Transcrição
[Música]
Saudações, amados irmãos. Bem-vindos ao
canal Ashstar News. Se preparem para
atualizações urgentes do grande evento
de transição planetária.
Qualquer dúvida, deixe seu comentário e
não se esqueça de deixar seu like e
compartilhar no final. Contamos com
você. A última limpeza geracional.
Saudações, irmãos e irmãs em missão. O
comando Astar saúda você.
No vídeo de hoje vamos trazer clareza
sobre mensagens e sinais que estão
surgindo em todo o planeta, guiando
aqueles que estão prontos para despertar
para um novo nível de consciência. Eu
sou TIA de Arcturos. Estamos em um
momento de convergência das linhas
temporais.
Se você sente uma tensão sutil,
ansiedade ou inquietação, saiba que isso
faz parte de um grande ciclo coletivo de
purificação.
Camadas antigas do ser, pessoais,
familiares e coletivas estão emergindo
para serem liberadas pela última vez.
Os chakras inferiores que guardam
registros emocionais profundos estão
sendo iluminados e muitos empáticos
estão transmutando cargas cármicas como
um serviço de alma. Respire. Sinta a
nossa presença. Na quietude interior,
reconheça que tudo se desenrola em ordem
divina. Medos de sobrevivência,
inseguranças materiais, vergonha
ancestral e tristezas antigas podem
retornar apenas para se dissolverem.
Deixe-os sair. A cada inspiração abre-se
novo espaço. Conecte-se com a Terra.
Visualize raízes de luz que penetram o
solo e ancoram segurança interior. O
medo se transforma em confiança estável.
Ondas solares e ativações celulares
podem manifestar-se como batimentos
acelerados, inquietação e sono
fragmentado.
Hidrate-se, descanse e se puder,
deite-se sobre a Terra. Agradeça ao Sol
por sua regeneração. Você também recebe
downloads multidimensionais,
visões, símbolos, intuições e códigos
que podem aparecer como pressões
cranianas, sonhos intensos ou lampejos
de clareza. Não é preciso compreender
tudo no instante. Permita que a
informação se integre no seu tempo.
Hipersensibilidade ao coletivo é comum.
Agora você pode captar emoções que não
lhe pertencem.
Pergunte-se:
"Me pertence?" Acalme-se. Sua presença
serena estabiliza o campo coletivo mais
do que carregar a dor alheia. A mudança
de identidade pode ocorrer. O antigo eu
dissolve-se para revelar sua essência
mais autêntica.
Receba essa revelação. Abandone máscaras
herdadas e avance onde o coração
encontrar luz.
Sua visibilidade energética aumenta.
Medos antigos de ser visto retornam, mas
agora sua luz será necessária. A púrga
geracional libera marcas cármicas da
linhagem, medos, crenças limitantes e
padrões repetidos. Algumas sensações
intensas podem ser memórias ancestrais
sendo dissolvidas.
Cada liberação cura o passado e ilumina
o futuro. Seus ancestrais reconhecem e
agradecem esse movimento. Recalibração
do sistema nervoso, fadiga,
sensibilidade e reflexos de sobressalto
fazem parte da adaptação a mais luz.
Acolha seu corpo com respirações lentas,
contato com a natureza, banhos de sal e
limites claros. Essas práticas ajudam a
restabelecer ritmo e segurança.
Conecte-se com Gaia. Perceba a
ressonância Schuman e os ajustes
geomagnéticos como companheiros dessa
ascensão. Mantenha-se firme e envie amor
ao planeta. Estamos evoluindo juntos.
Retornar ao presente neutraliza a
ansiedade. A ansiedade nasce do passado
ou do futuro. O agora é administrável.
Reinterprete essa energia. Muitas vezes
é entusiasmo pela transformação, não
apenas medo. Pergunte-se: "O que me
anima?" Você renasce para uma nova
versão de si mesmo. Sua missão reside na
presença desperta. Amar, irradiar e ser
autêntico muda o mundo mais do que
grandes feitos. A paz vem quando você
governa seu centro. Visualize a nova
terra. Com intenção e amor você a
aproxima. Breve meditação. Leve a
atenção ao centro coronário e diga
internamente a cada parte do corpo:
"Esteja em paz e saiba que eu sou".
Permita que a presença interior
responda. Eu governo a sua paz. Três.
Você está seguro em mim. Você nunca está
sozinho. Cercâm-lo de apoio constante. A
ansiedade passa, a paz que segue é
duradoura. Eu sou ta de Arcturos.
O erro que destrói sua felicidade.
Existe um paradoxo profundo na
experiência humana. Quanto mais alguém
tenta, com esforço rígido, alcançar
felicidade, paz ou realização, mais
distante essas qualidades se tornam.
Essa busca excessivamente séria
transforma o simples ato de viver em um
projeto de desempenho. E cada tentativa
de aperfeiçoar a si mesmo se torna um
lembrete sutil de que algo supostamente
falta. É por isso que muitas pessoas,
mesmo rodeadas de ferramentas, livros,
métodos e técnicas, continuam sentindo
um vazio persistente.
Não é falta de capacidade, é excesso de
esforço. A lei do esforço invertido
revela que aquilo que é buscado com
tensão escapa, enquanto aquilo que é
permitido se apresenta naturalmente.
Quando alguém se força a relaxar, o
corpo endurece. Quando tenta controlar
pensamentos, eles se multiplicam. Quando
se empenha intensamente para ser feliz,
cria-se um estado de vigilância que
impede a alegria de florescer.
Um homem que dedicou décadas inteiras à
busca da iluminação, encontrou-a apenas
no momento em que desistiu da busca
obsessiva.
Nessa simplicidade, percebeu que a
iluminação não era um destino futuro,
mas algo que sempre estivera presente,
30 anos encoberto pelo próprio esforço.
A natureza demonstra essa verdade com
clareza. Rios fluem sem planejamento,
folhas caem sem resistência, estações
mudam sem ansiedade e nenhuma árvore
esforça-se para crescer corretamente.
A vida simplesmente acontece, mas nós,
ao nos analisarmos constantemente,
criamos uma divisão interna entre aquele
que vive e aquele que julga a vida
vivida.
Cada eu deveria ser diferente cria uma
fratura, uma sensação de inadequação que
cresce a cada tentativa de corrigir o
que nunca esteve errado em essência.
Esse autocontrole excessivo gera fadiga
emocional. É como carregar uma mala
pesada todos os dias, acreditando que só
será possível viver plenamente quando
cada detalhe interno estiver arrumado.
Mas o movimento de tentar consertar-se
reforça a crença central. de que algo
está quebrado. A mente se torna um campo
de batalha onde o eu que julga e o eu
julgado não entram em acordo. Essa luta
interna é a fonte de grande parte da
angústia moderna. O segredo, no entanto,
não está em abandonar a responsabilidade
ou perder a intenção de melhorar-se, mas
em mudar a natureza do esforço. O
esforço que nasce da ansiedade cria
tensão. O esforço que nasce da presença
cria fluidez. Um dançarino que pensa
detalhadamente em cada passo trava.
Quando dança sem esforço consciente, o
corpo encontra ritmo. Um músico que
analisa cada dedo perde a melodia.
Quando permite que a música flua, ele se
torna instrumento da própria expressão.
É assim também com a vida. Ela requer
cooperação, não controle. A felicidade
não é um prêmio para quem se esforça
mais, é um subproduto de estar inteiro
no momento presente. Ela surge quando
cessamos a resistência, quando não
exigimos que o agora seja algo
diferente. A natureza não cria ansiedade
ao mudar, apenas muda. A lua não sofre
por não estar cheia, está em seu estado
natural. Essa mesma naturalidade está
disponível ao ser humano quando ele
abandona o peso da autocrítica.
Aceitar imperfeições não significa
estagnação, significa reconhecer que a
vida se move em ciclos e que a
autenticidade nasce do que somos agora,
não do que acreditamos que deveríamos
ser. Rachaduras não são defeitos, são
pontos de entrada da luz, espaços onde a
consciência desperta. Ao parar de se
comparar com versões imaginárias de si
mesmo, você permite que sua própria vida
real se revele com clareza.
Desapego não é indiferença, é suavidade.
É segurar o lápis de maneira leve o
suficiente para que ele escreva sem
quebrar. É permitir que pensamentos
venham e vão sem perseguição. É agir com
propósito, mas sem a tensão de controlar
cada resultado.
A paz que você busca não está no fim de
uma longa caminhada, nem numa meta
futura. Ela aparece exatamente quando
cessa a exigência de que este momento
seja outro. Você não é um erro a ser
corrigido, não é um projeto inacabado.
Você é um processo vivo em movimento
contínuo, como um rio que flui, como a
música que existe apenas enquanto
tocada. A vida não exige perfeição,
exige presença. Uma criança sabe disso
naturalmente. Ela brinca, vive e sente
sem dividir-se internamente. Essa
habilidade ainda está aí dentro, apenas
encoberta por anos de expectativas.
Permitir-se quem você é, sem pressão,
sem combates internos, sem o peso de
deveria ser diferente. Abre o espaço
para uma felicidade mais orgânica. Uma
felicidade que não é fabricada, mas que
nasce espontaneamente quando o coração
está disponível. Ao parar de perseguir a
própria sombra, você finalmente percebe
que ela sempre esteve acompanhando seus
passos. E então, só por agora. E se você
pudesse simplesmente existir exatamente
como está, sem exigir nada de si mesmo?
A resposta para isso não é teórica.
acontece no instante em que você respira
sem expectativa e apenas vive o momento
presente tal como ele é. Agradeço por
acompanhar esta mensagem. Que a luz
galática que acompanha este trabalho
continue guiando seus passos na terra.
Sinta-se sempre acolhido neste espaço.
Retorne quando seu coração chamar.
Gratidão a todos os trabalhadores da
luz. Continuem firmes no propósito e na
missão. Fiquem atentos e até breve. M.
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