casa. Vendo a aflição de John, Linda
sugeriu que ele fosse olhar a casa para
ver se encontrava algo fora do lugar e
que fosse suspeito. John e seu amigo
Flit White foram procurar e pouco tempo
depois John voltou segurando o corpo de
John Benê nos braços. O corpo foi
encontrado no porão com fita adesiva na
boca, uma marca de pancada na cabeça,
ela estava enrolada em um cobertor
branco e uma corda amarrada nos pulsos e
em volta de seu pescoço. Quando Joe
Benet foi movida, a cena do crime foi
ainda mais contaminada e evidências
forenses cruciais foram perdidas, o que
dificultou o trabalho da equipe forense.
Nesse momento, a investigação mudou de
sequestro para um homicídio. No porão, a
polícia encontrou um pedaço de pincel.
usado para fazer um tipo de um
torniquete, uma espécie de aste com
cordão usado para apertar ainda mais o
pescoço da criança.
Não havia sinal de invasão ou algo do
tipo. A polícia estava convencida de que
quem cometeu o crime era alguém da
família ou alguém que tinha fácil acesso
à casa. Cada um dos Hamseis forneceu
amostras de caligrafia, sangue e cabelo
à polícia. John e Petsy participaram de
uma entrevista preliminar de mais de
duas horas e Burk também foi
entrevistado nas primeiras semanas após
a morte da irmã. Scott Gibons, um
vizinho, afirmou que por volta da
meia-noite, enquanto olhava pela janela
de sua própria casa, viu a cozinha
superior da residência Hamsey, iluminada
com luzes fracas. Uma outra vizinha
disse que mais ou menos à meia-noite da
noite anterior ela escutou um grito
vindo provavelmente da casa dos Hamsey.
Ela disse que estava dormindo nesse
momento, mas que acabou acordando com
esse grito e disse que parecia ser um
grito de criança. Petsy relatou ter
encontrado o bilhete de resgate na
escada perto da cozinha. O bilhete
exigia 118.000
pelo retorno de John Benet. John disse
aos primeiros policiais que chegaram ao
local que era o valor quase idêntico ao
seu bônus de Natal que ele havia
recebido da empresa em que trabalhava, o
que sugeria que alguém com acesso a essa
informação estaria envolvido. Os
investigadores analisaram diversas
teorias sobre o valor exigido,
considerando os funcionários da empresa
em que ele trabalhava que poderiam saber
o valor do bônus de John. Também
consideraram a possibilidade de o pedido
de resgate ser uma referência ao Salmo
118 e consultaram fontes religiosas para
determinar sua possível relevância. O
bilhete de resgate parece fazer
referência a alguns filmes como Por
favor Matem Minha Mulher, Fuga de Nova
York, perseguidor implacável. O bilhete
de resgate era muito longo. O FBI
informou a polícia que era muito incomum
bilhete desse tipo ter sido escrito na
cena do crime. A polícia acreditava que
o bilhete havia sido forjado, pois não
continha impressões digitais, exceto as
de Petsy e das autoridades que o
manusearam e porque incluiam um uso
comum de pontos de exclamação e siglas.
O bilhete e um rascunho foram inscritos
com uma caneta e um bloco de notas da
própria casa dos Hamsey. De acordo com o
relatório do Departamento de
Investigação do Colorado, havia indícios
de que a autora do bilhete de resgate
era Petsy Hamsey, mas as evidências não
foram suficientes para uma conclusão
definitiva. Michael Biden, um
patologista forense certificado que
consultou ambos os lados do caso, diz
que nunca tinha visto uma nota como
aquela em seus 60 anos de experiência e
que não achava que tivesse sido escrita
por um estranho, levantando ainda mais
suspeitas. Um tribunal federal
considerou altamente improvável que Pets
tivesse escrito bilhete, citando seis
peritos certificados em caligrafia. O
tribunal lamentou a interferência dos
peritos sem credenciais no caso, ao
acusarem Pets sem qualquer fundamento
científico. A utópsia revelou que John
Benet foi morta por estrangulatura
craniana. Não havia evidências de uma
agressão sexual convencional, mas isso
não descarta que pode ter ocorrido uma
agressão sexual. Nenhum semmen foi
encontrado, mas havia evidências de que
havia ocorrido uma lesão em suas partes
íntimas. As evidências também sugerem
que o pincel usado como um torniquete
também havia sido usado para agressão
sexual. Na época da autópsia, o
patologista registrou que parecia que
sua área íntima havia sido limpa com
pano. A autópsia revelou que a criança
pode ter comido abacaxi antes de sua
morte. Fotos tiradas da casa no dia em
que o corpo de John Benet foi encontrado
mostram uma tigela com abacaxi na mesa
da cozinha com uma colher dentro. Mas
nem John nem Petsy disseram se lembrar
de ter colocado a tigela na mesa ou de
ter dado abacaxi para John Benet. A
polícia relatou ter encontrado
impressões digitais de pets na tigela.
Depois que os arquivos de Episten foram
revelados pelo governo dos Estados
Unidos, o nome de John Benet surgiu no
meio deles. Seu nome não foi citado em
nenhum arquivo, mas depois que um vídeo
se tornou viral no TikTok, muitos
acreditam que Jeffrey Episten está
envolvido no assassinato da criança.
Numa imagem viral é possível ver uma
obra de arte na parede que mostra
Epstein sorrindo enquanto segura uma
menina pequena nos ombros. As mãos dela
estão cruzadas e apoiadas no topo da
cabeça dele e ela veste uma camisa
branca de mangas compridas com macacão
xadrez, semelhante ao que uma aluna de
escola costumava usar na época. Para
muitos, a criança que está censurada na
foto é John Benet. A teoria sugere que o
pai de John Benet a vendeu para Episten
para ele a usá-la em um de seus rituais.
Como pagamento, John teria recebido
118.000,
o valor que ele diz que recebeu como
prêmio da empresa. Não há provas de que
a criança mostrada nessa fotografia
incluída nos materiais divulgados pelo
departamento de justiça, na qual uma
menina loira aparece sentada nos ombros
de Episten, seja John Benet Hamsey. A
identidade da criança não foi verificada
e não há evidências de que John Benet
tenha sequer conhecido Episten ou tido
qualquer ligação com ele. Uma outra
teoria sugere que a menina na foto é
Celina Dubing. Dizem que Jeffrey ficou
obsecado com a filha de uma de suas
ex-namoradas. O homem teve um
relacionamento com Eva Dubbing entre a
década de 80 e 90 e ele ficou obsecado
pela filha dela, Celina. Segundo os
arquivos de Epstein, Celina tinha
contato com ele desde sua infância e
adolescência e o chamava de tio F em
mensagens. Além disso, alguns e-mails
mostram que ele se ofereceu para comprar
roupas para ela quando ela tinha 16
anos. Peças descritas nos registros
oficiais como sensuais. Embora a família
diga que não faz sentido envolver Celina
no meio dessa série de acusações
públicas relacionadas à, no meio dos
pertences dele foram encontrados fotos
da jovem. A presença dessas imagens
reforça a investigação das autoridades
sobre a natureza dessa proximidade. A
relação da família com Epstein persistiu
mesmo após os escândalos. Mesmo depois
que ele foi condenado em 2008, Eva Dubin
um convidou para frequentar sua casa e
visitar sua família em 2010. Ela também
o convidava para assistir aos eventos
esportivos da filha, mantendo a
convivência social, apesar da gravidade
dos crimes. Não temos a certeza se na
foto se trata de John Benet, de Celina
ou de outra vítima de Epstein, mas o pai
de John Benet foi entrevistado e
perguntado sobre o que ele acha dessa
teoria. John Ramsey falou com uma
emissora de TV para desmentir os
rumores, chamando-os de besteira de
inteligência artificial. Embora houvesse
um quadro pendurado no corredor de,
parece que algumas pessoas podem estar
usando para gerar vídeos de uma menina
que se parece com John Benet, levando
muitos a divulgar histórias, alegando
que havia alguma estranha conexão entre
Epstein e a criança. John disse no que
diz respeito a essa ligação absurda
entre sua filha e: "Não há absolutamente
nenhuma verdade nisso. Não vi nada
disso, mas com a inteligência artificial
tudo é possível. Imaginei que um dia
seria acusado de ser amigo de aconteceu.
As pessoas na internet podem ser muito
cruéis. Além dessa foto, outra foto
também foi conectada ao caso de John
Benet. Nessa outra foto que foi
divulgada, dizem que foi tirada no dia
do aniversário da John Benet de 6 anos.
Isso aconteceu alguns meses antes do
crime. É possível ver uma mulher mais ou
menos perto dela. E muitos acreditam que
se trata de Gislane Maxwell, a
ex-namorada de Jeffrey Abstin. Como eu
disse, a boatos de que essa foto foi
tirada no aniversário de 6 anos de John
Benet e que Gislein seria uma de suas
convidadas. Outros acreditam que a foto
foi tirada em um dos concursos de beleza
que John Benet participou e Xlane
poderia ter ido assistir. Não há provas
que sustentem essa afirmação. Segundo
relatos da internet, a foto não foi
tirada na festa de aniversário de John
Benet e nemum concurso de beleza.
Provavelmente foi tirado no festival das
tulipas em Holland, Michigan, que era um
evento público. A mulher ao lado de John
Benet nunca foi identificada. O que foi
confirmado é que Handol Morgan Foramon,
advogado dos Humsey, também é o mesmo
advogado de Gislane Matwell. Atualmente,
ela está presa e cumprindo pena de 20
anos de prisão por tráfico sexual
infantil e outros crimes relacionados a
Jeffrey Abin.
O caso de John Benet permanece sem
solução, mas em 2008 novos testes de DNA
mostram que na calcinha de John Benetha
o DNA dela e de mais uma pessoa. Ao
fazer o teste, concluíram que não era de
nenhum parente. Neste momento, a família
de John Benet deixou de ser oficialmente
suspeita do caso. A teoria principal era
de que enquanto os Hamsey estava em um
jantar de Natal com os amigos no dia 25
de dezembro, o assassino entrou na casa
pelo porão. Ele escreveu o bilhete de
resgate e esperou a volta da família.
Depois que todos dormiram, o assassino
foi até o quarto da menina com uma arma
de choque e a usou para imobilizar John
Benet. Depois a levou para o porão. A
hipótese é de que ele queria tirar a
criança de dentro da casa em uma mala,
mas não deu certo. Por fim, ele a matou
e fugiu. O caso permanece aberto e o
departamento de polícia de Boulder
revelou em dezembro de 2025 que ainda
está investigando novas pistas. O chefe
de polícia do departamento confirmou que
novas entrevistas foram realizadas com
base em novas evidências. As técnicas e
a tecnologia estão em constante
evolução, disse o chefe de polícia. Isso
é especialmente verdade no caso das
tecnologias relacionadas aos testes de
DNA. Ao longo do último ano, nossas
detetives realizaram diversas novas
entrevistas, além de interrogar
novamente indivíduos com base em
denúncias recebidas. Também coletamos
novas evidências e testamos e retestamos
outras provas para gerar novas pistas",
disse o chefe. O chefe de polícia
afirmou que o caso renovou a esperança
de uma resolução à medida que a
tecnologia continua a avançar,
particularmente no que diz respeito aos
tci DNA. A polícia não especificou quais
são essas novas provas, nem quem foi
entrevistado ou reentrevistado no caso.
Nunca é tarde demais para que pessoas
com conhecimento desse crime terrível se
apresentem. E eu peço aos responsáveis
por esse assassinato que entre em
contato conosco. Ainda não está claro se
um membro da família ou um intruso está
envolvido na morte da menina. Embora
haja suspeitas de que um membro da
família esteja por trás do crime, nunca
houve provas suficientes para acusar
John, sua esposa Petsy, que faleceu em
2006, ou o irmão de John Benet, o Burk.
O caso de John Benet é muito famoso aqui
no meio do True Crime. Então eu resolvi
trazer esse vídeo para vocês, mostrando
essas teorias de uma possível ligação de
Jeffrey Abston com o caso de John Benet.
Claro que são apenas teorias, nenhuma
delas foi confirmada, mas caso apareça
alguma novidade sobre esse caso, como a
gente viu, a polícia ainda tá
trabalhando nele, eu conto para vocês
aqui. Então, espero que vocês tenham
gostado desse vídeo. Esse foi mais um
vídeo aqui no canal. Durmam bem e até o
próximo.
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