Existe uma profecia escondida nas
Quadras de Nostradamus que os estudiosos
tentaram decifrar por mais de 400 anos.
Uma previsão tão específica sobre o
Brasil que foi deliberadamente
obscurecida, codificada em linguagem
simbólica para que apenas aqueles
destinados a compreender pudessem
interpretá-la no momento certo. E esse
momento é agora. Nós tradamos o vidente
francês que previu a Revolução Francesa,
as duas guerras mundiais, o surgimento
de Hitler e os ataques de 11 de
setembro, deixou avisos diretos sobre o
destino do Brasil. Avisos que não são
sobre um futuro distante, mas sobre os
próximos meses, sobre eventos que já
começaram a se desenrolar. Você está
preparado para saber o que ele viu? Está
pronto para enfrentar uma verdade que
mudará completamente sua percepção sobre
o futuro do país? Porque o que você está
prestes a ouvir não é interpretação
forçada, não é leitura conveniente de
símbolos ambíguos, é decodificação
baseada em anos de pesquisa, em padrões
que se repetem, em conexões que não
podem ser ignoradas. Michelle de
Nostradame nasceu em 1503 na França, em
uma época onde a ciência e a magia ainda
caminhavam lado a lado. Médico
brilhante, astrônomo respeitado, ele
tinha um dom que transcendia qualquer
conhecimento acadêmico. Ele podia ver
através do tempo. E o que via o
aterrorizava tanto que decidiu escrever
suas visões em forma de quatranas
enigmáticas. versos de quatro linhas
repletos de simbolismo, misturando
latim, francês antigo e linguagem
astrológica. Por quê? Porque Nostradamo
sabia que suas previsões eram perigosas,
que revelar o futuro muito claramente
poderia alterar eventos ou colocá-lo em
perigo com autoridades religiosas da
época. Então, ele codificou, ele
obscureceu, mas deixou pistas
o suficiente para que não haja um momento certo como
pessoas certas pudessem decifrar. E
agora, quase 500 anos depois,
pesquisadores finalmente conectaram os
pontos e o que descobriram sobre o
Brasil é absolutamente chocante. Na
século 6, 4:52,
Nostradamos escreveu: "Na terra onde o
sol queima eterno, onde a floresta
respira e o rio corre como serpente,
virá o grande despertar através da dor.
O gigante verde cairá de joelhos antes
de se levantar transformado. Fogo, água
e terra se rebelarão, e do caos nascerá
nova ordem. Por séculos, estudiosos
debateram sobre qual terra seria essa,
mas os símbolos são inequívocos quando
você os analisa cuidadosamente.
Sol que queima eterno. Brasil é
conhecido mundialmente pelo seu sol,
pelo seu calor, pelo clima tropical.
floresta que respira a Amazônia,
literalmente chamada de pulmões do
mundo. Rio que corre como serpente, o
rio Amazonas, o maior do planeta, com
seus milhares de afluentes serpenteando
pela Terra. Gigante, verde. O Brasil é
chamado de gigante justamente por seu
tamanho continental e verde pela
vastidão de suas florestas, pela riqueza
de sua biodiversidade.
Nostradamos estava falando do Brasil,
sem sombra de dúvida. E o que ele
previu? Que o gigante cairá de joelhos,
que passará por um período de tribulação
extrema, mas que dessa tribulação
emergirá transformado, renascido, mais
forte. A questão é quando e como? Na
centúria 10, quatrana 75, ele fornece
pistas temporais. Quando o pescador
deixar sua nede e o lavrador abandonar
sua terra, quando as águas subirem e os
céus fecharem, quando o irmão voltar-se
contra irmão pela sobrevivência, então
sabereis que o tempo chegou. Quando o
pescador deixa sua nede e o lavrador
abandona sua terra. Êxodo rural,
migração das áreas produtivas para
cidades. Isso tem acontecido no Brasil
nas últimas décadas em escala massiva.
Milhões abandonando o campo, buscando
oportunidades urbanas, deixando para
trás o modo de vida tradicional. Águas
que sobem, o Brasil tem enfrentado
enchentes devastadoras com frequência
crescente, Rio Grande do Sul
completamente submerso, cidades inteiras
debaixo d'água e não apenas enchentes de
rios, mas também o aumento do nível do
mar, ameaçando cidades costeiras, céus
que fecham, secas extremas. A Amazônia,
que deveria ser úmida por natureza,
enfrentando períodos de seca que
transformam rios em desertos de areia.
Céu fechado também pode significar
poluição tão intensa que obscurece o
sol, como aconteceu em São Paulo em
2020, quando a cidade ficou escura ao
meio-dia. Irmão contra irmão. Divisão
política no Brasil atingiu níveis
alarmantes. Famílias rompidas por
diferenças ideológicas, violência
política, discurso de ódio, o tecido
social sendo rasgado. Todos os sinais
que Nostradamos listou estão presentes
agora neste exato momento da história
brasileira. Mas ele foi ainda mais
específico. Na centúria 3, quadra na 93,
ele escreveu algo que pesquisadores só
recentemente conseguiram decifrar
completamente.
No ano do duplo do e 5, quando o leão
perde sua força e a águia esquece de
voar, a terra do Cruzeiro do Sul tremerá
três vezes. Primeiro sob, depois no
ventre, por fim no coração. E muitos
perecerão antes do novo amanhecer.
Ano do duplo 2:5
2025. Este ano agora quando o leão perde
sua força. Na astrologia e simbolismo
profético, o leão frequentemente
representa liderança, autoridade, poder
estabelecido. Perder sua força sugere
enfraquecimento de estruturas de poder,
crise de autoridade, liderança
questionada ou colapsando.
Águia que esquece de voar. Águia
tradicionalmente simboliza visão,
perspectiva elevada, capacidade de ver
longe. Esquecer de voar sugere perda de
visão estratégica, liderança miop,
incapacidade de antecipar e se preparar
para o futuro. Terra do Cruzeiro do Sul,
o Brasil. A constelação do Cruzeiro do
Sul está na bandeira brasileira, é
símbolo nacional. Nós tradamos, não
poderia ser mais claro. E essa Terra
tremerá três vezes, três crises
distintas, mais conectadas. Primeira,
sobre os pés. Isso representa fundações,
infraestrutura, economia, sistema
financeiro, base material da sociedade.
Nostradamos está prevendo colapso
econômico, crise que atinge as fundações
do país. Segunda, no ventre. Ventre
representa onde a vida é gerada:
fertilidade, produção de alimentos,
cadeia de suprimentos, capacidade de
alimentar a população. Esta crise será
sobre escassez, fome, interrupção da
produção e distribuição de necessidades
básicas. Terceira, no coração. Coração é
o centro, a essência, o espírito de uma
nação. Esta será a crise espiritual e
social, perda de identidade,
fragmentação completa, colapso do tecido
que mantém uma sociedade unida. E nós
tradamos, adverte, muitos perecerão
antes do novo amanhecer. Mas há novo
amanhecer. Há esperança após o
sofrimento. Há renascimento após a
morte. A questão aterrorizante é:
quantos perecerão e quem sobreviverá? Em
outra quadra na centúria 8, quadra na
16, ele fornece mais detalhes. A cidade
sobre a montanha será a primeira a cair.
Águas que deveriam dar vida trarão
morte. Depois, a cidade à beira do mar
sentirá a fúria do oceano e a cidade no
coração sentirá a terra se abrir. Três
grandes cidades, três grandes tragédias
em menos de uma estação do ano. Cidade
sobre a montanha. Isso poderia ser Belo
Horizonte, literalmente construída em
região montanhosa, ou poderia ser Rio de
Janeiro, com seus morros
característicos. Águas que trazem morte
sugerem barragens rompendo,
deslizamentos causados por chuvas,
enchentes catastróficas. O Brasil já
experimentou o horror de Brumadinho e
Mariana, barragens de mineração
desmoronando, liberando rios de lama
tóxica que matam tudo em seu caminho.
Nostradamos está alertando que isso
acontecerá novamente ou está falando de
algo ainda maior. Cidade à beira do mar,
sentindo fúria do oceano. Brasil tem
cidades costeiras gigantescas, Rio de
Janeiro, Salvador, Fortaleza, Recife,
todas vulneráveis a tempestades,
maremotos, aumento do nível do mar. Um
tsunami no Atlântico Sul causado por
terremoto submarino ou deslizamento de
terra oceânico poderia devastar essa
cidades. Cidade no coração sentindo a
Terra se abrir. Brasília está no centro
geográfico do país. Seria essa a cidade
no coração ou São Paulo, o coração
econômico? Terra se abrindo sugere
terremoto ou subsidência massiva. Embora
o Brasil não seja altamente sísmico, há
falhas geológicas e há o problema das
minas subterrâneas, dos túneis, das
estruturas subsuperficiais que poderiam
colapsar. Três grandes cidades, três
grandes tragédias em menos de uma
estação do ano, 3 meses, 90 dias. Se nós
tradamos está correto, o Brasil
enfrentará nos próximos meses uma
sequência de desastres urbanos sem
precedentes na sua história. Mas há
mais, sempre há mais nas profecias de
Nostradamos. Ele raramente revela tudo
em uma única quadrana. É preciso
conectar múltiplas previsões para ver o
quadro completo. Na centúria dois,
quadra na 41, ele escreveu: "Quando a
floresta gritar seu último suspiro,
quando o verde se tornar marrom e o rio
se tornar pó, os antigos deuses
acordarão zangados e sua vingança será
terrível." A floresta gritando seu
último suspiro. A Amazônia está
morrendo. Estudos científicos mostram
que partes da floresta já passaram do
ponto de não retorno. Não conseguem mais
se regenerar. Estão se transformando em
savana. E quando a Amazônia morre, não é
apenas uma tragédia local, é uma
catástrofe global. Os padrões climáticos
de todo o planeta mudam. Verde
tornando-se marrom. desertificação.
Áreas que eram verdes e exuberantes,
tornando-se áridas e mortas. Rio
amazônico secando. Já aconteceu em 2023
e 2024. Rios que nunca secaram na
história registrada simplesmente
desapareceram.
Comunidades ribeirinhas ficaram
isoladas, peixes morreram aos milhões.
Botos foram encontrados mortos nas
margens secas. E então nos tradamos
menciona algo intrigante. Os antigos
deuses acordarão zangados. Que deuses?
Nas tradições indígenas brasileiras,
especialmente as amazônicas, há
entidades espirituais ligadas à
floresta, guardiões, protetores,
espíritos da natureza que, segundo as
lendas, punem aqueles que desrespeitam a
terra. Nós tradamos, mesmo sendo europeu
do século X, de alguma forma captou essa
dimensão espiritual do Brasil. Ou talvez
ele simplesmente estivesse usando
linguagem metafórica para descrever
consequências naturais. Quando você
destrói um ecossistema, a natureza
responde e essa resposta pode parecer
vingança. Sua vingança será terrível.
Desastres naturais em cascata. Um evento
desencadeando o próximo. Seca levando a
incêndios. Incêndios levando a chuvas
torrenciais sobre solo nu. Chuvas
causando deslizamentos e enchentes.
Enchentes espalhando doenças. Um ciclo
vicioso de calamidades.
Mas Nostradamos não via apenas
destruição. Ele também via o que viria
depois. E isso é crucial. Suas profecias
sempre incluem esperança, desde que
certas condições sejam atendidas. Na
centúria 5, quadra na 86, ele escreveu:
"Após a terceira calamidade, quando as
lágrimas molharem a terra seca, surgirá
do povo simples um líder que ninguém
esperava. Não falará com palavras
polidas, não virá de berço dourado, mas
seu coração será puro e sua visão clara,
e ele começará a reconstrução. Um líder
surgindo do povo simples após as
calamidades. Não um político
tradicional, não alguém da elite, mas
alguém forjado pelo sofrimento, alguém
que entende porque viveu a dor.
Nostradamos está descrevendo uma
transformação completa da liderança
brasileira.
O velho sistema colapsando e algo
genuinamente novo emergindo dos
escombros. Mas esse líder só poderá ter
sucesso se o povo estiver pronto. E é
aqui que nós tradamos deixa avisos e
instruções. Na centúria 9, quadra na 33,
ele escreveu: "Preparai-vos enquanto há
tempo. Guardai alimento e água.
Fortalecei laços com vizinhos, porque
quando vier a tempestade, apenas os
preparados e unidos sobreviverão, os
solitários perecerão, os orgulhosos
cairão, mas os humildes e conectados
prevalecerão.
Instruções práticas dentro de uma
profecia, isso é raro em Nostradamos.
Geralmente ele apenas descreve o que vê,
mas neste caso ele sentiu necessidade de
dar orientação como se o destino não
fosse totalmente fixo, como se houvesse
margem para influenciar os resultados
através de preparação e ação correta.
Guardai alimento e água. Estoque de
emergência. Em uma crise de
infraestrutura, em colapso de cadeia de
suprimentos, ter reservas pode
significar diferença entre morte.
Fortalecei laços com vizinhos,
comunidade, rede de apoio, pessoas que
confiam umas nas outras e podem
trabalhar juntas. Em momentos de crise,
isolamento é sentença de morte.
Comunidade é salvação. Apenas os
preparados e unidos sobreviverão.
Preparação sem comunidade não é
suficiente. Você pode ter todos os
suprimentos do mundo, mas se estiver
sozinho, estará vulnerável. Comunidade
sem preparação também não é suficiente.
Boa vontade não alimenta pessoas
famintas. precisa de ambos, preparação e
comunidade. Os solitários perecerão.
Aqueles que tentam sobreviver sozinhos,
que não confiam em ninguém, que
acumulam, mas não compartilham. Nós
tradamos vê que estes não passarão pela
aprovação. Os orgulhosos cairão, aqueles
que acreditam estar acima do perigo, que
pensam que riqueza ou posição os
protegerá, que se recusam a preparar
porque consideram indigno ou
desnecessário. Esses serão pegos de
surpresa. Os humildes e conectados
prevalecerão. aqueles que reconhecem
vulnerabilidade, que pedem ajuda, que
oferecem ajuda, que constróem pontes ao
invés de muros. Esses serão os
sobreviventes, os reconstrutores, os
fundadores da nova era. Nostradamos
também fez previsões sobre o papel do
Brasil no mundo após essas calamidades,
e isso talvez seja a parte mais
esperançosa de todas as suas visões. Na
centúria sete, quadra na 40, ele
escreveu: "Da terra que sofreu mais que
todas, surgirá a luz que guiará o mundo.
Porque apenas quem atravessou o inferno
pode ensinar o caminho para o céu. O
gigante verde, humilhado e purificado,
tornar-se a farol para nações perdidas.
da Terra que sofreu mais. O Brasil
passará por provações extremas, mas essa
experiência não será em vão, será
transformadora, purificadora.
Surgirá a luz que guiará o mundo. Após a
reconstrução, o Brasil emergirá com
sabedoria, com nova compreensão, com
modelo de civilização que outras nações
vão querer seguir. Apenas quem
atravessou o inferno pode ensinar o
caminho para o céu. Você não pode
ensinar sobre resiliência sem ter sido
testado. Não pode falar sobre
renascimento sem ter morrido e
ressuscitado. O sofrimento do Brasil
será sua educação e essa educação
permitirá que lidere. Gigante verde
tornando-se farol. De país em crise a
exemplo para o mundo. Essa é a visão
última de nós tradamos para o Brasil.
Não destruição final, mas transformação
radical seguida de ascensão. Mas há um
porém. Sempre há um porém nas profecias.
Nostradamos deixou claro que existem
dois caminhos possíveis, duas linhas
temporais potenciais e qual se
manifestará depende das escolhas feitas
agora, hoje, neste momento. Na centúria
4, quatrana 62, ele escreveu: "Se o povo
despertar antes da terceira calamidade,
muito sofrimento pode ser evitado. Mas
se dormirem até o fim, aprenderão apenas
através da dor mais profunda. A escolha
é deles. Sempre foi. Se o povo despertar
antes da terceira calamidade, a chance
de evitar os piores resultados. Não
completamente, porque algumas coisas já
estão em movimento, mas a severidade
pode ser reduzida, o número de vítimas
pode ser menor, a recuperação pode ser
mais rápida, mas se dormirem até o fim,
se continuarem na negação, se recusarem
ver os sinais, se não se prepararem,
então aprenderão da maneira mais difícil
e o custo será imenso. A escolha é
deles, é nossa, de cada brasileiro vivo
neste momento. Nostradamos está dizendo
que não somos vítimas passivas do
destino, somos participantes ativos e
nossas escolhas importam. Então, qual é
o despertar que ele menciona? O que
exatamente precisamos fazer? Em várias
quatranas espalhadas por suas centurias,
Nostradamos deixapistas sobre o que
constitui esse despertar. Não é um único
grande ato, é uma série de mudanças de
consciência e comportamento. Primeiro,
reconhecer a realidade, parar de negar
que a crise, parar de acreditar que tudo
vai continuar normal. Olhar honestamente
para os sinais e aceitar que mudança
dramática está vindo. Segundo, deixar de
lado divisões. As brigas políticas,
ideológicas, religiosas e regionais
precisam ser postas de lado. No que
estar por vir, essas divisões são o luxo
que não podemos pagar. Sobrevivência
exigirá unidade. Terceiro, retornar ao
essencial. Menos consumismo, menos
superficialidade, mais foco em relações
reais, habilidades práticas, valores
fundamentais, simplicidade não como
pobreza, mas como sabedoria. Quarto,
reconectar com a Terra, entender que
somos parte da natureza, não separados
dela. Que quando destruímos o meio
ambiente, destruímos da nós mesmos, que
precisamos viver em harmonia, não em
exploração. Quinto, cultivar coragem. O
que estar por vir testará cada pessoa.
Medo é natural, mas não pode ser
paralisante. Coragem não é ausência de
medo, é ação apesar do medo. E sexto,
manter esperança. Não esperança ingênua
de que tudo ficará bem magicamente, mas
esperança fundamentada na certeza de que
humanidade já passou por crises antes e
sobreviveu, e que desta vez também
sobreviverá, mas transformada.
Nostradamos viu essas seis mudanças de
consciência acontecendo em parte da
população brasileira. Não na maioria.
Ele foi realista sobre isso. A maioria
dormirá até ser acordada à força pelos
eventos, mas uma minoria significativa
despertará voluntariamente e essa
minoria será suficiente. Suficiente para
quê? para preservar conhecimento, para
manter comunidades funcionando, para
ajudar outros quando os desastres
chegarem, para começar a reconstrução
quando o pior passar, para semear as
ideias da nova civilização que nascerá
das cinzas da antiga. Você faz parte
dessa minoria? É por isso que está
ouvindo esta mensagem? Nostradamos
acreditava que informação chega às
pessoas certas no momento certo, que não
há acidentes, que se você está ouvindo
isso agora, é porque há um propósito. E
talvez o propósito seja simplesmente
este. Você precisa se preparar, precisa
preparar sua família, precisa fortalecer
sua comunidade, porque quando os eventos
preditos começarem a acontecer em
sequência rápida, não haverá tempo para
começar do zero. Na centúria 1, quatrana
17, Nostradamos escreveu algo que parece
dirigido diretamente a quem descobre
suas profecias. Aquele que lê estas
palavras e reconhece sua verdade tem
obrigação, não de salvar todos, por isso
é impossível, mas de salvar alguns, de
ser luz na escuridão, de ser porto na
tempestade, de ser esperança quando tudo
parecer perdido. Obrigação de salvar
alguns, não todos. Nostradamos era
realista. Sabia que nem todos podem ou
querem ser salvos. Alguns escolherão
negação até o fim. Alguns escolherão
desistência quando as coisas ficarem
difíceis. Mas alguns podem e querem
sobreviver. podem e querem aprender,
podem e querem crescer através da
adversidade. E se você pode ajudar,
mesmo que seja uma pessoa, uma família,
uma pequena comunidade, já fez sua
parte, já cumpriu seu propósito. Ser luz
na escuridão não precisa ser luz
ofuscante, apenas claridade suficiente
para que outros vejam o próximo passo,
apenas esperança suficiente para que
continuem andando. ter porto na
tempestade, lugar seguro, refúgio. Não
precisa abrigar multidões, apenas os que
conseguem chegar até você e depois
ajudá-los a se tornarem mais fortte
suficiente para seguir adiante ou até se
tornarem portos para outros. Ser
esperança quando tudo parecer perdido.
Este será o desafio maior, porque haverá
momentos quando parecer que não há
saída, quando parecer que o colapso é
total e irreversível.
E nesses momentos, pessoas que mantêm a
esperança viva, que lembram outros de
que isso também passará, essas pessoas
serão preciosas além de qualquer medida.
Nostradamos viu o Brasil passar por
provação de fogo, mas também viu o
Brasil emergir desse fogo como ouro
purificado, mais valioso, mais forte,
mais belo. A questão não é se a
aprovação virá. Nós tradamos, foi claro
que virá. A questão é como você
atravessará? Com medo ou com fé? Sozinho
ou conectado? Despreparado ou pronto?
Negando ou aceitando, resistindo ou
fluindo? As respostas a essas perguntas
determinarão não apenas sua
sobrevivência física, mas seu estado
espiritual e emocional durante e após a
crise. E Nostradamos fez uma última
previsão sobre o Brasil que precisa ser
mencionada. Uma previsão que vai além
dos próximos meses ou anos. Uma visão de
longo alcance. Na centúria 10, quatrana
99, quase no final de todas as suas
profecias, ele escreveu: "No novo mundo
que nascerá das cinzas do antigo, a
terra do Cruzeiro do Sul será a coroa da
humanidade, não por conquista, não por
dominação, mas por exemplo, por
sabedoria ganha através do sofrimento. E
todas as nações virando deber dessa
fonte de entendimento.
coroa da humanidade, a nação líder, mas
não através de força militar ou
econômica, através de modelo de
civilização que funciona em harmonia com
a natureza e com a dignidade humana.
Todas as nações virão beber dessa fonte,
o Brasil como professor, como guia, como
inspiração. Mas esse futuro glorioso só
é alcançável passando pelo vale da
sombra da morte. Não há atalho, não há
caminho fácil. A transformação exige
morte do velho para que o novo possa
nascer. E essa morte está começando
agora. Os sinais estão todos presentes.
Os eventos preditos estão começando a se
manifestar. O relógio está correndo. Nos
tradamos deixou este último aviso que dá
título a esta mensagem: avisei, mostrei
os sinais, descrevi os eventos, dei
instruções. O resto cabe àqueles que
vivem no tempo. Este é o último aviso.
Quem tem ouvidos, ouça. Quem tem olhos,
veja. Quem tem coração, sinta. e que
preparem-se, porque o tempo de
preparação está terminando e o tempo de
provação está começando.
Último aviso, não haverá outro. Os
eventos falarão por si mesmos e então
será tarde demais para preparação. Só
restará reação. Você está ouvindo? Você
está vendo, você está sentindo? Porque
se o corpo já sabe, sua intuição já
percebeu, há algo no ar, uma tensão, uma
expectativa, uma sensação de que algo
grande está prestes a acontecer, confie
nessa sensação. Não é paranoia, não é
ansiedade sem causa, é sabedoria antiga
dentro de você, respondendo aos sinais
que seus ancestrais aprenderam a
reconhecer, o instinto de sobrevivência
despertando. que se nós tradamos que
acertou tantas outras coisas, está certo
sobre o Brasil, então os próximos meses
serão os mais desafiadores na história
do país, mas também os mais
transformadores. E do outro lado, para
aqueles que atravessarem, haverá um
Brasil novo, um mundo novo, uma era
nova, valendo cada lágrima, cada
dificuldade, cada momento de medo,
porque o que nascerá será digno do preço
pago. A profecia está clara. O aviso foi
dado. A escolha agora é sua. Preparar ou
negar, unir ou dividir, despertar ou
dormir. Seja qual for sua escolha,
faça-a conscientemente. Faça-a sabendo
que você foi avisado, que você teve a
chance de conhecer o que está por vir e
que quando chegar você não poderá dizer
que não sabia. Nós tradamos, viu? Ele
avisou. Através dos séculos, sua voz
chega até você. Ouça, se este vídeo
mexeu com você, inscreva-se no canal,
ative o sininho e compartilhe com alguém
que também precisa conhecer essa
verdade.
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