Transcrição
O colapso do varejo nos Estados Unidos já começou e é muito pior do que imaginávamos. Em apenas um ano, mais de
3.200 lojas fecharam definitivamente, eliminando mais empregos do que toda a
indústria de carvão americana. O Walgreens está encerrando 2150 unidades
e até mesmo o Walmarts, o titã indestrutível do comércio, está abandonando diversos estados. Os números
são alarmantes. 112 bilhões de dólares perdidos anualmente apenas com furtos, a
lugares 20% mais caros e consumidores reduzidos a compradores de sobrevivência. Os shopping centers
parecem ruínas abandonadas. As ruas comerciais estão repletas de vitrines vazias e o império do varejo americano
está desmoronando, marca por marca. Hoje vou revelar as 12 redes que estão
entrando em colapso mais rapidamente até 2025 e os verdadeiros motivos por trás
dessa destruição. Prepare-se. O que você está prestes a ver não são apenas fechamentos de lojas, é o fim de uma
era. Número 12, JC Penny. Houve um tempo em que a JC Penny não era apenas uma
loja, era parte da vida americana. Sábados em família no shopping, crianças
correndo entre araras de roupas novas, mães folhando catálogos gigantes e pais
experimentando ternos que definiram gerações inteiras. Esse mundo acabou.
Hoje a JC Penny, que já teve 100 lojas, está desaparecendo silenciosamente.
Novos fechamentos atingem estados como Califórnia, Colorado e Virgínia Ocidental. A empresa os chama de lojas
com baixo desempenho, mas na realidade este é o caminho para a extinção. Os
números são devastadores. O tráfego de clientes caiu quase 40% em comparação
com antes da pandemia. Suas vendas online, que pareciam ser a salvação, nunca conseguiram competir com Amazon ou
Walmart. Eles apostaram na classe média e a classe média simplesmente desapareceu. Com salários estagnados,
inflação record e famílias priorizando alimentação em vez de roupas. Quem vai
comprar uma camisa de 70 quando as compras de supermercado custam mais que o aluguel? Não é má gestão, é um modelo
de negócio que não conseguiu evoluir. Mesmo após falência e um resgate por fundos de investimento, a J Penny
continua sangrando. Dívida superior a 4 bilhões de dólares. Lojas que parecem
congeladas no tempo, luzes brancas, prateleiras vazias, corredores silenciosos. E quando uma fecha, não cai
sozinha, arrasta um shopping inteiro consigo, boutiques, cafés, joalheras,
como dominós que deixam cidades inteiras sem o seu coração comercial. Isso não é
apenas o fim de uma marca, é o símbolo de um país onde o sonho americano não é mais alcançável. As luzes da JC Penny
estão se apagando e desta vez não haverá uma grande reabertura. Número 11,
Forever 21. Houve uma época em que a Forever 21 era o templo dos sonhos
adolescentes, onde uma peça de óes podia fazer você se sentir invencível, onde o
glamur barato era sinônimo de liberdade. Esse império agora está desmoronando. A
marca que definiu a moda rápida para uma geração está fechando até 200 lojas nos
Estados Unidos. O motivo? uma mistura mortal de inflação, concorrência e uma
mudança cultural que a Forever 21 nunca viu chegando. No seu auge, durante os
anos 2000 e 2010, essa rede gerava mais de 4 bilhões de dólares por ano.
Montanhas de roupas baratas que duravam duas lavagens, mas vendiam como água. O
problema é que sua fórmula parou de funcionar. Gigantes online como Shane e
Temu oferecem a mesma coisa: Mais rápido, mais barato e direto da China.
Por que ir até o shopping quando seu guarda-roupa inteiro chega na sua porta por menos de 50?
A Forever 21 tentou sobreviver. Colaborações com influenciadores, linhas
sustentáveis, reaberturas após falência. Nada funcionou porque seu cliente
principal, a geração Z, não vive mais em shoppings. Eles vivem no TikTok,
comprando roupas usadas noppop ou procurando tendências em brechós. O
mundo mudou e a Forever 21 não mudou. Os números confirmam: tráfego de clientes
caiu 50% comparado ao período pré-pandemia. Aluguéis de shopping que
custavam 30.000 por mês agora sufocam seus lucros. Estoques acumulam sem
vender, enquanto a moda rápida migra pro mundo digital. Por trás das luzes de
neon e música alta, a marca já parece um fantasma. Araras cheias, lojas vazias e
roupas que ninguém quer. A Forever 21 não é apenas uma rede morrendo, é o som
de uma geração inteira mudando seus hábitos e um aviso brutal para qualquer empresa que ainda acredita que o
shopping viverá para sempre. Número 10, Big Lots. Por anos, a Big
Lots foi uma tábua de salvação para quem precisava esticar cada dólar. Móveis baratos, lanches, itens domésticos, tudo
que você não sabia que precisava por menos de 10. Mas em 2025 essa rede está
desmoronando sobre o mesmo peso que esmaga seus próprios clientes. A empresa que já operou 100 lojas está vendo suas
vendas despencarem 18% ano após ano, fechamentos massivos e um risco real de
falência. O que antes era um refúgio de preços baixos, agora é mais uma vítima
do colapso do consumidor americano. A inflação devastou sua clientela
principal, famílias trabalhadoras que não conseguem mais comprar nem o essencial. Quando os preços dos
alimentos sobem 25% e o aluguel come metade do salário, ninguém compra
conjuntos de pátio, decorações ou móveis improvisados. Seus clientes não são mais
caçadores de ofertas. Agora são compradores de sobrevivência. Mas o problema é mais profundo. A Big
Lots prosperou com um grupo que praticamente não existe hoje. A classe média trabalhadora. Pessoas que sonhavam
com uma casa simples e um orçamento apertado. Sonhos que a economia atual apagou. Adicione a isso a concorrência
feroz Dollar General, Five Below e Amazon com seus descontos em volume. A
Big Lots foi pega em terra de ninguém, cara demais pros mais pobres. barata demais para atrair novos clientes. Bom,
embora uma aquisição de última hora em 2025 tenha tentado salvá-los, os analistas acreditam que até 40% das
lojas podem desaparecer antes do fim do ano. O que antes eram estacionamentos cheios e corredores barulhentos, agora
são lotes vazios e enormes placas amarelas de liquidação. Quando uma loja
construída por preços acessíveis vai à falência, não é apenas um fracasso empresarial, é a prova de um sistema
econômico que prometeu estabilidade e entregou precariedade. Número nove, CS.
A C foi por décadas o coração dos subúrbios americanos, aquela loja bem iluminada onde famílias iam apenas para
dar uma olhada e saíam com sacolas cheias graças àquele cupom de 30% de
desconto sempre presente que todos juravam ter descoberto. Mas essa
fantasia acabou. Em 2025, a Col está fechando 27 lojas em todo o país. E não
é simplesmente por mau desempenho. É o colapso lento de um modelo que não tem
mais lugar na nova economia. Por anos, a Cos caminhou numa corda bamba entre ser
uma loja de departamento sofisticada e uma loja de descontos. Essa mistura
funcionou até que a inflação, as compras online e o aumento do custo de vida
cortaram a corda. O mais atingido foi sua base de consumidores, famílias de
renda média, as mesmas que agora lutam com preços de gasolina disparados,
supermercados mais caros do que nunca e salários que não se estendem o suficiente. O resultado é claro. O
comprador médio gasta 25% menos por visita do que há 5 anos.
A C tentou de tudo. Minoj Séphora em seus corredores, redesenhos completos,
novas parcerias, formatos menores para cortar custos, mas nada parou o declínio. Suas ações perderam mais de
40% do valor. O tráfego de clientes mal sobrevive. A maioria dos clientes
procura ofertas, mas online. Quando seu negócio depende de pessoas navegando em
sua loja e essas mesmas pessoas agora comparam preços em seus telefones, você
tá na UTI. E não é só a CO que tá sofrendo. Shopping centers que dependiam
de sua presença como loja Anâncora estão vendo o tráfego desaparecer. Cada loja
que fecha é um efeito dominó. Menos visitantes, menos vendas, mais vitrines
vazias. Com 65% das vendas de roupas migrando pro e-commerce, até os clientes
mais fiéis estão abandonando seus carrinhos de compras. Número oito, Dollar General. Quando uma
loja com a Dollar General começa a fechar, não é apenas um problema empresarial, é um alarme nacional. Com
mais de 19.000 1 lojas nos Estados Unidos era uma tábua de salvação para pequenas comunidades. Eles iam onde o
Walmart não ia. Cidades com apenas um posto de gasolina, um restaurante e um
lugar para comprar o essencial. Mas agora até a Dollar General tá ficando $.
Em 2025, a empresa anunciou o fechamento de dezenas de lojas e o cancelamento de
novas aberturas pela primeira vez em anos. Por quê? Porque os custos explodiram enquanto os clientes ficaram
sem dinheiro. Salários subiram 22%, custos de transporte 18%,
furtos aumentaram 30% desde 2022. E quando seus produtos custam 25, esses
aumentos de preço são letais. O mais trágico é quem eles afetam, as
comunidades mais pobres da América. Em muitos condados rurais, era o único lugar para comprar leite, pilhas e
fraldas. Não era apenas uma loja, era sobrevivência. Mas o sucesso teve um
preço. Lojas com poucos funcionários, segurança quase inexistente e margens de
lucro mínimas. E agora até os clientes mais fiéis estão se afastando. Depois de
pagar 25% a mais em aluguel, eletricidade e alimentação, não sobra
nada pro resto. Sim, a Dollar General ainda fatura 38 bilhões de dólares por
ano, mas sua lucratividade desabou. Investidores chamam isso de fadiga do
consumidor, simplificando, as pessoas estão pobres demais para comprar. Os
fechamentos já atingiram Tennessee, Texas e Ohio. E quando saem deixam
desartos comerciais para trás. Por dépadas, a Dollar General foi onde o sonho americano continuava com 50% de
desconto. Agora, até esse desconto é caro demais. Se a loja mais barata do país não
consegue sobreviver, que esperança existe pro resto? Número s, Advance
Autoparts. Por anos, a Advance Autoparts foi um gigante silencioso, um pilar para
milhões que preferiam consertar seus próprios carros em vez de pagar um mecânico. Mais de 4700 lojas sustentavam
a cultura do faça você mesmo. Em 2025, a empresa começou a fechar 523 lojas
corporativas e abandonará outras 200 franquias independentes. A razão é simples e aterrorizante. O mundo
automotivo mudou para sempre. Carros e gasolina tem milhares de peças. Carros
elétricos t menos de 20. Isso significa sem correias, sem filtros, sem velas,
sem fluidos, sem as peças que mantiveram a Advance Auto viva por décadas. Carros
elétricos não só consomem menos peças, eles consomem menos reparos. E quando precisam de reparos, você precisa de
software, não de uma chave inglesa. Enquanto isso, a Amazon já controla quase 60% das vendas online de peças
automotivas. Cada cliente que entra numa loja compara preços no telefone e compra
online. O golpe financeiro é brutal. Lucros operacionais caíram 45% em 1 ano.
Mais de 110.000 em estoque perdido ou baixado. Vendas por metro quadrado
despencando de 170 para $10. Até mecânicos, seus clientes mais fiéis,
estão migrando para fornecedores digitais, oferecendo preços 20 a 25% menores. Mas o problema real vai além do
e-commerce. Carros modernos não são mais reparados, são substituídos inteiramente, são máquinas integradas,
seladas, controladas por software. A Advance Autoparts foi projetada para um país de motores rugindo e mãos
engrachadas, mas a América se tornou um país de chips e baterias. O impacto é
enorme. Milhares de empregos em risco, oficinas perdendo fornecedores, cidades
inteiras perdendo uma de suas poucas lojas essenciais. A era do faça você mesmo está chegando ao fim e com ela
desaparece a essência de uma geração que cresceu consertando carros em suas garagens. A Advance Autoparts não está
apenas fechando lojas, está fechando um capítulo inteiro da independência americana. Número seis, a 7-Eleven.
Parece impossível, certo? A Seven-Eleven, a loja de conveniência que estava em cada esquina, aberta a
qualquer hora, pronta para te salvar com um café, um lanche ou uma compra rápida.
Agora tá fechando 444 lojas na América do Norte, mas aqui tá a
revir volta. O que tá morrendo não é a Seven-Eleven, é a conveniência em si.
Por décadas, seu modelo era perfeito, sempre aberta, sempre perto, sempre
pronta para aquelas compras rápidas não planejadas. Essa estratégia funcionou até que a nova conveniência chegou. O
Dordh traz a mesma coisa por menos. A Amazon Fresh entrega em uma hora. A
Starbucks rouba a sua manhã com pedidos móveis e o que costumava ser tráfego garantido, agora é um deserto. Desde
2020, o tráfego de clientes caiu 25% e as vendas por loja caíram para o nível
mais baixo em 15 anos. Mas o maior problema não é a concorrência, é o custo
de operar um negócio que nunca dorme. Salários subiram 19%, energia 28%.
seguro triplicou devido ao aumento da criminalidade, assaltos noturnos e
vandalismo, tornando insustentável manter-se sempre aberta. Muitos franqueados agora perdem entre 40.000 e
60.000 por ano apenas para manter as luzes acesas. A icônica placa de neon
não representa mais conveniência, representa a esgotamento. E o mais
doloroso é quem isso afeta. Porque quando uma Seven-Eleven desaparece, o que se perde não é apenas uma loja, são
os trabalhadores do turno da noite que não tem mais onde comprar comida, as famílias de baixa renda que iam buscar
leite à meia-noite, os bairros que dependiam daquele pequeno asis urbano.
Hoje essas esquinas estão cheias de janelas tapadas e bombas vazias. Lugares
que brilhavam às 2as da manhã, agora parecem zonas abandonadas. A 7-Eleven
não tá apenas fechando lojas, tá enterrando um hábito americano. A ideia de que você poderia conseguir qualquer
coisa a qualquer hora, em qualquer lugar. A loja de conveniência se tornou
inconveniente. Número cinco, Best Buy. Houve um tempo em que Best Buy era o templo da
tecnologia nos Estados Unidos. Era lá que você comprava seu primeiro iPod, sua
primeira TV de tela plana, seu primeiro laptop. Era onde o futuro vivia nas
prateleiras, mas agora esse gigante azul está desligando. Em 2025, a Best Buy
confirmou 24 fechamentos de lojas e já está planejando outros 15 para 2026.
Estes são ajustes. É um plano de sobrevivência num mercado que está desmoronando sob seus pés. O problema
central é brutal. O ciclo de atualização morreu. Os americanos costumavam trocar
suas TVs a cada três anos, seus laptops a cada dois ou três e seus telefones a
cada um ou dois. Hoje, uma TV dura 10 anos, laptops duram seis, celulares
quase quatro e dispositivos inteligentes simplesmente não quebram. Quando as
pessoas param de atualizar, os varegistas se afogam. Os números financeiros provam, os lucros
despencaram de 2,4 bilhões de dólares em 2021 para 1 bilhão em 2024. É uma queda
livre de 60%. Enquanto a Best Buy lutava, Amazon,
Apple e até Samsung a deixavam para trás. A Apple agora vende 38% de todos
os seus produtos diretamente, sem intermediários. Amazon domina as compras
de tecnologia online e as lojas físicas ficaram presas com aluguéis de até $.000
000 por mês, 35% menos tráfego do que em 2019, salários subindo para por hora e
mais de 50 milhões de dólares perdidos com furtos em um único ano. Para
sobreviver, a Best Buy tentou se reinventar, convertendo lojas em centros de retirada, vendendo assinaturas de
suporte técnico e oferecendo serviços domiciliares, mas nada conseguiu parar o
colapso de seu negócio principal, vendas de hardware. O gigante que sobreviveu à
Circuit City, Radio Shack e AJ Greg, agora está experimentando sua própria
versão do apagão. Quando a abordagem de apertar um botão derrota a Best Buy, a queda é irreversível.
Número quatro, Mees. A Mes não era apenas uma loja, era um símbolo
nacional. O desfile do dia de ação de graças, as vitrines de Natal, a loja
principal na Harold Square. Tudo fazia parte do DNA americano. Mas esse legado
está desmoronando. Até 2025, a Mes anunciou o fechamento de 65 lojas.
acelerando um plano que originalmente previa 50. Isso não é reestruturação, é
uma retirada massiva. Em 2015, ais tinha 840 lojas. Hoje, menos de 450 permanecem
e seu declínio financeiro é igualmente dramático. A receita despencou de 25
bilhões para menos de 17 bilhões de dólares em menos de uma década. Cada
fechamento da Mises não é apenas uma perda empresarial, é como soltar uma bomba no coração do shopping. E o
problema vai muito além dos números. O modelo de loja de departamentos é simplesmente insustentável. Desde 2019,
o tráfego de clientes caiu 40%. As vendas online aumentaram, mas com
margens mínimas. Os consumidores não querem mais vagar por corredores. Eles
preferem deslizar telas. Ai se tentou de tudo. Parcerias de luxo, minias dentro
de lojas, oportunidades em beleza e reformulação de múltiplas sessões. Nada
parou o colapso. Seus custos dispararam. Energia aumentou mais de 18%. Aluguel
mais de 22% e seguro mais de 30%. Derdas com furtos ultrapassaram 300
milhões de dólares anualmente. E quando uma deixa um shopping center, o efeito é
devastador. Boutiques fecham, restaurantes esvaziam, o tráfego desaparece e os impostos locais
despencam. Uma meses fechada pode transformar um shopping center inteiro numa cidade fantasma. O que antes era um
templo de elegância e celebração, agora parece um eco do passado. Os últimos 50%
de desconto antes da cortina cair em 100 anos de história. A Mees não está
fechando lojas, está fechando um capítulo inteiro do comércio americano. Número três, Walgreens.
Houve um tempo em que a Walgreens estava em toda parte, em cada esquina, em cada
bairro, aberta dia e noite. Era mais do que uma farmácia, era um ponto de apoio
para milhões de americanos, mas agora está desaparecendo. A W Greens planeja fechar 2150
lojas até 2027. Isso é quase uma em cada quatro, um golpe nunca visto antes em
sua história. E os números por trás do colapso são devastadores.
Mais de 6 bilhões de dólares em perdas desde 2023. Reembolsos de seguros caindo
15%. Custos trabalhistas subindo mais de 20%. Tráfego de clientes diminuindo a
cada trimestre. Farmácias vivem de centavos por receita e esses centavos se
foram. Mas a pior parte é a onda de criminalidade que tá destruindo o modelo
de varejo da Walgreens. Em cidades como o São Francisco, Chicago e Seattle, o
roubo se tornou desenfriado. Furtos aumentaram 30% nacionalmente.
Prateleiras inteiras são trancadas. Lojas inteiras são fechadas devido a perdas diárias. Um único roubo pode
acabar com o lucro de um dia e as seguradoras sabem disso. Prêmios de seguro aumentaram 40% desde 2020.
Algumas lojas não conseguem mais nem pagar suas apólices. Mas aqui está o verdadeiro inimigo, o
mundo de vital. Plataformas como Amazon Pharmacy e Capso estão roubando o futuro
da Walgreens. Os jovens não querem esperar na fila, querem seus medicamentos entregues em casa em menos
de 24 horas. E esse cliente perdido nunca volta.
A situação financeira é crítica. Dívida superior a 34 bilhões de dólares,
fechamentos massivos, mesmo em áreas urbanas e o abandono de bairros inteiros
de baixa renda. Especialistas já os chamam de desertos farmacêuticos, áreas
onde as pessoas terão que viajar quilômetros apenas para conseguir remédios. O colapso da Walgreens não é
apenas uma tragédia corporativa, é um desastre de saúde pública em câmera lenta. Uma farmácia fechada não é apenas
uma vitrina vazia, é um bairro sem medicamentos, é um idoso sem insulina, é
uma família sem acesso ao essencial. A Walbrens não está recuando, está
abandonando milhões de pessoas que dependiam dela para suas vidas. Número dois, Amazon Fresh. A Amazon
conquistou o mundo, e-commerce, nuvem, logística, tudo que tocou virou oro, mas
houve uma área onde o gigante tropeçou. Supermercados. Em 2025, a Amazon Fresh começou a fechar
lojas na Califórnia, Illinoi e Virgínia, congelando novas aberturas e abandonando
um plano ambicioso de construir 500 lojas em todo o país. O projeto que
prometia revolucionar as compras de supermercado acabou sendo um dos maiores
fracassos da Amazon. A razão é simples. A indústria alimentícia é um devorador
de dinheiro. As margens são microscópicas. A maioria dos supermercados ganha entre 1 e 3% por
venda. E isso foi antes da inflação destruir tudo. Furtos aumentaram 25% em
2 anos, salários dispararam e as contas de energia explodiram. Nem mesmo a
Amazon conseguiu vencer essa batalha. E depois houve o grande erro. sua tecnologia principal, o sistema Just. O
conceito parecia futurista. Você entra, pega o que quer e sai. Mas por trás
dessa mágica estavam servidores incrivelmente caros, um exército de
pessoas monitorando câmeras e custos de manutenção superiores a 10.000 por loja
por ano. Era tão caro que era mais barato ter caixas humanos. Os clientes
também não compraram a ideia. Muitos se sentiam observados, desconfortáveis,
desconectados. As lojas pareciam frias, clínicas, quase desumanas. E quando a inflação disparou
os preços dos alimentos, os consumidores se tornaram implacáveis. Eles não se
importavam com a tecnologia, queriam preços baixos. A Amazon Fresh costumava
ser 10% mais cara que o Walmart. Esses 10% foram fatais. Os números confirmam:
vendas estagnadas, milhões em perdas, lojas com estoque parado, tecnologia
abandonada no meio do desenvolvimento. Um resultado: vitrines vazias, projetos
cancelados e centenas de funcionários demitidos. A ironia aqui é enorme. A
Amazon destruiu shopping centers, livrarias, lojas de departamentos, mas
descobriu que há algo que não pode ser digitalizado, a luta diária para colocar
comida na mesa. O supermercado é um negócio brutal e nem mesmo a Amazon
conseguiu vencer. Se o rei do comércio não consegue vender alimentos de forma lucrativa, que esperança tem o resto do
mercado? Número um, Walmart. O Walmart não é apenas uma loja, é a espinha
dorsal do comércio americano. Mais de 4600 lojas, 1,6 milhão de funcionários,
mais de 600 bilhões de dólares em ventas anuais. Se o Walmart cair, América cai.
E até 2025, até o maior gigante do varejo tá mostrando rachaduras
profundas. Este ano, o Walmart anunciou fechamentos de lojas em seis estados,
incluindo Califórnia, Illinoi e Washington. As razões são o alarme nacional. Primeiro, o roubo se tornou
incontrolável. O chamado shrink ou perda por furto explodiu para mais de 3
bilhões de dólares por ano. Gangues organizadas limpam produtos em minutos, enquanto funcionários são instruídos a
não intervir. Algumas lojas estão perdendo .000 por semana apenas com
roubos. Segundo, a segurança não é mais sustentável. O Walmart agora gasta quase
500 milhões de dólares em guardas armados, vigilância aumentada e até corredores de checkout trancados para
necessidades básicas, mas nem isso consegue parar as perdas. Terceiro, a
base principal de clientes do Walmart está encolhendo. Seus principais clientes, famílias de baixa renda, estão
em crise. O valor médio de compra caiu 8%. Os preços dos alimentos subiram 7%
em apenas um ano. As pessoas estão comprando menos mesmo no Walmart. Nem mesmo sua lendária eficiência logística
pode competir com um país que tá perdendo poder de compra. Quarto, os custos operacionais estão disparando.
Aluguéis mais altos, eletricidade mais cara e salários agora com média de 19
por hora. Cada loja é mais cara do que nunca e ganha menos do que nunca.
Quinto, o Walmart tá abandonando comunidades inteiras. Quando o Walmart sai, não é apenas um fechamento, é um
terremoto econômico. Centenas de empregos desaparecem, fornecedores locais vão à falência, os preços na área
sobem e famílias ficam sem acesso ao essencial. O estacionamento que antes comportava 1000 carros, agora é um
deserto. Por que o Walmart não tá se reestruturando? está se retirando de
códigos postais onde não é mais lucrativo operar. E isso é o que é verdadeiramente perigoso. Se o Walmart,
a empresa maior e mais eficiente e mais preparada do mundo, não consegue sobreviver em certos cantos dos Estados
Unidos, que esperança há pro resto? O que acontece quando a última luz se apaga no último Walmart da última
cidade? Essa é a pergunta que ninguém quer responder. Os Estados Unidos sempre
foram à terra do consumo. Lojas abertas 24 horas por dia, shopping centers gigantes, prateleiras transbordando,
preços baixos. Mas em 2025, esse país não existe mais. O que acabamos de
testemunhar não são apenas fechamentos, é um terremoto silencioso reescrevendo
como a classe trabalhadora vive, compra e sobrevive. Quando lojas de luxo vão à
falência, vira notícia. Mas quando farmácias, supermercados, lojas de dólar
e até o Walmart local falham, isso não é apenas negócio, isso é sociedade. Porque
cada loja que fecha significa um bairro sem remédios, uma família sem emprego,
uma cidade sem o seu único supermercado, um shopping reduzido a ruínas. O
paisagem do varejo americano tá esvaziando e o mais alarmante é que não há substituição. Nem mesmo a Amazon
conseguiu salvar o supermercado, nem mesmo a 7-Eleven conseguiu salvar a conveniência e o Walmart não consegue
salvar o consumidor. Estamos testemunhando o colapso de um modelo que sustentou milhões por décadas e ninguém
sabe o que virá a seguir. Mas uma coisa é certa, se esses doses gigantes estão caindo, significa que o problema é muito
maior do que eles. Talvez o verdadeiro colapso não tá nas lojas, tá no bolso do
americano médio que não pode mais comprar. E quando um país para de comprar, ele para de funcionar.
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