quarta-feira, 24 de setembro de 2025

POR QUE A ELITE MUNDIAL TEME O QUE ACONTECEU NO NEPAL? A verdade por trás!


Transcrição


Acionando os motores dessa live. Senhoras e senhores, boa tarde para vocês. Boa noite para quem tá nas
Europa. Eu tô nas Europa. Gente, eu tô vendo que vai chegar o dia que eu não vou mais conseguir produzir conteúdo nas
redes sociais para vocês, porque olha só que horas são aqui, 10 horas da noite. E
essa foi a única hora que eu consegui parar para elaborar essa live, para trazer esse assunto para vocês. Por quê?
Porque realmente as coisas estão muito louquinhas na minha vida, principalmente
por causa da empresa aqui na Polônia, né? Quanto mais o business cresce, mais
automaticamente eu sou exigida. Então, por isso hoje eu só consegui trazer a
live aqui para vocês nesse horário que é às 5 da tarde aí para vocês e para mim é
às 22 horas. Agora, sem muitas delongas, porque também preciso dormir, vocês
ficaram sabendo o que aconteceu no Nepal, né? Eu acredito que nessa altura do campeonato aqui todo mundo já tenha
visto as notícias, todo mundo já tenha lido sobre todo mundo já sabe o que aconteceu lá. E é dentro dessa live aqui
hoje que eu quero propor-lhes uma reflexão sobre tudo que está acontecendo
nesse exato momento. Ontem no canal aqui, né, quando eu falei sobre a esfera
de Buga, eu comentei brevemente que eu iria trazer uma live hoje sobre o Nepal
e que as histórias meio que se conectam e que vocês iriam entender muitas coisas depois dessa live aqui. E principalmente
vocês irão entender sobre as narrativas do planeta Terra, sobre a censura que
algumas pessoas estão sofrendo por criticarem governos, sobre a
regulamentação das redes sociais, que é necessária, sim, mas que está sendo usada como disfarce para a censura em
massa. E como algumas peças, alguns influencers, algumas celebridades,
algumas subcelebridades estão sendo utilizadas como massa de manobra para tudo isso. E para ilustrar essa reflexão
que eu trouxe para vocês, eu vou utilizar o que aconteceu no Nepal como
pano de fundo. E no caso do Nepal, senhoras e senhores, o silêncio é a
notícia mais barulhenta do mundo. Por quê? Porque quando as notícias se calam,
quando as emissoras preferem passar anúncios toscos, reportagens toscas,
quando eles resolvem priorizar a meteorologia, os terremotos políticos,
ao invés de falar o que de fato estava acontecendo no Nepal, é porque o que
rolou por lá é grande demais para caber no teleprompter. E eu tô falando de algo
que não só não aconteceu só no Nepal, não é só local, tá? Mas é algo que pode
sim chacoalhar a nossa realidade. E foi
exatamente isso que eu senti com essa história do Nepal. Vocês até pediram para eu falar isso um pouquinho antes,
mas como na semana passada os debates sobre muitas coisas mais importantes
estavam mais incendiados, eu resolvi esperar um pouquinho pra gente ter aí
uma noção um pouquinho maior do que que ia dar essa história do Nepal para trazer ela na íntegra para vocês. que
foi exatamente o que eu senti e que você, membro aqui da seita do canal, né,
você que é amante dos mistérios, você que está aí me assistindo, que tem uma
facilidade um pouquinho maior para ser desperto dessa Matrix, talvez tenha
sentido também diante de tudo que aconteceu no Nepal, porque o que aconteceu no Nepal na semana passada é
simples de entender, mas ao mesmo tempo é grande demais para ser ignorado. Traduzindo em palavras muito simples, o
governo tentou proibir as redes sociais do Nepal. Eles quiseram desligar o
autoofalante do povo, mas especificamente as redes sociais não são o altofalante
de pessoas da minha idade, da idade de vocês. Acredito que estejam aqui na live, né? Mas sim são o altofalante da
geração Z. o combustível, o sangue deles circula nas redes sociais e circula
dentro das veias. Então, em menos de 24 horas após eles terem tomado essa
decisão, muita gente foi pras ruas, mas muita gente mesmo. E uma revolta imensa
começou a crescer. Alguns confrontos aconteceram, alguns líderes tiveram que sair às
pressas, alguns desses líderes morreram e a mensagem, essa imagem aqui, ó, é
extremamente simbólica. A mensagem aqui foi muito clara. Se
vocês forem mexer na voz das pessoas, vocês vão ter
um preço a pagar. E alguns pagaram até com a própria vida. Então, não sei se
vocês sabem disso, mas existe um aplicativo aqui nessa internet que é o Discord, que eu costumo falar que ele
tem o nome perfeito. Ele é realmente o aplicativo da discórdia, né? Porque é lá dentro que tudo meio que acontece,
principalmente para essa geração mais nova. Dentro do Discord, eles organizaram ali uma votação. Então esse
aplicativo, só para quem não conhece, só para dar um overall do que ele é, né? Para vocês até entenderem do que eu tô
falando, ele é um aplicativo assim de comunidades, de jogos. Então lá dentro
rola umas comunidades de pessoas mais nerdes e tal. Geralmente o pessoal tá lá
para discutir sobre determinado jogo, para jogar determinado jogo, né? Eu uso
o Discord às vezes, tá? Bem às vezes mesmo, para gravar algum determinado
conteúdo. Quando alguém me convida para fazer uma live de repente, né? né? Aí você consegue acessar através do chat lá
e fazer a sua live. Então, o aplicativo que muita gente usa para jogar e para
ter comunidades, ele foi organizado e cerca de 100.000 pessoas foram
colocadas em um servidor e essas pessoas dentro de um servidor, de um aplicativo
de jogos na internet conseguiram eleger um líder interino para o Nepal. Eu estou
falando de Suzil Cark. E gente, óbvio, não foi uma eleição perfeita, né? Não
foi uma eleição organizada, foi uma eleição improvisada. Só que o que essa
eleição mostrou foi a força da organização das pessoas na internet
quando o sistema tradicional falha. E dentro desse cenário que eu tô contando para vocês, um jovem de 16 anos chamado
Raul fez um discurso muito forte. Nesse discurso, ele falou sobre desemprego,
sobre corrupção, sobre o futuro dos jovens no país. E esse vídeo ele se
espalhou, ele viralizou, muitas pessoas se inspiraram e alguns compararam o tom
do discurso desse menino com discursos de líderes do passado, sabe? grandes
líderes, tipo Wiston Churchill, pau a pau ali. Agora nós temos um outro ponto
muito importante aqui dentro, que é um adolescente lembrou para um monte de
velho cansado que dá sim pra gente se voltar contra o
nosso governo e dar um basta nas coisas que a gente não quer que aconteçam. É
que o problema é que a gente esquece que a gente tem o poder e não o contrário. A
gente acha que o poder vem de fora para dentro, mas não é o povo que tem o
poder. A gente esquece disso. Mas um adolescente de 16 anos no Nepal fez
questão de lembrar isso pra gente. E aí eu sei que tudo isso foi muito
inflamado. Tudo isso aconteceu na semana passada, mas ao mesmo tempo que essas
coisas aconteceram e que a gente acabou acompanhando um pouco aqui na internet,
você aí que está me assistindo deve estar se perguntando por que que a mídia tradicional não trouxe essa notícia do
jeito que eu estou trazendo aqui, falando que o povo é mais importante que
o poder, que o povo pode se levantar contra o poder. Por que que a mídia tradicional não falou sobre isso ou
quase que não falou sobre isso? Porque sinceramente, gente, o que eu vi na mídia tradicional foi um recorte da
realidade, como se eles quisessem desenhar a realidade para que a gente
achasse que o que rolou no Nepal foi um bando de adolescente sem ter o que
fazer, que se juntaram para fazer a ruaça, quando na verdade o que eu vi ali por
trás foi a demonstração da força que há muito tempo a gente acha que a gente já
perdeu. E aí, o verdadeiro motivo pelo qual a mídia não falou sobre isso é porque
ideias que se espalham rápido assustam quem tem poder. Então, se um país
inteiro conseguiu se unir dessa forma e fazer o que eles fizeram,
automaticamente a gente pode deduzir que outros países podem tentar fazer a mesma
coisa. E tem gente muito grande que não quer ver esse tipo de exemplo passando
na TV o dia todo. É exatamente por isso que essa live tem esse título. Por que
que a elite mundial tem medo do que aconteceu no Nepal? É exatamente por
isso que o caso do Nepal foi minimizado, ridicularizado, criminalizado pela mídia
comprada. por essa mídia mundial aí. Agora, dado contexto para vocês se
localizarem para onde nós estamos indo dentro dessa live, eu vou continuar contando para
vocês que existem coisas inflamadas demais, sim, mas ao mesmo tempo a gente
tem que ter os nossos pés no chão, porque essa revolta ela é uma faísca,
né? Uma faísca. É tipo um recorte dentro da grande história. Mas gente, governar
um país inteiro é uma obra longa, né? Não dá pra gente colocar o governo de um
país inteiro na mão de um monte de adolescente, principalmente sem um sistema.
Mas vamos voltar a entender que votos no Discord
tem energia. Sim. Agora, um país precisa de regras claras,
de transparência, de fiscalização. Sem isso,
o que aconteceu no Nepal é só um imenso risco de trocar um problema pelo outro.
Então, a história já mostra pra gente que a corrupção volta se a gente não
consegue construir instituições fortes depois do grito, depois da treta, depois
disso aqui. E nessa semana aqui também eu estive contando para vocês o caso da
Albânia, né, gente, que a Albânia elegeu pela primeira vez na história do planeta
a primeira ministra de inteligência artificial do mundo. E isso foi tema
aqui no canal. Se você não assistiu essa live, eu recomendo fortemente que você assista essa live. E nós estamos tendo
que lidar com uma situação bem incômoda no presente momento. Por quê? Porque os
humanos, as pessoas, elas falharam tanto, mas tanto, mas tanto, que elas
estão tendo que delegar a tarefa que deveria competir a elas a máquinas com
inteligência artificial. E a promessa em si é muito bonita, né? Porque afinal de
contas máquinas não têm amigos, elas tecnicamente não aceitam propina.
Mas a inteligência artificial, ela é munida de dados humanos. Ela aprende
todos os dias com os dados humanos. E os nossos dados têm erros, t preconceitos,
eles se entregam a decisões importantes dentro de um sistema, mas também nesse
caso aqui da inteligência artificial, que é ministra da corrupção, é um sistema onde ninguém pode questionar,
porque se a gente questiona, a gente automaticamente vira um árbitro
invisível. Então, a tecnologia ajuda, claro, mas ela não pode substituir a
responsabilidade e o controle público. Então, voltando pro Nepal,
a lição aqui ela é bem simples, porque proibir redes sociais hoje em dia é como
calar a voz das pessoas e as pessoas reagiram fortemente, principalmente a
juventude que respira a rede social, então eles não podem ficar sem. É como se tivesse tirado o oxigênio dessa
galera aí. E eles começaram a fazer barulho, a apontar caminhos. E depois de
tudo isso aqui, que foi o auge dessa rebelião, o que a gente percebeu é que a
mídia pode silenciar o quanto ela quiser, mas a internet sempre vai encontrar uma
saída. Uma das saídas que a internet tá encontrando é essa minha live aqui, porque tá chegando para um monte de
gente que talvez não tenha tido a exata mesma notícia que aconteceu, talvez não
tenha tido acesso à verdade como um todo, mas é importante da gente perceber
que a tecnologia ela precisa funcionar como ferramenta, não como salvadora.
sem pessoas vigilantes, sem pessoas sistemáticas e comprometidas a mudar,
até mesmo a melhor ferramenta vira armadilha. Isso serve tanto paraa galera
lá do Nepal, quanto paraa própria inteligência artificial, que agora
trabalha como ministra da corrupção, e principalmente
como que essas coisas todas que aconteceram no Nepal servem de exemplo
pra gente, como que isso toca outros países? Porque, gente, o Nepal é um país
minúsculo, você raramente escuta falar sobre ele, né? Chega a ser até um choque
grandíssimo você acordar de manhã num belo dia e vê
que o Nepal tá estampando capa de matéria, sendo que nunca na história do
planeta houve alguma coisa muito absurda acontecendo por lá. A gente sabe que
cada lugar tem a sua história, mas a lógica é bem parecida, né? Porque quando
as coisas começam a apertar demais, não tem jeito, gente, vai estourar para algum lado. Então assim, congelar
contas, censurar pessoas, humilhar quem discorda, tudo isso é um aperto muito
grande. E anotem o que eu estou falando. Isso não está acontecendo só no Nepal. O
que aconteceu no Nepal foi o extremo, mas isso está acontecendo no mundo
inteiro. Está acontecendo agora no Brasil, está acontecendo nos Estados Unidos, está acontecendo aqui na Europa.
E eu nunca na história vi uma onda de
censura tão bizarra igual nós estamos vendo agora. E censura essa que está
sendo controlada de perto, tá? Então, muitas
das pessoas que estão sendo censuradas, elas não estão recebendo uma informação
direta. Olha, você foi censurado por isso, isso não é sempre num contexto
muito nebuloso para dar a entender que essa pessoa surtou e que ela não foi
censurada porcaria nenhuma. mas sim que ela só tá doidinha. Então o que dá para
aprender agora é que a gente precisa prevenir essa situação, ouvir antes que
exploda, deixar o debate acontecer, aceitar a crítica dos outros e também
corrigir erros antes que vire igual essa aqui, ó.
Por quê? Porque pro Brasil, pros Estados Unidos, virar isso aqui
na atual situação, do jeito que as coisas estão inflamadas, principalmente nessa questão de redes sociais e de
geração Z, é rapidinho. Desde o ano passado, os Estados Unidos vêm aí uma
monte de manobra, manobra atrás de manobra no intuito de censura de redes
sociais. Primeiro aconteceu com o Twitter, o Elon Musk foi lá e comprou e
falou: "Não, ninguém vai censurar essa rede não". Depois começou a acontecer com o Tico Teco. Aí um monte de
audiência, gente, em Câmara e tal, com o próprio CEO do Ticoteco nos Estados
Unidos. A história do ticote ainda não tá resolvida. Vocês devem se lembrar que
muitas pessoas tiveram suas contas derrubadas, tiveram perderam suas contas
e nesse próprio ano aqui de 2025 muita gente achou que realmente o tico
ia cair nos Estados Unidos. Então, no fim das contas, a imagem que fica dessa
história toda do Nepal é uma votação no Discord rápida, espontânea, barulhenta.
Do outro lado, a tentação de entregar tudo para uma inteligência artificial
resolver como se fosse fácil uma inteligência artificial resolver a merda que a gente mesmo criou. E no meio de
tudo isso tem gente de verdade, tipo eu, vocês, gente, com vida real, com contas
reais, pessoas que fazem do seu meio de subsistência da internet, né? E eu não
tô falando de influencer, não. Eu tô falando de empreendedores da vida real.
É a Mariazinha que faz bolo para vender e vende na sua rede social. é a fulaninha que faz artesanato,
é o cara que criou uma loja online, a mulher que vende roupa online e até o
próprio influencer às vezes, por que não, né, que utiliza das redes sociais
paraa propagação de campanhas. Hoje em dia, gente, vocês conseguem
imaginar a vida de vocês sem rede social? Porque assim, o próprio Google
hoje em dia, ele já tá obsoleto para TikTok, ele tá obsoleto para Instagram.
Hoje eu não procuro mais as co Eu falando pessoalmente, quero ouvir vocês aí, eu não procuro pessoalmente as
coisas mais no Google quando eu quero ver alguma coisa. Se eu quero ver alguma coisa, eu já pesquiso dentro do TikTok.
Pesquiso assim: "Olha, TikTok, como que é tal coisa, tal coisa?" O modelo de tênis assim assim assado,
como que é? Quais são as novas funções do iPhone?
Então, é praticamente impossível hoje em dia a gente viver
sem essas redes sociais. Tem todo o trabalho das pessoas na rede social, né?
E as pessoas elas estão em diversas vertentes dentro da rede social. Então,
mesmo que você não tenha, de repente, uma conta no Instagram para eh propagar
e divulgar seu trabalho, às vezes você tem uma conta no LinkedIn, onde ali é o
teu portfólio, o teu portfólio de trabalho e o LinkedIn é uma rede social.
Então, no meio dessa treta gigantesca, tem gente de verdade com vida real, com
contas reais querendo ser respeitado. E o caminho saudável dessa história junta
as duas coisas, né? A energia dos jovens mais as instituições que funcionam.
Então eles deixaram a voz popular entrar no sistema antes que o sistema quebre
também eles estão mantendo a tecnologia a nosso serviço, não como dona do jogo.
Tecnologia não pode ser dona do jogo. E se teve algo de milagroso dentro dessa
história do Nepal, foi isso. Foi um país que lembrou que liberdade não é um
aplicativo. Percebam? é a liberdade de respirar, a liberdade de vocês não vão
tentar cortar aquilo que é meu, né? Porque a gente não tá falando só de
aplicativo aqui, tá? A gente não tá falando só de rede social, a gente não tá falando de jovens, só de jovens
viciados em redes sociais. Tem isso também. Tem isso também. A gente não
pode negar que hoje em dia as crianças estão assim já, né? Assim, ó, o tempo
todo, assim, ó. Ó, fazendo movimentos autos na frente do celular o dia
inteiro, corcundas e totalmente alienadas por redes sociais. Então tem essa questão da dopamina, tem, mas ao
mesmo tempo o que está sendo feito e o que ia ser feito pelo governo do Nepal
aos nepaleses, nepalenses, eu não sei como é que fala, é que eles iam perder a liberdade deles.
E aí dentro dessa história, dentro dessa perda da liberdade, aconteceu algo que
eu considero que é o auge dessa nossa live aqui hoje, que é a elite mundial,
ela sempre viveu de uma certeza, a certeza de que o povo fragmentado e
cansado nunca iria se unir de verdade. Então, a
estratégia sempre foi a mesma. dividir o povo, distrair o povo, oferecer
entretenimento vazio, vender ilusões de liberdade em troca de obediência
silenciosa. Só que dessa vez, senhores,
dessa vez a história foi completamente diferente,
porque dessa vez eles tentaram manipular, controlar, dirigir o povo,
mas esse grupão de jovens aí se levantou
contra essa elite. Eles falaram assim: "Não, não, não, não, não, aqui não, not
here, not today." E foi nesse exato momento, então, que a
elite inteira tremeu nas bases, né? Por quê? Porque essa elite, gente, a que
está por trás das grandes mídias, essa elite que controla tudo isso, eles sabem
que a força de um povo desperto é a única coisa que pode realmente ameaçar
os planos deles. E o que aconteceu no Nepal mostra pra gente isso de uma maneira muito clara. O governo tenta
calar as redes sociais acreditando que pode controlar a comunicação. E em
pouquíssimas horas a população foi pra rua, derrubou estrutura, matou gente,
real, real. E se reorganizou, o poder do Nepal se reorganizou a partir
da própria internet. E isso não sei para vocês, mas para mim é uma prova viva de
que essa engrenagem do sistema que manipula todos nós pode sim ser quebrada. E é exatamente isso que os
grandes poderes mais temem. Eles morrem de medo que as pessoas percebam, que nós
percebamos que nós não precisamos deles. Morrem de medo. Eles podem ali tentar
construir as alternativas com as próprias mãos. Porque muita gente acha
que o maior medo dessa galera, das elites de poder é perder o dinheiro. E
não é. Por quê? Porque o dinheiro sempre vai pra mão dessas pessoas. Quem faz o
meu curso de finanças sabe exatamente do que eu tô falando. Dinheiro nunca vai faltar para essas pessoas. Se a pessoa é
bilionária, ela pode gastar o quanto ela quiser por dia que ela vai morrer
bilionária. Por quê? Porque uma pessoa bilionária nunca tá com o dinheiro parado. Uma pessoa bilionária e até uma
pessoa milionária, eu falo por experiência própria, não sou bilionária, quem me dera, mas não sou. Sou
milionária. E eu falo por experiência própria, eu nunca tô com meu dinheiro parado. Eu sempre tô com meu dinheiro
investido. É 70 30 é 70% do meu dinheiro que eu ganho por mês investido,
reinvestido, e 30% para usar pros gastos do dia a dia. Então o dinheiro tá sempre
na mão dessas pessoas. Eles não têm medo de perder dinheiro. Eles sempre vão encontrar uma maneira ou outra maneira
de multiplicar o dinheiro e continuar multiplicando o dinheiro. E detalhe,
eles não chegaram lá à toa, tá? Não pense você que a pessoa que tá lá, ela
pode ser até herdeira. Pode ser herdeira de alguém, ela pode ter ganhado dinheiro de alguém. Mas, gente, a galera que tem
dinheiro, os ricos mesmo, eu não tô falando desses pessoas que ganha R.000 por mês e que tem um HB20
e que trabalha para uma empresa e acha que é o auge só porque ganha esse
dinheiro e é acha se acha rico com um monte de parcela, com um monte de coisa
eh financiada. Não é dessa galera que eu tô falando. Eu tô falando da elite,
elite mesmo. Aquela que já desde criancinha é treinada
para ganhar dinheiro. Essas crianças, elas estudam em escolas
que não t absolutamente nada a ver com as nossas escolas, com as escolas normais.
Elas estudam em escolas que preparam elas para perpetuar a riqueza da família
delas. Então o medo que eles têm não é de perder dinheiro. Por quê, gente?
Porque eles vão ali, eles investem em outra coisa, eles compram outra coisa,
compram um negócio que já tá funcionando, compra uma empresa que já tá funcionando, que tem muito tempo de
mercado ou às vezes não compra nada, só bota o dinheiro nas ações sem precisar
mover um dedo e continua ganhando dinheiro. A pessoa joga tênis de terça e
quinta, faz pilates de quarta e sexta. Na qu na segunda-feira ela não faz
absolutamente nada, ela descansa. No fim de semana ela vai pro clube de golf com a família com roupas caríssimas. Sen não
estou falando de Lacost, eu não tô falando de Lulu Lemon, não é disso que eu tô falando. Se você acha que é isso,
é porque você tá com contexto errado da riqueza na sua cabeça. Essas pessoas, elas podem não trabalhar
e elas continuam ganhando dinheiro. Então o medo dessas pessoas não é de perder dinheiro. O dinheiro deles está
sempre multiplicando. O medo da elite, o verdadeiro medo, e é o motivo pelo qual
eles temem o que aconteceu no Nepal, é o medo do controle narrativo. Porque se
eles perdem o controle da narrativa que eles enfiam na cabeça de vocês, na nossa
cabeça, na minha cabeça, na nossa cabeça, aí automaticamente eles perderam
tudo. Eles sabem que a verdadeira prisão não é a cela de ferro, mas sim a cela mental.
Então, enquanto o povo acredita que não há saída, o jogo está ganho. Agora, quando
o povo percebe, quando a massa percebe que pode escolher, que pode se levantar, que pode criar líderes de forma
espontânea e digital, como o que nós vimos acontecer no Nepal, o jogo vira
completamente, porque aí a elite não tem mais arma contra a consciência esperta.
Ninguém tem armas contra a consciência desperta, porque absolutamente nada te
assusta quando você tá realmente desperto. E eu não tô falando do jovem
místico, tá? Eu não tô falando do jovem místico que se acha muito desperto,
porque ele percebe os sinais que o universo passa. Não é disso que eu tô falando. Eu tô falando da pessoa que
realmente está consciente para as coisas que estão acontecendo nessa realidade. Essa pessoa, ela nunca vai ser
controlada. Por quê? Porque a elite não tem armas contra uma consciência verdadeiramente esperta. E é exatamente
por causa disso que existiu um esforço assim absurdo para controlar e silenciar
certas notícias que estavam chegando sobre o que verdadeiramente estava acontecendo no Nepal. E é por isso que
muitas revoltas populares nunca aparecem com destaque em jornais ou em televisão.
Elas são sempre polarizadas, polarizadas e compradas pelo lado que elas estão
defendendo. Então vocês podem ver no Brasil, isso é clássico. E não só no
Brasil. Eu vou dar um exemplo do Brasil. Vou dar um exemplo do que aconteceu no Reino Unido. Olha só, no Brasil, sempre
que tem manifestação pró Bolsonaro ou pró
dependendo de quem vai dar a notícia, os números dessa manifestação
são alterados. Então, se tiver, sei lá, 100.000 pessoas na rua e for um meio de
esquerda que esteja dando a notícia, vai falar: "Ai, tinha 10.000
pessoas lá manifestando pelo Bolsonaro". Se tiver 100.000 pessoas na rua e for um
meio de direita, vai falar: "Olha, tinha 5.000 pessoas lá
manifestando pelo Lula, não tinha ninguém". Vocês entenderam como a banda toca? Agora quer ver como que isso não é
só no Brasil? Nessa semana, eu acho que foi há uns 15 dias mais ou menos, teve uma manifestação na Inglaterra, no Reino
Rido, em Londres, especificamente por causa da imigração descontrolada. E
gente, eu sou imigrante aqui na Europa, certo?
Imigrante entre aspas, né? Porque eu tenho passaporte italiano, mas então eu saí do Brasil e vim para cá, certo?
Então também me me e me caracterizo na característica, me caracterizo na característica. Péssima essa expressão.
Eu me enquadro na característica de imigrante, mas o que estão fazendo com o Reino
Unido é algo absurdamente bizarro. É assim, só quem já teve a experiência de
ir pro Reino Unido há, sei lá, 5 anos atrás e ir pro Reino Unido agora, sabe
a desgraça que está o Reino Unido. Então eu não, mesmo sendo imigrante, eu não
tiro a legitimidade do inglês ir pra rua se manifestar, porque realmente o
negócio tá muito complicado. A criminalidade em Londres está absurda.
Absurda. Ó, eu aqui na Europa, qualquer lugar, Paris, qualquer lugar, nem Paris
eu acho tão perigoso. Eu ando com celular na mão, com bolsa, não tô preocupada com os atencion pocket, não.
Agora eu chego em Londres, que eu vou muito para lá, tem muita coisa para fazer lá. Eu não sei se vocês sabem
disso, mas quase que 30% das propriedades de Londres são árabes,
estão nas mãos do governo de Dorra. E como eu trabalho muito com essa interseção do mercado asiático, mercado
eh do Oriente Médio e o mercado europeu, tenho muita coisa para fazer em Londres, então tô sempre em Londres. Aí eu chego
em Londres, gente, é bizarro. Parece sim que eu vou ser assaltada a
qualquer momento, que eu vou ser roubada a qualquer momento. E não é só Londres, é o Reino Unido inteiro. Então, mesmo eu
sendo imigrante, mesmo eu sendo imigrante, eu não tiro a
legitimidade do povo inglês de protestar. Por quê? Porque o país deles
tá uma bosta. Você é muito honesta com vocês. Tá uma bosta. É bizarro. Porque a
Inglaterra, gente, a Inglaterra é bilionária. A Inglaterra é um, né? Eles que comandam a
merda toda, eles que colonizaram praticamente o mundo inteiro. Eles têm a riqueza do mundo inteiro na mão. Aí eu
fico pensando, será que não é karma? Não, eu fico pensando isso aí. Será que eles não estão pagando o que eles
fizeram? Porque gente, pensa no povo que fez mal, foi o inglês. Mas mesmo assim,
o inglês do passado fez mal pras colônias dele, mas o inglês de agora, o
jovem de lá que só quer viver, que não quer nada dessas bobeiras, ele tem culpa pelas coisas que o passado do país dele
fez? Eu particularmente acho que não. Então acho que eles têm que protestar sim pelo que tá acontecendo lá. O
negócio tá bem feio mesmo, tá? Inclusive quando eu estive lá a última vez, quer ver quando foi? Foi agora, foi agosto.
Eh, eu tava no táxi, eu tava saindo da estação de trem, peguei um táxi para não
andar a pé, para não ser assaltado. Fui, fui até um um lugar lá no Sorro,
que é um bairro de Londres, que eu tinha reunião. E aí no rádio o cara tava
ouvindo notícia e tava um trânsito infernal e o trajeto era longo, né? Da
estação de Kings Cross pro sorro. É um trajeto longo. Eu fui ouvindo as notícia, era
60 minutos só falando dessa questão de como tá ruim a situação deles e que não
tem mais inglês lá, só tem imigrante. E
gente, qual que é o grande problema da imigração? Nenhum. Desde que a pessoa saia do seu país e vá morar no país do
outro e respeite o país do outro. total certo igual eu, eu saí do Brasil,
que é o país do funk, do samba, do churrasco, da bagunça, da festa, do
pagode. Aí eu vou chegar aqui na Polônia, um silêncio absurdo que se você
derrubar uma agulha aqui, o bairro inteiro escuta, ó. Desculpa,
vocês estão ouvindo alguma perturbação nesse silêncio? E é assim o dia inteiro, tá? Não tem horário para barulho aqui,
não tem música alta, não tem festa, não tem. Ah, mas eles não festejam. Festejam, mas tem lugar para festejar. É
lá no centro da cidade. Você vai lá sexta-feira à noite tá bombando. As crianças dançando na praça, gravando
TikTok, é despedida de solteiro, tem lugar para fazer bagunça. Agora imaginem
vocês, eu saio do Brasil, eu tenho um quintalzão aqui, um
jardinzão. Eu saio do Brasil, eu pego uma churrasqueira, faço uma farofada
aqui, ó, chamo um monte de brasileiro, um pagodão, domingo inteiro, uma barulheira. E gente, domingo aqui na Alemanha e na
Polônia é o dia mais sagrado da semana. E eu não falo sagrado só de religiosamente, tá?
É, ó, as pessoas não dão descarga na privada para não incomodar o vizinho. Vocês têm
noção disso? Na Suíça também é assim. Na Suíça é proibido inclusive dar descarga
no domingo. Aqui não é proibido, mas as pessoas não fazem barulho de domingo,
gente. Parece que morreu todo mundo aqui. Juro para vocês, às vezes eu ol assim, eu dentro da minha caverna aqui,
né? Olho assim, ó, falo: "Mas o que que aconteceu? Onde foi todo mundo?
Aqui não tem ninguém. Então assim, a gente sai e eu saí do Brasil. Fui paraos
Estados Unidos. Eu não vou fazer bagunça no país dos outros. Eu não vou fazer festa, não vou fazer, não vou fazer
zona, vou fazer churrasco. Vou fazer, se for fazer, aqui em casa a gente tem churrasqueira. Que que a gente
faz? Churrasco para comer carne. Aí acende a churrasqueira, faz a carne, pega a carne, bota no prato, entra na
cozinha, come, acabou. Não tem bagunça, não tem zona, não tem isso. Então, da mesma maneira que eu acho que eu saí do
Brasil e eu vou morar no país dos outros, independentemente se eu tenho cidadania ou se eu não tenho, tá? Eu
tenho cidadania sim, mas mesmo que eu não tivesse, né? Isso não me faz diferente
nem um pouco. Eu vou vir aqui, eu vou respeitar os costumes deles. Então
é domingo, não pode fazer barulho. Eu não vou fazer barulho. Eles são silenciosos. Eu eu também eu acho que eu
acabei vindo morar para cá, gente, justamente porque já é mais o meu perfil ser uma pessoa silenciosa. Eu sou
extremamente silenciosa. As pessoas que convivem comigo, que são próximas de mim, elas falam assim: "Meu
Deus, carol, eu, gente, eu saio de casa só para ir pra reunião, aí eu chego lá,
converso, a tu vai falar: "Ah, vamos sair, bebê?" Não, eu vou embora, eu volto para pra minha toca, eu fico o dia
inteiro aqui, ó. você não me escuta. Até para passar aspirador para varrer a casa, eu sou silenciosa. Então eu já
acho que é mais do meu perfil ser silenciosa mesmo. Mas independentemente, eu fui paraa Itália, eu respeitei os
costumes da Itália, eu vim para cá, eu tô respeitando os costumes da Polônia, eu morei nos Estados Unidos, eu
respeitei os costumes dos Estados Unidos. E o que acontece com a maioria, tá? Não é todo mundo, mas é a maioria
dos imigrantes é que eles vão pro país do outro e eles levam
a merda do próprio país pro país do outro. Então não é à toa que essa pessoa
saiu do próprio país, que o país dela tá uma bosta. Aí ela falou: "Ah, meu país tá uma bosta, onde que eu posso
destruir? Vou destruir o país dos outros." Gente, o que tá acontecendo
na Europa como um todo, tá? Mas principalmente no Reino Unido, é uma
destruição por completo do país. Você não reconhece mais. Você
está no no lugar, você não escuta o inglês sendo
falado. Você só escuta geralmente árabe e hindi, que é o a língua da Índia, né?
E gente, eu nada contra, tá? Porque mais uma vez
sou imigrante, mas o inglês que é uma pessoa extremamente
fria, o inglês é muito frio, ele é muito frio. Portugal também, Teresa, Portugal.
Vocês viram nessa semana passada também que um português, olha o nível que a
gente tá chegando, gente, de loucura. Um português esteve colocando
um anúncio, pagando para quem, ó, brasileiro.
Porque gente, realmente tá, eu tenho muitos seguidores de Portugal aqui e eu
tenho certeza absoluta que os seguidores de Portugal vão concordar comigo que o brasileiro tá
saindo do Brasil e tá levando o Brasil para Portugal, mas não tá respeitando Portugal, que tem seus costumes, que tem
o seu lugar e que tem tudo. A Suzana falou que a pessoa sai da pobreza, mas a
pobreza não sai da pessoa. E eu acho que não é só questão de pobreza, tá Suzana? Porque nos Estados Unidos eu conheci
muito brasileiro que não era pobre, pelo contrário, gente de muito dinheiro e que também fazia essas arruaças, que fazia
essas coisas. E assim, eu quando morava no Brasil, eu detestava
essas coisas, sendo muito realista com vocês. Eu vou concluir já já o
pensamento sobre o Reino Unido. Eu quero só dar um exemplo aqui para vocês. Eh, sendo muito realista com vocês, quando
eu morava pro Brasil, eu detestava aquele futebol de quarta-feira com aqueles fogos estourando. Por quê?
Porque eu chegava do trabalho, ia pro pro pra faculdade, depois chegava do trabalho ia para pós, depois chegava pro
trabalho, ia pro mestrado. Eu chegava 11 da noite, eu só queria tomar um banho, comer e dormir. 11 da
noite era geralmente o horário que o jogo tava quase acabando. Então era aquela barulheira dos infernos, de gente
gritando gol, de fogos, de barulho de vizinho, um monte de coisa. aqueles
carros passando, estourando na rua de madrugada com um fancão tocando. Eu só
queria dormir, cara. Vocês estão entendendo? Então assim,
e isso o pessoal sai do seu lugar e não entende que não é para levar
junto. A bagagem a gente leva algumas coisas, mas tem determinadas coisas. Ó, Mariana Almeida de Portugal. Um beijo
para Portugal. Gente, a pobreza é espiritual. Concordo plenamente. Lunier, e o que tá
acontecendo? Susana Lunier, Lunier, eh, você é francesa
e a Bélgica. Carol, olha, sem comentário. Se a gente forem, se a gente for descer essa ladeira, eu
conheço todos, deixa eu ver, todos os países da
Europa. Eu acho que sim, gente. Deixa eu pensar. Pal que eu não conheço,
gente. Eu conheço todos os países da Europa? Eu acho que sim.
Ai, agora eu tô me achando muito privilegiada. Mas realmente eu acho que eu conheço todos os países da Europa,
real, até as ilhas, eh, Maltas, conheço tudo. E tá bem difícil, viu, nesse
quesito. Eh, bem difícil mesmo. A Europa não é mais a mesma. Detesto futebol e,
principalmente detesto o fanatismo. Então, o barulho me irrita mais. A
Catene falou que a Espanha tá igual. Então, gente, eu eu acho que eu conheço a Europa inteira, tá? Eu estive
recentemente na Finlândia e também tá tá começando aqui na Polônia também tá começando a
ser assim, né, com essa imigração descontrolada. E voltando lá, por que que eu tô trazendo esse assunto para
vocês? Porque nesses dias aí, eu acho que faz uns 10 dias, mais 10 a 15 dias mais ou menos, eh teve um protesto lá no
no Reino Unido, no em Londres sobre isso.
E o protesto era eles não aguentam mais
eh Latenstein, você conhece? conheço. Eles não aguentam mais
essa imigração, essa imigração predatória. E gente, a o
protesto aconteceu ali naquela avenida da do Big Bang. E, gente, é uma avenida
gigantesca, tá? Ela atravessa uma ponte, ela vai embora, ela sobe lá para cima das ruas lá do Westminster
e se você olhava a mar, o mar de gente,
você pensava: "Nossa, mas tem aí bem umas 500.000 pessoas pelo menos".
Mas as notícias que passavam na TV eram
a essa aí foi bizarra, 10.000 1 pessoas no protesto 10, mas não tinha 10.000 pessoas, mas
nem aqui, nem na China, gente, o negócio estava abarrotado de gente. Conheço o
Luxemburgo e alguém comentou da Holanda aqui, gente. O que que tá a Holanda?
Sabe o que que mais me incomoda, Joseph? Na Holanda? Lixo.
A quantidade absurda de lixo nas ruas. Eu
fiquei chocada. Quer ver quando eu fui para Holanda a última vez? Junho do ano passado, tinha um evento lá, fui paraa
Holanda e fui paraa Aia, Amsterdam e Rotterdam.
Gente, Amsterdam,
eu não tenho palavras para descrever aquilo. Eu tenho acho que até foto. Eu vou pegar aqui para vocês enquanto que
aconteceu, gente? Que aconteceu? começa. Ih, olha eu pagando mais
imposto, ó. Tô falando para vocês, daqui a pouco eu não vou conseguir mais eh manter a quantidade de
vídeo que eu faço aqui para vocês. Não vou mais conseguir continuar com o
conteúdo do canal, porque tá bem complicado mesmo o meu trabalho, meu
trabalho do mundo real. Esse aqui não é o trabalho do mundo real, esse trabalho aqui é do mundo digital. Então, gente,
só para mostrar para vocês como as notícias são manipuladas em prol de um lado e em prol do outro e nunca eles
estão falando a verdade. Essas revoltas populares, elas quase que nunca aparecem
com destaque em jornais ou na televisão. Por quê? Não porque elas não sejam relevantes, tá? Mas porque elas podem
ser contagiosas, né? Porque uma pessoa saindo assim na rua para protestar
contra tudo isso, ela vai dando um gás para que outras pessoas
também se sintam no direito e realmente nós temos esse direito, para que as
pessoas se sintam no direito de protestar os seus lados também. Eu tô procurando a foto da Holanda para
mostrar para vocês. É algo absurdamente bizarro. Quer ver? Tá, eu tô carregando meu destaque aqui.
Vocês não vão, deixa eu ver se eu salvei, né? Porque também eu não vou salvar no destaque a sujeira, né?
Eu acho que eu salvei. Pera aí. Ah, ó, eu não sei se vai dar para ver aí, tá? Mas isso aqui é Amsterdã, gente. Vocês
estão vendo? Espero que não esteja dando tanto reflexo. Pera aí, deixa eu fechar essa janela aqui para dar menos reflexo.
Olha isso aqui, ó. Foto minha, as bicicletinha. E olha a esquina.
Deixa eu ver se eu tiro um print e jogo aqui. Pera aí. Eu falei até que a Amsterdã tava fazendo um cosplay de
Egito. Que gente, a mistura de Amsterdam com o Egito. Essa é a mistura de Amsterdam com o Egito. Eu acho que meu
marido tinha mais foto porque a gente ficou assim eh eh chocado, chocado com que a
gente viu. Eu vou mandar essa foto aí pro meu computador e vou subir ela aí para vocês verem. Sim.
Eh, lixo, lixo, lixo para todo lado, lixo. Mas por que que eu entrei nesse assunto, né, da imigração tá destruindo
o os países da Europa? Porque eu tava contando para vocês que essas revoltas
populares, todas essas que acontecem, elas não eh são televisionadas da
maneira que elas deveriam ser televisionadas. A mídia nunca vai trazer a verdade sobre
esses casos. Ó, consegui. Olha aí, gente. A Amsterdã. Você imagina o Amsterdã desse jeito? E,
gente, não era só uma calçada, não, tá? Era a cidade inteira nesse nível. É que essa
foto aí é uma que eu tirei, mas era assim, gente, dava para fazer uma amra de arte com a quantidade de foto de lixo
de Amsterdam. Então, a elite tem medo de que o vírus da
esperança tome a população. Eles morrem de medo de ver os povos reagindo. Eles têm medo de
que cada cidadão se pergunte: "Pera aí, se o pessoal lá no Nepal tá fazendo o que tá fazendo, por que que a gente não
pode também?" Essa pergunta, ela é simples, mas ela é mais perigosa do que
qualquer bomba, porque ela abre uma porta gigantesca pro impossível. Eles tentam controlar a gente com medo, com
crise fabricada, com dívida eterna, com narrativa de terror. Tentam convencer a
gente que a gente precisa lutar, mas não tanto, porque lutar pelos nossos
direitos é loucura e que obediência é segurança e quem questiona é o inimigo
vai preso. Mas por trás desse teatro existe um pavor muito maior, que é o
medo que as elites têm de que o povo acorde. Porque um povo desperto não se
deixa manipular por falsas promessas. Ele não entrega a sua voz em troca de
migalhas. O povo desperto, ele reconhece que o poder sempre teve nas suas mãos e
não nas mãos de meia dúzia de famílias que se escondem atrás de um monte de símbolo, um monte de logotipo, um monte
de ritual, um monte de instituição. Esse despertar que aconteceu aqui, ó, no
Nepal e que tá acontecendo em alguns locais pontuais, ele é o maior pesadelo
dessa elite. Exatamente por isso que eles ridicularizam, eles censuram, eles abafam cada foguinho que sai, porque
eles sabem muito bem que se esse foguinho aqui, ó, se espalhar pro resto
do mundo, não tem muralha, não tem fortuna, não tem exército capaz de
conter o grito das pessoas. Então, veja como os casos se encontram,
porque no Nepal o governo apertou demais e a censura gerou uma revolta explosiva.
Nos Estados Unidos, nessa semana agora, nós tivemos o afastamento de miquímo.
Vocês viram no programa? Programa de Mikimio, gente, eu gosto desses program,
tirei uma foto do nada aqui. Eu gosto desse programa de auditório? Não, não assisto. Mas pelo que eu vi, ele não
falou nada demais. Ele fez só uma piada do governo, que é algo que esses comediantes fazem normalmente, tá? Dos
dois lados. Eles criticam um lado, criticam o outro, é normal. E o que aconteceu? A elite aprendeu que se não
sufocar logo as vozes incômodas, esse foguinho aqui, ó, esse foguinho pode se
espalhar. Então eles apagam a chama antes que vire
incêndio. Só que essa prática mostra justamente que o medo, né, mostra o medo
e quem tem segurança de sua posição não precisa calar ninguém. Só quem teme perder o controle age dessa
forma. Então, no fundo, é sempre a mesma batalha. É a palavra contra o silêncio
imposto. Seja a palavra de milhões gritando ali na rua do Nepal, seja a palavra de um apresentador em rede
social, um apresentador em rede nacional, como foi o caso de Mickim. Vocês viram o que aconteceu? Ele fez a
piada lá, né? Aí o que que aconteceu depois que ele fez a piada? Ele, o
programa dele foi encerrado sem tempo determinado, tipo, não sabemos
quando vamos voltar com seu programa. Aí em entrevista o ao presidente dos
Estados Unidos ou Donald Trump, perguntaram assim para ele: "Olha, de olha Donald Trump, você viu que o
programa do Jimmy Kimel foi encerrado" aí? Sabe o que ele falou? O programa de
Mickimo foi encerrado porque é ruim, não é porque o programa
dele eh tá sofrendo censura. Aí, senhores, eu
sei que os fãs do Dmikimio, que são extremamente
eh fiéis a ele, cancelaram a assinatura do streaming da Disney. Vocês viram,
gente? Mas foi uma onda de cancelamento em massa. Perderam bilhões do dia pra
noite. Por a Eu pago R$ 29 slot, dá uns R$ 40. É R$ 40 de cada um que tá aqui
nessa live, ó. Faz as contas. Tem 2000 pessoas. Deixa eu ver. 2.500 pessoas
vezes 40 conto são 100.000. Imagina que cada um de nós cancela
o nosso streaming do Disney Channel. no que que vai dar. E foi o que
aconteceu. Um monte de gente começou a cancelar. Um monte de gente começou a cancelar. Que que a Disney fez? Trouxe o
dimel de volta. Então assim, vocês perceberam o medo que eles têm? É o medo
de perder a narrativa. Então nos últimos anos isso não é muito diferente no
Brasil. A gente tá vendo aí esse esquema todo da regulamentação das redes sociais. A primeira vista, isso parece
ser um discurso bem inocente. Os políticos dizem que é para combater fake news, para proteger a democracia, para
garantir a segurança digital. Só que se a gente olhar bem fundo nisso, o que tá
por trás de tudo isso, a sensação é totalmente outra, né? Porque o que
realmente está em jogo é o controle da palavra, o controle da narrativa. O
poder teme que a internet se
sinta relativamente livre e que continue sendo essa praça pública onde qualquer
cidadão pode se expressar sem filtro, sem controles de grandes jornais, sem
televisões controladas por imensos grupos políticos e econômicos. E esse medo não é novo. Então o que
aconteceu no Nepal mostra pra gente exatamente isso. Mostra que quando o
governo tentou desligar as redes sociais por 24 horas, a população explodiu em protestos e derrubou o sistema. E no
Brasil a elite tá enxergando o mesmo risco, tá? Então, em vez de desligar a
internet de uma vez, igual eles fizeram no Nepal, o que eles vão fazer é um
código de censura disfarçado de lei. Chamam de regulamentação. Mas o que isso significa na prática é
simples. A gente vai dar ao governo e às instituições o poder de decidir o que
pode e o que não pode ser dito. E a pergunta que ninguém responde é: quem decide o que é verdade e o que é
mentira? Quem decide o que é discurso de ódio ou
o que é crítica? Se um cidadão denuncia corrupção, será que o político acusado
vai deixar o vídeo no ar ou vai correr lá para para classificar esse vídeo como
desinformação? Porque isso já tá acontecendo. Não precisa que a lei passe realmente. Se um humorista faz piada
sobre um governante, vai ser liberdade artística ou ataque à instituição?
Essa fronteira, gente, é uma fronteira muito nebulosa e é justamente dentro
dessa nebulosidade que o controle cresce. A elite tem muito medo que o
povo realmente desperte. E no Brasil, recentemente, a internet tá sendo palco
de grandes mobilizações, denúncias, movimentos. Jamais esses movimentos
teriam espaço na televisão aberta. movimentos como o movimento
do Felca, por exemplo. Esse movimento do Nepal jamais teria um espaço dentro da
televisão aberta. Gente, eu sou ex-funcionária da TV Globo. Eu trabalhava no financeiro. Eu sei o
quanto de dinheiro a televisão recebe do governo para manter essas narrativas em
dia. Então assim, as redes deram voz a pessoas comuns. Elas quebraram
monopólios, elas quebraram monopólios de informação, elas revelaram bastidores
que antes ficavam escondidos. Porque esse aqui que eu acabei de falar para vocês, eu acabei de falar para vocês, eu
sou ex-funcionária da Rede Globo. Se eu não tivesse esse canal, gente, para falar, eu sou ex-funcionária daquela
bosta, aonde que eu ia falar? Que voz eu teria? Nenhuma. Então, a
internet quebrou esse monopólio. Hoje em dia qualquer um pode falar, pode contar suas experiências.
Não é verdade? Então, pros donos do poder, isso é insuportável. Eles sabem
que eles não controlam mais as narrativas como antes. Então, buscar criar mecanismos legais paraa
restauração desse monopólio é a única arma que eles têm. E o discurso é sempre muito bonito. Vocês
percebam que o discurso foi todo montado. Aí a gente tem que proteger as crianças. Uhum.
Vamos proteger as crianças da adutização. É sim, tonto quem comprou
essa pauta aí, porque eles usam isso
de ah, nós temos que proteger as crianças. Vocês acham mesmo que eles estão preocupados em proteger as
crianças? Realmente do fundo do coraçãozinho de vocês?
Por trás dessas palavrinhas tem mais intenção do que de fato calar a divergência, né?
A elite não teme a mentira porque, afinal de contas, a própria elite tá sobrevivendo aí há séculos contando
meias verdades. O que eles temem mesmo é a verdade inconveniente, que é aquela que
viraliza, aquela que mostra corrupção, aquela que une pessoas contra abusos. E
esse é o verdadeiro alvo da regulamentação. Se hoje um canal pequeno tá sendo
derrubado, amanhã qualquer canal pode ser, qualquer cidadão pode ser.
Se hoje um comentário é apagado por violar regras, amanhã uma denúncia legítima pode ser
enterrada sob o selo de fake news. E o risco é óbvio, tá gente? a gente vai transformar a internet que nasceu como
um espaço livre na mesma vitrine controlada da mídia tradicional. E com isso eu não quero dizer que eu apoio os
crimes que existem na internet, porque tem muita gente que comete crime na internet e se esconde por trás
de todos esses fakes que cria. Não é isso.
As pessoas têm que ser inculpabilizadas pelas coisas que elas fazem. Mas aí que tá, tão usando essa pauta
justamente, Júnior sabe das coisas, tão usando essa pauta justamente
para censurar as pessoas.
E eu passo por isso todos os dias. Talvez por isso que eu venho eh trazer isso aqui para vocês, porque eu vou
falar vou falar real para vocês. Essa semana mesmo, eh, eu postei um vídeo
sobre o satélite Black Knight, que é aquele satélite espião alienígena, tal,
da teoria da conspiração. Todo mundo sabe, we are on the same page. Nós estamos na mesma página. Fiz até um
vídeo aqui no canal para vocês, mas o que eu fiz, gente, eu postei esse vídeo aqui, eh, fiz uma live aqui para vocês
contando sobre o vídeo novo que saiu divulgado pela NASA sobre o Black Knight
e fiz um pequeno conteúdo paraas minhas redes sociais, então, Instagram, TikTok,
Facebook, eu sempre posto o mesmo conteúdo em todas as redes, né?
Eh, e aí eu na hora que fui postar no Facebook, veio lá uma um alerta.
Verificadores de fatos independentes aplicaram sei lá o que no seu vídeo. Eu
falei: "Gente, mas o que que eu falei demais?" Aí eu entrei lá e comecei a discutir com eles, né? Falei: "Gên, mas
que que é isso?" Porque assim, gente, eu não tô falando que é verdade. Eu sei que o Black Knight é conspiração.
Eu sei que é mentira. Ó, já foi debunked. Ah, vá. Você jura? Ele tá falando que o o Black Knight já foi
desbancado, o mito já foi desbancado. Você jura? Gente, é só uma teoria da conspiração. Agora, eu não entrei lá no
vídeo para falar: "É verdade, existe um satélite". Não, eu tava contando
a teoria da conspiração, falando assim: "Você sabia que existe uma teoria da
conspiração que fala que existe um satélite alinígia bareli boral?"
Então quer dizer que a gente não pode mais contar a teoria da conspiração. Eu tava querendo dizer, olha, na
internet existe essa teoria da conspiração. Ainda no próprio vídeo eu verbalizo, eu falo que essa teoria não
tem fundamento, que é uma teoria que é muito antiga, que viralizou em fóruns da
internet. Então assim, não é o que fala, é quem
fala. E aí que está o problema. Então, hoje tá sendo um outro criador de
conteúdo aqui, que às vezes tem um vídeo aí cagado por essas bobeiras da rede
social. Hoje em dia tem um outro videozinho que as vezes dá problema. Daqui a pouco
anota profecia da seia, daqui a pouco vai ser o mundo inteiro assim. E tá
piorando muito, viu? Principalmente nessa questão aí da censura. Eu tô
chocada. A gringa de baixa renda. Ô, dona gringa, tá na gringa, mas não tem dinheiro aí. É
hein? Gringa de baixa renda. Carol, você parece ter 20 anos de idade.
Eh, quando você fala que já fez pó e viajou pelo mundo, eu fico perplexa. Mulher, eu tenho 36 anos, vou fazer 37
agora em outubro. Inclusive, eu aceito presentes, tá? Podem, podem aí fazer
vaquinha, não sei que vocês vão me dar. Vocês podem se unir. Eu quero, eu quero
festa, eu quero presente. Brincadeira não. Eu tenho 36 anos. Eu sou formada em
finanças internacionais, tenho pós em marketing, tenho mestrado em finanças, tenho um segundo mestrado em
neurociência do comportamento para entender o mercado financeiro. Falo cinco línguas e conheço 40 países. Eu
acho que é, deixa eu ver, eu tenho anotado.
Deixa eu ver. countries. Pera, pera, pera, pera, pera, Carlitonga.
Eh, eu conheço 42 países. Meu último país foi a Estônia. País lindíssimo,
inclusive recomendo. E com essa live, gente, eu só queria trazer essa informação mesmo para vocês e falar para
vocês que não se iludam.
Pereb, é você, filme? É você.
Oh,


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