quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

GRAVE! A TRAIRAGEM



 Transcrição



extremamente grave. Um coronel do

exército

denunciou os comandantes militares

durante

a situação de Bolsonaro, dizendo que ele

foi abandonado por oficiais de quatro

estrelas.

Esse documento eu vou passar para vocês

aqui agora, vou ler na íntegra. O

Ministério Público Militar

disse que não haviam provas.

O assunto é muito sério e eu quero

trazer para vocês na íntegra.

Aí está. Eu quero ler para você, né?

Cada pedaço desse documento vale a sua

informação.

Gente, nós estamos precisando da ajuda

de vocês esse mês de carnaval.

Está sendo muito cruel para quem tem

alguma coisa no YouTube. Então, por

favor, nos ajudem. Lembrem que nós somos

um canal conservador, tá?

e dependemos muito do seu apoio.

Nesse documento, o coronel expõe

claramente

que os generais não cumpriram com o seu

dever,

não cumpriram as ordens do presidente da

República.

E é isso que eu vou ler na íntegra agora

para vocês.

Me acompanha

porque o assunto é realmente muito

grave.

Ministério Público da União, Ministério

Público Militar, Procuradoria Geral de

Justiça Militar, gabinete do Procurador

Geral.

Vocês conseguem ler daí, né? Não consigo

aumentar mais a letra, mas vamos fazer a

leitura.

Decisão. Trata-se de notícia de fato

autuada a partir do recebimento de

notícia crime subscrita pelo coronel do

exército da reserva, Pedro Ivo Moésia de

Lima, por meio da qual informa um

suposto abandono do então presidente da

República, Jair Messias Bolsonaro, por

oficiais de quatro estrelas. que

caracterizaria na sua visão

insubordinação,

motim, traição,

prevaricação.

Gente, isso é muito grave. O coronel

denunciou

os generais.

Segundo o representante,

os generais, os noticiados, com seus

atos indignos de um militar, frustraram

expectativas do presidente da República

e do comando de operações de reverter a

situação a seu favor, ou seja, de

Bolsonaro.

Continua o coronel, a negativa

incompreensiva das autoridades

judiciárias

do Tribunal Superior Eleitoral,

que comandavam as eleições,

que se negaram em fornecer o Código

Fonte das urnas para permitir que fossem

auditadas,

precipitou os acontecimentos

e fez com que a parte que considerou

lesada se considerou lesada.

ou seja, Bolsonaro tentasse, por outros

meios invalidar o resultado das

eleições.

Estando ainda à frente do governo,

elaborou um plano de ação estilo

operação militar para ser posto em

execução no último dia do seu governo.

O coronel continua e vai subindo o tom.

Nele estavam previstas as medidas de

exceção

para fazer face a uma situação de

normalidade

institucional extraordinária,

tais como decetação de estado de sítio,

intervenção no TSE,

anulação da eleição para a presidência

da República e outras medidas

necessárias.

Tudo isso foi realizado sob o comando do

comandante supremo das Forças Armadas, o

presidente da República Bolsonaro,

coordenado pelos ministros da defesa,

Gabinete de Segurança Institucional,

GSI, comandante das três forças,

comandantes militares de área e outros

assessores.

E foi aprovado por todos. Era um

planejamento militar de guerra contra um

suposto inimigo interno.

A decisão foi tomada, diz o coronel.

Não havia mais nada a discutir pelos

generais, diz o coronel.

Ela foi aprovada por todos que

constituíam aquele estado maior.

Tinha que ser posta em execução com o

empenho de todos.

Aqui o coronel se refere à autoridade do

presidente da República que era para

eles agirem.

Continua o coronel.

Graças à atitude tomada pelos referidos

militares,

todos oficiais generais de quatro

estrelas que deixaram de cumprir o seu

dever,

recusando-se a cumprir uma ordem emanada

do seu comandante, o presidente da

República. O plano não foi posto em

execução.

Você está ouvindo o que eu estou

dizendo? Um coronel do exército fez esta

denúncia,

mas ele não para por aí, ele continua.

Eu quero ler a continuidade do que ele

falou lá no Ministério Público Militar

com você, OK? Me acompanhe, por favor.

Vou para outra página.

Me acompanha aí. Eu vou apenas continuar

a leitura, OK?

Muito bem. O presidente da República, o

plano não foi posto em execução.

A missão foi abortada,

não foi cumprida e jogou por terra o

sonho de milhões de brasileiros,

causando dor e sofrimento em milhares

deles, muitos dos quais ainda estão

arbitrariamente presos, sem o seu devido

processo legal e sem o seu amplo direito

de defesa.

Vocês estão me ouvindo aí?

Em 28 de fevereiro de 2023,

determinou-se, diz o Ministério Público

Militar, a notificação do coronel do

noticiante para que complementasse a

representação,

apresentando elementos de prova a

respeito do alegado, de forma a

viabilizar o início de uma apuração

formal em atenção ao que dispõe os

artigos, resoluções

que estão em voga.

Em resposta enviada em 10 de março de

2023,

o representante destacou que não temos

qualquer prova material definitiva para

ajudá-lo na formação da sua convicção na

apuração da verdade e que lhe permita

uma decisão isenta, honesta e imparcial.

Por outro lado, o coronel voltou a

relatar o plano para anular o resultado

das eleições,

diz o coronel.

Para tanto, junto com seus assessores

militares mais próximos,

foi elaborado um plano tipo plano de

guerra, com medidas de exceção próprias

de uma situação de normalidade

institucional

extraordinária

prevista na Constituição

para ser posto em prática no último dia

de governo.

O seu staff faziam parte o seu

vice-presidente,

o ministro da defesa, o chefe do GSI,

estavam todos nessa reunião. Os

comandantes do exército, Marinha e

aeronáutica,

todos os comandantes militares de área,

Sul, Sudeste, Este, Centro-Oeste,

Nordeste, Norte e Amazônia.

Como de praxa, em todas as operações

militares, continua o coronel antes de

uma batalha, de um combate

a uma fase de planejamento que antecede

a tomada decisão chamada de estudo de

situação.

Nessa fase são discutidos e debatidos

amplamente por todos os membros do

Estado Maior. Aqui o coronel está se

referindo àquela reunião que vocês viram

em público

por todos os membros do Estado Maior,

todos os aspectos importantes e

definitivos para o cumprimento da missão

durante o processo decisório, enquanto

eles ainda estão debatendo, é o que ele

quer dizer, vige um princípio

fundamental que é o da disciplina

intelectual,

significando que é livre e digamos amos

até mesmo obrigatória a participação de

todos nos debates, podendo quem quiser

concordar, discordar, mudar, apresentar

sugestões, enfim, dar a sua contribuição

para a elaboração de um plano para o

cumprimento da missão. Isso tudo, diz o

coronel, até a tomada decisão. O que ele

quer dizer aqui é que uma vez decidido,

o presidente da República já não pede

mais conselho, ele dá uma ordem.

A fase de tomada de decisão é exclusiva

do presidente da República.

Continua o coronel. Após a tomada de

decisão acabou, não se discute mais.

É elaborado um plano e emitida uma ordem

chamada de ordem de operações. E todos,

gostem ou não, concordem ou não, diz o

coronel, trabalharão juntos envidando

todos os seus esforços,

juntos com a tropa, para o bom

cumprimento da missão.

E foi isso exatamente o que aconteceu.

Tudo pronto na hora H. Os oficiais

generais, alvo desta representação,

inexplicavelmente e contrariando normas

e procedimentos próprios de militares em

situação de guerra, decidiram abandonar

o presidente,

o seu comandante supremo. Em pleno campo

de batalha, eles fugiram.

Você está ouvindo aí?

Está bem claro?

Muito bem, eu vou continuar,

vou passar a última parte do que o

coronel

denunciou no Ministério Público Militar.

Desertaram,

abandonaram o seu comandante, aquele se

refere a Bolsonaro,

deixaram de cumprir o seu dever.

Graças a eles, o plano não foi posto em

execução.

A missão foi abortada,

não foi cumprida. O exército brasileiro

foi derrotado.

Não importa se o contido no plano se era

bom ou ruim para qualquer dos lados ou

para o Brasil.

é o relatório.

Apesar de alocar os oficiais generais

que citou em sua representação na

posição de noticiados

ou suspeitos de cometimentos de dos

crimes de insubordinação,

motim, traição e prevaricação,

o noticiante relata uma tentativa de

golpe de estado ao qual os hora

representados licitamente terciam

oposto, diz o procurador geral da

Justiça militar.

Assim, não há nada a apurar a apurar

nesse âmbito, continua o procurador,

cabendo a remessa dos autos ao

Ministério Público Federal por declínio

de atribuições

em razão da narrativa de ações que, em

tese, configuram crimes contra o Estado

democrático de direito.

Envie-se o feito então ao excelentíssimo

senhor procurador geral da República com

baixa nos registros da PGJM.

Dê-se ciência ao noticiante e ao

Ministério da Defesa. Remeta-se cópia à

Procuradoria Geral Militar em Brasília

para eventual apuração de delitos contra

a honra dos noticiados e de ofensa às

forças armadas. Aqui o procurador sugere

uma ação reversa contra o autor que

denunciou os generais.

Brasília, 13 de março de 2023.

Antônio Pereira Duarte, procurador geral

da justiça militar.

Aí está para vocês um assunto gravíssimo

do qual eu não tinha conhecimento

que tinha ocorrido em nosso país. Quem é

o procurador?

de justiça militar, a ao qual se refere

aqui.

Deixa eu mostrar a vocês. Aí está. Aí

está o procurador da justiça militar que

arquivou a denúncia do coronel em sessão

com o Lula. Procurador diz que justiça

militar supera desconfianças.

Antônio Pereira Duarte, procurador geral

da Justiça Militar.

Ele disse que o Brasil naquela época

vive tempos complexos e turvos da nossa

história.

Nas esteiras do tempo, ele diz:

"A justiça militar tem superado

desconfianças e preconceitos internos e

internacionais".

Diz mais.

Durante sua fala, Duarte ainda ressaltou

que o STM corrige eventuais distorões

no âmbito das Forças Armadas.

A posse do novo presidente do STM, que

foi quando ocorreu isso,

ocorre em meio à articulação do governo

de Lula para impedir que militares da

ativa concorram a cargos eletivos ou

ocupem postos no executivo.

Bom, gente, eh não há muito mais o que

nós falarmos aqui, né? Vocês estão vendo

que realmente a denúncia desse coronel

não foi levada adiante.

E

eu não sei porque é que o senhor

procurador não verificou

a pauta da reunião de Bolsonaro com os

oficiais generais a fundo. E porque não

identificou isso como prova?

Não cabe a mim. né? Tercer nenhum

comentário, nenhuma crítica, apenas

trazer para você a notícia de que um

coronel fez a denúncia.

Eu não sei se voltaram à ação contra

ele. Provavelmente sim.

Por favor, divulgue isso.

Peço a você a gentileza de não esquecer

de nós aqui com qualquer valor, qualquer

ajuda sua é bem-vinda a esse mês.

Realmente é um mês fraco para tudo, né?

O carnaval atrapalha muito até a nossa

audiência.

Obrigado por nos assistir, seu canal

Coronel Cur, obrigando você a pensar,

tropa.

dispensar.

Transcrição


Olá, Brasil. Você está pronto para ouvir uma bomba
que um dos diretores do grupo B38 me enviou agora à tarde.
Então, presta bem atenção o que eu vou falar agora. Atenção todos os youtubers,
né, do Brasil. Eu vou mandar esse vídeo para vários youtubers inclusive. Mas
você que é youtuber e que usa as matérias do meu canal, presta atenção que você vai ver agora.
antes de os militares fazerem a denúncia de que os computadores
do Tribunal Superior Eleitoral estavam tendo acesso à rede, uma advogada,
presta atenção, Brasil, uma advogada corajosa, teve a força, teve
literalmente o que eu acabei de falar, uma a coragem de colocar no YouTube.
todas as vulnerabilidades que os generais não têm colocado para o público
brasileiro. E eu vou começar provando aqui, mostrando um documento para vocês, ó. Aqui está, tá? Isso aí, olha o que
vocês estão vendo aí, eh, é da Dra. Maria Aparecido Rocha Cortiz, tá? Ela
assina aí embaixo o nome dela. E esta mulher brasileira corajosa, ela
apresentou, tá, eh, num debate em um seminário chamado Polêmicas
Contemporâneas, que foi organizado pela Faculdade de Educação
da Universidade Federal da Bahia, o que vocês estão lendo aí nesse momento, tá?
Ela já denunciava naquela época, olha aí, ó, que os computadores central,
constatou-se nessa oportunidade que o computador gera mídias para eleições oficiais. Esse
computador que gera essas mídias pode estar conectado à rede mundial e internet. Atenção Brasil. Alô Brasil,
vocês estão me ouvindo? Isso foi em 2014. Eu estou denunciando
isso aqui. Alô, Brasil, você está me ouvindo? Vocês estão acompanhando?
Vocês estão entendendo a seriedade desde 2014
que esse computador central do Tribunal Superior Eleitoral acessa a rede
mundial, a internet. Porque eu sei disso? Porque o relatório
das Forças Armadas agora de 2022 disse
que ele continua acessando a rede mundial. Gente, olha aqui, ó. Essa
conexão não é bloqueada, é livre.
Nem o sistema emite qualquer aviso da consequente exposição a riscos,
o que a torna imperceptível a potencialização agravada por acesso
externo. Eu já falei aqui do perigo dos hackers. Eu tenho falado aqui incessantemente
do perigo dos herques invadirem essas urnas. Aqui está o documento da advogada Maria
Aparecida Rocha Cortiz com a OAB, com tudo. No dia 5 de setembro de 2014.
A mulher tem mais coragem do que muitos generais. A mulher tem mais conhecimento do que
muitos generais. agravada por acesso externo das
vulnerabilidades descritas nos itens um e três acima, com possibilidade de
instalação, validação e uso de programas não oficiais.
Gente, vocês estão ouvindo o que eu estou falando aqui? Essa denúncia é muito grave.
Essa denúncia é muito grave. Eu agora vou passar o vídeo, tá? Onde a doutora
comenta tudo isso aqui para vocês. Olha, vocês estão prontos para ver isso? Tá,
eu vou passar agora. Chame todos os seus familiares, chame todo mundo que faz
parte do seu grupo de WhatsApp, tá?
Antes eu preciso com urgência falar com vocês aquela velha história, né, que eu
venho eh sempre incomodando vocês aqui, gente. Infelizmente eu gostaria que não
fosse assim, mas enquanto vocês estão também chamando,
pessoal, nós precisamos da ajuda financeira de vocês, tá? Nós precisamos
da ajuda financeira, ainda mais agora, gente, eu acho que depois que eu soltar
esse vídeo aqui, vai rolar um outro processo, tá? Eu tenho quase certeza, ou
me tiram agora daqui, né? Ou vai rolar um outro processo
contra mim, tá? Então tá aí o QR Code. Eu peço a você a gentileza.
Certo, gente? Eu peço a você a gentileza de depositar qualquer valor. Faz isso
agora, porque eu não pretendo mais parar a live, tá? Eu não pretendo mais parar.
Você vai ter uma verdadeira aula como eu nunca vi. Essa mulher colocou aqui de forma brilhante como funciona todo o
sistema eleitoral brasileiro. Assista a live, assista, aprenda e
depois você vai ver se eu tenho razão ou não no que eu estou comentando aqui com vocês. Parabéns à doutora, essa mulher
corajosa que fez essa denúncia. Gente, isso tem o quê?
Cerca de 10 anos já. 9 anos com certeza. E essa mulher descobriu ela e o partido
dela sozinha as vulnerabilidades da urna eletrônica,
que foram inclusive confirmados pelo menos um com o relatório das Forças
Armadas, tá? Então, por favor, deixa a sua colaboração no QR Code ou no Pixí
abaixo, vai me ajudar muito. Bom, agora sem mais delongas, tá? Vamos ao que
interessa. Parabéns a essa mulher, tá? Parabéns a essa doutora. Vamos lá,
então. Vou começar a soltar aqui o vídeo dela. Ouça com atenção, OK? você vai
gostar muito. O que eu vim trazer para vocês hoje, um resumo do processo eletrônico de
votação. Eu gostaria de sair daqui e vocês tivessem entendido exatamente que
processo eletrônico de votação não é urna eletrônica. Então, se eu conseguir
passar para vocês que a propaganda eleitoral ela versa apenas sobre a urna,
que é um pedaço do processo eletrônico, já estarei contente. O processo
eletrônico de votação brasileiro, ele começa no TSE 180 dias antes das
eleições. ano eleitoral, nós somos nós, partidos
políticos, OAB e Ministério Público, que são os agentes que têm permissão de
analisar o Código Fonte, são convidados para ir até o TSE para poder fazer essa análise. Senhores, o programa que roda
nas urnas, todos os anos eleitorais eles são reescritos.
Nós estamos falando de 90.000 arquivos. Nós estamos falando 17 milhões
de linhas de código. Vocês têm que ter uma noção geral. Essa noção que eu queria que vocês tivessem.
processo começa, fase de desenvolvimento, fase de preparação, que é geração de mídia, fase de inseminação,
fase de carga, fase de votação e fase de totalização. O que a propaganda
eleitoral traz para vocês é apenas a a fase de votação
e apuração. Então, se vocês daqui para frente eh prestarem atenção na
propaganda, vocês vão ver que foca nisso. Mas eu volto para desenvolvimento. Os programas são apresentados para três entes, a OAB, eh,
Conselho Federal da OAB, o Ministério Público e os partidos políticos. Não existe possibilidade de universidades
e outros entes da sociedade que têm interesse poderem entrar lá para analisar o código fonte. São só essas
pessoas que foram abrangidas pela lei para poder fazer esse estudo. Como eu tava dizendo, eh nós temos aí 180 dias
para analisar 90.000 arquivos, 17 milhões de linhas de código. Nós fizemos
um estudo nós do comitê, gente, vocês estão ouvindo que a doutora está falando?
90.000 arquivos, tá? Então eles fizeram um estudo. Quanto
tempo levaria pra gente poder analisar isso tudo? Eu tenho falado isso aqui
para vocês, gente, por favor, esse assunto é muito muito muito grave, muito
grave. Olha o estudo que eles fizeram aqui. T chegamos à conclusão que nós precisaríamos de 35 pessoas trabalhando
de segunda a sexta nesses seis meses, das 9 às 18 para poder analisar. E mesmo
assim isso não seria frutífero pelo seguinte. No mês de abril que eles abrem
os programas para mostrar pra gente, eles estão começando a escrever as linhas de código. Então você não tem
muito o que analisar porque eles vão mudando, mudando, mudando. Eh, agosto esses programas estão prontos, só que
você já não tem mais tempo para analisar. Então, quando o programa ele tá maduro para você poder analisar, você
já não tem mais tempo. Esse ano a cerimônia de lacração começou 26 e
terminou dia 4. Então, os programas são inscritos, eles são assinados
e eles são empacotados e mandados pros estados. Quando vocês verificarem que o
Ministério Público, a OAB, eles estão assinando, eles estão assinando os pacotes de programas, eles já estão
todos desenvolvidos, prontos, eles estão assinando os pacotes para mandar para os estados. E o que isso significa? O que
que o presidente da OAB assinou esse ano? O Ministério Público assinou, ele
assinou o seguinte: "Olha, esse programa que está saindo daqui do TSE é um
programa original. Esteja ele como estiver, ele vai chegar
na Bahia, vai chegar em São Paulo e nós vamos poder, quem quiser, vai poder
conferir a assinatura digital para ver se ele tá correto. Ele não analisou e
ninguém analisou nada, ninguém sabe se esses programas são programas que não
podem ter um potencial de causar uma lesão ou se um programa fraudado mesmo.
Tá para resumir. Vocês ouviram isso, gente? Gente, vocês estão entendendo a
seriedade disso? Por favor, gente, isso é desde 2014. A doutora diz:
"Olha, ninguém sabe. O programa foi enviado pros estados, ninguém sabe se
tem um vírus lá dentro, um programa que possa gerar danos". Ela diz agora aqui
abertamente, olha aqui as palavras da doutora, da, olha só, ela acabou de
dizer um potencial de causar uma lesão ou seja, um programa fraudado mesmo.
Para resumir, vocês entendem? Ela pode conter um programa fraudado.
Ela disse isso. Os militares acabaram de confirmar agora isso também,
gente. Pelo amor de Deus, só se eu desenhar agora, quando é que o povo brasileiro vai entender que essas urnas
não podem ser atestadas como de segurança? Gente,
em nome de Jesus, acorda, Brasil, distribui isso aqui, tá certo? Eu acho
que depois desse vídeo aqui, que nem começou ainda, calma, eu já vou passar para você, calma, eles vão me tirar
daqui ou eu vou receber um outro processo, tá? Mas alguém tem que dizer a verdade,
pessoal. Muito bem. Vamos então. Já vai, já vou
passar. Vamos lá. Então, foram analisados. Esse ano o PDT, através do comitê, ele fez uma análise,
mas eu vou deixar pro final. Então, vamos lá. Eh, os programas saíram de lá, foram assinados, eles vão para os
estados. O que acontece nos estados? O primeiro programa que entra no sistema é
um programa de segurança. Esse programa chama SIS e ele é desenvolvido pela
empresa Módulo, que é a empresa que desenvolve a segurança do processo eleitoral. Esse programa ele vai impedir
que um programa sem assinatura rodeos de votação. Vocês perceberam que existe
todo um trabalho ali, é um trabalho grande, Hercúlio. Aí depois nós fomos pros estados, então nós estamos bem
antes da urna isso, né? Então, nessa chegada ao estado, os programas entram,
eles são, é conferida a assinatura, instala. O CIS, que é o sistema de segurança, ele permite que se instale o
programa, se o programa tiver com a assinatura oficial. Bem, instalou esse programa, vamos gerar mídias.
Quais são as mídias que são geradas? São as mídias de carga, as mídias de votação e as mídias de resultado e as mídias de
data hora. Essas mídias que são geradas, elas são mídias que vão ser
contabilizadas nas atas de cerimônia. Nesse processo todo tem uma cerimônia e as mídias que
forem geradas, elas vão sendo contabilizadas. Infelizmente, de duas eleições para cá, nós não
estamos conseguindo contabilizar as mídias de resultado. O que são as mídias de resultado? são as mídias que carregam
os votos. dentro da urna existe uma mídia de votação que as pessoas vão vão
votando, ela vai gravando. Existe uma outra mídia que ao final essa mídia de
votação transfere, ela chama mídia de resultado. Essa mídia de resultado é que vai pra totalização. Nós não conseguimos
através de resolução, através de sugestões, contabilizar essa mídia de resultado. Então eu gostaria que vocês
prestassem muita atenção, que isso vai ser importante no final. Filma zona. Gente, eu vou calma, eu vou explicar
rapidinho. Presta atenção agora, tá certo? Nesse seminário, na faculdade de
educação, na universidade lá da Bahia, ela diz: "Não é possível contabilizar a
mídia de resultado, tá certo? Presta atenção agora, por favor. Ó, quero
avisar que tem moderador hoje, tá, gente? por favor, evita comentáriozinho
eh infantil, porque a ordem é excluir, porque essa live aqui vai rodar o
Brasil, tá? Então, presta atenção agora no que ela vai falar sobre a mídia de
resultado, tá? o cartãozinho lá do resultado, o controle lá,
ela tiver 400 urnas, ela teria, né, uma conta
razoável, 410, 420 mídias de resultado. Como a gente não tem esse controle, não
é anotado, não é expresso na ata de geração de mídia,
pode ser gerado 800, 900, quantas forem necessárias para as
pessoas interessadas em fraudar o processo eletrônico de votação. Então esse é um outro momento.
Você ouviu o que ela disse? Você ouviu o que ela disse?
Você está entendendo? Ela está colocando aqui, olha, a mídia de resultado pode ser gerada 400 mídias, mas se alguém
quiser consegue gerar 800, 900 mídias
para alguém interessado em fraudar as eleições, tá?
É isso. Vamos ver se vocês estão acompanhando. Deixa eu ver os comentários. que nós temos percebido muita facilidade
em si alterar o resultado de um pleito. Bem, nessa mesma cerimônia é gerado
também um aplicativo. Esse aplicativo é aplicativo data e hora. Para que que ele
serve? Ele serve para mudar o relógio da urna.
O que que dá para fazer se você mudar o relógio da urna? você consegue clonar uma urna, mandar o resultado paraa
totalização e alterar o resultado da eleição. Nesse
momento que vocês estão vindo, gente, você consegue clonar o resultado da urna,
gente, pelo amor de Deus, gente. Não é possível. Não é possível. Povo brasileiro, cadê
você? Cadê você? Nós temos que cobrar dos
deputados e senadores, gente. Nós estamos indo para as eleições de outubro. Vocês vão me deixar falando
sozinho isso aqui. Essa live não vai correr o Brasil, gente,
entende? Ela está dando uma palestra na faculdade. Porque é que essa mulher ainda não foi chamada no Congresso
Nacional? Gente, tá público no YouTube o vídeo
dela,
gerada essa mídia, aplicativo da Atiora. Eles tomam alguns cuidados e foram
feitos muitos estudos que eles disseram que tinham sido eficientes para que essa
mídia ela fosse eh gerada de uma forma mais cuidadosa. Mas ao final nós vamos
ver que isso também não tá acontecendo. Então vamos partir agora. Nós estamos na
geração de mídia. Eu vou dizer para vocês que aqui na Bahia hoje começou essa cerimônia, a de geração de mídia.
Então, quem tiver curiosidade, pode se dirigir aos CRS que vocês não vão ver nada, mas é isso que tá acontecendo lá,
tá? É, vocês vão chegar lá, vocês vão ver um monte de computadores, vocês não
vão ver urnas porque as urnas vão ser carregadas com essas mídias em locais diferentes. Mas essa situação existe.
Então o que eu trouxe aqui para vocês é o seguinte, eles estão gerando mídia de carga, tão gerando mídia de alteração do
relógio da urna, tão gerando mídia de resultado ali e depois eles vão carregar
as urnas. Aí nós vamos paraa fase três, que é a carga das urnas. Vocês vão ver a
propaganda, eles inseminando a urna, colocando todos aqueles aqueles pen
drives dentro da urna. Essa fase, a fase três. Mas vocês perceberam, olha que
caminho longo que foi feito até se chegar na carga da urna. Será que não
tem? Se algum problema aconteceu lá em Brasília, se alguém de dentro colocou um
programa malicioso, ele não passa, ele não vai até a urna. Será que é
impossível fazer isso? Vamos ver. Nesse momento, no item três, os técnicos vão
fazer a carga das urnas com aquelas mídias que foram geradas na fase dois.
Aqui na Bahia eu recebi um e-mail ontem que a empresa que tá fazendo é uma empresa terceirizada. Lá em Brasília
eles discutiram isso, mostraram pra gente que teve problemas, eles não conseguiram
fazer de forma geral a licitação. Então, cada estado tá fazendo o seu. Parece que
aqui na Bahia é uma empresa chamada Indra. Vocês estão melhor porque no Maranhão
foi o um amigo do Sarnê que tá carregando as urnas, tá? Então, todo
este cuidado que deveria ser tomado pela justiça eleitoral no momento de carregar, digamos que não tenha nenhum
problema, que os programas sejam todos programas hábeis a uma eleição legítima.
Aí nessa carga entregar para terceirizados é uma situação assim que eu concebo que
seja extremamente perigosa. Mas gente, eu vou eu vou mandar, tá? Tenham
calma um pouquinho quando eu interrompo. Eu sei que é por favor, eu vou mandar sim pro Gaer, tá? Eu vou mandar pro Dr.
Sebastião Coelho, eu vou mandar pro Felipe Gimenees, tá? Eu vou mandar para alguns generais que são do meu grupo, eu
vou mandar, gente, porque isso é um absurdo. Vocês viram a gargalhada que deram na faculdade enquanto ela falava
que quem tá fazendo no Maranhão, tá certo? Esse controle era uma equipe do
uma firma do José Sarnei. Gente, pelo amor de Deus, olha, se eu
não adianta, coragem eu tenho para vir aqui e falar, mas se vocês não distribuem, não ajudam nisso, entende?
Se vocês me deixam para falar sozinho num canal desse tamanho para 200 milhões de brasileiros, não adianta,
a revolta fica aqui dentro. Não adianta. Eu quero resolver o problema.
Você entende? Eu não sou candidato a nada. Eu não sou candidato. Eu não tenho interesse político, mas eu tenho
interesse em resolver esse problema. Custe o que custar, doa quem doer. Mas se vocês, eu já estou
prometendo que vou enviar a mídia, mas se vocês não distribuem no WhatsApp, se vocês não se interessam pelo assunto, tá
certo? De eh compartilhar e tudo, etc., comentar para isso ter eh o algoritmo do
YouTube, gente, tem que dar visibilidade a isso. É assim que o jogo funciona,
tá certo? Vamos em frente. Eu vou mandar isso paraa frente também, fica tranquilo. Vamos lá.
Vamos paraa frente, só para mostrar para vocês. Aí nós vamos pra votação. Aí vocês vão ver a propaganda eleitoral que
eu até coloquei, se der tempo da gente passar. A urna usa recursos de criptografia, assinatura digital, não
pode ser conectada à internet, a urna é segura, rápida, ninguém falou dos outros
processos, tá? mesmo no teste que foi feito lá em Brasília, que o Diego
Aranha, professor Diego Aranha participou, ele pegou só esse momento aqui. Eles não mostraram para ele o
código fonte do Jedi que é de geração de mídia, e não mostraram de totalização, como se isso não existisse. Então ele
pegou esse, mas fez um excelente trabalho, muito bem, menino, muito capaz, mas de toda forma ele não entrou
em todo o processo de votação eletrônica. Bem, a votação, acho que
vocês sabem, é o que mais é divulgado, vocês têm mais que que informação disso.
E aí se passa paraa totalização. A totalização é um processo que é feito
no TSE. Eles controlam muito isso. Eu percebi essa dessa vez que eles estão
controlando muito a totalização para que não haja nenhuma
Eles, na verdade o que eu vi lá dessa vez foi que eles têm uma preocupação muito grande com a rapidez, a
totalização. A totalização, a totalização é a rapidez. nossos partidos políticos tem momentos que a gente pode
fiscalizar em cada uma dessas etapas que não é o foco aqui, mas a totalização,
eles tiraram o direito da gente fiscalizar nos estados. A fiscalização tá sendo feita em Brasília.
Em resumo, que eu vou dizer para vocês, é muito difícil fazer a fiscalização do processo eleitoral. Essas seis etapas,
elas são muito caras. você precisa mobilizar um continente de pessoas muito grande. Nós estamos falando de 3.038
zonas eleitorais. Zonas eleitorais são onde são feitas as cargas.
As cargas elas podem ser feitas em mais de uma zona, pode ser feito em mais
lugares que não só uma zona. Outra outra situação é o problema da votação. Nós
temos 451.000 sessões eleitorais.
Então, para você fiscalizar todas as sessões eleitorais, você teria que mobilizar 451.000
pessoas, não o dobro, porque você teria que pôr dois fiscais em cada sessão.
Então, é um processo caro, é um processo penoso e é um processo
muito inexitoso. Por quê? Porque mesmo na fase de desenvolvimento,
mesmo na fase de preparação, quem manipula, quem mexe são pessoas
terceirizadas, tá? Eu não tô falando aqui que as pessoas sejam desonestas. Eu estou
falando da falta de cuidado que a justiça eleitoral tem com o processo. A, na fase de desenvolvimento,
que é o foco que a gente vai ter aqui, eh, são empresas que participaram
realmente de licitação. Por exemplo, a empresa que faz a segurança do processo eletrônico eleitoral é a empresa módulo.
Ela tá na Justiça Eleitoral desde 2002, sem licitação até 2007.
De 2007 a 2010, ela ficou sem licitação. O contrato dela foi sendo renovado.
Em 2010, ela sofreu uma licitação. Como ela tá dentro da justiça eleitoral, me
desculpe, mas eu vou agora vou dar uma opinião pessoal, muito difícil ela não ter participado do projeto básico,
então é lógico que ela vai ganhar, é óbvio que ela vai ficar dentro da justiça eleitoral. Então ela perde esse
interesse, essa disputa, porque a lei 866 ela tem esse foco. Agora, mais ainda
quando se coloca outras pessoas manipulando esses pen drives, essas
mídias de carga, mídia que é a mais perigosa aí de hora, e essas pessoas
também não têm vínculo, elas não têm interesse, elas têm muito pouco.
Não que elas sejam desonestas, mas eu acho que essa falta de cuidado da justiça eleitoral, ela é permeada pela
displicência, eu acho. Bem, vamos em frente. Bom, eu vou para
antes dela seguir em frente. Agora eu vou abrir o jogo também, como ela abriu, tá? Tirar você da contagem
dos votos. Olha para cá. Presta atenção que eu vou dar de informação aqui. Tirar você da contagem
dos votos foi eliminar quantos eleitores tem no Brasil. Eu tinha esse número de
cabeça. Vamos dizer que sejam 100 milhões, tá? 120 milhões. Presta
atenção. Tirando você da contagem do voto, eles eliminam eliminam, cortam de
vez 120 milhões de fiscais.
Entendeu o que eu disse? Porque quando você aperta aquela teca, confirma que era obrigatório sair o seu voto impresso
na sua frente, você era o primeiro fiscal do seu voto. Eles disseram: "Não, vamos
acabar com isso. Ah, os fiscais têm que ser contratados por nós".
É o que ela tá dizendo aqui, de firmas terceirizadas. Você não sabia, mas você era o fiscal do
seu próprio voto. Imprimia lá, você dizia: "Ah, realmente, tá, tá aqui o o
que eu realmente estou vendo o meu voto." Eles cortaram da noite pro dia. Gilmar Mendes fez isso. Quem assistiu a
minha live ontem, ele cortou 120 milhões de fiscais com uma canetada só. Por quê?
Por que ele não quer que você seja o fiscal do seu voto.
Análise do código fonte. Pode passar mais um. Olha, senhores, ali não tem urna, tá? Isso aí é o ambiente lá de
Brasília onde nós ficamos para analisar os códigos fontes. Eles colocam
computadores para que a gente faça essa análise e nós temos os 180 dias para
poder ficar trabalhando. Nesse dia, olha quem tá lá atrás. Eu estava nessa
audiência, eu estava lá, o ministro estava dizendo o quê? Olha, os programas que estão lacrados
nesse nesse CD, eles são os programas oficiais e
garantem a licitude da eleição, porque se alguém que quiser fazer uma auditoria
vai poder eh vir aqui e tirar esse CD. Muito bem. Levou para uma sala cofre.
Então, eu gostaria que vocês vissem essa foto. Por quê? Porque a a propaganda eleitoral ela não traz para você isso,
essa etapa do processo eletrônico de votação, uma etapa que poucos podem
participar, mas ela é muito importante porque é de lá que saem os programas que vêm pros estados, estejam eles como
estiverem. Como eu já disse, vocês estão vendo que eu estou lá atrás. O que que eu estava fazendo lá atrás? Eu estava
pedindo para que eles me entregassem naquele mesmo momento as tabelas de
hash. Por quê? Eles assinaram os programas e naquela mesma cerimônia
eles geram as tabelas de R, que são o resultado das assinaturas. Não sei se
todos me entendem ou eu tenho que que explicar melhor. Eles assinam, as assinaturas, elas viram um código
imenso. Eles geram uma tabela de récha, as tabela de recha entregue pros partidos. Então eu tava ali pedindo para
eles que me entregassem a tabela. Para quê? para que eu fosse, se eu for fazer fiscalização em algum estado, eu confira
esses dados em logo. Bem, esse ano que eu vou falar para vocês, nós vamos para
exatamente análise de código fonte. Nós contratamos um aluno da UnBe
para analisar o código fonte em agosto. código fonte que estava à disposição.
E o menino, o nome dele é Gabriel Gaspar, ele é aluno do professor Pedro e
ele fez uma análise e nós descobrimos umas situações muito
sérias e eu queria colocar aqui para vocês em primeira mão dizendo o seguinte: a ideia não é tumultuar as
eleições, a ideia é divulgar que existe problema sério nas urnas. Vocês estão
ouvindo, não estão? Vocês estão ouvindo? Tá certo? Vocês estão ouvindo? Os
militares também já disseram que tem problema, tá? Nós só contamos conosco mesmo, com o
povo, tá? Se essa live ficar parada, gente, a culpa também é nossa, tá? Vocês
estão ouvindo o que ela tá dizendo? para que essas pessoas que têm condições de manipular, que elas não tenham a
oportunidade de fazer isso. E outra coisa, chamar a atenção do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do
Brasil e até o TSE, se ele não tiver sabendo, para que ele interaja com essa
empresa de segurança que fez esses programas para que ela tome cautela e
retire esses programas da da base de dados do código fonte. Bem, o que que eu
fiz? Nós analisamos o código, como eu estou sobre compromisso de sigilo, eu
chamei para mim toda a responsabilidade, fiz uma petição paraa OAB e fiz uma
petição também pro ministro Tofle, dizendo para ele das vulnerabilidades
que a gente tinha encontrado no código fonte. E algumas das irregularidades
eles responderam, mas as respostas são assim totalmente descabidas.
a situação é grave e eles parece que não estão muito preocupado, tá? A primeira
vulnerabilidade que a gente encontrou, lembra que eu falei para vocês do dispositivo data e hora, que ele muda da
urna. Esse dispositivo foi contratado um instituto muito importante aqui no
Brasil para fazer uma análise, para que ele ficasse bem mais seguro. Por quê?
Quem tiver esse da hora, ele é da justiça eleitoral, ele tem um um
dispositivo da hora, esse dispositivo ele é colocado na urna e muda o horário da urna. Ele pega essa urna, muda ela
pro dia da eleição, faz a votação, vota, depois ele pega a mídia de resultado que
a gente não tem controle. Se ele gerou 400, 500, 600, a gente não tem controle. ele pega a mídia de resultado e
substitui. Dá para coibir isso se você pegar o
boletim de urna da urna, só que são 451.000 locais, então é impossível você pegar
boletim de urno em todas. Bem, o que aconteceu? Para que esse dispositivo ficasse mais seguro, eles colocaram eh
uma senha. Analisando o código fonte, a gente descobriu que essa senha ela é
sequencial fixa de seis números.
Vocês entenderam? Bom, eu vou dizer assim, para você votar, para você votar com biometria, a
justiça eleitoral costuma dar um número só, 5 5 6.
Eu pensei que no código fonte não seria possível colocar lá uma uma sequência
fixa, uma base fixa de seis dígitos. todo mundo, todos os técnicos do sem
isso aí elementar, porque mesmo que não seja usado essa sequência fixa nos
estados e seja implantado uma sequência aleatória, ela é quebrável assim em segundos com
computador doméstico, né? Então qualquer
vocês estão ouvindo, né, gente? Desculpa interromper aqui mais uma vez. Olha, presta atenção o que eu estou falando.
Eu venho falando isso aqui há anos, o que ela está dizendo, tá? E tem mais, tem coisa pior. Quando você chega lá na
mesa, o mesário libera a urna para você, você tinha que colocar o seu
contracódigo. Ele pega o seu título de eleitor e faz dá enter. Liberou a urna. Quem disse que
aquela urna foi liberada no seu nome? Quem disse que não foi alguém que morreu, por exemplo, tá entendendo? Ou
alguém que não foi comparecer para votar. Aí você vai lá, tá certo? E vai
na urna. Tudo bem? Depois você volta ali, olha. Mas presta atenção, o próprio
Gilmar Mendes já disse que existia o tal do mesário pianista. O Gilmar Mendes
disse isso numa churrascaria lá no Maranhão. Tá aqui na minha live, numa das minhas lives. O que significa isso?
O mesário lá, ele libera a urna antes do final do expediente, ele libera, ele que
tem o código. Qualquer um vai lá e vota por quem quiser, por quem não compareceu, por quem tá morto, porque o
certo era você chegar lá, ele digitar o código dele, aí você ele passava o
teclado para você como se fosse o seu cartão de banco. Lembra quando você paga no restaurante, aí você digitava
o seu contracódigo também. Aí fechou. Aí diz que é você. Tá. Então essa advogada
está falando a verdade, tá? Eram senhas de seis dígitos que qualquer um podia
quebrar lá. Ela se refere a um outro momento, mas eu estou parando aqui
porque tem pessoas mais unidas na live que eu quero que elas também entendam. Qualquer um consegue quebrar até com
computador de dentro de casa. Tá certo? Tá aí
a pessoa que tiver acesso ao computador da justiça eleitoral vai poder gravar
uma mídia de date hora, mudar o resultado da urna e clonar uma urna
com votação aleatória, uma votação que ele faz na própria casa.
Essa foi uma vulnerabilidade que não é a pior.
A outra que eu reputo assim, eu vou até pular mais grave. A outra que eu pedi
para fazer um teste que eu já tinha visto um computador da justiça eleitoral. Lembra daquele momento que eu
falei para vocês de gerar mídia? Você tá gerando mídia, os programas são oficiais
da justiça eleitoral, eles estão adentrando a uma base de dados da justiça eleitoral. O sistema SIS, ele
obrigatoriamente teria que impedir que se acessasse à internet. Eu pedi para
fazer um teste gerando mídia em computador com conexão e sem conexão.
Os dois são possíveis e não existe nenhum alerta com relação à conexão da
internet. Então o que é possível? Nós que somos auditores fiscais,
Ministério Público, juiz, quem tiver lá na cerimônia de geração de mídia, não
vai saber se o programa que eles estão colocando no pen drive veio da internet,
por acesso à internet ou da base de dados do TR. Aí vocês vão ouvir que provavelmente já
estejam falando o seguinte: "Mas não roda programa na urna se não tiver
assinatura, a urna rejeita". Concordo. Só que essa que eu reputo a o problema
mais grave, nós encontramos na base, no código fonte, um programa denominado
inseritator. Esse programa ele serve para inserir a assinatura
na na base de dados do sistema. Então, esse programa ele é ele é executável,
ele está sozinho numa linha, eh a chave privada e a chave
pública estão dentro do programa e ele é ele é acionado
por teclado. Esse programa veio pros estados, eu tenho certeza que veio. Por quê? porque
eu analisei ele no dia 3 e no dia dois os programas foram compilados.
Então eu até levanto aqui pros expert se isso seria um backdoor.
Por quê? Porque a empresa que faz a segurança, ele tá dentro do SIS. Ele é uma parte do
SIS, o sistema de segurança. E se ele, quem tem conhecimento desse
programa, se colocar assinatura, pegar programa da internet, colocar
assinatura, ele vai rodar.
Aí nós fizemos um questionamento pra justiça eleitoral dizendo, mas por que que esse programa tá aí dentro? Isso é
altamente lesivo. Isso aí pode alterar o resultado total de uma eleição. Eles disseram: "Olha, isso aí era usado até
2004 e era para pra gente acertar certificado e em 2004 entrou e CP
Brasil, nós não precisamos mais. Só que o programa é executável. Ele foi mandado
para cá porque foi compilado. Eu não sei se ele está assinado porque a gente não achou ele na tabela de rest, mas ele é
capaz, ele é está preparado para colocar a assinatura num programa que não seja
da justiça eleitoral. Essa é a petição que a gente fez para entregar paraa OAB e pro ministro Tofoli. É a petição que
tá dizendo isso que eu acabei de mostrar para vocês. Aí vocês vão dizer assim: "Ah, mas esse é utopia. Você não
conseguiu provar que um programa sem assinatura roda?" Muito bem. Eu fiz a
auditoria de Londrina. Isso é um arquivo de log de um processo
de Londrina. Não roda, gente. Se o programa não tiver assinado, isso é verdade. Não roda.
Esse arquivo de log é de uma zona lá de Londrina. Eu comecei a analisá-lo. Olha,
27/08/212, os programas da das eleições 2012 ainda
não estavam prontos. E nessa zona a pessoa já começou testar para colocar um
programa que não era oficial. Se vocês olharem, olha, 28, ele abriu o Jedi.
Jedi que eu estou falando aqui é geração de mídia. Ele abriu o Jedi e foi
conferir as assinaturas, que é o Cis que faz. Foi indo, foi indo. Aí ele chegou ali,
ó, dia 27 às 13:31. Isso é muito rápido. Eu estou falando de de segundos ali, ó.
Tá? Dia 27, 13:31, ele começou a
verificar o programa Hot Swap Flash. Para que que serve esse programa? Esse programa ele monitora as mídias e
resultado, tá? Ele está ali olhando as mídias de resultado. Rodap, versão 19,90
em execução. Alerta, versão incompatível do Rod Su. Ele era incompatível. O CIS
falou: "Não, esse programa não pode rodar". Vocês perceberam que ali às 13:32 o programa cai,
desliga, tá? Isso aí ainda tavam testando lá em Brasília, analisando os programas lá em
Brasília não tinha ainda programa oficial. Dia 28 ele tentou de novo.
Ó lá, ó, 28/08 14:47 versão incompatível do Hot Swap Jedi derrubou de novo.
Tá mais um. Ele foi persistente. Aí ele ele ficou quase um mês tentando, né,
resolver o problema da assinatura. Aí ele conseguiu um programa roda. Versão
incompatível. Ele queria uma versão posterior, mas ele conseguiu fazer rodar. Como é que ele fez rodar? Isso é
absolutamente compatível com a hipótese de se utilizar o programa Inserator
para que uma assinatura tenha sido colocada nesse programa para ele se
tornar oficial e rodar. Então vocês vejam que aí houve um pecado por o
arquivo de log denunciou, denunciou que havia um problema, né? Só
que quando a gente fala de arquivo de log no TSE, a primeira coisa que eles
fazem é dizer o seguinte: "Olha, necessariamente o que está no arquivo de log não significa que estava na urna ou
que estava no sistema. E o próximo passo que eu acredito que esse ano eles tenham feito foi fazer o
programa não logar mais. Aí, senhores, eu vou dizer o seguinte, eu sempre fui do grupo a mais otimista.
Eu achava que sempre havia uma chance da gente pegar. Se eles tivessem deixado
essas portas, essa possibilidade de fraude, eu achei que a gente conseguiria
atingir o objetivo e pegar e pelo menos denunciar. porque não vai mudar não. Não vai mudar muita coisa. Mas depois de eu
ver o Inserator como ele está no Código Fonte, que nós estamos preparando ainda um relatório, como ele está, como ele
tava bem produzido, bem preparado, como ele veio, todo mundo assinou, ninguém
ligou para para isso. Ah, é um é era para colocar certificado, não tenho mais
certificado. Eu fiquei discrente. Fiquei discrente. E quem fez, quem deixou esse
aptrecho hábil a modificar o resultado, se quiser vai fazer, vai fazer aqui, vai fazer em
São Paulo, porque eles estão em todos os TRS. Ouviu isso ou você quer que eu desenhe?
Você quer que eu desenhe? O relatório das Forças Armadas diz que
essas urnas não podem ser atestadas como seguras.
10 anos depois, o computador central do TSE continua
acessando a rede. Tá no relatório. Só o general Tomás não viu nada demais
no relatório das Forças Armadas.
Enquanto nós tivermos o réu, que é a justiça eleitoral, julgando os
processos, nós não vamos ter sucesso. Então eu volto a dizer o que o Amilcar
falou lá na frente. Será que é esse país que a gente quer deixar pros nossos filhos? Essa eleição, ela tá muito
acirrada, muito. Ela tá assim par a par. Agora, se o inseritor for usado, eu
espero que que os juízos, eu espero que a justiça eleitoral coíba isso, que ela tome providência junto a módulo para
módulo não ter oportunidade de usar esse esse apetrecho, esse método aí de
assinatura digital. Então, era isso que eu queria trazer para vocês.
Muito obrigado, doutora Maria Aparecida. E eu queria dizer que agora nós teríamos
a palavra do TRE que foi convidado, infelizmente não poôde comparecer e
avisou que em função da sobrecarga que tinha não poderia comparecer a esse debate. Fui informado de que amanhã
haverá uma gravação na TVE com a presença do TRE. Então essa também é uma
ação e parceria que a gente tem sempre com a TV e com ERDEB, que tem dado muito suporte a essas nossas discussões.
Só me resta, só me resta agora, gente,
apelar para você que distribua essa live, tá? Eu já venho falando disso há
muitos anos, há muitos anos. Eu já venho mostrando, enfrentei aqui vários
processos já, vocês sabem disso. O meu canal está desmonetizado, o meu Telegram
foi cortado pelo Alexandre de Moraes. Eu tinha 80.000 pessoas com um ano só de
Telegram, tá? O meu canal aqui, eh, muitas vezes o algoritmo do YouTube não
joga os vídeos que eu coloco. Vocês sabem de tudo isso, tá?
Nós temos 48 minutos de live. Eu só quero agradecer a Deus a oportunidade
que eu tenho de estar aqui. Eu não vou me calar.
A minha última pergunta vai para o general Tomás, o comandante do exército.
O senhor ainda vai deixar o relatório das Forças Armadas parado?
O senhor ainda vai deixar. Aí está o trabalho bem feito por uma advogada que tem muito conhecimento,
mais do que muitos generais e muito mais coragem.
Obrigado a você que me acompanhou até aqui. Eu peço gentilmente, eu preciso da
ajuda financeira de vocês. O canal você não precisa depositar R 1 milhão deais. Eu não preciso desse
dinheiro todo. Eu não preciso disso, mas eu preciso pagar as continhas e não é
justo, tá certo? Que um aposentado, pague por tudo isso. No dia 7 de, no dia
21 de abril, agora lá em Copacabana, eu tive que tirar R$ 7.000 R$ 1.000 do meu bolso para concluir os 20 e tantos
mil que eu tinha me proposto a pagar o grupo para fazermos a live de Bolsonaro
em Copacabana, tá? Então fica aí da sua consciência. O mês começou e eu tenho gente que precisa
dos valores que você tem para doar. Muito obrigado a todos.
Deus abençoe vocês, né? Eu
já não sei mais o que fazer. Eu já tô mostrei tudo. Táí escancarado. Só resta vocês divulgarem.
Até a nossa próxima live, se Jesus Cristo permitir.

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