Transcrição
Bem-vindo, viajante do conhecimento
interior.
No Plutarco, cada reflexão é um convite
à lucidez e ao despertar consciente.
Hoje seguiremos juntos por mais um
trecho da jornada, explorando verdades
que atuam de forma silenciosa, porém
transformadora.
Desde 1eo de fevereiro de 2026, foram
observadas diversas erupções solares de
classe M, juntamente com outras
ocorrências semelhantes registradas na
manhã desta quarta-feira, dia 4, no
horário do leste do ZUA.
Esse cenário vem sendo interpretado por
especialistas como parte de um ciclo
solar mais ativo, algo já mencionado em
análises anteriores no início de
fevereiro, que indicavam um aumento
gradual das erupções e das liberações de
plasma associadas.
Algumas interferências tecnológicas
pontuais foram relatadas em diferentes
regiões do mundo. Diante da sucessão de
eventos solares intensos em um curto
período, pesquisadores consideram que
fenômenos solares de maior impacto podem
ocorrer, embora não seja possível
determinar quando ou em que intensidade.
O consenso é que o comportamento atual
do Sol reflete uma fase incomum de
atividade.
Além das orientações já compartilhadas
em textos anteriores sobre práticas para
acalmar o sistema nervoso e lidar com
possíveis desconfortos físicos,
emocionais e mentais, resta
principalmente acompanhar e compreender
os processos naturais que se originam no
sol e no espaço profundo.
Muitos veem esse período como um momento
de ajustes naturais, tanto no planeta
quanto nos seres vivos. Após longos
ciclos de desequilíbrios ambientais e
humanos, ainda estamos sob a influência
da Lua Cheia e nos aproximamos do
período de Mercúrio retrógrado, que se
inicia em 7 de fevereiro, com seu
movimento mais intenso entre 26 de
fevereiro e 20 de março. Além disso,
Mercúrio, Vênus, Marte e Plutão
encontram-se no mesmo signo, Aquário
Tropical e tradicionalmente associado a
mudanças, inovação e revisão de
estruturas, sendo regido na astrologia
moderna por Urano. Historicamente,
Aquário também é associado a Saturno,
símbolo de disciplina, responsabilidade,
revisão de limites e transformação de
estruturas sociais, educacionais e
institucionais.
Quando três ou mais planetas ocupam o
mesmo signo, esse alinhamento é chamado
de Stélium. Marte ingressa em Peixes
Tropical em 7 de fevereiro, o que pode
favorecer para alguns uma percepção
espiritual mais sensível e ações
alinhadas a valores internos, enquanto
outros podem vivenciar confusão
emocional ou idealizações excessivas.
Diante de tantos movimentos celestes e
seus possíveis reflexos simbólicos na
Terra, recomenda-se agir com serenidade,
manter rotinas simples e evitar
sobrecargas desnecessárias.
Fevereiro ainda traz um eclipse solar,
uma lua nova e o período de mercúrio
retrógrado, tradicionalmente associado à
revisão, pausa e reorganização.
O autocuidado torna-se essencial.
Reavaliar hábitos, descansar e manter
equilíbrio emocional são atitudes
recomendadas neste período. Grande parte
da humanidade segue envolvida em
disputas políticas intensas, gerando
tensões sociais e impactos em áreas
fundamentais da convivência humana.
Conflitos, intervenções ambientais e o
uso excessivo de substâncias químicas
continuam sendo debatidos com
consequências que vêm sendo mencionadas
há séculos em textos filosóficos e
espirituais.
Mantenha-se atento ao que acontece em
sua comunidade, em seu país e no mundo,
cultivando consciência, discernimento e
responsabilidade coletiva.
Por Dr. Chave M. Ali e Galactic Press, o
Alto Conselho de Andrômeda, Soberania
Temporal e a Arte da Ascensão.
Amados, saudamos vocês a partir de
campos simbólicos de consciência, onde
as linhas do tempo são compreendidas
como fluxos de experiência e percepção.
As linhas temporais se transformam por
meio da percepção.
Quando você se identifica apenas com
formas, papéis e identidades separadas,
entra em um campo de influências
constantes.
Quando se percebe como parte de um todo
maior conectado à fonte da vida, sua
experiência tende a se alinhar com
estados de maior coerência, harmonia e
clareza. A consciência molda a
experiência.
Aquilo que se aceita como verdade
influencia diretamente a forma como a
realidade é vivenciada.
Ao cultivar pensamentos de unidade,
compaixão e presença, cria-se um
ambiente interno mais organizado, que se
reflete externamente.
Campos de amor e compaixão.
Amor e compaixão funcionam como campos
organizadores da experiência humana. Ao
se relacionar a partir dessas
qualidades, a consciência se expande, a
sensibilidade se equilibra e a presença
se fortalece.
Esse é o caminho do ser empático, do
indivíduo sensível e consciente,
aprendendo soberania por meio da
integração.
À medida que a identidade se transforma,
a experiência também se ajusta. Ao
reduzir o apego excessivo a padrões
mentais e emocionais, a percepção se
torna mais clara, a intuição mais
confiável e o equilíbrio interno mais
estável.
A paciência como parte do aprendizado.
A paciência faz parte do amadurecimento.
O crescimento ocorre por meio da
vivência, da observação e do refinamento
contínuo. Cada relação se torna um
espelho, cada experiência um
aprendizado, cada momento uma
oportunidade de alinhamento interno.
Este é um caminho de consciência,
integração e unidade. por Octavia
Vasile. Sementes das estrelas. Existe
uma diferença profunda entre sobreviver
e viver. Sobreviver é atravessar os dias
tentando se adaptar às expectativas
externas.
Viver é escolher a própria verdade,
mesmo diante do medo. Eu me adapto, mas
não me perco. Nunca me perdi. Fui
julgada, mal compreendida e rotulada por
escolhas que nasceram do respeito por
mim mesma. Disseram que era egoísmo
partir, sem ver o que acontece quando
alguém se afasta de si.
Partir não foi abandono, foi recomeço.
Muitas vezes confundem coragem com
rebeldia, autonomia com frieza,
liberdade com egoísmo. Mas quem já
sentiu a própria essência se apagar
sabe. Há momentos em que ficar machuca
mais do que ir. E então você vai, não
porque é forte o tempo todo, mas porque
escolheu continuar inteira. Romper
padrões não é confronto, é consciência.
Alguém precisa ser o primeiro a dizer:
"Isso termina aqui". Eu fui a primeira a
sair, a primeira a escolher a própria
vida. E isso não me tornou uma ameaça,
me tornou livre. Aprendi que quem
escolhe viver com verdade muitas vezes
se torna um espelho e espelhos incomodam
pelo que são, mas pelo que revelam. Hoje
entendo, não era sobre aceitação, era
sobre integridade.
Não sou rótulos, não sou narrativas
alheias. Sou quem caiu, levantou e
aprendeu que cada queda pode ser uma
passagem. Cada tentativa de me diminuir
me expandiu. Cada silêncio imposto me
ensinou a escutar mais fundo. Cada
empurrão para baixo despertou em mim o
movimento de subir e subi. Hoje não
busco provar quem sou.
Existe uma tranquilidade nova ou talvez
antiga que finalmente encontrou o
espaço. Ser feliz não é ausência de dor.
É não permitir que a dor defina seu
caminho. Se essa história tocar você,
lembre-se, você não nasceu para ser
pequeno. Não nasceu para viver preso às
expectativas dos outros. Não nasceu
apenas para sobreviver. Você nasceu para
viver com consciência, dignidade e
verdade. Ninguém pode caminhar por você.
A coragem de escolher sua vida é
intransferível. No fim, não é sobre quem
compreendeu você, é sobre não ter se
deixado para trás. Eu me adapto, mas não
me perco. E você também não precisa se
perder. Por Fernanda Luzia.
Chegamos ao fim de mais uma travessia
reflexiva.
Leve consigo aquilo que ressoou e
permita que o restante siga seu próprio
tempo. Obrigado por sua escuta e
atenção. Nos reencontraremos em breve em
um novo ciclo de consciência.
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