estão tentando se comunicar conosco. Bom, é exatamente isso que vocês estão
vendo aí na tela nesse exato momento, porque sim, as baleias estão tentando se
comunicar conosco. E, sinceramente, isso não é nada bom, porque assim, baleias
são seres que mergulham nas profundezas do nosso planeta, locais que nós nunca
alcançaremos. Então, será que elas não estão tentando de alguma forma nos
passar alguma mensagem? O assunto, senhoras e senhores, voltou com muita
força ontem depois que uma descoberta bizarra e macabra foi publicada em uma
revista científica. Então, hoje, nessa live eu vou lhes contar tudo sobre esse
caso, mas não apenas. Eu vou lhes contar o verdadeiro motivo pelo qual somente a
existência das baleias por si só já é uma aberração. E daí a própria
existência das baleias ser uma aberração no nosso planeta. E não apenas essas
baleias estão estabelecendo algum tipo de comunicação com a gente. Como que a gente explica isso de forma natural?
Pois é, não explica. Exatamente por isso que esse assunto veio parar dentro de um canal que fala sobre assuntos do
sobrenatural. Sejam todos muito bem-vindos para mais uma live que começa agora aqui neste
canal. Eu sou Carol Capel, sou a baleia favorita. E
ai sim, gente, eu estou tentando me controlar, mas assim, acabei de manjar, manjar um paneton.
Com certeza isso vai ter efeitos negativos amanhã. Mas hoje também, antes da gente começar a falar sobre esse
assunto extremamente polêmico, hoje é o último dia da promoção de Black Friday dos meus cursos e dos meus livros.
Então, senhoras e senhores, se vocês ainda não aproveitaram a promoção, aproveitem, porque é só hoje, tá? Quando
bater meia-noite, não vai ter mais. O sapatinho da Cinderela vai, ó, quando bater meia-noite, a Cinderela vai fugir,
vai largar o sapatinho e eu vou cancelar os descontos dessa promoção. Então, se vocês ainda não compraram, o momento é
agora. The time is now. E para comprar é muito simples, muito fácil. Você só precisa escanear esse QR code que tá
aparecendo aí na tela. Aí você escanea, vai abrir essa linda janelinha que eu já preparei aqui para vocês. Olha que
janelinha linda. E lá nessa janelinha tá assim, ó. O primeiro link do cupom do curso de inglês, o segundo link do cupom
do curso de finanças e os outros são os livros. É só comprar através desse link que já tá com desconto. Eu coloquei
manualmente os descontos porque a Amazon não aceita cupons. Então, no curso de
inglês eu dei $9 de desconto. Isso é 33,33%. No curso de finanças eu forneci 100€ de
desconto. $ e 100 € tá? Dependendo da onde você vai comprar. E isso, senhores, representa 28% de desconto. Se você
somar os dois, tanto de finanças quanto de inglês, você tem aí 50% de desconto
fácil, né? Sem contar que nos livros também, todos os livros eu dei $9 de desconto na unha, no dedo, fui lá
baixando o preço de um por um. Então também 33,33% de desconto vai ser com certeza o preço
mais barato que você vai conseguir no ano todo. Então aproveita porque amanhã Inesa é morta. Aí vocês vão ficar, ai eu
não peguei falar, olha, não pegou problema teu, tá? O link, como eu já disse, é QR code que aparece aí na tela.
Só pum, escaneia aí vai. Ou clica aqui embaixo no link que está aqui embaixo na B, tá bom? Ai, senhores, baleia azul e
não, não é uma anedota para eu ter comido quilos e quilos e quilos de panetone, tá? O que acontece, senhores,
é que a própria existência da baleia azul por si só é uma aberração. A
verdade, gente, é que a baleia azul, ela não deveria existir no nosso planeta,
pelo menos não. Eh, se a gente for seguir o padrão natural das coisas. A
baleia azul, ela não é só grande, tá? Ela não é um bicho grande, ela é um bicho obsceno. Ela é o maior exemplar do
planeta Terra. E o maior exemplar já registrado de baleia azul tem 33 m de
comprimento. Gente, isso é o tamanho de um prédio de 11 andares nadando. Já
imaginaram um prédio de 11 andares nadando? Pois é, é exatamente o tamanho dessa baleia aí. E em peso ela chega a
pesar 250 toneladas. Sabe o que que é 250 toneladas? É o peso da Estátua da
Liberdade. O coração dessa baleia tem o tamanho de um carro, um Celta. Sabe?
Celta é o coração dessa baleia. E a língua dessa baleia, senhoras e senhores, equivale a 50 pessoas adultas.
O peso. Olha a loucura. E as artérias principais dessa baleia são tão longas,
mas tão longas assim e tão grossas, que você consegue engatinhar dentro dessas
artérias. Principalmente eu, né, que sou pequenininha. Ai, como ele é pequenininha, gente. Que fofinho. E o
mais absurdo de tudo é que, pelo que a gente saiba, o maior animal que existiu
no planeta, na história do planeta Terra, é a Baleia Azul. Ai, Carol, mas é
maior que dinossauro? Sim, é maior que dinossauro. Por quê? Porque é maior do
que qualquer coisa que a gente já encontrou fóssil por aí. Aí bati a mão. Foi mal aí se fez barulho no microfone.
E assim, eu tô falando de uma criatura que ganha e não é pouco, tá? Ela ganha
de todos os animais do planeta Terra. Ela é uma aberração. Ela tem mais ou
menos o dobro do peso do que qualquer outro animal que já andou, que já nadou que já voou por aqui. E isso, do ponto
de vista da biologia e da física, é uma anomalia. É como se a baleia azul fosse
a quebra do código da matrix da natureza, como se estivessem permitindo
ali um defeito no código do planeta Terra para ela existir. Então,
biologicamente, a história da existência da baleia azul, ela já começa de um jeito bem menos
épico, porque há cerca de 50 milhões de anos, que hoje a gente conhece como
sendo Paquistão, vivia um bicho do tamanho de um lobo com cara que
misturava servo, cachorro e hipopótamo. Dá para imaginar esse bicho? Não, mas o
nome dele é Paquissetos. Ele era um mamífero terrestre de quatro patas que
andava ali na beira dos rios. E não tinha nada, absolutamente nada nesse
bicho que sugeria pra gente que um belo dia ele iria se transformar nessas
baleias azuis que nós estamos vendo nas telas hoje. Gente, vocês têm noção que a
baleia azul é a evolução de um mamífero terrestre de quatro patas, que é uma
mistura de cero com cachorro e hipopótamo. Olha a anomalia. E aí, ao longo dos
milhões de anos, né, os descendentes desses bichos aí foram se transformando,
foram se aproximando cada vez mais da água. Então, primeiro chegou muito perto do rio, depois acabou entrando, acabou
nadando, foi nadando melhor. Até que por volta de 40 milhões de anos atrás, a
linhagem desse bicho já era completamente marinha. Então, ela vem
ali da grande divisão das baleias. De um lado, a gente tem as odontocetas, que são as baleias com dente, que tem a
cachalote, a própria orca, o próprio golfinho, né? e que são caçadoras e de
grandes presas e tal e utilizam geolocalização. E de um outro lado a
gente tem as mistetas que são baleias com barbatana. Aí já entra essa baleia
azul, a Jubarte e algumas outras baleias mais. Então, essas outras baleias que
são da mesma categoria da baleia azul, ela não tem dente, ela tem um negócio que fica dentro da boca que parece uma
vassoura. Eu peguei uma imagem para mostrar para vocês. Essa imensa vassoura que ela tem na boca parece
um, sei lá, um esfregão gigantesco de porta. É, na verdade o que a gente chama
de dente dessas baleiras. São peneiras gigantescas.
Então, simplificando, só para vocês entenderem, as baleias dentadas elas são
pescadores de vara. Então, quando elas chegam perto de uma presa e tal, elas acabam tum matando com o dente. Já essas
outras baleias de barbatana, que é o caso dessa baleia azul, ela usa uma
espécie de ralo industrial para se alimentar. É um negócio extremamente
interessante que mais uma vez destoa completamente de qualquer entendimento
que a gente tenha da evolução natural aqui do planeta. O que elas fazem é que elas puxam uma quantidade absurda de
água para dentro da boca delas. Essa quantidade absurda de água vem ali
juntamente com um monte de coisas que elas acabam atraindo. Então elas ficam
cercando determinados grupos de crios, que são aqueles camarõezinhos
minúsculos, bem pequenininhos, que não tem gosto de nada. Depois, quando elas
cercam esses grupos, elas filtram. Então, a capacidade de filtragem é como
se fosse um verdadeiro filtro de barro essa baleia. Então, dentro da barbatana
da baleia azul, que são os animais conhecidos como os rorquais, eles
desenvolveram adaptações extremamente bizarras. Então, essa mandíbula se abre
absurdamente como se fosse uma porta totalmente desengonçada. Dali de dentro
saem umas dobras de pele que funcionam como balão. Elas inflam, pegam ali uma
quantidade absurda de água cheia desses bichinhos ali. Tudo isso fica preso em
um único gole. E aí elas fazem uma estratégia de alimentação que é muito
interessante. Elas encurralam grandes grupos desses camarõezinhos crios.
Quando elas encurralam eles, elas puxam ele como se fosse um verdadeiro ralo, abre a boca assim, como se fosse um
verdadeiro buraco negro aquático, engole tudo, tudo que tiver ali. Vem esses
bichinhos, vem água, vem peixe, tudo de uma vez. Só que aí quando ela faz isso,
automaticamente depois de alguns segundos, ela começa a fechar a boca,
ela aperta com a língua e a água é filtrada por essas barbatanas e sai.
Então, quando a gente vê a baleia soltando aquele assim para cima, aquela fumacinha para
cima, quando a gente vê ela soltando essa fumacinha, a gente sabe que ela tá se alimentando. Então, esse cenário
bizarro e ao mesmo tempo que contradiz toda e qualquer lei da biologia, surge
há aproximadamente 5 milhões de anos, quando o planeta começa a passar por alterações de clima, de geologia, de
correntes oceânicas. Aí o vento muda, os ventos costeiros se intensificam. Existe
um fenômeno chamado ressurgência, esse fenômeno fica mais forte. E esses fenômenos de ressurgência são quando os
ventos sopram ao longo da costa da Terra. A rotação da Terra desvia água
superficial para longe da linha costeira e essa água acaba ficando mais fria, por
consequência mais rica em nutrientes e esses nutrientes sobem pras profundezas
e aí a baleia então acaba pegando todos esses nutrientes, né? ela a que esses
nutrientes eles alimentam o fictoplantcton, que alimentam o zoolâncton, que alimentam os
camarãozinho cri, que é obviamente o alimento delas. E aí esses pequenos
peixes conseguem comer mais rápido, eles conseguem se reproduzir mais rápido e daí vem o grandíssimo plot twist. Porque
as baleias azuis, que são as rorquais, com esse tipo de alimentação que já vem pronta, elas caem num mundo que é esse
oceano que tá cheio de alimento para elas poderem, né, consumir e tal. E daí
de repente quando a gente vai perceber o planeta Terra inteiro está tomado por
essas verdadeiras aberrações que são as baleias azuis. Então o oceano vira tipo uma espécie de um rodízio de churrasco,
de crio para essa galera aí. E aí é aquilo, né, gente? No oceano, quem tem a
boca maior leva. E nesse ambiente, quanto mais água essas baleias conseguem
engolir, mais crio e mais peixe elas vão conseguindo comer em um bocado. Então é
uma estratégia muito vitoriosa. Por quê? Que elas fazem um trabalho menor, ou seja, exige menos energia e consegue
comer mais. Porque, gente, imagina a quantidade de tonelada que essa baleia tem que comer desse camarão. Aqui na
foto ele tá grande, mas ele é desse tamanhinho assim, ó. Imagina a quantidade entonelada que uma baleia dessa tem que comer por dia para se
manter viva. E aí elas começam a se alimentar desses bandos gigantescos de
crios que ficam aí pelos oceanos e começam a evoluir, começam a ter mais
energia, mais chance de sobreviver, mais chance de migrar. Então elas começam a
crescer juntas, meio que em modo turbo. Quando você vai ver tem um salto gigantesco
em termos evolutivos. E é exatamente por isso que essas baleias azuis, que são
altamente impossíveis de existirem aqui no nosso planeta, acabam existindo. E
justamente a peça que faltava nessa evolução é a peça mais minúscula, né,
gente, que é esse mini camarãozinho aí que é o cri. Então, quando as baleias
rorquais surgiram nesses caminhos mistos, elas tinham, por exemplo, a gente tem as jubartes que caçam peixes,
as fingoss que comem peixe e crustácio, e tem outras outros tipos de baleias
também que comem outras coisas. Essa baleia azul, ela desenvolveu o cardápio
mais bizarro que ela poderia desenvolver. Ela vai no cardápio mais
gourmê que ela deveria desenvolver. E gente, eu já comi esse camarãozinho aqui. Vocês já comeram? Nossa, não tem
gosto de nada. E fora que assim, ele vem com olho no prato. Ai, não é bom. Vocês já comeram? No Japão tem muito. Tipo,
você pede um macarrão com camarão, vem o macarrão e vem esse um bolo de desse camarãozinho em cima assim. Não é bom
não. Então elas elas desenvolveram um gosto extremamente bizarro porque é contraevolutivo. Como é que um ser tão
grande vai se alimentar de um negócio tão pequenininho e ao mesmo tempo vai conseguir vencer a evolução? Vocês estão
entendendo? E gente, ela só come cri. E crios são microcrustácios. Eles são
minúsculos. Eles vivem em colônias, aglomerados gigantescos, muito densos,
mas muito densos mesmo. E eles são extremamente ricos em calorias. Então,
se você comer uma porçãozinha minúscula assim de crio, você tá comendo uma caloria gigante. Então, por bocada, o
crio é o alimento perfeito para essa estratégia dela, né, de se alimentar. É
como se você colocasse, uma analogia bem tosca, mas como se você colocasse várias e várias e várias colheradas de pasta de
amendoim que é hipercalórica, né, na boca de um monstro marinho e mesmo assim
ela conseguisse fazer tudo isso que ela faz e sobreviver no oceano, que é um lugar extremamente hostil. E tem um
outro problema de hostilidade que é que o crio, esse camarãozinho, ele é extremamente sazonal, então você não
encontra ele o ano inteiro. Tipo, no verão, em águas frias eles têm, eles migram, sabe? Eles vão para outros
lugares. E é exatamente por isso que as baleias migram também. Elas vão seguindo as correntes, né? E ao seguir as
correntes, elas estão seguindo, na verdade, esses camarõezinhos aqui para elas conseguirem se alimentar. Então, no
verão, as populações de cri, nossa, tem tudo quanto é lugar, no
inverno você não acha nenhum. E é exatamente esse modo de vida que cria
uma espécie de banquete e jejum na vida da baleia azul. Então, olha que
interessante, até a baleia, que é um símbolo para nós de uma criatura bem
gorda, até a baleia faz jejum. E a gente foi ensinado a comer de três em três
horas, porque a gente tem que continuar alimentando o sistema alimentício, né,
Brasil? Aí, olha, é impressionante como a Matrix está em todos os lugares que vocês podem imaginar. Então, essas
baleias, gente, durante alguns meses do ano, eu tô falando da baleia azul em específica, tá? E por que que eu tô
dando todos esses dados sobre a baleia azul? porque são elas que estão se comunicando conosco. Então, a gente tem
que entender de onde elas vieram e o que elas são para entender o que é essa comunicação. Então, durante alguns meses
do ano, a baleia azul, ela come absurdamente como se não houvesse amanhã. Então, ela vai e engole
toneladas e toneladas de crio por semana. Ó, é meia tonelada de camarão
por gole, por puxada de água. E ela repete isso centenas de vezes no dia. Daí depois ela
vai viaja quilômetros de distância para áreas de reprodução.
Ela passa meses sem comer e depois ela vive só de um estofe de gordura
acumulada. E aqui entra a cerejinha do bolo nessa lambança louca dessa
história. Por quê? Porque para suportar essa combinação de viagens absurdamente
longas, períodos de jejum, explosão de alimento super concentrada, a resposta é
sempre a mesma. Por quê? Porque o corpo dela fica maior para ter mais espaço
paraa gordura. Por consequência a gente tem mais energia. Por consequência a gente tem uma migração mais longa. Aí
aumenta ali as áreas de alimentação, aumenta ainda mais a chance de encontrar
o camarãozinho crio e por consequência aumenta absurdamente a taxa de
reprodução delas. Então é como se a evolução tivesse dado um bug ao chegar
nas baleias, como se a matrix da biologia tivesse sido zoada ao chegar
nas baleias. E aí essa Matrix falou assim: "Como que eu vou resolver todos os problemas que eu tenho para resolver
com essa baleia?" Aí fala assim: "Vamos aumentar tudo, tudo que é para ter,
vamos aumentar. Vamos aumentar gordura, vamos aumentar energia, vamos aumentar período de hibernação, vamos aumentar o
tamanho da viagem, vamos aumentar os crios, vamos aumentar tudo. Então, em milhões de anos, a baleia azul escapou
da curva normal de evolução. Então, gente, ela é gigante desse tamanho que a
gente sabe que ela é, porque ela é um alienígena dentro do nosso próprio
planeta. E aí as pessoas ficam com aquele papinho de ai a gente tem que procurar vida alienígena e tal. Não,
gente, a baleia azul ela não deveria existir dentro dos contextos básicos da
teoria da evolução e até na própria biologia, ela é um ponto fora da curva tão grande, mas tão grande, que ela é um
erro no sistema. E aí a gente volta pra pergunta, se ela não deveria existir, por que que ela existe? Bom, ela só
existe aqui por causa de uma sequência absurda de coincidências cósmicas que
aconteceu exatamente nessa ordem. Um mamífero terrestre resolve entrar na água, depois ele se torna totalmente
aquático. Depois surge o sistema de vassourinha, que são esses filtros, né, que substituem o dente e que filtram a
água. Depois um subgrupo desenvolve aquele tipo de alimentação que eu contei
para vocês com camarõezinhos minúsculos. As correntes marítimas e globais mudam
exatamente na janela de tempo em que essa técnica passa a existir. O planeta gerou um super enxame de camarãozinho
crias baleias pudessem se alimentar de algo que é extremamente calórico. Aí uma
linhagem específica resolveu apostar tudo naquele tipo de camarão. E apesar
de toda essa dependência extrema, essa linhagem sobreviveu a eras de mudanças
absurdas. Eu tô falando de eras glaciais, sim, de eras glaciais. E por último, mais menos importante, essas
baleias conseguiram sobreviver a caça, que é o lado humano, né, gente?
Porque os humanos são o fator mais destrutivo de todos. durante o século XX
mesmo, a gente quase quase apagou por completo essa falha na Matrix. Por quê?
Porque a caça industrial dessas baleias, principalmente no Japão, eliminou cerca
de 99,9% das baleias azuis. Vocês têm noção,
gente, do que é isso? Vocês têm noção como o ser humano é o próprio
canibal, ele destrói o próprio planeta num nível, ele, eu não sei, eu não sei
nem a palavra para me expressar, eles, ele faz, ele consegue fazer o que a evolução demorou, milhões de anos para
construir. Ele consegue destruir em um século, em 100 anos. E mesmo com essa
tentativa de destruição das baleias azuis, mesmo com a caça, mesmo com tudo,
centenas de milhares sobraram. Então ainda temos, então é como se fosse assim
um verdadeiro bug na natureza, né, onde uma espécie gigantesca, que é a espécie
humana, tivesse apertado o botão e tentado corrigir esse erro. Eu tô usando aqui uma frase muito bonita para dizer
que os seres humanos são uns grandíssimos de uns filhos da
Já se viu falar uma coisa dessa, uma coisa absurda dessa para um monte de gente que está assistindo aí?
Quem aí tava com saudade dela? Desculpa, tia Neid, mas não tem como me expressar de outra maneira, a não ser dessa
maneira, né? Eu tô falando que os seres humanos tentaram corrigir um imenso bug
na Matrix. Eu tô tentando justificar de uma maneira bonita esse nosso lado
absurdamente filho da E tia Neid, eu não tenho outra palavra para me
expressar se não for essa. Desculpa, é verdade. E mesmo com tudo isso, mesmo os
seres humanos tentando destruir essa espécie gigantesca, porque sim, a gente
tá falando de um monstro do mar, mesmo assim essas baleias estão do nosso lado
e elas estão se comunicando conosco e elas estão tentando nos contar alguma
coisa. Então, é como se o universo todo tivesse conspirado para criar algo
absurdamente lindo, porque eu não sei vocês, mas eu sou extremamente apaixonada por baleias. Eu fui agora pra
Austrália e paraa Nova Zelândia. E adivinha o que que eu fui fazer lá?
Além de trabalhar os dias de folga, eu fui ver Baleia. Então, fui ver Baleia em
Auckland, na Nova Zelândia, fui ver Baleia na Gold Ghostia, na Austrália e
até nas ilhas Fig. Porque a Austrália ainda é um lugar, um verdadeiro berço, né? Um bersário para muitas espécies de
baleia. Então eu sou verdadeiramente apaixonada por baleias. Então é como se o universo todo tivesse conspirado para
criar uma maravilha, que são essas baleias, essas esses seres que desafiam
todas as probabilidades de existência. E aí nós, seres humanos, que somos uns
grandíssimos de uns filhos de umas safardanas, nós em pouquíssimo tempo a
gente vai e tenta destruir aquilo que a natureza tentou de uma maneira
absurdamente louca construir e mesmo assim a baleia azul tá lá para provar
que a gente é um bosta. Olha como vocês são um bosta. Eu sobrevivi a toda a matança que vocês fizeram. Então assim,
a baleia azul ela existe porque a vida insiste em testar os limites do
impossível. E a gente tem sistemas complexos que às vezes produzem resultados que parecem impossíveis, mas
resultados que persistem. E do nosso ponto de vista aqui, sentados aqui assistindo essa live e até eu que tô
produzindo essa live, isso tem uma cara absurda de falha na Matrix. E é mesmo,
gente, isso é uma falha na Matrix, porque é nesse momento que você percebe
que a simulação deixou de passar um valor que não cabia no campo. E aí que entra o detalhe mais incômodo. Por quê?
Porque essas criaturas, elas não são só carne e só gordura gigante. Porque é
exatamente assim que os seres humanos a enxergam, as enxergam. Eles acham que baleia são só carne e só gordura
gigante, mas não, gente. Baleia tem mente, tem memória, tem cultura, tem
comunicação. Baleia canta e elas cantam às vezes melhor do que muita gente que
se diz cantor, principalmente no Brasil também. Isso daí já não era de se
já não era se espantar, né, meu povo? Cada população dessas baleias, elas
vivem e elas têm variações de canto como dialeto. Então, sabe aquela cena do
procurando Nemo onde a Dora e fala: "Ah, eu falo bale". Aí o Marlim, é Marlin,
não é Martim, não é? Ai, não sei. O pai do Nemo, o pai do Nemo fala: "Cala a boca, você não fala bale". Ela fala:
"Falo sim". Daí ela começa: "Ai, pera aí, eu falo juartz" e começa a gritar: "Ah, não, eu falo orquê" e começa a
gritar mais. Gente, isso que a Dori tava falando lá. é 100% baseado na vida real,
baseado na biologia real. Cada população de baleia
utiliza uma variação de canto como dialeto. E esses padrões eles mudam ao
longo do tempo como se fossem rits musicais que vão evoluindo de geração em geração. Então elas aprendem a cantar,
elas imitam outros cantos, elas transmitem e sinceramente elas são assim
um tipo de ser que eu amo e o que eu mais amo no mar. São elas, os golfinhos
e as focas. É por isso que me incomoda profundamente trabalho, o trabalho, não dá nem para chamar isso de trabalho, de
lugares como Se, por exemplo, que é aquele parque ridículo. Você vai falar: "Nossa, mas é só na Flórida?" Não,
gente, tem na Flórida, tem em San Diego, na Califórnia, tem na Austrália, lá onde
eu fui na Gold Coast, tem o Seward, tem o Seward em Abu Dhabi. É um parque
gigantesco que roubou orcas do mar, orcas filhotinhas e mantém esses
criaturas aprisionadas até os dias de hoje. Tem também o Miami Se Aquarium,
que tá com uma baleia orca presa em um cubículo há décadas, porque eles
fecharam, eles pararam de funcionar e essa baleia tá lá até hoje. E aí eu
queria indicar dois documentários para vocês. Na verdade, eh, eu lembro só do
nome de um, tá? Mas são dois documentários da mesma linha, o documentário Black Fish e tem um outro documentário que fala exatamente sobre
isso. Para quem quiser assistir, eu recomendo sobre esses assuntos que eu tô falando de parques que utilizam baleia
como atração e que roubam baleias do oceano. Prática essa que hoje no
presente é proibido, mas num passado isso não faz muito tempo, faz menos de 30 anos isso era totalmente legalizado.
que essas baleias que estão presas até hoje, elas foram aprisionadas enquanto isso era legalizado e elas nunca vão
voltar a viver uma vida normal, nunca. E aí, gente, eh esse documentário Black
Fish mostra de uma maneira absurdamente real e é muito cruel de assistir. Quem
tiver estômago, assista, mas eu já vou preparar vocês que se você não tem estômago, não assista, porque eu fiquei
mais ou menos um mês e meio em choque ao assistir. E daí, talvez seja por isso
que toda vez que eu vou para algum lugar do oceano observar a baleia, então esse lugar que eu fui na Nova Zelândia, esse lugar que eu fui na na Austrália mesmo,
toda vez que eu vou, eu choro igual o nenezinho quando eu vejo baleia. É, é um negócio assim que é um, uma emoção que
desce, que vem que eu começo a chorar, que eu não paro mais. Eu acho que esse esse documentário mexeu tanto comigo que
isso ficou para sempre, sabe, comigo. Então é um negócio que me pega muito, me
pega num lugar assim extremamente sensível, não sei por, mas eu tenho uma empatia muito grande por esses seres.
Então, baleias, golfinhos e focas. E por que que eu trouxe esse assunto para
vocês hoje? Porque eu tô querendo mostrar para vocês que além das baleias serem um verdadeiro, uma verdadeira
falha na Matrix, e elas são mesmo, tá? Elas são uma falha gigantesca na Matrix,
além delas serem uma verdadeira falha na Matrix, o ser humano fez tudo que ele podia e o que ele não podia para tentar
exterminar esse tipo de animal do planeta Terra. E mesmo assim, mesmo com
essa nossa tentativa absurda, o esses animais eles continuam do nosso
lado e eles estão tentando nos avisar de alguma coisa que tá acontecendo nas
profundezas dos nossos oceanos. Por quê? Porque nos últimos anos pesquisadores
têm registrado comportamentos ainda mais curiosos dessas baleias envolvendo
bolhas de ar. A gente sabe muito bem que as baleias utilizam essas bolhas de ar
como ferramenta de caça. Então, são as famosas redes de bolha. Elas soltam
essas bolhas em círculo para concentrar os peixes ali dentro dessas bolhas e
depois elas utilizam essa bolha para atacar o centro e acabar comendo ali a
maior quantidade de peixes que elas conseguem. Então, a gente sempre olhou para essas bolhas todas como sendo
apenas uma estratégia de caça. Mas o que acontece, gente, é que nos últimos dois anos, e isso é fruto de uma pesquisa
muito extensa que saiu inclusive na revista Nature, esse esse print da do
jornal que eu coloquei para vocês aí é de um site que se chama Earth, ou seja, Terra, né? Earth. Ô, deixa eu escrever
aqui que eu escrevi igual meu rabo. Earth.com. Isso aí, ó. Esse site vocês podem até conferir lá. E esse site
mostra os detalhes dessa pesquisa. Então, tá falando, cientistas eh fotografam eh anéis de baleia do tipo
cachalote. Humpback é cachalote. E eles percebem que elas usam isso para
conversar com os humanos. Então, é fruto de uma pesquisa muito extensa de 2 anos,
onde eles catalogaram mais de 70 contatos que eles tiveram com essas
baleias. E eles perceberam que essas baleias estão liberando bolhas de formas
ritmadas perto de barcos, principalmente onde tem mergulhadores humanos. E o
contexto não serve mais para alimentação, mas sim em alguns casos
elas acabam combinando sons, movimentos e bolhas como se fosse um pacote de
sinais para se comunicar conosco. Então, os pesquisadores começaram a levantar a possibilidade de que em certas situações
essas bolhas podem fazer parte de uma certa de, sei lá, uma interação social,
uma exploração da comunicação conosco e tal, até porque a gente não consegue
traduzir esses padrões dessas baleias. A gente ainda não conseguiu entender o que
de fato elas estão querendo nos comunicar, mas a real é que elas estão tentando nos comunicar. Sim. E aí que
entra o lado mais estranho dessa nossa conversa. Por quê? Porque a gente tá falando do maior animal que existe, um
sobrevivente totalmente improvável de uma terra em colapso e depois que teve
que lidar com a insanidade do ser humano. Um ser humano que é um ser humano, não, um ser hiperpecializado,
totalmente dependente de uma espécie minúscula de crustácio para existir,
capaz de atravessar o oceano inteiro, o mundo inteiro, tá? Ele atravessa o mundo
inteiro, canta por milhares de milhares de quilômetros, quase foi varrido de sua
existência pelos próprios humanos. E agora, diante da nossa presença, diante
do contato que eles têm com os humanos, ele tá soltando bolhas, sons e
movimentos como se tivesse tentando chamar a nossa atenção. E não é para atacar, ele não quer atacar os seres
humanos. Inclusive as baleias são extremamente sociáveis com os seres humanos, o que dificulta muito mais a
situação delas naquela situação de caça que eu falei para vocês, né? Então elas não querem atacar, elas não querem
caçar, elas estão entrando em contato conosco para interagir conosco. Então,
se a baleia azul é uma falha na Matrix, talvez essa falha na Matrix seja uma
falha consciente, tipo um bug que acordou. Essas bolhas todas que sobem ali na superfície como pequenos
fantasminhas no ar, elas são muito mais do que curiosidade animal. Elas são
pontos de exclamação. É tipo um negócio assim, ou olha aqui, olha aqui para mim, nós estamos aqui também, tá? Um, olha,
vocês não estão sozinhos, um ou vocês sabem o que vocês estão fazendo? Porque no fim das contas, gente, a gente não
sabe o que a gente tá fazendo. A gente ainda tá tatiando na escuridão, tentando decifrar esses sons, essas baixas
frequências, esses padrões nas bolhas, esses movimentos. Mas essa imagem aqui
desses padrões é altamente poderosa. Por quê? Porque enquanto a gente destrói o clima, a gente acidifica o oceano, a
gente também tá ameaçando essas miniaturas que sustentam esses gigantes,
que são essas baleias. Então, silenciosamente elas estão lá, elas continuam cantando,
elas continuam cercando as embarcações, elas estão soprando bolhas no nosso campo de visão, como se elas quisessem
de algum jeito entrar na conversa. E eu volto a mencionar aqui que elas são seres altamente sociais. Elas curtem
aparecer pros humanos. Elas curtem ficar pulando para fora da água na frente de barcos. Ou seja, elas curtem se aparecer
pros humanos. Mas elas também são seres que mergulham em profundezas do oceano
que o ser humano nunca chega. Então, a pergunta que fica é: o que será que elas
estão vendo lá que elas estão tentando nos avisar, né? O que será que elas estão tentando nos mostrar através
desses padrões de comunicação? E gente, esse padrão de comunicação da baleia,
ele segue a sequência de Fibonacci, ou seja, ele também tem ali de uma maneira
muito intrínseca o código da criação do universo. Então, não é à toa que essas
baleias sobreviveram a tudo que elas sobreviveram para estarem aqui.
Na minha humilde opinião, isso é muito claro. Para mim é muito claro que elas
sobreviveram tudo que elas sobreviveram para estar aqui, para chegar nesse ponto
de comunicação, elas estão, elas continuam evoluindo. Elas não pararam de evoluir. Só porque a gente parou de evoluir, a gente virou um grandíssimo de
um filho da Desculpa, tia Neid, mas é verdade. Elas não, né? Será que elas não estão pedindo socorro? Pergunta
Fernanda. O próprio Júnior falou: "Nós só conhecemos 5% do oceano". O Idilberto
Silva falou: "Mar tem tantos segredos e tá bem aqui no planeta, só que os poderosos não se importam ou sabem de
alguma coisa que nós não sabemos." Pois é, a gente conhece muito mais o espaço, a gente conhece muito mais o nosso
sistema solar do que o nosso próprio oceano. E o oceano tá aqui, né? Então
falam assim: "Ai, mas é que a gente não tem tecnologia para explorar o oceano".
Mas pera aí, a gente tem tecnologia, por exemplo, para ir pra Lua. a gente não vai voltar pra Lua. A gente tem tecnologia para ir para Marte, a gente
tem sondas em Júpiter, a gente tem sondas passando Saturno, já passou Saturno, passou
Plutão. E a gente não tem interesse em
estudar o próprio oceano a fundo e entender de fato o que são esses padrões, porque essas baleias estão se
comunicando, o que elas querem nos contar e tal. Então, gente, é um negócio extremamente bizarro, um mistério que
não se resolve, que são essas bolhas de comunicação. Isso aqui me fez lembrar também aquele filme A chegada, porque os
alienígenas do filme A chegada, eles também se comunicavam por padrões assim que não eram de bolhas, eram de tinta.
Eh, deixa eu pegar aqui as imagens para vocês, mas eles se comunicavam exatamente por padrões assim circulares.
E aí, se a gente pensar que as baleias são alienígenas dentro do próprio
planeta e os o próprio padrão de comunicação dentro do filme A chegada é
um padrão de comunicação muito similar a essa cena que eu tô mostrando para vocês aí agora é do filme A Chegada, que é um
filme extremamente interessante, onde a pesquisadora ela passa o filme inteiro
tentando decifrar esses padrões. E olha, gente, o que a gente tá fazendo em pleno 2025. A gente tá passando 2 anos
tentando decifrar esses padrões de alienígenas. Sim, de alienígenas dentro
do nosso próprio planeta. Olha a loucura, olha a similaridade disso aqui,
ó. Você olha para um padrão circular que você não entende que é uma linguagem e
aqui você olha para um padrão circular que você não entende que é uma linguagem. Então, para mim, a a mensagem
que tá sendo lida aqui é muito clara, né? Existe um tipo de comunicação muito
forte rolando e a gente não tem eh o conhecimento absurdamente avançado que a
gente precisava ter para entender essa essa história toda. Ó, vários países
pararam com a matança. Infelizmente o Japão ainda continua. Pois é, Carla. O Japão é um dos pouquíssimos países do
mundo que ainda continua com a caça de baleia. Eu fui pro Japão duas vezes já. Eu adoro passear no Japão e eu vi muit
em muitos lugares no Japão servindo carne de baleia. Eu vi e também vi gente
caveiar de baleia beluga, mas aí não foi no Japão, foi em Dorra. Também não comi.
Eh, se tem uma coisa que eu tenho muita dó é esses negócios, sabe, de comer essas coisas assim. Então não como, mas
eu vi, eu vi para vender e vi eh nadadeira de baleia para vender em mercado de peixe. Isso é muito comum e
ao mesmo tempo foi o que eu falei para vocês, é um negócio que me pega muito. A
primeira vez que eu fui no Seaword, eu não sabia de absolutamente nada do que eu sei hoje. Eu tinha 22 anos, 23 anos,
eu era extremamente alienada, eu achava tudo lindo. E outra, né, eu cresci assistindo o programa da Eliana. E o
programa da Eliana, ela ia sempre lá no no se mostrava as baleias e tal. Então
eu falei pro meu marido, olha, quando a gente for para Flórida, ele não era meu marido ainda, era meu noivo na época, mas eu falei: "Ó, quando a gente for pra
Flórida, a gente for nos parques, eu quero ir lá, porque a Eliana mostrava o Céus Portool também e a gente assistia muito. Domingo legal, né, gente? Assisti
o programa da Eliana, enfim, falei: "Quando eu for eu quero ir, eu quero conhecer, eu quero ver". Gente, eu juro
para vocês, eu entrei no estádio do show das baleias e no show dos golfinhos e eu
comecei a chorar. E eu não era um choro tipo de ai sonho realizado, não, gente, era um choro de
tristeza que não parava. Era um negócio assim que a gente teve que sair do show no meio do show porque eu não parava de
chorar. Aí quando eu saía, eu de repente ia me recompondo. Aí isso foi, sei lá,
2000 20. Não, não foi 2023. É, foi 2023 por
aí. Aí, gente, isso 2023. Tá, gente, eu não sei se não que 2023, tô louca. 2013.
É isso. Foi em 2013. Aí 2025 fui morar na Flórida. Foi isso? Não, gente, eu tô
falando tudo errado. Isso foi em 2013. 2015 eu fui morar na Flórida. Aí eu
morava a sei lá 40 minutos, 50 minutos do Seword. Um belo dia fui eh novamente
ao Se mesma coisa aconteceu. Eu fui acompanhar uma pessoa que nunca tinha
ido e da família assim, passei que tava passeando lá e fui, a pessoa falou: "Ai, vamos comigo". Não sei o que. Fui eu
entrei no show da baleia, mesma coisa. Chora, chora, chora, chora, chora. Aí eu
falei, gente, que esquisito, que coisa esquisita. Toda vez que eu venho aqui eu choro. O que que tem aqui
que é para eu chorar tanto? Aí em 2016, um ano depois, eu tava surfando na
internet e chorando, chorando. [Risadas] Eu li a mensagem de
eu li essa mensagem aqui do José Roberto. O choro foi porque você sacou o quanto o ser humano é desumano? Não sei
se foi isso não, José. Eu vou falar minha teoria. Eu li essa mensagem, falei chorando. Ó, eu vou vou tirar as
mensagens aqui de vocês, senão não consigo me concentrar na história. Tô pesquisando na internet uns negócio, né?
Me aparece esse documentário que eu falei para vocês, o black fish. Aí comecei a assistir, gente, 10 minutos de
documentário. Eu tinha entendido tudo do por que eu chorava tanto quando eu assistia esses negócios de baleia ao
vivo. Aí, aí de fã eu virei rete, porque eu já não era muito fã do Se porque toda
vez que eu ia lá eu chorava. Aí eu virei hater. Aí eu dediquei muito tempo da minha vida para ser hater deles. Então
tem vários vídeos aqui no canal. Eu fazendo hate no Sew, falando que é uma bosta, que o trabalho deles é uma bosta,
que é uma vergonha. E não só o Seward, porque tem parque na Espanha que não pertence ao Seward, que também tem esses
animais. Tem na Austrália, como eu disse, tem diversos lugares do planeta. Então, de fã absoluta, que eu não era
nem fã, né, que eu nem sabia o que rolava lá, eu virei hater, assim, uma uma hater bem bem numa filha de uma ó,
não pode falar que senão a tinha aparece aqui de novo. Então virei e aí eu comecei a divulgar paraas pessoas o
absurdo que eles faziam e usei, né, um pouco do canal e tal e da voz que eu tinha na época para poder divulgar e deu
uma bela, uma bombada a ponto de o Se entrar em contato comigo. Não sei se eu
já contei isso para vocês, acho que não. E eles entraram em contato comigo num tom totalmente passivo agressivo, que ao
mesmo tempo que era um tom de ameaça, era um tom de ai a gente quer super que
você venha aqui passear de graça. Então eles queriam me oferecer coisas de graça para eu calar minha boca e parar de
falar a verdade sobre eles. Então era um negócio assim: "Ah, a gente queria tanto que você viesse aqui, nós vamos pagar a
passagem, nós eu já não morava mais nos Estados Unidos, morava na Europa. Vou pagar passagem, vou pagar hospedagem no
nosso hotéis em cinco estrelas, não sei quantos dias de parque e você vai conhecer o backstage, não sei o quê, não
sei o quê, não sei o que lá. Só que assim, eu já conhecia tudo isso, gente. Eu morei na Flórida e por muito tempo eu
tive acesso como mídia desses parques. Eu era, né, tinha um canal, esse mesmo
canal, só que falava sobre parques de Orlando. Então eu tinha acesso de mídia, então eu ia no backstage, eu conhecia as
pessoas, conheci tratador, conheci muita gente que saiu do Seword, então amigos
mesmo da Flórida ali que trabalhavam no Seward e que me contavam o que rolava na no backstage. Então, já sabia de tudo,
né, o que eles iam me oferecer. Mas o que que eles queriam? queriam comprar o meu silêncio. Eles queriam que eu fosse
lá e fizesse tudo de graça. Provavelmente eles iam me dar eh me
fazer assinar um contrato e nesse contrato com certeza ia ter meu silêncio. E aí eu falei: "Não, não preciso. Eu já conheço bem o parque, eu
já estive aí muito tempo, já trabalhei um tempo como mídia do parque, eu sei exatamente do que eu tô falando e eu tô
falando com propriedade." Então assim, é tão verdade as coisas que eu falava sobre esses lugares que eles nunca
tiveram coragem de me processar, porque se eles processassem eles sabiam que eles iam perder, porque eles estavam do
lado errado da história. Então eu tô falando de parques, gente, mas é um absurdo verdadeiramente o que essa essas
empresas e essas pessoas fizeram com seres que são absurdamente bizarros. Ó,
o Benur tá falando que caveiar são ovos de ovas de esturjão. São, mas existe
caveiar de beluga também. Você não sabia? Eu sei que o caveiar é de esturjão, mas existe caveiar de beluga.
Da mesma maneira que existe cavear de um monte de peixe. Senhor Benhur, para com isso. Não deixa louca, não. Me deixa
louca hoje, não. Então, gente, o o depois de assistir o Black Fish, depois de virar hater desses lugares, eu sei
exatamente o que acontece comigo. Olha, a Cris matou, matou a pau. Você capta o campo da baleia e sente o sentimento
delas. É exatamente isso, Cris. Mas não tenho não tenho palavras além para
expressar exatamente isso que você escreveu aí. Era como se eu captasse a
tristeza dessas baleias, porque eu sou uma pessoa extremamente impata para qualquer tipo de animal, pra pessoa
também, né? Se a pessoa vem toda cagada para perto de mim, eu falo: "Ai, me dá aqui sua merda que eu vou carregar". Eu tiro da pessoa e falo: "Ah, agora sua
merda é minha". Então eu tenho essa empatia que é absurda. E aí eu ao entrar ali no
estádio, o que eu tava sentindo era algo que ultrapassava o físico. No físico, as
baleias estavam fazendo um show e fora do físico, no campo astral, né? E eu já
fazia projeção astral na época, mas não de uma maneira controlada como eu faço hoje. Então já saia do corpo mesmo sem
querer. Eu tava lá sentada assistindo o show assim, de repente eu saía do corpo e tinha um negócio e voltava chorando.
Então eu tava captando no astral o sofrimento daquelas baleias e o fato delas estarem sendo obrigadas a fazer
tudo aquilo e delas estarem passando fome porque elas só fazem aqueles shows que vocês assistem porque elas estão
passando fome. Então os tratadores deixam elas passando fome a madrugada inteira. Eu comentei aí a quantidade de
peixe de crio que uma baleia tem que comer pr ela se manter, certo? Então eles deixam ela passando fome a
madrugada inteira para na hora do show elas fazerem em troca de comida. Então tava captando aquilo, gente, tava
captando aquele campo, né, daquela energia a ponto de eu não conseguir controlar o choro. E daí corta agora
para esse essa minha viagem que eu fiz para Austrália agora em outubro. Eu falei para vocês, Austrália e Nova
Zelândia, eu fui em vários lugares, né, para justamente fazer observação de baleia.
Então, em na Nova Zelândia, em Oakland, tem um tour que sai todos os dias porque existe um lugar ali na Nova Zelândia que
é um bersário de baleias de diversas espécies. Então, tem Sperm Wales, tem a cachalote, tem a orca. E aí o barco sai,
fica 6 horas no mar e ele vai pros lugares e vai vendo as baleias. Gente, é impressionante como Carol Capel é
descendente da rainha de Atlântida. Quem me dera, mas é impressionante que
eu cheguei nesse lugar, começo a chorar. Cheguei, vi a primeira baleia e gente, eu só vi a fumaça da baleia lá na
Já tava chorando. Na Noruega também a gente foi para um lugar para ver Orca, mesma coisa. Na Austrália também o
existe um passeio que sai lá do Pier de Gold Coast que você vai ver baleia e na Austrália você não precisa nem pegar o
barco porque você consegue ver da própria praia de tanto que tem. Então é é 5 segundos aí eu vê a baleia começa a
chorar. Elas são telepatas. Eh, Júnior, eu não tenho dúvida nenhuma de que essa
sua afirmação seja real, tá? É porque eles perceberam que os seres humanos ainda não têm capacidade de interpretar
a telepatia. Então, por isso elas estão usando bolhas. Mas eu não tenho nenhuma
dúvida de que isso é real. É um campo de energia total. Aí eu queria saber de vocês se vocês têm isso também ou se sou
eu que preciso procurar ajuda psiquiátrica. Eu
queria saber se vocês têm isso também, se vocês têm esse esse negócio que é
tipo um choro incontrolável que vocês não conseguem, né, segurar quando vocês
encaram determinada situação ou estão de frente de determinada situação. É o meu
caso. Isso acontece muito com Baleia e Golfinho. Mas eu queria saber de vocês se vocês têm também. A Jane Elisa Rocha
falou que o ser humano não é digno desse planeta. Ai ai ai ai ai ai ai. Você é vegetariana? Então não sou, não sou não.
Eu tenho nuances vegetarianas, tipo, tem dia que eu fico vegetariana, tem semanas que eu fico vegetariana, mas eu não sou
não. Não sou. Eu como carne, como peixe, tudo normal. Mas é um negócio que eu tenho mesmo com baleia, tá? Não sou nem
vegetariana, nem vegana. O Rogério acho que eu fui uma sereia na outra encarnação. É na outra, viu, Rogério?
Porque nessa aqui, como eu comecei a live aqui para vocês hoje, eu sou o Carol Capel, sua baleia favorita,
que acabou de comer um panetone. Tudo bem, era um mini panetônio, gente, daqu pequenininho, mas eu comi inteiro.
Então assim, isso aqui amanhã já vai nascer um calombo aqui do lado da barriga. Vocês têm isso também? Você
come negócio hoje, amanhã vocês já tão gordo. Tenho isso. O meu não dá nenhuma semana, gente. É
cinco dias eu já tô assim, ó. Ó,
bem linda. E sim, eu acumulo gordura, daí eu durmo por uma semana, aí eu viajo, aí melhora.
Eu quero saber, vocês têm também esse negócio com animais, com alguma coisa ou sou eu? Ó, o Antônio falou: "Eu tenho um
pouco disso de chorar em determinadas energias, inclusive música e animais". Eh, eu sou assim quando se trata de
animais. O Bruno, eu não tenho. Tá bom. Direto e reto. Sim, tenho. Sou igual,
disse Rogers. Eh, sinto principalmente em rodeio. Nossa, e baleia a todos que
vi, chorei. Cântaros de tanta tristeza. Eu não sei o que que é cântaros, mas gente, tá aí um negócio também que eu
abomino. Rodeio, cara. Eu não consigo, eu não consigo compactuar com quem gosta. Se a pessoa falar para mim assim:
"Ah, eu gosto de rodeio". Eu já falo: "Tá bom". Então você, então nós não somos amigos, nós não vamos poder sentar
juntos no recreio. Eu já sou essa pessoa que exclui mesmo quem gosta de rodeio. É que, gente, eu nunca fui em rodeio. Em
festa de rodeio não dá para ficar parado. Eh, eu nunca fui em rodeio e o que eu
ve, o pouco que eu vejo de rodeio já me incomoda. E quando eu vejo alguém que vai no rodeio, essa pessoa já não vai
sentar comigo no recreio. Não vai sentar comigo no recreio,
nem vai andar do meu lado. Carol, a baleia encarnada.
Sou eu. Hei, hei, hei. A gente engorda até pelo
cheiro, né, Fernanda? É isso mesmo. Nossa, eu tenho uma batata fritando na minha vizinha. Eu já tô aqui, ó. Uh,
a Carol é uma aquarian, aliens que vivem sobre a água. Sou eu, gente. Eu sou H2O,
menina sereia. H2O, menina baleia. Sou eu. Eh, eu, se
eu tô comendo, comendo não, eu se tô tô perto da praia e de repente a água pinga
e me molha, ó, naturalmente eu viro uma sereia.
naturalmente. E aí começa a nascer, né, a cauda. Eh,
eu tô mandando uma mensagem pro meu marido avisando ele sobre um negócio que apareceu lá fora para ele visualizar.
Gente, olha que interessante. Festa de rodeio. Ontem, ontem eu juro
para vocês que essas câmeras que eu tenho aqui em casa, ontem eu quase botei um ovo azul
pelo meu orifício anal. Desculpa, tia Neid, mas foi por quê? tava maior neblina, gente. Sabe aquela neblina
química que eu comentei com vocês o ano passado? Ela voltou, gente. É uma neblina grossa, com umas partículas
assim. E aí a minha câmera tava captando as partículas, né? Então eu tive que
desligar a câmera porque o tempo todo ela ficava me mandando mensagem. Movimento detectado, movimento
detectado. Eu falava: "Man, o que que é?" Ah, eu saí lá fora, vi que tava essa neblina aí. Aí falei: "Ai, é neblina,
vou desligar a câmera para, não sei lá, não explodir meu celular de tanta mensagem, né, que eu tava recebendo."
Aí, gente, de repente a mensagem era assim, ó: "Pessoa detectada, a sua câmera acaba de detectar uma pessoa"
e eu Aí eu abria a câmera e olhava e não tinha pessoa nenhuma, gente. Era só um
bug da minha câmera mesmo. Bom, pelo menos não tinha uma pessoa que eu tava conseguindo ver com o zói da cara, né,
gente? Mas, mas que tinha alguma coisa ali. Tinha. Quer ver? Eu vou pegar a foto aqui para vocês porque olha, é
sério, é tanta coisa, mas tanta coisa que eu vou falar assim aqui. Aí, ó,
centenas de de mensagens assim. Câmera da pérgula acaba de de detectar uma
pessoa. Câmera da pérgula acaba de detectar uma pessoa. Fala, gente, como assim? Como assim? Ó, tô mandando aí
para pro meu computador para poder subir para vocês. Aí, acabei de ver aqui na meu celular, me deu uma mensagem que
tinha coisa lá na câmera. Aí eu falei pro meu marido, vai lá ver, por favor, porque depois do que me aconteceu ontem
à noite, eu já não duvido de mais nada. Olha isso aqui, gente. Vou botar aí na tela para vocês verem. Olha, olha a
doideirinha, ó. Pessoa foi detectada 18:51, 18:49,
18:48. E essa câmera, ela tem inteligência artificial, né? Aí eu falei: "Eita, mas será que tem uma
pessoa lá fora?" "Gente, esse essa câmera é a câmera do meu quintal do fundo". Falei: "Nossa, que esquisito". E
aí e saía lá, olhava pela outra câmera, olhava tudo, não tinha nada. Então, assim, são coisas que só acontece
comigo. Daí agora tá tá falando que tinha um um animal lá fora. Aí eu falei:
"Eita, como assim um animal?" "Tudo bom, é um javali?" Porque aqui tem, né? Vocês sabem? ou se não sabe, fiquem sabendo
agora que na Polônia tem muito javali e eles ficam para lá e para cá. A gente
tem que tomar cuidado às vezes para não atropelar eles na rua. Vali, aqueles servos, né? Servos são viadinhos. Então
eu falei: "Mas que bicho que tá lá?" E aqui no meu quintal, gente, o meu quintal ele é o quintal da Branca de
Neve. Então o que vocês falaram que é uma aqua ferian, não é? Sabe, sabe fada do fada da natureza. Como é que seria
uma fada da natureza? Uma Sou eu.
A fada da natureza sou eu. Igual na Tinkerbell. A Tinkerbell não tem uma amiga dela que é
a fauna, que é a fada da natureza. Sou eu. Aqui no meu quintal, gente, é onde a fauna da Cracóvia se encontra, tá? Nós
temos porco espinho que vem aí jantar. Eu deixo comidinha para ele. Oh, nós
temos uma lontra que vem jantar. Nós temos uma Marta. Marta, gente. É
isso aqui. Quer ver? Ó, o nome dela é Marta mesmo, tá? Mas não fui eu que coloquei o nome. É, é um animal que se
chama Marta. Ele é muito fofinho. Eh, no Brasil a gente chama esse animal de
doninha, mas ela não é igual a doninha do Brasil, não. Ela se chama Marta. É
tipo uma prima da da doninha. Então, aí tem esse animal aí que é uma Marta que
vem jantar aqui em casa. Isso é uma Marta. A gente tem muitos gatos também, que eu já contei para vocês em outras
oportunidades também, que vem jantar aqui em casa. Tem servos, servos, servos
não, né? Parece que tem um empregado, eh, um escravo, não, tem cervos, tem
javalis que vem jantar aqui em casa, raposas. Então, sim, sua Branca de Neve da vida
real. Passarinhos, muitos passarinhos. Corvos. Corvos. E urso não tem, mas tem aqui nas
montanhas, mas urso não tem. Então, eh, tem muitos bichinhos que ficam vindo aqui e a gente fica de, eu coloquei essa
câmera não para monitorar uma pessoa que vai aparecer lá, porque é impossível, é no quintal do fundo, só se alguém pular
ali, né? Não foi para isso que eu coloquei a câmera. Eu coloquei a câmera, gente, para monitorar esses bichinhos. E
aí quando aparece essa câmera tem inteligência artificial, então ela fala: "Passarinho detectado". Eh, gato
detectado, eh, raposa detectada. Aí eu vou lá colocar comida. Mas gente,
pessoa, pessoa, o meu o cu tava que não passava
nem Wi-Fi. Eu olhando aqui da câmera não tinha nada da gente olhou em volta da casa inteira e e não tinha nada e não
era nada, era só um erro da câmera mesmo. Ou um fantasma meio que tava aparecendo. Eu falei: "Meu Jesusizinho,
olha Jesusizinho". Olha só. Então, eh, eu tenho esse negócio de
ser, gente, a fada da natureza. Eu tenho uma coisa, uma vibe meio Branca de Neve, compacta com Satanás. Eu tenho, eu sou
essa bruxa branca, eu sou a bruxa da Branca de Neve, porém uma mistura, né, da bruxa com a Branca de Neve. Então, é
meu jeitinho, meninas, eu tenho isso. Então, me incomoda muito esse negócio, sabe, dessa coisa com baleia, dessa
coisa com golfinho de de caça, de parque que usa isso e tal.
um negó, a fada madrinha. Sim, sou eu, a bruxa madrinha. Eh, então eu tenho isso.
E aí, gente, quando eu vi esse negócio das baleias estarem se comunicando com os humanos, eu falei: "Nossa, isso aqui
é extremamente bizarro. Isso aqui é verdadeiramente um mistério. E eu preciso contar pras pessoas que a baleia
azul, por si só, ela já é uma falha na Matrix". Aí, de repente as falhas da
Matrix começam a se comunicar com os humanos. Ó, eu, hein, coisa esquisita. É
a madrin. Ai, olha, dá pra gente explorar muitos
apelidos, não dá nessa brincadeirinha. Eh, por último, mas não menos importante, eu quero contar um último
babado para vocês, que tem tudo a ver com esse negócio de ter um monte de bicho que vem comer aqui em casa. Ontem,
gente, era sei lá, 6 horas da tarde, me deu fome, falei assim pro meu marido: "Ai, acho que eu vou pedir um sushi".
Falou: "Tá bom". Aí tem um lugar de sushi aqui que a gente sempre pede que é pertinho da minha casa, mas eu pedi para
entregar. Por quê? Porque tá muito frio, tá menos 4 gra cus lá fora e tá nevando
e tá muito frio e tal, pedi para entregar. Aí demora mais ou menos uma hora para entregar, tá? Por quê? Porque
eles são lerdos mesmo. Mas a comida é boa, então a gente vale a pena. E aí quando eu tava pedindo no
site, eu vi que tinha um negócio que eu ri muito que se chamava pombo azedo. O
que que era o pombo azedo, gente? O pombo azedo é uma bebida aqui da Polônia
que não tem nada a ver com pombo, mas eu não sabia, eu nunca tinha ouvido falar esse nome. E não se chama pomba em eh
polonês. Em polonês se chama pig pig. Pig. Tô pegando o nome aqui para vocês
verem. Pigviniada. Pigviniada, acho que é isso. Pigvinoada. Eu vou pegar o nome aqui
certo para parar de falar merda. Pera aí. Cadê? Cadê? Cadê? E tirar do site. Gente, não é possível. Ontem eu tava
numa realidade paralela. Pig noviada. Pig pig vinoada. Tô ficando muito pior. Pera aí, eu vou
pegar aqui o nome. E foi ontem, isso aconteceu ontem. Aí eu entrei lá no site, tava fazendo aqui, ó. Eh, olha
como aparecia. Dá para ver aí? pombo com chá aparecia isso, o nome, o nome da
bebida aí quando eu colocava, por quê? Porque tava traduzido, né, do polonês
pro português, o site traduziu automático aqui, ó, eu tava aparecendo pombo com chá
e eu tava pedindo sushi, aí eu falei: "Meu Deus!" Falei com o meu falei: "Meu Deus, Marcelo". Ah, é pig pig pig vade,
assim, ó. Dá para ver aí? Pig vadeade. Eu tava pedindo o sushi. E apareceu
essas opções de bebidas. Tinha pignoviade azedo, pignoviade clássico e
pignoviade com chá. E tava ativada a tradução do meu do meu da minha internet
aqui, meu Google Chrome e tava traduzindo como pombo azedo. Olha aí, ó.
Não é mentira. Ai, aqui, pombo azedo. Vocês estão vendo? Pombo azedo, tem o
pombo clássico. Tinha três tipos de pombo. Eu, gente, juro para vocês, eu moro aqui há 8 anos
e eu nunca na minha vida tinha visto essa bebida com o nome de pombo azedo.
Aí eu falei pro Marcelo, falei: "Ai, eu vou pedir pra gente experimentar o pombo". Tava muito feliz, gente,
com meu pombo. Eu tava muito feliz com o meu pombo. Aí pedi o sushi mais o pombo aí. e falou
lá, vai demorar uma hora, tá bom? Tô esperando aqui chegar meu pombo, que afinal de contas eu acho, gente, que depois de tudo que eu trabalhei ontem,
eu merecia um pombo, um drink de pombo. Aí, enquanto eu esperava a bebida
chegar, fui pesquisar o que que era essa pigno pig pigvoniada,
esse é o nome. Fui pesquisar, vou até escrever aqui para eu não esquecer mais. Pigvoniada,
que é uma limonada de pigvo. Fui pesquisar, descobri. Mas afinal de contas, o que é pigvia. É uma fruta que
parece uma pera e se chama 15 em inglês. Nunca tinha ouvido falar. É uma pera,
gente, que você não pode comer ela crua, você tem que comer ela cozida só. Então,
fazem uma uma bebida, cozinha essa essa perira, faz uma bebida dela, fica tipo
uma cerveja e vende, tá? Aí eu já tinha pesquisado,
já tinha sabido, soubedo que era uma bebida feita de pera, então eu tava mais
feliz ainda porque falei: "Nossa, que interessante, né? Nunca tomei, tá bom". Aí, uma hora depois eu recebo uma
mensagem no meu celular falando que o restaurante já tinha finalizado o meu pedido e tinha enviado o meu pedido
usando um Uber, um motorista de Uber. Eles fazem isso, eles terminam, né, o o
pedido, chamam um Uber, o Uber só vai e faz o delivery e faz a entrega. Tá bom?
Aí tô aqui esperando o restaurante aqui perto. De repente eu recebo outra mensagem falando assim: "Olha, o seu
Uber está a 2 minutos da sua localização". Aí eu falei: "Bom, vou descer". Desci, pus a jaqueta porque -4º
lá fora para poder pegar lá na calçada. E todos saindo de casa assim e o carro
tava vindo, tava quase na direção da minha casa e eu lá fora já esperando.
Daqui a pouco, gente, falei: "Cadê esse homem? Cadê o cadê meu pombo?" O homem
sumiu. O homem no GPS do Uber, eu não sei como que isso, isso é, olha, vou falar para vocês, é o tipo de coisa que
o tinhoso gosta, que o capiroto gosta. No aplicativo do Uber que tava aberto
aqui, ó, no meu celular assim, ó, na minha cara, na hora mostrava que o carro
dele tava exatamente na minha frente. E, gente, não tem outra rua, não tem nada.
Ele tava lá, mas eu não via ele com os meus olhos da cara. Aí meu marido viu que, olha, vou falar, viu, Bruno, o cão
é muito bem articulado. Meu marido viu que eu não entrava em casa, ele foi atrás de mim. Aí ele foi lá no portão e
falou: "E aí?" Falei: "Eu não sei. Olha aqui no aplicativo tá mostrando que ele tá aqui e ele não tá aqui." Aí eu mandei
mensagem pelo aplicativo do Uber, falei: "Desculpa, onde você tá? Não tô te vendo." Ele: "Eu tô aqui, venha buscar".
Eu falei: "Não, mas eu também tô aqui". Ele falou: "Não, mas eu também tô aqui". E aí ficou esse negócio. Eu tô aqui, eu tô aqui, eu tô aqui, eu tô aqui e ele
era ucraniano, então ele escrevia em ucraniano. E, gente, tá aí uma língua que eu entendo de escutar, mas a escrita
do ucraniano é com o alfabeto cirílico, não é igual ao nosso. Então, olhava aquilo, não entendia nada. Eu botava no
tradutor e respondia a ele. Botava no tradutor e respondia a ele. E olha, Rogério, foi exatamente isso que me
passou na cabeça. Falei: "Mano, não é possível. O cara tá num universo paralelo e ele tá com o carro aqui na
minha frente, eu não tô enxergando." Aí eu sei que esse homem foi ficando bravo porque eu não ia pegar o pedido e ele
tava lá na minha frente, não sei o quê. De repente ele mandou uma mensagem assim: "Larguei o pedido aqui, tô indo
embora, venha buscar". Aí eu pensei, gente, largou o meu pombo aonde? Aonde que ele largou meu pedido? Sendo que,
cara, não, não tem aqui não, não. E e eu mandava, mas aonde que o senhor deixou o pedido para eu poder pegar não sei o
quê. Stranger Things Total. Esse homem, Bruno Lira, ele estava no universo, no
mundo invertido. Eu não tenho dúvida disso. Tá bom. Aí eu falei: "Marcelo, esse homem deu um golpe na gente, como
que ele hackeou?" Ó, se alguém estiver nessa live e alguém souber como isso é
possível, por favor, você olha, Fernanda, ele largou meu pombo e não me
entregou meu pombo, o meu pombo de bebê, meu pombo azedo. Ai, gente, não é
possível, isso não está acontecendo. Aí eu falei pro Marcelo, falei: "Não, Marcelo, por favor, vamos entender o que
tá acontecendo aqui." Liguei no restaurante. Liguei no restaurante e o o cara me atendeu super simpático. Falei:
"Moço, tem alguma coisa muito louca acontecendo aqui." Eu recebi uma mensagem do Uber falando que ia entregar aqui. Essa aqui vai ser a sexta
temporada. Vai ser a sexta temporada de fix. Falei: "Gente,
o homem, o homem fugiu com meu pombo, moço." Aí ele falou: "Nossa, que estranho, porque aqui para mim o pedido
consta como entregue." Eu falei: "Para mim também". Aí ele ligou pro homem do Uber. Ele não conseguiu falar com esse
homem. Esse homem não existia. Só o que ele sabe, o que ele soube me falar é que
esse homem retirou o pedido lá na porta do negócio. Agora, gente, como que o GPS
do Uber mostra que o Uber tá na frente da minha casa parado, que só tem uma rua? Porque, gente, na frente da minha
rua tem um campo, os membros viram aí, eu postei essa semana um vídeo que tava nevando, é um campo gigantesco antes da
outra rua. Então assim, no GPS mostra esse espaço. Então como é que esse homem tava na minha frente com o carro na
minha rua? Era o VCna entregando, certeza. E eu não estava vendo ele. Não tem como. Eles
hackearam, olha, não sei como. Eu acho que era algum tipo de vigarista também. Acho. Clevson granja. Eu acho que eles
hackearam o aplicativo do Uber fazendo com que o GPS aparecesse como se tivesse lá, mas na verdade não tava. Essa foi a
única explicação natural que eu sei se vocês estão vendo que tem um cabelinho aqui, ó, que eu não faz parte da cabeça,
daqui a pouco me dá uma revolta, eu arranco ele. Eh, eu não sei como, mas eu acho que eles hackearam o aplicativo do
Uber. Aí, ó, aqui, ó, você coloca VPN, hackei o mapa. Thago, obrigada, porque
eu tava quebrando minha cabeça para tentar entender como que funcionou isso aí. Enfim, eu falando com o gerente aqui
do restaurante, ele: "Mas e você, você não quer vir buscar outro pedido? Eu posso fazer rápido para você?" E gente,
já era 8 da noite até o homem fazer, até eu ir buscar, ia dar nove, a fuga das galinhas versão pombo. Eu não, moço,
tudo bem. Eh, ele falou: "Não, então vou te devolver seu dinheiro". E no fim das contas, gente, quem saiu perdendo nessa
história toda foi o restaurante, porque eles me devolveram o dinheiro na mesma
hora, tá? Eles resolveram o problema. Por quê? Porque eu sempre compro lá, né? Sempre peço lá. E eles sabem que eu sou
cliente e tal, então eles não queriam ficar mal comigo. E depois até me falaram que eles vão mudar o sistema de entrega e não vão mais entregar pelo
Uber, que estão mudando e tal. Eu falei: "Ah, que bom, porque realmente não tá funcionando." Tá bom, gente.
Tô até chorando. Vocês sabem que eu não tomei o pombo, Thaago. Eu não sei o que
que gosto tem isso. Eu fiquei tão chateada que eu não tomei uma pig, como é o nome?
Pigvoniada. Eu não tô vendo nem o pombo azedo, nem o
pombo clássico, nem o pombo com chá, que era esses que tinham na negócio.
Inclusive, eu tô até com medo dessa história porque eu reabri o site aqui do restaurante para tentar tirar um print
para mostrar para vocês que traduz como pombo azedo. E não existe mais. A única referência que eu tenho é da do story
que eu gravei ontem, que mostra aqui, ó. Ó, vamos ver aqui. Pombo com chá. Vou
até tirar um print e mandar aí para vocês verem. é a única referência que eu tenho que isso existia em alguma
realidade, talvez uma realidade paralela, tá? Daí que aí que tá. Por que que eu entrei nesse assunto com vocês?
Porque a gente não tava falando dos animais. Os animais que me visitam aqui, que tem muitos, tem raposa, tem servo,
tem gato, tem porco, espinho, tem um monte de coisa. A gente não tava falando disso. Então, aí, qual foi a minha
teoria? Minha teoria secundária? A minha primeira teoria é: caramba, eh, fui roubada, tá? O cara pegou a sacola da
comida, ele falou: "Caramba, que delícia". Ó lá o pombo com chá,
gente, uma bebidinha cara. O pombo com chá era caro. Então, a minha primeira
hipótese é que o cara, ele viu o a bebida, ele falou: "Ai, que delícia! Um
pombo com chá ou um pombo azedo, eu quero". E ele, ó, deu o golpe ali, pegou
o sushi, comeu o sushi e sumiu com o meu pedido. Essa era a minha primeira hipótese natural. E aí agora eu tô
sabendo também que dá para usar o VPN, dá para hackear a a
internet lá do Uber e dá para, né, fazer esse esquema aí. Tô entendendo isso? A
minha segunda hipótese era a hipótese que vocês levantaram aí, que é a hipótese de que de repente
de repente eh, ele tava no eu tava no lado invisível, ele veio do lado invisível,
ele era o VCna, ele tava numa realidade paralela. Gente, eu juro para vocês, ó,
alguém falou assim: "A resposta é o GS Milagres". Ele traz milagres pra gente. A resposta é: não era para você beber o
suco de pombo? Então, até pensei nisso. Será que não é um negócio que ia me fazer passar mal? Será que a comida não
tava estragada? E daí foi um livramento do universo, Senhor, milagres. Talvez também temos aí. Então, essa era a minha
segunda hipótese, tá? Uma hipótese mais assim, eh, louca, totalmente da realidade paralela. A terceira hipótese,
gente, tem tudo a ver com esses animais que me visitam. Forças para o ícone que ficou sem tomar o pombo com chá.
A terceira hipótese, senhoras e senhores, é que esses bichos que me visita todo dia, eles acharam uma
sacolinha, que é aquela sacolinha com o sushi, com o meu pombo que
o homem largou, sabe se lá onde as raposas tavam passando, falou: "Eita, que que é isso?"
Aí falaram: "Oi, é sushi, Ronaldo". A raposa chama Ronaldo, tá? Falou: "Nossa,
Ronaldo, achei um saco de sushi com cervejinha de perira". Eles ficaram a noite inteira comendo sushi e bebendo
cervejinha de perira. Eles beberam o meu pombo com chá, tá? E é por isso que eles
não apareceram essa madrugada para pedir comida. Olha, nós temos várias hipóteses, todas uma mais louca que a
outra, sabe? E todas igualmente verdadeiras e ao mesmo tempo todas misteriosas. A gente não sabe o que
aconteceu, a gente não entendeu absolutamente nada do que aconteceu, mas
sem pombo, sem problemas. Por que, Raymond? Porque ontem mesmo a gente já
resolveu o nosso próprio problema. A gente ficou sem comer sushi, sem beber o nosso pombo. Sim, sem beber a nossa
pigvoniada. Que nome do caceba também, né? Por isso que o Google Tradutor traduziu desse jeito, porque nem ele
entendeu que palavra era essa. Aqui embaixo tá escrito, né, bebida de marmelo com chá verde, uma bebida
levemente gaseficada, refrescante e pasteurizada, feita com marmelo japonês. Então, ao contrário do que vocês estão
eh pensando aí, gente, não tem absolutamente nada a ver com álcool, tá? É tipo um refrigerante de pera. A gente
queria experimentar, mas eh não foi meu novo arquétipo. Foi o arquétipo do pombo, não é? Sabe por quê? que eu não
consegui consumir o o pombo. Não, não foi, não foi dessa vez. Então assim, eh
só para contar para vocês que a gente é tão rodeado por essas criaturas, por esses animais que eu tenho certeza que
ontem o homem até deixou a sacolinha aí na porta, mas aí a raposa Ronaldo pegou, levou pro clã das outras raposas e elas
ficaram a noite inteira tomando cervejinha de pera e comendo o nosso
sushi. E sabe o que que é pior, gente? Me deu vontade de novo de comer o xi que
eu não comi ontem. Mas espera que eu dei a volta por cima, tá? Eu vou contar para vocês agora antes de eu ir embora a
minha é a revolução dos bichos. Vou contar para vocês a minha volta por cima
com o meu pombo azedo. Meu marido tinha comprado,
não tem nada a ver com a com a calça, mas era o que deu para fazer, tá? Meu marido tinha comprado um prostituto com
trufa. Uma delícia. Fininho aquele presuntinho lá, né? Eh, bem fininho. O
jogo virou, meus amores. Meu marido tinha comprado esse prostituto, tá? Tava lá na geladeira.
Que que eu fiz? Eu peguei um pãozinho de forma, passei quilos de mostarda de Jon,
peguei esse negócio aí desse prostruto com trufa, cortei um monte de tomate e coloquei assim, tá? Tudo bem, lindo? Com
um monte de flor de sal, fechei o lanche, cortei e essa foi minha janta.
Eu comi o pobo, não, eu comi o sushi, não. E ainda eu e o restaurante nós
demos uma refeição gratuita para uma família inteira de ucraniano com cervejinha de pera. Ó, o pessoal tá
falando que é tipo um combucha. Interessante. Um dia, Tânia, quem sabe eu vou conseguir experimentar a o pombo
azedo. Eu ia falar o nome em polonês de novo, mas eu acho que não valia a pena. Eu acho que o pombo azedo, sim. Um dia
talvez eu vou conseguir. Eu fiz um lanchão, Bruno. Eu jantei, mas a minha cabeça tava Gente, cadê meu pombo?
Cadê o meu pigvoniada? Aqui tudo que termina com niada é de limão. Então lemoniada, limonada. Então
o pigvoniada é feito de pigvo, que é a a fruta lá, né? A pera. Então e pera,
gente, não é pigv. Pera gruska em polonês. Então eu tava confuso, eu falava: "Como que pode chamar pigv se
gruska é pera?" E parece que é de pera. Aí depois descobri que não era de perira, era de pigv. E o que que é pigv?
É 15. Pode pesquisar aí esse nome aí vocês vão achar assim, ó. 15 pesquisa. É
uma pera, gente, peira gorda que cozinha. Ela não pode ser comida crua, ela só pode ser comida cruzida. Então
assim, olha o momento, forças ao ícone para finalizar essa live aqui para falar para vocês que
você tem obrigação de ir lá comprar presencialmente e falar para nós se esse pombo é bom mesmo. Sabe qual que é o
problema, Fernanda? Eu acabei de acessar o site do restaurante aqui para ver se
se traduzia de novo e não tá mais no cardápio. Então o que eu tô começando a
ponderar, senhores, é que ontem realmente eu vivi uma experiência dimensional. O o
a bebida do pombo azedo não existe. O Uber que foi trazer o negócio para mim
não existe. O restaurante também não. O sushi tampouco. E ontem eu entrei numa
espécie de uma realidade paralela, num set além disse Ashley Carvalho. E nesse
set além que eu entrei, tudo isso aconteceu comigo. E gente, foi uma situação tão confusa, mas tão confusa,
que minha cabeça ficou assim, ó. sem entender o que tava acontecendo, que não faz sentido, sabe? Nada faz sentido
com nada. Pois é, foi o que eu vivi ontem, o momento forças é um ícone. Mas tá bom, senhoras e senhores, vocês
sabem, né, que esses finaizinhos de live aqui, a gente sempre de vaga, a gente
sempre fala de uns assuntos que não tem nada a ver, é o nosso jeitinho, tá? Esse
é o nosso jeitinho. Quem não gosta está super convidada a se retirar do canal.
Mas esse é nosso jeitinho, gente. A gente ama um pombo com chá, sabe? Um pombo azedo. É o nosso jeito. Vai fazer
o quê? Nesse finalzinhos, nesses finalaizinhos de live aqui, vocês sabem, a gente
começa tentando se manter dentro de um assunto sério. Eu preparo a pauta, eu
preparo imagens, eu preparo reportagens, eu preparo tudo para vocês bonitinho. Mas a gente consegue se manter dentro de
um assunto sério? Não, a gente não consegue. Ontem eu passei por uma pegadinha na Matrix. A
Vânia Cristina tá rindo muito da minha cara. Olha, a senhora, não ria não viu que eu fiquei sem meu pombo. Ai, gente, eu fiquei chateadíssima ontem. Sério, eu
fui dormir pensando, qual será que é o gosto disso? Bom, o que eu vou fazer é eu vou procurar a pignoviada.
Como é? É esse o nome? Não, tá errado, né? Pigfoneada. Eu chamei de viada.
Eu vou procurar a pigvoniada. Não, pig noviada. Gente, que horror. Eu
vou procurar, tá? Eu
vou procurar isso aqui na internet. Eu vou comprar e nós vamos experimentar o
pombo azedo, o pombo com chá e o pombo clássico juntos. Ah, mas nós vamos,
nós vamos sim. E eu prometo que assim que chegar um lote de pombo azedo aqui em casa, vai ter live experimentando
pombo azedo, tá? Ninguém vai entender nada, só vocês que estão aqui. Mas a gente faz esse nosso grupinho de insider mesmo, tá bom?
O final que o Pombozeiro foi Eu sei, gente, eu trago isso, né? Eu trago esses momentos assim. Olha, a Simone tá
falando que foi livramento. Será que é ruim? Ai, gente, não sei. É caro, né? 17 slot. 17 slot é tipo R$ 25.
Ai não, gente, muito caro para ser um pombo azedo. Carol, não dá para manter o assunto sério porque você é brasileira
raiz e ri da própria desgraça. Ai, Antônio, tem que rir, né? Se você chorar o que aconteceu comigo ontem, mas o
restaurante existe? Existe, Renato. Eles me devolveram dinheiro e eu peço sempre lá. Mas é estranho, não é? Todo esse
monte de coisa acontecendo e tal. Eh, ontem o gerente me mandou mensagem porque, gente, tem uma coisa que eu
preciso bater palma e muitas palmas pra Polônia, é que o ucraniano que me roubou
não foi muito honesto, não foi. Mas o pessoal aqui da Polônia, eles são
extremamente honestos. Eles são paus no cu. Sim, eles são grossos muito. Se você
conhecer um polonês, você vai saber isso que eu tô falando. Eles são extremamente diretos, extremamente grossos. Eles não
querem falar outra língua que não seja o polonês com você. Então, se você não fala polonês, ó, vá vá vá. Eles não são
o tipo de pessoa que são gentis e bonzinho, igual a gente que se diz
bonzinho, porque a gente é brasileiro e a gente acha que a gente é o ser mais bonzinho do universo e que a qual não,
eles não são essas pessoas. Eles são extremamente grossos, eles são bravos, eles Mas se tem uma coisa que a gente dá
para elogiar absurdamente o polonês é a honestidade deles. Eu nunca vi um
polonês desonesto, nunca conheci um polonês desonesto. Eles são extremamente honestos, eles são muito verdadeiros nas
coisas, sabe? Então, claro, gente, esse negócio que eu tô falando para vocês do polonês ser grosso é a maioria, tá? Mas
eu tenho muitos poloneses que são amigos meus, tipo a minha própria professora de polonês, a minha própria professora de
pilates, são pessoas muito maravilhosas e a minha própria vizinha, minha vizinha não é polonesa, minha vizinha é
ucraniana. Então, eh, tem muita gente aqui que é muito gente boa, mas assim, a maioria, o estereótipo do polonês é que
eles são bravos, eles são isso, são mesmo, tá? E eles, eh, não sei o quê, mas assim, eles são extremamente
honestos, muito honestos. Então, o que aconteceu ontem foi uma prova de honestidade absurda. Por quê? Porque o
cara poderia, o cara do restaurante poderia ter falado: "Ah, ela recebeu e agora tá querendo dinheiro de volta,
né?" Ela ela bebeu o pombo do azedo, ela comeu a comidinha e agora tá querendo, mas não. Ele confiou totalmente na minha
história, porque ele também ligou no Uber e ele também viu que o cara não respondia e tal. Então, ele confiou na
minha história. Ele me devolveu o valor integral. Ele falou: "Olha, na próxima vez que você for pedir qualquer coisa
aqui, a gente vai te mandar um presente". Então eles são muito honestos. Então
esse é o lado bom ainda, sabe, dessa história toda. E aí ele até comentou comigo, ele falou: "Estranhamente tem
acontecido muito caso de golpe recentemente com Uber aqui na Polônia. E
isso, gente, pro polonês é um choque, tá? Por quê? Porque um povo que é extremamente honesto, que confia tudo em
um papelzinho, tudo aqui na Polônia você resolve com papelzinho. É um país que não tem burocracia. Por que que não tem
burocracia? Porque não tem desonestidade, entendeu? Então, se você vai abrir uma conta em banco, a primeira
vez que eu vim para cá, para Polônia, que eu fui me mudar, que eu fui abrir uma uma conta no banco, eu abri em, sei
lá, 15 minutos. Isso não acontece em outro país. Na Itália é uma burocracia ferrada para abrir uma simples conta de
banco, para fazer qualquer coisa aqui, gente, não tem burocracia. E por que que não tem burocracia? Porque não tem
golpe. Mas os golpes estão começando, né? Por quê? Porque o polonês em si, ele
é muito honesto, mas infelizmente a Europa inteira tá sendo invadida por uma
onda imigratória que nem mesmo a fronteira mais forte da Polônia, que é
essa fronteira aqui que a gente tem, que não permite essa imigração ilegal, nem mesmo isso tá sendo suficiente para
conter essa quantidade dessa imigração totalmente descontrolada. Então o o
próprio gerente falou para mim ontem assim: "Ah, eu não sei por, mas no momento tá acontecendo muito golpe com
Uber". Aí eu falei: "Olha, você não sabe por, mas eu sei porê. Porque eu nasci num país de golpe. Então o motorista não
era polonês. Não. Se você perdeu o o a história, saiba que o motorista era ucraniano. Aí eu falei, falei assim para
ele: "Olha, senhor, eu eu vim de um país que dá golpe para tudo, então eu
entendo, mas o polonês, por ele ser muito honesto assim, ele não entende.
Então tá começando, sabe? E vai fazer 9 anos que eu moro aqui, né? Então, existe
uma diferença muito grande entre o começo da minha vida aqui e o agora, né, com essa onda imigratória. Então, gente,
isso é um problema. Problema que a gente já vê nos grandes países da Europa, por exemplo, né? Londres é cheio de assalto,
Paris é perigoso, tá cada vez mais perigoso, a Espanha tá cada vez mais perigosa, a Itália é perigosa. Então
existe realmente um negócio, uma onda que tá E isso, gente, que eu tô falando
para vocês, essa onda toda é interessante porque ela se alinha com uma profecia de baba. Sim, uma profecia
de baba. E aí a gente vai falar sobre isso em outra live, tá? Eu já preparei, já tá tudo pronto o assunto.
Provavelmente aí no meio de dezembro a gente vai ter essa live falando sobre as profecias de Babavanga. E ela fala sobre
isso, ela fala sobre isso que aconteceria na Europa. Então é muito interessante como uma mulher lá de trás,
gente, ela, a Baba Vanga nasceu em 1917, mas quando ela começou a fazer previsões, ela tinha mais ou menos uns
30 anos. Então, uma mulher de 1947 acertou o que tá acontecendo na Europa
hoje. Bizarro, né? Então, contei toda essa história aí para vocês
para contar que eu tenho esse contato absurdo com animais, gente. Então, fico o tempo todo olhando nas câmeras, né,
para ver se se tem algum bicho que tá precisando de comida, porque não é só gato, não é, tem porco espinho, tem
raposa. Então, tô sempre e gente, eu tenho comida para todos esses bichos aqui na minha casa. Meu marido falou que
90% dos nossos gastos é comida para passarinho, comida para gato, comida para raposa, comida
s essa Branca de Neve da vida real. Então esses assuntos sobre baleias, sobre essa caça das baleias e até o fato
delas estarem tentando se comunicar conosco, é um assunto que me pega muito, porque eu tenho essa ligação muito
próxima com animais. Aí eu quis contar isso para vocês e no final dessa live louca eu acabei contando para vocês
sobre a minha história, o meu triste fim do pombo azedo, mas eu vou comprar e vou
trazer aqui para vocês, tá bom? pra gente saber, né, afinal de contas, se o pombo azedo vale o investimento ou não.
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