quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

ASTHAR - MEDBEDS

 





Transcrição



Existe uma pergunta que poucos fazem em

voz alta, mas que quase todo mundo já

sentiu surgir em algum lugar silencioso

dentro de si. Por que certas coisas

chegam para algumas pessoas e não chegam

para outras?

Por que determinadas oportunidades

parecem encontrar certas almas com uma

precisão cirúrgica? Enquanto outras

passam anos esperando por uma mudança

que parece nunca se materializar.

Não estou falando de sorte, não estou

falando de mérito humano, de esforço ou

de quem rezou mais ou menos.

Estou falando de algo que Ashtar Sheran

descreveu durante uma transmissão que

recebi nas últimas horas com uma clareza

que ainda ressoa no meu campo energético

enquanto gravo estas palavras para você.

Ele disse: "O universo não retém nada de

ninguém. O universo simplesmente

responde ao que encontra.

Deixe isso pousar em você por um

momento. O universo não retém." Ele

responde: "E essa distinção muda

absolutamente tudo sobre como você vai

entender o que vou compartilhar agora.

Nas últimas semanas, algo tem

movimentado os bastidores da Federação

Galática, de uma forma que poucos canais

de comunicação espiritual ainda captaram

com precisão. Asar Xeran convocou uma

sessão específica do Conselho de

Planejamento Interdimensional e o tema

central dessa sessão era o Brasil. Não

de forma abstrata, não como mais um país

numa lista de territórios em transição.

O Brasil foi o único ponto de pauta.

E dentro dessa sessão, algo foi

decidido, ou melhor, algo foi

confirmado, porque na verdade essa

decisão vem sendo construída há muito

mais tempo do que nossa percepção linear

consegue alcançar. As tecnologias de

restauração energética que a Federação

Galática chama de câmaras de

reequilíbrio vibracional e que muitos de

vocês já ouviram ser mencionadas pelo

nome de Mad Beds, estão em protocolo de

aproximação para o território

brasileiro.

Mas o que Ashtar Sheran fez questão

deixar absolutamente claro e por isso

sinto a responsabilidade de transmitir

com o mesmo cuidado com que recebi. É

que a chegada dessas tecnologias não

obedece a uma agenda política, não

depende de aprovação de nenhuma

instituição humana e não será anunciada

por nenhum veículo de comunicação

convencional. Ela obedece a uma única

variável, uma variável que está

inteiramente nas mãos de quem está

assistindo a este vídeo agora,

o campo vibracional coletivo do povo

brasileiro. Faça parte do canal

Mensagens Galáticas. Se esta transmissão

tocou algo dentro de você, compartilhe

com alguém que precisa ouvir isso.

Comente abaixo seu nome, sua cidade e um

pedido de oração. Nossa família

espiritual vai sustentar essa intenção

junto com você. E se ainda não está

inscrito, faça isso agora, porque o que

está chegando pelos próximos vídeos é

parte de uma sequência de transmissões

que a federação autorizou liberar em

etapas.

Preciso explicar o que significa campo

vibracional coletivo de uma forma que

faça sentido fora do vocabulário

espiritual, porque Ashtar Sheran foi

muito específico sobre isso. Ele não

quer que essa informação fique restrita

a quem já domina a linguagem mística.

Ele quer que chegue ao motorista de

aplicativo, a mãe que está criando filho

sozinha, ao jovem que perdeu o emprego e

ainda assim acorda todo dia tentando,

porque são exatamente essas pessoas que

estão sem saber, contribuindo com o

campo. Pense assim: quando você joga uma

pedra num lago, os círculos que se

formam na água não perguntam a origem da

pedra. Eles simplesmente se expandem a

partir do ponto de impacto. Cada

pensamento que você tem, cada emoção que

você processa com honestidade, cada vez

que você escolhe não alimentar o

ressentimento, mesmo tendo todo o

direito de fazê-lo. Cada um desses

momentos é uma pedra no lago.

E o lago é o campo energético que

envolve e conecta todos os seres que

habitam este território.

Tar mostrou durante a transmissão algo

que eu precisei pausar para absorver

antes de conseguir continuar recebendo.

Ele mostrou o campo energético do Brasil

como se fosse visto de fora da

atmosfera. E o que apareceu não foi uma

imagem uniforme,

era um mosaico vivo de frequências,

algumas densas e escuras, acumuladas por

gerações de dor coletiva não processada,

de injustiça, de medo

institucionalizado.

Mas entre essas camadas densas havia

focos de luz que pulsavam com uma

intensidade desproporcional ao tamanho

de quem os gerava. Pessoas comuns,

famílias simples, comunidades que nunca

teriam manchete em nenhum jornal, mas

que mantinham acesas chamas de cuidado,

de fé genuína, de amor que não pede

explicação.

E ele disse: "É sobre esses focos que os

protocolos de implementação estão sendo

calculados. Não é a média do campo que

determina o timing. São os picos. São as

antenas humanas que já operam em

frequências compatíveis com o que está

chegando, que funcionam como pontos de

ancoragem para que a tecnologia possa

ser introduzida de forma estável. Porque

esse é o ponto que a maioria das pessoas

não compreende sobre as câmaras de

reequilíbrio vibracional.

Elas não são objetos passivos esperando

ser ligados numa tomada. Elas são

tecnologias responsivas. Elas interagem

com o campo energético do ambiente e das

pessoas ao redor. E um campo instável,

fragmentado, dominado por frequências de

medo ou desconfiança, não apenas reduz a

eficiência dessas câmaras. Ele

literalmente impede que os protocolos de

ativação se completem. É a mesma razão

pela qual você não consegue sintonizar

uma estação de rádio se o sinal está

cheio de interferência.

A estação existe, está transmitindo, mas

enquanto houver ruído suficiente no

receptor, você vai ouvir estática.

Ataran revelou que os primeiros

experimentos de implementação no Brasil

não vão acontecer em grandes centros

urbanos, não vão começar em São Paulo ou

no Rio de Janeiro. Não por descaso com

essas cidades, mas porque a densidade de

ruído vibracional nessas regiões exige

um preparo mais longo.

Os pontos de implementação inicial foram

identificados pela federação a partir de

uma análise do campo que levou em conta

não a localização geográfica, mas a

concentração de coerência energética.

Regiões onde as pessoas, mesmo sem

vocabulário espiritual nenhum, praticam

cotidianamente aquilo que os mestres

chamam de frequências superiores.

Solidariedade, presença, gratidão

funcional, aquela que não precisa de

circunstâncias perfeitas para existir.

Esses experimentos não serão amplamente

divulgados no início. Ashtar foi claro

sobre isso. A razão não é segredo por

vaidade ou por controle de informação. A

razão é técnica. A observação científica

galática demonstrou repetidamente que

quando um experimento de implementação

vaza para o campo midiático antes de

estar estabilizado, a onda de ceticismo

coletivo que se forma cria exatamente o

tipo de interferência vibracional que

pode comprometer os protocolos.

Então, os primeiros ciclos acontecerão

de forma silenciosa,

sustentados pela frequência daqueles que

já estão prontos, e os resultados vão se

expandir organicamente a partir daí.

Você pode estar se perguntando: "Mas o

que eu tenho a ver com isso

praticamente? O que alguém que está

assistindo a um vídeo no celular, talvez

no ônibus, talvez na hora do almoço,

pode fazer para influenciar algo dessa

magnitude?

E essa é exatamente a pergunta que Astar

Sheran disse, que ele esperava que as

pessoas fizessem, porque a resposta

desfaz um dos maiores equívocos da

espiritualidade moderna. Você não

precisa fazer nada grandioso.

Você precisa fazer o cotidiano com uma

qualidade diferente de atenção. Deixa eu

explicar o que isso significa na prática

com a precisão com que foi transmitido.

A Federação Galáctica identificou seis

padrões comportamentais que, quando

praticados por uma massa suficiente de

pessoas num mesmo território, elevam o

campo coletivo de forma mensurável.

Não são práticas esotéricas complexas,

não exigem conhecimento espiritual

prévio.

Exigem apenas uma coisa que todo ser

humano tem acesso, independentemente de

qualquer circunstância.

A escolha consciente sobre como

responder ao que a vida apresenta. O

primeiro padrão é o que Ashtar chamou de

presença funcional. É a diferença entre

atravessar um dia no piloto automático e

atravessá-lo com algum grau de atenção

ao que está acontecendo dentro e ao

redor de você. Não meditação formal, não

ritual.

Apenas o hábito de algumas vezes por dia

pausar por 30 segundos e perguntar: "O

que eu estou sentindo agora? O que está

acontecendo no meu corpo?"

Esse simples gesto de autoinvestigação

desativa padrões de reatividade

inconsciente que geram as frequências

mais densas no campo coletivo. O segundo

padrão é a transmissão intencional. Toda

vez que você interage com outra pessoa,

você está transmitindo frequência, não

de forma mística, mas de forma

neurobiológica comprovável.

Os neurônios espelho captam e replicam o

estado interno de quem está na sua

frente. Quando você chega numa conversa

ancorado, mesmo que o assunto seja

difícil, mesmo que a outra pessoa esteja

em colapso emocional, você está

contribuindo com estabilidade para o

campo. Astar disse que os transmissores

mais poderosos não são os que falam

mais, são os que chegam mais inteiros.

O terceiro padrão diz respeito à forma

como você processa decepção.

Esse foi o ponto que mais me tocou

durante a transmissão. A Star revelou

que a decepção mal processada é uma das

principais fontes de frequência densa no

campo brasileiro. Não porque os

brasileiros sejam mais frágeis, mas

porque são mais intensamente

relacionais. A capacidade de amar

profundamente, que é uma das maiores

forças espirituais deste povo, vira

fonte de densidade quando o amor não é

correspondido da forma esperada.

O convite não é para amar menos,

é para desenvolver o que ele chamou de

amor com raízes, aquele que não precisa

de reciprocidade para continuar de pé.

Inscreva-se no canal Mensagens Galáticas

se você ainda não fez isso.

Cada alma que se conecta a esta

frequência amplifica o campo que estamos

construindo juntos. Comente seu nome,

sua cidade e um pedido de oração. Lerei

cada um e levarei para a meditação desta

semana. O quarto padrão é sobre

narrativa pessoal.

A história que você conta sobre a sua

própria vida tem peso vibracional.

Não estou dizendo para fingir que as

coisas difíceis não aconteceram.

Achitar foi enfático sobre isso.

Espiritualidade que exige que você negue

sua dor não é espiritualidade, é

dissociação.

O que ele está descrevendo é diferente.

É a capacidade de narrar o que aconteceu

sem se identificar permanentemente como

vítima do que aconteceu.

Tem uma diferença enorme entre dizer:

"Psei por algo muito difícil que me

moldou" e dizer: "Sou alguém que as

coisas ruins sempre acontecem". A

primeira é memória integrada, a segunda

é identidade construída sobre frequência

de contração e essa frequência se

propaga. O quinto padrão é a

generosidade não contábil. Ashtar

descreveu isso com uma imagem linda.

Ele disse que do ponto de vista do campo

energético, um ato de generosidade que

não espera retorno, cria um tipo

específico de onda no campo coletivo,

diferente de qualquer outra. É como se o

universo reconhecesse naquele gesto uma

assinatura de abundância, a frequência

de quem age a partir da convicção de que

há o suficiente, não a partir do medo de

que vai faltar. E essa assinatura se

acumula. Cada gesto sem cálculo adiciona

uma camada ao campo.

O sexto padrão, e esse me surpreendeu na

sua simplicidade, é o cuidado com o

próprio corpo. Não no sentido estético,

não no sentido de performance de saúde,

no sentido de reconhecer que o corpo

físico é o instrumento através do qual a

sua frequência se ancora na realidade

tridimensional.

Dormir quando precisa dormir, comer com

alguma atenção ao que está colocando no

organismo, passar algum tempo em contato

com a natureza.

Esses gestos básicos de autorespeito

físico têm impacto direto na qualidade

da frequência que você emite para o

campo coletivo.

Asar encerrou essa parte da transmissão

com algo que quero citar com cuidado,

porque as palavras importam. Ele disse

que a humanidade foi condicionada a

acreditar que transformação espiritual

exige ruptura, exige abandono do mundo

material, exige que você se torne outra

pessoa e que essa crença é em si mesma

um mecanismo de adiamento.

Enquanto você acredita que precisa se

tornar alguém diferente antes de poder

contribuir, você adia infinitamente sua

contribuição.

A verdade é que você contribui com o

campo exatamente como você é agora, a

partir das escolhas que faz com o

material humano que já tem. Agora

preciso falar sobre algo que Ashtar

trouxe com muita precisão e que, se eu

não transmitir corretamente, pode ser

mal interpretado de uma forma que faria

um desserviço a quem está ouvindo.

Ele foi questionado pelo conselho sobre

o critério vibracional para a

implementação das câmaras e alguém no

conselho. Não vou especificar a origem

dimensional desse ser, mas era uma

presença que eu reconheci como muito

antiga. Perguntou se isso não criava uma

hierarquia espiritual, se os que têm

frequência mais elevada não estariam

sendo privilegiados em detrimento dos

que ainda carregam mais densidade.

A resposta de Asitar foi uma das coisas

mais belas que já recebi em anos de

trabalho com essas transmissões. Ele

disse que a frequência não é um troféu,

é um idioma. e que as câmaras de

reequilíbrio não foram projetadas para

servir aos que já estão bem, foram

projetadas para servir aos que precisam

de restauração. A razão pela qual o

campo coletivo precisa atingir certa

coerência antes da implementação não é

para que apenas os evoluídos tenham

acesso.

É para que quando as câmaras chegarem, o

campo ao redor delas seja estável o

suficiente para que elas possam

funcionar em favor de todos, incluindo e

especialmente os que carregam mais dor.

Pense num hospital. Ele não é construído

num terreno inundado, porque o terreno

inundado é onde as pessoas mais precisam

de cuidado.

Ele é construído onde as condições

permitem que funcione para que depois

possa alcançar quem precisa. A lógica é

a mesma.

Elevar o campo coletivo não é um

exercício de elitismo espiritual. É

preparar o solo para que a semente que

está chegando possa nutrir o maior

número possível de pessoas.

Ashtar disse ainda algo sobre o timing

dos experimentos iniciais, que precisa

ser compartilhado com a mesma

honestidade com que foi transmitido. Ele

não deu datas deliberadamente,

não porque não existam janelas temporais

sendo calculadas, existem. E a federação

opera com uma precisão temporal que

nossa linearidade humana teria

dificuldade de processar.

Mas porque anunciar datas cria o tipo de

expectativa coletiva que quando não se

materializa exatamente como esperado,

gera ondas de decepção e ceticismo que

impactam negativamente o campo. O que

ele disse foi que os experimentos

iniciais estão dentro de uma janela que

já se abriu, que não estamos falando de

décadas

e que os primeiros sinais de que algo

está acontecendo não virão por anúncios,

mas por experiências pessoais de pessoas

que estão nos pontos de ancoragem,

experiências que elas vão sentir sem

necessariamente ter vocabulário para

descrever.

Muitos de vocês já estão nesses pontos

de ancoragem sem saber. Algumas

características foram descritas durante

a transmissão.

Pessoas que nos últimos meses sentiram

uma espécie de reorganização interna,

como se prioridades que pareciam fixas

estivessem se deslocando. Pessoas que

desenvolveram uma sensibilidade

aumentada para ambientes e para o estado

emocional dos outros ao redor.

Pessoas que têm sentido uma espécie de

inquietação que não é ansiedade. É mais

como uma antecipação sem objeto

definido, como se algo estivesse

chegando, mas você não soubesse

exatamente o quê.

Pessoas que têm dormido de forma

diferente, com sonhos mais vívidos, mais

carregados de informação simbólica.

Esses são sinais de calibração.

O campo energético individual se

ajustando para uma nova frequência de

operação.

E esse processo, embora às vezes seja

desconfortável, é exatamente o que

precisa acontecer para que o solo esteja

pronto. Compartilhe este vídeo com

alguém que você sente que está passando

por essa calibração e não tem contexto

para entender o que está vivendo.

Às vezes a informação certa chega na

hora certa através de nós, não para nós.

ente seu nome, sua cidade e um pedido de

oração. Porque nossa família aqui no

canal Mensagens Galáticas é real, é

presente e sustenta em conjunto as

intenções que são depositadas aqui com

sinceridade.

Quero terminar com algo que Ashit

Tareran disse quase ao final da

transmissão e que ficou ecoando em mim

de uma forma que só consigo descrever

como reconhecimento.

Ele estava falando sobre a natureza do

preparo coletivo, sobre como uma nação

inteira pode se mover em direção a uma

frequência, sem que a maioria das

pessoas saiba conscientemente que isso

está acontecendo. E ele usou uma imagem

do mundo natural. Ele falou sobre

pássaros em migração, milhares deles

viajando em formação, capazes de mudar

de direção em frações de segundo com uma

sincronia que parece impossível para

organismos sem comunicação verbal.

A ciência chama isso de comportamento

emergente. Ashtar chamou de inteligência

de campo. Cada pássaro não está seguindo

uma instrução central. Cada pássaro está

respondendo ao campo criado por todos os

outros ao redor. E a beleza disso é que

nenhum pássaro individual precisa

entender a rota completa para que o

bando chegue ao destino. Você é um

pássaro nessa formação. Você não precisa

entender todos os protocolos da

Federação Galática.

Não precisa ter certeza sobre o que está

chegando ou quando. Não precisa ser

espiritual de forma performática para

nenhuma audiência. Você precisa apenas

continuar sendo, com a maior

autenticidade que conseguir acessar

aquilo que você já é no seu núcleo mais

honesto. Continuar fazendo escolhas que

expandem ao invés de contrair. Continuar

tratando o seu campo energético como o

que ele é. a sua contribuição viva e

constante para o campo coletivo que vai

receber o que está chegando.

A Federação Galáctica não está esperando

que o Brasil se torne perfeito, está

esperando que o Brasil se torneer o

suficiente. E coerência não é ausência

de contradição,

é a capacidade de, mesmo no meio das

contradições, manter uma direção, uma

intenção,

uma abertura.

Ashtar Sharon encerrou a transmissão com

algo que não era uma instrução nem uma

profecia, era quase uma observação

carinhosa.

Ele disse que de todas as populações que

a federação acompanha neste planeta, a

brasileira é a que mais frequentemente o

surpreende.

Não pela ausência de dificuldades, são

muitas e não há como negar, mas pela

capacidade de encontrar alegria dentro

das dificuldades, sem precisar negar que

elas existem. Essa habilidade

específica, ele disse, é uma das mais

raras e das mais importantes para o tipo

de campo que as câmaras precisam

encontrar quando chegarem. Você carrega

isso

mesmo nos dias em que não consegue

sentir, mesmo nas semanas em que parece

que nada está funcionando. O campo que

você construiu ao longo de uma vida

inteira de escolhas, de sobrevivências,

de amores e de recomeços, esse campo é

real, é mensurável e está sendo visto.

Deixe seu gostei neste vídeo se algo

aqui fez sentido para você. Compartilhe

com quem você ama e com quem você sente

que está pronto para ouvir.

Inscreva-se no canal Mensagens Galáticas

para receber as próximas transmissões

desta sequência, porque o que foi

autorizado liberar está chegando em

camadas e cada vídeo será uma camada

mais profunda do que foi revelado. E no

comentário, deixe seu nome, sua cidade e

um pedido de oração. Lerei cada um.

Levarei cada um para a meditação, porque

esta família que estamos construindo

aqui não é virtual,

é um campo real de intenção e de

cuidado. E cada nome que você deposita

aqui se torna parte do tecido de

frequência que estamos tecendo juntos. O

que está chegando está chegando para

você também.

Prepare o solo.


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