda define, a sociedade
hindu. No topo, os bramanes, a casta sacerdotal, os únicos autorizados a ler
os textos sagrados, os únicos que podiam realizar rituais, os intermediários
exclusivos entre os humanos e os deuses. Abaixo os xátrias, a casta guerreira,
reis, nobres, soldados, abaixo os vaixás, comerciantes e agricultores,
abaixo os sudras, servos e trabalhadores, e, no fundo absoluto,
fora do próprio sistema, os dallits, os intocáveis, os párias. Os intocáveis
eram considerados tão impuros que sua mera sombra contaminava. Não podiam entrar em templos, não podiam usar os
mesmos poços de água, não podiam caminhar pelas mesmas ruas que as castas superiores. Eram relegados aos trabalhos
mais degradantes, limpar latrinas, manusear cadáveres, curtir peles, seres
humanos tratados como menos que animais, do nascimento à morte, sem possibilidade
de escape, sem esperança de mudança. O sistema era considerado de origem divina, estabelecido pelos próprios
deuses. Questioná-lo era heresia. Issa observou este sistema e algo se rebelou
profundamente dentro dele. Ele vinha de uma tradição diferente. O judaísmo ensinava que todos os seres humanos
foram criados à imagem de Deus. Todos. Sem exceção. O profeta Amós havia
denunciado os ricos que oprimiam os pobres. Isaías havia proclamado justiça
para os marginalizados. A tradição profética judaica era uma tradição de igualdade radical perante Deus. E agora
isso havia um sistema que contradizia tudo isso, um sistema que declarava milhões de seres humanos como
intrinsecamente inferiores por nascimento para sempre. Os manuscritos
de Hemes registram o que Issa fez. Começou a pregar aos párias, aos intocáveis, aos rejeitados. Foi aos
lugares onde viviam, os bairros mais pobres, as margens das cidades, e lhes
ensinou. Disse-lhes que tinham alma, que eram amados pelo criador, que não havia
diferença entre eles e os bramanes perante os olhos de Deus. Os manuscritos
registram suas palavras. Não há diferença entre filhos do homem. Todos são iguais perante o Criador. O Pai
Celestial não faz diferença entre seus filhos. Todos lhe são igualmente queridos. Deus não estabeleceu diferença
entre seus filhos. Todos têm o mesmo direito de ouvir sua palavra. Isso enfureceu absolutamente a casta
sacerdotal. Seu poder dependia da hierarquia. Sua autoridade econômica,
social e espiritual baseava-se em serem superiores por nascimento. E este
estrangeiro, este jovem de uma terra distante, estava destruindo os fundamentos de todo o sistema deles. Os
manuscritos registram o confronto. Os Bramanes e os xátrias lhe disseram que
Brama proibia que se aproximassem daqueles criados de seu ventre e de seus pés. Tradução: Os intocáveis foram
criados das partes inferiores do corpo divino e, portanto, são intrinsecamente
inferiores. A resposta de Issa foi devastadora. O Pai Celestial não faz
diferença entre seus filhos. Todos lhe são igualmente queridos. Os sacerdotes
decidiram que este estrangeiro precisava morrer. Era demasiado perigoso. Seus
ensinamentos eram demasiado subversivos. Se os párias começassem a acreditar que
eram iguais, toda a ordem social se desmoronaria. Planejaram seu assassinato, mas os párias que Issa
havia ensinado o alertaram. Certa noite, vieram a ele em segredo. Contaram-lhe
sobre o complô, rogaram-lhe que fugisse. Issa escapou para o norte, para as
montanhas, para o Himalayia, para um mundo completamente diferente, o mundo
do budismo. Imagine a cena. Um jovem de cerca de 20 anos fugindo da morte,
deixando para trás as planícies quentes da Índia, asendo em direção aos picos mais altos do planeta, o Himalaia, a
morada das neves em sânscrito, montanhas que se elevam a mais de 8, mire 0 m,
picos que perfuram as nuvens, geleiras que brilham sob o sol, ar tão puro e
rare efeito que cada respiração é um esforço consciente. seguiu as trilhas que peregrinos e
comerciantes haviam utilizado durante séculos. Trilhas estreitas talhadas nas
encostas das montanhas, pontes de corda sobre abismos vertiginosos, passagens de
alta montanha onde a neve jamais derrete, semanas de viagem, a cada dia
mais alto, a cada dia mais longe daqueles que o queriam matar. Primeira
parada nas montanhas, Nepal, o reino do Himalaia, o lugar onde cinco séculos
antes havia nascido um príncipe chamado Sidarta Gautama, o homem que o mundo
conheceria como Buda, o iluminado. Em Lumbini, no sul do Nepal, Sidarta havia
nascido. Em Bodgaia havia alcançado a iluminação sob uma árvore. Em Sarnat
havia pregado o seu primeiro sermão. em Kushinagar havia morrido e alcançado o
nirvana final. Esses lugares eram e continuam sendo sítios de peregrinação
para milhões. E no século Nepal estava repleto de mosteiros budistas,
comunidades de monges dedicados a preservar e praticar os ensinamentos de Buda. ISA encontrou refúgio nestes
mosteiros e encontrou algo mais. encontrou uma filosofia que ressoava
profundamente com tudo o que havia sentido na Índia. O budismo era radicalmente diferente do hinduísmo
Braman. Não havia castas. Buda havia rejeitado explicitamente o sistema de
castas. Havia aceitado discípulos de todas as classes sociais. Havia declarado que a iluminação estava
disponível para todos. Não havia sacrifícios de animais. O budismo enfatizava a não violência absoluta, a
rinça, não ferir nenhum ser vivente. Não havia deuses caprichosos exigindo
rituais elaborados, apenas o caminho interior, a meditação, a compreensão da
natureza da mente, a libertação do sofrimento. Os ensinamentos de Buda eram
elegantemente simples. As quatro nobres verdades. Primeira, a vida implica
sofrimento. Duca. Segunda, o sofrimento possui uma causa, o desejo, o apego.
Terceira, é possível cessar o sofrimento. Quarta, há um caminho para
alcançá-lo. O nobre caminho óctoplo. E o caminho óctoplo, visão correta, intenção
correta, fala correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto,
atenção correta, concentração correta. Não há rituais elaborados. Não há
intermediários sacerdotais, não há hierarquias divinas, apenas prática,
apenas transformação interior, apenas despertar. Isa estudou esses
ensinamentos, aprendeu P, o idioma dos textos budistas mais antigos. praticou
meditação sob a orientação de mestres experientes. Diana, a meditação de
absorção profunda. Vipásana, a meditação de insight, de ver a realidade como ela
é. Meta, o cultivo de amor incondicional para com todos os seres. Técnicas
sofisticadas desenvolvidas durante séculos. Técnicas que transformavam a mente, que dissolviam o ego, que abriam
a percepção a dimensões de realidade normalmente invisíveis. do Nepal. Issa
continuou para o norte em direção ao Tibete. O planalto mais alto do mundo, o
teto do mundo. Tibete. Paisagens que desafiam a imaginação. Planaltos que se
estendem até o horizonte a quatro. Esa es a metros de altitude. Céus de um azul
tão intenso que parecem irreais. Lagos sagrados de águas cristalinas e
mosteiros. Mosteiros construídos nas encostas de montanhas impossíveis.
Mosteiros que parecem desafiar a gravidade, monastérios que haviam preservado os ensinamentos budistas por
séculos. destino, a região de Lhaça, a capital espiritual do budismo tibetano.
Ali se preservavam os textos mais antigos, os ensinamentos mais puros, os
métodos mais avançados de transformação interior. Ali, os mestres mais
realizados transmitiam conhecimento de geração em geração, linhagens
ininterruptas de sabedoria. E em Lada, a região ao norte da Índia, na fronteira
com o Tibete, o monastério de Emes, um dos mais antigos e venerados de toda a
região, fundado no século X, mas construído sobre locais de prática muito
mais antigos. Ali, segundo os registros que examinaremos em breve, Issa passou
anos. Anos de estudo intensivo, anos de prática profunda, anos de transformação.
Os manuscritos falam de 6 anos nos monastérios do Himalaia, 6 anos aprendendo. Diana, meditação profunda
que aquiieta a mente até o silêncio absoluto. Caruna: compaixão universal,
amor incondicional por todos os seres, sem exceção. sabedoria que penetra a natureza
ilusória do ego e do mundo fenomênico. Chunhata, vacuidade. A compreensão de
que nada possui existência inerente separada. conceitos sofisticados,
práticas transformadoras, realizações que alteram permanentemente a percepção.
Quando chegou ao Himalaia, Issa era um refugiado, um jovem fugindo da morte,
buscando, aprendendo. Quando partiu, era um mestre, um ser transformado, alguém
que havia integrado o melhor de múltiplas tradições, alguém pronto para transformar o mundo. tinha 29 anos e era
o momento de retornar. Aos 29 anos, Issa tomou a decisão mais importante de sua
vida, retornar. Retornar à sua terra, retornar ao seu povo, levar tudo o que
havia aprendido de volta a Israel. Imagine esse momento. 16 anos longe de
casa, 16 anos de viagem, estudo, transformação. Havia visto templos que
faziam empalidecer o templo de Jerusalém. havia conhecido sábios cuja compreensão superava a de qualquer
rabino. Havia experimentado estados de consciência que a maioria dos humanos
jamais conhecerá. Poderia ter permanecido. Poderia ter vivido o restante de sua vida em paz em algum
monastério do Himalaia. Respeitado, venerado, tranquilo. Contudo, elegeu
retornar. elegeu levar o que havia aprendido àqueles que mais necessitavam,
aos pobres da Galileia, aos enfermos da Judeia, aos marginalizados de Israel, ao
seu povo, a rota de retorno, Tibete rumo ao sul, atravessando o Nepal, mas desta
vez evitando as cidades da Índia central, onde os bramanes ainda poderiam procurá-lo. Em vez de descer rumo às
planícies, Issa tomou uma rota diferente, rumo ao através das montanhas, passando pela Cachemira.
Cachemira, o vale mais belo do Himalaia, o paraíso na Terra, assim o denominavam
os mogóis, montanhas nevadas em todas as direções, lagos cristalinos, jardins que
florescem na primavera com uma explosão de cores. Segundo as tradições locais,
tradições que persistiram por séculos, Issa passou um tempo na Cachemira, ensinou ali, deixou seguidores ali e,
segundo algumas tradições, retornaria ali. Contudo, isso virá depois em nossa
história. Lembre-se deste local. Cachemira será crucial mais adiante. Da
Cachemira rumo ao cruzando os desfiladeiros montanhosos rumo à Pérsia.
O mesmo território que havia atravessado 16 anos antes, mas agora em direção
oposta. Agora como um homem transformado através da Pérsia, meses de viagem,
caravanas, pousadas, caminhos empoeirados. a Mesopotâmia. Novamente,
as comunidades judaicas que talvez havia conhecido em sua jornada de ida, agora as via com olhos diferentes, com a
perspectiva de alguém que havia visto o mundo, Damasco, o cruzamento de caminhos
quase em casa. E finalmente a Palestina, Galileia, lar. Jesus tinha 30 anos,
havia viajado mais de 10 e quilômetros. havia estudado com bramanes hindus por
se anos. Havia estudado com monges budistas por mais se anos. Havia cruzado
desertos, montanhas, rios. Havia sido perseguido. Fugira, sobrevivera. Havia
visto civilizações que seus compatriotas não podiam imaginar. Havia aprendido
verdades que seus mestres de infância jamais conheceram. E agora retornava.
apresenta-se perante João Batista no rio Jordão. João, o profeta do deserto, o
homem que pregava arrependimento e purificação, o precursor. Jesus adentra
as águas, João o batiza. E segundo os evangelhos, o céu se abre. Uma voz
declara: "Este é meu filho amado. O ministério público tem início. Contudo,
o homem que emerge dessas águas não é o menino de Nazaré, não é o filho do carpinteiro. é um mestre que fundiu três
tradições espirituais: a tradição judaica de seus ancestrais: monoteísmo,
profecia, esperança messiânica, a sabedoria védica da Índia, a divindade
interior, as técnicas contemplativas, a filosofia budista do Himalaia, compaixão
universal, não violência, libertação do sofrimento, tudo unificado em uma
síntese única, tudo expresso na linguagem de seu povo. Tudo acessível
para pescadores, camponeses, prostitutas, cobradores de impostos, os marginalizados, os rejeitados, aqueles
que as elites religiosas desprezavam, exatamente como os párias da Índia, no
que o mundo denominaria cristianismo. Agora que você viu a rota completa,
analisemos a síntese, o que ele extraiu de cada tradição e como tudo isso se
manifestou em seus ensinamentos. Do judaísmo, sua tradição de origem, Jesus
trazia o fundamento, monoteísmo absoluto, um único Deus, criador de
tudo. A tradição profética, falar a verdade, ao poder, denunciar a
injustiça, a Torá, a lei, os mandamentos, a estrutura ética, a
esperança messiânica, a promessa de libertação de um mundo renovado. Esta
era sua linguagem, seu quadro de referência, o que seus ouvintes compreendiam. Do hinduísmo dos anos na
Índia, Jesus integrou a interioridade. O reino de Deus está dentro de vós. Não em
um templo externo, não em rituais externos. Dentro. Este ensinamento
provém diretamente dos upanchads, técnicas contemplativas, meditação profunda, controle da respiração, retiro
em solidão. Jesus passava noites inteiras em oração, retirava-se constantemente ao deserto. Essas
práticas não existiam no judaísmo de sua época. Contudo, existiam na Índia. A
união com o divino, eu e o Pai, somos um. Essa declaração escandalosa para
ouvidos judeus é perfeitamente coerente com o ensinamento upanixádico de que
Atman é idêntico a Brahman. Do budismo dos anos no Himalaia, Jesus extraiu:
Compaixão universal, amor sem limites, sem condições, sem exceções. Amai vossos
inimigos, bendizei os que vos amaldiçoam, fazei o bem àqueles que vos odeiam. Isto é meta, o amor
incondicional budista expresso em linguagem judaica. Não violência radical. A qualquer um que o ferir na
face ofereça-lhe também a outra. Isto é, a rinça, a não violência budista levada
ao extremo. Desapego material. Não acumuleis tesouros na terra. É mais
fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus. Isto é, o ensinamento budista
sobre o desapego como caminho para a libertação, ensinamento por parábolas,
histórias curtas com significados profundos. Buda ensinava com parábolas.
Jesus ensinava com parábolas, a mesma metodologia pedagógica. A genialidade de
Jesus não foi inventar ideias completamente novas do nada, foi sintetizar, tomar o melhor de cada
tradição que havia conhecido, fundi-lo em algo único, expressá-lo na linguagem
de seu povo, torná-lo acessível para todos. Uma espiritualidade universal
expressa em forma judaica, uma revolução espiritual disfarçada de ensinamento
rabínico, algo completamente novo e completamente transformador. Você acaba
de visualizar a rota completa 10.000 1 km, 18 anos, cidade por cidade, templo
por templo, Jerusalém, Damasco, Mesopotâmia, Pérsia, o Vale do Indo,
Puri, Benares, Rajagria, Nepal, Tibete, Lada e de Regresso. Três tradições
espirituais fusionadas em uma, mas o que Jesus aprendeu especificamente em cada
lugar? as técnicas exatas de meditação que dominou, os textos específicos que
estudou, as práticas que transformaram sua consciência. Isso está documentado
em profundidade no ebook. Porque os apóstolos ocultaram as palavras mais perigosas de Jesus. Enlace fixado no
primeiro comentário. O capítulo 4 detalha as 12 técnicas específicas que
Jesus dominou durante esses 18 anos. Técnicas que nunca aparecem em nenhum
evangelho canônico. Técnicas que a igreja ativamente suprimiu. Faça o
download agora. Você o necessitará para o que está por vir, porque a rota é
apenas o onde. Agora, analisemos como chegamos a esse conhecimento. A evidência, as testemunhas, os
manuscritos, começando pela descoberta que alterou tudo. 1887,
Himalaia. Um jornalista russo com uma perna fraturada. O ano é 1887.
O local os Passos montanhos mais elevados do planeta, na região de Ladaak. Um jornalista e explorador
russo, Nicholas Notovit, cavalgava por trilhas que poucos europeus haviam percorrido. Notovit não era um
aventureiro comum. havia estudado na prestigiada Universidade de São Petersburgo. Havia trabalhado como
correspondente de guerra, cobrindo conflitos nos Balkans. Tinha acesso a círculos acadêmicos e diplomáticos de
alto nível na Rússia imperial. Falava múltiplos idiomas. Havia publicado
livros sobre suas viagens anteriores. Era um homem sério, culto, com uma reputação azelar. Sua jornada pelo
Himalaya era parte de uma expedição mais ampla pela Ásia Central. documentando
culturas, estudando religiões, explorando regiões remotas. Contudo,
algo inesperado alteraria o curso de sua vida para sempre. Perto do mosteiro budista de Hemes, Notovit sofreu um
grave acidente. Seu cavalo tropeçou em um cendeiro estreito. Notovit caiu,
fraturou uma perna. Naquelas montanhas remotas, a semanas de distância de qualquer hospital ocidental, uma fratura
na perna poderia significar a morte. infecção, gangrena, sem cirurgiões, sem
antibióticos, sem esperança. No entanto, os monges do mosteiro de Remes o
acolheram, levaram-no à suas instalações, cuidaram dele por semanas,
enquanto sua perna cicatrizava lentamente. é misera e continua sendo um
dos mosteiros mais importantes da tradição budista tibetana, fundado no
século 11, lar de centenas de monges, guardião de textos antigos e tradições
milenares. Durante essas semanas de recuperação forçada, Notovic iniciou
conversas extensas com o lama principal do mosteiro. Falaram de budismo, de
filosofia, de história, das conexões entre tradições espirituais. Foi então
que o lama mencionou algo que deixou Notovit absolutamente estupefato. Ele
lhe falou sobre manuscritos antigos preservados no mosteiro, manuscritos que documentavam a visita de um santo
estrangeiro à Índia e ao Tibete. Um santo que viera do ocidente, da terra de
Israel, um santo chamado Isa. Issa, o nome árabe, persa e tibetano. Para
Jesus. Notovit permaneceu incrédulo. Jesus no Tibete. Manuscritos budistas
sobre o fundador do cristianismo, registros dos anos perdidos que nenhum texto ocidental mencionava, solicitou
acesso aos documentos. O lama, inicialmente demonstrou reticência.
Estes eram textos sagrados, não exibições para ocidentais curiosos,
documentos preservados durante séculos, protegidos de olhos profanos. Mas
Notovit insistiu, apelou ao seu interesse genuíno, explicou que desejava
compreender, não explorar, comprometeu-se a tratar os textos com respeito. Dias de negociação. Finalmente
o lama consentiu. Os manuscritos, conforme documentado por Notovit posteriormente, estavam escritos em
Pali, a língua dos textos budistas mais antigos. Haviam sido traduzidos para o
tibetano séculos atrás. eram cópias de textos originais que supostamente eram
preservados na biblioteca central de Laça, a capital espiritual do Tibete. O
jornalista russo passou dias a ouvir, enquanto um intérprete traduzia os textos verso a verso, tomou notas
meticulosas, registrou cada detalhe. O que ele documentou era extraordinário.
Os manuscritos descreviam como Issa, aos 13 anos abandonou secretamente a casa de
seus pais. Como se juntou a uma caravana de mercadores que viajava para o Oriente? Como chegou à região de Sind,
no atual Paquistão? Como estudou com Bramanis nas cidades sagradas de Puri,
Benares e Rajagrira? Como aprendeu os Vedas e os upanxades? Como rejeitou o
sistema de castas e foi perseguido? Como fugiu para o norte e estudou com mestres
budistas? Como retornou à Palestina aos 29 anos? Exatamente o que lhe acabei de
apresentar no mapa. Notovit publicou suas descobertas em 1894.
O livro foi intitulado A vida desconhecida de Jesus Cristo. O impacto
foi imediato e massivo. Foi traduzido para o francês, alemão, inglês,
espanhol, italiano. Milhares de cópias foram vendidas e a controvérsia foi
absolutamente feroz. A Igreja ortodoxa russa o atacou publicamente. Estudiosos
ocidentais o qualificaram como fraude e mentiroso. O Vaticano emitiu condenações. Acadêmicos redigiram
artigos demolidores. Notovit foi ridicularizado. Sua reputação foi
atacada. Sua credibilidade foi questionada. Se a história terminasse aqui, poderíamos facilmente descartá-la.
Um jornalista em busca de fama, uma invenção para a venda de livros. Fraude
pura e simples. Contudo, a história não termina aqui, pois outros viajantes
chegaram a Emespocas com outras motivações, e alguns deles
confirmaram exatamente o que Notovit havia relatado. Se Nicholas Notovit tivesse sido o único a relatar esses
manuscritos, a história poderia ser descartada. Contudo, ele não foi o único
e isso altera tudo. 1922, quase três décadas após a publicação do
livro de Notovit, um monge hindu de alto escalão chamado Suami Abredan empreendeu
uma jornada em direção ao mosteiro de Remes. Abedananda não era uma pessoa qualquer, era um discípulo direto de Sri
Hamakrishna, um dos santos mais venerados da Índia moderna. havia viajado extensivamente pelos Estados
Unidos e pela Europa, proferindo palestras sobre filosofia védica, havia
fundado centros de estudo, havia escrito livros respeitados, era um erudito
reconhecido internacionalmente e era profundamente cético em relação às afirmações de Notovit. chegou a Remes
com um propósito específico e declarado. Verificar ou desmentir definitivamente o
que o jornalista russo havia relatado. Não chegou como um crente, chegou como
um investigador, como um cético, desejando expor uma fraude caso fosse
isso o que encontrasse. O que encontrou o surpreendeu profundamente. Os monges
lhe mostraram os manuscritos, os mesmos manuscritos que Notovit havia descrito.
Rabedananda não apenas confirmou a existência deles, ele fez algo mais. Traduziu pessoalmente porções deles, do
tibetano, com seu próprio conhecimento dos idiomas, e as incluiu em seu livro
de viagens, publicado em Bengali, sob o título Cachemira e Tibete. Uma segunda
testemunha, independente, cética inicialmente, com credenciais
impecáveis, convertida em confirmador. 1925, 3 anos após Abredan. O célebre artista,
filósofo e explorador russo Nicholas Hichu famosa expedição pela Ásia Central.
Hoich era um homem com credenciais absolutamente extraordinárias. Havia sido nomeado múltiplas vezes ao
Prêmio Nobel da Paz. Suas pinturas eram exibidas e são exibidas hoje nos museus
mais prestigiados do mundo. Havia fundado instituições culturais em diversos países. Possuía conexões com
universidades, governos e organizações internacionais. Era amigo de figuras
como Einstein, Tagori e líderes mundiais. Sua expedição de 1925-1928
atravessou Índia, Tibete, Mongólia, China. Milhares de quilômetros, anos de
viagem. Documentação meticulosa. Durante sua passagem por Lada e outras regiões
do Himalaya, Reri documentou extensamente as tradições locais sobre ISA. Em seu diário de viagem publicado
posteriormente, ele escreveu o seguinte: "Em Srinagar foi nos contada pela
primeira vez a lenda sobre a visita de Cristo a este local. Depois, mais ao
norte, ouvimos quão familiar é o nome de Isa. Posteriormente, em Ladaq, ouvimos a
mesma história com mais detalhes e acrescentou: "É notável que essas lendas
do Tibete, da Índia e de Ladaak sejam todas consistentes entre si." Poerish
documentou que as tradições sobre issa não estavam limitadas a um único mosteiro, não eram um rumor isolado,
eram um conhecimento difundido, conhecido em múltiplas regiões, relatado
por pessoas que não tinham contato entre si, com detalhes consistentes, três testemunhas, três épocas diferentes,
1887, 1922, 1925. Três nacionalidades: russo, indiano,
russo. Três profissões: jornalista, monge, artista e explorador. Três
motivações diferentes, a mesma história central. Sinotovit inventou tudo em 1887.
Como explicamos que Abredananda, um cético declarado, encontrasse exatamente
o que Notovit havia descrito 35 anos depois? Como explicamos que Rerik
documentasse as mesmas tradições orais em múltiplas regiões? Coincidência,
conspiração entre três homens que jamais se conheceram ou simplesmente evidência
de algo real. Mas há ainda mais evidências. Evidência linguística,
evidência geográfica, tradições que persistiram por séculos em locais remotos. Se Jesus nunca viajou ao
Oriente, como explicamos que seu nome apareça em tradições de múltiplos países? Em árabe, Issa, em Persa, Isa em
sânscrito, Isaa, em Pali, Issa, em tibetano, issa, o mesmo nome preservado
independentemente em idiomas que evoluíram separadamente, em regiões que não tinham contato regular entre si. E
na Cachemira, esse belo vale que mencionei durante a rota de retorno, existe uma tradição que persistiu por
mais de 1000 anos. Uma tradição sobre um santo chamado Yus Asaf. Yus Asaf, um
nome que intrigou pesquisadores por décadas. Segundo o Dr. Fida Hasnain,
historiador da Cachemira, ex-diretor do departamento de arquivos e museus do estado, o nome possui múltiplas
interpretações possíveis. Yusu poderia derivar de Yesessu, Jesus. Asaf poderia
significar aquele que reúne ou o curador. Outra interpretação, aquele que
foi curado de suas feridas. O Tarik e Kashmir é uma crônica histórica
detalhada da região compilada no século XV pelo historiador Mula Nadiri, baseada
em registros mais antigos. Esta crônica menciona especificamente e usa Asaf. O
descreve como um profeta estrangeiro que chegou a Cachemira em tempos antigos,
que vinha do oeste, de terras distantes, que pregava por meio de parábolas, que
falava constantemente do reino de Deus. que possuía seguidores que o chamavam de ISA, detalhes que coincidem
perfeitamente com Jesus em uma crônica escrita séculos antes que qualquer missionário europeu chegasse à região.
Mas há algo ainda mais extraordinário, o Bavishia Purana, um texto hindu antigo,
cujas sessões mais antigas remontam a séculos antes de Cristo. Neste texto
surge uma referência direta a um homem chamado Issamassi. literalmente Jesus, o
Messias. O texto descreve um encontro entre este samassi e um rei da Índia
chamado Shaliva Hana. O rei pergunta ao visitante estrangeiro: "Quem é você?"
E o visitante responde: "Sou conhecido como o filho de Deus, nascido de uma
virgem, mestre dos descrentes, buscador da verdade, nascido de uma virgem, filho
de Deus." Palavras inconfundivelmente cristãs. Em um texto hindu, os primeiros
missionários portugueses chegaram à Índia em 1498. Essas tradições são anteriores,
anteriores ao colonialismo europeu, anteriores a qualquer possível contaminação ocidental. Como essas
ideias chegaram à Índia, como conheciam o nome de Jesus? Como sabiam detalhes
específicos? Nascimento virginal, título de filho de Deus, antes que os europeus
os visitassem? a explicação mais simples, a mais direta, aquela que
requer menos suposições. Alguém levou essa informação pessoalmente e o candidato mais óbvio é o próprio Jesus.
Mas talvez a evidência mais impactante não esteja em manuscritos antigos, nem
em tradições orais. Está nas próprias palavras, nos ensinamentos, nos
paralelos que são demasiado específicos, demasiado numerosos, para serem mera
coincidência. Gautama Buda viveu aproximadamente 500 anos antes de Jesus.
Nasceu príncipe no norte da Índia. Abandonou sua vida de privilégio para buscar a verdade. Passou anos em busca
espiritual. Alcançou a iluminação sob uma árvore e dedicou o restante de sua
vida a ensinar um caminho de libertação. Seus ensinamentos se espalharam por toda
a Ásia. Na época de Jesus, o budismo havia chegado à Pérsia. as fronteiras do
mundo mediterrâneo, possivelmente inclusive a Alexandria no Egito. Ao compararmos as palavras de Buda com as
de Jesus, encontramos algo extraordinário. Não eram similaridades vagas, paralelos específicos, às vezes
quase palavra por palavra. Buda afirmou: "O ódio não cessa com o ódio. O ódio
cessa apenas com o amor. Esta é a lei eterna". Jesus declarou: "Amai vossos
inimigos, abençoai aqueles que vos amaldiçoam, fazei o bem à aqueles que
vos odeiam". Buda afirmou: "Considere os outros como a si mesmo". Jesus declarou:
"Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Buda afirmou: "Se um homem insensato me
fizer mal, eu lhe retribuirei a proteção de meu amor desinteressado." Jesus
declarou: "A qualquer que o ferir na face, volte-lhe também a outra". Buda
afirmou: "Não busque a amizade daqueles que possuem uma alma impura. Não busque
a companhia de homens com alma perversa." Jesus declarou: "Não deis o que é santo aos cães, nem lanceis vossas
pérolas diante dos porcos." Buda afirmou: "A falta cometida por si mesmo
nasce de si mesmo e prejudica o insensato, como o diamante corta a pedra
dura". Jesus declarou: "Não é o que entra pela boca o que contamina o homem,
mas sim o que sai da boca. Os paralelos estendem-se muito além de frases isoladas. Ambos os mestres ensinaram por
meio de parábolas, histórias curtas com significados profundos que revelavam
verdades espirituais. Ambos reuniram discípulos que abandonaram suas vidas
anteriores para segui-los, pescadores, lavradores, indivíduos comuns
transformados em mestres. Ambos pregaram aos marginalizados, os pobres, os
enfermos, os rechaçados pela sociedade religiosa estabelecida. Ambos
enfatizaram a compaixão como virtude suprema. Acima de rituais, sacrifícios
ou conhecimento intelectual. Ambos rejeitaram o ritualismo vazio, criticaram severamente as elites
religiosas que priorizavam a forma em detrimento da substância. Ambos
praticaram retiro e meditação, períodos prolongados de solidão contemplativa.
Ambos fundaram comunidades que sobreviveram à sua morte e transformaram o mundo. O Dr. Marcos Borg, distinto
teólogo da Universidade Estadual do Oregon, escreveu extensivamente sobre esses paralelos. Borg era um cristão
praticante, não um crítico hostil da fé, não alguém com uma agenda antirreligiosa
e reconhecia abertamente as similaridades entre o budismo primitivo e os ensinamentos de Jesus são
surpreendentes e merecem uma explicação séria. Como explicamos esses paralelos?
Existem fundamentalmente três possibilidades. Primeira, pura coincidência. Dois mestres
extraordinários em diferentes épocas e locais chegaram independentemente às
mesmas conclusões. Isso é filosoficamente possível. As verdades
universais podem ser descobertas independentemente. Contudo, a quantidade e a especificidade
dos paralelos tornam essa explicação estatisticamente improvável. Segunda,
influência indireta. Ideias budistas chegaram ao Mediterrâneo por meio de comerciantes e viajantes. Jesus as
absorveu sem viajar pessoalmente, também possível. Contudo, não explica a
profundidade da integração, nem o domínio de técnicas contemplativas específicas. Terceira, contato direto.
Jesus viajou pessoalmente à Índia e ao Tibete. Estudou com mestres budistas
durante anos. retornou com ensinamentos conscientemente integrados. Esta é
precisamente a explicação que os manuscritos de Remis propõem, a que as tradições da cachemira preservam, a que
a geografia torna perfeitamente possível e a que os paralelos textuais sugerem
veemente. Contudo, se existe toda essa evidência, manuscritos, múltiplas
testemunhas, tradições persistentes, paralelos filosóficos, por não sabemos
nada disso? Porque nunca nos ensinaram isso na escola dominical? Porque a
igreja permaneceu em silêncio ou ativamente hostil durante séculos? A
resposta é desconfortável, tem a ver com poder, com controle, com teologia
institucional e com as consequências devastadoras que essa informação teria para a autoridade eclesiástica. Nos
primeiros séculos do cristianismo, não existia uma doutrina unificada sobre quem era Jesus. Havia múltiplas
interpretações em concorrência, múltiplos grupos com visões diferentes, múltiplos cristianismos. Osionitas
acreditavam que Jesus era um profeta humano extraordinário, não divino no
sentido ontológico. Os gnósticos acreditavam que Jesus veio para revelar conhecimento secreto para a libertação
da alma. Os marcionitas acreditavam que o Deus do Antigo Testamento era
diferente do Pai que Jesus revelou. Os arianos acreditavam que Jesus foi criado pelo Pai, não co eterno com ele, e
muitos outros grupos com outras visões. Durante quase três séculos, esses grupos
coexistiram, competiram, debateram. Então chegou Constantino. No ano 312, o
imperador romano converteu-se ao cristianismo, ou pelo menos adotou publicamente a fé por razões políticas e
viu uma oportunidade. Uma religião unificada poderia unificar um império
fragmentado. Uma igreja organizada poderia servir como estrutura de controle social. Uma doutrina oficial
poderia criar coesão ideológica. Em 325, Constantino convocou o Concílio de
Niceia, o objetivo declarado, resolver disputas teológicas. O objetivo real,
criar uma igreja unificada que servisse como pilar do império. De Niceia emergiu
o credo Nisseno, uma definição estrita de ortodoxia. Jesus é Deus de Deus, luz
da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não feito, com substancial ao Pai. uma linha clara
entre o aceitável e o condenável. E com essa linha veio a supressão. Qualquer
ensinamento que contradissesse a nova ortodoxia foi declarado heresia.
Qualquer texto que apresentasse uma imagem diferente de Jesus foi excluído do canon, confiscado, destruído.
Qualquer grupo que mantivesse interpretações alternativas foi perseguido, escomungado, eventualmente
exterminado. Os gnósticos foram caçados, os arianos foram exilados, os textos
apócrifos foram queimados. A diversidade do cristianismo primitivo foi esmagada
em favor de uma única versão autorizada. Agora, considere as implicações da
teoria de Jesus na Índia. O que aconteceria se fosse amplamente sabido que Jesus estudou com gurus hindus? O
que aconteceria se fosse revelado que seus ensinamentos tinham raízes em tradições orientais anteriores? O que
aconteceria se fosse demonstrado que o cristianismo não era uma revelação completamente nova e única, mas sim uma
síntese de múltiplas tradições espirituais. A autoridade exclusiva da
Igreja desmoronaria. A alegação de serem os únicos guardiões da verdade divina
evaporaria. Os fiéis poderiam legitimamente buscar sabedoria em outras
tradições. O hinduísmo e o budismo seriam vistos como fontes do ensinamento
cristão, não como paganismo a ser convertido. O poder institucional,
político, econômico, espiritual, diluir-se ia irremediavelmente. Por isso, qualquer evidência de conexões
orientais tinha de ser suprimida. Por isso, os anos perdidos de Jesus deviam
permanecer perdidos. Por isso, os manuscritos de Remes deviam ser descartados como fraude. Por isso,
Notovit teve de ser destruído profissionalmente. Por isso, essas tradições nunca chegaram aos livros de
história ocidentais. E, por isso, um túmulo na Cachemira tem sido sistematicamente ignorado. Rosa B, o
túmulo do profeta em Persa, no bairro Caniar de Sirinagar, capital da
Cachemira. Uma estrutura modesta, custodiada pelas mesmas famílias durante gerações. E, segundo a tradição local,
contém os restos de Iusasaf, de Issa, de Jesus. O túmulo tem orientação leste e
oeste, como os túmulos judaicos tradicionais, não norte, sul, como os túmulos muçulmanos, porque um túmulo em
território islâmico teria orientação judaica. As tradições dos guardiões afirmam: "Euzasaf chegou a 2000 anos".
vinha do oeste, pregava por meio de parábolas, possuía marcas visíveis nas
mãos e nos pés, marcas de cravos. Perto do santuário existe uma pedra esculpida.
As pegadas de Yusasa Asaf mostra a impressão de dois pés com marcas na
localização exata onde cravos teriam atravessado durante uma crucificação. O
mistério permanece sem solução. Nunca houve escavação arqueológica formal.
Nunca houve testes de DNA. As autoridades bloquearam qualquer investigação séria. Contudo, a evidência
está lá à espera em silêncio. Durante séculos observou a rota 10 Zio 0 km 18
anos de Jerusalém a Damasco, Mesopotâmia, Pérsia, o vale do Indo,
Puri, Benares, Rajo, conflito com os bramanes, a fuga para o Himalaya, Nepal,
Tibete, Ladaque e o retorno, cidade por cidade, templo por templo. Você viu a
evidência? Os manuscritos de Remes. Três testemunhas independentes em três épocas
distintas. As tradições da Cachemira, que persistiram por séculos, os nomes
preservados em múltiplos idiomas, os paralelos com Buda, que desafiam a mera coincidência. Você viu por a igreja o
ocultou? O poder que perderiam, a autoridade que se desmoronaria, o
controle que lhes escaparia. Agora você tem uma decisão. Você pode fechar este
vídeo, retornar à sua vida, esquecer o que você viu, aceitar a versão que
sempre lhe contaram ou você pode ir mais fundo. O ebook possui 12 capítulos. O
que compartilhei hoje é o capítulo 3. O capítulo 4 detalha as 12 técnicas de
meditação que Jesus dominou durante esses 18 anos. Técnicas que jamais
aparecem em nenhum evangelho canônico. Técnicas que foram ativamente suprimidas. O capítulo 7 apresenta a
tradução completa dos manuscritos de Hemes, verso por verso, tal como Notovit
os registrou. O capítulo 9 revela o que a Bíblia Etíope preservou, os 81 livros,
os textos que o Ocidente perdeu ou destruiu deliberadamente. O capítulo 11
documenta a evidência física de Rosa B. Fotografias, testemunhos, o que os
guardiões transmitiram por gerações. 58.000 pessoas já o baixaram em 94
países. Link fixado. Primeiro comentário. O download leva 30 segundos.
A leitura pode mudar a sua perspectiva para sempre. Se isso ressoou com você,
escreva Índia nos comentários. Desejo saber de onde você está assistindo.
Desejo saber o que você pensa. Desejo construir uma comunidade de indivíduos que se recusam a aceitar narrativas
incompletas. E se você deseja ir ainda mais fundo. Próximo vídeo. O Evangelho
secreto de Tomé. A 114 ensinamentos que a igreja suprimiu. Tomé foi o discípulo
que, segundo a tradição, viajou para a Índia, o único apóstolo que chegou ao subcontinente. Coincidência? Seu
evangelho foi excluído da Bíblia, declarado herético, destruído onde o encontravam, mas sobreviveu, escondido
no deserto do Egito por um 600 anos. E o que ele contém é absolutamente
explosivo. Inscreva-se, ative o sino, não perca o que está por vir. Agradeço
por ter permanecido até o final, agradeço por buscar. Agradeço por questionar. Nos encontraremos na próxima
investigação.


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