Meus amigos, nunca se falou tanto no
mundo de um presidente norte-americano
como se tem falado de Donald Trump. Ele
é o assunto do momento, ele é o assunto
global, ele é o assunto de todas as
rodas políticas. Todo mundo fala de
Donald Trump, seja para elogiá-lo ou
para criticá-lo, não importa, ele é o
assunto do momento. Fala-se muito de
Trump como uma revolução. Ele é uma
revolução em vários âmbitos, militar,
político, até mesmo religioso. Quando se
fala em re engenharia social ou
reengenharia, fala-se de Donald Trump.
Ele é parada obrigatória.
Mas pouco se tem falado numa revolução
que está começando com Donald Trump e
que afetará, mudará a vida de muitos por
todo o planeta. A revolução econômica.
Acreditem, Trump está protagonizando a
maior revolução econômica em séculos.
Talvez séculos seja muito, mas pelo
menos nos últimos 100 anos. Se Donald
Trump impemplacar essa revolução, bem,
teremos aí uma guada extraordinária,
não vista por esta geração. A minha
geração, por exemplo, não participou de
uma revolução tão grande. Será a
primeira vez? Refiro-me à maneira como
Donald Trump está lidando com questões
como o dólar, criptomoedas, o ouro e a
prata. mas mais ainda em relação aos
títulos do tesouro norte-americano. E é
exatamente aqui que os analistas mais
antenados se dividem. Os analistas de
mercado mais ligados à esquerda, ao
espectro político da esquerda, criticam
Donald Trump dizendo que ele meteu os
pés pelas mãos e está acabando com o
dólar, está acabando com os títulos do
tesouro norte-americano e pode colocar a
economia norte-americana abaixo. e
outros, principalmente analistas de
risco, analistas de mercado e
investidores em tempos de crise, dizem o
contrário, que Donald Trump está
ensaiando uma jogada genial para mudar
tudo, para fazer com que o dinheiro
tenha um valor real novamente, ou
melhor, o dólar tem um valor real
novamente. Para isso, Donald Trump
precisa criar uma grande tempestade, um
momento que pode ser, sim, para muitos
muito difícil, muito ruim e muitos,
nesse caso, os investidores
norte-americanos ou a indústria
norte-americana até que finalmente ele
consiga inverter o modo como o mercado
está nesse momento alavancado para uma
economia mais real que priorize a força
do trabalho e a produção de riquezas e
não a especulação propriamente. Para
isso, então, muitos analistas dizem que
Donald Trump criou um estado de conflito
com alguns países para que esses países,
por exemplo, livrem-se dos títulos
norte-americanos.
Bem, isso seria muito arriscado, seria
como desativar uma bomba em dia de
chuva. Por exemplo, muitos analistas
dizem que a Índia pode ser um modelo, ou
melhor, um exemplo dessa jogada de
Donald Trump. A Índia sempre foi um
grande parceiro dos Estados Unidos. Eu
mesmo cheguei a dizer no primeiro
governo de Donald Trump aqui nesse canal
que a Índia era a menina dos olhos de
Donald Trump ou do primeiro governo
Trump. Trump também tinha pensado até
mesmo na possibilidade de importar
executivos indianos a um preço muito
mais baixo de mão de obra para
substituir os executivos
norte-americanos que tinham eh grandes
salários.
Bem, isso é coisa do passado. No
momento, as relações entre Estados
Unidos e Índia não estão boas e isso
implica também na venda de títulos do
tesouro norte-americanos que a Índia
detém. Mode, todo mundo sabe, está
bastante indisposto com Donald Trump por
causa das tarifas. E aí, bem, aí os dois
comentários antagônicos.
Trump soube lidar com a Índia e agora a
Índia está se voltando para o Bricks. E
outros dizem: "Trump está sabiamente
colocando a Índia no seu lugar, mas
nenhum desses comentários, é possível
nenhum deles tenha entendido ou vá no
cerne da questão. O que pode realmente
estar por trás disso é uma jogada de
Donald Trump para que a Índia faça
exatamente isso, se livre dos títulos do
tesouro norte-americano e compre o que
Donald Trump quer que ela compre, ouro.
Aliás, esse é um artigo de um exanalista
da CIA, Larry Johnson, que disse
exatamente isso. Porém, esse analista da
CIA é do espectro político da esquerda e
faz um comentário bastante crítico a
Donald Trump, que no seu último artigo
disse: "A Índia, como uma das maiores
compradoras de títulos dos Estados
Unidos nos últimos tempos pode
prejudicar os Estados Unidos vendendo
mais títulos do tesouro americano e
comprando mais ouro americano.
Novaad está entre os 20 maiores
investidores em títulos do tesouro dos
Estados Unidos, à frente da Arábia
Saudita e da Alemanha.
No entanto, a partir de junho de 2024, a
Índia reduziu suas reservas em títulos
do tesouro americano em aproximadamente
15 bilhões de dólares entre junho de
2024 e junho de 2025, caindo de 242
bilhões para 227 bilhões. No mesmo
período, a Índia aumentou as suas
reservas de ouro em 39,22
toneladas métricas, passando de 840
toneladas
para 879
toneladas métricas. E aí então ele faz a
crítica a Donald Trump. Por que isso
está acontecendo?
O nível de acrimônia, o nível de
discórdia entre o Washington e Nova
Delhi aumentou como resultado de Trump
por tarifas de 50% a Índia pela compra
do petróleo russo. Não só o primeiro
ministro Mod teria recusado a falar com
o presidente Trump. E algumas fontes
dizem que Mod rejeitou quatro ligações
de Trump nos últimas últimas três
semanas, como o primeiro ministro
anunciou na noite de sexta-feira passada
que não compareceria a reunião da
assembleia geral da ONU na próxima
semana, então dele vender títulos do
tesouro norte-americano.
Bem, esses poucos analistas que vem a
grande estratégia de Donald Trump por
trás dessa história presumem que nesse
momento em que mod vira as costas para
Trump, Trump se eh refestela na cadeira
e dá risada. Eh, ele estaria então
seguindo os passos que Donald Trump, o
primeiro ministro indiano, estaria
fazendo exatamente o que Trump tinha
planejado.
Mas quem explicaria isso? Se não há uma
boa explicação para isso, claro, podemos
deduzir que o homem realmente ouidou
ou está gostando de brincar na beira do
precipício. Só que vejam só, um analista
importante, pelo menos em termos de
economia em tempos de crise, disse o
seguinte, comentou o seguinte, refiro-me
a Miles Franklin, ele comentou há pouco
tempo num podcast o seguinte: "O dólar
americano tem sido a moeda de reserva, a
âncora do comércio, das finanças e do
dos do poder global". Isso deu aos
Estados Unidos enormes vantagens,
importações mais barata, forte poder de
compra no exterior e um mercado global
sólido para a dívida americana.
mas também criou um impasse. Para manter
o mundo abastecido com dólares, os
Estados Unidos precisam incorrer em
déficites comerciais ano após ano, o que
mantém o sistema global funcionando.
Mas com o tempo, esses mesmos déficits
enfraquecem nossa própria economia,
esvaziam nossa base industrial, corroem
a segurança nacional e corroem
lentamente o valor e a credibilidade do
dólar, bem como a demanda por títulos do
tesouro. Os economistas chamam isso de
dilema de triffing. E agora, pela
primeira vez em muito tempo, ouvimos
esse dilema ser abertamente reconhecido
no topo do governo americano. E isso
levanta a seguinte questão: o governo
Trump está se preparando para uma
mudança deliberada da política ou de
política, até mesmo uma redefinição
monetária? Prestem atenção nesse
conceito, redefinição monetária, porque
é exatamente isso que está ou pode
explicar todo esse fenômeno ou está por
trás então das estratégias de Donald
Trump. Redefinição monetária. O
presidente Trump está disposto a assumir
os problemas econômicos de curto prazo
em nome do que ele acredita ser o bem
maior de longo prazo, a restauração da
força produtiva e da soberania dos
Estados Unidos. O presidente tem falado
abertamente sobre os benefícios de um
dólar fraco com uma medida como medida
estratégica para restaurar a força
industrial americana. Ele disse:
"Estamos repatriando. Vamos enfraquecer
o dólar e algo mais servirá como um
ativo de reserva neutro para o sistema
global. Seja Trump, seja Bent, seja Jade
Vence, todos estão dizendo a mesma
coisa. Queremos nos livrar do dólar como
ativo de reserva global e reserva de
valor e queremos manter o domínio do
dólar nos sistemas de pagamento globais.
Ou seja, o a ideia de Trump não é a
acabar com o dólar antes, muito pelo
contrário, ele continuar sendo a moeda
de dominante no comércio global. Porém,
o que Trump está prevendo aí é um lastro
diferente para o dólar. Hoje, o lastro
do dólar é a própria economia
norte-americana,
que no entanto, depende e muito de
matérias primas e bens de consumo da
própria China. E aí existe também, nesse
caso alavancagem, porque os Estados
Unidos acabam imprimindo títulos da
dívida para manter este lastro sempre eh
ativo ou interessante, sempre presente,
interessante. E é exatamente esta agada
que Donald Trump quer dar na história.
primeiro, mantendo o dólar atraente para
investimentos no setor produtivo e não
de especulação.
Por outro lado, tentar lastrear o dólar
com um ativo real e finito, como o ouro
e a prata, por exemplo. Bem, uma vez que
Donald Trump consiga dar essa guinada, a
sua ideia é que os Estados Unidos
produzam tudo que os Estados Unidos
precisam. E esse tudo envolve
principalmente
a área militar, envolve principal,
principalmente a indústria militar e de
tecnologia que hoje, por incrível que
pareça, está muito mais atrelada à China
do que a própria produção interna. Se
Donald Trump conseguir isso, bem,
certamente será a maior revolução
econômica
dos últimos 100 anos, vamos dizer assim.
Outra hipótese que fortalece toda essa
essa estratégia, possível estratégia de
Donald Trump, foi levantada pelo
investidor ou analista econômico John
Rubino. Ele disse o seguinte: "Durante a
maior parte deste século, os bancos
centrais do mundo mantiveram títulos do
tesouro dos Estados Unidos como seu
principal ativo de reserva. Ultimamente,
porém, por uma série de razões, eles têm
convertido seus dólares em ouro. E este
ano os limites se cruzam ou se cruzaram,
pois a quantidade de ouro que eles
possuem ultrapassou os títulos do
tesouro. E aí então ele mostra este
gráfico que vai de 1970
até
2025, o momento em que o os dois ativos
se cruzam e o ouro passa então o os
títulos do tesouro. Em amarelo, aqui no
gráfico aparece o ouro e em azul os
títulos do tesouro. E os bancos
centrais, então, a partir de 1995,
passaram a ter mais títulos do tesouro,
como vocês veem no gráfico, e menos
ouro. Só que agora, em 2025, a situação
se inverteu. Os títulos de tesouro estão
abaixo do nível eh de ouro dos bancos
centrais. Claro que tudo isso então
ilustra exatamente esta ideia de que
Donald Trump quer fazer com que o mundo
se acostume agora a um outro tipo de
dólar. Bem, voltando aqui a Miles
Franklin, ele diz o seguinte: "O dólar
vai cair muito em algum momento nos
próximos 3 anos". Acredito que em última
análise isso significa mercados de
ativos muito mais altos, ouro muito mais
alto, Bitcoin muito mais altos. E é e
por isso eu digo que todos os caminhos
levam ao ouro e ao Bitcoin. Claro que
não é aqui um conselho de investimento,
mas uma leitura desta revolução que está
sendo agora colocada em prática.
pelo loirão.
[Música]
Muito bem, temos mais alguma coisa aqui
para terminar o vídeo de hoje. A China,
vejam só, um canal de esquerda aqui no
Brasil deu a seguinte notícia hoje. A
China tem alta de 3,5
no comércio exterior até agosto. É. E
aí, quem se baseia apenas em títulos
poderá pensar: "Nossa, as tarifas de
Donald Trump não deram certo. A China tá
bombando aí, ó. Teve alta de 3,5 no
comércio exterior até agosto, segundo
este site de esquerda aqui no Brasil. Só
que vejam bem, isso é em partes, é
verdade, mas apenas em partes. Só que
esconde um gravíssimo problema que as
tarifas de Donald Trump estão criando
para a China.
A mesma matéria, só que de uma
perspectiva diferente, publicada no
Infobai, diz o seguinte, prestem
atenção, as exportações chinesas para os
Estados Unidos caíram 33,12%
em relação ao ano anterior, de agosto a
agosto. Isso como dados de dados
alfandegários, enquanto suas remessas
para países do sudeste asiático
aumentaram 22,5%
no mesmo período. Ou seja, a China teve
que buscar novos mercados e teve sim
nesses novos mercados um aumento de
22,5%.
Passaram a comprar mais. Porém, na
relação com o que perdeu com em relação
aos Estados Unidos, o que perdeu no
comércio com os Estados Unidos e o que
ganhou com o Sudeste asiático continua
então no vermelho. Está, digamos,
prejudicada numa relação aqui de 33,12%
do que perdeu para os Estados Unidos com
apenas 22,5
com o que ganhou em novos mercados. Diz
a matéria que os produtores chineses
estão tentando exportar mais para o
mercado da Ásia, África e América Latina
para compensar o impacto das tarifas de
Trump. Mas diz a matéria, nenhum outro
país chega perto do poder de consumo dos
Estados Unidos, que já absorveram mais
de 400 bilhões em produtos chineses
anualmente. Só que isso parece acabou.
com Trump ameaçando aplicar tarifas de
multa de 40% em julho sobre os produtos
considerados como tendo sido
transbordados da China para os Estados
Unidos para escapar de seus impostos
anteriores. Ainda não se sabe por quanto
tempo os proprietários de fábricas
chinesas conseguirão continuar
encontrando novos compradores.
O superá comercial da China em agosto
foi de 102,3
bilhões. Isso acima dos 98,24
bilhões de julho. Mas ainda diz a
matéria, bem abaixo dos 114,7
bilhões em junho, ou seja, está
despencando.
[Música]
Muito bem. Para terminar aqui, então,
uma análise profunda e completa do que
aconteceu ontem, 7 de setembro, no
Brasil. Não será uma análise longa, será
uma análise de segundos, porém perfeita,
completa.
E essa análise não foi feita por mim,
foi feita pelo povo brasileiro e hoje é
respondida em imagens. É, as imagens
explicaram tudo o que aconteceu ontem.
Pelo menos duas imagens explicam
praticamente tudo. A primeira, sem povo,
e a segunda, com povo. Sem povo, com
povo. Sem povo, com povo. Sem povo, com
povo.
Pois é, há muito que se dizer, sim, em
relação ao que aconteceu, principalmente
na Paulista, mas há muito também o que
se falar sobre o que aconteceu em
Brasília.
Alguém tentou eh capitalizar
uma onda nacionalista, uma roupinha
nacionalista colocada de última hora e
não deu certo. E também a história de
gás, né, para as pessoas mais
necessitadas. Parece que nem isso
implacou
já na Paulista. Bem, aí está a imagem
que diz tudo, que fala exatamente tudo,
porque lá na Paulista não estava
Bolsonaro, mas estavam as pautas da
direita.
É isso aí.
Por enquanto eu vou ficando por aqui,
mas a noitinha eu volto com mais uma
curtinha do professor. Espero vocês até
lá.
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