segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Tornado no Paraná; tecnologia HAARP?





Uma tecnologia capaz de controlar o
clima e produzir desastres naturais.
Mas será que o ser humano seria capaz de
comandar as forças da natureza? Mito ou
verdade? Ciência ou teoria da
conspiração?
Raios, tempestades,
terremotos.
Agora surgem novas teorias sobre a ação
humana por trás.
e terremotos.
Agora surgem novas teorias sobre a ação
humana por trás da destruição.
Experiências secretas ou pouco
conhecidas teriam a finalidade de criar
uma nova arma de guerra, a manipulação
do clima.
Uma tecnologia capaz de transformar, por
exemplo, as ondas do mar em um tsunami e
com isso destruir uma cidade inteira.
Chuvas, terremotos e ondas manipuladas
já são reproduzidos em laboratórios,
como aqui neste tanque de provas da
Universidade de São Paulo. Mas será que
o ser humano conseguiria fazer isso em
proporções reais, maiores e utilizar
essa capacidade como arma de guerra a
serviço de nações?
Neste outro laboratório, Greg Ley tenta
produzir raios de forma controlada.
O cientista aciona a máquina e um raio
se forma aos poucos.
A experiência é apenas uma amostra.
Mas será que o mundo alguma vez já foi
atacado por uma arma construída a partir
de uma força da natureza?
Julho de 1976,
apagões nos sistemas de comunicação do
mundo todo ficaram sem explicação.
Uma estranha frequência causou
interferência em transmissões de rádio,
televisão e telefone nos Estados Unidos.
Fotos de satélite mostram um gigantesco
ráo de transmissor russo. Dele saíam
ondas de extrema baixa frequência com
uma atmosfera sobre os Estados Unidos.
O sinal continuou a ser detectado até
1989.
O fato é que nessa época algo muito
estranho aconteceu. De 1987
em 1992,
o estado da Califórnia passou por uma
das secas mais dramáticas da história.
As lavouras secaram e o galo morreu. O
preço dos alimentos subiu
vertiginosamente
e a população ficou aterrorizada.
Coincidência ou não, em 92, os Estados
Unidos começaram a construir este enorme
complexo de antenas na Alaska, como
parte do projeto conhecido como Harp.
A sigla em inglês quer dizer programa de
investigação de aurora ativa de alta
frequência.
Um nome sofisticado para um projeto que
começou na Força Aérea e na Marinha
Americanas.
O complexo reúne 180 antenas de 22 m de
altura.
Juntas, elas podem apontar para qualquer
alvo no céu e emitir milhões de wats de
baixíssima frequência, formando uma
trilha na atmosfera. Este militar
americano diz que o projeto Harper é
usado apenas para fins de defesa. Mas
uma outra teoria apareceu. A intensa
energia jogada no céu pelo Har poderia
ser um dos fatores do aquecimento global
e das mudanças climáticas.
O cientista Nick Bic garante as
pesquisas do RARP são utilizadas sim
para provocar mudanças climáticas.
é apenas um dos transmissores instalados
no planeta. Há outros 20 centros de
pesquisa semelhantes que funcionam em
lugares secretos. Para alguns
cientistas, estes transmissores são
capazes de alterar o clima em qualquer
lugar do mundo. Mudam a direção dos
ventos e provocam grandes tempestades ou
secas.
Até mesmo os furacões poderiam ser
provocado. H a,
sigla para projeto de pesquisas em
auroras de alta atividade, está
patenteado nos Estados Unidos sob o
número 4.686.605
e descrito como aparato físico para
mudanças climáticas.
é capaz de gerar terremotos tornados e
furacões como Harvey. Foram construídas
usinas de dessas em alguns países do
Mercosul.
No Brasil localiza-se em São Luís do
Maranhão. Essas usinas estão sendo
utilizadas de forma perversa,
desconhecida da maioria das pessoas.
Está na hora de desmascarar essa
perversidade.
Bom, gente,
você sabe o que é a tecnologia RARP?
Eu vou dizer para vocês aqui em breves
palavras, tá? para não alongar muito.
E eu espero que você entenda que nós
vivemos épocas de muitas dúvidas
e de muitas teorias não comprovadas, né?
Mas eu não tenho dúvida de que o projeto
Estranho
ele tem também a finalidade de defesa. O
O que significa rap?
significa alta frequência
programa ativo de pesquisa auroral, um
conjunto de antenas que fica em Gacona.
GKON Ga no Alasca, que joga ondas de
rádio de altíssima frequência
para uma região pequena da ionosfera,
uma camada bem alta da atmosfera chamada
ionosfera,
para estudar como ela se comporta.
Segundo os americanos divulgam, ela tem
como principal atividade a tecnologia a
arp, a pesquisa básica dessa camada
atmosférica,
entender como ela afeta as comunicações
de rádio,
GPS,
radares,
navegação
e testar novas formas de comunicação
militar e civil.
Essas eh radiofrequências
aquecem um pedaço da ionosfera,
dezenas de quilômetros de diâmetro, tá?
Entre 70 a 300 km de altura,
com potência que lá em cima é muito
menor que a radiação natural do Sol.
Algumas pessoas duvidam, né, de que isso
possa ser utilizado como arma de guerra.
Eu não duvido se você pode eh modificar
o clima, conforme vocês viram aí numa
reportagem, isso nunca seria divulgado
como arma de guerra. É poderoso demais
para alguém querer concorrência.
é poderoso demais, ainda que seja uma
pesquisa de início, né? Mas você formar
trilhas na atmosfera que conduzem calor
e objetivamente, né, mexem com a
estrutura até de umidade da atmosfera,
criando áreas de baixa e alta
temperatura, isso pode sim mudar o
clima. Agora, e o que aconteceu no
Paraná? Bom, foi ou não foi uma
tecnologia ARP, até onde conversamos?
Provavelmente não não se desenvolveu
ainda de tal forma a atingir uma cidade
específica, né? E quem detém essa
tecnologia
não faria isso. Agora nessa região do
Brasil,
lá no Paraná foi um tornado extremamente
forte. classificação dele EF2, EF3,
com ventos de 180 a 250 km/h
e foi associado a tempestades severas de
primavera dentro da climatologia de
tempo, né, que nos sulmas.
Pelo menos seis pessoas já faleceram e
outras estão feridas.
Agora os meteorologistas estão falando
sobre esse tornado no Paraná, como ar
quente e úmido em baixa altitude, ar
frio nas alturas,
forte sisalehamento de vento com mudança
de direção e velocidade com altura e a
formação de supercélulas.
Nada disso precisaria da ARPE. seria uma
dinâmica natural da atmosfera,
agravada por mudanças climáticas que
deixam eventos extremos mais prováveis.
O RARP ainda não existe no Brasil. O
Brasil não domina essa tecnologia. O que
o Colo falou não ficou comprovado, né?
Agora, o Brasil tem radares
meteorológicos, tem satélites, tem redes
de sensores, tem estações de pesquisa
atmosférica e ionosférica, tradicionais,
ionossondas, radiotelescópios,
mas não tem um aquecedor ionosférico,
tipo o RARP, tá? Então, o Brasil não
domina isso. O que eu posso deixar bem
claro para vocês é que eu acredito no
uso dessa tecnologia
para um sistema de defesa, tá? A Marilda
diz: "Pois até onde eu sei, e
professores dessa área afirmavam na
minha época escolar, jamais no Brasil
haveria condições para tornados. E não é
novidade para ninguém que aviões andam
traçando rastros. Ela
continua: "Quis a providência divina
proteger a vida da população daquela
região onde a maioria das pessoas
estavam na igreja para a crisma e o
tornado não destruiu a igreja."
Eh, não, ela não deixa de ter razão no
em muita coisa, porque o clima no mundo
está mudando e como vocês viram na
reportagem da Record, o clima pode estar
mudando devido também à tecnologia RARP.
Eu quero dar aqui as boas-vindas ao
André
Soto.
André, seja bem-vindo como membro
assinante do canal. é importante a sua
atitude. Isso, né? Não tem nem como eh
reverberar o tamanho da importância para
nós permanecermos aqui no ar. Muito
obrigado, André. Que Deus te abençoe.
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todos os canais de direito, tá bom?
Então, qualquer cafezinho com pão de
queijo que você deixa aí já é bem-vindo.
Muito obrigado a todos. Espero ter
esclarecido um pouco mais a você sobre o
que é a tecnologia RAARP, né? E o
tornado no Paraná, que já está ganhando
manchetes na mídia social dizendo que é
culpa dela. Não, dessa vez não é, tá? Um
abraço e até a próxima.

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