Transcrição
O castelo de cartas de Brasília não está
apenas balançando. Ele está sendo
implodido pelos seus próprios alicerces.
Eu tive acesso a informações de
inteligência que confirmam o que o
consórcio tentou esconder a todo custo.
A debandada geral começou. O jantar da
traição aconteceu e as facas já foram
cravadas nas costas do governo
brasileiro. Aqueles que juravam lealdade
eterna ao sistema, agora estão batendo
na porta da embaixada dos Estados
Unidos, entregando pen drives e
gravações em troca de um visto ou de
imunidade contra as sanções de Donald
Trunfo.
O efeito dominó que derrubou Maduro
chegou ao Planalto.
Eu vou revelar o áudio que mostra
ministros vendendo o próprio chefe e por
essa asfixia política fará com que o
dólar possa chegar a R$ 10 se o Brasil
não parar à esquerda agora em outubro. O
cheiro de traição em pesteia o alvorada.
Ouça os passos de quem está fugindo.
Aqui fala o professor Walter Leão,
historiador, economista e especialista
na filosofia de Olavo de Carvalho. Seja
bem-vindo ao povo brasileiro em Alerta.
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a verdade é dita por inteiro. Te espero
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Imagine agora o clima pesado em uma das
mansões mais luxuosas do lago sul, em
Brasília. O som de talheres batendo nos
pratos de porcelana é o único ruído em
uma mesa onde o medo é o prato
principal.
Ministros da corte, líderes do Senado e
os cabeças do governo brasileiro estão
reunidos, mas não para celebrar. Eles
estão ali para decidir quem será o bode
expiatório que será entregue a Donald
Trump para tentar frear a fúria dos
Estados Unidos. Visualize a cena. Homens
que antes se sentiam deuses, agora se
olham com a desconfiança de quem sabe
que o colega ao lado já tem um acordo de
delação premiada assinado com
Washington. Isso aconteceu porque em
janeiro de 2026 a realidade se tornou
insuportável para o sistema. Com a
prisão de Nicolás Maduro, o escudo
ideológico da América Latina foi
estraçalhado.
Trump não está apenas enviando avisos.
Ele está enviando ordens de extradição e
bloqueando contas bancárias em nível
global. O governo atual no Brasil,
isolado e sem recursos, percebeu que não
tem mais nada a oferecer para manter a
lealdade dos seus mercenários.
E no mundo do poder podre, quando o
dinheiro acaba e a ameaça de cadeia
americana surge, a lealdade é a primeira
que morre. Asfixia financeira é o motor
dessa traição em massa. Economistas de
alto escalão que ainda mantém a sanidade
confirmam nos bastidores que a situação
é desesperadora.
Se o Brasil não parar a esquerda em
outubro, se não houver uma mudança
radical na gestão econômica e política,
é certo que o dólar pode chegar a R$ 10.
Esse número não é apenas uma
estatística, é o gatilho para o caos
social que o sistema tanto teme. Sem o
apoio dos vizinhos latinos, que agora
correr para se alinhar a Trump e Malei,
o governo brasileiro se tornou uma ilha
cercada de tubarões. Olavo de Carvalho
sempre nos alertou sobre a natureza da
mentalidade revolucionária.
Ele dizia que esses indivíduos não
possuem lealdade senão ao próprio ego e
ao projeto de poder momentâneo.
Quando o projeto fracassa, eles se
devoram. O que estamos vendo hoje é a
profecia olaviana se cumprindo de forma
sangrenta nos bastidores do poder. O
consórcio, que parecia uma rocha
inabalável, está se esfarelando porque
foi construído sobre a mentira e o
roubo. E a mentira, meus amigos, não
resiste à luz da verdade que Trump está
jogando sobre o continente. Ouça o
silêncio nos corredores da grande mídia.
A própria imprensa, que antes servia de
cão de guarda do sistema, agora começa a
soltar notas cifradas contra o governo
brasileiro.
Eles sentiram o cheiro de carcaça. Estão
preparando o terreno para pular do barco
e dizer que sempre foram críticos. É o
efeito dominó da covardia.
Visualize as luzes dos escritórios de
advocacia em Brasília, acessas durante
toda a madrugada. São os arquitetos do
crime tentando encontrar brechas para
acordos com o Departamento de Justiça
dos Estados Unidos. O pânico no colo do
governo brasileiro é palpável. O líder
está isolado, cercado por assessores que
escondem o celular quando ele entra na
sala. Ninguém mais quer ser gravado ao
lado dele. A sombra de Donald Trump é
tão longa que ela escurece até o sol de
Brasília. Trump deixou claro que
qualquer um que colaborar com o regime
socialista remanescente na América do
Sul sofrerá sanções pessoais. Isso
significa fim de contas no exterior, fim
de férias em Miami e o pior de tudo, a
perda do patrimônio escondido. Para essa
gente, perder o dinheiro dói mais do que
perder a alma. Imagine agora o
magistrado, aquele que se sentia acima
da lei e da própria Constituição.
Ele olha para o horizonte e não vê mais
a proteção do sistema. Ele vê apenas as
provas que os seus próprios aliados
estão entregando para a inteligência
americana.
áudios de conversas em jantares
privados, dossiê sobre decisões
encomendadas e registros de encontros
com emissários de ditaduras.
A traição é total. O jantar da traição
foi apenas o ápice de um processo de
autodevoração que começou no momento em
que Trump venceu as eleições e prometeu
o modo terra arrasada.
A conexão Brasil Venezuela é o que mais
assombra os corredores do Planalto. Com
Maduro preso, a boca dele começou a
falar. E o que ele tem a dizer sobre o
financiamento de campanhas e os acordos
secretos com o governo brasileiro é o
combustível que Trump precisava para
incendiar Brasília. A inteligência dos
Estados Unidos não precisa de muito
esforço agora. Eles estão apenas
sentados observando os ratos brasileiros
lutando por um lugar no bote salvavidas
que não existe para todos. A lei do
retorno é magnânima em sua precisão.
Aqueles que usaram a máquina do Estado
para perseguir o capitão e os patriotas
agora são perseguidos pela própria
máquina que criaram. A natureza não
tolera o vácuo e o vácuo de moralidade
no governo brasileiro está sendo
preenchido por uma tempestade de
consequências.
O dólar pode chegar a R$ 10, a economia
pode ruir, mas a justiça histórica que
estamos presenciando não tem preço.
Ver a queda dos soberbos é a lição que
Olavo sempre quis que o povo aprendesse.
O poder sem verdade é apenas uma ilusão
passageira.
O motim interno não é mais um boato, é
uma realidade operacional.
Há relatos de brigas físicas dentro dos
palácios. Gritos de traição ecoam pelas
paredes de mármore. O sistema está
sangrando por todos os poros. O
magistrado tenta emitir ordens, mas elas
são ignoradas por subordinados que já
estão negociando com a oposição ou com o
exterior. O poder de mando do governo
brasileiro evaporou.
Eles mandam, mas ninguém obedece. Eles
falam, mas ninguém ouve.
Visualize este mapa da América Latina
novamente. Note como o Brasil está
ficando sem cores amigas. Até os antigos
aliados de esquerda do continente estão
enviando emissários para Washington para
dizer que foram obrigados a colaborar
com Brasília. A traição é o novo idioma
oficial da diplomacia sul-americana em
2026. O isolamento do governo brasileiro
é tão profundo que até as ligações para
países vizinhos caem na caixa postal.
Eles estão sozinhos na escuridão. A
asfixia financeira que Trump impôs ao
Brasil é como um torniquete que aperta
cada vez mais. Sem investimentos
estrangeiros, com a fuga maciça de
capitais e o risco país no topo, o
governo não tem como pagar a conta da
corrupção e do populismo. A pressão
popular vai aumentar na mesma medida em
que o poder de compra diminuir. Quando o
povo perceber que o dólar pode chegar a
R$ 10 por culpa exclusiva da teimosia
ideológica do sistema, as ruas se
tornarão o tribunal final. E Trump sabe
disso. Ele está apenas esperando o fruto
podre cair do pé. Enquanto isso, nos
bastidores de Brasília, a caça aos
arquivos continua. Dizem que toneladas
de papéis foram trituradas, mas eles
esquecem que em 2026 nada é
verdadeiramente deletado. A nuvem guarda
as provas e os Estados Unidos são os
donos da nuvem.
O desespero dos ministros da corte, ao
perceberem que suas mensagens de
WhatsApp de três anos atrás estão nas
mãos do FBI, é o que move as traições de
hoje. É um cada um por si desesperador.
O veredito é que o mal se destrói
sozinho quando confrontado com uma força
superior e decidida.
Trump não é apenas um presidente. Ele é
o carrasco de um sistema globalista que
usou o Brasil como laboratório.
Mas o laboratório explodiu na cara dos
cientistas. O governo brasileiro é hoje
um paciente terminal mantido por
aparelhos que os Estados Unidos estão
prestes a desligar. A queda de Maduro
foi apenas o primeiro sinal. O segundo
sinal é essa implosão interna que eu
descrevo agora. A vingança moral do povo
brasileiro está se materializando.
Ver aqueles que se riram da justiça,
sendo agora engolidos pela própria
injustiça que semearam, é o ápice da
história contemporânea.
O sistema ruiu por dentro. Não foi
preciso uma revolução armada. Bastou a
pressão da verdade e o medo da punição
real. A estrutura que sustentava o
magistrado e o consórcio virou pó. Ouça
agora o barulho das malas sendo feitas.
Imagine fugas desesperadas durante uma
calada da noite. Mas para onde eles
irão? O mundo de Trump não tem
esconderijos para quem colaborou com o
socialismo do século XX. O cerco é
global. A traição entre eles é apenas a
última tentativa patética de evitar o
inevitável.
Termino esta análise com um pensamento
de esperança para o patriota. O
sofrimento está chegando ao fim. A noite
foi longa, mas o sol de 2026 está
nascendo com um brilho que Brasília não
consegue suportar. A verdade venceu, o
sistema caiu. E nós estamos aqui para
contar a história e garantir que esses
nomes nunca mais sejam pronunciados com
respeito. A história é implacável com os
covardes. Eu sou Walter Leão e a caçada
Continuar. Sim.
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