Gente, senhoras e senhores, vocês conhecem esse homem aí? Esse homem que
está aparecendo na sua tela nesse exato momento é o Openheimer do momento
presente. Vocês sabem o Openheimer lá, o cara que criou a bomba atômica. Pois é,
não sei se vocês sabem disso, mas esse homem é Joffrey. O nome dele Joffrey. E
ele é ninguém mais, ninguém menos que o padrinho da inteligência artificial. Ele
é o cara, um dos caras mais importantes, uma das mãos mais importantes por trás
da criação da inteligência artificial. E eu estive assistindo um podcast que ele
participou nessa semana, mas não apenas. Eu andei lendo algumas notícias que
saíram nessa semana sobre este homem e vocês não fazem ideia do que disse
Joffrey Hinton, o padrinho da inteligência artificial. Ele disse que nós não estamos preparados para o que
está por vir. E sério, gente, essa live que começa agora aqui no canal é uma das
mais bizarras que eu já fiz na história desse canal. Se eu fosse você, eu não
piscava, eu não perdia por um absoluto nada, porque tudo que eu vou falar aqui
nessa live de hoje vai se manifestar absurdamente em um futuro próximo. Não,
isso aqui não é previsão de mãe Carol, muito pelo contrário, isso aqui é palavra dele, que é o padrinho, o
criador das inteligências artificiais, como nós a conhecemos hoje. E para tal,
então, sem mais delongas, roda vinheta.
[Música] Agora sim, senhoras e senhores, agora
que eu já rodei a linda vinheta que deu trabalho, custou caro para fazer, eu preciso passar uma informação muito importante para vocês. Então, por favor,
quem já sabe só pula, quem não sabe vem comigo. Hoje é dia 19 de novembro de
2025. Na semana que vem, daqui 4, 5 dias, no dia 24 de novembro, vai rolar a
Super Black Friday, tanto dos meus cursos, então tanto curso de inglês quanto curso de finanças, vão ficar com
promoção, quanto dos meus livros, todos os meus livros que estão na Amazon, vocês vão conseguir comprar num valor
promocional. E nesse ano aqui a Black Friday vai funcionar um pouquinho diferente dos anos anteriores. Nesse ano
eu tô pedindo para todas as pessoas que estão assistindo as minhas lives, os meus conteúdos escanearem esse Qcode que
está aparecendo aí na tela para vocês agora. Esse Qcode vai te levar para um grupo de WhatsApp. Entrou no grupo de
WhatsApp, começa a seguir o grupo. Por quê? Porque no dia 24, que é segunda-feira que vem, eu vou começar a
enviar os cupons de desconto de tudo isso que eu falei, cursos e livros através desse grupo. Então, se você
tiver fora do grupo, você não vai pegar o cupom de desconto. É simples, é fácil, mas ao mesmo tempo tem muita gente que se confunde. Ai, Carol, não consigo
escanear o código, não tem problema. Não consegue escanear o QRcode, não tem problema. Aqui embaixo, na descrição
dessa live, já deixei o link direto que leva diretamente para esse mesmo grupo. Aí é só fazer a mesma coisa, você segue
e fica esperando porque na segunda-feira eu vou enviar apenas para quem estiver cadastrado nesses grupos os cupão de
desconto dos cursos e dos livros. Está bem? Estamos combinados, mas olha, não é hoje, tá? Hoje é dia 19, ainda vai ser
só no dia 24 de novembro. Então fiquem alertas, estejam preparados para não
perder. Agora, que papo é esse de que Joffrey Hinton, o padrinho da
inteligência artificial, é oheimer da vida moderna? A gente sabe muito bem
que o alerta ecoa como juramento de Oppenheimer diante do fogo que o próprio
homem acendeu. E que também nós temos momentos na nossa história em que alguém
levanta a voz não para convencer outras pessoas, mas sim para avisar as pessoas.
E é geralmente dentro desse aviso que vem o opositor, o opositor de tudo que tá sendo avisado.
Só que, gente, e quando o aviso vem do próprio criador? Pois é, vocês sabem
muito bem, vocês devem conhecer a história do Openheimer, o criador da bomba atômica lá, o Jay Robert
Oppenheimer, em 1945, o pai da bomba atômica, quando ele viu o que
verdadeiramente a bomba atômica era capaz de fazer, ele disse uma frase de
Bagvaga, que é agora eu me tornei a morte, a destruidora de mundos. E gente,
ele olhou para aquele cogumelo gigante explodindo e falou: "Me tornei a morte,
a destruidora de mundos". Que papo é esse? Esse papo, esse papo começa quando
o criador percebe que a criatura, quando o inventor que de repente compreende
que ultrapassou todos os limites previstos, é o criador que percebe que a
criatura era grande demais e que não deveria ter sido criada. E agora, quase
que um século depois dessa detonação que aconteceu lá no deserto, vocês sabem
muito bem que foi a detonação da bomba Trmity. É agora, senhoras e senhores,
que a história de Openenheimer começa a se repetir. Dessa vez não com bombas, mas sim com esse tiozinho simpaticozinho
aí, o Joffrey Henton, padrinho da inteligência artificial. É agora que
essa história se repete, não com um clarão luminoso de uma bomba, mas sim a explosão é bem silenciosa, é digital e
veio completamente invisível. E quem ergueu a voz para falar dessa vez não
foi Openenheimer, mas sim um dos homens mais respeitados e fundamentais para o
nascimento da inteligência artificial, como nós a conhecemos. Esse tio aí é
Joffrey Hinton, o padrinho da inteligência artificial. E Hinton não está falando de sua criação como um
militante ambientalista que grita ou que faz protesto e nem como um político que
fica fazendo alarme por aí, não, tá? Mas ele fala com muita cautela e com muita
frieza de como quem construiu um núcleo, como quem viu por dentro do organismo e
do mecanismo que deu a vida a essa máquina. Eu não tô falando de um cara que é só um curioso, que é só um
doidinho nessa história, não. Eu tô falando da verdadeira mente por trás da
inteligência artificial. É ele que é o arquiteto, tá? Ele que fez tudo o que a gente conhece. E como a gente conhece
chatt, pois é, blame on, culpe ele. Se o chat GPT já te xingou, se você já passou
algum apuro com inteligência artificial, e se você que sabe igual eu, mãe Carol, vê o futuro, que sabe o que está por
vir, pois é, culpe esse tiozinho aí. E o aviso devastador que ele deu sobre a
criatura que ele criou é: entre aspas, vocês não fazem ideia do que está por
vir. E aí quando ele fala isso em um podcast como o podcast do Joe Rogan, e
quando ele dá entrevistas, tipo essa daqui, ó, saiu essa semana na revista Fortune, tá vendo? De novembro 1eo de
2025. O padrinho da inteligência artificial diz que as grandes empresas
tecnológicas de inteligência artificial não vão conseguir retorno sobre seus
investimentos astronômicos se eles não substituírem o trabalho humano. O que
ele tá querendo dizer com isso? Outra notícia, o padrinho da inteligência artificial avisa: "As empresas de
tecnologia devem substituir os humanos para ganhar dinheiro". Aí tá falando
aqui, ó, o cientista lendário da computação diz que a revolução da
inteligência artificial, a economia da revolução da inteligência artificial força que os humanos saiam da sala de
trabalho. O que ele tá fazendo? Ele tá falando a real, ele tá mandando a real
sobre o que ele tem observado aqui. Outra notícia, o padrinho da inteligência artificial diz que saiu do
Google avisando que a capacidade da inteligência artificial de criar imagens
falsas e textos falsos é muito gigantesca. E gente, nós estamos vivendo
exatamente isso, né? Essa última notícia que eu mostrei para vocês é de maio de 2023. E olha o que nós estamos vivendo
no presente momento. Todos aqueles videozinhos que a gente vê de criança
rezando no elevador porque ficou presa no elevador que não era real. Vocês viram esse vídeo? Aqueles videozinho dos
gatos brigando em cima da cama que acorda a mulher, daí a mulher briga com eles. Gente, nada disso é real.
Absolutamente nada disso é real. Foi criado por inteligência artificial. E detalhe, o padrinho da inteligência
artificial avisou que isso ia acontecer em maio de 2023. E agora nós estamos em quê? novembro de 2025, nós escutamos?
Não, nós não escutamos. Por que que o mundo não escuta esse homem? Não sei. Mas o que ele tá falando, o que ele
falou lá atrás aconteceu e o que ele falou essa semana em podcasts vai acontecer em breve, porque o que ele
falou aqui, ó, demorou só dois anos para acontecer. Então, o que ele tá falando agora, vocês podem dar mais dois anos
para est acontecendo aí. Bom, o que ele deixou muito claro nesses últimos podcasts que eu andei assistindo é que,
ai, eu não sei nem como é que eu vou falar. Isso. Mas ele avisou as pessoas
através desses podcasts que o motivo pelo qual ele está falando tudo isso é a
segurança. E segurança não é um motivo, mas segurança é um sintoma. Segundo ele,
ouvindo as palavras dele no podcast, a gente tem uma sensação de que, e uma sensação muito desconfortável, diga-se
de passagem, de que ele viu algo, e eu não tô falando de algo místico, mas sim algo técnico, algo profundo e algo
matemático que a maioria de nós sequer sabe que existe. Quando ele faz todos
esses alertas aí do tipo, olha, vocês não sabem o que está por vir, olha, a gente tem que tomar cuidado. é porque
ele realmente viu alguma coisa que nós seres humanos normais com catupiri na grilha nem imaginamos que possa
acontecer. Ele mesmo fala e essa parte aqui vou colocar entre aspas porque eu tirei a frase exatamente de dentro do
podcast. A frase que ele fala é essa que vai aparecer na tela nesse exato momento para vocês. O cara que criou o sistema,
que levou ao GPT, deixou a empresa por motivos de segurança. Ele sabe de algo
que nós não sabemos. E sim, nós estamos falando do exato GPT que nós utilizamos
todos os dias. O Joffrey Henton, ele não tá preocupado com o futuro, não tá preocupado com o amanhã, ele tá
preocupado com o depois de amanhã, com o momento que a inteligência artificial deixa de ser uma ferramenta e começa a
se tornar uma força, uma consciência. É exatamente com isso que ele tá
preocupado. Como o Openheimer lá no passado, o Openheimer viu que a bomba não era apenas uma arma, mas sim ele
percebeu o que ele tinha criado. Ele percebeu que ele criou um divisor de eras. E o Hinton está vendo que a
inteligência artificial não é só um programa, mas sim um agente divisor
civilizacional. E assim como a energia nuclear, a tecnologia da inteligência
artificial não pode ser desinventada. É aquilo, uma vez que você ver, você não vai conseguir desver. Nesse caso, é uma
vez que você inventar, você não vai conseguir desinventar. Então, a gente tá vivendo uma corrida que ninguém,
absolutamente ninguém consegue parar. E foi isso que ele falou no podcast. Ele falou assim, ó, não dá para desacelerar
a inteligência artificial. Não tem lei para isso. Parem de criar leis que vocês estão só chovendo no molhado. Não tem
moratória, não tem declaração política, não dá para desfazer. Ai, mas afinal de
contas, por que que não dá para desfazer? Porque tem algo muito mais poderoso rolando por trás de tudo isso
do que simples regulamentação. Colocar lei e fazer aquilo que eu contei para vocês há, sei lá, três dias atrás sobre
as inteligências artificiais terem que fazer terapia. Não funciona. Por quê? Porque existem coisas por trás da
inteligência artificial que são muito mais poderosas que tudo isso. O que, por exemplo, a competição entre países, sim,
países estão brigando por inteligências artificiais. A competição entre empresas, sim, empresas estão brigando
para ver quem vai fazer a inteligência artificial mais sofisticada. E nós temos também egos gigantescos por trás. Nós
temos a competição dos bilionários por trás dessas bigtexs. Então, se um país
tentar frear a inteligência artificial, vem um outro e acelera a inteligência artificial, fala: "Ah, então já que ele
freou, eu vou acelerar". Se uma empresa tentar parar de produzir, vem uma outra empresa, investe mais e engole aquela
primeira empresa. Então, se alguém perguntar: "E se isso for perigoso?" A gente vai ter um concorrente no dia
seguinte falando: "Ah, é perigoso para você?" Para mim não é, eu vou fazer. E o Openenheimer, gente, ele viveu o exato
mesmo dilema. Ele pediu cautela, ele pediu diálogo, ele pediu controle. Quem
aí assistiu o filme dele sabe exatamente do que eu tô falando. Ele pediu tudo, só que a urgência da Guerra Fria era maior
do que qualquer prudência. E com a inteligência artificial, a gente não tem dois países brigando. Não é Estados
Unidos e Rússia ou Estados Unidos e União Soviética. Não é lado ocidental com lado oriental, é uma corrida global.
E agora nós não estamos mais competindo com armas físicas, nós estamos
competindo com inteligência, com data center. Nós estamos competindo com poder. Inteligência é poder. E dentre os
trechos mais inquietantes da conversa que eu assisti dele participando no podcast, eu destaco mais uma frase, por
isso vou colocar entre aspas. Ele fala assim, ó: "Se a IA consegue modificar o próprio código, ela pode mudar a si
mesma em um ritmo que nós não conseguiremos acompanhar." Foram essas exatas palavras que ele proferiu. E é
aqui que a gente tem um paralelo com o físico nuclear que criou a bomba
atômica. Porque no coração de uma bomba atômica existe um mecanismo muito simples, mas ao mesmo tempo é um
mecanismo de assim devastador, destruidor, que causa uma reação em cadeia exponencial. Cada nêutron que é
liberado solta mais dois, que solta mais quatro, que solta mais oito. E quando a gente vai ver, cogumelo, cogumelão de
explosão do tchacabum. Agora, a inteligência artificial funciona de uma maneira muito parecida, só que ela não
faz isso com nêutrons, ela faz isso com informação e dados. Ou seja, na minha
humilde opinião, é pior. Por quê? Porque a bomba atômica é localizada, é num
ponto específico, mesmo que seja uma gigantesca. Mas é num ponto específico.
Já a inteligência artificial tá no mundo inteiro e conectada a uma ferramenta que conecta o mundo inteiro. A inteligência
artificial ela é muito parecida com uma bomba atômica. E o próprio Hinton na
entrevista, no podcast, ele deixa isso muito claro. Ele fala que na natureza humana, você, eu, qualquer pessoa, a
gente consegue transmitir 10 bits de informação por segundo quando a gente conversa. 10 bits. Tipo, eu tô
transmitindo aqui para vocês 10 bits. É uma quantidade bem ridícula, mas as máquinas, a inteligência artificial, ela
consegue transmitir bilhões, trilhões de bits por segundo entre elas ali. E ela
vai sincronizando tudo isso em peso pesos, não, em pesos neuronais. E elas
podem rodar o mesmo cérebro em milhares de cópias simultâneas. Vocês têm noção
do que é isso, tá? Eu sei, ninguém tem noção do que é isso, porque a gente não consegue processar essa quantidade de
informação no nosso cérebro. Então, a gente não tem noção do que é isso. Só que cada uma dessas milhares cópias
aprende algo diferente e depois combina tudo num modelo só. E, gente, isso não é
colaboração, isso é multiplicação. E o Openheimer observou lá o primeiro clarão
como uma reação de cadeia nuclear. Lembra quando ele olhou e falou: "Nossa, eu sou a morte, eu sou o destruidor de
mundos". O Hinton tá fazendo a mesma coisa. Ele tá olhando para tudo isso,
ele tá observando a primeira faísca de uma reação em cadeia cognitiva. E ambos
sabem, oheimer sabia e o Hinton sabe. Agora sabe que quando começa esse
negócio ninguém segura. Gente, olha o que o Openheimer criou lá no passado. Olha a merda que tá hoje. É o tempo todo
um monte de país se ameaçando com quê? Com a criação do Openheimer. Então,
daqui 50 anos, eu espero não estar aqui. Olha, sendo muito honesta, eu não quero.
Para mim deu. Eh, para mim dá mais 20. Tá bom. Daqui 50 anos a gente vai ter
youtubers, caróis, capéis do futuro falando: "Olha, oheimer falou, o Jofrey
falou e agora nós temos outra coisa, porque isso vai continuar". E principalmente, gente, principalmente
quando eu mostrei para vocês essas matérias aqui falando que as inteligências artificiais elas não vão
dar lucro para os seus criadores, pessoas que investiram bilhões para construir ela, se as pessoas não
começarem a substituir o trabalho humano, é exatamente aqui que mora o
maior perigo. Isso já é sintoma. Isso não é mais a questão inicial, isso é um
sintoma. Ele fala muito sobre isso. Se você assistir qualquer entrevista do Hinton, você vai ouvir ele falando isso.
E principalmente toda vez que ele fala isso, tem um monte de palhaço, otimista
que ignora essas falas dele. A gente não tá falando de uma automação simples, tá? A gente tá falando de uma ferramenta
que deveria servir para ajudar as pessoas, mas ela não tá servindo sobre e
nem para ajudar essas pessoas. A gente não tá falando sobre um humano com uma
inteligência artificial sendo mais forte que a inteligência artificial sozinha. A gente tá falando de algo absurdamente
maior. A gente tá falando da substituição massiva da força de trabalho do planeta inteiro por
máquinas. Os empregados que desapareceram no século XX foram
empregos musculares, empregos que a gente precisava de força para fazer.
Se você vai numa fábrica automotiva hoje em dia, você percebe a quantidade de
máquinas que trabalham substituindo 10, 20, 30 pessoas por estação de trabalho.
E gente, isso é agora. Isso é essa revolução que a gente tá vivendo, revolução tecnológica. Então, se você
entrasse, por exemplo, na Chrysler há 30 anos atrás, você ia ver 30 pessoas trabalhando em uma peça de carro. Hoje
você vê uma máquina, uma pessoa na mesma peça de carro. é a automação das linhas
de produção. E eu falo isso porque meu pai trabalhava em indústria automotiva, então eu acompanho essa trajetória
inteira e eu frequentava muito a General Motors, a Chrysler, eu andava na linha
de produção com ele. Então eu sei do que eu tô falando, gente, a diferença. Quer ver a diferença? Depois meu marido foi
trabalhar, quando a gente morava no Brasil, eu não era casada com ele, eu era só noiva dele, mas ele trabalhava em
linha de produção. E você já via uma diferença absurda. da época que meu pai trabalhava pra época que meu marido
trabalhava. Um salto de quê? 20 anos. Agora, gente, a diferença vai ser
absurdamente bizarra. Por quê? Porque eu não estou falando mais de desaparecimento de força física, de
trabalhos braçais. Eu tô falando da substituição de empregos intelectuais,
de pessoas que pensam para trabalhar. Não que o operador lá das indústrias
automotivas não pense, mas sabe o trabalho intelectual? Pois é, o trabalho intelectual vai começar a ser
substituído por essas inteligências artificiais. E as novas tecnologias
do passado, elas vão criando novos empregos. Pelo menos é assim que deveria
acontecer. Mas essas tecnologias do passado não estão criando novos
empregos. Por quê? Porque a nova tecnologia pode criar novos empregos,
mas não existe nenhuma garantia de que serão humanos,
empregos humanos que ocuparão essas vagas. Porque a inteligência artificial já superou há muito tempo a inteligência
humana em todas as frentes. E isso é o que a gente define como sendo super
inteligência. Então não sobra trabalho para humanos. é
uma inteligência, é um trabalho que ficaria muito acima do trabalho que a
inteligência artificial já está desempenhando. Então, não tem espaço mais pro ser humano dentro disso. E o
Openheimer lá atrás, ele viu exatamente o mesmo fenômeno quando a bomba redefiniu totalmente a balança de poder.
Quem tinha bomba atômica tinha poder, quem tinha bomba atômica dominava e quem não tinha obedecia.
Agora, no presente momento, isso muda um pouco de figura. Agora é quem controla a
inteligência artificial domina e quem não controla obedece. É exatamente por isso que o governo do Trump designou
bilhões de dólares para desenvolvimento de inteligências artificiais. Agora,
quem é substituído, que são os trabalhadores, são as forças de trabalho, os intelectos de trabalho,
eles, essas pessoas vão desaparecer do mercado. Essas pessoas vão viver a famosa ilusão da dignidade humana no
futuro automatizado. Então, a gente tem políticas de renda básica universal que
já estão sendo desenvolvidas no atual momento para tentar suprir essa falta de
trabalho, esse trabalho roubado por inteligências artificiais. Mas assim,
vocês acham mesmo que isso vai funcionar? A renda básica universal, para quem não sabe, é um valor que vai
ser estipulado, que todas as pessoas que terão seus trabalhos substituídos pela inteligência artificial deverão receber.
Mas sinceramente, gente, sendo muito honesto, isso não resolve o trabalho. Isso é uma utopia. Isso não vai
funcionar. Vocês acham que isso funcionaria em países como o Brasil, por exemplo, como a Índia? Olha, a
quantidade de gente que tem não funciona. Então, a gente vai ter muitas
dessas tentativas de suprir essa falta e muitas provavelmente ainda nem existem e
serão desenvolvidas. Agora o Jofrey Hinton, ele aponta algo que ninguém tá
olhando, ninguém quer olhar paraa frente, porque pra maioria das pessoas perder o trabalho não é só perder
trabalho físico, não é só perder dinheiro, é perda de propósito. Não é só sobre garantir a comida, é sobre sentido
da vida. Gente, as pessoas precisam se sentir úteis. Isso é uma questão de neurociência básica. Quando você começa
a se sentir inútil, você começa a desenvolver vários problemas
neuropsiquiátricos. Problema de depressão, problema de ansiedade, problema de perda do sentido da vida. A gente não tá falando só de
garantir o teto, de garantir a comida. A gente tá falando de identidade. É uma sociedade de milhões de pessoas que
viverão sem propósito. E isso traz algo muito sombrio, algo muito estável e algo
muito perigoso. E o Hinton fala com muita sinceridade, e eu até vou colocar
essa frase também, entre aspas, porque eu tirei exatamente como ele falou do podcast, ele fala: "Se a diferença entre
ricos e pobres aumentar, as sociedades se tornarão se tornam horríveis." E
gente, isso é muito real. Nós estamos caminhando para uma civilização onde as
corporações que têm as inteligências artificiais ficam super poderosas. As pessoas que não têm essas inteligências
artificiais ficam impotentes porque elas não têm o que fazer. Você sabe construir uma inteligência artificial? Não. Você
não sabe nem fazer um site básico. Você tem que pedir para um desenvolvedor fazer. Você não tem dinheiro para fazer
isso. Então, se você não tem dinheiro para fazer isso, você não tem poder. E todas as decisões importantes passam a
ser tomadas pelo lado algorítmico da realidade. E fazendo um paralelo lá com
o Openheimer de novo, o Openheimer viu a exata mesma estrutura sendo desenhada na
frente dos olhos dele. Ele viu países nucleares se tornarem superpotências. Olha aí, Estados Unidos, Rússia, o
próprio Irã e os outros todos que não tem essa
tecnologia, eles ficaram o quê? A merced desses que t. Hoje em dia, a ordem do
planeta Terra foi reestabelecida. Ela existe, essa ordem que existe hoje, ela
existe graças à criação do Openheimer. Então, a gente tá falando de uma era de
supremacia digital que acontece quando essas máquinas começam a pensar que são
melhores que nós. E, gente, isso não tá longe de acontecer. Esse é o conceito de
super inteligência que parece distante na nossa visão, mas o Hinton vem falar
pra gente que isso não é distante. Ele rompe a ilusão da gente achar que a
super inteligência é distante. Por quê? Porque ela já tá dando sinais claro assim, claros, claríssimos. Mais claro
que isso, só água. Mais claro que isso, só minha cara branca, minha minha minha
pele pálida que não toma sol há 25 anos. Gente, o chat GPT4, não o cinco. A gente
tá usando o cinco agora, né? O chat GPT4, ou seja, o modelo anterior, já
sabia milhares de vezes mais que o ser humano. É impossível a gente competir. E
inesperadamente ele enxergava, o GPT4, ele enxergava
analogias que as pessoas não enxergam. Tipo essa analogia mesmo que eu tô
mostrando para vocês entre a história de Joffrey Hinton e de Openheimer. Quem que
consegue fazer essa analogia? Ninguém sabe quem fez essa analogia?
A inteligência artificial. Quem trouxe esse assunto à tona não foi o Joffrey,
foi a própria inteligência artificial. E isso, gente, é criatividade pura. É como se a inteligência artificial tivesse
criando uma narrativa pra gente. Isso é conhecimento profundo de padrões, é olhar pro passado e falar: "Tá, isso
aqui tá igual". É antecipação. Isso é inteligência, uma inteligência muito
superior à inteligência humana. E a inteligência humana tá se ocupando de quê? De videozinhos idiotas feitos pela
exata mesma inteligência artificial na internet. E esse é o famoso fenômeno do brain rot, que é quando você destrói o
teu cérebro. Então, se uma inteligência artificial já consegue ver conexões
entre a inteligência artificial e a arma nuclear e a bomba nuclear, imagina o que
ela vai fazer daqui 10 anos. Ou ou pera, não imagina daqui 10 anos, não. Imagina daqui 10 meses. Por essa esse
paralelismo, esse paralelo de Oppenheimer com a situação atual é
inevitável. Gente, sabe como é que começou o project Manhattan? Ai, cara, o que que é o project Manhattan? O Project
Manhattan é o projeto que viabilizou a bomba nuclear. Sabe como que começou? Com um cálculo bem rudimentar. Cálculos,
cálculos, cálculos. Daqui a pouco esse cálculo ganhou vida, ganhou velocidade, ganhou inovação, ganhou pressão
política. E é exatamente o que tá acontecendo com a inteligência artificial. É por isso que eu falei isso é urgente, é notícia de última hora,
porque a inteligência artificial funciona exatamente assim. O Donald Trump, que é presidente de um país, tá
dando bilhões de dólares para bilionários da inteligência artificial desenvolverem o quê? Inteligências
artificiais. Então, gente, hoje ela já parece ser incontrolável no nosso ponto
de vista, mesmo que as pessoas queiram te convencer que a inteligência artificial hoje é controlável, ela não é
controlável mais. Ela já está num ponto que ela tá administrável, ou seja, a
gente não controla mais ela. A gente administra, a gente vai aparando as arestas ali. Agora isso em 10 meses, 2
anos, 5 anos, vai ser incontrolável, imparável. Se essa palavra, gente, a
palavra imparável existe, por gentileza, que meu cérebro já tá dando tilte aqui com essas informações. Agora, a super
inteligência, essa inteligência que tá sendo desenvolvida, desculpa falar,
inclusive, é isso que o próprio Hinton fala, essa super inteligência, ela não precisa de mim, ela não precisa de você,
ela não precisa de nós para existir. A gente me deu até uma cólica, eu não
sei se é renal, se é abdominal, se é intestinal, se é gástrica, se é
menstrual. Mas assim, me deu uma cólica, ó. Uma inteligência, uma super inteligência que não precisa da gente,
vai fazer o que com a gente? Pois é, o próprio Joffrey Hinton, ele assume na
entrevista dele que ele não acha que a inteligência artificial vai destruir a humanidade. Não, ele passou a passou
pano nessa história, passou a mão na nossa cabeça e disse: "Olha, a inteligência artificial não vai destruir
a humanidade, ela vai fazer algo pior do que destruir a humanidade." Tá bom para
vocês? Drop the mic. Parei de falar. É isso. Um beijo para vocês e eu vejo vocês na nossa próxima live. Gente, é
real. Ele afirmou que o que é pior do que a inteligência artificial destruir a
gente é simplesmente ela decidir que não precisa mais da gente, que é quando um
sistema inteligente não precisa de alguma coisa, ele faz o quê? ele descarta e joga fora. E para isso eu
posso trazer aqui para uma analogia que vocês vão entender bem facilmente. Qual é o contrário do amor, senhoras e
senhores, é o ódio. Não. A gente tende a achar que o contrário do amor é o ódio, mas o
contrário do amor é a indiferença. Quando você não ama alguém e você não se
importa por aquilo, você é indiferente à aquilo. Então, a inteligência artificial
ela pode não nos odiar, mas simplesmente ser indiferente a nós. E aí então ela
começa a descartar a gente e o Hinton descreve exatamente como isso vai
acontecer. Ele fala que as inteligências artificiais hoje já podem controlar as redes elétricas, elas podem projetar
versões melhores de si mesmas, elas podem se replicar, podem tomar decisões de forma autônoma e podem ver os humanos
como sendo gargalos. dessa produção toda. E exatamente como o Openheimer tinha medo lá atrás que as bombas que
ele criou fossem usadas para levar o fim a determinadas civilizações, o Hinton
hoje tem medo que a inteligência artificial antecipe e se emancipe e
comece a destruir o seu próprio criador. Não de uma maneira totalmente
catastrófica, não. simplesmente tirando a nossa maior maneira e o nosso maior
motivo da nossa existência, ou seja, tirando primeiro aquilo que faz a gente
sonhar com coisas maiores, o nosso trabalho, depois tirando o nosso meio de subsistência e vai tirando, tirando,
tirando até que não sobre absolutamente nada. Então, a mesma hesitação
diz mais do que qualquer discurso. E gente, vocês já assistiram as entrevistas dele? Olha assim, se você
fala inglês, eu recomendo, sen não ativa a tradução automática aí do YouTube e vai assistir, vai assistir o que que ele
falou e principalmente o peso da voz. Ele fala as coisas com um peso, com um
olhar de quem entende a bomba literal e figurativamente que criou. Ele não traz
um desespero, não é afobado assim como eu para falar não, mas ele vem com
aquela cabe assim, uma cabecinha, um olhar cabes baixo, perdeu o brilho no olhar. É tipo uma resignação mesmo,
sabe? Um negócio assim que ele realmente tá totalmente openheimer. E tem até uma
frase, uma outra frase que ele falou que é interessante, que eu vou até passar para vocês aí, que é assim, ó. Eh, eu
não consigo lidar emocionalmente com o que pode acontecer com os meus filhos e meus sobrinhos. Gente, olha isso. Ele é
um cientista, um cara que lida com números, não com desabafos, não é com
emoções que esse cara trabalha. E mesmo assim ele fala uma frase dessas. E
detalhe, Oppenenheimer viveu a mesma angústia. Ele criou uma arma e ao mesmo
tempo ele desejou que essa arma nunca tivesse sido criada. Tá bom para vocês?
Ele criou um monstro. É tipo o criador do Frankstein, sabe? E quando ele foi
avisar já era tarde, porque já tinha tudo pronto e já sabiam replicar aquela
tecnologia. E com a inteligência artificial, a gente tá exatamente nesse mesmo ponto, que é um ponto que o
criador percebe que o monstro não é mais uma ferramenta, sim um agente. Então, tanto
o Hanton como o próprio Elon Musk já vem falando muito sobre isso. Eles falam e
eles confessam que eles estão vivendo da exata mesma forma, que é que eles estão
suspendendo a própria discrença deles, fingindo que não vai acontecer o pior,
continuando o trabalho. Por quê? Porque é tarde demais para parar. Gente, olha que isso. Não é um negócio assim
que a gente tá eh com o poder de parar. É tarde demais. É como se a gente
tivesse todo mundo participando de uma peça e a gente já conhece o final dessa
peça, a gente já conhece o final desse filme, mas a gente prefere fingir que será diferente dessa vez. Raramente é,
mas a gente prefere fingir que é diferente porque a gente não quer encarar. encarar a verdade tá tá pior,
tá mais difícil do que principalmente ficar fingindo pra gente mesmo que nada está acontecendo. E gente, a história
humana, agora não tô mais falando de inteligência artificial, eu tô falando da história humana. A história humana
repete sempre o mesmo padrão. Primeiro a gente descobre algo muito poderoso, depois a gente vai e explora
absurdamente esse algo muito poderoso até o limite. Aí quando isso chega num limite a gente ignora todos os avisos.
Aí depois que a gente ignorou todos os avisos, a gente paga o preço. O Alenheimer avisou, o Hinton tá avisando
e eu estou avisando Olhez através desse vídeo. O meu aviso é, a gente vai
continuar ignorando isso? E aí eu sei que vocês estão comentando, tô vendo os comentários de vocês aqui. Eu sei que
vocês estão comentando: "Ah, Carol, mas que poder eu tenho?" Pois é, eu, você, nós, nós seres humanos normais com você
sabe o quem, você sabe onde é catupirina viril e subaqueiro. Eu não queria falar porque gera imagem na cabeça de vocês.
Eu sei que não é uma coisa muito agradável, mas nós não podemos fazer absolutamente nada. Agora, a bomba
atômica teve um clarão, a gente consegue enxergar esse clarão. A inteligência artificial não tem esse clarão, a gente
não consegue enxergar. O impacto nuclear é imediato. A gente consegue ver, a
gente consegue sentir, é imediato. O impacto da superinteligência artificial, ele é muito silencioso. E na minha
humilde opinião, talvez é por isso que ele é mais perigoso ainda. A gente não precisa de máquina que explode. Essas
máquinas, elas não precisam explodir absolutamente nada. Elas não precisam levantar a mão. Elas não precisam de arma. Elas não precisam declarar guerra.
Basta que elas se tornem um pouco melhores que nós em tudo e se tornem não, elas já estão. Basta que isso
aconteça que pouco a pouco elas vão assumindo as tomadas de decisão, elas
vão operando cada processo e quando a gente perceber o mundo já não existe mais da mesma maneira, o mundo já mudou.
O Henton, que é padrinho da inteligência artificial, tá avisando isso pra gente.
Ele fala exatamente, olha, vocês não sabem ideia do que está vindo. E gente,
isso não é uma ameaça, é um aviso técnico, um reflexo histórico.
Histórico. Oheimer lá atrás, vocês lembram disso, né? E nós estamos vendo
as consequências antes da explosão dessa bomba. Só que a explosão dessa vez não
vai ser um clarão. Ela vai ser uma consciência digital superior à nossa, que cresce como uma reação em cadeia e
que ninguém, absolutamente ninguém consegue interromper. E quando esse
ponto chegar, quando esse momento chegar, será que a gente ainda vai ter tempo de olhar paraa explosão, olhar pro
pro clarão todo, para aquela coisa louca e falar: "Agora eu me tornei a morte, a
destruidora de mundos? Ou será que a máquina vai falar isso por nós? Gente, eu não sei se vocês estão
ouvindo, mas tá tocando uma sirene aqui e eu acho que a sirene da rua. Olha, não
sei. Talvez as inteligências artificiais já tenham tomado o planeta Terra. Deixa eu perguntar pro meu marido o que que tá
acontecendo. Eh, querido, você ouviu isso? Que sirene é essa?
Por que que temos sirene? Porque eu vivo perto do quê? De instalação nuclear. Então assim, o Openheimer,
o Openheimer tá aparecendo aqui nessa live. Vocês estão ouvindo? Oppenheimer
tá aparecendo aqui nessa live, mesmo sem eu querer que ele apareça. Eu vou checar o que é isso e eu vou ficando por aqui
com essa live que eu realmente tô preocupada com esse barulho. Ó, meu marido respondeu: "Não sei, amor. Eu vou
lá fora ver o que é isso e depois eu aviso vocês aí na comunidade, tá bom? Um super beijo para você." Tô realmente
preocupada. Um super beijo para vocês e eu vejo vocês nas nossas próximas lives.
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