quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

FENOMENOS SOLARES

 






Transcrição



Bem-vindo, viajante do conhecimento

interior.

No Plutarco, cada reflexão é um convite

à lucidez e ao despertar consciente.

Hoje seguiremos juntos por mais um

trecho da jornada, explorando verdades

que atuam de forma silenciosa, porém

transformadora.

Desde 1eo de fevereiro de 2026, foram

observadas diversas erupções solares de

classe M, juntamente com outras

ocorrências semelhantes registradas na

manhã desta quarta-feira, dia 4, no

horário do leste do ZUA.

Esse cenário vem sendo interpretado por

especialistas como parte de um ciclo

solar mais ativo, algo já mencionado em

análises anteriores no início de

fevereiro, que indicavam um aumento

gradual das erupções e das liberações de

plasma associadas.

Algumas interferências tecnológicas

pontuais foram relatadas em diferentes

regiões do mundo. Diante da sucessão de

eventos solares intensos em um curto

período, pesquisadores consideram que

fenômenos solares de maior impacto podem

ocorrer, embora não seja possível

determinar quando ou em que intensidade.

O consenso é que o comportamento atual

do Sol reflete uma fase incomum de

atividade.

Além das orientações já compartilhadas

em textos anteriores sobre práticas para

acalmar o sistema nervoso e lidar com

possíveis desconfortos físicos,

emocionais e mentais, resta

principalmente acompanhar e compreender

os processos naturais que se originam no

sol e no espaço profundo.

Muitos veem esse período como um momento

de ajustes naturais, tanto no planeta

quanto nos seres vivos. Após longos

ciclos de desequilíbrios ambientais e

humanos, ainda estamos sob a influência

da Lua Cheia e nos aproximamos do

período de Mercúrio retrógrado, que se

inicia em 7 de fevereiro, com seu

movimento mais intenso entre 26 de

fevereiro e 20 de março. Além disso,

Mercúrio, Vênus, Marte e Plutão

encontram-se no mesmo signo, Aquário

Tropical e tradicionalmente associado a

mudanças, inovação e revisão de

estruturas, sendo regido na astrologia

moderna por Urano. Historicamente,

Aquário também é associado a Saturno,

símbolo de disciplina, responsabilidade,

revisão de limites e transformação de

estruturas sociais, educacionais e

institucionais.

Quando três ou mais planetas ocupam o

mesmo signo, esse alinhamento é chamado

de Stélium. Marte ingressa em Peixes

Tropical em 7 de fevereiro, o que pode

favorecer para alguns uma percepção

espiritual mais sensível e ações

alinhadas a valores internos, enquanto

outros podem vivenciar confusão

emocional ou idealizações excessivas.

Diante de tantos movimentos celestes e

seus possíveis reflexos simbólicos na

Terra, recomenda-se agir com serenidade,

manter rotinas simples e evitar

sobrecargas desnecessárias.

Fevereiro ainda traz um eclipse solar,

uma lua nova e o período de mercúrio

retrógrado, tradicionalmente associado à

revisão, pausa e reorganização.

O autocuidado torna-se essencial.

Reavaliar hábitos, descansar e manter

equilíbrio emocional são atitudes

recomendadas neste período. Grande parte

da humanidade segue envolvida em

disputas políticas intensas, gerando

tensões sociais e impactos em áreas

fundamentais da convivência humana.

Conflitos, intervenções ambientais e o

uso excessivo de substâncias químicas

continuam sendo debatidos com

consequências que vêm sendo mencionadas

há séculos em textos filosóficos e

espirituais.

Mantenha-se atento ao que acontece em

sua comunidade, em seu país e no mundo,

cultivando consciência, discernimento e

responsabilidade coletiva.

Por Dr. Chave M. Ali e Galactic Press, o

Alto Conselho de Andrômeda, Soberania

Temporal e a Arte da Ascensão.

Amados, saudamos vocês a partir de

campos simbólicos de consciência, onde

as linhas do tempo são compreendidas

como fluxos de experiência e percepção.

As linhas temporais se transformam por

meio da percepção.

Quando você se identifica apenas com

formas, papéis e identidades separadas,

entra em um campo de influências

constantes.

Quando se percebe como parte de um todo

maior conectado à fonte da vida, sua

experiência tende a se alinhar com

estados de maior coerência, harmonia e

clareza. A consciência molda a

experiência.

Aquilo que se aceita como verdade

influencia diretamente a forma como a

realidade é vivenciada.

Ao cultivar pensamentos de unidade,

compaixão e presença, cria-se um

ambiente interno mais organizado, que se

reflete externamente.

Campos de amor e compaixão.

Amor e compaixão funcionam como campos

organizadores da experiência humana. Ao

se relacionar a partir dessas

qualidades, a consciência se expande, a

sensibilidade se equilibra e a presença

se fortalece.

Esse é o caminho do ser empático, do

indivíduo sensível e consciente,

aprendendo soberania por meio da

integração.

À medida que a identidade se transforma,

a experiência também se ajusta. Ao

reduzir o apego excessivo a padrões

mentais e emocionais, a percepção se

torna mais clara, a intuição mais

confiável e o equilíbrio interno mais

estável.

A paciência como parte do aprendizado.

A paciência faz parte do amadurecimento.

O crescimento ocorre por meio da

vivência, da observação e do refinamento

contínuo. Cada relação se torna um

espelho, cada experiência um

aprendizado, cada momento uma

oportunidade de alinhamento interno.

Este é um caminho de consciência,

integração e unidade. por Octavia

Vasile. Sementes das estrelas. Existe

uma diferença profunda entre sobreviver

e viver. Sobreviver é atravessar os dias

tentando se adaptar às expectativas

externas.

Viver é escolher a própria verdade,

mesmo diante do medo. Eu me adapto, mas

não me perco. Nunca me perdi. Fui

julgada, mal compreendida e rotulada por

escolhas que nasceram do respeito por

mim mesma. Disseram que era egoísmo

partir, sem ver o que acontece quando

alguém se afasta de si.

Partir não foi abandono, foi recomeço.

Muitas vezes confundem coragem com

rebeldia, autonomia com frieza,

liberdade com egoísmo. Mas quem já

sentiu a própria essência se apagar

sabe. Há momentos em que ficar machuca

mais do que ir. E então você vai, não

porque é forte o tempo todo, mas porque

escolheu continuar inteira. Romper

padrões não é confronto, é consciência.

Alguém precisa ser o primeiro a dizer:

"Isso termina aqui". Eu fui a primeira a

sair, a primeira a escolher a própria

vida. E isso não me tornou uma ameaça,

me tornou livre. Aprendi que quem

escolhe viver com verdade muitas vezes

se torna um espelho e espelhos incomodam

pelo que são, mas pelo que revelam. Hoje

entendo, não era sobre aceitação, era

sobre integridade.

Não sou rótulos, não sou narrativas

alheias. Sou quem caiu, levantou e

aprendeu que cada queda pode ser uma

passagem. Cada tentativa de me diminuir

me expandiu. Cada silêncio imposto me

ensinou a escutar mais fundo. Cada

empurrão para baixo despertou em mim o

movimento de subir e subi. Hoje não

busco provar quem sou.

Existe uma tranquilidade nova ou talvez

antiga que finalmente encontrou o

espaço. Ser feliz não é ausência de dor.

É não permitir que a dor defina seu

caminho. Se essa história tocar você,

lembre-se, você não nasceu para ser

pequeno. Não nasceu para viver preso às

expectativas dos outros. Não nasceu

apenas para sobreviver. Você nasceu para

viver com consciência, dignidade e

verdade. Ninguém pode caminhar por você.

A coragem de escolher sua vida é

intransferível. No fim, não é sobre quem

compreendeu você, é sobre não ter se

deixado para trás. Eu me adapto, mas não

me perco. E você também não precisa se

perder. Por Fernanda Luzia.

Chegamos ao fim de mais uma travessia

reflexiva.

Leve consigo aquilo que ressoou e

permita que o restante siga seu próprio

tempo. Obrigado por sua escuta e

atenção. Nos reencontraremos em breve em

um novo ciclo de consciência.


Nenhum comentário:

Postar um comentário