Transcrição
Um agente de inteligência conversa comigo aqui agora e com vocês e ele
declara: "Querem Bolsonaro morto? Assista.
Nesse contexto, a vida de Jair está em perigo.
Porque quando ele escolheu o filho como sendo seu sucessor, ele na verdade
assinou a sua sentença de morte. Eu não sei se foi intencional, não importa.
Nesse momento não é só a canhota, mas todo o centrão, todo o sistema,
inclusive os carrapatos da falsa direita que viviam pendurados no seu pesco
pescoço. Todos entendem que Jair é melhor morto. Morto, ele se torna um
mártir, o que impulsiona a adesão popular ao filho. E uma vez eleito,
Flávio não terá influência do pai, que estaria pressionando ele a não se render
ao sistema. Isso é cruel, isso é péssimo. Jair não está preso por um estado
democrático de direito. Aqui eu quero que você preste bem
atenção nessa chamada que estou fazendo. O analista de inteligência afirma:
"Bolsonaro não está preso num estado democrático de direito. está aprisionado
pelos seus inimigos que o querem morto e querem que coloquem o filho dele na
presidência porque ele é mais maleável. Nessa conversa que você verá aqui
comigo, o risco que corre Flávio Bolsonaro de ser utilizado pelas mãos do sistema
de forma até inocente. É isso. Ele está capturado pelo inimigo. Nenhum
advogado vai conseguir salvá-lo de lá ou tirá-lo de lá. Só tem uma pessoa no
mundo que pode fazer isso, uma pessoa que é capaz de enfrentar e subjugar um
narcoestado terrorista. Acho que não preciso dizer quem é
não. Claramente você está falando de Donald Trump. Por favor, continue.
Jair está sendo morto aos poucos e ele precisa ser salvo. Ele merece ser salvo.
O meu foco nesse momento não tá em supostas eleições ilegítimas, porque
elas não resolvem a questão. Veja bem, mesmo que Jair seja colocado em
liberdade agora e na melhor das hipóteses ele consiga voltar a concorrer
ainda esse ano e que seja aprovada a contagem pública dos votos e que ele
seja eleito mesmo assim com tudo isso, não é a solução, porque ele não vai
conseguir governar. Nós sabemos disso. Nós voltamos à cereja
sem o bolo. No momento, não existe solução política.
O caminho é outro. Não se chega à democracia pela democracia,
porque teria que se supor que ela exista antes de existir. Isso já dizia Olavo.
Nós estamos numa democracia notoriamente não. Para chegar a uma
democracia é preciso a força. Inevitavelmente.
Nós não temos a condição de fazer isso sozinhos.
A ajuda externa é fundamental.
A ajuda externa é fundamental. Está acontecendo.
E se ela está acontecendo, qual é a participação dos brasileiros? O que é que o que é que
ele aguarda que nós possamos fazer na visão eh de um analista de inteligência?
E ela está acontecendo, mesmo que muitos não consigam ver,
principalmente na ação de Trump. Mas os americanos precisam ser demandados.
Eles agem por demandas. Trump age por demandas. Tem agido as demandas que
recebe. Mas a demanda tem que ser clara.
Você entende? Nesse primeiro momento, qual é que deve ser essa demanda?
Libertar nossos patriotas e libertar Bolsonaro. Antes que seja tarde demais.
Em nosso bate-papo, você comentou várias vezes que
ah o general Vilas Boas havia externado
que nenhum bate-papo. Ele se virou e disse: "O exército
brasileiro está confortavelmente neutralizado.
Por favor, eh, explique isso melhor. Você sabe que há muitos militares que
são patriotas e querem agir pela lei, né? Qual é realmente a razão de toda
essa bagunça que nós estamos vivendo hoje aqui em nosso país? Então, sim, eu
vejo muitos soldados angustiados, com sangue nos olhos, mas eles se sentem
impedidos de agir, como se estivessem amarrados e dependentes de uma ordem, de
um comando que permanece imóvel. Só que esse comando não é legítimo, ele é
inconstitucional, ele não existe. De fato, é ilusão, encenação. É falso. Os
soldados do Brasil neste momento estão sem comando e eu vou provar isso.
E essa é a razão de toda essa bagunça que nós estamos vivendo. Isso tudo foi
programado para acontecer dentro das Forças Armadas. justamente para
neutralizar quem tem como dever de ofício a defesa da pátria e a garantia
dos poderes constitucionais. Eu vou explicar. E aí cada soldado vai
saber realmente o que ele pode ou não, o que é o seu dever ou não de fazer. tá
com cumprindo a lei, óbvio, cumprindo o regimento e cumprindo o seu dever de
ofício. O que foi que Vilas Boas falou a
respeito disso? Você poderia, por favor, passar aqui para todos nós?
Como diz o nosso nobre e sempre general Vilas Boas, o exército
foi neutralizado confortavelmente. E ele disse mais, ele disse assim: "A
reserva tem que se manifestar". E quando ele disse manifestar, ele não
estava limitando essa palavra apenas ao seu sentido de falar, de uma simples
exposição de opiniões da reserva. Ele estava se referindo a um conceito mais
amplo, bíblico, de ação.
Veja bem, quando o inimigo quer neutralizar o teu exército, mas ele tem
um exército menor do que o teu, ele usa o quê? Ele usa a guerra cultural para
distorcer conceitos dentro do teu exército e confundir os teus soldados.
Ele cria uma janela de overton, ele inverte conceitos e isso paralisa
completamente o teu exército. Eu vou explicar e eu tenho visto várias
pessoas já entendendo isso e falando a respeito, o que é muito bom, porque a
gente sai disso mais fácil do que se imagina, viu? As grandes soluções são
simples, elas não não tem nada aqui de complexo. Quando existe o entendimento
dentro da tropa, desmorona todo esse castelo de cartas que o inimigo construiu dentro do teu
exército, porque fica tudo claro. Aí você vê que essa parede que imobiliza o
teu exército, ela não existe. É só um jogo de palavras, um jogo de cartas. O
nosso problema não é político, é de entendimento.
Entendimento da lei, entendimento da missão, entendimento do dever de ofício
e das consequências para quem se omite e não cumpre. Um soldado pode não cumprir
o seu dever de ofício, porque essa consequência, ela está logo
ali na frente. A história sempre cobra. E quem costuma pagar essa conta, e é uma
conta cara, são as esposas e os filhos.
A você que me assiste aqui, eu gostaria muito de pedir que você nos ajudasse com
esse número do Pix que está aí aparecendo. Por favor, qualquer valor é super
importante para nós, como canal independente de direita, para
continuarmos trazendo esse tipo de matéria, tá para você, por favor.
Obrigado pela contribuição. Veja, você também me disse em prevaricação, nós conversamos
longamente, e traição dentro das forças armadas, né? No que é que você se baseia
para falar disso? Isso é um assunto muito sério. Eh, eu sei que você domina bastante
informações. O grau de sigilo, né, a que você está acostumado é é enorme,
mas vamos lá. Coloca pro meu público aqui no que é que você viu, prevaricação e
traição dentro das forças, por favor, ponto a ponto, por gentileza.
Certo? Vamos por partes. Para que seja entendido, eu vou ter que começar do zero. Então eu peço um pouco de
paciência porque muitos aqui já devem saber boa parte do que eu vou falar, ok?
A defesa da pátria é a garantia dos poderes constitucionais. Nós temos que entender com clareza isso. Qual é a
missão? Qual é a lei, qual é a missão de um soldado? Quando um conjunto de
pessoas se estabelece num lugar, se forma um povoado, qual é a primeira
providência de um povoado quando se estabelece num determinado local? é
organizar a sua própria defesa. Então, os homens mais fortes, que são mais
aptos ao enfrentamento, são priorizados nessa tarefa de defender o povoado. É
assim que surge um exército. Só depois é que se cria um estado e as leis, porque
existe segurança para criar um estado e para criar leis, correto? Portanto, o
exército é anterior ao estado, ou seja, ele é parte do povo
que é armado para proteger o seu povoado, impedir que ele seja invadido,
que seja tomado, que seja escravizado. Fica claro, portanto, que o exército ele
não serve a um estado, ele serve a um povo, um povoado de origem.
É verdade. Eu eu entendo. Ou seja, você quer dizer que o exército precisa
conhecer suas armas, seus inimigos primeiro. Isso. Então, para defender o seu povoado, o
soldado precisa conhecer o inimigo, conhecer quais são
as armas que o inimigo usa. Isso é fundamental, né? Por exemplo, que é já
uma coisa que muita gente comenta, quando os portugueses descobriram o
Brasil em 1500, os índios aqui usavam arco e flecha. Eles não conheciam as
armas dos portugueses, portanto não conheciam as armas do inimigo e eles
foram mortos por isso, sem saber o que foi que os matou. Nós hoje enfrentamos o
quê? Uma guerra cultural. Qual é a arma que o inimigo usa? A semântica, a
hermenêutica jurídica. Eles são operadores de direito. Eles são usam as suas ferramentas que
são a falácia e os sofismas. São mentiras muito bem contadas que parecem
verdades e usam as lacunas jurídicas com uma falta de conceitos que é
proposital. Veja bem, se você distorcer o entendimento do seu dever
em quem tem o dever de ofício de defender a pátria, você domina um
povo e esse povo fica condenado à escravidão.
Você entende isso? Quando o inimigo quer dominar um povo, ele subverte
as suas defesas usando esses artifícios. O desconhecimento derrota até o mais
forte dos soldados. Eu eh estive na caserna há muito tempo e eu
percebi um total desconhecimento do direito na caserna,
do que é a ciência jurídica. Eles não compreendem. Eles querem apenas o
positivismo da, por exemplo, da teoria da informática, né?
E você mesma viu aí que o relatório das Forças Armadas eles fixaram, você mesmo
viu, né, a questão do de não encontrarem a fraude, embora haja diversas
vulnerabilidades na urna que são apontadas no relatório das forças e
continua parado esse relatório, não é? Então, eu acredito que seja por
aí o que você queira nos passar. Então, enquanto você e eu não tivermos
um mínimo de conhecimento sobre a interpretação teleológica da lei, nós
vamos continuar todos nós, como aqueles índios, sendo derrotados pelos
portugueses, sem entendermos o que é que nos derrota todos os dias.
E desde 1996, as forças não estão cumprindo a lei
simplesmente porque houve essa agressão na sua estrutura,
uma distorção de conceitos no entendimento da lei como ela é. Isso
também foi proposital. A falta de planejamento é planejada.
Bom, digamos assim que esse novo povoado que se formou, composto por soldados e
cidadãos, ele tenha avançado e já tenha formado um estado, eleito um líder, o
seu governante, numa eleição democrática. Um belo dia chega um invasor que usa uma
arma desconhecida, a guerra cultural, elimina o governante, ocupa o seu lugar,
senta no trono como um tirano. Nessa circunstância,
qual deve ser a postura do soldado do exército, cuja missão é proteger o seu
povoado? seria reconhecer o novo suposto
governante como sendo legítimo, só porque ele está sentado no trono e
submeter o cidadão desarmado a uma a um regime de escravidão.
Seria talvez sair do exército e ir pra reserva porque não concorda com o novo
suposto governante tirano, deixando o cidadão desarmado a sua merc.
seria ficar confortavelmente esperando que o o próprio cidadão desarmado faça
aquilo que o soldado não fez e enfrente um um tirano que que neutralizou toda a
defesa e ainda assim exija, mesmo desarmado, que esse tirano restitua a
democracia e cumpra leis que ele próprio anulou para se perpetuar no poder.
Ou esse soldado deve entender que, na realidade o tirano não é um governante
legitimamente escolhido pelo seu povo e que, de fato, o que existe ali é uma
anomia, uma ausência real, uma ameaça
e então defender o povoado, neutralizando e eliminando o invasor.
O entendimento exige clareza e muda todo o resultado.
Você entende isso? Olha, não existem os tais pesos e contrapesos na legislação
brasileira. É ilusão. Procurar leis que desfaçam uma tirania é andar em círculos
porque o sistema já se blindou. Mesmo que um Senado possa conseguir
aprovar um impeachment de um ministro, o ato vai precisar ser corroborado pelo
próprio Supremo, que não vai fazer isso contra si próprio. mesmo que o faça,
leva muito tempo e troca apenas uma peça
que é substituída por outra do próprio sistema, o que garante a sua
continuidade por mais 30 anos de forma conveniente. Essa bagunça que nós estamos vivendo se
chama caos. é decorrente de uma anomia originada em 1996,
que se consolidou em 2003 até hoje. a ausência de governo por ilegitimidade
do resultado de um pleito ilegal e inconstitucional que não pode ser chamado de eleição, mas
de encenação, e que se repetiu da mesma forma de lá até hoje.
Quando ocorre a anomia, qual é o dever de ofício do soldado de acordo com a lei
maior, a Constituição? é agir de ofício para evitar o caos e
estabelecer a ordem. Depois, uma nova eleição que seja legítima, ou seja, que
obedeça o princípio da publicidade do artigo 37 da Constituição
e o sufrágio universal. Anomia é a ausência de governo, que é o
que se tinha em 64 e fez com que as forças agissem. de ofício para evitar o
caos, que é a consequência, e já estava se instalando.
Nesse momento agora não tem mais como evitar o caos no Brasil, porque o Brasil
já está nele há quase 30 anos, fruto daquela anomia a partir de 2003, uma
anomia institucionalizada sob a complacência das Forças Armadas.
Vou explicar. Eu não tô aqui pretendendo culpar ninguém especificamente, embora a
culpa exista. Eu estou apenas expondo fatos e como eles podem e devem ser
corrigidos por aqueles que tiverem o entendimento.
OK. OK.
Você tá me ouvindo bem? Espero que sim. Eu gostaria que você chamasse as pessoas
da sua família para acompanhar essa live. Eu vou entrar num momento muito sensível
agora com esse analista. Nós tivemos uma longa conversa e vocês
estão vendo que ele entende muito do assunto. Eu perguntei a ele sobre distorção de
conceitos. Nós patriotas falamos muito em pátria, nação, território, família,
mas os conceitos foram distorcidos. Eu vou pedir para ele agora reorganizar
em sua mente a noção de cada um desses conceitos para você entender como é profundo
o que a esquerda está fazendo, mudando conceitos em nossa mente e de como isso
é prejudicial para o futuro, para o regime jurídico governante desse país. Por favor, eu
gostaria muito de ouvi-lo. Vamos em frente, por favor.
Então são vários, tá? Mas eu vou citar só alguns aqui que já mudam
completamente o cenário diante de cada soldado. Primeiro, o que que é pátria
que ele jurou defender? Pátria do latim
significa território de origem.
Não é só território, é território de origem. Origem do quê? De um povo ali originado.
Sem o objeto ali originado, que é o povo, não existe pátria. Existe só
território. Pátria é território, mas o povo nele originado, tudo junto.
Portanto, o juramento, a missão não se resume a a defender fronteiras.
O soldado não jurou defender território, ele jurou defender a pátria.
Agora você entra no site oficial do exército da Marinha, da Aeronáutica,
eh, enfim, vá ver o que está escrito lá na missão.
Veja bem, contribuir para a defesa da pátria e
garantia dos poderes constitucionais. O quê? Contribuir.
Não existe a palavra contribuir no artigo 142, que é o primeiro artigo da
Constituição que estabelece o dever de ofício das Forças Armadas.
você eh, eu concordo contigo, não existe isso na Constituição. O verbo é outro. É
compete, não é isso? Não é o verbo contribuir. Não se depende de uma ajuda.
Isso está errado. É um conceito errado. A Constituição é clara. Concordo. Se é
que é isso que você quer nos passar, né? A respeito da competência. É um, é
mandatório, é obrigatório. É isso que você quer falar que existe no artigo
artigo 142. Ah, as Forças Armadas
compete a defesa da pátria e a garantia dos poderes constitucionais.
compete é uma frase em si mesma, não está subordinada a nada, nem mesmo a
regulamentação deste artigo que veio depois, alguns anos depois. Compete é um
poder estruturante que foi concedido às Forças Armadas. E o que que é um poder
estruturante? Por exemplo, a pintura de uma casa não é estruturante. As vigas
são estruturantes, correto? foi concedido um poder estruturante às
Forças Armadas de defesa da pátria e garantia dos poderes constitucionais. É
um dever de ofício. Se as forças armadas entenderem que a
pátria, que é o território mais o povo nele originado,
foi agredida, elas têm que agir de ofício.
Não dependem nem mesmo de ordem, é dever.
Quando se coloca a palavra contribuir na missão, não se coloca por acaso. Ela tem
um propósito de distorção. Porque para você contribuir com algo,
você precisa que alguém tenha iniciado esse algo. Isso torna as forças
passivas. Elas só vão agir para contribuir com algo que já esteja
acontecendo. Elas não vão agir de ofício. Mas as forças não são passivas,
são ativas. Tanto que seus soldados são definidos como sendo da ativa, não é à
toa. OK. você, nós conversamos também longamente
sobre o que aconteceu em 1996
e você me disse claramente que ali deixou de existir democracia em 1996.
Eu achei importantíssimo sua análise, importantíssima a sua análise sobre este povo, né, no
quesito Todo o poder emana dele. Por favor, eh, traduz aqui para nós o que
realmente aconteceu em 1996.
É, foi algo muito grave, eu diria mortal. A pátria foi ultrajada
violentamente em 1996, como nunca tinha sido antes.
Naquele ano, o Brasil deixou de ser uma democracia e não é mais até hoje. O que o brasileiro tá vivendo desde então é
uma ilusão, uma encenação, uma distração para tirá-lo do foco daquilo que é real,
a sua realidade. Eu vou tentar resumir, mas o que nós temos aqui é valioso demais para resumir. É o argumento, é o
entendimento da lei, é a base eh fundamental eh que confere uma
legitimidade para uma ação legal de quem tem o poder
de agir, porque foi conferido a esse alguém esse poder com o peso moral de um
dever. é, digamos assim, o que chamam de narrativa. Eu não chamo assim porque
esse é outro termo que teve o seu conceito distorcido, né?
É para justamente confundir. É claro que os nossos problemas vêm de muito antes.
Eu nem vou falar de 1989, não dá tempo aqui. Mas veja, em toda a nossa Constituição
de 88, existe somente um único instrumento
garantidor da soberania popular, do poder que emana do povo. Todo o poder
emana do povo. E esse instrumento se chama
sufrágio universal. Veja bem, a soberania popular é a base de tudo, tá
lá no primeiro artigo, é a essência da democracia.
E poucas pessoas têm o conhecimento do que é o conceito real.
O sufrágio universal é tão importante que ele é cláusula pétria da
Constituição. Embora seja uma palavra que não possa
ser suprimida da Constituição por ser pétria, né? Tanto que tá lá. O sufrágio
universal de fato não existe mais desde 96. Ele foi suprimido uma violência
gigantesca contra a pátria, sob a complacência de quem tinha como
dever de ofício a defesa da pátria. Aqui não importa se isso foi com conhecimento
ou por falta de conhecimento da lei. O fato é que a falta de conhecimento ou de
entendimento da lei não exenta ninguém das consequências desta lei.
Eu compreendo. Você está falando das Forças Armadas claramente, como eu disse, eu estive lá há muitos anos e a
cabeça do militar é totalmente positivista. Ele não entende da ciência jurídica,
quer resolver por um problema de informática. Mas eu entendo, eu não quero lhe atrapalhar. Por favor, continue.
Eh, você seria capaz de reconhecer Cuba como um governo legítimo?
Pois é. Da mesma forma que Cuba não é um governo legítimo há mais de 60 anos, o Brasil
não é uma democracia há quase 30 anos, porque foi suprimido na prática o único
instrumento garantidor desta democracia que se chama Sufrágio Universal.
O Brasil hoje é o único país do mundo que não tem voto físico e nem contagem pública dos votos. Será que o mundo
inteiro tá errado e só o Brasil tá certo? O que que é sufrágio universal? Sufrágio
universal não é o voto, não são sinônimos, né? Mas um conceito
distorcido para confundir. Sufrágio universal é o processo completo. Ele
envolve o voto mais o conhecimento do voto, mais o princípio da publicidade
que tá previsto no artigo 37 e que também não é cumprido desde 96.
Existem bons conteúdos que já circulam a respeito disso na internet e você tem
falado bastante também. Então eu não vou detalhar isso aqui, mas você sabe onde
são contados os votos nas nossas eleições? O fato é que muitos não sabem e não é na
sala secreta e nem na TV. Eles são contados dentro daquela urna que chamam
de urna eletrônica, né? Eh, quando ela ela espele o boletim de
urna, a contagem dos votos já foi feita e foi feita em segredo dentro da
máquina. Isso é inconstitucional e ilegal. Fere não só o artigo 37 da
Constituição, fere também o artigo 14. Aquilo que a gente acompanha pela TV não
é a soma dos votos, é a soma dos totais de cada urna.
Eh, não se tem como acompanhar a contagem dos votos que é feita em
segredo dentro desse equipamento chamado urna eleitoral. Aí que está a questão.
Então agora você pensa um pouquinho, o que foi mesmo que levou tantas pessoas paraa frente dos quartéis lá em 2022,
23? Foi a dúvida. dúvida sobre o resultado na contagem dos votos, porque
a contagem em segredo implica em fé no resultado. E não existe fé no Estado. O
Estado é laico. Se nós tivéssemos o escrutínio público, conforme prevê a Constituição, no que tange ao sufrágio
universal e ao princípio da publicidade, fosse qual fosse o resultado, ele teria
sido aceito. O povo brasileiro é naturalmente democrático. Ele respeita a
vontade da maioria. Com certeza não teria havido acampamentos em frente aos quartéis. Não haveria nem oito de de
janeiro, mesmo que fosse um péssimo governo. E você sabe quem foi o primeiro suposto
presidente dessa suposta eleição ilegítima feita totalmente com urnas
puramente eletrônicas, sem sufrágio universal e sem princípio da publicidade?
Foi Lula. Ele já tinha perdido quatro eleições anteriores, todas legítimas, com cédulas
e sufrágio universal e contagem pública dos votos. Perdeu as quatro. Ele só
supostamente ganhou a partir das urnas puramente eletrônicas e, desde então
nunca mais perdeu e perpetuou-se ilegitimamente no poder até hoje. E quem
foi que implantou as urnas puramente eletrônicas? foi o FHC. Sim, ele
disfarçado de centro direita, né, o FHC acabou com o Brasil e passou sorrindo a
faixa presidencial ao Lula que ele colocou no poder. Em 97, o 96, na
verdade, o FHC implantou as urnas puramente eletrônicas que extinguiram
com a nossa democracia, gerando anomia. gerando caos. Ele
vendeu, mais do que isso, ele vendeu a preço de banana a Vale do Rio Doce para
o domínio do Jorge Soros, que patrocina o mal no mundo, né? Ele privatizou a
preço de banana uma infinidade de estatais para globalistas. Ele extinguiu
os três ministérios militares das forças, criando um ministério civil em seu lugar, o Ministério da Defesa, que
separou para sempre, em duas bolhas o povo civil e o povo militar, que vinham
até então construindo juntos, de mãos dadas, este país lindo de um povo
maravilhoso. Pior, o FHC fez aprovar a emenda 16, que permitia a
reeleição de presidente da República e foi ele o primeiro o primeiro a ser
eleito, né? Que coisa. E para coroar o seu trabalho, ele criou a Anvisa, que
instituiu assim o monopólio da verdade sobre a saúde, sob o domínio das big
farms. E ainda teve a capacidade, o FHC teve a capacidade de quadruplicar
a dívida externa do Brasil em seu governo. Ele se superou na destruição da nossa
pátria. Mas o golpe fatal foi o assassinato da democracia com a
implantação das urnas puramente eletrônicas. A pátria amada foi ultrajada.
Então, mas aí onde entra aquela nossa conversa, né?
Por que é que as forças armadas permitiram isso? Qual a sua análise? Por que é que você
acha que as Forças Armadas permitiram tudo isso? Violentamente,
mas e por que é que as Forças Armadas permitiram isso? Então, eu vou dar um exemplo para facilitar.
Você mora, digamos assim, num condomínio, OK? E os moradores deste
condomínio eh resolvem conceder ao porteiro do condomínio um poder estruturante de
garantir a saúde dos condôminos, mas não se exige do porteiro que ele
faça medicina, correto? Então, no momento que acontece
uma agressão violentíssima contra os condôminos, que ficam esfacelados,
mutilados, ensanguentados, o porteiro não faz nada. Por quê? Porque
ele sequer sabe identificar a cor do sangue por toda parte.
Assim, ao serem complacentes com a instalação
de urnas puramente eletrônicas em 96, as forças
agiram como esse porteiro. havia sido concedido a elas o poder
estruturante de defesa da pátria e dos poderes constitucionais, mas não tinha sido exigido o conhecimento da
hermenêutica jurídica, o entendimento da interpretação teleológica da lei. Pelo
contrário, só uma interpretação positivista, como se pudesse a ciência jurídica ser
resumida a um manual de montagem de alguma coisa. A ciência
jurídica não é uma ciência exata. Ela não pode ser interpretada como um manual
de montagem. O resultado foi esse assassinato brutal
da democracia e a violência eh até contra si própria das forças,
contra si própria e contra a pátria. E as forças não viram isso acontecer.
no nosso bate-papo também. Aliás, eu queria te agradecer mais uma vez, né, por estar aqui conosco.
Quero convidar a você que está aqui me ouvindo a a chamar as pessoas da sua família,
né? O que você está ouvindo aqui é informação em altíssimo nível,
a informação de bastidores. Por favor, também dentro das suas
possibilidades, nos ajudem no Pix que está anunciado aí. Esse é um canal
independente e nós temos um compromisso com a verdade.
Muito obrigado. Você falou muito comigo de madrugada
sobre ausência de comando nas Forças Armadas. Eu repito que esse também é um
assunto muito sério. A sua análise me chamou demais a
atenção. Agora, você tem base legal para falar sobre isso? De ausência, de
comando. E aqui eu quero deixar bem claro, você tem base legal para falar
sobre ausência de comando nas Forças Armadas,
por favor. Sim. Segue o raciocínio. Então, olha
aqui. Sem sufrágio universal e sem princípio da publicidade, nenhum pleito é
legítimo. Não existe a democracia. Desde 2003. Portanto, nós não temos
nenhum pleito legítimo até hoje. O pleito ilegítimo gera ilegítimos
eleitos. Um governo ilegítimo. Governos ilegítimos.
Iegítimos são todos os seus atos e ilegítimas são todas as suas nomeações.
Isso inclui todos os generais nomeados a partir de
2003. As forças estão sem comando legítimo.
Isso é real. A estrutura de comando que ali está não
é legítima, não é real. Há uma ausência de comando neste
momento. Cada soldado aqui nesse momento está sem comando.
É um gladiador. Essa enorme bagunça que nós estamos
vivendo tem nome, se chama caos, fruto da anomia institucionalizada
a partir de 2003. E como é que a gente conserta isso? Pois
é. Então, é preciso primeiro ter clareza e muita firmeza
no foco, na compreensão do que é real e obedecer
rigorosamente a lei. Segundo a lei, este suposto comando que
ali está não existe, é ilegal, é inconstitucional. Ele não se enquadra no
que a lei estabelece. Isso é real.
O resto é ilusão, teatro, encenação, engodo. Veja bem, o fato de todos os
supostos governos a partir de 2003 terem sido ilegítimos
e isso inclui o de Bolsonaro, porque o pleito também não teve sufrágio
universal e também o de 2026, que será ilegítimo
igual pela falta do sufrágio universal e do princípio da publicidade, a menos que
isso mude tudo. Tudo isso não justifica, não serve
como justificativa para se reconhecer como sendo legítimo o
atual governo. Pelo contrário, é preciso estancar essa sangria imediatamente já é
tarde, por força da lei e do cumprimento do dever de ofício de quem
a quem compete a defesa da pátria e a garantia dos poderes constitucionais.
tem que restabelecer a ordem e depois realizar no tempo devido um pleito
legítimo com eleições legítimas democráticas, como estabelece a lei com
sufrágio universal e respeito ao princípio da publicidade para só então, com um governo legítimo,
poder legitimar as nomeações que tiverem que ser meritoriamente
legitimadas. do passado, desses últimos 30 anos.
E para isso, para fazer essa essa legitimação e para para as nomeações,
os mais antigos, e ainda existem coronéis e generais legítimos nomeados
antes de 2003, deverão se formar numa estrutura de de nomeações que que
corrija as aberrações ou então não fazer nada e se tornar na
cúmplice do período mais sombrio da história das nossas forças armadas
e um preço caro que a história vai cobrar de seus filhos e netos, né? Ela
sempre cobra. Nós temos visto isso em toda a história da humanidade. Não
existe impunidade por omissão.
Brasil, esse é o último bloco dessa entrevista e ele vai pegar fogo.
Flávio Bolsonaro tem alguma chance neste
novo disputar nessas novas eleições? Atenção, Brasil,
em conversa com esse analista, eu vou pedir a ele, inclusive que repita, por favor.
Ele faz uma comparação entre o tempo de Jesus Cristo, quando Jesus Cristo foi
crucificado, né, e fizeram isso ao próprio Cristo.
Então ele traz, não é, não chega a ser um comparativo, é apenas um ilustrativo.
Eu quero que você veja agora o que ele pode eh estar avisando a Flávio Bolsonaro
e é urgente o que você vai ouvir aqui agora. Essa informação é ouro para você civil
popular, para você nação brasileira. Você está me ouvindo?
Por favor, eu vou pedir a ele que fale agora exatamente
sobre pleito legítimo em 2026. Flávio, tem chance nesse cenário, por favor. Eu
gostaria de ouvi-lo novamente. De novo. Vamos então por partes. Essa batalha que nós estamos vivendo hoje,
ela não começou ontem, não vai terminar amanhã. Isso é público e notório. A
gente precisa entender como é que o sistema trabalha. desde sempre, tá? O método é sempre o
mesmo e eu vou citar um exemplo que fica mais fácil de entender, mas não é um comparativo,
OK? Eh, eu sei que quem não ouvir bem direito, não raciocinar direito, vai
entender errado, vai ficar irritado comigo, isso acontece. Mas os fatos são
os fatos. Veja bem, quando Jesus Cristo foi
crucificado e foi morto de uma forma extremamente
cruel, exemplar, pelo sistema vigente da época,
qual era a mensagem que esse sistema estava passando para o
movimento cristão que estava nascendo? O movimento cristão era também uma luta
por liberdade. Martirizar cruelmente um homem infinitamente bom como Jesus, como um
espetáculo, era dizer pro povo que se até um homem
como ele podia ser punido de forma tão cruel, qualquer outro cidadão também
poderia. Esse é um método, o mesmo usado contra
senhorinhas com bíblias na mão no 8 de janeiro. Método impor o medo. Bom,
em todos, né, tu tu gera exemplos e em pessoas boas. Bom,
o objetivo era acabar naquela época com o movimento cristão que estava
começando, porque na verdade ele libertava o povo de um sistema que o
oprimia. Mas a crucificação de Jesus conteve o
crescimento do cristianismo? Não. Então, o sistema partiu para cima de
quem? Dos 12 apóstolos. todos martirizados, menos um João que desapareceu, assim como Maria Madalena.
Mas isso conteve o cristianismo? Não. Daí então partiram para cima de quem?
Dos fiéis, destroçados publicamente no no tal
Coliseu, aos milhares, né? sempre como um espetáculo.
Mas isso conteve o cristianismo? Não. Pelo contrário, ele só cresceu.
E aí, que que o sistema faz? O que que o sistema faz quando não consegue conter o
que não pode ser contido? Ele assume o protagonismo do movimento.
Ele escolhe um novo líder. para liderar o movimento, um novo líder
que o sistema possa controlar. Veja bem, Jesus não tinha templos, não tinha
ouros. Ele pregava de pés descalços nas estradas, na montanha,
nos caminhos. Ele dizia o quê? Olhai os lírios do
campo. Nem Salomão em toda a sua glória se vestiu de forma mais bela. Entenda o
poder libertador que tá embutido nessas palavras.
Mas então, como é que nós hoje temos templos e ouros nossos templos
cristãos? justamente
como quando o sistema age, como é que ele age?
Eh, quando ele não consegue conter aquilo que não pode ser contido, o que que ele faz? Ele assume o protagonismo.
A igreja não foi criada para unir os cristãos.
Isso dói, tá? O que eu vou dizer,
ela não foi criada para unir os cristãos, ela foi criada para controlar
e perseguir cristãos. Pode ser esse o objetivo hoje, mas foi
naquele momento. Lembra que os pobres, que eram os verdadeiros cristãos da
época, oprimidos para se tornarem pobres, eles não podiam entrar nas
igrejas. E quando entrassem, eram tratados como uma subraça. Eles deviam
ficar lá no fundo, perto da porta. Os nobres ficavam junto ao altar. Você
entende isso? Bom, onde é que entra Flávio nessa história? Então, o sistema
é quem? é o sistema econômico. E esse sistema já entendeu que a fase
canhota passou do seu prazo de validade e agora o mundo
todo caminha para aquilo que se chama de direita. Então ele precisa se
reonstruir-se, né? Eh, ele entendeu que ele não pode
conter o movimento patriota. Então ele repete o antigo método. Ele
precisa de alguém que ele possa usar
para assumir o protagonismo do movimento com liderança que o sistema possa
controlar. Você
está tratando de um ponto extremamente sério aqui.
Eu estou entendendo o que você está tentando nos passar. Eh, o que eu estou entendendo é que
Flávio Bolsonaro não é Jair Bolsonaro. Jair Bolsonaro
não se deixou dominar pelo sistema. É isso que você está tentando nos
passar. Vai doer, mas é preciso entender. Flávio não é
Jair. O pai é rígido, impossível de controlar. Ele cometeu
seus erros e acertos. Todos cometemos. Eu não vou entrar nesse mérito. Somos
humanos e erramos, né? Mas desde que erremos tentando acertar, que foi o caso
dele, o sistema não tem como controlar Jair,
já o filho é mais flexível do que o pai. Isso não é um elogio.
OK? O sistema entendeu
que vai eleger, entre aspas, Flávio em mais um pleito ilegítimo
e garantir assim a sua continuidade. Não importa se o Flávio está ciente
disso ou não. Eu não sei se ele está ciente ou não,
OK? Não sei nem se o Jair está ciente disso. Nesse contexto,
a vida de Jair está em perigo. Porque quando ele escolheu o filho como
sendo seu sucessor, ele na verdade assinou a sua sentença de morte. Eu não
sei se foi intencional, não importa. Nesse momento não é só a canhota, mas
todo o centrão, todo o sistema, inclusive os carrapatos da falsa direita
que viviam pendurados no seu pescoço pescoço. Todos entendem que Jair é
melhor morto. Morto, ele se torna um mártir, o que impulsiona a adesão
popular ao filho. E uma vez eleito, Flávio não terá influência do pai que
estaria pressionando ele a não se render ao sistema. Isso é cruel, isso é péssimo.
Jair não está preso por um estado democrático de direito. Ele está
capturado pelo inimigo. Nenhum advogado vai conseguir salvá-lo de lá ou tirá-lo
de lá. Só tem uma pessoa no mundo que pode fazer isso, uma pessoa que é capaz
de enfrentar e subjugar um narcoestado terrorista.
Acho que não preciso dizer quem é. Não, eu ach nós estamos entendendo. Você
está falando claramente de Donald Trump. Eu eu tenho certeza que
a sua expectativa está sendo gerada, né, eh, em visão geopolítica pela Venezuela.
Eu concordo contigo. Eu entendo que é apenas um nome hoje no mundo livre
capaz de eh resolver essa situação. Por favor,
continue. Jair está sendo morto aos poucos e ele
precisa ser salvo. Ele merece ser salvo. O meu foco nesse momento não tá em
supostas eleições ilegítimas, porque elas não resolvem a questão. Veja bem,
mesmo que Jair seja colocado em liberdade agora e na melhor das
hipóteses ele consiga voltar a concorrer ainda esse ano e que seja aprovada a
contagem pública dos votos e que ele seja eleito mesmo assim com tudo isso,
não é a solução, porque ele não vai conseguir governar.
Nós sabemos disso. Nós voltamos à cereja sem o bolo.
No momento, não existe solução política. O caminho é outro. Não se chega à
democracia pela democracia, porque teria que se supor que ela exista
antes de existir. Isso já dizia Olavo. Nós estamos numa democracia
notoriamente não. Para chegar a uma democracia é preciso a força.
Invitavelmente.
Para você que me assiste, eu continuo aqui no nosso último bloco de entrevista com
um analista de inteligência que está trazendo para você informações
valiosíssimas, verdadeiras.
Eu também estou com ele. Eu acredito que nós não conseguiremos resolver esse problema sozinhos.
Não há uma centralização. Eu temo pelo Flávio Bolsonaro
que ele seja usado como massa de manobra do sistema,
porque como disse esse analista, de forma direta ou indireta, Bolsonaro
assinou a sua sentença de morte porque querem colocar alguém que se
dobre ao sistema no poder e que agradeios.
E sem a influência de Bolsonaro, ele morto dizendo para o filho, não se
contamine para bom entendedor, aí está. Não é a oferta do pensamento. Nós estamos
avisando a Flávia. Essa live vai chegar até eles. Eu tenho uma audiência
estúpida no WhatsApp, principalmente onde as pessoas cortam a nossa
entrevista em pedaços e distribui. Antes de finalizar, eu quero pedir a
você, por favor, colabore conosco com qualquer valor financeiro.
Nós somos um canal independente. Nós precisamos de você.
Então, nós não temos a condição de fazer isso sozinhos. Nós não temos a condição de fazer isso
sozinhos. A ajuda externa
é fundamental e ela está acontecendo, mesmo que muitos não consigam ver,
principalmente na ação de Trump. Mas os americanos precisam ser
demandados. Eles agem por demandas. Trump age por
demandas. Tem agido as demandas que recebe.
Mas a demanda tem que ser clara. Você entende? Nesse primeiro momento,
qual é que deve ser essa demanda? libertar nossos patriotas e libertar
Bolsonaro antes que seja tarde demais. E depois, bom, depois eu acho que fica
para um próximo programa, né, desse canal,
certo? Muito obrigado. Aí está para você uma
entrevista exclusiva com um analista de inteligência. Foi uma das melhores lives que eu já fiz
até agora. Extremamente esclarecedora.
Gente, eu quero lembrar vocês também da sua segurança, tá?
a sua segurança. A lanterna de choque continua à sua disposição. Quando você
compra um produto desse, você ajuda o canal. A original custa 450 no exterior. Eu
entrego ela no Brasil porque compra em grande quantidade, a 340.
Vocês viram um vídeo meu que eu coloquei aí agora a pouco, então eu faço questão,
né, de mostrar para vocês de novo esse vídeo, porque é super importante. Dá uma
olhada aqui. Vocês vão ver agora a eficiência dessa lanterna. Olha o
tamanho do Anselmo, tá? E o que vocês estão adquirindo comigo. Segura com força, Anselmo. Olha, o que eu digo a
vocês, ele tá colocando força. Liguei a lanterna, tá?
Vamos de novo. Lcel mais uma vez. Tenta segurar com força. Vai, bota para
quebrar, gente. Não consegue. Imagina um braço aqui no pescoço, tá? Você mulher
pode segurar aqui mesmo. Força, tá? Então, a hora que eu dei o choque, prestem atenção,
OK? Não consegue, tá? Não consegue. Ela é eficiente.
Aelmo, vem de novo. Muito, muito. É, Marcelmo, como é? Fala aí pro pessoal que tá adquiriind na terna.
Cara, eu tô com o dedo aqui dormente. As mãos dormente aqui já tá doendo. É o corpo trem.
Pronto. Olha para aí. Como você vê, ela é eficiente. E não é só isso. Se ele tiver de jeans, olha,
vocês estão vendo aqui, ó? Tá de jeans, ó. OK. Não suporta,
tá? C é grande. Olha, apenas R$ 340
defendas. Olha, fácil de usar. Botou no cós da calça, simples. OK. Rapidamente você
consegue sacar e fazer o choque. Olha no bolso da calça. Fixar assim, ó. Você
mulher na sua bolsa não deixe de se defender. A sua
disposição no link aí na descrição do vídeo ou no primeiro comentário fixado.
Compre a sua lanterna, defenda sua família, dê de presente. Muito obrigado. Valeu.
Epstein construiu um sistema clandestino. O que que eu posso dizer? A lanterna é
original. Tá aqui para você. Vocês viram que ela funciona. Esse link amarelo aí
não dá para clicar nele, tem que clicar embaixo na descrição do vídeo. E eu vou
deixar também esse mesmo link no primeiro comentário do vídeo, tá? Gostou
do canal? Nos apoie. Nós precisamos de você,
tropa. Dispensar.
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