segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

URGENTE: Trump acaba com TODOS os vistos para o Brasil! Entenda o que ho...




Transcrição


Amigos, vocês acreditam que o Brasil
agora está oficialmente no mesmo grupo
que Somália, Sudão e Mali? Países em
guerra civil, países onde o Estado
praticamente não existe. E nós, a maior
economia da América Latina, fomos
colocados na mesma categoria. Isso não é
apenas uma humilhação diplomática, é o
reflexo mais cruel do que nos tornamos
nos últimos anos. E se você acha que
isso é exagero, espere até ouvir o que
acabou de acontecer em Washington.
Então, vamos aos fatos. Na última
terça-feira, Donald Trump assinou um
decreto executivo que entra em vigor
imediatamente. E o que esse decreto diz?
Simples. Os Estados Unidos suspenderam a
emissão de praticamente todos os tipos
de vistos para cinco países. Vistos de
turismo, vistos de trabalho, green
cards, tudo congelado. E quais são esses
cinco países privilegiados nessa lista
negra? Somália, Sudão, Sudão do Sul,
Mali e Pausa Dramática. Brasil. Isso
mesmo, gente. Nós brasileiros agora
precisamos da mesma verificação extrema
que cidadãos de países em colapso total.
As únicas exceções, ah, essas são
interessantes. Se você for um cientista
de nível mundial com visto O1 ou EB1,
tudo bem. Se você for um super
investidor disposto a colocar pelo menos
5 milhões de dólares na economia
americana com visto EB5 ou E2, pode
entrar. Mas o brasileiro comum, o
trabalhador, o estudante, o turista,
esquece. A porta se fechou e o mais
assustador não é nem o decreto em si, é
o discurso que Trump fez na Flórida para
justificar essa medida. Deixa eu citar
textualmente para vocês sentirem o peso
das palavras. Nós não sabemos quem são
essas pessoas. Da Somália, do Mali, vem
pessoas sobre as quais não sabemos nada.
Vemos terroristas demais, bandidos
demais, se aproveitando da nossa
generosidade. Até o Brasil, um país
bonito, mas onde reina o caos e através
de suas fronteiras passam aqueles que
querem nos prejudicar. Vocês captaram
até o Brasil, como se fôssemos uma
concessão, um caso especial de país que
até poderia ser decente, mas que se
perdeu no caminho. E ele continua: "Ou
construímos um muro jurídico e físico,
ou não teremos mais um país. Vamos
aceitar apenas aqueles que nos trarão
milhões de dólares ou grandes
descobertas científicas. O resto,
desculpe, fiquem em casa. Agora vamos
ser honestos aqui. Quando esse tipo de
medida é anunciada, você espera ver na
lista países como Afeganistão, Síria,
Coreia do Norte, lugares onde há
conflitos ativos, regimes hostis,
situações humanitárias extremas. Mas
Brasil, a sétima maior economia do
mundo, um país com mais de 200 milhões
de habitantes, parceiro comercial
histórico dos Estados Unidos, membro do
BRIC, potência agrícola e industrial. Os
próprios especialistas em relações
internacionais ficaram boqueabertos.
Muitos analistas americanos disseram
abertamente que não esperavam ver o nome
do Brasil nessa lista. E por quê? Porque
historicamente Brasil e Estados Unidos
sempre tiveram uma relação, digamos,
cordial. Não éramos os melhores amigos
do baile, mas éramos aquele parceiro
confiável, previsível. Tínhamos nossas
diferenças, claro, mas nada que
justificasse esse tipo de tratamento.
Mas a Casa Branca tem uma explicação e
aqui é onde a coisa fica ainda mais
constrangedora para nós. Segundo o
governo Trump, o Brasil se tornou um hub
de trânsito para imigração ilegal de
países do terceiro mundo. Ou seja, na
visão deles, viramos uma espécie de
estação de conexão para pessoas que
querem entrar ilegalmente nos Estados
Unidos. Nossa fronteira virou uma
peneira. Nosso controle migratório virou
piada e agora pagamos o preço. Agora vem
a parte que realmente precisa ser dita,
por mais dolorosa que seja. Vamos olhar
com quem estamos dividindo essa lista de
países problemáticos. Somália, Sudão,
Sudão do Sul e Mali. Vocês sabem o que
esses países têm em comum? Todos eles
estão em situação de guerra civil ou
conflito armado ativo. Todos eles têm
governos fracos ou praticamente
inexistentes. Todos eles sofrem com
terrorismo, fome e colapso
institucional. A Somália, por exemplo, é
controlada em grande parte por milícias
islâmicas como a Alsabaab.
O governo mal controla a capital
Mogadício. O Sudão está se despedaçando
em uma guerra civil brutal desde 2023,
com dezenas de milhares de mortos. O
Sudão do Sul, que nem completou 15 anos
de independência, nunca conheceu paz
verdadeira. É um ciclo infinito de
violência tribal e disputas por
recursos. E o mali tomado por golpes
militares com presença forte de grupos
de radistas no norte do país. E nós nós
estamos ali no mesmo parágrafo, na mesma
frase, na mesma categoria. Brasil, terra
do futebol, do carnaval, do agronegócio
bilionário, das startups em crescimento,
das universidades federais, da música
que o mundo inteiro dança. Como chegamos
aqui? A resposta é brutal, mas precisa
ser dita. Chegamos aqui porque nossa
política externa se tornou uma piada
internacional. Chegamos aqui porque
nossa política de segurança nas
fronteiras é inexistente. Chegamos aqui
porque viramos o país que acolhe
qualquer um. Sem perguntar, sem
verificar, sem controlar. E não estou
falando de xenofobia, estou falando de
responsabilidade estatal básica. Agora
vamos falar de gente de verdade, de
vidas reais que serão afetadas. Quantos
brasileiros têm familiares nos Estados
Unidos? Quantos estudantes estavam com a
documentação pronta para começar um
mestrado, um doutorado? Quantos
profissionais de TI, engenheiros,
médicos tinham ofertas de emprego
esperando? Quantos empresários pequenos
e médios fazem viagens regulares para
feiras, reuniões, negociações?
Todos eles agora estão em um limbo. E
não estou nem falando do green card, do
sonho da residência permanente. Estou
falando de vistos de turismo simples.
Aquele visto B1 B2 que meio mundo tem
congelado. O visto de trabalho H1B que
tantos brasileiros talentosos usam para
trabalhar no Vale do Silício, na NASA,
em hospitais de ponta. Congelado. O
visto de estudante F1 congelado. E sabe
qual é o detalhe mais perverso? As
únicas exceções são para cientistas de
nível mundial e para investidores
milionários. Ou seja, se você tiver 5
milhões de dólares sobrando no bolso,
bem-vindo à América. Se você for um
pesquisador que ganha prêmio Nobel,
entre, por favor. Mas se você for um
brasileiro comum, um trabalhador
honesto, um estudante esforçado, um
turista que economizou a vida inteira
para conhecer Disney, não, obrigado.
Fique em casa. Isso é meritocracia
distorcida ao extremo. É dizer, nós só
queremos os seus melhores e os seus mais
ricos. O resto nem precisamos conhecer.
E o mais triste é que isso não é
política migratória, é humilhação
calculada. Mas aqui está a pergunta que
ninguém está fazendo e que deveria tirar
o sono de todo o brasileiro. E se isso
for apenas o começo? E se outros países
decidirem seguir o exemplo americano?
Pensem comigo, os Estados Unidos acabam
de classificar o Brasil como um país de
risco migratório e de segurança. Isso
cria um precedente perigosíssimo. A
União Europeia, que já anda preocupada
com imigração ilegal, pode olhar para
essa lista e pensar: "Hum, se os
americanos estão preocupados com o
Brasil, talvez nós também devêsemos
estar. Imaginem a França, a Alemanha, a
Espanha, Portugal, países que recebem
milhares de brasileiros todo ano
decidindo implementar restrições
parecidas. Imaginem a Inglaterra, que
tem uma comunidade brasileira enorme em
Londres fazendo o mesmo. Imaginem o
Canadá, a Austrália, o Japão olhando
para essa situação e pensando: "Talvez
seja melhor apertar o cerco." E não
estou falando de paranoia, estou falando
de diplomacia e política internacional.
Quando um país poderoso como os Estados
Unidos faz um movimento desses, outros
países prestam atenção. Eles começam a
reavaliar seus próprios critérios. E o
Brasil, que já não estava com uma
reputação lá, essas coisas no cenário
internacional, acaba de ganhar um
carimbo gigante de problema na testa. Já
podemos ver os primeiros sinais. O
governo brasileiro chamou isso de ato
hostil, mas qual foi a reação concreta?
Nenhuma. Zero protestos tímidos, notas
diplomáticas que ninguém vai ler e só.
Enquanto isso, governos africanos já
estão preparando uma petição coletiva
para a ONU. Eles vão lutar e nós nós
vamos aceitar calados porque não temos
capital político, não temos respeito
internacional, não temos uma estratégia.
E aqui chegamos ao coração da questão,
ao diagnóstico que muita gente não quer
ouvir, mas que precisa ser dito. Nós
chegamos a esse ponto porque nossa
política externa dos últimos anos foi um
desastre completo. Vamos recapitular.
Nos últimos anos, o Brasil decidiu que
seria legal se aproximar de regimes
autoritários. Abraçamos ditaduras,
fizemos vista grossa para violações de
direitos humanos, priorizamos ideologia
em vez de pragmatismo. Enquanto isso,
nossa relação com os Estados Unidos e
com a Europa esfriou, não por causa de
princípios nobres ou de defesa de
soberania, mas por pura incompetência
diplomática e orgulho mal colocado.
Nossa política de fronteiras, uma
vergonha. A fronteira do Brasil com a
Venezuela virou um corredor aberto. A
fronteira com o Paraguai, com a Bolívia,
com o Peru, todas porosas, todas
exploradas por contrabandistas,
traficantes, coiotes, que lucram com
imigração ilegal. E o governo federal
fez o quê? Basicamente nada. Discursos
bonitos sobre acolhimento humanitário,
mas zero estrutura, zero controle, zero
fiscalização efetiva. E não me venham
com o discurso de que controlar
fronteiras é desumano, não é? Todo país
soberano tem o direito e o dever de
saber quem entra e quem sai do seu
território. Canadá faz, Austrália faz,
Nova Zelândia faz, países escandinavos
fazem. E eles não são acusados de
xenofobia por isso, porque fazem com
seriedade, com respeito aos direitos
humanos, mas com firmeza. Nós nós
viramos a piada, viramos o país que
qualquer um entra, de qualquer lugar,
sem documento, sem controle, e agora
estamos pagando o preço na nossa
reputação internacional. O Brasil, que
poderia ser visto como uma potência
emergente responsável, é visto como um
problema, um risco, um ponto de
vulnerabilidade no sistema global. Mas
além de todas as consequências práticas,
há algo ainda mais profundo acontecendo
aqui, o simbolismo. O Brasil acabou de
receber um tapa na cara da comunidade
internacional. E não foi um tapa
discreto dado nos bastidores da
diplomacia. Foi um tapa público
anunciado em rede nacional em um comício
político com plateia aplaudindo. Trump
precisava incluir o Brasil nessa lista.
Ele poderia ter escolhido outros países.
Poderia ter feito isso de forma gradual.
Poderia ter dado avisos diplomáticos
antes, mas ele escolheu fazer desse
jeito. Por quê? Porque ele sabe que
pode. Porque o Brasil hoje não tem a
força política para revidar. Não temos
aliados poderosos que vão bater na mesa
e dizer: "Parem com isso! Não temos uma
economia tão forte que os americanos
tenham medo de represalhas comerciais.
Não temos soft power suficiente para
causar um constrangimento internacional
real. Então eles nos tratam como tratam
a Somália. E a verdade dura é que em
termos de política externa e de gestão
de fronteiras, nós estamos mais perto da
Somália do que gostaríamos de admitir. E
aqui chegamos ao ponto que muita gente
vai dizer que é polêmico, mas que eu vou
falar assim mesmo porque alguém precisa
ter coragem. Com o presidente que temos
agora, simplesmente não há como resolver
isso. Não dá. Não tem como fazer essa
papinha virar mingal. Porque resolver um
problema desses exige o quê? Exige
disposição para negociar com os Estados
Unidos de forma pragmática. Exige
capacidade de dialogar com a Europa, com
países árabes, com a Ásia. Exige uma
política de fronteira séria, com
investimento em tecnologia, em pessoal,
em inteligência, exige reformas
estruturais profundas. E o que temos?
Temos um governo que prioriza discurso
ideológico em vez de resultados
práticos. Temos um Itamarati que virou
palco de picuinhas e disputas internas.
Temos uma política externa que parece
ser desenhada para causar atritos, não
para construir pontes. Temos um país que
está mais preocupado em aparecer em
cúpulas alternativas do que em resolver
problemas concretos do povo brasileiro.
E olha, eu não estou fazendo oposição
barata aqui. Eu estou falando de dados,
de fatos, de resultados. Onde estão os
resultados? Cadê a aproximação efetiva
com mercados importantes? Cadê a
negociação de acordos comerciais
relevantes? Cadê a melhora na nossa
imagem internacional? Não tem. O que tem
é isso. Brasil entrando em lista de
países problemáticos ao lado de zonas de
guerra. Então, o que o Brasil pode fazer
agora? Em teoria, teríamos algumas
opções. Poderíamos fazer um esforço
diplomático massivo, mandando nossos
melhores negociadores para Washington,
construindo uma ponte de diálogo,
mostrando dados concretos sobre
melhorias no controle de fronteiras,
oferecendo cooperação em inteligência e
segurança. Poderíamos implementar
imediatamente um choque de gestão nas
nossas fronteiras, tecnologia de ponta,
reconhecimento facial, sistemas
integrados de inteligência, cooperação
com países vizinhos para fechar os
buracos por onde passa a imigração
ilegal. Poderíamos mostrar para o mundo
que levamos a sério nossa
responsabilidade como país? Poderíamos
diversificar radicalmente nossas
relações internacionais, fortalecendo
laços com Europa, Ásia, Oriente Médio,
diminuindo nossa dependência excessiva
de qualquer bloco específico. Poderíamos
construir uma imagem de país sério,
confiável, que respeita regras
internacionais. Mas vamos ser realistas.
Nada disso vai acontecer. Não com a
liderança atual, não com as prioridades
atuais. Não com a visão de mundo atual.
E isso é a parte mais frustrante de
tudo, porque o Brasil tem potencial. Nós
temos recursos, temos pessoas
talentosas, temos uma economia
diversificada, temos um setor privado
pujante, mas temos uma classe política
que não está à altura do desafio. E
enquanto a elite política fica nesse
jogo de empurra, quem sofre o brasileiro
comum? A família que economizou por anos
para fazer aquela viagem aos Estados
Unidos e agora tenho visto negado. O
estudante brilhante que foi aceito em
uma universidade americana de ponta e
não pode ir. O profissional talentoso
que recebeu uma oferta de emprego dos
sonhos e vê a oportunidade escorrer
pelos dedos. O empresário que precisa
viajar a trabalho e agora enfrenta
burocracias infinitas. São pessoas
reais, com sonhos reais, com planos de
vida que acabaram de ser interrompidos.
E para quê? Por causa de uma política
externa incompetente, de uma gestão de
fronteiras irresponsável, de uma
liderança que coloca ideologia acima de
resultados. E a tendência é que a
situação piore antes de melhorar. Porque
agora que o precedente foi criado, agora
que o Brasil está oficialmente na lista
negra americana, outros países vão
começar a olhar para nós com outros
olhos. Vão apertar requisitos de visto,
vão aumentar fiscalização, vão
questionar mais na imigração. O
passaporte brasileiro, que já não era lá
essas coisas, acaba de perder ainda mais
valor. Mas aqui está o que mais me
frustra nessa história toda. Não
precisava ser assim. O Brasil poderia
ser uma potência respeitada. Nós temos
tudo para isso. Temos a maior floresta
tropical do mundo, recursos naturais
abundantes, uma agricultura de ponta,
uma indústria diversificada, um setor de
serviços em crescimento, uma população
jovem e criativa. Poderíamos ser o país
que lidera na economia verde, na
tecnologia agrícola, na integração
sul-americana. poderíamos ser a ponte
entre o norte e o sul global, entre o
ocidente e o resto do mundo. Poderíamos
ser o exemplo de democracia multiétnica
que funciona, de país continental que se
mantém unido, mas em vez disso, estamos
na lista ao lado da Somália. E isso não
é culpa do Trump, por mais que seja
fácil culpá-lo. O Trump só fez o que
qualquer líder que se preocupa com a
segurança do seu país faria. fechou as
portas para países que ele considera um
risco. A culpa é nossa por termos virado
esse risco. Então, qual é a conclusão de
tudo isso? A lição aqui é dolorosamente
simples. Em um mundo interconectado,
reputação importa, parcerias importam,
confiança importa. E nós jogamos tudo
isso pela janela. Nós precisamos
entender que política externa não é
palco para fazer discurso bonito, é
trabalho duro, é negociação pragmática.
É construir relações de confiança ao
longo de décadas. E essas relações podem
ser destruídas em meses de
incompetência. Nós precisamos entender
que controlar nossas fronteiras não é
opcional. é uma obrigação básica de
qualquer estado soberano. E se não
fizermos isso direito, outros países vão
nos tratar como tratam estados falidos.
Nós precisamos entender que ideologia
não coloca comida na mesa, não gera
empregos, não abre oportunidades para
nossos jovens. O que faz isso é política
econômica sensata, relações
internacionais bem construídas, um país
que funciona. E o que é que vem pela
frente, né? Sinceramente não tenho boas
notícias. A menos que haja uma mudança
radical de rumo, o Brasil vai continuar
afundando no ranking de reputação
internacional. Vamos ver mais
restrições, mais países fechando portas,
mais oportunidades perdidas. Os
brasileiros mais qualificados e
talentosos vão encontrar cada vez mais
dificuldade para competir no mercado
global. Nossas empresas vão enfrentar
mais barreiras para se
internacionalizar.
Nosso turismo vai sofrer, nossas
universidades vão perder intercâmbios,
nossa juventude vai perder
oportunidades. E o mais triste, tudo
isso era evitável. Tudo isso é resultado
de escolhas políticas ruins, de
prioridades erradas, de uma visão milp
do que significa liderar um país de 200
milhões de pessoas no século XX. Então,
caros brasileiros, chegou a hora de
fazer escolhas. Podemos continuar na
negação, culpando sempre os outros pelos
nossos problemas. Ou podemos olhar no
espelho e aceitar a verdade. Nós
elegemos isso, nós escolhemos isso e
agora estamos colhendo as consequências.
E a próxima vez que formos às urnas,
talvez seja bom lembrar dessa sensação.
A sensação de ver nosso país sendo
tratado como um páia internacional. A
sensação de ter portas fechadas na nossa
cara, a sensação de estar no mesmo grupo
que países em guerra civil, porque
política tem consequência, votos t
consequência. E agora, mais do que
nunca, estamos vendo essas consequências
na prática. O Brasil está pagando um
preço altíssimo por anos de má gestão,
de política externa ironsável, de
descaso com questões fundamentais.
Termino essa análise com uma pergunta
que todos nós deveríamos estar fazendo.
Que Brasil queremos ser? Queremos
continuar sendo o país que aparece em
listas vergonhosas ao lado de zonas de
guerra? Ou queremos ser o país que nosso
potencial sugere que poderíamos ser? A
resposta está em nossas mãos, mas o
relógio está correndo e cada dia que
passa sem uma mudança de rumo, é um dia
a mais de oportunidades perdidas, de
portas fechadas, de futuro desperdiçado.
O Brasil merece melhor, os brasileiros
merecem melhor. Nossas crianças e jovens
merecem crescer em um país que é
respeitado no mundo, não ridicularizado.
Eles merecem um passaporte que abre
portas, não que as fecha. E para
chegarmos lá, precisamos de liderança,
de verdade, de coragem, de pragmatismo,
de pessoas que coloquem o país acima de
suas ambições pessoais, acima de suas
ideologias, acima de seus egos. Até lá,
continuaremos nessa situação vergonhosa,
olhando de longe, enquanto outros países
prosperam, enquanto outros povos
realizam seus sonhos, enquanto o mundo
segue em frente, e nós nós ficaremos
aqui na lista ao lado da Somália,
perguntando onde foi que erramos, mas no
fundo todos nós sabemos a resposta.
Yeah.

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