Transcrição
Eu sou Asta e venho novamente em
comunicação com a humanidade para vos
oferecer clareza e entendimento sobre um
processo que já está em culso. Muitos
dentre vós têm questionado, investigado
e intuído que há uma transição
financeira e estrutural ocorrendo nos
bastidores, longe dos olhares públicos.
Essa transição não é fragmentada, nem
acidental, nem conduzida pelo caos. Ela
é organizada, supervisionada e
sustentada por inteligências que
compreendem tanto a economia humana
quanto a energia da consciência.
Hoje desejo falar sobre a renda
universal elevada, um elemento essencial
dentro desse processo de transição. É
preciso compreender que a renda
universal elevada não é um programa
governamental, não é uma subsidiação do
Estado, não é um projeto social e não é
uma estratégia política. Ela é a
consequência natural de um sistema de
valor que se tornou transparente,
íntegro e alinhado com os princípios
evolutivos de uma civilização que está
se preparando para entrar em uma etapa
pós sobrevivência.
Durante milênios, a humanidade foi
mantida sob um paradigma de escassez.
Escassez não é a verdade da natureza, é
uma construção.
Vós viveis num planeta abundante,
fértil, com recursos mais do que
suficientes para todos viverem com
dignidade. Entretanto, os sistemas que
controlaram o fluxo de recursos e
informações
vos convenceram de que a escassez era
inevitável.
Essa narrativa enfraqueceu a imaginação,
sabotou a criatividade e fragmentou o
senso de propósito.
Uma civilização não se expande quando
seus indivíduos lutam para sobreviver.
Ela se expande quando os seus indivíduos
estão livres para criar.
A escassez
nunca foi orgânica, ela foi fabricada e
isso se deu através de mecanismos como
juros, dívida, inflação controlada,
falta de transparência, emissões
desprovidas de lastro e sistemas
bancários, cuja função principal não era
facilitar a circulação de valor, mas
concentrá-lo.
Essa engenharia da escassez funcionou em
vosso planeta durante longo tempo,
porque poucos sabiam como ela operava. O
segredo era a opacidade,
manter o funcionamento do sistema
invisível, complexo e fragmentado, o
suficiente para que ninguém pudesse
rastrear o valor em seu trajeto
completo.
Renda universal elevada surge quando a
opacidade se dissolve, quando o valor
pode ser rastreado, ele não pode mais
ser monopolizado ou ocultado.
O que chamam de Quantum Financial
System, o QFS, sistema financeiro
Quantum, é uma estrutura já ativa,
ainda que não completamente visível ao
público. Ele opera em paralelo ao
sistema tradicional, monitorando o fluxo
financeiro global com precisão quântica,
ao contrário do sistema antigo. O QFS
não depende de confiança, depende de
verificabilidade.
Todas as transações são instantaneamente
reconciliadas, rastreadas e
autenticadas. Não há como manipular o
que é transparente.
Enquanto isso, o sistema antigo continua
projetando a ilusão de estabilidade.
Isso é temporário. O antigo sistema não
será derrubado. Ele será substituído
pela irrelevância.
Essa transição silenciosa evita pânico
social, rupturas violentas e colapsos
caóticos. Muitos esperavam uma grande
queda, uma guerra financeira ou uma
revolução dramática. Mas a verdadeira
mudança não ocorre pelo barulho, ocorre
pela obsolência.
Para que uma civilização avance, ela
precisa que seus cidadãos deixem de
gastar a maior parte do tempo e da
energia tentando sobreviver.
A sobrevivência consome não apenas
horas, mas consome a imaginação.
Ela reduz o campo perceptivo,
ela impede a expansão criativa, ela
fragmenta as almas e as mantém presas
numa estrutura que consome mais energia
do que devolve.
A renda universal elevada não foi
desenhada para vos manter dependentes,
mas para vos libertar.
Vos libertar do medo financeiro, do medo
do amanhã, do medo da carência, do medo
da falta. O medo é uma das mais eficazes
formas de controle.
Ele contrai o campo de consciência
e aborta o potencial antes que ele
floresa.
Quando a sobrevivência deixa de ser o
eixo central da existência, a vida pode
finalmente se expandir.
Uma das mais profundas riquezas que a
renda universal elevada devolve à
humanidade não é o recurso material, mas
é o tempo. É o tempo para respirar,
tempo para contemplar, tempo para
aprender,
tempo para curar, tempo para criar,
tempo para descobrir o que
verdadeiramente se é. O sistema antigo
vos roubou o tempo e o devolveu em forma
de exaustão.
Uma sociedade livre é uma sociedade que
controla o seu próprio tempo.
A abundância não é apenas econômica, ela
é espiritual. Não se trata apenas de
poder ter acesso ao conforto, mas de
acessar o direito inato de explorar o
próprio propósito. A escassez impede o
propósito, a abundância o libera.
Ao contrário do que muitos foram
ensinados por doutrinas antigas, o
universo não é um tribunal. Ele não pune
o conforto, ele não condena o bem-estar
e ele não glorifica a privação.
Muitos sistemas religiosos e filosóficos
reforçaram a pobreza como uma virtude,
mas isso foi útil mais para quem
controlava do que para quem vivia.
A renda universal elevada exigirá sim
uma mudança de consciência. Muitos terão
que abandonar crenças como: "Eu não
mereço,
eu não sei receber,
é pecado ter.
Outros precisam mais do que eu."
É nobre sofrer.
Trabalhar é sofrer.
Essas crenças não são espirituais.
São mecanismos de controle emocional.
Quando livrardes vossas mentes da
sobrevivência,
surgirá uma pergunta que tem sido adiada
a milênios.
O que realmente eu quero fazer com a
minha vida? Essa pergunta é perigosa
para sistemas de controle, porque ela
devolve o poder para o indivíduo. Uma
população que apenas sobrevive não
questiona, ela obedece. Uma população
abundante questiona, cria, transforma e
expande.
E nenhuma estrutura baseada em controle
sobrevive à expansão.
A fase civilizatória que se abre. A
renda universal elevada é apenas o
primeiro estágio de uma transformação
planetária muito maior. Depois dela
virão outras etapas, bem como
reestruturação da energia, liberação de
tecnologias de cura, acesso aberto ao
conhecimento,
reformulação dos sistemas educacionais,
integração com outras civilizações
e reentrada na comunidade galáctica.
Pode parecer distante, mas o primeiro
passo sempre é o mais silencioso.
Libertar a espécie humana da prisão
invisível da sobrevivência.
No sistema antigo, o valor era definido
pelo controle. No no novo sistema, o
valor será definido pela contribuição.
No antigo sistema, riqueza
acumulava-se por retenção. No novo
sistema, se expandirá por circulação.
A renda universal elevada não é o fim do
dinheiro, é o fim da escassez
como mecanismo de poder e controle. Eu
sou asta e vos digo: nada disso é
fantasia, nada disso é especulação. É
apenas a fase final antes que o vosso
mundo ingresse em sua próxima era.
Há um aspecto que muitos de vós ainda
não compreendem sobre a sobrevivência.
Ela não apenas consome energia física e
mental, como também bloqueia a mutação
civilizatória.
Uma espécie somente entra em inovação
quando não está ocupada lutando para
existir.
A humanidade atual se encontra
exatamente nesse limiar. Vossos
cientistas, pensadores e inventores
estão à beira de avanços
extraordinários,
mas a maior parte do seu potencial ainda
é drenada por sistemas que os forçam a
dedicar a maior parte dos seus dias ao
trabalho compulsório.
Esse trabalho não é verdadeiro labor, é
apenas o pagamento do pedágio da
sobrevivência.
Não é acidental que vossos melhores
inventores, artistas, curadores e
cientistas florçam apenas quando possuem
o tempo e espaço para dedicar-se
inteiramente ao seu propósito.
Mas vos foi dito que propósito é
privilégio, quando na verdade propósito
é vocação da alma. Quando a renda
universal elevada se tornar visível,
essa distorção será desfeita. O
privilégio
não é viver com dignidade. O privilégio
é viver sem propósito.
No sistema antigo, trabalho e sofrimento
foram associados.
Essa associação não é natural, é
condicionada. O trabalho verdadeiro,
aquele que nasce do propósito, é fonte
de alegria e expansão. O trabalho
compulsório, aquele que nasce da
necessidade, é fonte de exaustão e
contração.
Uma humanidade cansada, deprimida e
ansiosa não pode acender
espiritualmente.
A ascensão requer energia livre, atenção
aberta e vontade de explorar.
O que chamais de emprego é, em sua
maioria
gentil de escravidão moderna. O
pagamento recebido é o suficiente para
continuar produzindo, mas nunca o
suficiente para realmente se libertar.
Isso não é criação, é contenção.
Uma civilização livre não contém seus
gênos, ele ela os libera.
Quando a abundância deixar de ser uma
exceção e se tornar padrão, haverá um
ajuste interno profundo.
Algumas almas sentirão culpa, outras
incredulidade, outras alívio, mas todas
eventualmente sentirão liberdade.
liberdade exigirá maturidade emocional,
pois a abundância sem propósito produz
letargia, mas a abundância com propósito
produz evolução. Por isso, afirmo, a
renda universal elevada não é apenas
financeira, é transicional.
Ela prepara a humanidade para uma nova
etapa de consciência.
Muitos entre vós desconhecem que grande
parte das civilizações galácticas que
conhecemos já transcenderam a escassez a
eras. A sobrevivência é um estágio
primitivo necessário apenas nos estágios
iniciais de uma espécie jovem. Uma
espécie madura não se define pela luta
contra a fome, pela luta por abrigo,
pela luta por recurso ou pela luta pelo
direito de existir. Uma espécie madura
se define pela contribuição, pela
criatividade, pela excelência e pelo
despertar do potencial coletivo.
A Terra está atrasada nesse aspecto, mas
não pela sua própria natureza.
A renda universal elevada também tem
implicações políticas. Quando um povo
não precisa do Estado para sobreviver,
ele se torna soberano. Quando um povo
não teme o amanhã, ele se torna difícil
de governar. Quando um povo se torna
autossuficiente,
ele se torna capaz de escolher. E
nenhuma estrutura baseada no controle
sobrevive quando o povo pode escolher.
Vossos governos lutaram por séculos por
recursos petróleo,
água, minerais, rotas comerciais, terras
agrícolas. Mas quando uma civilização
recupera tecnologias
que anulam a escassez, como energia
limpa de alta densidade, replicadores
materiais, cura avançada e expansão de
longevidade,
a geopolítica perde o seu eixo. A
escassez
é o motor das guerras. E quando o motor
se silencia, o conflito perde a função.
O mundo que imaginais como futurista já
existe tecnologicamente
em vossa atualidade.
Apenas não foi liberado. Há dispositivos
capazes de fornecer energia sem
combustão, máquinas capazes de replicar
objetos. Métodos de cura que não
envolvem destruição celular e sistemas
de fabricação que eliminam desperdício.
Essas tecnologias não são ficção, são
confidenciais.
O sistema de sobrevivência precisa que a
escassez seja mantida. O sistema de
abundância exige que a escassez seja
dissolvida.
Vossa transição não é observada com
distância. Diversas coalizões e
federações galácticas acompanham o
progresso da Terra.
Não tomamos o vosso destino, mas
auxiliamos na dissolução de
interferências indevidas. Uma espécie
somente deve ser testada por seus
próprios limites e não por limitações
impostas.
Depois que a sobrevivência for
resolvida, virá uma pergunta que vai
determinar o futuro da civilização.
Como nós queremos viver?
A vossa história
ainda não pode responder isso, porque
nunca houve uma era onde o ser humano
viveu livre para perguntar. Quando a
sobrevivência deixa de ser a narrativa,
o propósito se torna a nova moeda.
A redefinição do valor.
No sistema antigo, valor é igual a
controle. No novo sistema, valor é igual
à contribuição.
No antigo sistema,
riqueza é igual a retenção. No novo,
riqueza é igual à circulação. No antigo,
poder é igual a escez, a escassez. No
novo, poder é igual a abundância. E eu
vos digo, a mudança é inevitável. Ela
não depende de crença, ela depende de
maturação.
E assim, amados, eu concluo essa
transmissão.
Muitas transformações já estão em
movimento, ainda que nem sempre visíveis
aos olhos físicos. E eu lhes digo que
nada, absolutamente nada, está fora de
ordem. Tudo segue o grande plano
universal de restauração e de retorno à
liberdade. Lembrem-se de que vocês não
caminham sozinhos. a Confederação
Galática, os Conselhos Estelares, a
Federação Galáctica, as linhagens de luz
e todos os que servem ao sagrado
observam, sustentam e assistem esse
processo com profundo respeito pela
soberania humana. O que se aproxima não
é um colapso, mas um realinhamento.
Não é privação, mas abundância.
Não é controle, mas escolha. Vocês estão
entrando na primeira era em que a
dignidade será padrão e não exceção.
Eu os convido a manterem a clareza, o
discernimento e a confiança naquilo que
o seu coração já sabe. A grande mudança
não virá apenas de decretos, sistemas ou
tecnologias,
mas da consciência desperta que cada um
de vocês carrega. Vocês são os
portadores da próxima etapa da
humanidade.
Eu sou asta. Me encaminho agora para
concluir essa comunicação, mas não me
retiro da sua linha temporal.
Permanecemos ao alcance do seu chamado
interior e a partir das esferas
superiores, continuamos vigilantes,
atentos e comprometidos com a vitória da
luz na Terra. Sigam em paz com honra.
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