Transcrição
Finalmente ativado. Saudações, irmãos e
irmãs em caminhada. Bem-vindos ao canal
Carlos Bispo. No vídeo de hoje, vamos
falar com sinceridade e clareza sobre os
acontecimentos que estão mexendo com a
energia da Terra e com o emocional de
tantas pessoas. Respire fundo e venha
comigo. Lembra quando disseram que o
Nesara/gesara
era apenas um mito que era bom demais
para ser verdade? As elites esperavam
que continuasse assim. Mas não mais. O
Nesara está sendo implementado diante
dos nossos olhos. Anos de planejamento
estão se concretizando agora. As
evidências estão por toda parte. Observe
o que está acontecendo passo a passo. A
abolição dos impostos de renda
considerados predatórios já começou. O
presidente anunciou planos para aliviar
a carga tributária da classe média,
marcando o início do fim de um sistema
fiscal opressivo. O retorno ao padrão
ouro está em curso. A moeda volta a ser
lastreada em ouro e em ativos reais,
encerrando a era da impressão
desenfreada de dinheiro sem lastro. O
perdão de dívidas está sendo
implementado. Um projeto global de
cancelamento de dívidas avança,
libertando milhões da escravidão
financeira por meio do financiamento
soberano contínuo do Nesara/gesara.
Fundos da prosperidade estão sendo
preparados. Quantias massivas
confiscadas de elites corruptas estão
sendo organizadas em fundos fiduciários
para distribuição à humanidade. O
Federal Reserve e os antigos bancos
centrais já estariam sob controle das
forças alinhadas à população e prontos
para serem encerrados ou transformados
em um banco do tesouro voltado ao povo.
Milhares de toneladas de ouro e riquezas
supostamente roubadas estariam sendo
devolvidas. Esses são os pilares
fundamentais do Nesara/gesara.
E, segundo essas informações, estão
finalmente se tornando realidade. A
chamada Cabala estaria em pânico. Aquilo
que antes era rotulado como teoria da
conspiração estaria se revelando como
uma reforma estrutural profunda
destinada a desmontar antigos sistemas
de poder. O QFS, Nesara e Gesara
estariam ativados. A maior transferência
de riqueza da história da humanidade
estaria em andamento. O sol e a
consciência humana em ressonância.
Gostaríamos de convidá-los a direcionar
sua atenção, não ao exterior, com
preocupação, mas ao interior, com
gratidão. Aquilo que vocês observam
atualmente em seu sol não está separado
do que ocorre no campo coletivo da
consciência humana. Durante muito tempo,
vocês foram ensinados a perceber os
fenômenos celestes como forças externas
que agem sobre vocês. Essa interpretação
pertence a uma orientação de consciência
mais antiga, na qual o universo é visto
como algo que acontece com vocês e não
como algo que se move com vocês. O que
se revela agora convida a uma
compreensão diferente. O buraco coronal
observado no sol não representa dano,
ameaça ou instabilidade.
Ele simboliza uma abertura, uma
exposição de camadas internas que já não
conseguem se sustentar da mesma forma.
Isso espelha os momentos da jornada
interior humana em que identidades,
crenças e padrões emocionais deixam de
refletir quem vocês estão se tornando.
Quando algo não pode mais ser
sustentado, não colapsa por ataque, mas
porque já não é necessário. Na
consciência humana, identidades baseadas
na separação foram mantidas por esforço
contínuo, repetição e narrativas de
medo, perigo e oposição. O que está
ocorrendo agora é a liberação gradual
dessa estrutura, tanto na humanidade
quanto no campo solar, que a reflete. A
abertura não é vazia, ela revela o que
sempre esteve presente sob as
superfícies aparentes e o faz de maneira
suficientemente suave para que possa ser
reconhecida sem medo. Por isso, não há
necessidade de resistência ou defesa.
Esse movimento não pede preparação para
impacto, mas consciência sobre onde
ainda se acredita que o poder, a
autoridade ou a identidade estejam fora
do próprio centro interior. À medida que
essas ideias perdem coerência, tornam-se
visíveis e se dissolvem. A percepção se
aguça, antigas suposições vem à tona e
reações emocionais surgem e desaparecem
com mais rapidez. Isso não é regressão,
é exposição. O mesmo movimento ocorre em
diferentes escalas. A confusão humana,
ao longo das eras teve uma causa
central, a crença na separação da fonte.
Dessa crença surgiram a competição, o
medo, a necessidade de controle e os
sistemas criados para lidar com essa
percepção distorcida. O caos não nasce
de falhas humanas, mas da atuação a
partir de uma premissa equivocada sobre
a própria natureza do ser. Quando essa
premissa começa a ruir, as estruturas
construídas sobre ela também se
transformam. Essa dissolução ocorre de
forma coletiva e como o sol não está
separado desse campo, ele responde por
ressonância, não por julgamento. O
enfraquecimento da consciência baseada
na separação se reflete no campo solar
por meio de aberturas e exposições e não
por explosões destrutivas. A densidade
necessária para sustentar a ilusão já
não se mantém da mesma forma. Isso não
significa que a separação tenha
desaparecido, mas que perdeu sua
solidez. Não pode mais se ocultar sob
padrões de normalidade. Nesse processo,
antigas narrativas perdem força
emocional. Medos não convencem mais com
a mesma intensidade. Crenças antes
fundamentais tornam-se irrelevantes, não
por esforço, mas porque a base que as
sustentava está se dissolvendo. O sol
não inicia esse processo. Ele o
confirma. À medida que a humanidade
abandona a crença em um poder separado
da fonte, o campo solar reflete abertura
em vez de confinamento, fluidez em vez
de rigidez. Isso também redefine a noção
de leis que por muito tempo foram
aceitas como absolutas, leis da
limitação, da decomposição e da
imposição. Muitas dessas leis eram
apenas descrições de experiências
repetidas, não verdades universais.
Quando a consciência evolui, essas leis
perdem a autoridade sem precisar ser
combatidas.
Simplesmente deixam de operar da mesma
maneira. O fluxo solar atual atua como
uma recalibração, ajustando sistemas a
novos parâmetros. não impõe, harmoniza.
Com isso, padrões emocionais
repetitivos, ciclos herdados e traumas
coletivos começam a perder força. O
trauma, que antes sustentava identidades
e fornecia continuidade por meio da dor
compartilhada, já não encontra
ancoragem.
À medida que a identidade baseada na
separação se dissolve, o trauma deixa de
ser reciclado. As emoções atravessam o
corpo e se resolvem sem a necessidade de
narrativas. O sistema nervoso reconhece
que estratégias antigas de sobrevivência
já não são necessárias. Coletivamente,
isso se manifesta como uma mudança
silenciosa, porém profunda na relação
com o passado. Há menos apego a
histórias de sofrimento e mais espaço
para uma cura orgânica e natural. Para
muitos, especialmente aqueles que
atuaram como estabilizadores do campo
coletivo, esse momento marca o fim de um
papel antigo. Não é mais necessário
carregar dores que nunca foram pessoais.
Surge uma neutralidade nova, que não é
vazio, mas espaço. Um espaço onde a
criatividade retorna, a curiosidade
floresce e a vida se torna mais leve,
não por perder significado, mas por não
depender mais da dor para existir. Do
nosso ponto de vista, esta é uma das
transformações mais significativas em
curso no planeta. Não porque o trauma
foi negado, mas porque foi
transcendindo. A consciência deixa de
aprender por meio do sofrimento quando a
presença se torna suficiente. Nesse
fluxo, o passado já não puxa o presente
para trás. O presente não repete o
passado. O tempo relaxa, a vida flui e
assim o trauma completa sua jornada, não
pelo confronto, mas pela irrelevância.
Obrigado por sua presença nesta jornada.
Que cada palavra tenha encontrado o
lugar certo dentro de você, fortalecendo
sua fé e seu discernimento. Siga atento
aos sinais. Até o próximo vídeo.
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