Saudações. Eu sou baixar. Eu vou começar
dizendo algo que sua mente provavelmente
já ouviu, mas que você ainda não
permitiu que descesse até o centro do
seu ser. Nada está faltando em você. E
eu sei que ao ouvir isso, uma parte sua
reage imediatamente, dizendo: "Se nada
estivesse faltando, eu já estaria
vivendo outra realidade". Mas observe
com atenção. Essa resposta não vem da
verdade. Ela vem do hábito de acreditar
que você precisa chegar a algum lugar
para merecer ser quem você já é. Você
não está incompleto, você não está
atrasado, você não está em processo de
se tornar algo melhor. O que realmente
está acontecendo é mais simples e
exatamente por isso, mais difícil de
aceitar. Você está hesitando em se
autorizar. Muitos de vocês estão
exatamente na beira, na borda, no limear
entre continuar buscando validação ou
cair completamente no amor incondicional
por si mesmos. E o curioso é que essa
queda não exige esforço. Ela exige
apenas que você pare de se segurar.
Vocês aprenderam que felicidade precisa
de justificativa,
que amor próprio precisa ser
conquistado, que paz interior precisa
ser consequência.
Mas isso são definições que não
funcionam. A felicidade não é o
resultado de uma realidade ideal. Ela é
a decisão que cria a realidade ideal
como reflexo. Quando você diz: "Eu seria
feliz, mas ainda não tenho isso. Eu
seria pleno, mas ainda falta aquilo.
Você está colocando condições em algo
que, por definição, não pode ter
nenhuma. E enquanto você negocia com a
própria felicidade, você continua
acreditando que algo fora de você tem
poder sobre seu estado interior. Nada
tem. Você não está esperando por uma
revelação. Você não está esperando por
cura. Você não está esperando pelo
momento certo. Você está apenas
esperando dar permissão a si mesmo. Se
essas palavras estão tocando algo em
você agora, escreva para si mesmo nos
comentários uma frase simples: "Nada
está faltando". E quando essa permissão
é dada, não porque tudo mudou, mas
apesar de nada ter mudado, a realidade
começa a se reorganizar ao seu redor,
não para te convencer, mas para refletir
a decisão que você acabou de tomar.
Permita-me aprofundar um pouco mais essa
sensação persistente que muitos de vocês
chamam de falta, porque ela não é o que
vocês pensam que é. A sensação de que
algo está faltando não surge porque algo
realmente esteja ausente. Ela surge
porque vocês aprenderam a medir a si
mesmos a partir de referências externas.
Vocês foram treinados a acreditar que o
valor do seu estado interior depende do
que acontece fora. Mas observe com
honestidade,
sempre que algo falta, essa falta está
localizada no tempo futuro. Nunca agora.
Vocês dizem: "Quando eu entender mais,
estarei completo. Quando eu me curar,
estarei em paz. Quando eu tiver isso,
então poderei relaxar." Isso cria uma
identidade baseada em espera, uma
identidade que nunca se permite chegar,
porque o ponto de chegada está sempre
adiante. O que vocês chamam de busca
espiritual, muitas vezes é apenas uma
forma refinada de adiamento, não porque
a busca seja errada, mas porque ela é
usada como justificativa para não
assumir agora aquilo que já é
verdadeiro. Vocês não estão em
construção. Vocês estão em resistência
ao reconhecimento. A mente física gosta
da ideia de progresso linear. Ela se
sente segura quando acredita que ainda
há degraus a subir, etapas a cumprir,
níveis a alcançar. Isso cria a ilusão de
controle. Mas o verdadeiro estado do ser
não funciona assim. Ele não é
acumulativo, ele é acessível. A
plenitude não está no final de um
caminho. Ela está no instante em que
vocês param de negar o próprio valor.
Quando vocês dizem: "Sinto que algo está
faltando", o que realmente estão dizendo
é: "Eu ainda não me permiti ser tudo o
que já sou". E isso não é uma falha, é
apenas um hábito. Vocês se acostumaram a
funcionar a partir da pergunta: "O que
ainda preciso consertar em mim?"
Mas essa pergunta parte de uma premissa
falsa. Ela assume que há algo errado.
Não há. O desconforto que vocês sentem
não é um sinal de incompletude. É o
atrito entre quem vocês realmente são e
a versão limitada que aprenderam a
sustentar. Por isso, quanto mais
conscientes vocês se tornam, mais sutil
fica o bloqueio. Não é mais um trauma
evidente. Não é mais um medo óbvio, é
apenas a recusa final em abandonar a
identidade de quem ainda está buscando
permissão. Vocês não estão perdidos.
Vocês estão na porta. E tudo o que
mantém essa porta fechada é a crença de
que ainda falta algo para merecer
atravessá-la. Agora, permita-me tocar em
um ponto que para muitos de vocês é
sensível, porque aqui reside uma das
armadilhas mais sofisticadas da
consciência humana, a ideia de que a
transformação acontece por causa do
processo. Vocês vivem em uma cultura que
reverencia métodos, técnicas, sistemas,
passos, protocolos. E nada disso é
inerentemente errado, mas quase sempre é
mal compreendido. Processos não causam
mudança. Decisões causam mudança. O
processo apenas revela quando vocês
estão dispostos a decidir. Muitos de
vocês dizem: "Estou trabalhando em mim.
Estou me curando. Estou no processo".
Mas observe com honestidade quantas
vezes essa linguagem foi usada para
adiar a escolha de ser quem vocês já
sabem que são. O processo se torna
confortável. Ele dá identidade, ele dá
propósito, ele dá a sensação de que algo
está acontecendo, mas ao mesmo tempo ele
preserva a narrativa de que ainda não é
agora. Vocês se dizem: "Quando eu
terminar esse processo, então serei
livre. Quando eu resolver isso, então
serei feliz. Quando eu integrar aquilo,
então estarei pronto. Perceba da
estrutura. Sempre há um depois. Isso
cria uma dependência sutil do caminho,
onde o destino nunca é alcançado porque
o caminhar se torna a justificativa. A
verdade é simples, embora
desconcertante.
Vocês não mudam no final do processo,
vocês mudam no instante da decisão. E
muitas vezes, após a decisão, o processo
simplesmente desaparece ou se reorganiza
de forma muito mais leve. Por isso eu
digo que muitos de vocês usam o processo
como um mecanismo de atraso, não por
preguiça, mas por medo, porque decidir
significa abrir mão da identidade de
quem ainda precisa melhorar. E essa
identidade, embora dolorosa, é familiar.
Vocês aprenderam que precisam se
consertar para merecer amor, que
precisam se curar para merecer paz, que
precisam evoluir para merecer
felicidade.
Mas isso inverte completamente a ordem
da criação. Vocês não se curam para
então se amar. Vocês se amam e isso
permite que a cura aconteça. Vocês não
se tornam felizes quando tudo se
resolve. Vocês escolhem a felicidade e
isso reorganiza o que precisa ser
resolvido. Enquanto vocês acreditarem
que o processo é a causa, vocês
continuarão presos à sensação de
incompletude, porque sempre haverá mais
um processo, mais uma camada, mais uma
explicação, mais uma ferramenta. O
processo não é o portal, ele é apenas o
espelho. Ele reflete o nível de
disposição que vocês têm para se
reconhecer. E quando a disposição muda,
o espelho muda instantaneamente.
Vocês não estão falhando por ainda
estarem processo. Vocês apenas ainda não
se deram permissão para parar de se
definir por ele. O verdadeiro salto não
é fazer mais, é soltar. Soltar a
narrativa de que vocês precisam se
tornar algo antes de poderem ser. E
quando essa narrativa cai, vocês
descobrem que o processo nunca foi o
caminho, apenas a pausa antes da
escolha. Agora, permita-me tocar em um
ponto que para muitos de vocês é
sensível, porque aqui reside uma das
armadilhas mais sofisticadas da
consciência humana, a ideia de que a
transformação acontece por causa do
processo. Vocês vivem em uma cultura que
reverencia métodos, técnicas, sistemas,
passos, protocolos. E nada disso é
inerentemente errado, mas quase sempre é
mal compreendido. Processos não causam
mudança. Decisões causam mudança. O
processo apenas revela quando vocês
estão dispostos a decidir. Muitos de
vocês dizem: "Estou trabalhando em mim.
Estou me curando, estou no processo".
Mas observe com honestidade quantas
vezes essa linguagem foi usada para
adiar a escolha de ser quem vocês já
sabem que são? O processo se torna
confortável. Ele dá identidade, ele dá
propósito, ele dá a sensação de que algo
está acontecendo, mas ao mesmo tempo ele
preserva a narrativa de que ainda não é
agora. Vocês se dizem: "Quando eu
terminar esse processo, então serei
livre. Quando eu resolver isso, então
serei feliz. Quando eu integrar aquilo,
então estarei pronto. Perceba a
estrutura, sempre há um depois. Isso
cria uma dependência sutil do caminho,
onde o destino nunca é alcançado, porque
o caminhar se torna a justificativa. A
verdade é simples, embora
desconcertante.
Vocês não mudam no final do processo,
vocês mudam no instante da decisão. E
muitas vezes após a decisão, o processo
simplesmente desaparece ou se reorganiza
de forma muito mais leve. Por isso eu
digo que muitos de vocês usam o processo
como um mecanismo de atraso, não por
preguiça, mas por medo. Porque decidir
significa abrir mão da identidade de
quem ainda precisa melhorar. E essa
identidade, embora dolorosa, é familiar.
Vocês aprenderam que precisam se
consertar para merecer amor, que
precisam se curar para merecer paz, que
precisam evoluir para merecer
felicidade.
Mas isso inverte completamente a ordem
da criação. Vocês não se curam para
então se amar. Vocês se amam e isso
permite que a cura aconteça. Vocês não
se tornam felizes quando tudo se
resolve. Vocês escolhem a felicidade e
isso reorganiza o que precisa ser
resolvido. Enquanto vocês acreditarem
que o processo é a causa, vocês
continuarão presos à sensação de
incompletude, porque sempre haverá mais
um processo, mais uma camada, mais uma
explicação, mais uma ferramenta. O
processo não é o portal, ele é apenas o
espelho. Ele reflete o nível de
disposição que vocês têm para se
reconhecer. E quando a disposição muda,
o espelho muda instantaneamente.
Vocês não estão falhando por ainda
estarem processo. Vocês apenas ainda não
se deram permissão para parar de se
definir por ele. O verdadeiro salto não
é fazer mais, é soltar. Soltar a
narrativa de que vocês precisam se
tornar algo antes de poderem ser. E
quando essa narrativa cai, vocês
descobrem que o processo nunca foi o
caminho, apenas a pausa antes da
escolha. Agora quero que você compreenda
algo com absoluta clareza, porque isso
muda completamente a forma como você
percebe sua própria jornada. Você nunca
esteve longe, nem agora, nem antes, nem
em nenhum ponto da sua vida. A sensação
de distância, de que ainda falta muito,
de que ainda há um longo caminho, é uma
construção perceptiva, não uma realidade
estrutural. O que vocês chamam de limiar
não é um lugar, é um estado de
permissão. Por isso, quando digo que
muitos de vocês estão sempre a um passo,
não estou usando uma metáfora poética,
estou descrevendo um fato vibracional. A
diferença entre a vida que você vive e a
vida que você sente que poderia viver
não é quantitativa, não é uma soma de
esforços, não é o acúmulo de méritos, é
uma mudança de posição interna. E aqui
surge a confusão. Vocês acreditam que se
estão tão perto, então o salto deveria
ser fácil, mas exatamente por estarem
tão perto, o salto parece impossível.
Por quê? Porque o último passo não
adiciona nada, ele remove. Ele remove a
identidade de quem ainda está chegando.
Ele remove a história de quem ainda está
se preparando. Ele remove o conforto de
explicar porque ainda não é agora.
Enquanto há um caminho, há uma
narrativa. Enquanto há uma narrativa, há
controle. Mas quando só resta o limiar,
não há mais história para contar. Só há
escolha. E isso assusta a mente. A mente
prefere obstáculos grandes, traumas
visíveis, problemas complexos, porque
eles justificam a espera. Mas quando
tudo o que resta é um pequeno ajuste de
percepção, a mente perde o argumento. É
por isso que quanto mais consciência
você tem, menores parecem os bloqueios e
maior parece o desconforto. Não porque
você esteja pior, mas porque já não pode
mais se enganar. Você começa a perceber
que não é mais uma questão de quando, é
uma questão de se permitir. E
permitir-se não é fazer força, é parar
de resistir. Você não cruza o limiar
criando uma nova versão de si mesmo.
Você cruza abandonando a versão que
precisava de aprovação. Por isso eu
digo, vocês estão sempre na porta, não
em algum futuro distante, mas agora,
neste exato instante, a porta não se
abre com esforço. Ela se abre quando
você solta a maçaneta que estava
segurando do lado de fora. O limear é
desconfortável porque ele exige
honestidade radical, exige admitir que
se nada muda é porque você ainda está
escolhendo não mudar. E isso não é
culpa, é poder. Porque no momento em que
você reconhece que é uma escolha, ela
deixa de ser uma prisão. Você não
precisa provar que está pronto. Você não
precisa sentir certeza absoluta. Você
não precisa eliminar todo medo. Você só
precisa parar de adiar o reconhecimento
de que já é suficiente. O limear não é
superado quando você se torna alguém
melhor. Ele é atravessado quando você
aceita ser quem já é. sem negociações,
sem condições, sem mais, só depois. E
quando isso acontece, o passo que
parecia impossível simplesmente acontece
sozinho. Agora chegamos ao ponto mais
sutil de todos, porque aqui não há mais
grandes conflitos, nem dores evidentes,
nem dramas externos. Aqui existe apenas
uma negociação silenciosa. Essa
negociação acontece quando você diz a si
mesmo: "Eu até posso me aceitar, mas
ainda não completamente. Eu até posso
confiar, mas ainda preciso de uma
confirmação. Eu até posso soltar, mas só
depois que isso se resolver." Perceba,
não é uma recusa direta, é um adiamento
refinado. E esse adiamento é muito
difícil de perceber, porque ele se
disfarça de responsabilidade, prudência
e maturidade.
Você acredita que está sendo cuidadoso,
que está sendo consciente, que está
sendo sensato, mas na verdade você está
apenas mantendo uma última condição. A
mente quer garantias. Ela quer saber o
que acontecerá depois da entrega. Ela
quer prever o impacto da liberdade, mas
a entrega verdadeira não oferece
garantias, ela oferece apenas coerência.
Quando você se entrega, você não perde
controle, você perde a ilusão de que
tinha controle. E isso é exatamente o
que a mente teme. Você foi treinado para
acreditar que soltar é perigoso, que
confiar é arriscado, que se aceitar
totalmente é arrogância. Mas observe o
paradoxo. O que vocês chamam de
humildade muitas vezes é apenas
autorejeição socialmente aceita. Vocês
aprenderam a negociar até com o próprio
valor. A entrega final não é um evento
emocional intenso. Ela não vem
acompanhada de fogos de artifício. Ela é
silenciosa. Ela acontece quando você
para de se observar o tempo todo para
ver se está funcionando. Enquanto você
observa, você controla. Enquanto você
controla, você não confia. E enquanto
você não confia, você continua separado
de si mesmo. Parar de negociar consigo
mesmo significa parar de exigir provas
da própria legitimidade.
Significa dizer internamente: "Mesmo que
nada mude lá fora, eu permaneço alinhado
aqui dentro". Isso não é desistência, é
inteireza. Você não entrega seus
desejos. Você entrega a ideia de que
eles são necessários para validar sua
existência. Você não solta o mundo, você
solta a barganha com ele. A mente
pergunta: "E se eu me entregar e nada
acontecer?" E a resposta é simples.
Então você estará livre mesmo assim.
Porque liberdade não é o prêmio do final
do caminho. Ela é o estado a partir do
qual o caminho se revela. Quando você
para de negociar consigo mesmo, você
deixa de dividir energia entre ser e
esperar. toda a sua força retorna para o
presente. E é por isso que,
paradoxalmente, é nesse ponto de total
entrega interna que a realidade externa
começa a responder com mais clareza, não
porque você exigiu algo, mas porque você
parou de impedir. A entrega final não
pede coragem heróica, ela pede apenas
honestidade simples. Você já sabe o que
fazer, você apenas precisa parar de se
pedir permissão para fazer. E quando
essa negociação termina, não sobra
vazio, sobra espaço. E nesse espaço você
finalmente se encontra. Agora chegamos
ao ponto mais sutil de todos, porque
aqui não há mais grandes conflitos, nem
dores evidentes, nem dramas externos.
Aqui existe apenas uma negociação
silenciosa. Essa negociação acontece
quando você diz a si mesmo: "Eu até
posso me aceitar, mas ainda não
completamente. Eu até posso confiar, mas
ainda preciso de uma confirmação. Eu até
posso soltar, mas só depois que isso se
resolver. Perceba, não é uma recusa
direta, é um adiamento refinado. E esse
adiamento é muito difícil de perceber,
porque ele se disfarça de
responsabilidade, prudência e
maturidade. Você acredita que está sendo
cuidadoso, que está sendo consciente,
que está sendo sensato, mas na verdade
você está apenas mantendo uma última
condição. A mente quer garantias. Ela
quer saber o que acontecerá depois da
entrega. Ela quer prever o impacto da
liberdade, mas a entrega verdadeira não
oferece garantias, ela oferece apenas
coerência. Quando você se entrega, você
não perde controle, você perde a ilusão
de que tinha controle. E isso é
exatamente o que a mente teme. Você foi
treinado para acreditar que soltar é
perigoso, que confiar é arriscado, que
se aceitar totalmente é arrogância. Mas
observe o paradoxo. O que vocês chamam
de humildade muitas vezes é apenas
autorejeição socialmente aceita. Vocês
aprenderam a negociar até com o próprio
valor. A entrega final não é um evento
emocional intenso. Ela não vem
acompanhada de fogos de artifício. Ela é
silenciosa.
Ela acontece quando você para de se
observar o tempo todo para ver se está
funcionando. Enquanto você observa, você
controla. Enquanto você controla, você
não confia. E enquanto você não confia,
você continua separado de si mesmo.
Parar de negociar consigo mesmo
significa parar de exigir provas da
própria legitimidade.
Significa dizer internamente: "Mesmo que
nada mude lá fora, eu permaneço alinhado
aqui dentro. Isso não é desistência, é
inteireza. Você não entrega seus
desejos. Você entrega a ideia de que
eles são necessários para validar sua
existência. Você não solta o mundo, você
solta a barganha com ele. A mente
pergunta: "E se eu me entregar e nada
acontecer?" E a resposta é simples.
Então você estará livre mesmo assim.
Porque liberdade não é o prêmio do final
do caminho. Ela é o estado a partir do
qual o caminho se revela. Quando você
para de negociar consigo mesmo, você
deixa de dividir energia entre ser e
esperar. toda a sua força retorna para o
presente. E é por isso que,
paradoxalmente, é nesse ponto de total
entrega interna que a realidade externa
começa a responder com mais clareza, não
porque você exigiu algo, mas porque você
parou de impedir. A entrega final não
pede coragem heróica, ela pede apenas
honestidade simples. Você já sabe o que
fazer. Você apenas precisa parar de se
pedir permissão para fazer. E quando
essa negociação termina, não sobra
vazio, sobra espaço. E nesse espaço você
finalmente se encontra. Saudações.
Eu sou baixar. M.
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