quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

PEPE ESCOBAR: A EXTINÇÃO DOS BANCOS - COMO O SISTEMA FINANCEIRO TRADICIO...


Transcrição


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Bom dia, pessoal. Aqui é o Pep falando
para vocês do meu estúdio em casa, onde
acabei de terminar de analisar dados
financeiros que revelam a maior
revolução silenciosa da história
econômica moderna. E hoje, meus amigos,
vamos falar de como o sistema bancário
tradicional morreu sem funeral, sem
manchetes, sem ninguém perceber que uma
indústria de 500 anos simplesmente
deixou de existir. Os bancos
tradicionais morreram e ninguém
percebeu. Na semana passada descobri que
60% das transações financeiras globais
já não passam mais pelo sistema bancário
tradicional. PIC, cripto, CBDCs,
transferências instantâneas. O dinheiro
mudou completamente de lugar e os bancos
se tornaram dinossauros esperando o
asteroide final. Vocês sabem o que
significa quando mais da metade do
dinheiro do mundo circula sem passar por
bancos? Significa que estamos
testemunhando o fim da profissão mais
poderosa da história humana. Banqueiros
se tornaram irrelevantes para o
funcionamento do dinheiro. É como se
médicos se tornassem irrelevantes para
curar doenças. O assunto de hoje é o
obituário da banca tradicional. Como uma
indústria que controlou o planeta por
cinco séculos, foi substituída por
algoritmos aplicativos e sistemas
instantâneos que tornaram bancos tão
obsoletos quanto máquinas de escrever.
Não estamos falando de evolução gradual,
estamos falando de extinção em massa.
Mas a pergunta que fica é esta: será que
os próprios banqueiros compreenderam que
se tornaram intermediários
desnecessários num mundo de transações
diretas? Será que Wall Street percebeu
que sua função principal, mover dinheiro
de um lugar para outro foi automatizada
e descentralizada? Para entender como os
bancos morreram sem ninguém notar,
precisamos começar pela revolução que
aconteceu debaixo do nosso nariz, o PIQ
brasileiro. Em 3 anos, o PI eliminou
quase completamente o uso de bancos para
transações do dia a dia no Brasil. Hoje
um brasileiro transfere dinheiro
instantaneamente 24 horas por dia, sem
taxas, sem burocracia, sem precisar ir
ao banco, sem depender de gerente. O Pix
processa mais transações por dia do que
todo o sistema bancário americano e
funciona melhor, mais rápido e mais
barato que qualquer banco tradicional. O
Pix não foi apenas inovação tecnológica,
foi execução capital do sistema bancário
tradicional brasileiro. Porque alguém
pagaria R$ 50 para fazer uma TED quando
pode transferir qualquer valor
instantaneamente de graça? Por que
esperar dias para compensação quando
pode ser instantâneo? Ninguém está
falando, mas vou falar aqui. O sucesso
do Pix criou um modelo que está sendo
copiado por países inteiros. Índia
lançou o UPI, que processa mais
transações digitais que Estados Unidos e
Europa combinados. China expandiu o
sistema de pagamentos digitais WCAT para
1,5 bilhão de usuários. A revolução não
parou nas transferências. Moedas
digitais de bancos centrais, CBDCs estão
eliminando a necessidade de contas
bancárias tradicionais. Por que ter
conta no Itaú quando você pode ter conta
diretamente no Banco Central? Por que
pagar spread bancário quando pode usar
dinheiro digital oficial? A China testou
o Yuan digital com 300 milhões de
usuários, transações instantâneas, sem
taxas, com garantia do governo chinês.
Nenhum banco privado consegue competir
com o Banco Central, oferecendo dinheiro
digital direto. A União Europeia
anunciou o euro digital para 2026. A
Inglaterra testa a Libra digital. Até os
Estados Unidos, país dos bancos mais
poderosos do mundo, estão desenvolvendo
o dólar digital para eliminar
intermediários bancários. Chegamos agora
à parte mais surpreendente desta
história. Como criptomoedas completaram
a destruição do sistema bancário
tradicional ao permitir transações
globais sem nenhuma participação
bancária. Bitcoin, Etheréum e milhares
de outras criptomoedas criaram um
sistema financeiro paralelo, onde bancos
são completamente irrelevantes. Você
pode enviar milhões de dólares para
qualquer lugar do mundo em minutos, sem
banco, sem autorização, sem burocragia.
O volume de transações em criptomoedas
ultrapassou o volume de transferências
bancárias internacionais em 2023. Era
mais dinheiro circulando fora do sistema
bancário do que dentro dele. Bancos se
tornaram espectadores de uma economia
que funciona perfeitamente sem eles.
Empresas descobriram que podem operar
financeiramente sem bancos. Tesla mantém
reservas em Bitcoin. MicroStrategy
substitui contas bancárias por carteiras
digitais. Países inteiros como El
Salvador adotaram Bitcoin como moeda
oficial, eliminando necessidade de
bancos para política monetária. É aqui
que começou o verdadeiro ponto de
ruptura, porque bancos descobriram que
haviam perdido não apenas clientes
individuais, mas clientes
institucionais, governos e até mesmo
países inteiros. A primeira reação
bancária foi negação total. JP Morgan
chamou Bitcoin de fraude. Goldman Sax
disse que criptomoedas eram bolha
especulativa. Bank of America proibiu
funcionários de mencionar blockchain.
Era establishment financeiro tentando
ignorar sua própria obsolescência, mas a
realidade econômica é implacável. Quando
clientes descobrem que podem fazer tudo
que faziam no banco, mais rápido, mais
barato e sem banco, eles simplesmente
param de usar banco. É lei de mercado
pura. Os dados são devastadores para a
banca tradicional. Branches bancários
fecharam em massa. 20.000 agências
fechadas só nos Estados Unidos nos
últimos 5 anos. Funcionários bancários
perderam empregos em escala industrial.
Bancos pequenos simplesmente quebraram
porque perderam toda a receita de
transações. Wells Fargo anunciou
fechamento de 800 agências por mudança
de comportamento do consumidor. Jp
Morgan eliminou 50.000 empregos em
operações que foram automatizadas.
City vendeu operações inteiras em países
onde perdeu relevância. Era a extinção
em massa acontecendo em tempo real. Mas
a morte dos bancos não aconteceu apenas
por tecnologia, aconteceu por confiança
perdida. Depois de décadas de
escândalos, taxas abusivas e crises
criadas por especulação bancária
irresponsável, pessoas descobriram que
não precisavam mais confiar em bancos
para guardar seu dinheiro. Por que
confiar em banco que pode quebrar quando
você pode guardar dinheiro em carteira
digital garantida por matemática em vez
de promessas? Por que aceitar juros
negativos quando pode ter rendimento em
staking de criptomoedas? Por que pagar
taxas quando alternativas são gratuitas?
A pandemia acelerou exponencialmente a
extinção bancária. Lockdowns forçaram
pessoas a descobrir serviços financeiros
digitais. Quem aprendeu a fazer tudo
pelo celular nunca mais voltou para
filas de banco. Era darvinismo econômico
acelerado. O golpe final veio dos
próprios governos. Bancos centrais
descobriram que podiam oferecer todos os
serviços bancários essenciais
diretamente para cidadãos sem precisar
de bancos privados como intermediários.
Por que um governo pagaria spreads
bancários quando pode oferecer dinheiro
digital diretamente? Por que manter um
sistema de intermediários caros quando
pode eliminar intermediários
completamente? A resposta foi óbvia, não
há razão. E assim, governos inteiros
começaram a cortar bancos privados de
suas operações financeiras essenciais. O
resultado foi uma indústria bancária que
perdeu sua razão de existir. Guardar
dinheiro foi substituído por carteiras
digitais. Transferir dinheiro foi
substituído por sistemas instantâneos.
Em prestar dinheiro foi substituído por
protocolos DEFI que operam
automaticamente.
Investimentos foram substituídos por
plataformas que conectam investidores
diretamente a oportunidades. Seguros
foram tokenizados, financiamentos foram
descentralizados. Todas as funções
bancárias tradicionais foram replicadas
por sistemas que funcionam melhor sem
bancos. O sistema financeiro descobriu
que bancos eram apenas intermediários
caros entre pessoas e dinheiro. Quando
intermediários se tornam desnecessários,
eles desaparecem. É evolução econômica
natural. Os poucos bancos que
sobreviveram fizeram isso se
transformando em empresas de tecnologia
que por acaso tem licença bancária. No
Bank Interbancos digitais que eliminaram
quase todas as características de bancos
tradicionais. Mas mesmo esses bancos
digitais descobriram que competiam não
com outros bancos, mas com sistemas que
eliminavam completamente a necessidade
de qualquer tipo de banco. A ironia
final, bancos que sobreviveram fizeram
isso oferecendo serviços que não eram
bancários, consultoria, tecnologia,
gestão de ativos digitais, atividades
que qualquer empresa pode fazer sem
precisar ser banco. O sistema bancário
tradicional se transformou numa
indústria de serviços auxiliares para
uma economia que funciona principalmente
sem bancos. Então, meus amigos, chegamos
ao fim desta análise que mudará a forma
como vocês veem o futuro do dinheiro. A
extinção dos bancos não foi catástrofe,
foi evolução. O sistema financeiro se
tornou mais eficiente, mais barato e
mais acessível, eliminando
intermediários desnecessários.
Vocês sabem o que aconteceu com todas as
indústrias da história que se tornaram
intermediários desnecessários entre
consumidores e produtos?
Vocês sabem qual foi o destino de todas
as profissões que foram substituídas por
automação e descentralização?
A história está repleta de indústrias
poderosas que se julgavam eternas porque
controlavam aspectos essenciais da vida
humana. Todas descobriram que nenhuma
indústria é mais poderosa que a inovação
tecnológica, quando essa inovação
oferece alternativas melhores. A
pergunta que fica é esta: quanto tempo
demora para uma economia se reorganizar
completamente quando seus intermediários
financeiros se tornam obsoletos? E mais
importante ainda, como será o mundo
quando a última transação bancária
tradicional for processada? Quando o
último banco tradicional fechar as
portas, quando descobrirmos que dinheiro
funciona melhor sem banqueiros. Pessoal,
inscrevam-se no canal, curtam o vídeo e
prestem atenção nas próximas semanas,
porque a extinção dos bancos é apenas o
começo da maior reorganização financeira
da história humana. Uma reorganização
onde pessoas controlam diretamente seu
próprio dinheiro, sem intermediários,
sem taxas, sem dependência de
instituições que se tornaram
irrelevantes. Até a próxima. Ciao. Ciao.


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