terça-feira, 13 de janeiro de 2026

JUIZA DERRUBA DECISAO DE MORAES E ORDENA LIBERDADE IMEDIATA de BOLSONARO...


Transcrição


Ladrão, corrupto, vigarista,
rato, pilantra,
canalha. R9 milhões de reais da mulher
do ministro do Supremo, Alexandre de
Moraes. Só foi a mulher dele que fechou
o contratão, não foi o próprio ministro
Alexandre de Moraes.
Alexandre de Moraes exagerou nesse
discurso. De fato, o Brasil tem o
judiciário mais forte do mundo.
Olha a soberba de Alexandre Moraes.
Quando ele fala que o Brasil tem o
judiciário mais poderoso do mundo, ele
acabou de dizer o desequilíbrio os três
poderes. que ele não falou que o
executivo é o mais poderoso do mundo e
nem que o Congresso é mais poderoso do
mundo. Ou seja, judiciário hoje está
acima de tudo, é super poderoso e isso
já é por si só um ato extremamente
antidemocrático. Alegio de Moraes
confunde eh força com abuso de poder.
Ele confunde força com autoritarismo.
acha que força é o Supremo fazer a
investigação, fazer acusação, julgar,
fazer todo o processo, tirando inclusive
de vários que estão perseguidos
politicamente aí o seu direito de poder
todas as instâncias para poder se
defender eh de forma justa. Ele acha que
mandar prender de ofício as pessoas,
como ele fez em várias pessoas críticas,
é força. Isso não é força, isso é
autoritarismo e isso é antidemocrático.
Então, ele errou demais e ele acabou
expondo exatamente o que ele pensa. Ele
acha que com o autoritarismo e a força
que ele tem, ele tem o judiciário, mas
ele não é o judiciário. Alexandre de
Moraes, eu desafio você
a mandar
a Polícia Federal 6 horas da manhã
na casa de Mônica Bergo.
Eu desafio você, Alexandre de Moraes, a
colocar Malu Gaspar
no inquérito das fake news.
Você não vai fazer. Você não vai fazer,
porque se você fizer,
você sabe que a casa vai cair mais
rápido do que já está caindo. e o
controle disciplinar de todos os juízes
por causa do CNJ que está subordinado ao
Supremo Tribunal Federal, de forma que
eles têm hoje nas suas mãos toda a
concentração de tudo o que se passa
sobre a justiça e sobre a legalidade
neste país. 11 pessoas
e pessoas que estão é dentro de uma
verdadeira bolha
e com um ego extremamente inflado.
Porque não se pode dizer que um ministro
do Supremo é feio,
porque isso pode ser uma difamação. Não
sabem o que vocês estão fazendo.
Vocês estão pegando e dando ao Supremo
Tribunal Federal todo o controle desta
nação. Isso não pode. Isso não é
possível.
Vocês vão ver o que é que vai acontecer.
Meus amigos. No fim de Xandão não é mais
uma possibilidade distante. Ou é
impeachment ou é prisão. Eu já começo
esse vídeo te fazendo uma pergunta
direta e sem rodeio. Depois de tudo que
ele fez ao Brasil, você acredita mesmo
que só o impeachman seria um preço justo
a pagar? Porque algo muito sério está
acontecendo. Uma juíza veio a público,
rompeu o silêncio e jogou tudo no
ventilador. A grande mídia que por anos
passou o pano, como a Globo, CNM, Pand,
entre outras, mudou completamente o
discurso. E quando isso acontece, é
porque o circo está se fechando e o
castelo começou a ruir. O que eu vou te
mostrar aqui agora vai te deixar de boca
aberta. você vai entender porque o fim
da linha chegou para Chandão. Meus
queridos, antes de continuar esse vídeo,
deixe o joinha para o YouTube não
enterrar esse vídeo. Eu preciso da tua
ajuda. Compartilha esse vídeo. Se você
está chegando aqui, não é inscrito,
inscreva-se aqui no canal, ativando o
sininho das notificações. O que nós
estamos assistindo não é justiça, é
concentração do poder. decisões
monocráticas que atropelam o Congresso,
sensor disfarçada de defesa da
democracia, escândalo agora do Banco
Master, perseguição seletiva, onde uns
são esmagados e outros blindados e mais
graves. Ninguém voltou nisso. Quando a
juíza rompe o silêncio e expõe o que
acontece nos bastidores, isso muda o
jogo, porque não é opinião da internet,
não é a narrativa da oposição, é alguém
de dentro dizendo isso, passou todos os
limites e precisa ter um basta. Hoje, na
prática, o STF não apenas julga, o STF
governa, decide quem pode falar, decide
quem pode concorrer, decide quem deve
ser silenciado, quem pode ser
investigado e quem jamais será. Isso não
é democracia, isso é poder absoluto, é
autoritarismo. Mas a história já mostrou
várias vezes que quando alguém passa a
mandar mais do que o próprio executivo,
mais do que o legislativo e mais do que
o voto popular, mais do que a população,
o país inteiro começa a pagar o preço,
mas uma hora a casa cai. Por isso o
impeachment começa a ganhar força. Mas a
pergunta que cresce nos bastidores é:
tirar apenas o cargo resolve ou ele
deveria ir mesmo paraa prisão? Bora
reagir a este vídeo que explica certinho
o que está acontecendo e o que pode
acontecer. Eu já te pergunto, você para
você a resolução desse problema seria só
o impeachment ou prisão para esses que
estão destruindo o Brasil? Responda aqui
abaixo nos comentários e bora reagir
comigo.
A narrativa do Supremo Tribunal Federal
sobre o 8 de janeiro acaba de sofrer seu
revés. mais duro vindo de dentro do
próprio judiciário. A ex-ministra do STJ
e ex-corregedora nacional de justiça,
Eliana Calmon, veio a público e
desmontou ponto a ponto a tese de
tentativa de golpe de estado. Para ela,
a acusação não se sustenta juridicamente
e a manutenção da prisão do
ex-presidente Bolsonaro configura uma
medida política que, segundo sua análise
técnica, deveria ser revogada
imediatamente. A gente precisa conversar
muito sério sobre o que aconteceu nessa
entrevista que parou a internet e que
com certeza tirou o sono de muita gente
em Brasília. Estamos acostumados a ver
políticos defendendo o Bolsonaro.
Estamos acostumados a ver advogados de
defesa fazendo o seu papel. Mas o que a
gente viu agora foi algo completamente
diferente e muito mais perigoso para a
narrativa do sistema. A gente viu uma
magistrada de carreira, uma mulher que
chegou ao topo do judiciário brasileiro,
que foi ministra do Superior Tribunal de
Justiça, o STJ, e que foi a temida
corregedora nacional de justiça, aquela
que investigava os juízes, dizendo com
todas as letras que o rei está nu. A
Eliana Calmon não é uma bolsonarista
raiz, ela não é uma militante
partidária, ela é uma técnica. é alguém
que dedicou a vida a estudar e aplicar a
lei. E quando uma pessoa com esse
perfil, com essa bagagem, olha para os
inquéritos do 8 de janeiro, olha pra
condenação do Bolsonaro, diz que não é
crível, que não tem lógica, isso tem um
peso de uma sentença. É como se a
própria justiça, a justiça verdadeira,
estivesse se levantando para acusar o
STF de estar cometendo um erro
histórico. Vamos dissear o que ela
disse, porque cada frase dela é um
tijolo a menos no muro da narrativa do
golpe. começou atacando o ponto central
da acusação, a ideia de que houve uma
tentativa de golpe de estado. Para o
ministro Alexandre de Moraes e para a
maioria do STF, as pessoas que estavam
na frente dos quartéis e que invadiram
os prédios em Brasília estavam tentando
de fato derrubar o governo e abolir o
estado democrático de direito. Eles
tratam aquelas senhoras com bíblias,
aqueles vendedores de picolé, aqueles
patriotas com a camisa da seleção, como
se fossem guerrilheiros armados e
perigosos, prontos para tomar o poder à
força. A ministra Eliana Calmon olhou
para isso e teve a reação que qualquer
pessoa com senso comum e conhecimento
jurídico teria, ela achou absurdo. Ela
perguntou: "Golpe com mulheres de 73
anos, golpe com vendedor de picolé,
golpe sem soldado?" Essa pergunta
simples destrói toneladas de papelório
jurídico escrito em Brasília. Porque no
direito penal, para você condenar alguém
por tentativa de um crime, você precisa
provar que aquela pessoa tinha meios
para executar o crime. Se eu digo que
vou derrubar um prédio com Stiling, eu
posso ser um vândalo, posso ser um
maluco, mas eu não estou tentando
derrubar o prédio porque o meu meio é
ineficaz. É impossível derrubar um
prédio com Stiling. Da mesma forma, é
impossível dar um golpe de estado sem
arma, sem exército, sem tanques na rua.
A ministra foi cirúrgica ao dizer que
não entra na cabeça de ninguém, que
aquilo fosse um golpe real. Ela chamou a
tese de estapafúrdia. E quando uma
ministra do STJ chama a tese do STF de
estapafúrdia, é porque a coisa realmente
perdeu qualquer contato com a realidade
jurídica. Ela lembrou um ponto crucial.
O governo Bolsonaro, enquanto ainda era
governo, abriu o processo de transição,
nomeou os ministros indicados pelo Lula,
seguiu o rito democrático e depois o
presidente saiu do país. Como é que
alguém que faz a transição e vai embora
está dando golpe? A narrativa não fecha,
a conta não bate e a ministra Calmon
teve a coragem de dizer isso na
televisão, na frente de jornalistas que
visivelmente ficaram sem saber onde
enfiar a cara. Mas a parte mais
explosiva da fala dela não foi sobre o 8
de janeiro, foi sobre o que veio antes,
foi sobre a Lava-Jato e sobre o Lula. A
ministra Eliana Calmon fez uma análise
que conecta todos os pontos e que
explica de forma cristalina porque
estamos vivendo esse pesadelo jurídico
hoje. Ela disse que o sistema, o
establishment percebeu que o Bolsonaro
não podia continuar no poder de jeito
nenhum. Eles viram que o Bolsonaro tinha
a intenção de mexer na estrutura do
Supremo, de transformar o Tribunal em
uma Corte Constitucional de verdade,
tirando superperes políticos dos
ministros. Segundo ela, isso acendeu a
luz vermelha. E qual foi a solução que
eles encontraram para tirar o Bolsonaro?
Eles precisavam de um candidato que
pudesse vencê-lo, mas a esquerda não
tinha ninguém. Todos estavam
comprometidos, desgastado. O único nome
que tinha força popular era o Lula. Só
que o Lula tinha um pequeno problema.
Ele estava condenado em três instâncias,
preso por corrupção e lavagem de
dinheiro. Ele era inelegível. Então,
segundo a leitura brilhante da ministra,
o que o judiciário fez? Eles precisaram
desmoralizar a Lava-Jato. Precisaram
criar a narrativa de que o Ministério
Público e o juiz Moro agiram em conuiu
que tudo foi uma armação para poder
anular os processos e descondenar o
Lula. O Lula não foi inocentado porque
provou que não roubou. Ele foi
descondentado porque o STF precisava
dele na urna para derrotar o Bolsonaro.
O bote para a salvação do Supremo, nas
palavras dela, se chamava Lula da Silva.
Essa é uma acusação gravíssima. Ela está
dizendo que a mais alta corte do país
manipulou o sistema de justiça, anulou o
maior combate à corrupção da história,
soltou um condenado. Tudo isso com
objetivo político eleitoral, tirar um
presidente que ameaçava o poder deles.
Isso não é justiça, isso é engenharia
política feita com a caneta de juiz. é o
uso do tribunal como partido político. E
se a premissa dela é verdadeira e tudo
indica que é, então tudo que veio depois
é fruto dessa árvore envenenada. A
perseguição ao Bolsonaro, a
inelegibilidade dele, a prisão dele
agora, tudo isso faz parte do mesmo
plano, o plano de garantir que ele nunca
mais volte, porque ele representa um
risco para o sistema de privilégios que
se instalou em Brasília. A ministra
também tocou em um ponto técnico que o
ministro Nunes Marques já tinha
levantado e que a gente comentou aqui, a
competência do STF, que ela disse que a
ideia de que o Supremo pode julgar tudo
e todos é absurda. Ela lembrou que o
processo do Lula foi anulado porque
disseram que Curitiba não era o lugar
certo, o tal do fora inadequado. Mas
agora para prender o Bolsonaro e os
patriotas, o STF puxa tudo para
Brasília, ignorando a lei que diz que o
juiz natural é o de primeira instância.
Ou seja, para soltar o Lula, eles usaram
o rigor técnico da competência. Ah, não
pode ser em Curitiba, tem que anular.
Para prender o Bolsonaro, eles rasgam a
competência e dizem: "Pode ser aqui
mesmo?" A gente julga tudo. Dois pesos e
duas medidas. A lei serve para salvar os
amigos e para condenar os inimigos. A
ministra Eliana Calmon expôs essa
hipocrisia de uma forma que ninguém
tinha feito antes na televisão aberta. A
reação dos jornalistas durante a
entrevista foi impagável. Eles ficaram
em silêncio. Eles tentaram argumentar
timidamente, mas foram atropelados pela
lógica e pela autoridade da magistrada.
Não tinha como rebater. Quando alguém
diz a verdade de forma tão clara e
fundamentada, a mentira se encolhe. A
narrativa da Globo, da Folha, do STF
ficou pequena diante da grandeza dos
argumentos da ministra. E o que essa
fala representa para o momento atual com
o Bolsonaro preso representa uma virada
de chave na percepção pública. Quando
uma juíza desse calibre diz que a prisão
é política, que a tese do golpe é
fantasia, ela legitima o discurso da
defesa. Ela dá amonição para que a
sociedade cobre a liberdade imediata do
ex-presidente. Ela transforma o
Bolsonaro oficialmente aos olhos da
elite jurídica, que ainda tem vergonha
na cara em um preso político. O ministro
Alexandre de Moraes e o ministro Luís
Roberto Barroso devem estar espumando de
raiva. Eles achavam que tinham o
monopólio da narrativa jurídica. Eles
achavam que por serem do Supremo,
ninguém ousaria contestar a sabedoria de
suas decisões. Mas a Helena Calmou
ousou. E ao fazer isso, ela abriu a
porta para que outros juristas, outros
magistrados também comecem a falar. Ela
quebrou o silêncio obsequioso do mundo
jurídico. A gente precisa entender que
essa entrevista não é apenas um
comentário, é um fato político, é um
documento histórico. A ministra diz que
a história contará isso e ela está
certa. Daqui a 10, 20 anos, quando os
livros forem escritos, a versão do golpe
de estado vai ser tratada como piada. E
a versão da perseguição política vai ser
a verdade aceita. O problema é que a
gente não pode esperar 20 anos. A gente
precisa que essa verdade tenha efeitos
agora. E o efeito imediato deveria ser a
soltura do Bolsonaro. Se não houve
golpe, não há crime. Se não há crime,
não há motivo para prisão. Nem para
inelegibilidade, nem para bloqueio de
contas. A fala da ministra desmonta a
base de toda a punição. Ela tira o chão
onde o Morais está pisando. Se a tese do
golpe cai, tudo cai junto. Mas a gente
sabe que o STF não vai recuar só por
causa de uma entrevista. Eles vão tentar
ignorar, vão tentar desqualificar, mas a
semente foi plantada. A dúvida foi
lançada na cabeça de quem ainda
acreditava na isenção da corte. E para a
base conservadora, para nós, essa fala é
um combustível de alta octanagem. Ela
nos dá a certeza de que estamos do lado
certo, de que não somos loucos, de que a
nossa leitura da realidade é
compartilhada por gente séria e
competente. A coragem da Helena Calmon é
um exemplo. Ela não tem mais cargo a
perder. É verdade. Ela está aposentada,
mas ela tem reputação. Ela poderia ficar
quieta, curtindo a vida, mas ela
escolheu falar. Ela escolheu usar o seu
conhecimento e a sua autoridade para
defender a justiça. Isso é patriotismo.
Isso é amor ao Brasil. A gente precisa
pegar esse vídeo, essa entrevista e
espalhar como pólvora. Todo brasileiro
precisa ouvir o que ela disse. A tia do
Zap, que acha que o STF está salvando
democracia, precisa ouvir isso. O
estudante de direito que está sendo
doutrinado na faculdade precisa ouvir
isso. O eleitor indeciso precisa ouvir
isso. A ministra deu a aula que o Brasil
precisava. A tese do narcoestado que a
gente comentou em outro vídeo se conecta
com isso. Se o sistema judicial foi
manipulado para trazer de volta um grupo
político que, segundo denúncias, tem
ligações perigosas, então a crise é
ainda mais profunda. A ministra não
falou sobre isso explicitamente, mas ao
denunciar a manobra para eleger Lula,
ela abriu a porta pra gente questionar
quem interessa essa volta do PT ao
poder. O que fica claro é que o Brasil
está vivendo um momento de exceção. As
leis estão sendo usadas como armas de
guerra. O processo legal virou uma farça
e a única coisa que pode parar isso é a
exposição da verdade. A luz do sol é o
melhor desinfetante. E a Eliana Calmon
abriu a janela e deixou o Sol entrar
naquele ambiente mofado de Brasília. A
pergunta que fica é: quem vai ser o
próximo? Quem será o próximo jurista de
peso a se levantar? Quem será o próximo
senador a criar coragem? A barreira do
medo foi rompida e quando o medo acaba,
a tirania começa a ruir. A gente tem que
cobrar que essa visão técnica prevaleça.
A defesa do Bolsonaro tem que usar essa
entrevista, tem que anexar aos alos, tem
que esfregar na cara dos ministros e
perguntar: "E aí, excelências, o que
vocês têm a dizer sobre a análise da
colega de vocês?" O silêncio dele será a
resposta. O silêncio de quem não tem
argumentos apenas poder, mas o poder sem
autoridade moral é frágil. E a
autoridade moral do STF, se é que ainda
existia alguma, foi triturada pelas
palavras calmas e firmes da ministra
Eliana Calmon. Ela não gritou, ela não
xingou, ela apenas analisou os fatos e
os fatos são demolidores para a corte de
Alexandre de Moraes. Essa história do
golpe do picolé vai ficar marcada. É a
imagem perfeita do ridículo a que
chegamos. Um país onde vender bandeira
na frente do quartel é crime deiondo,
mas desviar bilhões é erro jurídico que
merece anulação. É o mundo invertido. E
a ministra colocou o espelho na frente
desse mundo invertido e mostrou a imagem
distorcida que ele reflete. A gente não
pode deixar essa chama apagar. A ordem
da ministra de que não é crível manter
essas prisões precisa. A liberdade do
Bolsonaro hoje é uma questão de honra
para a justiça brasileira. manter ele
preso depois de uma análise dessas e
assumir publicamente que o Brasil não é
mais uma democracia, mas uma ditadura de
toga, onde o líder da oposição é refém
do Estado. Nós vamos continuar batendo
nessa tecla, vamos continuar mostrando
que a narrativa oficial é mentirosa,
vamos continuar apoiando quem tem
coragem de falar a verdade. A Eliana
Calmon fez a parte dela. Agora cabe a
nós fazer a nossa. Espalhar, cobrar,
pressionar. O sistema sentiu o golpe. A
raiva que eles devem estar sentindo é o
sinal de que a verdade doeu. E se doeu
neles é porque foi bom para o Brasil.
Que venham maisanas, que venham mais
vozes corajosas.
Na minha opinião, meus amigos,
impeachman sozinho não fecha essa conta.
Ele tira o cargo, mas não apaga os
abusos, não devolve a liberdade perdida,
não repara os danos causados ao país. E
agora eu quero ouvir de você. Você
acredita que Xandão vai pagar por tudo
que fez ou você acha que, como sempre,
os poderosos vão sair ilesos enquanto o
povo fica com a conta? Escreve aqui
abaixo nos comentários, porque essa
discussão não pode ser mais abafada. E
em 2026 vai ser o ano de nós decidirmos
quem vai continuar governando o Brasil,
ou a esquerda ou à direita. E você pode
em Flávio Bolsonaro ou vai deixar o Lula
continuar governando esse país rumo ao
declínio, rumo à destruição. Deus
abençoe você que assistiu esse vídeo
comigo, que reagiu comigo a esse vídeo.
Fica com Deus, se inscreva no canal,
ative o sininho das notificações, taca o
like, compartilha esse vídeo e até o
próximo, se Deus quiser. Fui.


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