A Terra vai se partir ao meio. Milhares fugirão em desespero. O coração dos
Estados Unidos será rasgado e o mundo nunca mais será o mesmo. Essa não é uma
cena de filme. É a previsão de Edgar Kais feita há décadas sobre o que vai
acontecer em 2026. Mas o mais assustador é que os sinais já estão visíveis e
quase ninguém percebeu. Você vai entender agora porque tantos estudiosos estão em alerta. E o mais perturbador
ainda está por vir. Se você quer descobrir tudo que o futuro nos reserva,
se inscreva no canal agora para ser o primeiro a receber nossos próximos vídeos. Edgar Kais nasceu em 1877
em uma pequena cidade dos Estados Unidos, dentro de uma família cristã comum, simples e de fé. Desde muito
jovem, ele demonstrava algo fora do normal. Aos poucos, percebeu que ao
entrar em um sono profundo, conseguia responder perguntas com detalhes impressionantes sobre doenças, lugares,
acontecimentos distantes e até sobre o futuro. Foi por isso que passou a ser conhecido como o profeta adormecido. Mas
ele não gostava desse título. Kais homem de oração, lia a Bíblia todos os anos,
do começo ao fim, e sempre dizia que seus dons vinham de Deus. Ele acreditava
que sua missão era ajudar as pessoas, nunca assustá-las. Mesmo assim, suas
revelações deixaram muitos com medo. Isso porque, entre curas e conselhos
espirituais, ele também falava de tragédias, guerras e grandes mudanças
que atingiriam o mundo inteiro. Em suas sessões feitas enquanto estava em
transe, Kais revelou informações que pareciam impossíveis. Ele preveu, por
exemplo, a quebra da bolsa de Nova York em 1929, a Segunda Guerra Mundial e até a morte
de presidentes americanos. Tudo isso com anos de antecedência. Foram mais de
14.000 leituras feitas ao longo de sua vida, todas registradas e arquivadas.
Muitas delas tratam de saúde, mas algumas falam de eventos globais e desastres naturais. E foi exatamente
nessas previsões que ele deixou um aviso perturbador sobre o futuro dos Estados
Unidos. Mesmo depois de sua morte em 1945, seus registros continuam sendo estudados
até hoje. E o mais assustador é que várias das previsões que ele fez para os anos 2000 em diante já estão se
cumprindo com precisão impressionante. E há uma, em especial marcada para
acontecer em 2026, que está fazendo muitos estudiosos tremerem. Quando Edgar
Kais começou a descrever o futuro, muitos duvidaram. Suas palavras pareciam
exageradas, distantes demais da realidade, mas com o passar dos anos,
vários dos seus avisos começaram a se cumprir com detalhes assustadores. Até
mesmo estudiosos e pessoas que não acreditavam em profecias passaram a prestar atenção. Uma das previsões mais
conhecidas foi a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929.
Anos antes, Kais já dizia que o sistema financeiro americano entraria em colapso
e causaria sofrimento em todo o país. E foi exatamente o que aconteceu. Milhares
de famílias perderam tudo do dia para o a noite e o mundo entrou em uma grande crise. Ele também falou com clareza
sobre a Segunda Guerra Mundial. disse que a Alemanha se armaria novamente, que o Japão atacaria os Estados Unidos e que
o conflito se espalharia por várias partes do mundo. Tudo isso foi registrado antes mesmo de Hitler chegar
ao poder. Outro caso impressionante foi a previsão da morte de dois presidentes
americanos enquanto ainda estavam no cargo. Um deles foi John F. Kennedy.
Casey também falou sobre mudanças no clima, o aumento de terremotos e eventos naturais que na época pareciam absurdos.
Hoje, esses fenômenos são notícia quase toda semana. Essas previsões cumpridas
fazem com que muitas pessoas olhem com seriedade para o que ele disse sobre o futuro próximo, principalmente sobre o
ano de 2026. Não se trata apenas de um homem com uma sensação. Ele deixou detalhes, datas,
nomes e até mapas. Esses acertos não são coincidência. São provas de que suas
visões merecem ser consideradas com atenção. E à medida que os anos passam,
cresce o número de revelações feitas por ele, que se tornam realidade diante dos nossos olhos. E uma delas, ligada
diretamente ao solo americano, é de tirar o fôlego. Entre todas as profecias
deixadas por Edgar Kais, há uma que causa arrepios até nos pesquisadores mais experientes. Em uma de suas visões
mais impactantes, ele viu os Estados Unidos sendo literalmente cortados ao meio. Não se tratava de um conflito
político ou econômico, mas de uma mudança geográfica drástica, com partes do país afundando e outras surgindo do
mar. Kais falou com clareza: "Uma enorme falha na região central dos Estados
Unidos causaria uma divisão tão intensa que o mapa do país jamais seria o
mesmo." Ele descreveu o solo se rompendo com violência, destruindo cidades
inteiras e forçando milhões a abandonarem suas casas. O centro da
América, que hoje abriga estados importantes como Missouri, Illinois, Kentucky e Tennessee, seria o ponto
principal dessa transformação. Segundo ele, as águas dos grandes lagos iriam se
unir ao Golfo do México, criando uma espécie de mar interno que cortaria os
Estados Unidos de norte a sul. Cidades costeiras também seriam afetadas, com
inundações repentinas e desaparecimento de regiões inteiras. Na época em que
essas palavras foram registradas, muitos acharam que era exagero ou pura fantasia. Mas ao longo dos anos,
cientistas descobriram que há uma falha geológica real, exatamente na área que
Cai se descreveu, a falha de Nova Madrid. O que mais chama atenção é a
precisão com que ele apontou locais, consequências e até o comportamento das pessoas diante da tragédia. Ele falava
de multidões fugindo, desespero generalizado e uma transformação no modo
de viver dos americanos. Essa previsão não ficou esquecida. Muitos estudiosos
passaram a considerar esse alerta como um dos mais importantes da história moderna. E diante dos tremores recentes
que vem ocorrendo naquela região, a preocupação só aumenta. Mas o que ele descreveu especificamente para 2026 é
ainda mais surpreendente. Edgar Kais não apenas previu que os Estados Unidos
seriam divididos fisicamente, como apontou uma data específica para isso começar a acontecer, o ano de 2026. E o
local onde tudo começaria seria o coração da América nas regiões cortadas pela falha de Nova Madrid. Foi nessa
área que, segundo ele, a Terra se moveria com força jamais vista, gerando um terremoto tão destruidor que abalaria
todo o país. Ele descreveu cenas de caos com estradas rompidas, cidades inteiras
desaparecendo, rios mudando de curso e milhões de pessoas tentando escapar para
áreas mais altas. O centro dos Estados Unidos, uma das regiões mais férteis e
povoadas, seria rasgado em dois, criando uma nova configuração geográfica. A água
invadiria o solo rachado, formando um imenso canal natural que dividiria o país. Em sua visão, isso não seria um
simples tremor, seria o início de uma sequência de acontecimentos que marcariam o começo de uma transformação
profunda, não só no território, mas também na forma como os americanos viveriam. Ele falou sobre o fechamento
de aeroportos, queda de comunicações, escassez de alimentos e colapso da
economia nas regiões afetadas. Kais também afirmou que tudo isso faria parte
de um tempo de purificação, um período em que a humanidade seria forçada a se
reconectar com Deus e com valores espirituais que vinham sendo esquecidos.
Não era apenas uma destruição física, era também um chamado espiritual. O mais
impressionante é que registros sísmicos mostram aumento da atividade na região
citada por Kaise. Pequenos terremotos vem ocorrendo com frequência, como se a
Terra estivesse se preparando para algo maior. E enquanto muitos ignoram os sinais, há quem esteja observando com
atenção cada movimento do solo, porque se ele estiver certo, o tempo está se
esgotando. A falha de Nova Madrid é um dos segredos mais perigosos escondidos no solo americano. Localizada no centro
dos Estados Unidos, essa falha geológica se estende pelos estados de Missouri,
Arcansas, Tennessee, Kentucky e Illinois. Justamente a área que Edgar
Case apontou como sendo o epicentro de uma futura catástrofe. O que poucas
pessoas sabem é que essa região já causou os terremotos mais intensos da
história dos Estados Unidos. Em 1811 e 1812.
Naquela época, o chão tremeu com tanta força que o rio Mississippi chegou a correr para trás por alguns minutos.
Igrejas desabaram, o solo rachou por centenas de quilômetros e o estrondo foi
ouvido até em Nova York. A única razão para não ter causado mais mortes foi o
fato de a região ainda ser pouco habitada. Hoje, porém, essa realidade
mudou. Milhões de pessoas vivem sobre ou próximas a essa falha e grandes cidades
como Memphis e St. Louis estão diretamente ameaçadas. E o mais preocupante, especialistas dizem que a
falha está viva. Pequenos tremores vêm sendo registrados com frequência, como
sinais de que algo maior está sendo preparado sobre a Terra. Edgar Cais, sem
ter qualquer conhecimento científico, descreveu com precisão a localização e
os efeitos de um novo rompimento da falha de Nova Madrid. Ele falou de destruição em massa, rompimento de
estradas, desaparecimento de pontes e o colapso de cidades inteiras. Os
sismólogos modernos confirmam que essa região está em risco real de sofrer um novo grande abalo e que o impacto pode
ser muito maior do que o de 200 anos atrás. O solo está instável, o risco é
silencioso, mas constante. E se as previsões dele estiverem certas,
2026 pode ser o ano em que a Terra voltará a gritar. Nos últimos anos, o que antes parecia
impossível tem se tornado realidade diante dos nossos olhos. Regiões consideradas seguras estão sendo
atingidas por terremotos, enchentes e deslizamentos com uma frequência cada
vez maior. Mas o que chama ainda mais atenção é a localização desses
fenômenos. Muitos deles estão acontecendo exatamente nas áreas mencionadas por Edgar Kaise. A região
central dos Estados Unidos, onde está a falha de Nova Madrid, vem registrando tremores silenciosos, mas constantes.
São pequenos abalos que isoladamente não causam grandes estragos, mas para os
geólogos são sinais claros de que a pressão sobre a Terra está aumentando. O
solo está se movimentando em silêncio e essa movimentação pode culminar em um evento de grandes proporções. Além dos
terremotos, o aumento de inundações tem assustado autoridades e especialistas.
As chuvas estão mais intensas, os rios estão transbordando com facilidade e cidades inteiras vem sendo tomadas pelas
águas em poucas horas. O solo encharcado perde a firmeza, provocando rachaduras,
deslizamentos e desmoronamentos. mesmo em locais que nunca haviam enfrentado
esse tipo de problema. O que preocupa ainda mais é que tudo isso vem acontecendo dentro de um padrão que
Kaice já havia descrito. Ele falou de mudanças no clima, alterações no curso
dos rios e aumento de tragédias naturais que afetariam justamente essas regiões.
E agora os cientistas, mesmo sem mencioná-lo, estão chegando às mesmas conclusões. Algo está se transformando
de forma acelerada e perigosa. Os dados são alarmantes. As placas tectônicas
estão se mexendo, o clima está se tornando cada vez mais imprevisível e,
enquanto isso, milhões vivem em áreas de risco, sem sequer imaginar o que pode
estar por vir. Mas o que foi descoberto depois deixou todos em choque. Sem
alarde, silenciosamente, algo curioso vem acontecendo nos Estados Unidos. Um
movimento de mudança em massa está em curso. Milhares de pessoas estão deixando as grandes cidades costeiras e
migrando para áreas mais altas, afastadas do mar e localizadas no interior do país. Esse fluxo, que para
muitos parece apenas uma tendência social, tem chamado a atenção de estudiosos por um motivo muito mais
profundo. Ele segue exatamente o caminho que Edgar Kais previu. Em suas visões,
Kais falava de uma mudança forçada, quase como uma fuga. Ele dizia que regiões ao redor das costas seriam
tomadas por águas ou destruídas por eventos naturais e que as pessoas seriam levadas quase que por instinto para
locais mais seguros no interior do país, especialmente áreas próximas aos montes
apalaches e partes elevadas do sul. Hoje é possível observar que estados como
Tenesse, Kentuck, Arcansas e até partes da Virgínia estão recebendo um número
crescente de novos moradores. São famílias inteiras que decidiram deixar para trás os grandes centros urbanos,
muitas vezes sem uma razão lógica aparente. Elas dizem apenas que sentem
que é o melhor a fazer. Esse deslocamento está mudando o perfil das cidades pequenas, que até pouco tempo
estavam em declínio. O mercado imobiliário nesses lugares aqueceu. Escolas estão recebendo novos alunos. E
tudo isso sem uma grande divulgação ou incentivo do governo. Seria apenas uma coincidência ou seria o início de um
movimento de preparação inconsciente para algo maior que está por vir? O mais impressionante é que os lugares que
estão sendo evitados hoje, como Nova York, Califórnia e Flórida, foram os mesmos que Kais citou como sendo regiões
de risco extremo no futuro. E o que vem a seguir deixa tudo ainda mais intrigante. Entre as revelações mais
impactantes de Edgar Kais está o que ele chamou de queda dos grandes centros e a
elevação dos pequenos. Em suas visões, ele via Nova York sendo profundamente
afetada, perdendo sua força, sua estrutura e seu protagonismo. Enquanto
isso, regiões ao sul dos Estados Unidos ganhariam destaque, tornando-se centros
de equilíbrio, refúgio e até mesmo liderança espiritual e econômica.
Durante décadas, essa ideia parecia absurda. Nova York sempre foi símbolo de
poder, riqueza e influência. Mas nos últimos anos, esse cenário começou a se
transformar. A cidade, que antes era vista como o coração pulsante da América, passou a enfrentar crises
seguidas: colapsos no transporte, aumento da violência, êxodo de moradores
e instabilidade econômica. Empresas gigantes estão fechando escritórios,
famílias estão indo embora e a sensação de insegurança cresceu. Enquanto isso,
estados do sul, como Tenesse, Carolina do Norte, Geórgia e até o Texas
começaram a crescer em ritmo acelerado. Grandes corporações estão mudando suas
sedes para essas regiões. Custo de vida mais baixo, a estabilidade climática e a
localização geográfica segura tem atraído milhares de novos moradores.
Kais falou que o sul se tornaria um novo eixo para os Estados Unidos. Disse que
essas regiões seriam menos atingidas por catástrofes naturais e que teriam papel
fundamental na reconstrução do país após os eventos que viriam. Esse movimento de
queda e ascensão já está em curso, mas poucas pessoas conseguem ligar os pontos. O que parece uma simples mudança
de hábitos e economia, na verdade pode ser o início da concretização de algo muito maior, algo que ele viu com
décadas de antecedência. E o que está prestes a acontecer com as águas do litoral americano deixará tudo ainda
mais evidente. Edgar Kais falou claramente sobre um futuro em que as águas do mar avançariam sobre a terra,
modificando completamente o litoral dos Estados Unidos. Em suas visões, ele via
cidades desaparecendo sob o oceano, regiões antes habitadas sendo engolidas
e uma nova linha costeira surgindo. E o mais impressionante, as áreas que ele
apontou como futuras vítimas já estão de fato sendo atingidas. Nova Yorque,
Flórida, Califórnia e partes do Texas estão entre as regiões que mais vêm sofrendo com o avanço do mar, erosões e
enchentes. O nível dos oceanos aumentou nos últimos anos e as tempestades estão
se tornando mais violentas e frequentes. Cidades que antes eram símbolos de prosperidade estão sendo afetadas por
inundações que destróem casas, ruas e infraestrutura. Na Flórida, por exemplo, bairros
inteiros estão sendo abandonados. Em Miami, já há dias em que a maré sobe
tanto que as ruas ficam alagadas mesmo sem chuva. O solo está afundando aos
poucos e especialistas confirmam que essa situação é irreversível. Kais dizia
que o mar avançaria sobre a Terra de forma lenta, mas constante, e que esse processo marcaria o início das grandes
transformações do planeta. Ele também afirmou que esse fenômeno não seria
apenas natural, mas um reflexo direto da forma como a humanidade tem vivido,
afastada de Deus, ignorando os sinais da natureza e priorizando o material em vez
do espiritual. A nova linha costeira que ele desenhou é assustadoramente parecida
com os mapas que cientistas modernos estão projetando com base nos dados mais
recentes sobre o aumento dos mares. Guarde este detalhe porque ele se conecta a uma revelação ainda mais
impressionante logo à frente. Nos últimos anos, o planeta tem apresentado comportamentos que nem mesmo os
cientistas conseguem explicar com clareza. Os extremos climáticos estão se intensificando. Regiões antes frias
estão enfrentando calor recorde. Locais secos estão sendo inundados por chuvas
fora de época e áreas consideradas estáveis estão agora sujeitas a terremotos, rachaduras no solo e
fenômenos estranhos. Tudo isso parece caótico, mas para quem conhece as profecias de Edgar C, nada disso é por
acaso. Ele dizia que a Terra passaria por um processo de purificação, onde o
equilíbrio natural seria restaurado, mesmo que isso envolvesse dor, perdas e
grandes abalos. Para Kaise, o planeta reagiria ao comportamento humano,
especialmente à perda de conexão com os valores espirituais. Ele afirmava que a
desordem moral, a ganância e o abandono da fé trariam consequências físicas
sobre o mundo. Hoje vemos um aumento inexplicável nos terremotos em regiões
não sísmicas, como o Centro-Oeste dos Estados Unidos. Deslizamentos de terra,
vulcões adormecidos despertando e até sons subterrâneos sem origem definida
estão sendo registrados em várias partes do mundo. A ciência coleta dados, mas
nem sempre consegue oferecer respostas. Cientistas do clima também estão preocupados com a velocidade das
mudanças. As geleiras estão derretendo em ritmo acelerado. As correntes marítimas estão mudando de direção. Até
o campo magnético da Terra apresenta variações que antes levavam séculos para ocorrer. Esses sinais para muitos são
apenas fenômenos naturais, mas para os que conhecem os relatos de Kaice são
exatamente as manifestações que ele anunciou. A terra gritando por equilíbrio, tentando avisar que algo
muito maior está prestes a acontecer. E talvez a parte mais impactante de tudo isso nem seja física, mas espiritual.
Edgar Keis nunca falou das catástrofes como um castigo sem sentido. Em suas
palavras, os eventos físicos, terremotos, inundações, mudanças no
clima e no solo, seriam apenas a parte visível de um processo muito mais
profundo, a transformação espiritual da humanidade. Ele acreditava que o
sofrimento traria um chamado para Bart Fé. Um retorno à essência que muitos abandonaram ao longo do tempo. Kais
dizia que o mundo se afastaria de Deus e que, por causa disso, entraria em desequilíbrio. As guerras, a corrupção,
o egoísmo e a indiferença em relação ao próximo seriam reflexo de uma sociedade
que se esqueceu de seus valores mais sagrados. Mas, segundo ele, após o período de dor, viria um tempo de
renovação, uma nova era de consciência espiritual. Para muitos, isso parecia
apenas um discurso religioso, mas hoje, diante dos desastres que se multiplicam
e da instabilidade crescente no mundo, mais e mais pessoas estão buscando refúgio na fé. Igrejas lotadas, pessoas
orando nas ruas, grupos se formando para estudar a Bíblia e compreender os sinais
dos tempos. Esse movimento tem crescido em silêncio, assim como Cai previu. Ele
dizia que o caos não seria o fim, mas o começo. O sofrimento seria o gatilho que
despertaria o coração endurecido da humanidade. As tragédias serviriam como
um espelho, mostrando o quanto o ser humano havia se perdido e que apenas através da oração, do arrependimento
sincero e da reconexão com Deus, seria possível passar por tudo isso com paz no
coração. Para Caice, a salvação não estaria nos abrigos ou na fuga, mas na
fé. Ele alertava que aqueles que estivessem espiritualmente preparados seriam protegidos mesmo em meio ao caos.
E é aqui que uma revelação surpreendente aparece. O papel do Brasil em tudo isso.
Em meio a tantas previsões de destruição e sofrimento, Edgar Case fez uma
revelação que traz alívio e esperança, especialmente para nós brasileiros. Em
suas visões, ele falou sobre um lugar especial, abençoado, que seria protegido
dos grandes desastres e teria um papel fundamental na reconstrução espiritual
da humanidade. O Brasil, Kais descreveu o Brasil como uma terra de paz, um
território onde as mudanças físicas seriam menos severas e onde a fé
permaneceria firme mesmo nos tempos mais difíceis. Ele viu que enquanto outras
nações enfrentariam guerras, colapsos e divisões, o Brasil manteria sua unidade,
sua cultura de acolhimento e sua conexão com o sagrado. Segundo ele, essa nação,
ainda que sofrida por desafios sociais e políticos, seria vista no futuro como um
celeiro espiritual, um ponto de equilíbrio em meio ao caos mundial, um
lugar onde as pessoas ainda manteriam viva a fé em Deus, a força da oração e o
respeito pelos valores morais e familiares. Para Kaise, o Brasil não era apenas um refúgio físico, mas
espiritual. Ele via pessoas de outras partes do mundo vindo para cá em busca
de paz, abrigo e sentido. E mais do que isso, viu que daqui surgiriam lideranças
espirituais capazes de orientar o mundo em um momento de trevas. Hoje, ao
observar o cenário global, essa visão ganha força. O Brasil, mesmo enfrentando
suas dificuldades, é uma terra onde a fé ainda é parte do dia a dia, onde o povo,
mesmo sofrido, continua orando, esperando, confiando. Esse papel profético do Brasil não é motivo de
orgulho vazio, é um chamado à responsabilidade. Se essa terra foi escolhida, é porque
Deus ainda vê aqui um povo que pode fazer a diferença. E a revelação escondida sobre 2026 só reforça essa
missão. Entre as milhares de leituras deixadas por Edgar Cis, há uma em
especial que ficou esquecida por muitos anos. Era um trecho curto, discreto, mas
que agora, diante dos acontecimentos recentes, se mostra como uma das profecias mais impactantes. Nessa
leitura, Kais menciona o ano de 2026 como um marco de transição, um tempo em
que a Terra se partirá onde nunca se esperou e as águas cobrirão terras onde
antes havia segurança. Na época, quase ninguém entendeu o significado dessa mensagem. Ela parecia vaga, sem contexto
claro, mas hoje, com o avanço das pesquisas geológicas, o aumento dos terremotos na falha de Nova Madrid, o
afundamento das cidades costeiras e os deslocamentos populacionais silenciosos,
essa frase ganha um novo peso. É como se ele tivesse deixado uma senha, um aviso
escondido à espera do tempo certo para ser compreendido. O mais inquietante é
que Kaice fala que essa ruptura não será apenas no solo, mas também na estrutura
das nações. Ele descreve governos em colapso, instituições se despedaçando e
uma nova forma de viver surgindo das cinzas. Tudo isso, segundo ele, começaria a ganhar forma em 2026. Um ano
que, para muitos parecia apenas mais um no calendário, mas que agora está cercado por sinais cada vez mais claros.
Alguns estudiosos dizem que essa mensagem foi ignorada porque não trazia uma data exata para o acontecimento
físico, mas sim um período de início, uma abertura de ciclo. E tudo indica que
esse ciclo começou. Os indícios estão por toda parte, nas placas tectônicas,
no comportamento da natureza, nas crises sociais. e no despertar espiritual de
muitos. Mas o que Cai chamou de grande purificação ainda está por vir. Durante
suas leituras mais enigmáticas, Edgar Kais falou sobre algo que ele chamou de
grande purificação. Não se tratava apenas de desastres naturais, mas de um período em que toda
a humanidade passaria por um processo de limpeza profunda, física, emocional e
espiritual. Segundo ele, esse tempo viria acompanhado de dores, perdas e
incertezas, mas também seria a oportunidade para um recomeço, para uma vida mais conectada com Deus e com os
valores verdadeiros. Kais disse que essa purificação começaria de forma sutil,
quase imperceptível. seriam pequenos sinais ignorados pela maioria, alterações no clima, tensões
entre nações, crises econômicas e morais e o aumento do medo coletivo. Ele
alertou que tudo isso precederia um despertar, um momento em que a dor traria consciência e o sofrimento
abriria os olhos de muitos. Hoje, ao observar o mundo, não é difícil perceber
que estamos dentro desse cenário. A violência se espalha, as famílias estão
desestruturadas. A fé, em muitos lugares, foi trocada pelo consumo, pela pressa e pela
distração. E enquanto isso, a natureza responde: Os mares sobem, a terra se
agita, o céu envia sinais. Para Cice, isso não era motivo de desespero, mas de
preparação. Ele dizia que aqueles que mantivessem a fé, que buscassem a verdade, que vivessem com humildade e
amor ao próximo, seriam protegidos. Que Deus não abandona os que confiam nele,
mesmo em meio ao caos. O que ele chamou de purificação não era o fim, mas o
começo. A dor seria o portão de entrada para um tempo de mais luz, união e
verdade. Mas para isso era preciso estar atento, firme na fé e disposto a mudar o
coração. E a pergunta que fica é: O que podemos fazer agora diante de tudo isso?
Diante de tudo o que foi revelado por Edgar Kis, é natural sentir medo, incerteza ou até mesmo desespero. Mas a
mensagem principal por trás de suas visões nunca foi o pânico, foi o despertar. Kais não queria que as
pessoas apenas soubessem o que estava por vir. Ele queria que cada um se preparasse espiritualmente,
emocionalmente e, quando possível, fisicamente, e, acima de tudo, que
voltassem o coração para Deus. A Bíblia nos ensina que nos tempos difíceis quem
confia no Senhor encontra refúgio. Cai como cristão, reforçava essa verdade.
Ele dizia que mesmo em meio à destruição, quem estivesse em paz com sua consciência e sua fé seria amparado.
Não se trata de fugir, mas de confiar, orar, vigiar e agir com sabedoria. A
preparação começa dentro de casa. Fortalecer os laços familiares, viver
com mais simplicidade, cultivar o perdão e manter a oração como base diária.
Buscar informações, mas sem se deixar levar pelo medo. Organizar a vida com responsabilidade, mas sem desespero. E,
acima de tudo, alimentar a alma com aquilo que é eterno, a presença de Deus.
Kaice também alertava sobre a importância da união. Disse que grupos de fé, comunidades com espírito de ajuda
mútua e solidariedade seriam fundamentais nos tempos difíceis, onde
há amor, a força, onde há fé, a luz. Se tudo o que ele viu está mesmo se
cumprindo e os sinais são muitos, então também devemos crer na promessa de renovação que ele deixou. Um novo tempo
virá com mais verdade, mais espiritualidade e mais proximidade com Deus. Mas só passará por ele em paz quem
já estiver de coração limpo. Agora é o tempo de se preparar, não com medo, mas
com fé, com humildade, vigilância e confiança. Porque quando tudo tremer, só
permanecerá firme quem estiver com os pés sobre a rocha. Se você gostou do
vídeo e quer ser o primeiro a receber nossos novos conteúdos, não esqueça de se inscrever no canal. Clique agora no
vídeo que está aparecendo em sua tela para descobrir tudo que o futuro nos reserva. Ah.
Nenhum comentário:
Postar um comentário