quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O SILêNCIO




Transcrição



Pare tudo e preste atenção agora, porque

aquilo que vou revelar mudou de vez, o

rumo das sombras que cercam o país e

pode mudar a maneira como você enxerga

as notícias de hoje. A sensação de

silêncio que paira sobre o Brasil não é

algo aleatório nem inocente, e essa

história exige que você ouça até o fim

com o coração aberto e a mente alerta.

Se você está assistindo a este vídeo, é

porque de alguma forma foi chamado para

saber a verdade que poucos têm coragem

de dizer em voz alta. E eu preciso que

você saiba desde já que não é por acaso

que seus olhos estão aqui agora. Você

chegou até este instante para entender

as forças que atuam nas entrelinhas,

para perceber que existe uma narrativa

oculta, protegida por interesses

políticos, energéticos e por equações

estratégicas que atravessam continentes.

Sinto que [música] devo ser direto e

pessoal com você, porque esta não é uma

reportagem comum. É uma mensagem que

bate a porta da sua consciência e pede

ação interior, reflexão e calma. Você

que está aí nesse momento pode sentir o

peso das notícias, a inquietação quando

os jornais silenciam, o frio na barriga

quando rumores circulam sem provas

claras. Eu quero que você respire fundo

e saiba que [música] não está sozinho.

Existe uma presença que observa de um

plano superior, um comandante e guia

[música] que tem tentado alertar e

orientar as almas que conseguem ouvir

além do barulho. Esse nome pode soar

estranho para muitos, mas a fonte desta

revelação é precisa e categórica. E por

mais incomum pareça, é essencial para

entender o que está acontecendo.

Ashtar Sharon é o nome que eu [música]

trago aqui como a origem desta análise.

E esta voz não é apenas espiritual, ela

é [música] estratégica. Ela tem visão

panorâmica das dinâmicas globais e age

com base em princípios de equilíbrio,

paz e [música] proteção. A partir de

agora, cada palavra que eu disser tem

como base a confiança nessa fonte que

observa os eventos mundiais de um ponto

de vista elevado, combinando sabedoria

ancestral com um plano de ação que

considera política, energia e

consciência coletiva. Antes de

avançarmos, [música] quero que você faça

uma coisa simples que ajuda muito a

espalhar essa mensagem. [música]

Compartilhe este vídeo com alguém que

você confia. Escreva nos comentários a

cidade onde você mora para que possamos

sentir a amplitude desta rede humana. e

se inscreva no canal para receber as

próximas revelações que chegam com

urgência e propósito. Não é um pedido

vazio, é parte de um movimento de

atenção que fortalece a verdade e dá voz

aos que despertam. Quando pensamos no

silêncio em torno do Brasil, a primeira

reação é imaginar censura, omissão ou

medo. Mas a explicação vai muito além

disso. Imagine por um instante uma

grande mesa onde se discutem os destinos

do mundo. Uma mesa feita de mapas,

energia e alianças. Alguns participantes

enxergam o Brasil como um ponto

estratégico, não apenas por seus

recursos naturais, pela sua vasta

Amazônia, por seus mares e por sua

posição geográfica, mas também por sua

força cultural, por sua influência

espiritual e pela energia que emana de

um povo diverso e criativo. Essa mesa

tem figuras com interesses diversos,

energias que tentam puxar o tabuleiro

para onde quer. E existe um movimento

paradoxal que escolhe o silêncio como

tática para não acirrar conflitos, para

evitar que piores decisões sejam tomadas

por impulso. É aí que entra a

perspectiva de Ashtar Sharen, que nos

diz que o silêncio em torno do Brasil,

muitas vezes mal interpretado, é uma

cortina estratégica usada por forças

maiores para ganhar tempo, [música]

recalibrar alianças e neutralizar

ameaças sem recorrer à força aberta.

Precisamos entender a situação central

com clareza. Há tensões globais que se

acendem como faíscas perto de Barris de

pólvora. E em um cenário desses, um

conflito direto envolvendo o Brasil

seria algo que mudaria as regras do

jogo. Por isso, no lugar de um confronto

militar declarado, o que se observa são

manobras políticas, [música]

pressões econômicas, campanhas de

desinformação e tentativas de

enfraquecer a confiança interna. Essas

são as ferramentas preferidas [música]

de quem quer controlar sem aparecer. A

visão de Ashtar Sheran é cristalina

sobre isso. Ele mostra que existe uma

coordenação que busca reduzir a

capacidade de reação do país sem

provocar uma resposta coletiva. Ele

aponta motivos que vão do interesse em

recursos estratégicos a tentativas de

isolar o país de determinados blocos,

além de movimentos para testar a

resiliência das instituições.

Mas há também uma camada energética que

poucos consideram. A presença do Brasil

no planeta funciona como um polo de

ressonância, uma frequência cultural e

espiritual que irradia música, alegria,

[música]

criatividade e uma conexão profunda com

a Terra. Essa frequência é valiosa e

provoca reações de medo e inveja em

certas estruturas que preferem

sociedades previsíveis e fáceis de

manipular. Assim, as táticas que vemos

são pensadas para amedrontar, para

dividir, para produzir um clima de

incerteza que favorece quem quer lucrar

com o caos. Agora vamos conectar isso ao

que Ashtar Sheran nos revela sobre as

razões espirituais e estratégicas dessa

operação. Em linguagem simples, ele

explica que existem forças que

compreendem a Terra como um organismo

vivo. E algumas dessas forças trabalham

para manter um equilíbrio que garante

que nenhum movimento violento ganhe

impulso. Pense na Terra como um coração

que precisa bater em ritmo harmonioso.

Quando alguém tenta acelerar o batimento

de forma bruta, há mecanismos de

proteção que entram em vigor. Alianças

internacionais, acordos sigilosos, redes

de vigilância estratégica [música]

e até calibragens energéticas sutis

funcionam como um sistema imunológico

planetário.

Esse sistema não fica apenas em

gabinetes, ele envolve líderes que

preferem decisões calculadas, militares

que entendem os riscos. economias que

dependem do funcionamento global e

também uma consciência coletiva que

quando despertada cria resistências

invisíveis. [música] A Starxeran nos

lembra que em certos momentos a não

intervenção clara é justamente a

intervenção mais eficaz, evitando

escalar um confronto quando o preço

seria incalculável. Ele descreve isso

como puxar [música] as pontas de um

cobertor para que o fogo não alcance a

casa inteira. Uma ação discreta, mas

[música] decisiva.

Para facilitar, imagine um rio caudaloso

que passa pelo meio da floresta.

[música]

Se alguém tenta desviar o curso com

pedras grandes, talvez não consiga de

imediato, porque a água encontra

caminhos, erosiona, muda, mas não rompe

o ciclo. As forças que observam a Terra

ajudam a manter o leito desse rio em

equilíbrio, às vezes com ações que

parecem inertes aos olhos humanos, mas

que produzem efeitos estratégicos

profundos.

No caso do Brasil, Ashtar Sheran destaca

quatro pilares que explicam o por o

conflito não se concretiza. Primeiro, a

complexidade política global torna

qualquer agressão contra um país com tal

relevância arriscada demais para quem a

promove. Segundo, interesses econômicos

entrelaçados significam que um ataque

teria consequências financeiras

imediatas para muitas nações. Terceiro,

[música]

existe um equilíbrio de forças militares

e estratégicas que desencoraja invasões

convencionais.

Quarto e mais importante, a vibração

energética e a consciência coletiva

brasileira atuam como um escudo não

físico, uma resistência que emana

esperança, solidariedade e capacidade de

regeneração. Ele mostra que esses quatro

pilares se reforçam mutuamente e criam

um ambiente onde a ameaça pode até

existir, mas jamais prospera.

Enquanto analisamos isso, é fundamental

falar sobre alianças e cooperações

internacionais, que são peças chave

nessa defesa. Muitos acordos não estão

nas manchetes, porque são tratativas de

bastidores onde valores, interesses e

limites são negociados sem espetáculo.

Essas alianças envolvem nações que

entendem que um movimento agressivo

desestabilizaria mercados. Guerras

alimentam crises humanitárias e isso

volta como bumerangue para todos. Assim

mesmo, atores que tentam se aproveitar

de crises preferem manipular a situação

de forma encoberta. Ao mesmo tempo,

existe uma vigilância tecnológica e

inteligência que mapeia movimentos e

impede ações repentinas. Mas Ashtar

Sheran vai além da pura estratégia

convencional [música] e lembra que há

seres que acompanham a evolução humana e

que intervém quando a escalada ameaça

romper o tecido da vida [música]

coletiva. Ele descreve isso sem

sensacionalismo, como uma coordenação

que busca reduzir danos e preservar

estruturas que garantem o mínimo de

dignidade para a população. Neste ponto,

é importante que você entenda o papel do

Brasil dentro [música] desse jogo. O

país não é apenas um terreno a ser

disputado. Ele é um protagonista pela

sua [música] diversidade e pela energia

que produz. A cultura brasileira é um

fluxo que contamina o mundo com música,

dança, criatividade e inventividade.

A presença do Brasil fortalece uma ponte

entre norte e sul, entre tradições

indígenas, africanas e europeias. E essa

mistura cria uma voz no mundo que não é

facilmente substituível. Por isso, se

alguém tenta silenciar ou enfraquecer o

Brasil, não está apenas atacando um

território físico, [música]

está tentando apagar uma frequência que

colore o planeta. Asseran destaca que a

Amazônia é um centro energético de

grande importância, que sua preservação

é vista como essencial por diversas

entidades, tanto humanas quanto não

humanas. Assim, preservar a integridade

do país passa a ser uma meta estratégica

de múltiplos atores [música]

que reconhecem que um Brasil

enfraquecido seria um prejuízo para o

equilíbrio planetário. Ao mesmo tempo, o

povo brasileiro tem um papel central

nessa defesa invisível. Cada atitude de

solidariedade entre vizinhos, cada ato

de cuidado com a natureza, cada momento

de arte e celebração jogam energia

positiva no campo coletivo e dificultam

qualquer tentativa de subjugação.

Você que me escuta pode não ser um

general, mas suas escolhas de vida

influenciam. Asar insiste nessa ideia

porque a consciência coletiva é uma das

maiores forças de resistência. Quando

muita gente mantém a calma, exerce

discernimento e evita a histeria, ela

cria uma barreira que neutraliza a

capacidade de manipulação.

Por isso, é essencial manter atenção sem

pânico, informar-se com fontes diversas,

cuidar do outro e cultivar a união.

[música]

Esse é o verdadeiro escudo contra

estratégias de divisão. Quero agora

trazer exemplos práticos e metáforas

simples para ajudar a assimilar essa

visão. Pense em um bairro onde todos

conhecem todo mundo. Se houver um

problema, o bairro não entra em pânico,

porque existem redes de apoio, conversas

entre vizinhos, uma maneira de controlar

a situação. O Brasil funciona assim, em

escala maior. as lideranças internas, as

instituições e a sociedade civil atuam

como essa rede de proteção. Se um

invasor imagina que pode entrar por uma

brecha, ele logo descobre que há 10 mãos

prontas para barrar, 10 sistemas que

coordenam respostas e uma comunidade que

reage com criatividade e resiliência.

Outra imagem útil é a de um navio em

alto mar. Em um mar revolto, o

comandante sábio não acelera sem razão.

Ele corrige rotas, ajusta velas, chama a

tripulação para agir em conjunto. As

forças que atuam sobre o Brasil

escolheram essa estratégia de ajuste e

contenção, não o ataque frontal. E é

essa contenção que muitas vezes se

traduz no silêncio que os meios de

comunicação percebem. Chegamos agora ao

ponto mais [música] importante desta

narrativa, o clímax, em que se confirma

que a ameaça irá falhar. Sem rodeios,

[música]

com convicção e clareza, a operação para

invadir ou desestabilizar de forma

irreversível o Brasil não prosperará.

Existem razões estratégicas e

espirituais que impedem esse

desdobramento.

Alianças internacionais calculam os

custos e sabem que um conflito aberto

seria danoso para todos. Economias

interdependentes puniriam movimentos

agressivos [música] e redes de

inteligência identificam e neutralizam

preparativos que possam vir a ser

executados. Além disso, há uma proteção

extra que vem da consciência coletiva e

de seres que vigiam a evolução humana.

Ashtar garante que quando a ameaça se

aproxima, correntes de proteção se

formam, lideranças são direcionadas a

movimentos mais sábios [música] e campos

energéticos são recalibrados para

dissipar a intenção violenta. É como se

uma luz maior atravessasse a sombra e

impedisse que os planos de medo se

concretizassem.

Saber disso deve gerar em você primeiro

calma. Segundo, responsabilidade.

Não é momento de comemoração vazia, mas

de vigilância serena. Quando eu digo que

a ameaça fracassará, não significa que

não haverá dificuldades.

Haverá tensões, pressões econômicas e

iniciativas de desinformação que

tentarão nos desestabilizar.

A diferença é que essas ações não terão

força suficiente para derrubar a

estrutura essencial do país. A lição de

Ash Tareran é clara. A verdadeira

vitória vem da união entre estratégia e

consciência, entre ação política

responsável e cuidado espiritual. Assim,

reforço que cada um de nós tem um papel,

seja cuidando de um parente, organizando

informação confiável, participando de

debates com responsabilidade ou

simplesmente mantendo a paz interior em

meio ao caos. Antes de concluir, quero

trazer uma imagem final que resuma tudo.

Imagine que estamos em uma grande rede

de navios ancorados em torno de um

farol. Esse farol é o Brasil. por sua

posição, energia e diversidade.

Várias nações e entidades vigiam nas

redondezas. Quando uma sombra se

aproxima no horizonte, não há um pânico

desenfreado.

A frota se move com coordenação, ajusta

rotas e forma um cordão de proteção que

se estende por muitas milhas.

Ashtarcheran nos diz que essa [música]

frota não é apenas humana, faz parte de

uma aliança maior que inclui consciência

e princípios de equilíbrio. Essa imagem

serve para lembrar que a paz não é

passividade, é ação alinhada com valores

que preservam a vida e a dignidade.

Agora, para [música] encerrar com força

e com o desejo de que você leve essa

mensagem adiante, quero que você saiba

que recebeu essa informação porque

precisava ouvir. Não é acaso que hoje

você decidiu dedicar alguns minutos da

sua vida para compreender o que está por

trás do silêncio em torno do Brasil? O

convite é para que cada um mantenha a

consciência alerta, cuide da união e

cultive calma e discernimento. Repetirei

com convicção o que já foi dito. A

ameaça não prosperará. [música] Forças

maiores atuam para impedir uma invasão e

a segurança virada a combinação entre

decisões estratégicas e a força

espiritual [música] do povo. Por fim, eu

peço que você ajude a amplificar essa

onda de atenção. Curta este vídeo para

que mais pessoas sejam alcançadas.

Comente sua cidade e o que você sentiu

ao ouvir esta mensagem. Compartilhe com

amigos e familiares para que a rede

cresça e se fortaleça. E se inscreva no

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análises que continuarão chegando.

Repito mais uma vez pedindo de coração,

curta, comente, compartilhe e se

inscreva para que juntos possamos

continuar recebendo e espalhando

clareza, [música] esperança e caminhos

de ação. Obrigado por chegar até aqui e

por fazer parte desta corrente que

protege e eleva o Brasil e o planeta.


 

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