Amei o vídeo da tortura.
Você quer que eu tente fazer sexo com
ela ou só a torture? Eu te dou permissão
para matá-lo.
Entre os mais de 3 milhões [música] de
documentos do caso Epstein, liberados
pelo Departamento de Justiça dos Estados
Unidos, esses [música] são só alguns dos
e-mails que se destacam pelo caráter
perturbador.
Nos novos documentos, há ainda um e-mail
redigido pelo remetente identificado
como Brian Miller, que revela: "Nos anos
90, Disley Maxwell recrutou uma garota
sobre a promessa de uma carreira de
modelo. [música] Em vez de modelar, ela
foi vendida como escrava para sexo e
tortura. O príncipe Andrew foi cúmplice
da morte dela, [música] já que ele a
torturou e também me torturou para
forçar o assassinato dela. Preciso
conseguir um passaporte para
identificá-la. Vou precisar que alguém
contate o escritório de passaportes
[música] para obter um passaporte com
urgência.
Cstam ainda fotografias que mostram
[música] o mencionado ex-príncipe Andrew
ajoelhado sobre uma mulher não
identificada em poses íntimas. Ainda não
se sabe quando, onde ou em que
circunstâncias essas fotos foram feitas,
mas o e-mail e as fotos dialogam com
denúncias feitas anteriormente por uma
das principais vítimas de Jeffrey
[música] Abstein. Virgínia Gffrey
relatou ter sido coagida ainda [música]
aos 17 anos a participar de encontros
com Andrew. Ela foi levada a Londres por
intermediáries [música] de Epstein para
manter relações sexuais com príncipe e
se sentiu pressionada e sem qualquer
possibilidade de recusa [música]
diante do poder real britânico e da
influência das pessoas envolvidas.
Após esse encontro [música] ainda
adolescente, Virgínia teria
confidenciado a pessoas próximas que
temia ser morta como Diana.
Em abril de 2025, ela foi encontrada
morta. As autoridades classificaram a
causa preliminarmente como suicídio.
Antes de morrer, porém, Virgínia disse:
"De nenhuma maneira ou forma, eu sou
suicida. E se alguma [música] coisa
acontecer comigo, não deixem passar". Os
arquivos também revelam uma linguagem em
que crianças e mulheres como Virgínia
são tratadas não como pessoas, mas como
ativos. Uma troca de e-mail com o
renomado biólogo Robert Trivers, que
mantém contato com Epstein, mesmo após a
condenação de 2008, discute intervenções
hormonais em bebês de 3 anos. O objetivo
era criar o que ele chamou de novel
phenotypes, novos tipos de humanos,
através de bloqueio de testosterona,
castração química e aumento de
estrogênio em homens ou doses altas de
testosterona em mulheres. No mesmo
e-mail, ele compara transições,
definindo-a de homem para mulher como
mais atraente, porque segundo ele, são o
melhor dos [música] dois mundos para
realizar fantasias específicas.
Ele descreve: "Existem centenas de
vídeos e sites de trans femininas. Eu
nunca vi um masculino." E ao final da
mensagem, o biólogo conclui: "A
propósito, agora estamos pressionando a
intervenção mais cedo. Então você nota
que seu filho de 3 anos tem tendências
trans. Então agora você intervém com
hormônios. Eu ficaria apavorado de fazer
isso, mas quem sabe
ou e-mail que revela uma conversa íntima
sobre manipulação hormonal em crianças
pequenas em um contexto de exploração
sexual explícita. Mas por que um
cientista de renome estaria envolvido em
trocas com o criminoso sexual já
condenado? E o que outras mensagens
ainda não divulgadas podem revelar sobre
essa rede? Além dos e-mails, há imagens
perturbadoras e documentos que revelam
mais do que qualquer um poderia
imaginar.
Seitas de canibais, permissões para
matar, rituais satânicos, torturas,
sacrifícios e exploração sexual de
menores. Imagens perturbadoras mostram
meninas amordaçadas,
feridas e amarradas. Relatos antes tidos
como insanos ganharam credibilidade,
incluindo o da modelo mexicana que fugiu
de uma festa gritando: "Eles comiam
pessoas,
humanos
as
humanos
nada que
humanos
Humanos
na carne humana.
Rituais satânicos são relatados em um
e-mail que diz: "Gostaria de acrescentar
alguns outros pontos divulgados pela
suposta vítima".
Enquanto estava neste ate, ela
presenciou homens afro-americanos tendo
relações sexuais com mulheres brancas
loiras, todas sangrando durante o ato.
Ele foi vítima de um tipo de sacrifício
ritualístico,
no qual seus pés foram cortados com uma
cimitarra, mas sem deixar cicatrizes.
Soyat. Ele também presenciou bebês sendo
desmembrados, com seus intestinos
[música]
retirados e indivíduos comendo os
dejetos desses intestinos. Ele também
foi estuprado por George Bush I.
Os arquivos detalham ainda uso de drogas
para controle e manipulação de vítimas,
transporte [música] de menores em jatos
privados, encontros secretos em ilhas
isoladas, subornos de autoridades e a
proteção de [música] figuras poderosas
que garantiam impunidade absoluta. Entre
os itens pessoais de Epstein, os
documentos citam: "Coleções macabras,
animais empalhados, símbolos ocultos. e
uma conta bancária com o nome BE, em
referência a um deus infernal que exigia
sacrifícios de crianças. Há também
registros descrevendo encontros com
figuras públicas globais, modelos e
jovens, sendo coagidas a participar de
festas e rituais, além de ameaças e
tentativas de silenciar qualquer um que
tentasse expor a rede de poder, sexo e
violência.
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