A lista do máster. 20 nomes vazaram.
Agora
Eua já sabe de tudo. A caixa de Pandora
foi escancarada e o que tem dentro vai
derreter Brasília. A lista secreta do
banco master vazou e 20 nomes do topo da
pirâmide do poder acabam de ser expostos
pela inteligência dos Estados Unidos.
Não existem mais segredos. Recebi a
confirmação de que a CIA liberou
arquivos brutos, contendo áudios
captados dentro do bankker presidencial,
revelando o desespero de Lula ao
descobrir que Trump já tinha as chaves
de todos os servidores criptografados do
sistema. O áudio do fim mostra que eles
sabiam que a queda era inevitável, mas
planejavam uma fuga que agora foi
bloqueada. São provas cabais de venda de
sentenças, dossiê de chantagem e o mapa
completo do dinheiro que alimentou a
ditadura judicial no Brasil. O cerco
fechou e a pergunta não é mais se, mas
quem será algemado nas próximas horas? A
verdade vazou e ela não tem volta. Aqui
fala o professor Walter Leão,
historiador, economista e especialista
na filosofia de Olavo de Carvalho. Seja
bem-vindo ao povo brasileiro em alerta.
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Link no primeiro comentário fixado. O
dia em que a máscara do consórcio se
transformou em cinzas, finalmente
chegou.
O que estamos testemunhando neste
janeiro de 2026 é o maior vazamento de
inteligência da história da América
Latina.
Imagine a cena agora. Uma sala fria em
Langley, Virgínia.
Analistas da CIA terminam de
descriptografar os últimos arquivos
extraídos do Banco Master. Enquanto
isso, em Brasília, o magistrado e os
chefes do governo brasileiro descobrem,
pelo monitoramento de rede, que seus
segredos mais sujos não estão mais
protegidos.
Eles sabiam que esse dia poderia chegar,
mas a arrogância da impunidade os fez
acreditar que eram intocáveis.
Enganaram-se. Donald Trump deu a ordem e
a inteligência americana simplesmente
puxou o tapete da mentira. Olavo de
Carvalho sempre ensinou que o segredo é
a alma da tirania. Sem o controle da
informação, o tirano é apenas um homem
pequeno e assustado. O que vazou agora
não são apenas planilhas de propina, são
as víceras do sistema. São 20 nomes de
peso entre ministros, senadores e
operadores financeiros, que figuram no
dossiê como beneficiários diretos do
esquema que usou o Banco Master para
lavar o dinheiro da perseguição
política.
A lista é o mapa do crime organizado
estatal. Cada centavo usado para calar
jornalistas, prender opositores e
perseguir o cidadão de bem, está ali
documentado com data, hora e destino.
Ouça o silêncio aterrorizante que tomou
conta das salas de jantar dos palácios
brasilienses.
O tilintar dos talheres de prata foi
substituído pelo som de papéis sendo
triturados e HDs sendo martelados, mas é
inútil. Trump não usou a polícia local,
ele usou a tecnologia de satélite e a
interceptação de dados de última
geração. O áudio do fim, gravado
secretamente dentro do búnker do
Planalto, é a prova final da
decomposição moral do regime. Nele
ouve-se a voz rouca do poder
desesperado, admitindo que o cerco de
Washington é intransponível e que a
fidelidade dos aliados está sendo
vendida ao Departamento de Justiça
Americano, por um visto de residência em
Miami que nunca virá. Visualize este
dossiê na sua frente agora. Centenas de
páginas carimbadas com o selo de
confidencialidade da inteligência
americana. fotos polaroides de encontros
clandestinos em garagens de hotéis de
luxo, transcrições de mensagens enviadas
por aplicativos que eles juravam ser
inquebráveis. O magistrado, que se
sentia o deus do Olimpo Judicial, agora
vê seu nome vinculado a transações que
envergonhariam o mais baixo dos
criminosos.
A corte não é mais um tribunal. Na lista
do máster, ela aparece como um balcão de
negócios, onde a liberdade era a
mercadoria e o preço era a manutenção do
consórcio no poder. A tensão de quem é o
próximo a cair transformou Brasília em
um manicômio de paranoicos.
Ninguém confia em ninguém. O ministro
que hoje senta à mesa com o presidente é
o mesmo que amanhã pode estar entregando
o pen drive para um agente americano na
embaixada.
A traição tornou-se a única moeda de
sobrevivência.
Olavo avisou que eles se matariam entre
si quando a luz fosse acesa. E a luz de
Trump é um holofote de busca que não
deixa sombras. O vazamento dessas
informações não foi um acidente, foi uma
execução pública controlada.
Sinta o cheiro de suor frio nos
corredores do Congresso. Senadores que
até ontem faziam discursos inflamados
contra o imperialismo, agora estão
enviando emissários para tentar
descobrir se seus nomes constam nos
anexos sigilosos da CIA. O efeito dominó
é inevitável. Quando um cai, ele puxa
três para tentar reduzir a própria pena.
E o Banco Master é o fio que liga todos
eles. O esquema financeiro por trás da
REAG e as conexões com o judiciário
revelaram que o Brasil não era governado
por leis, mas por um fundo de
investimentos criminoso que pagava a
conta da ditadura. A humilhação de ser
exposto pelo inimigo externo é o golpe
final na soberania de fachada do governo
brasileiro. Lula tenta gritar contra a
interferência, mas suas palavras não têm
eco quando o próprio povo assiste em
tempo real as provas do roubo. O vexame
internacional é tão grande que até os
aliados da esquerda mundial começaram a
deletar fotos e mensagens de apoio. O
consórcio tornou-se um ativo tóxico.
Quem tocar neles agora será contaminado
pelas provas que Washington está
despejando na rede. Pense na justiça
divina, operando através dos bits e
bites. O karma digital chegou para
aqueles que acreditavam que poderiam
apagar a história. A lei do retorno é
implacável. Eles usaram dossiê falsos
para prender Bolsonaro e destruir
famílias. Agora são destruídos por
dossiê verdadeiros que revelam a
podridão de suas próprias vidas. O
pânico bancário que discutimos
anteriormente agora faz sentido. O
dinheiro estava fugindo porque eles
sabiam que as provas estavam chegando.
Eles tentaram esvaziar os cofres antes
que a inteligência americana bloqueasse
as rotas de fuga. O veredito de 2026 é
que a inteligência venceu a força bruta.
O sistema tentou controlar o Brasil pelo
medo e pela censura, mas esqueceu que no
mundo globalizado ninguém se esconde de
Donald Trump.
O áudio do bunker revela planos de fuga
para países que não têm extradição, mas
a verdade vazada mostra que esses mesmos
países já fecharam as portas para o
consórcio.
Eles são prisioneiros dentro de
Brasília, esperando-lhe momento em que a
porta da cela será fechada por fora.
Achada em Freud. O prazer de ver essa
elite corrupta se descabelando diante da
verdade é o que move a alma do patriota
hoje. Imagine o clima nas redações da
mídia tradicional. Eles receberam ordens
para não divulgar os vazamentos, para
dizer que são fake news ou manipulação
internacional.
Mas o povo não lê mais os jornais deles.
O povo está nos grupos de WhatsApp, está
vendo as provas com os próprios olhos. A
morte da imprensa oficial é o efeito
colateral desse vazamento. Eles tentaram
proteger o sistema e agora serão
enterrados com ele sob a montanha de
documentos que a CIA liberou.
A filosofia de Olavo de Carvalho, que
sempre pregou a busca pela verdade
individual contra a mentira coletiva, é
o nosso guia neste labirinto de
revelações. As provas cabais de venda de
sentenças são o ponto mais sangrento
desse dossiê. a registros de valores,
contas no exterior e os nomes dos
processos que foram comprados para
garantir que o consórcio permanecesse no
poder. O judiciário brasileiro, em sua
cúpula, foi exposto como uma organização
criminosa de toga. A desmoralização é
total e irreversível.
Como um magistrado pode assinar uma
ordem de prisão hoje, sabendo que amanhã
o áudio de sua negociação escusa estará
em todos os celulares do país? O poder
deles acabou no momento em que a CIA
apertou o botão upload. O bastidor em
Brasília é um campo de batalha de egos
feridos e traidores desesperados.
Gravações escondidas em relógios,
canetas e celulares mostram o nível de
baixeza dos diálogos.
Eles falam do povo com desprezo, tratam
as leis como sugestões e o dinheiro
público como herança pessoal. Mas agora
o áudio do fim ecoa como um sino de
igreja em um funeral. A debandada de 20
ministros foi uma tentativa de se
afastar do epicentro da explosão, mas o
dossiê da CIA é amplo e alcança a todos.
Não há para onde correr quando a sua
própria voz te condena. Visualize a cena
final deste capítulo. O sistema acuado
no bunker assistindo às notícias vindas
de Washington. Eles vêm Trump rindo,
Miley celebrando e a lista de nomes
crescendo. O isolamento de Brasília é
completo. Eles não têm mais o controle
das urnas, não têm mais o controle do
dinheiro e agora perderam o controle dos
seus próprios segredos. O consórcio é
uma carcaça exposta ao sol e os urubus
da história já começaram o seu trabalho.
A revelação que trago é que este é
apenas o primeiro lote de arquivos. A
inteligência americana prometeu uma nova
liberação de dados a cada 24 horas até
que a rendição incondicional seja
assinada. É a tortura chinesa aplicada à
política brasileira. O sistema vai
sangrar em praça pública, segredo por
segredo, até que não reste um átomo de
credibilidade.
A asfixia é total. A verdade é a corda
que eles mesmos enrolaram no pescoço.
Fiquem firmes, meu povo. A limpeza é
dolorosa, mas é necessária para que o
Brasil possa respirar novamente. Não se
deixem abalar pelo caos que os
vazamentos provocarão.
O caos é o habitate natural da mentira.
quando ela é exposta pela luz. Nós somos
os guardiões dessa luz. Compartilhe esta
informação. Mostre para quem ainda tem
dúvidas de que o império do crime está
ruindo. O banco master foi a chave que
abriu a porta do inferno para eles e o
paraíso da verdade para nós. Agradeço a
cada um de vocês que busca a
inteligência real em meio ao deserto de
narrativas.
O tempo dos tiranos acabou. A era da
revelação começou e nós estamos aqui na
linha de frente documentando cada queda,
cada choro e cada algema que será
fechada em nome da liberdade.
O Brasil voltará a ser solo sagrado,
livre da imundícia de quem vendeu a
pátria por 30 moedas de prata digitais.
A história é implacável com os covardes.
Eu sou Walter Leão e a caçada continua.
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