terça-feira, 30 de dezembro de 2025

🪶 CANTO DO GUARDIÃO DAS QUATRO DIREÇÕES — Proteção e Equilíbrio 528Hz

Transcrição


Chamo os ventos do nascente, Que trazem o novo nascer, 
Que limpem minha mente, E ensinem-me a renascer.
Ao sul acendo a chama, Que aquece o coração, 
Transforma medo em coragem, E desperta a proteção.
No oeste o sol se deita, E o espírito se recolhe, 
Que toda sombra se aceite, Pra que a luz se encolhe.
No norte reina o silêncio, Da sabedoria do chão, 
Onde a terra fala em segredo, E planta a minha missão.
Quatro ventos me envolvem, Com cores a se cruzar, 
Vermelho, amarelo, preto e branco, Em círculo a girar.
O tambor pulsa profundo, Chamando o espírito guardião, 
Que comanda as direções, E sela minha proteção.
A águia voa no leste, Trazendo visão e poder, 
O lobo guarda o norte, E ensina a compreender.
O jaguar ronda o oeste, Em sombra e devoção, 
A serpente dança ao sul, Trazendo transformação.
Cada passo é um rezo, Cada nota é uma canção, 
Que alinha corpo e alma, Com o pulso da criação.
As direções são portais, De energia a ressoar, 
O centro é meu refúgio, Onde tudo vem se alinhar.
A fumaça sobe ao céu, Em espiral a brilhar, 
Leva preces antigas, Pra o grande espírito escutar.
Que a força do ar me eleve, Que o fogo me faça crescer, 
Que a água me traga calma, E a terra me faça ser.
Sou o guardião desperto, Da vida e da canção, 
Sou a ponte entre mundos, Sou rezo e invocação.
Caminho em equilíbrio, Com os pés sobre o chão, 
E o coração aberto, Pra toda direção.
Que nada me tire do centro, Nem medo, nem tentação, 
Sou o vento que se move, E a rocha em comunhão.
Os espíritos me cercam, Em dança e devoção, 
Cantam comigo o mistério, Da eterna proteção.
As estrelas me observam, E me chamam pelo som, 
Sou filho da natureza, E o universo é meu dom.
Nas quatro pontas do mundo, Ergo minha gratidão, 
Pois em cada direção sagrada, Habita minha oração.
Quando o tambor silencia, O coração segue a bater, 
Pois o guardião das direções, Nunca deixa de viver.
Chamo os ventos do nascente, Que trazem o novo nascer, 
Que limpem minha mente, E ensinem-me a renascer.
Ao sul acendo a chama, Que aquece o coração, 
Transforma medo em coragem, E desperta a proteção.
No oeste o sol se deita, E o espírito se recolhe, 
Que toda sombra se aceite, Pra que a luz se encolhe.
No norte reina o silêncio, Da sabedoria do chão, 
Onde a terra fala em segredo, E planta a minha missão.
Quatro ventos me envolvem, Com cores a se cruzar, 
Vermelho, amarelo, preto e branco, Em círculo a girar.
O tambor pulsa profundo, Chamando o espírito guardião, 
Que comanda as direções, E sela minha proteção.
A águia voa no leste, Trazendo visão e poder, 
O lobo guarda o norte, E ensina a compreender.
O jaguar ronda o oeste, Em sombra e devoção, 
A serpente dança ao sul, Trazendo transformação.
Cada passo é um rezo, Cada nota é uma canção, 
Que alinha corpo e alma, Com o pulso da criação.
As direções são portais, De energia a ressoar, 
O centro é meu refúgio, Onde tudo vem se alinhar.
A fumaça sobe ao céu, Em espiral a brilhar, 
Leva preces antigas, Pra o grande espírito escutar.
Que a força do ar me eleve, Que o fogo me faça crescer, 
Que a água me traga calma, E a terra me faça ser.
Sou o guardião desperto, Da vida e da canção, 
Sou a ponte entre mundos, Sou rezo e invocação.
Caminho em equilíbrio, Com os pés sobre o chão, 
E o coração aberto, Pra toda direção.
Que nada me tire do centro, Nem medo, nem tentação, 
Sou o vento que se move, E a rocha em comunhão.
Os espíritos me cercam, Em dança e devoção, 
Cantam comigo o mistério, Da eterna proteção.
As estrelas me observam, E me chamam pelo som, 
Sou filho da natureza, E o universo é meu dom.
Nas quatro pontas do mundo, Ergo minha gratidão, 
Pois em cada direção sagrada, Habita minha oração.
Quando o tambor silencia, O coração segue a bater, 
Pois o guardião das direções, Nunca deixa de viver.
Chamo os ventos do nascente, Que trazem o novo nascer, 
Que limpem minha mente, E ensinem-me a renascer.
Ao sul acendo a chama, Que aquece o coração, 
Transforma medo em coragem, E desperta a proteção.
No oeste o sol se deita, E o espírito se recolhe, 
Que toda sombra se aceite, Pra que a luz se encolhe.
No norte reina o silêncio, Da sabedoria do chão, 
Onde a terra fala em segredo, E planta a minha missão.
Quatro ventos me envolvem, Com cores a se cruzar, 
Vermelho, amarelo, preto e branco, Em círculo a girar.
O tambor pulsa profundo, Chamando o espírito guardião, 
Que comanda as direções, E sela minha proteção.
A águia voa no leste, Trazendo visão e poder, 
O lobo guarda o norte, E ensina a compreender.
O jaguar ronda o oeste, Em sombra e devoção, 
A serpente dança ao sul, Trazendo transformação.
Cada passo é um rezo, Cada nota é uma canção, 
Que alinha corpo e alma, Com o pulso da criação.
As direções são portais, De energia a ressoar, 
O centro é meu refúgio, Onde tudo vem se alinhar.
A fumaça sobe ao céu, Em espiral a brilhar, 
Leva preces antigas, Pra o grande espírito escutar.
Que a força do ar me eleve, Que o fogo me faça crescer, 
Que a água me traga calma, E a terra me faça ser.
Sou o guardião desperto, Da vida e da canção, 
Sou a ponte entre mundos, Sou rezo e invocação.
Caminho em equilíbrio, Com os pés sobre o chão, 
E o coração aberto, Pra toda direção.
Que nada me tire do centro, Nem medo, nem tentação, 
Sou o vento que se move, E a rocha em comunhão.
Os espíritos me cercam, Em dança e devoção, 
Cantam comigo o mistério, Da eterna proteção.
As estrelas me observam, E me chamam pelo som, 
Sou filho da natureza, E o universo é meu dom.
Nas quatro pontas do mundo, Ergo minha gratidão, 
Pois em cada direção sagrada, Habita minha oração.
Quando o tambor silencia, O coração segue a bater, 
Pois o guardião das direções, Nunca deixa de viver.


Nenhum comentário:

Postar um comentário