O tempo está passando mais rápido e os dias estão se encurtando. E não, isso não é apenas impressão sua. Você não
está maluco. Em algum momento recente, quase que todo mundo teve a exata mesma
sensação, aquela sensação esquisita de, nossa, que dia esquisito. Esse dia
acabou rápido demais ou a semana evaporou, o ano simplesmente sumiu. Eu
tô falando de pessoas, de idades diferentes, países diferentes, culturas diferentes que começaram a repetir a
mesma frase. E essa frase não é muito legal de ser repetida, não. A frase é:
"O tempo está passando rápido demais". Eu não tô falando de metáfora, nem de figura de linguagem, mas eu tô falando
de uma percepção concreta que as pessoas estão tendo, que é quase que física, de
que o tempo está passando rápido demais. Ontem aqui na live no canal, eu comentei com vocês brevemente que eu sentia que o
tempo estava passando muito mais rápido que o normal e que eu já acordava de manhã e de repente quando eu ia perceber
já era a hora de dormir de novo. E aí teve muito comentário aqui na live falando, vocês me falando que vocês
estavam sentindo a exata a mesma coisa. E é exatamente aqui que começa o problema, senhores. Quando uma sensação
se torna uma sensação coletiva, ela deixa de ser psicológica e passa a ser estrutural. Se tá todo mundo sentindo a
mesma coisa, é porque o negócio não é psicológico, mas sim estrutural. Então,
sempre que alguma coisa muda na base da realidade, tipo clima, campo magnético, ciclos planetários, quando tem alguma
tecnologia muito invasiva acontecendo, o primeiro sintoma que aparece é um
sintoma percebido no corpo humano. Então, o corpo humano, principalmente, e
até os corpos dos animais e tal, eles vão perceber essas mudanças que são muito sutis antes mesmo da ciência
perceber. E foi sempre assim na história inteira da humanidade. Mas agora, nesse
exato momento aqui, será que a gente tá imaginando que o tempo tá passando mais rápido ou será que de fato o tempo está
passando mais rápido? Para entender isso, nós vamos por várias etapas aqui, tá? Nós vamos entender de uma vez por
todas se o tempo está ou não passando mais rápido. Então, o tempo sempre foi
vendido pra gente de uma maneira muito linear. A gente sabe que existe essa máxima de que o tempo é passado, o
presente e futuro sempre nessa ordem. Só que isso não é necessariamente verdade.
Isso é uma simplificação didática, não uma verdade absoluta. A própria física moderna já admite que o tempo não é
linear, mas sim que o tempo é uma dimensão maleável e que depende de movimento, gravidade e depende também do
observador. Só que agora nós temos uma coisa mais estranha acontecendo, que é
as pessoas não estão apenas sentindo o tempo rápido, as pessoas também estão
relatando que o tempo tá desorganizado. Então, dias longos que parecem curtos,
semanas vazias que a gente nem sabe o que aconteceu naquelas semanas e eventos
muito recentes que parecem distantes. Tipo assim, ter certeza que vocês já tiveram essa mesma percepção. Vocês
estão vivendo normal, daí alguém fala assim: "Ah, mas tal coisa, tal coisa aconteceu mês passado". Você fala: "Não, não foi mês passado, foi ano passado".
Mas você tem aquela sensação de que o negócio, sei lá, aconteceu o mês passado, mas na verdade aconteceu no ano
passado. E aí você para, pensa e fala: "Nossa, mas o tempo tá passando muito
rápido mesmo". Então são memórias de anos atrás que parecem ontem. E o
contrário também é verdadeiro. Coisas que aconteceram ontem, na verdade, você tá pensando que aconteceu, sei lá, anos
atrás. Então, por exemplo, um negócio que você fala assim: "Nossa, ah, eu fiz tal coisa, tal coisa, tal coisa." Isso
foi há pouco tempo. Daí alguém vira para você e fala assim: "Não, isso não foi há pouco tempo, não. Isso aconteceu, ó, há sei lá, 25 anos atrás". Gente, isso não
é só aceleração do tempo, isso é um desalinhamento temporal. É como se o relógio externo tivesse andando em um
ritmo e o nosso relógio interno tivesse andando em outro ritmo completamente diferente. E aí essa sensação que as
pessoas estão tendo de tempo desconexo da realidade é que levanta uma segunda
hipótese do verdadeiro motivo pelo qual o tempo está passando muito rápido. E essa hipótese fala que a Terra nunca foi
uma base estável e de fato ela não é, tá? A gente vai começar, por exemplo, pelo chão que a gente pisa. A rotação da
Terra, essa rotação que faz o dia e a noite, ela não é constante, ela sempre
variou. E nas últimas décadas, essas variações começaram a chamar atenção até
de instituições científicas. Por quê? Porque nós estamos sentindo, e isso é físico, tá? Nós estamos sentindo dias
ligeiramente mais curtos, ajustes finos nos sistemas globais que tem relação com
o tempo e nós estamos tendo discussões silenciosas sobre correções negativas
dos segundos. Então isso é importante por quê? Porque tudo no mundo moderno depende de sincronização temporal. os
nossos satélites, os GPSs, a internet, os mercados financeiros, as redes
elétricas, tudo que existe no intuito da tecnologia também depende desse tempo
que a gente mensura aqui na Terra, mas que não é exatamente o mesmo tempo que a
Terra geológica que a pedra tá fazendo no movimento de rotação no entorno do
Sol. Então, como o planeta sofre essas microvariações, os nossos sistemas,
sistemas corporais, tá? Eles são calibrados por relógios artificiais.
Então, quem é que garante que a nossa experiência humana tá alinhada com esses relógios artificiais? Quem é que garante
que a experiência humana continua alinhada com o tempo oficial e não com o
tempo físico geológico, aquele tempo da pedra Terra? Bom, o corpo humano ele não
segue um relógio atômico, ele segue o próprio ritmo biológico, ele tem o próprio campo eletromagnético e ele
segue também os ciclos solares e os ciclos gravitacionais. Então, uma vez que esses campos, que esses ciclos
mudam, automaticamente, mesmo que levemente, a nossa percepção acaba
mudando. E existe também um papel muito invisível do campo, ou seja, é aqui que
as coisas ficam profundamente interessantes e ao mesmo tempo bizarras,
porque existe uma coisa que quase nunca é levado a sério em discussões populares, que é a presença do ambiente
eletromagnético do planeta Terra. E nesse ambiente eletromagnético, eu não tô falando só da tecnologia que existe
dentro do planeta Terra. Eu tô falando que nós vivemos em um planeta que tá vivo, ele tá imerso em campos e
frequências e pulsações. E o nosso cérebro, ele também é um órgão elétrico.
O nosso coração, ele gera um campo eletromagnético e as células todas, principalmente dentro dos nossos
cérebros, elas se comunicam por impulsos elétricos. Então, quando você conecta os
pontos, quando você tem um aumento brutal de interferência eletromagnética
artificial, ou seja, muita tecnologia rodando, quando você tem mudanças nos
padrões solares, quando você tem ciclos de atividade do sol mais intensos,
instabilidade na ionosfera, saturação de sinais, de dados, de ondas e até de
frequências, automaticamente isso cria um cenário onde o corpo humano vive num
mar de estímulos que não existia, por exemplo, quando os nossos avós eram jovens e gostosos. Então, hoje em dia,
nós estamos tendo uma quantidade tão exacerbada de estímulos que o nosso
corpo tá tentando se adaptar a todos esses estímulos. Então, quando o sistema
nervoso vive sobrecarregado, ele encurta essa sensação, ele incurta a
experiência consciente, não porque o tempo passou mais rápido, mas sim porque a mente entra em modo de
sobrevivência. A nossa mente tá tentando processar todas as coisas que nós estamos vivendo, todos esses estímulos
externos de uma maneira extremamente violenta, porque esses estímulos são violentos mesmo, eles são muito fortes.
E aí a gente meio que buga, porque mais uma vez a gente não foi feito para lidar com todos esses sistemas complexos, com
todas essas tecnologias, com a quantidade de tarefas que a gente tem para fazer todos os dias. Então,
automaticamente a gente entra num estado de desligamento, um estado de sobrevivência. E quando a gente tá em
estado de sobrevivência, quem tá em estado de sobrevivência não aprecia as coisas, não consegue enxergar a beleza
nas coisas, só consegue viver em modo sobrevivência. Então, você não aprecia a paisagem, você só atravessa a paisagem e
não percebe nada. E essa sensação que a gente tem de aceleração o tempo todo,
que é uma sensação física, ela é fisiológica, tá? O sistema do mundo acelera a gente e isso faz
com que a gente não consiga mais processar os estímulos da mesma maneira. Então, a gente entra aqui dentro de uma
parte dessa nossa live que ninguém gosta de admitir. A gente é um ser humano que
sente que o tempo tá passando rápido demais. Então, por que que a gente sente
isso? Porque a gente consome mais, a gente questiona menos, a gente planeja menos, a gente vive em reação e não em
ação. Pode perceber, 90% do seu dia é resolvendo coisas, resolvendo problemas
e não necessariamente agindo em alguma coisa. Você não tá criando, você não tá fazendo, você não tá progredindo, você
não tá aumentando, por exemplo, as suas conexões neurais. Você vive o dia inteiro resolvendo problemas, reagindo a
coisas, aceitando urgências que são urgências artificiais, tipo urgências
criadas. Aquelas urgências existem? Será que elas são urgentes mesmo? Ou será que elas foram só invenções? Então essa
aceleração do tempo, ela pode ser tanto objetiva, ou seja, ela pode realmente
estar acontecendo de verdade, porque eu já contei para vocês que existe uma diferença entre o movimento de rotação e
o nosso relógio físico aqui do planeta Terra. Existe essa diferença, mas essa
aceleração do tempo pode ser muito mais subjetiva. E subjetiva tá aqui, ó. Ou seja, a
maneira com a qual a gente percebe o tempo tá diferente. Então, essa maneira
de percepção do tempo acelerado subjetivamente, ela é funcional e ela é
muito útil para sistemas de controle. Você não precisa instalar um chip nas pessoas, você não precisa fazer nenhum
tipo de conspiração. Você só precisa criar um mundo onde tudo é urgente, tudo
é o agora, tudo é o imediato e nada é profundo. Ai que pesado, Carol. Eu sei,
é pesado mesmo. Olha só a situação que a gente tá vivendo nesse exato momento. A gente vive num mundo onde tudo é
urgente. E se tudo é urgente, a gente não consegue mais saber o que fazer primeiro e aí você já fica perdido no
tempo. Se tudo precisa ser feito no agora, automaticamente você também tá tipo, mas pera aí, como que eu vou
priorizar as coisas que eu preciso fazer se tudo é para agora? E esse imediatismo
do tudo é para agora serve para tudo também, porque a gente passa que sente que o tempo tá derretendo, como se o
tempo não fosse mais o mesmo, como se a gente não conseguisse mais ter governo do nosso próprio calendário, governo do
nosso próprio relógio. E esse desgoverno do nosso próprio calendário, do nosso
próprio relógio, ele é proposital, ele faz com que a gente perceba que tudo
precisa ser feito agora, no momento imediato. E aí quando tudo precisa ser feito agora no momento imediato, você
não tem tempo para aproveitar aquilo que precisa ser feito. Então absolutamente nada é profundo. Então a gente tá
falando de um resultado, tá, como resultado de tudo isso, de um indivíduo
que tá assim sempre sentindo que nunca tem tempo, que sente que mesmo quando
tem tempo tá ocupado. E esse, na minha humilde opinião, é o truque mais
elegante que já foi criado pelas elites. Eles roubam o nosso tempo sem sequer
tocar no relógio. Então, até falei para vocês na live ontem que eu ia fazer um experimento, que eu ia pegar um relógio
antigo, colocar ele para fazer uma hora ali, cronometrar uma hora e ia pegar um
relógio novo digital para cronometrar mesmo a uma hora. Eu fiz isso ontem e o
meu resultado foi os dois relógios passaram e contaram a hora da exata mesma maneira. Então o tempo que está
sendo contado, ele é igual ao tempo de antigamente. Quanto a isso, eu fiz a
minha própria experiência e recomendo que vocês façam a experiência de vocês em casa, sem precisar ficar acreditando
naquilo que eu tô falando. Faz aí, depois você me conta. Então o tempo realmente tá passando igual, mas a
diferença é como a gente tá percebendo esse tempo, ou seja, você rouba o tempo
das pessoas sem tocar no relógio. E aí dentro desse roubo de tempo, surge algo
que eu chamo de o estranho fenômeno da memória rasa, porque esse é um sintoma recorrente por milhões de pessoas. As
pessoas estão tendo memórias recentes que parecem muito fracas, borradas ou
até pouco ancoradas assim, não tem muita verdade na memória. E o contrário não
acontece. Você lembra do passado perfeitamente, como se tivesse acontecendo hoje, mas as memórias
recentes são fracas, borradas e pouco ancoradas. E isso acontece dentro do nosso cérebro quando uma experiência não
foi devidamente consolidada. Por quê? Porque consolidação de memória exige
pausa, exige silêncio, exige transição, exige fechamento de ciclo. Mas essa vida
que foi imposta pra gente, essa vida moderna, ela eliminou todas essas transições, todos esses ciclos. Então,
você acorda, pega o celular, você trabalha, pega o celular, você descansa, pega o celular, você dorme e pega o
celular antes de dormir. E aí você não tem necessariamente um ritual, uma preparação, você não tem um marco, um
começo, meio e fim. E aí o cérebro não consegue processar essa experiência de tempo. Então, lembra que eu falei para
vocês que depois da pandemia isso começou acontecer? Eu comecei a sentir que o tempo está diferente? Pois é, eu
descobri porê. Eu fiz uma pesquisa muito aprofundada e eu descobri por quê. O que que veio junto com a pandemia de
presente pra gente de graça, esse modelo de assistir vídeos curtinhos, tipo ris,
tipo shorts, tipo TikTok, nas redes sociais. antes da pandemia ninguém fazia isso. Então, a pandemia e a nossa falta
do que ter o que fazer durante a pandemia criou uma necessidade da gente consumir esses vídeos. Hoje em dia a
gente faz isso meio que por osmose, tá todo mundo fazendo e a gente faz também. E a gente manda paraas outras pessoas, compartilha, eu mesmo sou a pessoa que
mais compartilha meme. Eu mando meme e recebo meme 24 horas por dia de todas as pessoas que eu conheço. Então a gente
foi treinado, essas elites tecnológicas, tecnocráticas treinaram a nossa mente
pra gente estar ocupado o tempo todo com essas coisas. Então não teve ritual, não teve separação nenhuma, não teve marco,
simplesmente veio a pandemia e daí então nós começamos a ter essas memórias
rasas. Por quê? Porque a gente assiste muita coisa durante o dia, mas a gente não aprende nada com essas coisas que a
gente assistiu, exceto conteúdos assim profundos, onde a gente fica uma hora falando sobre o
mesmo conteúdo, que aí você termina, você vai pensar e tal. Esses conteúdos
rapidinhos de rios, TikTok, Instagram, shorts, essas coisas, né, que vocês sabem muito bem, eles fazem com que você
assista, sei lá, 450 vídeos em uma hora e você não absorva absolutamente nada.
Você cria apenas um fluxo contínuo e o fluxo contínuo ele não vira memória. Ele
não vira memória por quê? Porque parece que ele nunca existiu. E aí tem essa sensação, né, que a gente sente assim
uma coisa esquisita, tipo, gente, nós já estamos em dezembro, minha gente, mas já
estão vendendo pantonete, não é? A gente olha no mercado e fala: "Nossa, mas estão vendendo pantonete, mas ontem tava
vendendo ovo da Páscoa." Como que o tempo pulou tão rápido assim? Pois é, o tempo, gente, ele tá funcionando como
experiência, não como medida. Então, é um negócio extremamente mais profundo e
extremamente mais perigoso. A gente não tá mais medindo o tempo da maneira como a gente media antes. Agora a gente tá
experienciando o tempo como experiência e não como medida, como dimensão. E aqui
tá o ponto central. Por quê? Porque a ciência evita encarar filosoficamente
que o tempo que você sente não é o tempo que o mundo mede. Igual a minha experiência que eu peguei um reloginho
analógico, eu peguei um reloginho digital e coloquei os dois para contar uma hora. Na minha experiência, ou seja,
na ciência, o tempo passou igual nos dois relógios, mas a ciência se recusa a
entender que o tempo sentido é diferente do tempo medido. Ou seja, a ciência se
recusa ainda a assumir que o tempo depende de consciência, depende de
atenção, depende de presença, depende de significado. E quando o significado cai,
quanto menos significado tiver o seu tempo, automaticamente menos tempo você
acha que teve. Vou explicar para vocês aqui de uma maneira bem simples que vocês vão entender. Quem aí já fez
prancha? Prancha de exercício, aquela que você fica completamente em isometria
e dói, gente, dói o ombro, dói o cotovelo, dói as costas, dói a bunda, dói tudo, dói o abdômen. Quem aí já fez
prancha de exercício? levanta a mão. Eu faço sempre, eu faço no pilates bastante e faço no chão também, no tapetinho, né?
Porque fala que é bom pro core, meninas, que você desenvolve uma força no core e eu faço sempre. Olha, a Gabi levantou a
mão aqui e falou que já fez prancha. Não é prancha de prancha no cabelo. Meu cabelo de prancha, hein? É prancha de
prancha. Quando você faz prancha, se você aguentar ficar um minuto na prancha, você é rei. Por quê? Porque
fica na prancha com um minuto passando na sua frente assim no cronômetro para você ver o quanto tempo demora um minuto
para passar. Fica para você ver aí. Você me conta aí. Faz o mesmo experimento ao reverso.
Pega, bota seu celular para contar um minuto lá e põe o TikTok para assistir para você ver quantos minutos vão passar
e você nem vai perceber. É exatamente isso, gente. É o tempo como experiência e não o tempo como medida. Então essa
sensação coletiva não necessariamente é, e as pessoas não necessariamente estão
sentindo que o tempo tá passando mais rápido porque o tempo mudou, mas sim porque a experiência humana foi
esvaziada de densidade e de profundidade. Quem consegue ler um livro inteiro hoje? Levanta a mão aí. Quem
consegue, por favor, levanta a mão. Quem consegue ler um livro inteiro, levanta a
mão. Levanta a mão nos comentários. Quem consegue ler um livro inteiro hoje? Bom,
eu tô esperando os comentários aí, né? Até porque demora um pouco para aparecer para vocês. Quem consegue ler um livro
inteiro hoje não é a mesma pessoa que consegue ficar, por exemplo, 5 horas no
TikTok vendo direto em loop infinito. Gente, ler um livro inteiro hoje,
toda vez que você senta para ler um livro inteiro hoje, você tá se aproximando muito mais do tempo passado
e não do tempo presente. Porque no passado os livros, os jornais, as revistas, eles eram o TikTok dos nossos
antepassados, dos nossos avós, nossos bisavós. Então, quando a pessoa sentava
lá para ler um livro, às vezes passava 3, 4 horas, ela lia o livro inteiro. Só
que depois que ela levantava de ler esse livro, ela tinha a sensação de que ela aprendeu alguma coisa. Hoje em dia,
levanta depois de 5 horas assistindo TikTok para você ver se você tem a mesma
sensação de que você aprendeu alguma coisa. Vê se você consegue sintetizar
em poucas palavras o que você aprendeu assistindo 5 horas de TikTok. não consegue. Então, a experiência humana
foi esvaziada de densidade. Então, não é necessariamente que os dias estão mais curtos, é sim
vazios de presença real. Então, tá todo mundo presente fisicamente, mas mentalmente
as nossas cabeças não estão aqui. Então, eu chamo isso, tá, de um ciclo muito
maior. Eu não enxergo isso apenas como uma consequência da tecnologia. Na minha
humilde opinião, isso não é consequência, isso é projeto. Por quê?
Porque muitas civilizações antigas falavam de eras, idades, ciclos. Para eles, isso era muito importante. Eles
contavam ciclos como sendo uma maneira de contrair e expandir o tempo, não como
metáfora poética, mas sim como percepção existencial. E num passado não tão
remoto assim, quando as civilizações entravam em fase de excesso de estímulo,
perda de sentido, aceleração artificial, desconexão natural, automaticamente
essas civilizações deixavam de existir. Então, olha que interessante, o que nós estamos vivendo hoje com o TikTok já
aconteceu em outras civilizações, num passado mais antigo, mais remoto, talvez não com o TikTok, mas com outro tipo de
tecnologia que naquele momento ali era considerada uma coisa avançada. Então, nós estamos vivendo agora a mesma
sensação que as pessoas relatam nos textos antigos. Quando eles começavam a
ter excesso de coisa para fazer, excesso de estímulo, automaticamente eles perdiam o sentido. Eles sentiam uma
aceleração artificial e sentiam uma desconexão daquilo que é natural. Por
exemplo, Roma antiga, Grécia antiga, quando começavam os teatros e até o
próprio coliseu, que as pessoas ficavam lá assistindo, as pessoas serem comidas por leões, elas estavam e que até isso
aí é tido como o pão e circo, não é? Não é daí que vem a expressão do pão e circo, vem daí. Pois é. Essas pessoas
elas estavam com excesso de estímulo porque elas nunca tinham visto aquilo. Elas nunca tinham visto pelo por exemplo
uma pessoa fugir de um leão dentro de um lugar, um espaço. Ela não tinha opção. Ou ela matava o leão ou ela morria.
Então elas tinham um excesso de estímulo. Elas ficavam muito loucas ali vendo os leões, comendo as pessoas no
coliseu. Automaticamente ao sair dali, a vida perdia sentido. Por quê?
Porque quando as pessoas começavam a se questionar daquela experiência que elas tinham tido ali no coliseu de ver outras pessoas sendo comidas por leão, tinha um
negócio assim: "Meu Deus, a vida não tem sentido nenhum. Olha como a vida acabou em poucos segundos porque aquelas pessoas foram comidas por leões." E
isso, gente, era um tipo de aceleração artificial da época. Olha que interessante. Olha como a gente consegue fazer um panorama perfeito. Era um tipo
de aceleração artificial. As pessoas elas iam e elas tinham o tempo acelerado
com um passatempo. É daí que vem a palavra passatempo. Nós temos muitos passatempo. Passas é passastempo ou
passatempos. Plural, correto. Eu acho que passatempos. Nós temos muitos
passatempos hoje em dia. Antigamente não tinha muito, mas hoje tem. Tem jogo, tem
celular, tem jogo no computador, tem jogo no videogame, tem filme, série, televisão o tempo todo, conteúdo de
entretenimento o tempo todo. Eu, por exemplo, meu canal aqui pode ser um grande passatempo para muita gente. O
TikTok é um deles, o Instagram é um deles. Aí você tem jogos de cartas, jogos de tabuleiro, livros, você tem,
você pode fazer um esporte, passatempo, tudo é passatempo. Então, olha que interessante, você esvaziava as pessoas
através dessa aceleração artificial e elas se desconectavam do natural, ou seja, elas se desconectavam da natureza,
elas deixavam de ter contato com árvore, com plantinhas, com com animais e etc. Então, essa mesma sensação que a gente
encontra nos textos antigos de os dias estão mais curtos, elas estão voltando a
acontecer graças a essa aceleração artificial. Então isso não é novidade,
isso é recorrência histórica. Olha que loucura. Vocês pensam que a nossa
civilização não está em colapso? Lembro o que aconteceu com a civilização romana quando eles começaram a perceber que o
tempo tava passando mais rápido? Bom, isso aqui não é conspiração, senhoras e senhores. Isso é história, né? E quando
a gente quer entender o o comportamento humano, quando a gente quer entender as coisas que estão acontecendo no
presente, o que que a gente faz? A gente olha pro passado, a gente olha pro passado, vê como determinada situação
acontecia, vê como determinada sociedade se comportava. E aí a gente faz e traça um panorama pro futuro. Então não que
hoje em dia a gente jogue pessoas para leões dentro do coliseu, não. Mas ao mesmo tempo a gente consegue tirar a
mesma anedota acontecendo de verdade na nossa sociedade, porque pelo menos umas três vezes por semana eu vejo alguém
sendo cancelado no TikTok. Essa semana nós temos três pessoas que estão sendo canceladas no TikTok. Três que eu vi só
que eu vi fora o que eu não vi. Então assim, qual é a a analogia? É a mesma. A
pessoa sendo cancelada no TikTok é praticamente a mesma coisa do que ela ser jogada aos leões num passado. Olha
só, gente, como é a exata mesma analogia. Ó, a Cris falou que está passada
chocada. Não é a mesma coisa. Você tá queimando a vida da pessoa na rede social. Você tá cancelando ela, você tá
falando para ela, ela não pode mais existir. Se ela não pode mais resistir enquanto presença pública, enquanto
figura pública, porque ela fez alguma coisa muito horrível e a gente tá cancelando ela, a gente tá jogando ela
aos leões de uma maneira simbólica. Muito boa analogia, né, Felipe? É exatamente isso que está acontecendo
agora. Mas tudo que eu trouxe para vocês até esse exato momento da live no minuto
26 e 36, é aquilo que eu consegui pensar. e pesquisar sobre a aceleração
do tempo de maneira natural, ou seja, explicações dentro da lógica convencional, dentro da ciência, da
antroposofia, da história, da arqueologia, da neurociência. Tudo aquilo que eu consegui pensar e
pesquisar dentro de assuntos naturais vieram até esse presente momento da da
live. Então, até aqui a gente só falou de coisas que existem de verdade, de
coisas que a gente consegue mensurar pela ciência, consegue comprovar pela arqueologia, consegue comprovar pela
história. aqui pra frente, nós vamos para o sobrenatural, porque é óbvio que
nós temos sim maneiras de explicar essa percepção esquisita do tempo, eh, maneiras não tão
ortodoxas, maneiras, que eu diria que são e mais sobrenaturais, se assim posso dizer, senhoras e senhores, vamos lá. Eu
não vim aqui para contar para vocês, obviamente, sua parte natural, porque a parte natural você pode ler qualquer lugar aí, né? Aí você vai conseguir ler
e vai conseguir se informar maravilha. O que eu quero falar com vocês agora é sobre as conspirações, envolvendo essa
sensação estranha que a gente tem de o tempo estar passando cada dia mais rápido. E eu não tenho não uma teoria,
não tenho. Eu não tenho duas, não. Eu tenho muitas. Eu escolhi algumas aqui, tá? Porque existem mais, inclusive, mas
eu escolhi as que eu acho que faz mais sentido. E aí eu quero saber as teorias de vocês nos comentários. Então já vão
preparando aí os pulsos. Ó, faz o alongamento.
Já vão preparando os punhos aí, os pulsos e os dedinhos para escreverem as vossas teorias para vocês aqui nos
comentários para mim, tá bom? Então vamos pra primeira teoria da conspiração sobre o verdadeiro motivo pelo qual o
tempo está passando mais rápido. A primeira é sobre o cerura no espaço-tempo. Uma das teorias da
conspiração que são mais persistentes sobre essa sensação estranha de que o tempo tá passando mais rápido, ela vem
juntamente quando apertaram o botão de ligar o botão de onn,
que é o acelerador de partículas que fica lá na Suíça. Senhoras e senhores, ele foi
oficialmente criado para estudar partículas fundamentais, ou seja,
aquelas que foram responsáveis pela criação do nosso universo antes do universo existir como ele existe hoje. E
aí essas partículas eh fundamentais universais, elas servem então como
estudo paraa física quântica. Então, a partir do momento que a gente pega e acelera uma partícula a velocidades
absurdas dentro desses tubos gigantescos do cerne, a gente choca uma partícula com a outra, elas vão se dissolvendo, se
despedaçando em pedaços menores e a gente consegue enxergar então a parte mais fundamental da matéria. Só que
dizem as má línguas e as línguas conspiratórias que esse experimento no Sne teria cruzado uma linha ao tentar
reproduzir as mesmas condições do início do universo. Então, quando eles começaram a tentar reproduzir em
laboratório o início do universo, coisas estranhas aconteceram. Então, não que
eles criaram partículas exóticas, não é nada disso não, mas sim eles acabaram interferindo na estrutura do
espaçotempo. Então essa teoria sustenta que o tempo não é apenas um fluxo
contínuo, mas sim ele é uma espécie de campo elástico, um campo sensível,
sensível o suficiente para interagir com energias extremas. E gente, o cerne, o
acelerador de partículas, ele é uma máquina gigantesca.
que quando foi ligado pela primeira vez, ele derrubou a energia elétrica da Suíça
inteira. Então, a gente tá falando de uma quantidade absurda de energia utilizada para fazer esse trambolho
funcionar. E existe uma linha conspiratória que diz que quando eles
fizeram esse trambolho funcionar pela primeira vez, ou seja, ao colidir as partículas em velocidades próximas à
velocidade da luz, o STN teria provocado microdescontinuidades
temporais. Essas microdescontinuidades temporais, elas não são grandes o
suficiente para criar esses paradoxos visíveis, mas são suficientes para gerar
esse desalinhamento perceptivo do tempo. E aí o tempo externo continua
funcionando da exata maneira como ele sempre funcionou. Afinal de contas, eu fiz a experiência e realmente o tempo tá
funcionando da exata maneira como ele sempre funcionou. mas sim esse tempo vivido, ou seja, a experiência do tempo,
uma dimensão paralela mesmo, a experiência do tempo, essa sim começou a colapsar, essa sim começou a falhar.
Bom, a parte louca dessa história é como se isso aí já não fosse louco, né? como se o que tivesse contado para você já.
Mas a parte louca dessa história é que os defensores dessa hipótese apontam para algumas coincidências muito inquietantes depois que o CNE foi ligado
pela primeira vez, tipo o aumento da sensação global de aceleração do tempo.
Isso que eu tô falando para vocês, essa sensação de nosso tempo tá passando muito rápido, surgiu principalmente depois do primeiro experimento. Uma
outra, né, uma outra hipótese que às vezes chega ser a ter uma coincidência é
o chamado efeito Mandela, que surgiu muito mais forte e com muito mais
frequência. O efeito Mandela começou a surgir em teorias na internet depois que
o CNE foi ligado. Então, esses lapsos coletivos de memória e a sensação de que eventos recentes parecem distantes
demais surgiram depois que o CNE foi ligado pela primeira vez. Eu não sei se
vocês sabem, mas na entrada do CN nós temos essa estátua de uma divindade
indiana que hindu, na verdade, né? Não indiana, da religião do hinduísmo que
representa o caos. Ai ai. Bom, é como se pequenas
reconfigurações estivessem acontecendo em um segundo plano que vão ajustando
essa linha temporal para manter a estabilidade do sistema. Nessa narrativa, então o Cle não
necessariamente quebrou o tempo, mas sim ele realmente fez alguma coisa que a
gente não compreende exatamente, como se ele tivesse realmente eh falhado o espaço-tempo. E aí o tempo todo a gente
precisa compensar essa falta de tempo. Então quando você precisa compensar
alguma coisa, você não é avisado daquilo que você precisa compensar. Quando você
precisa compensar o tempo, o tempo não te avisa que ele precisa ser compensado. Ele apenas corre, corre mais rápido,
como se tivesse, sei lá, tentando alcançar uma versão anterior de si mesmo que já não existe mais. Aí você deve
estar falando assim: "Ai, Carol, mas isso é possível? Será que realmente é possível que um experimento dessa
natureza tenha criado uma falha no espaço-tempo e que isso justifique de uma certa forma a nossa percepção de
tempo acelerado?" Eu diria que, sinceramente, eu não duvido de absolutamente nada. a gente tá falando
de um de um sistema, de um esquema e de um experimento que mexe com as
partículas oficiais, as partículas fundamentais da criação do nosso
universo. Então, é como se a gente tivesse recriando um mini universo em
laboratório. A gente não sabe quais são as consequências de recriar um mini universo em laboratório. A gente só fez.
E aí quando a gente tem um universo muito grande que esteve o tempo todo
trabalhando e funcionando lá, que é o nosso universo, ele tá o tempo todo trabalhando, funcionando normal, de
repente ele sofre o impacto de um mini micro universo que foi criado dentro de
laboratório. Qual seria o impacto disso? Será que os dois colapsariam? Será que a energia se dissiparia? Será que os
microuniversos criados dentro do acelerador de partículas não são suficientes para corromper o universo
real? A gente não sabe. E aí que tá. A ciência também não sabe. A ciência alega
publicamente que a quantidade de energia liberada pelo CERN e até os microuniversos que ele cria não seriam
capazes de sei lá, ultrapor, contrapor ou sobrepor o nosso
universo normal, o nosso universo real, porque é muito pequena a quantidade de energia perto da energia inteira do
universo. Mas a real é que a gente não sabe exatamente o que a gente fez. Quando a gente abriu esse portal, a
gente trabalha com coisas extremamente obscuras e eu inclusive tenho uma conspiração pessoal minha. É pessoal
minha, ficou um pouco redundante. Se é pessoal, já é minha. Desculpa, desculpa pela redundância, mas eu tenho uma
conspiração pessoal onde eu realmente acredito que além da aceleração de partículas, além do
colapso das partículas fundamentais e além de descobrir partículas cada vez
menores, eu particularmente acho que esses aceleradores de partículas fazem outros tipos de experimentos, outros
tipos de coisas. Ai, baseado em quê? baseado na série de ficção dos livros do
Philip Puman, que inclusive, né, deram origem à bússola de ouro, que é aquele
filme que é extremamente complexo e ao mesmo tempo extremamente
interessante. Depois, esse filme, né, e esse livro ele gerou uma série, deu
origem a uma série que se chama His Dark Materials, que é da HBO, não é propaganda, mas eu recomendo que vocês
assistam. Eu acho que existe uma probabilidade muito grande da gente estar lidando com realidades paralelas
graças ao que aconteceu no CN e também outros conteúdos de ficção também
suportam essa ideia. O próprio Homem Formiga mesmo no mundo quântico, para mim aquilo ali é uma mensagem. Eu nunca
assisto filme de ficção como sendo 100% ficção, porque eu sei que alguma coisa
ali por trás tem. Eu sempre sei que tem alguma coisa por trás, nem que seja uma própria teoria científica que tenha
embasado o filme para que ele seja construído daquela forma, nem que seja, sei lá, uma programação preditiva para
ir preparando a gente para alguma coisa. A bússola de ouro, a faca sutil e a luneta amba. Exatamente. Esses são os
três livros do Philip Kuman que formam a série His Dark Materials, da HBO. Agora,
se você quer ver só o filme, a primeira parte que é a bússola de ouro, tem o filme aí, né, bem antigo, passa direto
aí no nas televisões. Enfim, não é muito difícil de achar. Olha, a Vivi acha que
a matemática é sempre exata. Eu concordo. Não há como discutir com a
matemática. E o problema é exatamente esse. Às vezes a gente discute demais com números, né? E aí o barato fica
louco. Bom, além disso, eu trouxe uma segunda teoria para vocês. Essa segunda teoria é, inclusive, tá na capa desse
vídeo. Ela é profundamente interessante. Prestem atenção. Vocês com certeza já
ouviram falar da ressonância Schuman. E vocês sabem também que nos últimos 10 anos, pelo menos desde 2017, então vai
fazer 10 anos ainda, a ressonância Schuman tá bem louca, ela tá bem desregulada. É, se vocês não sabem, ó,
existem sites, portais que medem a ressonância Schuman todos os dias. Isso aqui que eu tirei para vocês é um print
recente, tá? De 2025. Esse aqui também, gente, ó, é de agosto a setembro de
2025. Todos esses picos que vocês conseguem enxergar na frequência chuma,
isso é ela sendo desregulada. Essa última imagem que eu trouxe para vocês também é de 2025. Olha como tá a
frequência Schuman. E olha que esquisito. Agora, afinal, o que é a
frequência Schuman? A ressonância Schuman ou frequência Schuman é o pulso natural eletromagnético do nosso
planeta. E vocês sabem, já contei para vocês centenas de milhares de vezes, que o nosso Sol ele emite radiação, certo?
Essa radiação ela é acolhida aqui pelo planeta. a gente não tem como não acolher essa radiação. A radiação do Sol
atinge o planeta Terra e o planeta Terra vai dissipando essa radiação à medida
que o tempo vai passando. Então ele é o pulso eletromagnético natural da Terra
que combina a radiação externa, ou seja, a radiação vinda do espaço, seja do Sol ou seja de qualquer outra estrela, com
as tempestades magnéticas daqui de dentro do planeta. Então, raios, trovões, chuvas, tudo que tem a ver com
eletricidade aqui no planeta Terra formam a famosa a tal da ressonância chuma, tá? E aí o que
acontece? Essa frequência ela sempre foi considerada o batimento cardíaco do
planeta Terra. E há alguns anos existe uma especulação que, na minha humilde
opinião de neurocientista não é só especulação, que essa frequência ela sintoniza diretamente com o cérebro de
todas as criaturas vivas aqui do planeta Terra. Ou seja, o coração do planeta
bate, o nosso coração bate, o nosso cérebro também tem campo eletromagnético. Isso cria um campo
aqui, cria um campo lá. é a relação do microcosmo com macrocosmo. O planeta é o
macrocosmo, ele tem a o campo eletromagnético dele, ele vibra, ele é mensurável. Da mesma maneira que nós
microcosmo, também temos o nosso campo eletromagnético, nós temos as nossas frequências e isso é vivo, é mensurável.
Se você colocar eletrodos no cérebro, você consegue identificar qual onda cerebral a pessoa tá emitindo. Se é
alfa, se é beta, se é teta, se é gama, dá para identificar, certo? Então, se a gente tem duas frequências que estão
interagindo, porque afinal de contas são oito, quase 9 bilhões de pessoas no mundo, o problema começa quando a gente
começa a ver pulsos extremamente bizarros, apagões e flutuações anômalas
na frequência na ressonância chuma. Por quê? Porque esses sinais todos anômalos,
eles são interpretados como indícios de que o campo eletromagnético natural do
planeta Terra está perturbado. E nós, humanos que já somos perturbados por
natureza, estamos recebendo perturbações externas também. Então, não são apenas
fenômenos naturais, os próprios satélites, as redes de comunicação e existe também tecnologia militar que tem
essas emissões ativas de frequências eletromagnéticas também. Talvez esse seja o motivo pelo qual a ressonância
Schuman esteja tão bagunçada nos últimos anos, porque existe uma mudança no
padrão frequencial do planeta Terra. E essa frequência pode ser medida tanto
por parte dos humanos, porque os humanos emitem frequência, quanto por parte das tecnologias que os humanos utilizam.
Sim, pode. E e inclusive eu acho que é, tá? Eu tenho quase certeza que é por
quando acontece alguma coisa no mundo, o mundo inteiro fica inflado, alguma coisa muito louca acontece, como por exemplo,
a última coisa que aconteceu foi a prisão do Maduro. Quando acontece isso, o mundo inteiro recebe uma carga que se
espalha pelo mundo inteiro. E essa carga é sempre de reações muito fortes com
determinada coisa que tá acontecendo. E gente, isso não pode ser simplesmente empatia, porque tem gente que não
deveria ser afetada por esse tipo de coisa. Por exemplo, pessoas da extrema
direita ou da direita que curtem muito que o Maduro foi preso. Eu acho que o mundo inteiro deveria curtir que o
Maduro foi preso, mas infelizmente a gente tem essa ruptura, a gente tem essa divisão. Então o mundo não deveria se
inflamar tanto por causa de assuntos assim, deveria ser só mais uma coisa normal, não é? Afinal de contas a justiça sendo feita. Mas por que que o
mundo se inflama? Porque existe uma frequência. As pessoas emitem frequências. Frequências de amor, de
ódio, de raiva, de estress, de medo, de frio, de calor. Todo mundo emitiquência.
Essas frequências são mensuráveis. O Dr. Japonês Massaro Emoto fez uma experiência com isso e concluiu coisas
muito interessantes. Ele descobriu que as moléculas de água são afetadas por emoções e ele mensurou e documentou
isso. E nós temos vídeo aqui no canal sobre isso. Se você quiser assistir, eu recomendo, tá? Só você pesquisar aí as
frequências que alteram os padrões comportamentais da água. E gente, o que que nós somos? Nós somos 75% água.
Então, se as frequências, se as palavras, se as emoções alteram frequências na água, isso pode alterar o
nosso organismo também. E você não precisa ir muito longe para entender isso, como isso funciona. Passa um dia
inteiro estressado, passa um dia inteiro com alguém que você não gosta, com alguém te xingando, com alguém te colocando para baixo, vive uma situação
de estress, o que que acontece com o teu corpo? Você fica doente? Você deita na cama, você passa dias lá se recuperando
de gripe. O que que é a gripe? é o seu corpo se recuperando de uma situação de
hiperestress que você viveu. Então, a mesma coisa funciona. Isso já é testado em laboratório e existe essa suspeita de
que a ressonância chum ela esteja diretamente conectada com a nossa
percepção temporal estável. Ou seja, quando existe essa sincronização, quando
a ressonância chuma está dentro daquilo que a gente considera como sendo normal,
a gente não sente o tempo passar rápido, a gente sente o tempo passar normalmente. Já quando ela desregula,
quando essa sincronização se perde, o tempo subjetivo, ou seja, não o tempo
físico, porque mais uma vez eu testei o tempo físico, tá tudo certo com ele. Não o tempo físico, mas sim o tempo
subjetivo. O tempo subjetivo passa, que é percebido de uma outra maneira. Então,
horas passam em minutos, os dias desaparecem e o corpo entra em estado constante de adaptação e a mente passa a
operar em modo comprimido. Não é que o dia tem menos horas, mas sim a consciência agora ela não consegue mais
entender porque que tá tudo tão acelerado do lado de fora. É uma consciência que não consegue mais
expandir dentro dessa frequência que tá muito acelerada. Então, nessa visão,
dentro dessa segunda visão conspiratória do verdadeiro motivo pelo qual o tempo está passando muito rápido, o ambiente
não mudou, mas sim nós estamos biologicamente tentando acompanhar um planeta que não pulsa mais no mesmo
ritmo de antes. Então, olha como isso é complexo e ao mesmo tempo muito interessante, mas eu não trouxe só essa
teoria não, tá? Eu tenho mais teorias. Eu tenho também a teoria do controle do tempo e os sistemas de poder, poder e
culto de Saturno. Poder e culto de Saturno, que são do culto de Saturno.
Essa aí eu conheço bem, tá? Por quê? Porque isso é uma é uma sabedoria antiga, uma sabedoria que data inclusive
do tempo de Enoque. Não é judeus, não é gregos, não é romanos. Embora gregos,
romanos e judeus utilizem muito a sabedoria de Saturno, mas sim, eu tô falando de uma questão muito simbólica
que data de Enoque. E nessa nessa teoria, nessa ideia, o tempo sempre foi
controlado. E Saturno é esse arquétipo central dessa engrenagem. Vocês sabem,
Saturno é Deus do tempo, ele é Deus da colheita, Deus da limitação e Deus da estrutura. Não é Saturno planeta, mas
sim o arquétipo do planeta. Saturno, planeta é só um planeta gasoso, só mais um planeta do nosso sistema solar. Não é
sobre isso que estamos falando. Estamos falando da energia, da mitologia. E aí é
Saturno para os romanos, cronos para os gregos. E o judaísmo também tem uma
relação muito próxima com o Saturno. O islamismo também, o catolicismo também,
porque afinal de contas deriva da do império romano, né? Então tem tudo a
ver. Saturnalha. Saturnalha, senhores. Um ritual poderosíssimo que acontece quando? 21/1. Eu contei para você sobre
o portal, né? Pois é. É exatamente assim, através de portais, através de Saturno como Deus do tempo, que o tempo
vem sendo controlado. Porque Cronos, gente, dentro da mitologia, ele era o
Deus que devorava os próprios filhos para manter o poder. Então, trazendo essa simbologia pro tempo real, a gente
sabe muito bem que as elites compreendem esse controle do tempo. Eles sabem muito
bem como controlar o tempo. sabem que o tempo percebido é mais eficaz para
controlar territórios. Então, quem controla o ritmo da vida controla as decisões, controla a economia, controla
o medo, controla a obediência. E o culto de Saturno, ele vem sendo disfarçado ao
longo da história. As pessoas, elas querem enxergar, elas querem entender
como isso funciona, mas isso vem sendo disfarçado ao longo da história. Muita gente acha que é religião, muita gente
acha que é ocultismo puro, simples, só ocultismo, que é misticismo, que é
magia. E ele não tem absolutamente nada a ver com magia e misticismo. O culto de
Saturno é profundamente consciencial e ele molda tudo. Saturno, Deus molda
tudo. Molda o sistema financeiro, molda calendários, molda disciplina social. E
eu diria inclusive que Saturno é uma tecnologia simbólica que está sendo utilizada para tal. E aí dentro disso,
nós temos os calendários, as jornadas de trabalho, as semanas artificiais, essa urgência constante, a dívida eterna.
Quem tem dívida no banco levanta a mão. Eu não tenho, tá? Mas eu levantei só para fazer o o símbolo aí para vocês. Se
você tem dívida no banco, você está dentro de um sistema Saturninho. Se você trabalha com prazos, quem trabalha com
prazos, deadlines, urgência, tudo é urgente, tudo é para ontem, levanta a mão aí. Quem trabalha numa empresa que
trabalha assim, tá dentro do sistema Saturnino. Quem trabalha de segunda a
sexta e folga de fim de semana, levanta a mão aí, trabalha na escala 5x2. Quem trabalha na escala 5x2 está no sistema
Saturnino. Ai Carol, e quem trabalha na 6 está também. Ai Carol, e quem não trabalha está também, porque com certeza
tem alguma coisa que só funciona durante a semana, sabe? as coisas que não abrem de fim de semana, as coisas que só abrem
de segunda a sexta, o horário comercial, tudo isso, gente, tudo isso é sistema Saturno, tudo calendário. Quem define
quando o ano começa os as festas de reveillon, quem comemorou reveillon, quem pulou sete ondinhas, comeu uvas,
quem bebeu champanhe, levanta a mão aí, quem comeu lentilha, todo mundo, todo
mundo está dentro e está preso dentro de um sistema saturnino sem saber, sem perceber. Então existem muitas
expressões modernas desse culto de Saturno, tá? Eu participei de um, vocês sabem, eu sou iniciada no culto de
Saturno e exatamente por isso que eu sei falar com muita propriedade do que eu tô falando. Por quê? Porque depois que eu
aprendi como Saturno mexe na nossa vida, eu aprendi a viver fora desse sistema.
Então existe obviamente uma maneira de sair desse sistema. Muitos dos insites que eu aprendi lá na minha iniciação tão
no meu livro, meu livro de Saturno. Inclusive o link tá aqui embaixo na descrição para quem quiser ler. Aqui
nesse livro eu explico exatamente como que esse sistema opera e como que as elites operam ele. Então, basicamente,
se as elites controlam o tempo, se elas controlam o calendário, se elas controlam jornadas de trabalho, se elas controlam tudo, elas aprisionam a nossa
consciência dentro de ciclos rígidos, onde a gente nunca tem tempo suficiente
para despertar, porque gente, só existe uma coisa, uma coisa que faz com que as
pessoas despertem. E essa coisa é a coisa mais demonizada da história da
nossa civilização. Tédio. Só existe isso. A única coisa que
vai fazer você despertar é o tédio. Como assim o tédio? É você ter tempo para
olhar para dentro. Quando você tem tempo para falar: "Ai, agora eu vou parar tudo que eu estou fazendo". Porque por quê?
Porque eu tenho tempo. Eu tenho tempo. Eu vou parar tudo que eu estou fazendo e vou meditar, pensar. por uma hora, sem
mexer no celular, sem fazer nada. Eu só vou pensar. Eu vou sentar e vou pensar. Tédio, fala para alguém hoje que você
vai ficar uma hora sentado pensando que que a pessoa vai pensar de você, que você é vagabundo, que você é comunista,
que você vive de auxílio, que você é petista, que você é folgado. Tédio, fala pras
pessoas assim: "Ah, estou entediada". Fala paraa sua mãe nisso. Faz, chama a Rochelle, mãe do Cris, e fala:
"Rochelle, estou entediada. Chama o pai do Cris." Ele vai falar: "O quê? Eu queria estar entediada e não
posso." Por quê, gente? Porque a nossa sociedade demoniza o tédio. E eles
demonizam o tédio justamente porque o tédio é o a maior
uma, como posso dizer? Ele é o maior fermento para Saturno. É dentro
dele que as coisas vão crescer. Quando você consegue ter tempo, quando você limpa sua mente, quando você consegue
pensar, você tem tédio e automaticamente você produz. Então, quando as elites
aprisionam a nossa consciência dentro de ciclos rígidos, e que ciclos são esses? Você tem uma dívida no banco, você
precisa trabalhar, esse seu trabalho te paga em horas e aí você vende suas horas em troca de dinheiro para pagar essa
dívida. É um ciclo infinito que não termina. Você tem a consciência das pessoas aprisionadas. A consciência da
pessoa estando prisionada dentro desse sistema, o que que ela faz? Ela não pensa em outra coisa a não ser pagar as
dívidas. Tanto que existe uma reverberação
absoluta dessa crença de eu tenho que trabalhar para pagar os meus boletos. E
os Estados Unidos popularizaram a expressão time is money, tempo é
dinheiro. Então, automaticamente a gente decifrou esse código de que tempo é
dinheiro e a gente vende o nosso tempo por dinheiro. E por vender o nosso tempo por dinheiro, automaticamente a gente
precisa do quê? Ó, pera aí, pera aí. Acabei de receber uma notificação de
publicação de um short do Saulo Calderon intitulado: "Você precisa sentir tédi".
Será que a minha mente e a mente do Saulo estão conectadas? Não sei. Eh, eu
não vi esse esse short do Saulo. Vou ver assim que essa live acabar. Mas é exatamente isso, é exatamente o ponto.
Uma sociedade que vive com a consciência aprisionada sente essa aceleração do
tempo não como erro, mas sim como um estado e até um estágio avançado do
controle saturnino. Isso aqui, gente, está no meu livro. E em breve agora nós
temos o quê? Nós temos um spoiler. Nós temos um momento spoiler. Em breve
estará numa iniciação no culto de Saturno comigo. Eu estou trabalhando
numa iniciação do culto de Saturno para vocês e em breve vocês vão ter isso. Então isso aqui tá muito assim de uma
maneira fácil de entender e superficial nesse livro aqui. traduzi muito do meu
grimório do do culto de Saturno, mas isso estará em detalhes em breve, muito
em breve, dentro de uma iniciação no culto de Saturno que eu estou trabalhando. Então aqui eu mostro e eu
conto em muitas páginas como que Hollywood faz isso, como que o sistema
financeiro faz isso, como que as religiões fazem isso, como que o judaísmo foi a primeira
seita ou primeira religião a receber essa revelação de Saturno. Por isso que os judeus são extremamente organizados e
ao mesmo tempo eles são extremamente prósperos porque eles controlam o tempo. E se eles
controlam o tempo, essa aceleração de tempo que a gente percebe tá sendo controlada por eles. Não tô falando mal
dos judeus, hein? Muito pelo contrário. Eu adoro o judaísmo nesse intuito, no intuito da iniciação, no intuito de dos
conhecimentos iniciáticos. O próprio cubo, gente, o Taur, que é o livro que
embasou todo o judaísmo, é aquele, aquele livro é um cubo negro de Saturno. Vou falar sobre isso em breve, tá bom? É
uma coisa assim que depois que entra não tem volta, o tempo não volta. Aí que tá,
Viviane, será que não mesmo? Então, quanto menos tempo as pessoas têm, menos
elas questionam, menos elas criam, menos elas rompem. É por isso que o tédio é importante. Elas vivem para cumprir
prazos e não para entender a realidade, para compreender a realidade. Dentro dessa leitura que eu tô fazendo para
vocês, do motivo pelo qual o tempo está passando muito rápido, Saturno não é um planeta distante, ele é um sistema. E
acelerar o tempo é apenas apertar mais um elo dessa corrente, porque sim,
estamos todos acorrentados no sistema saturnino. Qual é a minha função? Então, qual é a minha opção agora nesse
momento? Que eu nem tenho mais opção, tá? Depois que eu fiz esse essa iniciação de Saturn, eu não tenho mais
opção. A minha função nesse exato momento é iniciar todo mundo nesse culto aqui. Por quê? Porque se eu inicio todo
mundo e todo mundo compreende verdadeiramente o que é Saturno para as elites, automaticamente as pessoas não
são mais controladas por esse sistema. Ou seja, vocês estão rompendo correntes ao ouvir esse assunto aqui. Então,
Saturno cria uma matrix artificial no planeta Terra, onde o tempo não vira
mais tempo, o tempo vira necessidade, o tempo vira dinheiro, o tempo vira tudo menos o tempo. E aí quem controla o seu
tempo controla você. E aí, por causa disso, então a gente percebe o tempo passando mais rápido quando o tempo tá
passando igual, porque o tempo está controlado por esse sistema. E aí
seguindo esse caminho, então nós vamos falar sobre a matrix artificial. E isso também tem tudo a ver com o Saturno,
porque Saturno replica a matrix artificial na Terra. Então é como se ele fosse uma grande antena. E tudo aquilo
que a gente exacerba aqui em termos de culto mesmo para ele, ele replica.
Então, por exemplo, vamos supor que você quer criar uma empresa bilionária e você manja dos Paranauê do culto de Saturno.
Você faz ali a preparação, faz o rito, faz a oferenda. Ao fazer a oferenda,
você cria o seu próprio cubo, ou seja, você cria sua própria empresa bilionária e você
mata o tempo de todo mundo e faz com que todo mundo dependa da sua empresa, que troque o as pessoas troquem o tempo
delas pela sua empresa, ou seja, elas troquem o tempo por dinheiro para comprar os produtos da sua empresa.
Basicamente é assim que funciona, tá? Mas então, se a gente tá vivendo em uma simulação e essa simulação é a matrix
artificial gerada até pelo próprio, né, pela por essa antena que é Saturno,
acelerar o tempo é algo muito fácil de ser feito, porque você só precisa reduzir a taxa de renderização da
consciência das pessoas, não do mundo, porque o tempo continua correndo da mesma maneira, né? E aí o cenário
continua existindo, mas a experiência subjetiva, ou seja, a maneira com a qual as pessoas percebem o tempo, começa a
ser comprimida. Essa teoria propõe que a realidade funciona não como um sistema computacional, mas sim onde consciência
é processamento de dados. Então, quando um sistema precisa otimizar os recursos,
fazer com que você gaste menos recursos, ele diminui a resolução da experiência. É a mesma coisa um computador. Vamos
supor que você tem um computador e sua placa gráfica não é muito boa e você tá jogando um jogo que assim faz com que
você gaste muito da sua placa gráfica. O que que o jogo vai fazer? ele passa que não renderiza mais em 1080p, vai
renderizar em 720p pixels. Por quê? Porque o sistema não comporta. Então,
dentro dessa teoria, a gente tá falando que as nossas mentes, que as nossas consciências estão renderizando em uma
resolução menor e estão diminuindo a experiência que elas tinham. Então, a gente começa a sentir menos profundidade
nas coisas, menos presença e menos memória consolidada. E o resultado de tudo isso é a sensação de que o tempo
passa mais rápido. Por quê? Porque a Matrix não precisa alterar relógios, nem eventos e nem nada disso. Ela só precisa
reduzir a atenção disponível por indivíduo. E gente, atenção, ai ai, hoje
em dia ninguém mais presta atenção em absolutamente nada. Ninguém escuta o que tá sendo falado e se escuta, não
processa. E se processa não entende, não existe mais atenção. Então essa matrix
que é criada pelo próprio sistema saturnino, ela não precisa alterar o relógio, nem precisa alterar os nossos
eventos, tipo fazer com que o Natal aconteça mais cedo, não. Ela só precisa reduzir a atenção que tá disponível para
cada indivíduo com distração constante. Lembra lá do caso do Coliseu de Roma?
distração constante, estímulo infinito, fragmentação das nossas mentes. O
usuário distraído, ele não percebe as mudanças estruturais do sistema. E acelerar o tempo nesse contexto é apenas
mais uma atualização silenciosa. É como se você atualizasse o seu computador. Então, menos tempo igual a menos
sentido, menos questionamento e mais estabilidade do sistema. É por isso que o tédio é altamente importante. O tédio
é antessistema. Se você fica entediado, você está indo contra o sistema. O
sistema detesta entediado, vagabundo. E talvez para mim essa seja uma das
maiores provas de que nós estamos de fato numa matrix. Não que seja uma falha no céu que você olhe, tá cheio de
pixels, não. Eu tô falando um erro, né? Um erro de que ninguém consegue sentir
propriamente o próprio dia. Não dá para sentir o dia inteiro. O dia passa como se fosse um frame perdido, como se você
tivesse apertado o botão de acelerar um filme, sabe? Tudo passa no fast forward. A gente consome conteúdo no fast
forward. Tem muita gente que fala assim para mim: "Eu só consigo assistir os vídeos da Carol duas vezes. Que que você
tá fazendo com o seu tempo? Você tá acelerando o seu tempo. Você não consegue absorver necessariamente o que a pessoa fala. que eu acho que eu já
falo rápido para um caral. Eu não falo rápido. Aí se eu tô falando rápido aqui, vocês também estão colocando no tempo
acelerado porque vocês não aguentam assistir. Ou seja, talvez não necessariamente alguém tenha apertado um
botão para acelerar a nossa matrix, porque são muitas teorias, né? Então talvez não necessariamente precise
acelerar o botão, mas sim você imputa tanta responsabilidade nas pessoas que elas vivem com esse botão acelerado
naturalmente, porque senão elas não vão ter tempo de fazer todas as coisas. Eu sei que são muitas teorias, senhores. Eu
sei que hoje eu trouxe um assunto muito denso. Eu já falei para vocês, quer conteúdo superficial, você vai pro TikTok. Não vem aqui, não. Não vem aqui,
porque esse canal aqui não foi feito para ter conteúdo superficial. Eu escrevo livros de 400 páginas, não vou
falar por, sei lá, 1 hora 20 sem parar. Eu vou falar assim todos os dias. Então aqui nós não temos conteúdo superficial.
Eu sei que é muita coisa, são muitas teorias. E de fato, de qual essas teorias todas que eu acredito que seja a
verdade? Eu acredito verdadeiramente que a elite manipula as energias de Saturno
para fazer com que a gente experi o tempo de uma maneira diferente. Isso não é nenhuma questão de crença, tá? Não é
uma questão de religião, não é uma crença que eu tenho, tipo, no meu coração e eu sinto no meu, não é, eu vejo, eu vejo por quê? Esse é meu
trabalho. Eu sou eh CEO de uma empresa de finanças aqui na Polônia, uma empresa
finanças e investimentos. Eu criei essa empresa. Eu criei essa empresa baseada nos fundamentos do culto de Saturno.
E depois que eu fiz a iniciação, depois que eu criei essa empresa, depois que eu comecei a investir sabendo qual é o lado
de Saturno que você tem que estar, eu comecei a ganhar muito dinheiro. Eu manipulo pessoas e manipulo tempo das
pessoas. Então, eu tenho funcionários que eu pago por hora, eu tenho, olha aí
como eu tô manipulando, eu tenho investimentos que eu recebo por hora, por dia, por semana, por mês, tempo,
calendário. Eu manipulo o tempo. Não, não é o tempo que tá trabalhando para mim. Eu tô ganhando dinheiro por hora.
Eu não estou, eu tô ganhando dinheiro sem parar. Eu ganho dinheiro a só de respirar. Faz assim, ó. Às vezes 8.000,
respirei dinheiro. Por quê? Porque eu entendi o sistema saturnino. Então, eu sei que são muitas teorias. E ninguém
sabe de fato qual é a mais verdadeira de todas. Eu acho que a história da ressonância Schuman tem um pouco de
verdade, sim, porque se você tá vivendo numa frequência acelerada, automaticamente todo o planeta Terra
vivendo nessa mesma frequência, você altera a frequência do meio porque frequências são mensuradas. Então,
ressonância chuman faz sentido. A do cerne para mim é a que tem menos probabilidade de acontecer, porque é uma
quantidade muito pequena de um universo paralelo, muito pequeno, que foi criado em comparação ao universo inteiro. É a
menor probabilidade. Agora, a de Saturno, eu não só tenho certeza que acontece, eu sei que acontece porque eu
vivo isso. Eu criei a minha empresa inteira e eu criei uma base muito sólida
financeiramente na e socialmente aqui na Polônia, porque eu sei o que sei sobre
Saturno. Então eu fui pro outro lado da moeda. Eu parei de ser controlada porque eu também já trabalhei CLT, eu já ganhei
por hora, já ganhei muito pouco por hora e já deixei muita empresa bilionária, mais rica do que já era. Fazendo as
decisões que eu faço hoje para minha empresa, tomando essas decisões para mim, eu já fiz para outras empresas e já
deixei eles muito ricos. Então, o que que eu fiz? Hoje eu atuo do outro lado do sistema. Então, eu tenho certeza
absoluta que quem tá fazendo essa percepção de tempo e quem tá fazendo o tempo passar mais rápido são as elites e
a manipulação do tempo que as elites fizeram na nossa cabeça. E isso vem por diversas formas. você vendendo seu
trabalho em troca de dinheiro, você vendendo sua suas horas, isso vem dessa forma, você pegando empréstimo no banco,
você tendo dívidas financeiras, você estando sempre no vermelho, você dependendo de cartão de crédito, todo o
sistema financeiro é uma prova disso, mas não apenas. Por quê? que a gente já percebeu que se a gente ficar um minuto
na prancha versus a gente ficar um minuto no TikTok, um minuto no TikTok passa bem mais rápido. E gente, o TikTok
é uma ferramenta que serve a um propósito muito vilaníaco. Parece que são só vídeos, parece que são coisas
bobinhas, que são só influencers querendo aparecer, mas não é isso. É um mecanismo gigantesco que passou por
muitos anos de pesquisa e estudo. Para vocês terem noção, o TikTok é chinês e na China ele não funciona. Ele não
funciona porque o chinês não quer que a população dele fique alienado por aquilo. Na China, o TikTok funciona de
outro jeito. O TikTok funciona como duolíngo. Na China, vocês sabiam? Não para ensinar línguas, mas ele funciona
como uma plataforma educacional. O TikTok não funciona da mesma maneira que funciona no Ocidente, ou seja, uma
ferramenta criada por chineses para alienação de ocidentais. E deu certo.
Deu certo porque o mundo inteiro replicou. O mundo inteiro replicou o jeito do TikTok funcionar. Hoje em dia o
RS, o Instagram, que era uma rede de fotos, não pode mais postar foto. Você posta foto, eles cagam no seu
engajamento. Você tem que postar vídeos, tem que postar TikTok. Se você tirar do TikTok e postar no Instagram, então
melhor ainda. Mais sucesso você tem. Eu mesmo tiro um vídeo do TikTok que às vezes não deu nenhuma visualização no
TikTok. Eu ponho no Instagram, esse mesmo vídeo vai para 4 milhões de pessoas. Como? Como? Porque eles
replicaram o modelo. O YouTube, essa plataforma aqui, se vendeu também, replicou o modelo. Hoje em dia tudo é shorts. Faz uma pesquisa aí no YouTube
agora. Pesquisa meu nome no YouTube agora para você ver o que que vai aparecer primeiro, esse canal aqui ou
meu canal de shorts. É óbvio que vai aparecer meu canal de shorts. Por quê? Porque eles querem promover esse modelo. E com a promoção desse modelo, eles
também estão promovendo uma sobrecarga nas nossas dopaminas. Dopamina é o sistema de recompensa do cérebro. Então
você fica o tempo todo tendo recompensa, recompensa, recompensa, recompensa e chega uma hora que o seu cérebro não
consegue mais reproduzir aquelas recompensas para você. Então você vai pedir sempre mais e mais e mais. E
quanto mais tempo de tela você tem, mais dinheiro esses filho da ganha. É isso que as pessoas não entendem. Você
não tá só consumindo videozinho de gatinho legal de inteligência artificial, não. Você tá dando dinheiro
para esses filho da Por quê? Porque eles até repassam um valorzinho lá pros criadores de conteúdo, paraas
pessoas que movimentam o sistema. Aqui na Polônia não, gente, eu nunca ganhei um centavo com o TikTok. E eu tô sendo
muito honesta com vocês. Na Polônia não tem esse negócio de monetização de conteúdo. Eu faço esses vídeos por pura
empatia. Faço pras pessoas assim, ó, pode usar. Eu não recebo um centavo com TikTok, R e Shorts. Não recebo mesmo.
Que que é isso que eu tô recebendo aqui? Dinheiro eu não recebo. Agora mensagem o dia inteiro.
Ai meus queridos, isso eu recebo. Então olha só, eles até repassam um valorzinho
pro criador de conteúdo, mas vocês já viram a quantidade de propaganda que tem no TikTok o tempo todo? Para mim é um
vídeo propaganda, um vídeo propaganda, um vídeo propaganda. Gente, isso é absurdo. Vocês estão consumindo uma
quantidade absurda de propaganda e vocês estão deixando o TikTok rico,
milionário, bilionário, já é, vai ficar mais. Então, percebam que todas essas esses sistemas que são criados, o que
que o TikTok tá roubando o seu? É sua inteligência. Não, porque tem gente que nem tem. O TikTok tá roubando o seu
tempo. O TikTok tá invadindo o seu templo de mercúrio. Já falei para vocês. Mercúrio, cabeça, inconsciente.
Consciente, ideias, tédio. TikTok tá aqui, ó. Ele invade o seu templo de
mercúrio. Ele rouba o quê? o seu tempo, porque você tá assistindo, aí você vai perceber, passaram-se 50 minutos e você
não fez nada. Então, gente, time is money, óbvio, né,
que time iso é o dinheiro deles, é o contrário, o dinheiro não é seu. Your
time is money. O seu tempo é o dinheiro deles. Então, percebam que tudo o que
foi criado, tudo o que foi criado, foi criado para roubar o nosso tempo. E
assim tem assim tem acontecido o tempo todo. É só desinstalar o TikTok. Simples
assim. Tá bom. Desinstala o TikTok. Quero ver quanto tempo você aguenta sem ficar, sem assistir esses vídeos. Eu tô
falando TikTok, gente, mas é tudo. É Instagram, é TikTok, é Facebook, é Quai,
é YouTube, é tudo. Ai, eu não uso o TikTok, eu sou muito elitizada. Não uso
o TikTok, mas você usa o Instagram, é a mesma coisa. É a mesma coisa. Eles estão
roubando o seu tempo. E aí depois as pessoas olham e falam: "Ih, eu não tenho
tempo". Bom, agora você sabe, agora você sabe que tudo isso tem a ver
com Saturno. Tudo isso tem a ver com uma guerra entre Saturno e Mercúrio.
Mercúrio e Saturno. Saturno, Deus do tempo. Mercúrio Deus da consciência. Isso é uma guerra. Isso é mais antigo,
acreditem, mais antigo que a mitologia grega e romana. Isso vem lá da época de
Enoque. Olha que profundo. Olha que pesado. Sei que é profundo. Sei que é pesado. Eh, Carol bate da Itália. Bom
pomerídio. 1 6 79 4 8
Carol. Un bacio d'Italia, un bacio in cuore, io non so seu nome, non so come
ti chiama, però un bacio qui di Polonia per te. Um per te e beijinhos de
Portugal. Realmente eu sinto o tempo a correr. E de que maneira? Pois é. Eh,
gente, vou falar para vocês, a maior invasão do templo de Mercúrio está sendo
feita por Saturno. Eles são rivais, são deuses rivais. Mercúrio é deus da
comunicação, né? Olha que interessante. Eles estão brigando. Eles estão brigando aonde? dentro da sua cabeça nesse exato
momento. E as elites sabem disso, elas controlam isso, elas controlam tudo o
que vocês estão fazendo. Então, senhores, não se assustem quando vocês
olharem pro calendário e pensarem assim: "Nossa, mas já é Natal de novo". Pois é,
é daí que tá vindo, é daí que sempre veio e daí que sempre virá. Ai, Carol, mas nós temos escolha, nós conseguimos
fugir disso. Hum, hum, hum. Você só consegue fugir quando você passar a operar do outro lado da moeda. Um super
beijo para vocês e eu vejo vocês a qualquer hora com mais vídeos assim bem de cair a tampa do cu da bunda, sabe?
Sabe aquele vídeo que você assiste e termina com vontade de chorar? É esse aqui.
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