quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

MAIS UMA DE EPSTEIN

 




casa. Vendo a aflição de John, Linda

sugeriu que ele fosse olhar a casa para

ver se encontrava algo fora do lugar e

que fosse suspeito. John e seu amigo

Flit White foram procurar e pouco tempo

depois John voltou segurando o corpo de

John Benê nos braços. O corpo foi

encontrado no porão com fita adesiva na

boca, uma marca de pancada na cabeça,

ela estava enrolada em um cobertor

branco e uma corda amarrada nos pulsos e

em volta de seu pescoço. Quando Joe

Benet foi movida, a cena do crime foi

ainda mais contaminada e evidências

forenses cruciais foram perdidas, o que

dificultou o trabalho da equipe forense.

Nesse momento, a investigação mudou de

sequestro para um homicídio. No porão, a

polícia encontrou um pedaço de pincel.

usado para fazer um tipo de um

torniquete, uma espécie de aste com

cordão usado para apertar ainda mais o

pescoço da criança.

Não havia sinal de invasão ou algo do

tipo. A polícia estava convencida de que

quem cometeu o crime era alguém da

família ou alguém que tinha fácil acesso

à casa. Cada um dos Hamseis forneceu

amostras de caligrafia, sangue e cabelo

à polícia. John e Petsy participaram de

uma entrevista preliminar de mais de

duas horas e Burk também foi

entrevistado nas primeiras semanas após

a morte da irmã. Scott Gibons, um

vizinho, afirmou que por volta da

meia-noite, enquanto olhava pela janela

de sua própria casa, viu a cozinha

superior da residência Hamsey, iluminada

com luzes fracas. Uma outra vizinha

disse que mais ou menos à meia-noite da

noite anterior ela escutou um grito

vindo provavelmente da casa dos Hamsey.

Ela disse que estava dormindo nesse

momento, mas que acabou acordando com

esse grito e disse que parecia ser um

grito de criança. Petsy relatou ter

encontrado o bilhete de resgate na

escada perto da cozinha. O bilhete

exigia 118.000

pelo retorno de John Benet. John disse

aos primeiros policiais que chegaram ao

local que era o valor quase idêntico ao

seu bônus de Natal que ele havia

recebido da empresa em que trabalhava, o

que sugeria que alguém com acesso a essa

informação estaria envolvido. Os

investigadores analisaram diversas

teorias sobre o valor exigido,

considerando os funcionários da empresa

em que ele trabalhava que poderiam saber

o valor do bônus de John. Também

consideraram a possibilidade de o pedido

de resgate ser uma referência ao Salmo

118 e consultaram fontes religiosas para

determinar sua possível relevância. O

bilhete de resgate parece fazer

referência a alguns filmes como Por

favor Matem Minha Mulher, Fuga de Nova

York, perseguidor implacável. O bilhete

de resgate era muito longo. O FBI

informou a polícia que era muito incomum

bilhete desse tipo ter sido escrito na

cena do crime. A polícia acreditava que

o bilhete havia sido forjado, pois não

continha impressões digitais, exceto as

de Petsy e das autoridades que o

manusearam e porque incluiam um uso

comum de pontos de exclamação e siglas.

O bilhete e um rascunho foram inscritos

com uma caneta e um bloco de notas da

própria casa dos Hamsey. De acordo com o

relatório do Departamento de

Investigação do Colorado, havia indícios

de que a autora do bilhete de resgate

era Petsy Hamsey, mas as evidências não

foram suficientes para uma conclusão

definitiva. Michael Biden, um

patologista forense certificado que

consultou ambos os lados do caso, diz

que nunca tinha visto uma nota como

aquela em seus 60 anos de experiência e

que não achava que tivesse sido escrita

por um estranho, levantando ainda mais

suspeitas. Um tribunal federal

considerou altamente improvável que Pets

tivesse escrito bilhete, citando seis

peritos certificados em caligrafia. O

tribunal lamentou a interferência dos

peritos sem credenciais no caso, ao

acusarem Pets sem qualquer fundamento

científico. A utópsia revelou que John

Benet foi morta por estrangulatura

craniana. Não havia evidências de uma

agressão sexual convencional, mas isso

não descarta que pode ter ocorrido uma

agressão sexual. Nenhum semmen foi

encontrado, mas havia evidências de que

havia ocorrido uma lesão em suas partes

íntimas. As evidências também sugerem

que o pincel usado como um torniquete

também havia sido usado para agressão

sexual. Na época da autópsia, o

patologista registrou que parecia que

sua área íntima havia sido limpa com

pano. A autópsia revelou que a criança

pode ter comido abacaxi antes de sua

morte. Fotos tiradas da casa no dia em

que o corpo de John Benet foi encontrado

mostram uma tigela com abacaxi na mesa

da cozinha com uma colher dentro. Mas

nem John nem Petsy disseram se lembrar

de ter colocado a tigela na mesa ou de

ter dado abacaxi para John Benet. A

polícia relatou ter encontrado

impressões digitais de pets na tigela.

Depois que os arquivos de Episten foram

revelados pelo governo dos Estados

Unidos, o nome de John Benet surgiu no

meio deles. Seu nome não foi citado em

nenhum arquivo, mas depois que um vídeo

se tornou viral no TikTok, muitos

acreditam que Jeffrey Episten está

envolvido no assassinato da criança.

Numa imagem viral é possível ver uma

obra de arte na parede que mostra

Epstein sorrindo enquanto segura uma

menina pequena nos ombros. As mãos dela

estão cruzadas e apoiadas no topo da

cabeça dele e ela veste uma camisa

branca de mangas compridas com macacão

xadrez, semelhante ao que uma aluna de

escola costumava usar na época. Para

muitos, a criança que está censurada na

foto é John Benet. A teoria sugere que o

pai de John Benet a vendeu para Episten

para ele a usá-la em um de seus rituais.

Como pagamento, John teria recebido

118.000,

o valor que ele diz que recebeu como

prêmio da empresa. Não há provas de que

a criança mostrada nessa fotografia

incluída nos materiais divulgados pelo

departamento de justiça, na qual uma

menina loira aparece sentada nos ombros

de Episten, seja John Benet Hamsey. A

identidade da criança não foi verificada

e não há evidências de que John Benet

tenha sequer conhecido Episten ou tido

qualquer ligação com ele. Uma outra

teoria sugere que a menina na foto é

Celina Dubing. Dizem que Jeffrey ficou

obsecado com a filha de uma de suas

ex-namoradas. O homem teve um

relacionamento com Eva Dubbing entre a

década de 80 e 90 e ele ficou obsecado

pela filha dela, Celina. Segundo os

arquivos de Epstein, Celina tinha

contato com ele desde sua infância e

adolescência e o chamava de tio F em

mensagens. Além disso, alguns e-mails

mostram que ele se ofereceu para comprar

roupas para ela quando ela tinha 16

anos. Peças descritas nos registros

oficiais como sensuais. Embora a família

diga que não faz sentido envolver Celina

no meio dessa série de acusações

públicas relacionadas à, no meio dos

pertences dele foram encontrados fotos

da jovem. A presença dessas imagens

reforça a investigação das autoridades

sobre a natureza dessa proximidade. A

relação da família com Epstein persistiu

mesmo após os escândalos. Mesmo depois

que ele foi condenado em 2008, Eva Dubin

um convidou para frequentar sua casa e

visitar sua família em 2010. Ela também

o convidava para assistir aos eventos

esportivos da filha, mantendo a

convivência social, apesar da gravidade

dos crimes. Não temos a certeza se na

foto se trata de John Benet, de Celina

ou de outra vítima de Epstein, mas o pai

de John Benet foi entrevistado e

perguntado sobre o que ele acha dessa

teoria. John Ramsey falou com uma

emissora de TV para desmentir os

rumores, chamando-os de besteira de

inteligência artificial. Embora houvesse

um quadro pendurado no corredor de,

parece que algumas pessoas podem estar

usando para gerar vídeos de uma menina

que se parece com John Benet, levando

muitos a divulgar histórias, alegando

que havia alguma estranha conexão entre

Epstein e a criança. John disse no que

diz respeito a essa ligação absurda

entre sua filha e: "Não há absolutamente

nenhuma verdade nisso. Não vi nada

disso, mas com a inteligência artificial

tudo é possível. Imaginei que um dia

seria acusado de ser amigo de aconteceu.

As pessoas na internet podem ser muito

cruéis. Além dessa foto, outra foto

também foi conectada ao caso de John

Benet. Nessa outra foto que foi

divulgada, dizem que foi tirada no dia

do aniversário da John Benet de 6 anos.

Isso aconteceu alguns meses antes do

crime. É possível ver uma mulher mais ou

menos perto dela. E muitos acreditam que

se trata de Gislane Maxwell, a

ex-namorada de Jeffrey Abstin. Como eu

disse, a boatos de que essa foto foi

tirada no aniversário de 6 anos de John

Benet e que Gislein seria uma de suas

convidadas. Outros acreditam que a foto

foi tirada em um dos concursos de beleza

que John Benet participou e Xlane

poderia ter ido assistir. Não há provas

que sustentem essa afirmação. Segundo

relatos da internet, a foto não foi

tirada na festa de aniversário de John

Benet e nemum concurso de beleza.

Provavelmente foi tirado no festival das

tulipas em Holland, Michigan, que era um

evento público. A mulher ao lado de John

Benet nunca foi identificada. O que foi

confirmado é que Handol Morgan Foramon,

advogado dos Humsey, também é o mesmo

advogado de Gislane Matwell. Atualmente,

ela está presa e cumprindo pena de 20

anos de prisão por tráfico sexual

infantil e outros crimes relacionados a

Jeffrey Abin.

O caso de John Benet permanece sem

solução, mas em 2008 novos testes de DNA

mostram que na calcinha de John Benetha

o DNA dela e de mais uma pessoa. Ao

fazer o teste, concluíram que não era de

nenhum parente. Neste momento, a família

de John Benet deixou de ser oficialmente

suspeita do caso. A teoria principal era

de que enquanto os Hamsey estava em um

jantar de Natal com os amigos no dia 25

de dezembro, o assassino entrou na casa

pelo porão. Ele escreveu o bilhete de

resgate e esperou a volta da família.

Depois que todos dormiram, o assassino

foi até o quarto da menina com uma arma

de choque e a usou para imobilizar John

Benet. Depois a levou para o porão. A

hipótese é de que ele queria tirar a

criança de dentro da casa em uma mala,

mas não deu certo. Por fim, ele a matou

e fugiu. O caso permanece aberto e o

departamento de polícia de Boulder

revelou em dezembro de 2025 que ainda

está investigando novas pistas. O chefe

de polícia do departamento confirmou que

novas entrevistas foram realizadas com

base em novas evidências. As técnicas e

a tecnologia estão em constante

evolução, disse o chefe de polícia. Isso

é especialmente verdade no caso das

tecnologias relacionadas aos testes de

DNA. Ao longo do último ano, nossas

detetives realizaram diversas novas

entrevistas, além de interrogar

novamente indivíduos com base em

denúncias recebidas. Também coletamos

novas evidências e testamos e retestamos

outras provas para gerar novas pistas",

disse o chefe. O chefe de polícia

afirmou que o caso renovou a esperança

de uma resolução à medida que a

tecnologia continua a avançar,

particularmente no que diz respeito aos

tci DNA. A polícia não especificou quais

são essas novas provas, nem quem foi

entrevistado ou reentrevistado no caso.

Nunca é tarde demais para que pessoas

com conhecimento desse crime terrível se

apresentem. E eu peço aos responsáveis

por esse assassinato que entre em

contato conosco. Ainda não está claro se

um membro da família ou um intruso está

envolvido na morte da menina. Embora

haja suspeitas de que um membro da

família esteja por trás do crime, nunca

houve provas suficientes para acusar

John, sua esposa Petsy, que faleceu em

2006, ou o irmão de John Benet, o Burk.

O caso de John Benet é muito famoso aqui

no meio do True Crime. Então eu resolvi

trazer esse vídeo para vocês, mostrando

essas teorias de uma possível ligação de

Jeffrey Abston com o caso de John Benet.

Claro que são apenas teorias, nenhuma

delas foi confirmada, mas caso apareça

alguma novidade sobre esse caso, como a

gente viu, a polícia ainda tá

trabalhando nele, eu conto para vocês

aqui. Então, espero que vocês tenham

gostado desse vídeo. Esse foi mais um

vídeo aqui no canal. Durmam bem e até o

próximo.


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