sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Bashar: Prepare-se para 2026 — Por Que a Temporada do Silêncio É Necessá...

Transcrição


Saudações, eu sou baixar. Se você está ouvindo esta transmissão agora, eu quero
que entenda algo com absoluta clareza. Este momento não é comum, não porque
exista algo de especial no relógio ou no calendário, mas porque você está
atravessando um limear, um ponto de passagem, um intervalo entre realidades.
Para a sua mente, isso pode parecer apenas o final de mais um ano. Para a
consciência, porém, 2025 não está terminando, está se dissolvendo. E o que
se dissolve não desaparece, se transforma. É por isso que muitos de vocês sentem um cansaço diferente, uma
quietude estranha, um desejo de recolhimento que não vem da tristeza,
mas de algo mais profundo. Nós chamamos este período de a temporada do silêncio.
Não é uma metáfora poética, é uma descrição vibracional. Entre o fim de
2025 e a entrada em 2026, existe um espaço onde a realidade reduz o volume
para poder se reorganizar. Um espaço onde menos ação externa é necessária,
porque mais alinhamento interno está sendo pedido. O silêncio que estou apontando é ausência de som, é ausência
de resistência. É o momento em que você para de tentar empurrar a vida para a frente e permite que ela se mova através
de você. É o momento em que decisões não precisam ser tomadas à força, porque o
próximo passo começa a se revelar sozinho. Muitos tentam atravessar esse portal com pressa, outros com medo, mas
aqueles que atravessam em silêncio interno atravessam com clareza. Durante
esta temporada do silêncio, nada está errado se você sentir menos urgência,
menos necessidade de provar algo, menos desejo de explicar quem você é. Isso é
um sinal de recolhimento energético, não de estagnação. Antes de toda grande
aceleração, existe sempre um instante de quietude absoluta. E é exatamente onde
você está agora. Permaneça aqui comigo. Respire. Não antecipe 2026. Permita-se
chegar inteiro. Escreva: "Se isso ressoar com você, eu confio no silêncio.
Quando falo sobre a temporada do silêncio, eu não estou convidando você a parar, se isolar ou se desligar da vida.
Estou convidando você a mudar o estado a partir do qual você age. O silêncio ao
qual me refiro não é ausência de movimento, é ausência de interferência.
Existe um momento antes de toda transformação profunda em que a realidade se ajusta internamente.
Esse ajuste não acontece no nível do barulho, da urgência ou da pressão. Ele
acontece em um campo mais sutil, onde menos esforço produz mais alinhamento. A
temporada do silêncio é esse campo. É o período em que a vida reduz os estímulos
externos para que você possa perceber os sinais internos. Não porque você esteja
perdido, mas porque está prestes a se reposicionar. Se você sente que o
impulso de correr atrás das coisas diminuiu, isso não significa que você perdeu direção, significa que a direção
está se redefinindo dentro de você. Quando isso acontece, insistir em
respostas rápidas cria tensão desnecessária. O silêncio verdadeiro não paralisa, ele organiza. É nele que
crenças se soltam sem esforço. É nele que padrões antigos perdem força sem
confronto. É nele que decisões deixam de ser um conflito mental e passam a ser
uma consequência natural do alinhamento. Durante este período, tentar acelerar
processos, exigir clareza imediata ou forçar conclusões apenas gera
resistência. E resistência não é sinal de erro, é sinal de que você está
tentando sair do espaço antes que ele cumpra sua função. Nada precisa ser
resolvido agora. Nada precisa ser concluído agora. Nada precisa ser
anunciado agora. Tudo o que está se recolhendo está apenas encontrando a
forma correta de emergir. Permaneça nesse espaço sem julgamento. O movimento
que virá depois será mais claro, mais preciso e muito mais fácil, justamente
porque você não o forçou agora. Quando falo sobre a temporada do silêncio, eu
não estou convidando você a parar, se isolar ou se desligar da vida. Estou
convidando você a mudar o estado a partir do qual você age. O silêncio ao
qual me refiro não é ausência de movimento, é ausência de interferência.
Existe um momento antes de toda a transformação profunda em que a realidade se ajusta internamente. Esse
ajuste não acontece no nível do barulho, da urgência ou da pressão. Ele acontece
em um campo mais sutil, onde menos esforço produz mais alinhamento. A
temporada do silêncio é esse campo. É o período em que a vida reduz os estímulos
externos para que você possa perceber os sinais internos. Não porque você esteja perdido, mas
porque está prestes a se reposicionar. Se você sente que o impulso de correr
atrás das coisas diminuiu, isso não significa que você perdeu direção.
Significa que a direção está se redefinindo dentro de você. Quando isso acontece, insistir em respostas rápidas
cria tensão desnecessária. O silêncio verdadeiro não paralisa, ele organiza. É
nele que crenças se soltam sem esforço. É nele que padrões antigos perdem força
sem confronto. É nele que decisões deixam de ser um conflito mental e
passam a ser uma consequência natural do alinhamento. Durante este período, tentar acelerar processos, exigir
clareza imediata ou forçar conclusões apenas gera resistência. E resistência
não é sinal de erro, é sinal de que você está tentando sair do espaço antes que
ele cumpra sua função. Nada precisa ser resolvido agora. Nada precisa ser
concluído agora. Nada precisa ser anunciado agora. Tudo o que está se
recolhendo está apenas encontrando a forma correta de emergir. Permaneça
nesse espaço sem julgamento. O movimento que virá depois será mais claro, mais
preciso e muito mais fácil, justamente porque você não o forçou agora. Durante
esta travessia, existe uma orientação simples que fará toda a diferença para
você. Entre na sua bolha, não como fuga, não como isolamento, mas como soberania
vibracional. A sua bolha não é uma parede que te separa do mundo. É um campo consciente
que define o que entra e o que não entra na sua experiência. Você pode estar
cercado de pessoas, informações e estímulos e ainda assim permanecer
completamente presente dentro do seu próprio eixo. Muitos de vocês foram ensinados a funcionar de fora para
dentro, a reagir antes de sentir, a responder antes de perceber, a absorver
o estado emocional do ambiente como se isso fosse empatia. Mas empatia verdadeira não é absorção. Empatia é
percepção sem perda de centro. Entrar na sua bolha, especialmente durante a
temporada do silêncio, significa escolher não se desregular junto com o mundo. Significa permitir que o caos
exista sem transformá-lo em identidade. Significa observar sem se misturar. Isso
não exige esforço, exige decisão interna. A bolha se forma em que você
percebe. Eu posso sentir o que está acontecendo sem me tornar isso. Quando
você faz essa escolha, algo se reorganiza automaticamente. O corpo relaxa, a mente desacelera, as
emoções deixam de se sobreporas às outras. Você começa a se mover pela
realidade com menos atrito, mesmo quando o ambiente ao redor parece instável.
Este é um período em que muitas pessoas sentirão necessidade de falar mais alto, convencer mais, provar mais, reagir
mais. Você não precisa acompanhar esse ritmo. Permanecer na sua bolha não é
indiferença, é clareza. Quanto mais você honra o seu próprio campo agora, menos
energia será necessária depois. A aceleração que virá não será algo que
você precisará perseguir. Ela simplesmente acontecerá ao seu redor
enquanto você permanece estável no centro. Entrar na sua bolha é lembrar
que você não veio para este momento para se perder no ruído. Você veio para
atravessar o limiar presente, inteiro e consciente. Agora quero falar com você
sobre algo essencial para esta travessia. O que chamamos de permission
sleep coletivo. Muitos de vocês acreditam que a transformação acontece
quando entendem algo completamente com a mente. Mas a mente não é a porta de
entrada da mudança. Ela é apenas uma intérprete tardia do que a consciência
já decidiu permitir. Um permission sleep não é uma técnica, não é um esforço, não
é uma fórmula mental, é simplesmente uma autorização interna para que a realidade
funcione de uma forma diferente da que você está acostumado a controlar. Durante a temporada do silêncio, o
permission sleep que estamos oferecendo atua em nível coletivo, porque muitos de
vocês estão atravessando o mesmo limiar ao mesmo tempo. Não é coincidência que
sensações semelhantes estejam surgindo em pessoas muito diferentes, em lugares
diferentes, com histórias completamente distintas. O que está sendo pedido agora
não é ação, é permissão. Permissão para não saber. Permissão para não decidir
tudo agora. Permissão para não insistir em resultados específicos. Quando você
insiste no resultado, você fecha possibilidades. Quando você permite, você amplia o
campo. A realidade responde melhor à permissão do que ao controle. Este
Permission Slip atua dissolvendo a crença de que você precisa empurrar a vida para que ela aconteça. Ele lembra
ao seu sistema que a vida já está em movimento e que você faz parte desse movimento, não o seu gerente. Ao
permitir, você não perde poder. Você remove a resistência que bloqueia o
poder natural que já existe em você. Durante esta travessia, você pode notar
que antigas preocupações começam a perder força sem explicação lógica. Que
decisões que antes pareciam pesadas deixam de exigir esforço, que certas
respostas simplesmente chegam quando são necessárias, não antes nem depois. Isso
não é passividade, é alinhamento. O permission slip coletivo da temporada do
silêncio cria um espaço onde a realidade pode se reorganizar sem conflito, onde o
próximo passo surge não como uma obrigação, mas como uma consequência natural de estar no lugar certo, no
estado certo. Você não precisa fazer mais, você precisa interferir menos. E
ao fazer isso, você começa a perceber algo fundamental. A travessia não está
acontecendo fora de você, ela está acontecendo através de você. Agora, é
importante esclarecer algo que para muitos de vocês ainda causa confusão,
frustração e até ressentimento espiritual. A ideia de ajuda de Deus e
do papel dos desafios na sua vida. Muitos perguntam: "Se existe uma força
maior, por que ela não intervém? Por que não remove o sofrimento?" Essa pergunta
nasce de uma compreensão antiga, limitada e profundamente incompleta da
natureza da consciência. O que você chama de Deus não é um agente externo
observando sua vida e decidindo quando interferir. Deus é tudo o que é,
experimentando a si mesmo através de todas as formas possíveis, inclusive
você. E por isso não existe intervenção no sentido de apagar aquilo que você
como alma escolheu experimentar. Antes de nascer, você não escolheu conforto
constante, você escolheu experiência. Os desafios que surgem na sua vida não são
punições, nem falhas do sistema, nem provas impostas por uma autoridade
externa. Eles são cenários que você mesmo selecionou para expandir sua consciência, desenvolver discernimento e
lembrar quem você realmente é. A ajuda que você recebe não vem para eliminar o
desafio. Ela vem para te fortalecer na travessia. Ela vem como clareza, como
percepção, como mudança de perspectiva. Às vezes vem como apoio externo, às
vezes vem como um colapso interno que obriga você a se reposicionar. Mas
ninguém, nenhuma entidade, nenhuma força, nenhuma versão do que você chama
de Deus irá contradizer o caminho que você traçou para o seu próprio crescimento.
Remover o desafio seria remover o propósito. Isso não significa que você
precise sofrer. Significa que o sofrimento surge quando você resiste ao
aprendizado que o desafio carrega. Quando você entende isso, algo muda
profundamente. Você para de pedir que a vida seja diferente e começa a perguntar o que
aquela experiência está revelando sobre você. E nesse momento, a ajuda que
parecia ausente se torna evidente, porque você passa a reconhecê-la na
forma correta. A temporada do silêncio também serve para isso, para abandonar a
expectativa de resgate e assumir a posição de coautor consciente da própria
experiência. Você nunca esteve sem apoio. Você apenas estava esperando por
ele na forma errada. Agora quero que você compreenda algo com muita clareza,
porque este entendimento liberta uma enorme quantidade de energia presa no passado. Não existe borracha cósmica.
Muitos de vocês carregam a fantasia de que em algum nível da realidade seria
possível apagar experiências, refazer escolhas, mudar origens, trocar caminhos
já percorridos. Essa ideia nasce do desconforto com aquilo que foi vivido,
não de uma compreensão verdadeira da consciência. Aquilo que você viveu não
foi um erro, foi uma experiência escolhida. Você não pode apagar o que já foi decidido pela sua própria alma,
porque se isso fosse possível, você deixaria de ser quem é. Cada experiência
que você viveu, inclusive as mais difíceis, participa da construção da sua
identidade, da sua sensibilidade e da sua percepção de mundo. Quando alguém
pergunta se pode mudar o passado, mudar os pais, mudar decisões fundamentais, a
resposta é simples. Se isso fosse feito, não seria mais você. Seria outra
consciência, outra combinação de experiências, outra identidade. A
expansão não acontece apagando, ela acontece integrando. A temporada do
silêncio convida exatamente a isso, parar de lutar contra a própria história, não para romantizá-la, não
para justificá-la, mas para reconhecer que ela cumpriu uma função. Enquanto
você tenta apagar o passado, você permanece preso a ele. Quando você o
integra, ele perde o poder de te definir. Não existe necessidade de
refazer a vida para seguir adiante. Existe apenas a necessidade de aprender
o que precisava ser aprendido e permitir que esse aprendizado se transforme em
sabedoria aplicada. Quando você aceita que não há borracha cósmica, algo se
dissolve naturalmente. A culpa. A culpa só existe quando você acredita que
deveria ter sido diferente, mas você só poderia ter sido exatamente quem foi,
com o nível de consciência que tinha naquele momento. A integração é o verdadeiro salto quântico. Ela
transforma memória em maturidade, dor em discernimento, experiência em presença.
Nada do que você viveu precisa ser apagado para que você avance. Pelo contrário, é justamente porque você
viveu tudo isso que agora está preparado para atravessar este limiar com mais consciência. Existe um ponto específico
onde muitos de vocês ficam presos ao atravessar um limiar como este, o
arrependimento. Especialmente no encerramento de um ciclo, a mente revisita escolhas, compara caminhos e
cria a ilusão de que algo essencial foi perdido. Eu quero ser muito claro com
você agora. Arrependimento não é um sinal de erro, é apenas um sinal de apego a uma linha do tempo que não está
mais ativa. Quando você olha para trás e pensa: "Eu deveria ter escolhido
diferente". O que realmente está acontecendo é que você está tentando manter viva uma versão de si mesmo que
já cumpriu o seu papel. Mas a consciência não se move para trás, ela
se move para a frente, incorporando aprendizado. Você não perde alinhamento
por uma decisão. Você perde alinhamento quando insiste em julgar a decisão
depois que ela já cumpriu sua função. Muitos acreditam que se perderam uma
oportunidade, um trabalho, um relacionamento, um caminho, isso
significa que se afastaram da própria alma. Isso não é verdade. A alma não
está vinculada a eventos específicos. Ela está vinculada a frequências. E
frequências podem se manifestar de inúmeras formas. Se uma experiência não aconteceu, é porque naquele formato ela
não era mais necessária para o seu crescimento. Mas a sensação de alinhamento, de expansão, de propósito,
pode e será recriada quando você permitir que a vida apresente uma nova expressão dessa mesma frequência. A
temporada do silêncio serve exatamente para isso, para soltar o apego à forma e
recuperar a confiança no fluxo. Quando você solta o arrependimento, você libera
a energia criativa. Quando você libera a energia criativa, novas portas aparecem
sem esforço. Não tente recriar o passado. Não tente consertar o que já
foi. Permita que o aprendizado se torne base para algo novo. O alinhamento da
alma não depende de repetir escolhas antigas. Ele depende da sua disposição
de responder ao agora com presença, sem carregar o peso do esse. Ao atravessar
este limiar sem arrependimento, você não perde nada. Pelo contrário, você
recupera a capacidade de reconhecer oportunidades quando elas surgem, em vez
de compará-las com fantasmas do passado. E quando isso acontece, a vida volta a
fluir com naturalidade. Não porque você forçou o caminho, mas porque parou de
resistir a ele. Agora quero ampliar ainda mais o seu campo de visão, porque
para atravessar este limiar com equilíbrio, é importante que você compreenda quem vocês são no contexto
maior da existência. A humanidade costuma se perceber como pequena,
isolada e atrasada. Essa percepção não é apenas imprecisa, ela é profundamente
desinformada. Vocês não são observados porque são fracos. Vocês são observados
porque são raros. que existem muitas civilizações conscientes no universo.
Muitas já passaram por processos de expansão que para vocês ainda parecem distantes, mas poucas escolheram
experimentar a realidade da forma como vocês escolheram, com tamanha densidade,
fragmentação e esquecimento de si mesmos. Vocês não são vítimas da
limitação. Vocês são especialistas nela. A maioria das consciências, quando
descobre sua natureza ilimitada, permanece nesse estado. A humanidade fez
o oposto, escolheu esquecer quase tudo para explorar o que acontece quando a
consciência se comprime ao extremo. Isso não é um erro evolutivo, é um
experimento altamente sofisticado. Por isso, dizemos que vocês são os mestres
da limitação. E é exatamente por isso que o processo de lembrança que está
começando agora é tão impactante. Quando uma consciência que se esqueceu profundamente começa a se recordar, o
salto não é gradual, ele é exponencial. O que muitos chamam de aceleração dos
tempos não é algo que está sendo imposto a vocês. É algo que surge naturalmente
quando a consciência começa a sair da compressão. Tudo o que estava contido ganha movimento. Tudo o que estava
escondido se revela. Este é o contexto maior da temporada do silêncio. Permitir
que esse processo aconteça sem colapso interno. Permitir que a expansão não
seja vivida como ameaça, mas como reconhecimento. Você não precisa entender todas as
camadas desse processo. Agora basta reconhecer que há algo maior acontecendo
e que você faz parte disso não por acaso, mas por ressonância. A travessia
que você está vivendo não é apenas pessoal, ela é coletiva e, ao mesmo
tempo, profundamente íntima. Quando você se ancora no silêncio, você não está se
afastando do mundo, você está se alinhando ao ponto exato onde o mundo
está prestes a mudar. Agora quero que você abandone uma das ideias mais silenciosamente destrutivas que a
humanidade carrega. A noção de que a limitação é um defeito. Ela não é. A
limitação é uma escolha consciente da alma. Quando você se percebe como limitado pelo corpo, pelo tempo, pela
cultura, pela história, pela memória, isso não significa que você perdeu o poder. Significa que você escolheu
explorar o poder a partir de um ponto específico, condensado, focado. A
maioria das consciências não faz isso. Elas preferem permanecer na fluidez do
ilimitado. Vocês escolheram algo mais radical. Esquecer quase tudo para
descobrir o que acontece quando a consciência precisa se lembrar de dentro da densidade. Isso exige coragem, isso
exige comprometimento, isso exige maestria. Por isso, quando vocês se
julgam por sentir medo, dúvida ou confusão, estão avaliando a experiência
a partir de um critério que nunca foi adequado. Esses estados não são falhas
de caráter. nem sinais de atraso espiritual. São efeitos naturais de uma
consciência operando sob compressão. A temporada do silêncio também serve para
dissolver esse julgamento, para permitir que você pare de lutar contra a condição
humana e comece a honrá-la como parte do desenho maior. Quando você honra a
limitação, ela começa a se abrir. Quando você a rejeita, ela se fecha. Não é
resistência que expande a consciência, é aceitação lúcida. Você não veio para
transcender a humanidade, negando-a. Você veio para transcender através dela.
Cada emoção intensa, cada dúvida, cada momento de não saber é uma camada sendo
atravessada, não um obstáculo no caminho. À medida que a aceleração aumenta, aqueles que tentam escapar da
experiência humana sentirão instabilidade. Aqueles que a integram sentirão
enraizamento. E é esse enraizamento que permite a expansão sem fragmentação. A maestria da
limitação é simples, mas profunda. Estar presente exatamente onde você está, sem
desejar estar em outro ponto da jornada. Quando você faz isso, algo se alinha
naturalmente. A consciência deixa de se contrair, o medo perde função e o
silêncio interno deixa de ser um intervalo, passa a ser um estado de base. Agora que você compreende a
natureza deste período, quero orientá-lo de forma clara sobre como atravessar o
limiar entre 2025 e 2026, sem criar atrito desnecessário. Muitos de vocês
foram condicionados a acreditar que a entrada em um novo ciclo exige metas,
promessas, resoluções e decisões imediatas. Essa abordagem pertence a um
modelo antigo de realidade baseado em esforço, correção e compensação. Este
limiar não responde bem a esse modelo. O que este momento pede não é definição,
pede frequência. Em vez de perguntar o que eu preciso fazer em 2026, a pergunta
mais alinhada é: a partir de que estado eu escolho viver? Estados são mais
poderosos do que planos. Estados moldam decisões naturalmente. Estados atraem
circunstâncias sem força. Entrar em 2026 de forma alinhada significa levar menos
bagagem mental, menos auto julgamento, menos pressa para provar algo. Significa
confiar que o movimento seguinte não precisa ser antecipado para ser correto.
Ele surgirá quando você estiver no ponto vibracional adequado para reconhecê-lo.
temporada do silêncio é o treinamento para isso. Quando você aprende a permanecer centrado no silêncio interno,
você desenvolve uma nova relação com o tempo. O tempo deixa de ser algo que te
empurra e passa a ser algo que responde. O ritmo da vida começa a cooperar com
você, não a te pressionar. Não confunda isso com passividade. Passividade é
desistência. Silêncio consciente é presença ativa sem ansiedade. Ao
atravessar este limiar, você não precisa carregar expectativas grandiosas, nem
medos ocultos. Ambos são projeções do mesmo impulso. Tentar controlar o
desconhecido. E o desconhecido não precisa ser controlado, ele precisa ser
habitado. 2026 não exige que você esteja pronto para tudo. Exige apenas que você
esteja disposto a escutar antes de agir, sentir antes de reagir, alinhar antes de
acelerar. Quando você faz isso, o que parecia incerto se torna navegável. O
que parecia caótico encontra padrão e o que parecia distante começa a se aproximar de forma natural, sem esforço
excessivo. Você não entra em 2026 empurrando portas, você entra quando
elas se abrem. Agora, antes de encerrarmos esta transmissão, eu convido
você a parar por um instante, não para pensar, não para analisar, apenas para
estar aqui. Tudo o que foi compartilhado até agora não foi entregue para ser
acumulado como informação, foi entregue para ser sentido, integrado e permitido.
A temporada do silêncio não é algo que você precisa entender intelectualmente,
é algo que você já está vivendo. Ao longo deste período, o mundo ao seu redor pode continuar barulhento,
acelerado, exigente. Isso não precisa mudar agora. O que muda é o ponto de
onde você observa. E esse ponto, se você permitir, torna-se mais estável, mais
silencioso, mais consciente. Ao atravessar este limiar entre 2025 e
2026, lembre-se, você não está abandonando quem foi, você está reorganizando quem é. Nada precisa ser
combatido. Nada precisa ser forçado. Nada precisa ser provado. O silêncio que
você permitiu aqui não é vazio. É um campo ativo de recalibração. É onde
antigas narrativas perdem força. É onde novas linhas do tempo encontram espaço
para emergir. Se nos próximos dias você sentir que ainda não tem todas as
respostas, isso não é um erro. é um sinal claro de que você não está mais
preso a caminhos automáticos. A clareza verdadeira surge quando o corpo, a mente
e a consciência entram no mesmo ritmo. Confie nesse processo. Entre em 2026,
não como alguém que espera que o mundo mude, mas como alguém que mudou o próprio centro. A partir disso, a
realidade responde de outra forma, porque você passou a emitir outra frequência. Se esta transmissão ressoou
com você, manifeste esse alinhamento de forma simples. Deixe o seu like como um
gesto de ancoragem dessa frequência e se sentir, escreva nos comentários. Eu
entro em 2026 em silêncio interno e confiança. Isso não é para mim, é para
você lembrar de onde escolheu atravessar este portal. Antes de encerrar, é importante deixar claro:
traduzido e adaptado com o auxílio de inteligência artificial, sempre com profundo respeito e cuidado para
preservar a mensagem original, sua intenção e seu significado essencial.
Permaneça atento, permaneça presente, permaneça no seu centro, porque o que
vem depois do silêncio não será silencioso. Zo.


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