Bem-vindos à A Voz Galáctica. Este é um
espaço dedicado às mensagens de
consciência, despertar e expansão que
atravessam o tempo e as dimensões.
Aqui a informação não busca convencer,
mas recordar.
Cada transmissão é um convite ao
alinhamento interior, ao discernimento e
à reconexão com a verdade da sua própria
essência. Se você chegou até aqui,
confie. Nada é por acaso. Ouça com o
coração aberto.
Nós, os pleadianos, observamos que o
processo de desmantelamento das antigas
estruturas de controle jamais foi
simples. Aqueles que por muito tempo
atuaram nas sombras utilizaram os
acontecimentos políticos mais recentes
como uma tentativa final de recuperar
espaço e influência. No entanto, essa
movimentação acabou expondo suas
próprias estratégias, o que facilitou o
preparo dos cenários reais de contenção
e responsabilização que já estão em
andamento. Enquanto isso, o plano
relacionado à redistribuição de recursos
de grande escala continua avançando de
forma silenciosa, porém consistente.
A arquitetura de um novo sistema
financeiro já começou a se manifestar,
mesmo que ainda não seja plenamente
reconhecida por todos. As instituições
antigas revelaram, por meio de suas
próprias ações, como pretendiam
reconstruir suas reservas para tentar
uma última retomada de poder. Essa
tentativa, porém, não está prosperando.
Aqueles que há muito observam e zelam
pelo equilíbrio, em parceria com
linhagens antigas da Terra,
intensificaram a remoção dos indivíduos
que insistem em manipular sistemas e
consciências. Isso abriu espaço para que
aliados assumissem o controle de
diversas instituições financeiras
estratégicas, tanto no território
norte-americano quanto em regiões da
Europa. Os primeiros movimentos de
liberação de recursos já estão
preparados e uma parte inicial desse
vasto fluxo poderá alcançar muitos que
aguardaram por décadas o retorno do que
lhes foi prometido.
As demais etapas desse processo complexo
seguem avançando passo a passo, rumo a
um desfecho que transformará
profundamente o cenário coletivo. O
campo futuro favorece a luz e todos
aqueles que se alinham com ela. Pedimos
que mantenham serenidade. Aquilo que se
aproxima superem muito as expectativas
criadas até aqui. É essencial
compreender que grande parte do que hoje
se apresenta diante de vocês foi
encenado para distrair, atrasar ou
confundir. A reconfiguração
governamental que muitos aguardam está
próxima de ser formalizada e enormes
reservas já foram destinadas tanto às
trocas financeiras quanto aos fundos de
prosperidade prometidos. Este período
deve ser utilizado para preparar a mente
e o campo interior para mudanças que
exigirão maturidade e discernimento. Os
recursos que chegarão a vocês têm
inicialmente a função de permitir que se
adaptem à energia que o dinheiro
simbolizou por tanto tempo neste mundo.
A consciência que desperta em vocês é
chamada a transcender essas antigas
associações. Em um futuro não distante,
tecnologias avançadas, incluindo
sistemas de transmutação da matéria,
tornarão o dinheiro desnecessário.
Ainda assim, é preciso atravessar uma
fase de transição, na qual crenças
profundamente enraizadas sobre riqueza e
escassez possam ser dissolvidas. O
conceito de dinheiro foi introduzido em
épocas remotas como uma ferramenta de
separação criada para reforçar
hierarquias artificiais. O processo
atual tem como objetivo libertá-los das
distorções e ilusões que se formaram em
torno desse tema. Ao seguirem aquilo que
verdadeiramente ressoa com o coração,
verdades essenciais começam a emergir.
Por eras, este planeta sofreu com
divisões impostas por falsas noções de
poder e privilégio.
Essas ideias deram origem a classes,
distanciamentos e a uma visão distorcida
de valor humano. A redistribuição que
agora se desenha é parte de um exercício
maior destinado a elevar o nível de
consciência coletiva antes de protocolos
mais amplos de ascensão. Vocês estão
sendo preparados em múltiplos níveis
para ajustes que precisam ocorrer no
momento exato, a fim de possibilitar
transformações mais profundas em seus
campos de luz cristalina.
Esse projeto se desenvolve em várias
fases. Primeiro, a vivência de uma
prosperidade mais ampla para que
compreendam como esses recursos podem
alterar rapidamente as estruturas do
mundo. Em seguida, a experiência do
bem-estar coletivo gerado por esse
equilíbrio. Por fim, o reconhecimento da
força que possuem como um grupo
interligado, capaz de operar em unidade.
Esse processo amplia a percepção que t
uns dos outros e permite que este mundo
funcione sob novos princípios. À medida
que essa visão se consolida, a Terra se
aproxima de operar como uma verdadeira
comunidade planetária. É essa mudança de
percepção que facilita a aceitação mútua
e abre espaço para que liberdade,
prosperidade e novos modelos de
governança se alinhem, criando as
condições para uma intervenção suave e
orientadora. Nesse estágio, mentores
acompanham atentamente o progresso
individual e coletivo. O passo seguinte
envolve utilizar a autoconsciência
recém- adquirida para construir um novo
entendimento interno sobre quem vocês
são. Suas experiências passam a ser
revisadas sob uma nova luz, integrando
memórias que se estendem desde
civilizações antigas até o presente.
Junto de seus orientadores, vocês
começam a perceber como essas
informações se conectam. formando um
panorama mais amplo do papel que
desempenham neste novo ciclo. Trata-se
de compreender como suas percepções
internas se encaixam harmonicamente na
realidade que está sendo reformulada.
Esse é um processo que exige
profundidade, honestidade e avaliação
contínua. Por isso, durante os períodos
de repouso, seus campos são observados e
ajustados por equipes especializadas,
reunindo dados físicos e sutis.
Essas informações se unem ao trabalho
interno realizado conscientemente,
permitindo uma integração mais completa.
Ao mesmo tempo, grandes fluxos de
energia de alta frequência estão sendo
direcionados ao campo da Terra. Essas
correntes transformam os campos vitais
que envolvem cada ser e influenciam
diretamente o funcionamento das camadas
áuricas. São impulsos destinados a
preparar suas percepções para uma nova
compreensão da sociedade global. Essas
ativações abrirão espaço para que muitos
reconheçam a necessidade de substituir
antigos sistemas de poder por estruturas
alinhadas com a lei natural e a
transparência. Mudanças formais, nesse
sentido, estão previstas para ocorrer em
breve, permitindo revelações mais amplas
sobre realidades até então ocultas,
incluindo a existência de reinos
internos e de famílias estelares ligadas
à humanidade. Esses movimentos também
estão interligados à implementação de um
novo sistema financeiro global e a
reorganização dos instrumentos de valor
que o sustentam. Tudo isso é fruto das
visões que vocês mantiveram. mesmo
quando tudo parecia imóvel. Entretanto,
torna-se cada vez mais evidente que
interrupções constantes e jogos de
atraso não podem continuar
indefinidamente. É necessário um avanço
claro, direto e sustentado, sem os
recuos que prolongam o sofrimento
coletivo. Determinação e clareza
precisam substituir a hesitação. Eventos
celestes específicos funcionam como
marcadores energéticos para esses
ajustes. Eles oferecem janelas propícias
para consolidar decisões e direcionar o
encerramento bem-sucedido deste ciclo.
Enquanto isso, seguimos relatando o que
se move ao redor de vocês. Este planeta
anseia por resoluções amplas e
definitivas. Chegou o momento de
entregas concretas e de soluções que
removam os últimos obstáculos que
impedem a conclusão dessa longa
travessia. Lembrem-se de que a fonte de
sustentação espiritual é inesgotável.
A chave sempre esteve na forma como
vocês percebem a vida. Abrir o coração
ao amor é um gesto simples, mas
profundamente transformador. Em muitos
aspectos, isso se traduz em abandonar o
medo. Libertar-se dele, dos pequenos aos
mais profundos, permite que vocês
acessem um estado onde a vida flui sem
amarras.
O medo fundamental a ser superado é o de
conceder a si mesmos a permissão para
viver com autenticidade. Ser quem vocês
são não significa permanecer presos às
antigas definições.
Essas eram apenas construções mentais.
Há espaço para novas formas de pensar,
sentir e existir.
A vida pede movimento, flexibilidade e
abertura. Vocês apreciam o novo em
tantas áreas, ideias, experiências,
expressões?
Por que manter receios antigos como se
fossem necessários? O medo não precisa
ocupar um lugar de honra. Ele só se
mantém quando recebe atenção e energia.
A libertação começa quando vocês decidem
se expandir além dessas limitações.
Reduzir a intensidade do medo é abrir
espaço para que o coração respire.
Soltar os mecanismos internos que se
apresentam como proteção, mas que na
verdade afastam vocês da experiência
plena de viver. Histórias diferentes
podem ser contadas a partir de agora. O
medo não precisa determinar seus passos.
A alegria é uma alternativa real,
acessível e transformadora.
Adaptar-se à alegria exige apenas
disposição para mudar. Cada um pode
escolher renovar-se sem a necessidade de
permanecer igual. A estnação nunca foi
sinônimo de segurança. O coração, quando
livre, encontra novos ritmos, novas
danças e novas formas de expressão. E
este aprendizado está apenas começando.
Esclarecemos que aquilo que muitos
chamam de três dias de escuridão não
deve ser compreendido sob lentes
religiosas, simbologias antigas ou
narrativas apocalípticas herdadas.
Trata-se de um fenômeno
multidimensional.
associado a ajustes simultâneos nos
campos eletromagnéticos,
informacionais e de consciência da
Terra, e não de um castigo, punição ou
evento mítico. Para os despertos, esse
período não se manifestará
necessariamente como uma ausência total
de luz física contínua, nem ocorrerá de
forma idêntica em todas as regiões do
planeta. Em muitos locais, os efeitos
serão intermitentes, fragmentados e
escalonados, refletindo a adaptação
progressiva das redes planetárias, tanto
tecnológicas quanto sutis. O que se
chamará de escuridão refere-se, em
grande parte a uma desconexão temporária
dos sistemas que sustentam a realidade
artificial. Interrupções em
comunicações, instabilidade energética,
falhas em redes digitais, pausas
inesperadas no fluxo de informação e um
silêncio incomum no campo coletivo. Esse
silêncio não é vazio, ele é funcional.
Durante esse intervalo, camadas
profundas do inconsciente humano
tornam-se mais acessíveis. Para aqueles
que permanecem excessivamente conectados
ao ruído externo, isso poderá gerar
ansiedade, desorientação e sensação de
perda de controle.
Já para os que desenvolveram presença
interior, esse mesmo silêncio funcionará
como um amplificador de clareza. Os
despertos devem esperar uma
intensificação da percepção interna.
Pensamentos tornam-se mais nítidos.
Memórias antigas podem emergir
espontaneamente e padrões emocionais
antes ignorados podem se apresentar de
forma direta. Não se trata de ataque,
mas de revelação. Aquilo que não foi
resolvido pede reconhecimento para poder
ser liberado. Fisicamente, alguns
poderão experimentar cansaço súbito,
alterações no sono, necessidade de
recolhimento ou períodos de introspecção
profunda. O corpo reage aos ajustes
frequenciais antes que a mente consiga
interpretar o que está ocorrendo. Por
isso, a simplicidade será uma aliada.
Hidratação, repouso consciente e redução
de estímulos externos ajudam a
atravessar esse período com maior
estabilidade. É importante compreender
que esses dias não foram projetados para
gerar medo, mas para interromper a
dependência contínua de distrações
externas. Muitos descobrirão, talvez
pela primeira vez, como é existir sem o
fluxo constante de informações impostas,
opiniões repetidas e comandos
subliminares. Esse afastamento cria
espaço para que a soberania interna seja
sentida, não apenas compreendida
intelectualmente. Os despertos também
perceberão uma mudança no campo
coletivo. Emoções não resolvidas de
grupos inteiros podem emergir, criando
momentos de tensão social ou confusão
geral. Nesses instantes, o papel
daqueles que mantém coerência interna
convencer, salvar ou confrontar, mas
ancorar estabilidade.
A presença serena influencia mais do que
qualquer discurso. Durante esse
intervalo, decisões importantes não
devem ser tomadas por impulso. O tempo
parecerá diferente, mais lento para
alguns, suspenso para outros. Essa
distorção é um efeito direto do reajuste
das linhas temporais locais. O que
importa não é agir rapidamente, mas
perceber com precisão. Para muitos
despertos, insites profundos surgirão
sem esforço. Compreensões sobre
propósito, relações, escolhas passadas e
caminhos futuros poderão se reorganizar
naturalmente. É como se peças soltas
finalmente encontrassem encaixe. Não é
necessário forçar respostas. Elas
emergem quando o campo está silencioso.
Também é esperado que crenças antigas,
sobre autoridade, segurança e controle
externo percam força. Sistemas que antes
pareciam indispensáveis revelarão sua
fragilidade, não para gerar pânico, mas
para incentivar autonomia.
Aquilo que sustenta vocês de verdade não
depende de redes externas. É fundamental
não romantizar nem dramatizar esse
período. Ele não é um espetáculo,
tampouco um teste moral. É um intervalo
técnico e consciencial necessário para
permitir que frequências mais elevadas
se estabilizem sem interferência
constante das estruturas antigas. Alguns
perceberão esse processo de forma quase
imperceptível, outros o sentirão
intensamente.
Ambas as experiências são válidas e
correspondem ao grau de desapego já
alcançado em relação à antiga matriz de
funcionamento. O mais relevante é
compreender que após esse período, a
percepção coletiva não retorna
exatamente ao ponto anterior.
Algo se desloca de forma permanente.
Certas ilusões tornam-se difíceis de
sustentar e determinadas verdades
internas passam a exigir coerência
externa. Os despertos notarão que
tolerar incoerências se torna cada vez
mais desconfortável.
Relações, ambientes e atividades
desalinhadas começam a perder sentido.
Isso não ocorre por rejeição, mas por
ajuste natural de frequência. Esses dias
funcionam como um marco de recalibração,
não como um fim. Eles encerram um modo
de funcionamento e abrem espaço para
outro, ainda em construção. Nada precisa
ser concluído imediatamente. O processo
continua se desdobrando nas semanas e
meses seguintes. E à medida que essa
nova etapa se instala, cada um perceberá
em seu próprio ritmo que a verdadeira
luz não depende da ausência ou presença
da luz externa, mas da capacidade de
permanecer consciente, estável e
íntegro, mesmo quando o mundo ao redor
silencia.
Esse silêncio se dissipa gradualmente.
Muitos perceberão que o retorno das
atividades externas não restaura o
antigo estado de normalidade. Há uma
sensação difusa de que algo foi
deslocado para sempre, mesmo que seja
difícil apontar exatamente o quê. Esse é
um sinal de que o ajuste cumpriu sua
função inicial. romper a continuidade
automática da antiga linha de
funcionamento. Para os despertos, os
dias subsequentes não representam um
depois simples, mas um período de
integração.
A mente busca referências antigas,
enquanto o campo interno já opera sob
novos parâmetros. Essa discrepância pode
gerar momentos de estranhamento, como se
vocês estivessem presentes no mundo, mas
não totalmente imersos nele. Essa
sensação não indica desconexão, e sim
recalibração. É comum que percebam uma
redução espontânea do interesse por
conteúdos repetitivos, conflitos
artificiais e narrativas carregadas de
medo. Aquilo que antes capturava atenção
perde densidade. Em contrapartida,
cresce a sensibilidade para sutilezas,
tons emocionais nas conversas, intenções
por trás das palavras, padrões
energéticos em ambientes e decisões.
Nesse estágio, o discernimento se torna
mais refinado, não porque novas regras
sejam impostas, mas porque a tolerância
à incoerência diminui. Muitos despertos
sentirão dificuldade em continuar
sustentando papéis sociais que exigem
dissonância interna. Isso pode se
manifestar como cansaço emocional,
necessidade de simplificação da rotina
ou desejo de reavaliar compromissos.
Também é esperado que o senso de tempo
continue instável por algum período.
Horas podem parecer mais longas, dias
mais curtos e a linearidade habitual
deixa de ser confiável.
Essa reorganização temporal acompanha a
adaptação das linhas de experiência
pessoais às novas frequências ancoradas.
Não se trata de perda de referência, mas
de um ajuste gradual à percepção
ampliada. No plano coletivo, sistemas
que já vinham fragilizados tendem a
mostrar fissuras mais evidentes. Isso
não ocorre de forma abrupta e total, mas
em sequências que revelam
inconsistências, atrasos e decisões
contraditórias. Para os despertos,
observar isso sem se envolver
emocionalmente é parte do aprendizado. A
clareza nasce da observação, não da
reação. É importante compreender que nem
todos atravessam esse processo com o
mesmo grau de consciência. Alguns
resistem tentando restaurar estruturas
internas que já não encontram
sustentação no campo. Essa resistência
pode se expressar como irritabilidade,
confusão, busca excessiva por culpados
ou apego a versões antigas da realidade.
O papel dos despertos não é confrontar,
mas manter coerência e presença. Muitos
sentirão um chamado silencioso para
reorganizar prioridades. Questões
simples ganham importância. Como se
alimentam? Como descansam? Com quem
compartilham energia? Que tipo de
informação consomem. Essas escolhas,
aparentemente triviais, tornam-se
decisivas para a estabilidade do campo
pessoal. A intuição passa a operar de
maneira mais direta.
Decisões que antes exigiam longas
análises, agora se apresentam como um
sim ou não. Claro. Essa simplicidade não
é impulsividade, é resultado de uma
integração mais profunda entre mente,
corpo e percepção sutil. Alguns
despertos podem perceber a ativação de
habilidades latentes, maior empatia,
leitura mais clara de estados emocionais
alheios, sonhos lúcidos ou insightes que
surgem sem esforço. Essas manifestações
não são novos poderes, mas funções
naturais que se tornam acessíveis quando
o ruído diminui. Nesse contexto, a
responsabilidade pessoal se amplia.
Quanto maior a clareza, menor a
possibilidade de ignorar o próprio
desalinhamento. Isso exige honestidade
interna. Não se trata de perfeição, mas
de disposição para corrigir rotas quando
algo deixa de ressoar. Gradualmente, uma
nova relação com a coletividade se
forma. Os despertos começam a se
reconhecer uns aos outros, não por
discursos, mas por presença. Há um senso
de familiaridade silenciosa, uma
cooperação sutil que não depende de
estruturas formais. Essa rede não
precisa ser organizada, ela emerge
naturalmente. É nesse ponto que muitos
compreenderão que os chamados três dias
não foram um evento isolado, mas um
portal de transição. Eles marcam a
passagem entre um estado de consciência
sustentado externamente e outro que se
ancora de dentro para fora. O que se
segue não é imediato nem espetacular. É
um processo contínuo de ajuste fino, no
qual cada escolha consciente reforça a
estabilidade do novo campo. Pequenos
atos de coerência têm efeitos
amplificados, enquanto decisões tomadas
a partir do medo se tornam rapidamente
desconfortáveis.
Com o tempo, a vida cotidiana se
reorganiza. Não porque o mundo externo
se torna perfeito, mas porque a relação
de vocês com ele muda. Há menos
necessidade de controle. menos apego a
resultados e mais atenção ao fluxo. E
assim, sem anúncios grandiosos ou marcos
visíveis, uma nova forma de estar no
mundo se consolida. Aqueles que
atravessaram esse período com presença
perceberão que algo essencial foi
recuperado. A capacidade de habitar a
própria experiência com lucidez,
independentemente das circunstâncias
externas. Este é o terreno sobre o qual
as próximas etapas se desenvolverão. E
cada passo dado a partir daqui se
constrói não sobre medo ou expectativa,
mas sobre clareza, responsabilidade e
alinhamento interno contínuo. A partir
desse ponto, torna-se evidente para
muitos que o verdadeiro trabalho começa
após a travessia. Não há uma linha clara
separando o antes e o depois, mas sim
uma mudança interna que passa a orientar
escolhas, relações e direções. Os
despertos percebem que não é mais
possível retornar completamente às
antigas referências, porque algo
essencial foi reativado no centro da
consciência. Com o avanço dessa
integração, surge uma compreensão mais
madura sobre responsabilidade pessoal.
Cada pensamento sustentado, cada emoção
alimentada e cada decisão tomada passa a
ter um peso perceptível no próprio
campo, não como punição, mas como
reflexo imediato. Isso ensina de forma
prática que coerência interna conceito
abstrato, sim uma base funcional para
viver nesse novo estágio. Muitos notarão
que antigos medos perdem a força quando
observados com lucidez.
Eles ainda podem surgir, mas já não
comandam as ações como antes. Há espaço
para a escolha. Essa capacidade de
escolher conscientemente, mesmo diante
da incerteza, é um dos principais sinais
de que o processo foi assimilado. As
relações também passam por ajustes
naturais. Algumas se aprofundam,
sustentadas por verdade e presença.
Outras se dissolvem sem conflito,
simplesmente porque pertenciam a versões
anteriores de quem vocês eram. Não há
erro nisso. Cada encontro cumpriu sua
função no tempo apropriado. No campo
coletivo, a transformação continua se
desenrolando em camadas. Estruturas
rígidas tendem a se tornar mais
evidentes em sua limitação, enquanto
novas formas de organização começam a
surgir de maneira descentralizada.
Nada disso precisa ser forçado. O que é
compatível com o novo campo encontra
sustentação. O que não é gradualmente
perde energia. Para os despertos, o
convite é manter simplicidade. Não há
necessidade de anunciar verdades, nem de
carregar o peso de missões grandiosas. A
presença consciente vivida no cotidiano
já é uma contribuição poderosa. A
estabilidade de um campo individual
influencia mais do que discursos ou
tentativas de convencer. À medida que
esse estado se estabiliza, muitos
percebem uma confiança silenciosa na
vida.
Mesmo sem respostas para todas as
perguntas, há uma sensação de que o
movimento segue uma ordem maior. Essa
confiança não elimina desafios, mas
reduz o medo diante deles. É assim que o
novo se estabelece, não por ruptura
dramática, mas por realinhamento
constante. Cada um de vocês aprende a
ouvir com mais atenção os sinais
internos, a respeitar seus próprios
limites e a agir quando o momento pede
ação. e a pausar quando o silêncio é
necessário. Vocês não caminham sozinhos.
Embora nem sempre perceptível, há um
acompanhamento constante, respeitoso e
não invasivo. Observamos com atenção o
progresso, não para julgar, mas para
apoiar quando solicitado em níveis
sutis. O ciclo que se abre agora é
sustentado pela maturidade adquirida ao
longo dessa travessia. Nada do que foi
vivido foi em vão. Cada etapa, cada
desconforto e cada insite contribuíram
para a consolidação desse novo estado de
consciência. E assim deixamos vocês com
a certeza de que aquilo que foi ativado
não pode ser retirado. A luz que
reconhecem em si não depende de
condições externas. Ela se mantém pela
escolha diária de viver com verdade.
Recebam o nosso reconhecimento e nosso
respeito. Permanecemos em observação
serena. Honrando o caminho que cada um
escolhe trilhar. Nós somos os
pleadianos, seus aliados antigos na
jornada da Terra. Seguimos ao seu lado
em silêncio e em presença. Sì.
Nenhum comentário:
Postar um comentário