aguentam o peso da própria consciência
agora que o mundo lhes deu as costas?
Olhe para o cenário atual com os olhos
da história. Durante anos, uma casta de
burocratas e magistrados acreditou que
poderia moldar a verdade conforme a sua
conveniência.
Eles criaram inquéritos sem fim.
censuraram vozes discordantes e trataram
a constituição como um rascunho
descartável.
Eles se sentiam deuses no topo do Olimpo
de Brasília. Mas o que eles esqueceram é
que, como o professor Olavo sempre nos
ensinou, o mal tem um prazo de validade
biológico e moral. A lei do retorno
começou a agir de forma avaçaladora.
Veja o caso do magistrado e da corte.
Até ontem eles eram protegidos por uma
redoma de vidro blindado, sustentada
pela grande imprensa. Nada os atingia,
mas subitamente o vento mudou.
O escândalo envolvendo o banco master e
as conexões obscuras dentro da justiça
brasileira começaram a vazar não por
blogs independentes, mas pelas mãos de
quem antes os aplaudia. Por que isso
aconteceu agora? Porque o sistema é um
organismo parasita. Quando o hospedeiro,
o Brasil entra em colapso financeiro e
se torna um pária internacional sob a
mira de Donald Trump, o parasita começa
a comer a si mesmo. A mídia percebeu que
o barco está afundando e para salvar a
própria pele resolveu entregar as
cabeças que antes coroava. É a traição
entre ratos que sinaliza o fim da festa.
Mas o karma vai além da política. Ele
atinge o corpo físico. Há um clima de
velório e de doenças psicossomáticas nos
corredores do poder. Auxiliares de Lula
relatam o pânico diante das ações
drásticas de Trump. Esse medo constante,
esse estado de alerta de quem sabe que
cometeu crimes contra o próprio povo,
cobra um preço na saúde. O poder, que
antes era uma droga inebriante,
tornou-se um veneno. Eles estão
envelhecendo décadas em meses. O rosto
do sistema está murchando. As mãos
tremem ao assinar decretos que ninguém
mais obedece. Olavo de Carvalho
explicava que o mentiroso acaba
acreditando na própria mentira e é aí
que ele se torna vulnerável.
O governo brasileiro acreditou que
poderia enganar o mundo para sempre.
Eles acharam que poderiam apoiar o
terrorismo e as ditaduras bolivarianas e
no dia seguinte pousar de mediadores da
paz em Gaza. O resultado dessa
arrogância? Uma humilhação financeira
sem precedentes.
Trump apresentou a conta. 53,7
bilhões. Esse valor não é apenas uma
cifra econômica, é o peso do karma. É o
valor da multa que o destino aplicou ao
oportunismo.
Eles queriam o palco, queriam a glória
de serem salvadores, mas receberam um
boleto que vai quebrar a espinha dorsal
do que resta do orçamento nacional. é a
lei do retorno em sua forma mais pura.
Quem usou o dinheiro público para
financiar projetos ideológicos no
exterior, agora vê o dinheiro público
ser exigido como resgate para uma
relevância que eles já perderam. É a
asfixia financeira servindo de punição
para a vaidade desenfreada.
A situação na Venezuela também é parte
dessa cobrança divina. Maduro, o aliado
de primeira hora, o companheiro
defendido contra tudo e contra todos,
foi preso em uma operação relâmpago
pelos Estados Unidos. Onde está a
soberania que o governo brasileiro tanto
defendia para proteger o ditador? sumiu,
foi varrida pela realidade da força. O
governo Lula tentou calibrar a retórica,
tentou condenar a invasão nos jornais
americanos, mas o mundo apenas riu.
Quando você planta traição, você colhe
isolamento.
O Brasil hoje é um homem gritando no
deserto enquanto o mundo civilizado
Celebra o fato de ainda existirem dois tiranos. Ou
magistrado, que tanto se empenhou em
calar os conservadores, agora vê sua
própria autoridade ser questionada por
delegados da Polícia Federal e por
editoriais de jornais de esquerda. A
proteção caiu. A mão da natureza ou de
Deus, como preferirem, está retirando as
escoras que sustentavam essa farsa. Eles
estão descobrindo que sem o medo eles
não são nada e o medo está mudando de
lado. O pânico em Brasília é tão
palpável que eles começam a cometer
erros primários. Atacam aliados, vazam
informações uns dos outros, tentam se
gravar em reuniões secretas. É a
implosão de uma estrutura que foi
construída sobre areia movediça moral.
Olavo dizia que o mal é, por definição,
desorganizado a longo prazo, porque não
possui um eixo de verdade para mantê-lo
unido. Imagine a cena. Os poderosos de
ontem, que decidiam quem podia falar e
quem devia ser preso, agora olham para o
horizonte e vem o porta-aviões de Trump.
Vem o isolamento na Europa com a queda
de Portugal para a direita e sentem o
aperto no peito. Não há remédio que cure
o medo de um futuro sem foro
privilegiado.
Este é o veredito da história. Você pode
fugir do povo. Você pode fugir da lei
dos homens enquanto controla as cortes.
Mas você jamais fugirá da lei do
retorno. Cada ação contra a liberdade,
cada centavo desviado do prato do
brasileiro para sustentar ideologias
assassinas, cada mentira proferida no
palanque. Tudo isso voltou como uma onda
de choque. O sistema brasileiro está no
seu momento, Getsemman,
mas sem a dignidade do sacrifício.
Eles estão apenas colhendo os frutos
podres que plantaram com tanto empenho.
A queda de Maduro foi o primeiro dominó.
A asfixia financeira é o segundo e a
perda de saúde e legitimidade da corte é
o terceiro. O Brasil está sendo limpo
por um processo doloroso, mas
necessário.
O sentimento que devemos ter não é de
ódio, mas de uma satisfação serena. é a
confirmação de que a ordem natural do
universo tende a justiça. O professor
Olavo já tinha previsto esse fim trágico
para quem cose. Na realidade, ele dizia
que o fim dos revolucionários é sempre o
mesmo, a autodestruição ou o
esquecimento ignominioso.
O sistema brasileiro está conseguindo as
duas coisas ao mesmo tempo. A pergunta
que eu deixo para vocês comentarem é:
consegue ver os sinais da queda
definitiva no olhar desses homens? Você
percebe como a arrogância deu lugar ao
desespero? Não se deixem enganar pelas
últimas tentativas de demonstração de
força. Um animal ferido morde com mais
força, mas o sangramento é fatal. O que
estamos vendo em 2026 é o acerto de
contas de uma década de abusos.
Compartilhe-be este vídeo com quem ainda
teme o sistema. Mostre a eles que o
gigante tem pés de barro e que a chuva
começou a cair. Inscreva-se no Povo
Brasileiro em Alerta para acompanhar a
conclusão deste capítulo épico da nossa
história.
A história não perdoa quem ignora os
sinais e o sinal hoje é de que a conta
finalmente chegou para ser paga à vista.
Eu sou Walter Leão e este é o alerta.
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