Transcrição
Alô, bom dia. Estamos de volta nessa
quinta-feira, 13 de novembro de 2025.
12 mais 1, como gostam muitos. Mas, meus
amigos, a notícia que eu trago hoje nos
faz perguntar, nos faz refletir até onde
pode ir a maldade humana. Eu suspeito
que a maldade humana surpreende em
alguns casos, até mesmo aos anjos
caídos. Provavelmente alguém já disse
isso. O pecado humano é tão grande,
muitas vezes, que surpreende até o
inferno.
Pois bem, esta notícia que começou a
circular ontem pelas redes sociais e os
grandes jornais é uma dessas que faz
realmente estarrecer, chocar. Trata-se
do horror, do horror na sua forma eh
mais pura, vamos dizer assim.
Em relação à notícia propriamente, não
há confirmação do que vocês ouvirão, mas
sim existem muitos relatos e autoridades
italianas estão indo atrás exatamente
das provas desses relatos e são muitos,
são inúmeros os relatos. Bem, a primeira
notícia que começou a circular ontem foi
a seguinte: Promotores italianos abriram
uma investigação sobre alegações de que
pessoas ricas de países ocidentais
pagaram mais de 90.000 por safari de
atiradores,
onde os civis eram os alvos.
A demanda foi apresentada pelo
jornalista Esio Gaveni na Itália.
Gava afirma que os turistas atiradores
viajavam para Saraievo
durante a guerra da Bónia e pagavam as
forças sérvias da Bónia para matar
homens, mulheres e crianças. Isso na
década de 1990.
Era cobrada supostamente uma taxa extra
para filmar as crianças durante os
abates.
Havia alemães, franceses, ingleses,
pessoas de todos os países ocidentais
que pagaram grandes somas de dinheiro
para serem levadas até lá a fim de
atirarem civis, disse Gazzeni. Ou seja,
um safari humano. Não havia motivações
políticas ou religiosas. eram pessoas
ricas que iam para lá por diversão e
satisfação pessoal, disse ele. Gavzani
também ouviu falar de de reportagens em
veículos de comunicação italiano na
década de 19 de 90 sobre o assunto, mas
aprofundou-se neste tema depois de
assistir a um documentário em 2022. O
repórter, o repórter investigativo
Gavazeni afirma que sua principal fonte
é um ex-oficial da inteligência Bennia.
Estamos ansiosos para descobrir a
verdade sobre um assunto tão cruel a fim
de encerrar um capítulo da história.
Estou de posse de certas informações que
compartilhei com os investigadores",
disse um porta-voz do consulado da
Bósnia em Milão ontem.
Bem, isso é o horror puro. Como disse o
Bruce Brussell Signal fez uma longa
reportagem sobre esse tema assinada por
Luca Stean ontem, que dizia o seguinte:
"Eles chamam isso de safari de Saraievo,
uma rede criminosa arrepiante que por
toda a Europa, na década de 1990
vendia férias de guerra". Mas é claro,
ele foi obrigado a colocar aí o
supostamente,
supostamente vendia férias de guerra ou
safari humano nos balcans, onde clientes
ricos pagavam somas exorbitantes para
tirarem civis desarmados
por esporte. A história macabra ganhou
as manchetes ontem depois que a
Procuradoria de Milão abriu uma
investigação após uma reportagem do
jornalista investigativo italiano Heno
Gavzani, que passou anos investigando o
caso. Segundo as descobertas de GZN, a
organização providenciava viagens de
grupos de supostos atiradores de fim de
semana para a Bónia em áreas controladas
pelos sérvios bónios para breves férias
de guerra, pagando para atirarem civis
por esporte. Durante muito tempo,
destacado como boato, o fenômeno
apareceu em reportagens da mídia na
década de 1990.
e ressurgiu posteriormente em
depoimentos e documentários.
Durante o julgamento de Ratko Miladitz,
comandante sérvio Bosnio, em 2007,
o bombeiro voluntário americano John
Jordan testemunhou ter encontrado
atiradores turistas entre os atacantes,
descrevendo forasteiros armados e
vestidos como estrangeiros. O Tribunal
de Raia documentou mais de 11.000 1
mortes e civis durante o cerco de
Sarevo, entre 1992
e 1996.
Hoje, porém, pela primeira vez, uma
promotoria abriu um processo, isso
ontem, com o objetivo de investigar os
atiradores italianos envolvidos nesses
chamados safares. Os arquivos permanecem
sigilosos. Uma fonte investigativa com
quem o Bracel Signal conversou confirma
que acredita-se que indivíduos de toda a
Europa estejam envolvidos. Se isso for
comprovado, a investigação poderá em
breve se estender a outros países. A
denúncia também detalhe uma grotesca
lista de preços para as vítimas.
Crianças custavam mais. Homens fardados
vinham em seguida, mulheres depois delas
e idosos podiam ser abatidos de graça. O
documentário de 2022 Saraievo Safari de
Miran Zupanitz inclui relatos anônimos
de estrangeiros americanos, canadenses,
russos e europeus que pagavam para
brincar de guerra. A ex-prefeita de
Saraievo, Benjamina Caritz, que
apresentou uma queixa crime em 2022 e
posteriormente contatou as autoridades
italianas por meio da embaixada, elogiou
a atuação dos promotores de Milão. Ela
disse: "Uma equipe inteira lutou
incansavelmente para garantir que essa
denúncia não seja esquecida", disse ela.
"Não vamos desistir."
Os procuradores italianos, diz aqui o
Brussel Signal, estão agora investigando
um caso de homicídio múltiplo
qualificado, motivado por crueldade e
razões abjetas, apurando se cidadãos
italianos foram cúmplices de um episódio
um dos mais sombrios da guerra da
Bógnia. Investigação com a investigação,
com tudo, diz aqui a matéria, para
terminar, não pode ser compreendida
apenas olhando para a Itália, pois
abrange muitos outros países europeus e
poderá expandir-se em breve.
Bem, aqui vocês estão vendo, esse é um
jornalista correspondente de guerra,
Kevin Myers. Ele está relembrando num
longo artigo também publicado no Brussel
Signal as suas eh experiências cobrindo
guerras pelo mundo. Ele foi um
jornalista eh muito atuante,
principalmente no The Sunday Times. É um
jornalista irlandês e ele relembra sua
passagem pela Bógnia. O Brussel Signal
pensou várias de suas memórias a esse
respeito.
Entre essas memórias, eh, diz aqui a
matéria do Brussel Signal, que ele, o
investigador, ou melhor, o repórter de
guerra, eh, com voz embargada contou a
redação do Brussell Signal, que eh isso,
perdão, eh, contou a redação do Sunday
Times o seguinte, que haviam recebido
notícias, eles, os jornalistas de
guerra, haviam recebido notícias de que
milionários italianos estavam pagando
muito dinheiro para virem atirar em
Bóznio. Em Bosnios. Ele precisava
preparar então uma reportagem completa
sobre isso, com fotos e entrevistas com
os familiares das vítimas dos atiradores
italianos para o telejornal da manhã. O
jornalista lembra, entre outras coisas,
o seguinte: "Um dia visitei uma posição
sérvia com vista para Saraievo, viajando
num carro blindado da CBS. Os
artilheiros sérvios disparavam
esporadicamente contra a cidade com o
coronel responsável tentando atingir o
prédio dos Correios, que, vejam só, era
administrado por sua irmã, que
permanecia leal à Bósnia, assim como
alguns sérvios de Saraievo. Sim, o
coronel estava tentando matar a sua
própria irmã. Durante minha última
visita ao acampamento, diz ele, isso em
outra parte do seu relato, notei um
cheiro terrível de algumas moscas gordas
saindo de rachaduras do chão. Perguntei:
"O que são essas coisas?"
Aí o coronel disse: "Os bóznios que
matamos na semana passada deveríamos
tê-los enterrado mais fundo. Aquelas
malditas moscas coveiras conseguem
senti-los pelo cheiro e cavam até o
fundo para pôr seus ovos". Então eu
perguntei ao ou melhor, o repórter
perguntou ao coronel se aquelas moscas
que ele estava vendo eram filhas ou
mães. E aí o coronel disse: "Eu te
contei a verdade sobre aquelas moscas e
minha irmã traiçoeira. Nós, sérvios,
nunca mentimos. Você acha que eu
arriscaria a vida dos meus homens por
causa dessa escória?"
Naquela noite, diz-lhe de volta ao
Holiday in, compartilhei ao hotel,
compartilhei a opinião do meu coronel
Sérvio sobre a história de italianos
pagando para matar crianças bóznias. Ou
seja, ele fez questão de colocar esse
relato, essa lembrança das moscas que
faziam escavações para chegar onde
estavam os cadáveres, justamente por
causa da resposta do coronel que disse:
"Nós, sérgios, nunca mentimos. Essas
moscas estão aí atrás dos cadáveres de
bózinhos que nós matamos e enterramos
aqui. E eu sim estou atirando, atirei
contra a minha própria irmã. Nós não
mentimos. Então aqui faz todo o sentido
esse contexto. Voltando então ele disse:
"Naquela noite de volta ao Holiday in
compartilhei a opinião do coronel Sérgio
sobre a história de italianos pagando
para matar crianças bóznias". Ou seja,
um relato com muito contexto e bastante
verossímil.
Todos concordamos que era uma fofoca
típica da redação e, da mesma forma que
não publicaríamos nenhuma matéria que a
confirmasse, independentemente das
possíveis ameaças da redação, de nos
transferir permanentemente para Pyong
Yang ou a Georgia do Sul. E ele está
aqui falando de uma lembrança dos anos
90. Sobre essa matéria, o Bruce Sig, que
ouviu dizer que as redações italianas
estavam repletas de história sobre
milionários italianos que participaram
de safares humanos na Bóznia desde 1990.
E aí então Kevin Myers comenta: "Minha
redação perguntou como veterano daquela
guerra, o que você achou disso?"
E é claro, então ele responde: "O que
escrevi acima é o que penso sobre o
assunto. Isso não significa que seja
mentira. Afinal, o cometa continua
orbitando o sistema solar e não há quase
nada nele, apenas água e dióxido de
carbono, algo parecido com os os
atiradores italianos da Bózinha. Mas diz
ele, posso estar enganado. Ou seja, ele
está aqui dizendo que não viu não viu
nenhum atirador fazendo turismo ou
safari, eh, alvejando civis,
mas também não pode duvidar, porque o
que ele tem efetivamente ou que ele
tinha era o relato de um coronel sérvio
que também havia cometido muitas
atrocidades, como por exemplo, atirar em
sua própria Irmã, seja como for, este
problema está só começando, é só a
pontinha do iceberg, porque as a
investigação, evidentemente, não a não
parará e começando pela Itália,
certamente se estenderá por outros
países, principalmente na Europa, porque
esse é um caso que de forma alguma pode
ser esquecido. Por enquanto é isso. A
noitinha eu volto, tenho informações
sobre o fim da paralisação do governo
norte-americano e outras notícias
importantes, mas fiz questão de trazer
essa porque realmente não pode ficar
escondida.
Até depois, se Deus quiser.
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