Transcrição
Chamo os ventos do nascente, Que trazem o novo nascer,
Que limpem minha mente, E ensinem-me a renascer.
Ao sul acendo a chama, Que aquece o coração,
Transforma medo em coragem, E desperta a proteção.
No oeste o sol se deita, E o espírito se recolhe,
Que toda sombra se aceite, Pra que a luz se encolhe.
No norte reina o silêncio, Da sabedoria do chão,
Onde a terra fala em segredo, E planta a minha missão.
Quatro ventos me envolvem, Com cores a se cruzar,
Vermelho, amarelo, preto e branco, Em círculo a girar.
O tambor pulsa profundo, Chamando o espírito guardião,
Que comanda as direções, E sela minha proteção.
A águia voa no leste, Trazendo visão e poder,
O lobo guarda o norte, E ensina a compreender.
O jaguar ronda o oeste, Em sombra e devoção,
A serpente dança ao sul, Trazendo transformação.
Cada passo é um rezo, Cada nota é uma canção,
Que alinha corpo e alma, Com o pulso da criação.
As direções são portais, De energia a ressoar,
O centro é meu refúgio, Onde tudo vem se alinhar.
A fumaça sobe ao céu, Em espiral a brilhar,
Leva preces antigas, Pra o grande espírito escutar.
Que a força do ar me eleve, Que o fogo me faça crescer,
Que a água me traga calma, E a terra me faça ser.
Sou o guardião desperto, Da vida e da canção,
Sou a ponte entre mundos, Sou rezo e invocação.
Caminho em equilíbrio, Com os pés sobre o chão,
E o coração aberto, Pra toda direção.
Que nada me tire do centro, Nem medo, nem tentação,
Sou o vento que se move, E a rocha em comunhão.
Os espíritos me cercam, Em dança e devoção,
Cantam comigo o mistério, Da eterna proteção.
As estrelas me observam, E me chamam pelo som,
Sou filho da natureza, E o universo é meu dom.
Nas quatro pontas do mundo, Ergo minha gratidão,
Pois em cada direção sagrada, Habita minha oração.
Quando o tambor silencia, O coração segue a bater,
Pois o guardião das direções, Nunca deixa de viver.
Chamo os ventos do nascente, Que trazem o novo nascer,
Que limpem minha mente, E ensinem-me a renascer.
Ao sul acendo a chama, Que aquece o coração,
Transforma medo em coragem, E desperta a proteção.
No oeste o sol se deita, E o espírito se recolhe,
Que toda sombra se aceite, Pra que a luz se encolhe.
No norte reina o silêncio, Da sabedoria do chão,
Onde a terra fala em segredo, E planta a minha missão.
Quatro ventos me envolvem, Com cores a se cruzar,
Vermelho, amarelo, preto e branco, Em círculo a girar.
O tambor pulsa profundo, Chamando o espírito guardião,
Que comanda as direções, E sela minha proteção.
A águia voa no leste, Trazendo visão e poder,
O lobo guarda o norte, E ensina a compreender.
O jaguar ronda o oeste, Em sombra e devoção,
A serpente dança ao sul, Trazendo transformação.
Cada passo é um rezo, Cada nota é uma canção,
Que alinha corpo e alma, Com o pulso da criação.
As direções são portais, De energia a ressoar,
O centro é meu refúgio, Onde tudo vem se alinhar.
A fumaça sobe ao céu, Em espiral a brilhar,
Leva preces antigas, Pra o grande espírito escutar.
Que a força do ar me eleve, Que o fogo me faça crescer,
Que a água me traga calma, E a terra me faça ser.
Sou o guardião desperto, Da vida e da canção,
Sou a ponte entre mundos, Sou rezo e invocação.
Caminho em equilíbrio, Com os pés sobre o chão,
E o coração aberto, Pra toda direção.
Que nada me tire do centro, Nem medo, nem tentação,
Sou o vento que se move, E a rocha em comunhão.
Os espíritos me cercam, Em dança e devoção,
Cantam comigo o mistério, Da eterna proteção.
As estrelas me observam, E me chamam pelo som,
Sou filho da natureza, E o universo é meu dom.
Nas quatro pontas do mundo, Ergo minha gratidão,
Pois em cada direção sagrada, Habita minha oração.
Quando o tambor silencia, O coração segue a bater,
Pois o guardião das direções, Nunca deixa de viver.
Chamo os ventos do nascente, Que trazem o novo nascer,
Que limpem minha mente, E ensinem-me a renascer.
Ao sul acendo a chama, Que aquece o coração,
Transforma medo em coragem, E desperta a proteção.
No oeste o sol se deita, E o espírito se recolhe,
Que toda sombra se aceite, Pra que a luz se encolhe.
No norte reina o silêncio, Da sabedoria do chão,
Onde a terra fala em segredo, E planta a minha missão.
Quatro ventos me envolvem, Com cores a se cruzar,
Vermelho, amarelo, preto e branco, Em círculo a girar.
O tambor pulsa profundo, Chamando o espírito guardião,
Que comanda as direções, E sela minha proteção.
A águia voa no leste, Trazendo visão e poder,
O lobo guarda o norte, E ensina a compreender.
O jaguar ronda o oeste, Em sombra e devoção,
A serpente dança ao sul, Trazendo transformação.
Cada passo é um rezo, Cada nota é uma canção,
Que alinha corpo e alma, Com o pulso da criação.
As direções são portais, De energia a ressoar,
O centro é meu refúgio, Onde tudo vem se alinhar.
A fumaça sobe ao céu, Em espiral a brilhar,
Leva preces antigas, Pra o grande espírito escutar.
Que a força do ar me eleve, Que o fogo me faça crescer,
Que a água me traga calma, E a terra me faça ser.
Sou o guardião desperto, Da vida e da canção,
Sou a ponte entre mundos, Sou rezo e invocação.
Caminho em equilíbrio, Com os pés sobre o chão,
E o coração aberto, Pra toda direção.
Que nada me tire do centro, Nem medo, nem tentação,
Sou o vento que se move, E a rocha em comunhão.
Os espíritos me cercam, Em dança e devoção,
Cantam comigo o mistério, Da eterna proteção.
As estrelas me observam, E me chamam pelo som,
Sou filho da natureza, E o universo é meu dom.
Nas quatro pontas do mundo, Ergo minha gratidão,
Pois em cada direção sagrada, Habita minha oração.
Quando o tambor silencia, O coração segue a bater,
Pois o guardião das direções, Nunca deixa de viver.
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