Transcrição
Segundo reportagem do jornal O Globo
publicada ontem, Moraes entrou em
contato com o presidente do BC para
discutir a venda do Banco Master ao
Banco de Brasília, o BRB. A reportagem
informa que Moraes procurou Galipulo ao
menos quatro vezes por ligações
telefônicas e presencialmente. Banco
Central barrou a venda do banco em
setembro. Segundo as investigações da
Polícia Federal, entre outras
irregularidades, o master fraudou papéis
vendidos ao BRB com conhecimento do
banco que é público. A PF estima a
fraude em R$ 12 bilhões deais. Ainda de
acordo com o jornal O Globo, a mulher de
Morais, advogada Viviane Barce de
Morais, tem um contrato de prestação de
serviços com o Banco Master, que previa
o pagamento de R$ 3.600.000 R000 mensais
durante 3 anos, a partir de janeiro de
2024, o que renderia R9 milhões deais no
total.
Ó, movimentações atípicas. Alexandre
Morais, mostre o valor das
movimentações.
Tenha caráter, mostre o valor das
movimentações.
É só tentativa de desgast. Isso é bem
claro, Morais. A minha esposa não tem
escritório de advocacia.
Mostre a verdade.
Você tá ajudando a enterrar o Brasil por
questão pessoal. Não sei o qual, mas é
pessoal. Vocês botarem um pinguço para
dirigir o Brasil, um cara sem qualquer
responsabilidade que tem um raço de
corrupção, um raço de de deboche para
com uma família brasileira, de ataques a
padres, a pastores, de ataque às forças
armadas, de ataque aos policiais. Vocês
acham que vai dar certo? Eu sou dona
Vivi, esposa do Xandão. Então, dona Vivi
é uma advogada que era piloto de fogão
em São Paulo e que está milionária. O
escritório hoje de maior lucro de
Brasília, depois é a do Toófono, da
mulher do Tofono. O primeiro mais rico é
a mulher do Xandão, advogada de sucesso
em Brasília hoje.
Ela era piloto de fogão em São Paulo,
cozinheira. Quando o maridão foi nomeado
ministro, ela abriu um escritório em São
em Brasília. E o curioso do escritório é
que ele na folha de de míia da internet
que ele que ele se apresenta, ele não
diz que é especialista em direito
constitucional,
eleitoral, cível, criminal, não. Ele diz
especialista em tribunais superiores.
Ela coloca claro ali que a especialidade
é lobby. Essa daí
e não há quem entre no escritório dela.
Quanto é 2 milhões? É 1 milhão na
entrada e 1 milhão no sucesso. E ela
ganha todos. É hoje o escritório mais
rico de Brasília. E a dona Vivi, ela é
imperial.
Gente, presta atenção, porque o negócio
acabou de ficar feio de vez pro lado de
Xandão. Eu te pergunto agora, você
acredita que Xandão vai pagar por tudo
aquilo que ele está fazendo? comenta
aqui abaixo. Essa é a pergunta que
estáando em Brasília, em Washington e no
mundo inteiro. Porque o que aconteceu
nas últimas horas com Bolsonaro e também
com os generais não é apenas uma prisão,
não é apenas uma injustiça, é o gatilho
da maior reação internacional que o
Brasil já viu. O que eu vou te mostrar
agora é tão forte, tão impactante, que
você vai entender de uma vez por todas
porque a qualquer momento o Xandão pode
se dar mal. A corna já esticou demais e
agora ela está prestes a arrebentar. E
novamente eu te pergunto, comenta aqui
embaixo, você acredita que Xandão vai
pagar por tudo isso? O que eu vou te
mostrar neste vídeo realmente vai te
deixar de boca aberta. Então já taca o
like para ele, certo? me ajuda com o teu
joinha pro YouTube não enterrar esse
vídeo. Inscreva-se aqui no canal
ativando o sininho das notificações. E
claro, né, gente, quando chegarmos a 1
milhão de inscritos esse canal, eu vou
fazer aquele sorteio de R$ 5.000 para um
de vocês. E claro, sem mais enrolação,
bora para esse vídeo. Prisão do
ex-presidente Bolsonaro não passou
batida. Não é apenas um ato isolado, não
foi apenas mais uma decisão polêmica,
foi o estupim de um plano articulado,
calculado e já colocado em andamento
pelos Estados Unidos e liderado
diretamente por Trump. Isso foi um
gatilho para que Trump colocasse em
andamento um plano para resolver esse
problema dentro do Brasil. Enquanto
muitos tentam vender normalidade em tudo
isso, lá fora, as coisas ficaram claras.
O Brasil enviou um sinal perigosíssimo
ao mundo, um sinal de perseguição
política, de criminalização da oposição.
Isso ocou como um estrondo em
Washington. Trump, Marco Rúbio,
Christopher Landal, Rick McCormic, nós
não estamos falando de assessores de
gabinete, estamos falando de gente com
caneta, com poder, com autoridade para
sancionar, polir e isolar países
inteiros. Então, quando essas
autoridades dizem que o Brasil vive um
caça as bruxas, uma violação de direitos
humanos e e que um único ministro está
destruindo 200 anos de relação entre
Brasil e Estados Unidos, meu amigo, e
isso não é recado político, é aviso
prévio de retalhação. Então, bora reagir
comigo a este vídeo que está deixando
muita gente intrigada. A prisão do
ex-presidente Bolsonaro gerou uma reação
imediata e calculada do governo
americano. O que estamos vendo não são
apenas notas de repúdio, mas ativação de
um plano estratégico liderado por Donald
Trump para responder à altura. A ordem
em Washington, segundo Fontes, é clara:
impor sanções severas que atingem o
coração do Supremo Tribunal Federal,
fazer com que as decisões recentes sejam
profundamente lamentadas pelos seus
autores. A gente precisa ir direto ao
ponto, porque o que aconteceu nas
últimas 48 horas em Brasília não foi
apenas um evento jurídico ou policial.
Foi, na minha visão, o início de uma
nova era na política brasileira e
principalmente nas nossas relações
internacionais. A prisão do
ex-presidente Jair Bolsonaro, que muitos
tratavam como uma possibilidade distante
ou apenas uma ameaça retórica, se
concretizou. E a forma como ela
aconteceu, ignorando laudos médicos,
atropelando o devido processo legal e
com uma justificativa que muitos
juristas consideram frágil, acabou
gerando uma onda de choque que
atravessou as fronteiras do nosso país e
chegou com força total em Washington.
Pra gente entender o tamanho do problema
que o governo brasileiro e o Supremo
Tribunal Federal arrumaram para si
mesmos, a gente precisa olhar pro
contexto. A gente vive em um mundo onde
os gestos importam, onde a diplomacia é
feita de sinais. E qual foi o sinal que
o Brasil enviou pro mundo ao prender o
principal líder da oposição? O sinal foi
o de que aqui a divergência política
pode ser criminalizada. O sinal foi o de
que as instituições que deveriam ser
neutras parecem ter escolhido um lado. E
esse sinal foi captado imediatamente
pela maior potência do planeta. A reação
do governo dos Estados Unidos não foi a
de um observador distante, foi a de um
ator envolvido, preocupado e, acima de
tudo indignado. Quando a notícia chegou
ao presidente Donald Trump, a primeira
reação dele foi de incredulidade. A
gente viu os relatos de que ele num
primeiro momento achou que fosse algum
engano, alguma confusão, mas quando a
ficha caiu, quando ele percebeu que o
seu aliado, um homem que ele disse
respeitar e considerar honesto, tinha
sido colocado atrás das grades, o tom
mudou. A tristeza deu lugar à
determinação. E aqui que a gente entra
na parte que a grande mídia brasileira
não está te contando com a devida
profundidade. Eles querem que você
acredite que tudo isso é apenas barulho,
que as notas dos americanos são apenas
protocolares, mas não são. O que está em
curso é uma operação de resposta, uma
operação desenhada para mostrar que
existem consequências para quem atropela
o estado de direito. Vamos analisar quem
são as pessoas que estão falando. Não
são estagiários, não são funcionários de
baixo escalão. Estamos falando de Parco
Rúbio, secretário de estado, estamos
falando de Christopher Landalu,
vice-seário. Estamos falando de gente
que tem a caneta na mão, que decide quem
entra e quem não entra nos Estados
Unidos, quem pode e quem não pode fazer
negócios com bancos americanos. Quando
essas pessoas vêm a público e usam
termos como caças bruxas, violação de
direitos humanos e desmantelamento do
estado de direito, eles não estão dando
opinião. Eles estão construindo a base
legal para agir. A declaração do
Christopher Landal é talvez a mais
pesada de todas. Ele disse que dói ver o
ministro Moraes devastando o estado de
direito e arrastando as relações entre
as duas nações para o ponto mais sombrio
em dois séculos. Vocês têm noção do peso
histórico dessa frase? Em 200 anos de
história, com guerras mundiais, com
ditaduras militares, com crises
econômicas, nunca, segundo ele, a nossa
relação esteve tão ruim. E ele aponta o
culpado com nome e sobrenome. Ele diz
que enquanto o Brasil deixar o destino
dessa relação nas mãos de um único
ministro, não há saída pra crise. Isso é
um ultimato. É os Estados Unidos dizendo
para o Brasil: "Ou vocês resolvem essa
situação interna, ou vocês vão se tornar
um paradiplomático". E a gente sabe o
que acontece com países que viram paras
para os americanos. Ele sofre, a
economia sofre, o povo sofre. E o plano
de retaliação que está sendo desenhado
em Washington é muito mais sofisticado
do que uma simples nota de repúdio. Eles
sabem que notas não funcionam com quem
se acha dono da verdade. Eles sabem que
a única linguagem que esse tipo de poder
entende é a linguagem da perda. Perda de
dinheiro, perda de prestígio, perda de
liberdade. Por isso, a estratégia
americana se baseia na lei Magnitsk. A
gente tem falado muito sobre ela aqui,
mas é importante reforçar como ela
funciona. Ela foi criada para punir
violadores de direitos humanos ao redor
do mundo, congelando seus bens e
proibindo sua entrada nos Estados
Unidos. O ministro Alexandre de Moraes
já foi sancionado, mas o que o governo
Trump percebeu é que sancionar apenas
ele não foi suficiente para parar a
escalada autoritária. Pelo contrário,
parece que a sanção serviu como
combustível para que ele dobrasse a
aposta e prendesse o Bolsonaro. Então,
qual é a próxima fase do plano? né? A
expansão do alvo é o que a gente chama
de transbordo de responsabilidade. O
governo americano, segundo as
informações que chegam dos bastidores,
está se preparando para aplicar sanções
não apenas ao ministro, mas a toda a sua
rede de apoio. Isso inclui, como a gente
já viu, a possibilidade real de
sancionar familiares, como a esposa do
ministro, a advogada Viviane Barci. Essa
é uma jogada de uma dureza extrema. Ao
mirar na família, o governo Trump está
dizendo que não existem santuários, que
não existem esconderijos para o
patrimônio de quem eles consideram
violadores de direitos. Se o ministro
usa a estrutura familiar para blindar
seus bens, essa estrutura também se
torna um alvo legítimo. É uma forma de
asfixia financeira que atinge o indivído
onde mais dói na sua casa, no futuro dos
seus filhos. Mas a lista não para por
aí. A ameaça se estende aos cúmplices. E
quem são os cúmplices na visão
americana? São os outros ministros do
STF que, por omissão ou por voto,
validam os atos de morais. São os
parlamentares, como presidente do Senado
e da Câmara, que se recusam a usar os
freios e contrapesos da Constituição
para parar os abusos. O recado do
deputado americano Rick McCormy, que foi
cristalino. Ele disse que morais e todos
os que permitem seus abusos no STF e no
Congresso Brasileiro serão severamente
punidos. Vocês conseguem perceber a
mudança de Tom? Antes a crítica era
focada em uma pessoa. Agora ela se
espalhou para todo o sistema. Eles estão
dizendo que quem se omite também é
culpado. Quem lava as mãos também está
sujo. E essa ameaça tem o poder de
causar um terremoto em Brasília. Porque
a gente sabe que a lealdade no mundo
político é muito frágil. Ela dura apenas
enquanto os interesses convergem. No
momento em que apoiar o Alexandre de
Morais, passar a custar o visto para
Disney, a conta no banco em Miami ou a
reputação internacional, a gente vai ver
muita gente pulando do barco e é
exatamente isso que o plano americano
quer provocar. Eles querem isolar o
ministro, querem que ele se torne tóxico
pros seus próprios pares, querem que o
custo de mantê-lo no poder seja tão alto
que o próprio sistema decida que é hora
de se livrar dele. É uma estratégia de
implos. A gente viu, por exemplo, que o
ministro Gilmar Mendes, em uma tentativa
desesperada de manter a pose, disse que
as sanções não afetam a vida
institucional do país. Mas a informação
que o Paulo Figueiredo trouxe é que nos
bastidores o clima é de pânico total,
que tem ministro chorando, que eles
sabem que a coisa ficou séria. Quando a
água bate no pescoço, a arrogância
costuma diminuir rapidinho e não podemos
esquecer do impacto que isso tem na
nossa economia. O Brasil não é uma ilha.
Nós dependemos do comércio
internacional, dos investimentos
estrangeiros. Quando a maior economia do
mundo diz que o nosso estado de direito
está desmoronando, que não há segurança
jurídica aqui, o investidor foge, o
dólar sobe, a inflação volta. Quem paga
a conta da irresponsabilidade de
Brasília é o trabalhador, é a dona de
casa, é o empresário que tenta gerar
emprego. A prisão de Bolsonaro nesse
cenário foi um tiro no pé monumental.
Eles acharam que estavam demonstrando
força, mas na verdade estavam apenas
acelerando a sua própria queda. Eles
uniram a oposição interna, acordaram
quem estava dormindo e trouxeram para a
briga o adversário mais perigoso que
poderiam ter. Aqui dentro do Brasil, a
reação também foi forte. A gente viu
governadores importantes como Tarcísio
de Freitas, Ratinho Júnior e Cláudio
Castro saindo de cima do muro e
criticando abertamente a prisão. A gente
viu figuras do centrão que sempre foram
muito cautelosas, como Gilberto Cassab e
Arthur Lira demonstrando desconforto e
preocupação. Isso mostra que o consenso
em torno do STF quebrou. Eles não têm
mais o apoio incondicional da classe
política. Eles estão ficando sozinhos e
a sociedade também acordou. A sensação
de injustiça, de que a lei não vale para
todos, de que existe uma perseguição
implacável contra um lado do espectro
político, se espalhou. Mesmo quem não é
bolsonarista raiz começa a se perguntar
se fazem isso com o ex-presidente, o que
não fariam comigo. A insegurança
jurídica deixou de ser um termo técnico
e virou uma sensação real de medo. A
narrativa que o sistema tentou vender de
que eles estavam salvando a democracia
não cola mais. Ninguém acredita que
prender um idoso de 70 anos doente com
base em suposições de fuga seja um ato
de defesa da democracia. O que todo
mundo vê é vingança, é ódio, é o uso do
poder do Estado para esmagar um
adversário. E isso, em vez de pacificar
o país, só aumenta a divisão e a
revolta. O governo Lula, por sua vez,
tenta fingir que não é com ele. O
Itamarati solta notas genéricas sobre
soberania tentando pousar de
independente, mas a verdade é que o Lula
está apavorado. Ele sabe que a crise com
os Estados Unidos é um desastre para o
seu governo. Ele sabe que se a economia
afundar por causa de sanções, a sua
popularidade, que já não é lá essas
coisas, vai para o buraco de vez. Ele
sabe que se tornou o refém das decisões
do Alexandre de Moraes. O destino do
governo dele está amarrado ao destino de
um juiz que parece ter perdido o
controle. E a gente precisa falar sobre
o futuro. O que vem depois dessa prisão?
O sistema aposta que o bolsonarismo vai
morrer, que sem o líder o movimento se
desfaz. Mas a história mostra que
mártires são muito mais perigosos do que
líderes livres. A prisão de Bolsonaro
deu a ele uma aura de vítima que nenhum
discurso político conseguiria dar. Ela
galvanizou a base, deu um novo propósito
para a militância e com ajuda externa,
com a pressão dos Estados Unidos, essa
base ganha uma esperança renovada. Eles
não se sentem mais sozinhos lutando
contra um gigante. Eles sentem que tem
aliados poderosos e isso muda tudo. Isso
dá coragem para enfrentar, para
protestar, para não aceitar calado. A
estratégia de terra arrasada que o STF
parece ter adotado pode acabar arrasando
com eles mesmos. Eles esticaram a corda
até o limite e agora ela está prestes a
arrebentar. A vingança de Trump, as
sanções, o isolamento internacional, a
revolta interna, a crise econômica, tudo
isso forma uma tempestade perfeita que
pode varrer as estruturas de poder que
se achavam eternas. Eu acredito que os
próximos dias e semanas serão decisivos.
A gente vai ver se o sistema vai ter a
capacidade de recuar, de tentar buscar
uma saída negociada com a prisão
domiciliar ou se eles vão continuar na
atuada do confronto total. Se escolherem
o confronto, eu tenho pelo que pode
acontecer com o nosso país, mas ao mesmo
tempo eu tenho a esperança de que dessa
crise possa nascer um Brasil mais forte
com instituições que realmente respeitem
a lei e a vontade do povo. A lição que
fica é que o poder sem limites é o
caminho mais rápido para a ruína. O
ministro Moraes, ao tentar ser tudo, ao
tentar ser o juiz, o legislador e o
executor, acabou se colocando em uma
posição insustentável. Ele se tornou o
problema. E na política, quando alguém
se torna o problema, a solução costuma
ser a sua remoção, seja pelo
impeachment, seja pela pressão, seja
pelo isolamento. A gente vai continuar
aqui acompanhando cada passo, cada
movimento. A gente não vai deixar que a
verdade seja sufocada. A gente vai
continuar a mostrar o que a grande mídia
tenta esconder. Porque a nossa lealdade
não é a homens ou a partidos. A nossa
lealdade é o Brasil, a liberdade e a
justiça de verdade. Essa história da
retaliação americana é a prova de que o
mundo não está cego para o que acontece
aqui e que, por mais que tentem nos
calar, a nossa voz está sendo ouvida. A
prisão do Bolsonaro não foi o fim, foi o
começo de uma nova fase, muito mais
intensa e perigosa da nossa luta e nós
estamos prontos para ela. E você, o que
acha que vai acontecer? Será que o STF
vai aguentar a pressão? Será que o
governo Lula vai conseguir se equilibrar
nessa corda bamba? Deixe sua opinião nos
comentários. Isso é muito importante a
gente trocar ideias e se manter unido
nesse momento tão difícil.
Adivinha quem foi a pessoa que teve o
maior crescimento patrimonial do mundo
em 2025? Bill Gates. Ah, não. Bill Gates
não. Bill Gates don da Microsoft.
Microsoft não tá mais lá aquelas coisas,
né? Quem quer Bill Gates, né? Quem quer
Bill Gates? Não tá mais aquelas coisas.
A Batista não. A Batista já era, né? Já
era. Ó, meteu o papo aqui, mentiu pra
geral. Não tem mais como crescer
patrimônio dele, não. Já era, acabou. El
Musk não, El Musk teve um um bom
crescimento. Crescimento patrimonial
dele foi alto, só que não comparado ao
primeiro lugar. Ainda ainda o Elon Musk
fica no chinelo ainda. Adivinha quem
foi? A pessoa que teve o maior
crescimento patrimonial do mundo em 2025
foi a Viviane.
Aí você deve est se perguntando, mas que
diabo é Viviane, rapaz? A Viviane, ela é
ela é mulher do cabeça de ovo,
só que a cabeça do esse aqui tá
bronzeado. Esse aqui a cabeça de ovo tá
bronzeado. A cabeça de ovo, a outra é
mais branco. É mais branco. Cabeça
cabeça branca. A Felizarda teve um
aumento no seu patrimônio de 232% em 1
ano. Ela saiu de 24 milhões para 79
milhões deais em um ano. Rapaz, ô primo
rico, chama ela pro podcast aí para
ensinar nós, porque até então ninguém
sabe como é que ela conseguiu essa
fortuna toda. O marido ganha só 40.000
por mês, né? 40.000 por mês. Aí tem um
monte de gente que ganha, não consegue
juntar um patrimônio desse aí, não.
Agora quero saber o que que é que essa
mulher tá fazendo. Que rapaz do céu, de
24 milhões para 79 milhões, é, não é
pouca coisa não, hein, Tom? Agora o
problema é, né, que esse patrimônio ele
cresceu como mágica. Bu, é essa mágica
que nós quer saber. Eu acho que ela não
é economista, né, ela é ela é ela é
mago. É um mago. É uma bruxa. Uma bruxa.
Ensina essa bruxaria pr nós, pelo amor
de Deus. Tá difícil. Foi difícil 2025.
Difícil,
meus amigos. Tudo indica que a história
virou que o sistema que achava que
poderia tudo, que ninguém os alcançaria,
agora está cercado de todos os lados.
Internamente pela indignação do povo,
né, gente? Politicamente pelo abandono
dos aliados e externamente pela pressão
avaçaladora dos Estados Unidos. A
pergunta agora é inevitável, como eu
sempre pergunto aqui, será que agora
chegou a hora de Xandão cair? Será que
ele vai pagar por tudo aquilo que ele
está fazendo? Será que a corda
finalmente arrebenta do lado que puxou
demais? Você acredita que a queda dele
já começou e que realmente toda essa
injustiça terá um preço muito alto?
Comenta aqui embaixo a sua opinião,
porque ela é muito importante. Deixa o
like, se inscreva no canal e compartilha
esse vídeo porque o Brasil precisa saber
do que está acontecendo. E a verdade não
pode ser calada, porque as grandes mídia
não mostra o que eu mostro aqui no
canal, gente. Então, já ajuda nós
deixando o seu joinha e compartilhando
esse vídeo. Deus abençoe você e a tua
família. Um abraço, fique com Deus e até
o próximo vídeo.
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