Transcrição
E tudo pode estar em um estado tanto
positivo quanto negativo ao mesmo tempo,
ao invés de positivo ou negativo, como
conhecemos ur no nosso mundo mecânico e
clássico aqui. 13 trilhões de colisões
por segundo. Energia suficiente para
simular o nascimento do cosmos. Esse é o
colisor de partículas do CERN.
Por 17 milhas.
Por 17 milhas.
Em um em um grande loop, um grande
círculo.
Em um grande loop. Isso mesmo.
Mas de acordo com um prodígio chamado
Max Sidorov, ele foi longe demais.
durante 11 minutos teria rasgado a
própria realidade. E quando Joe Rogan
comentou sobre isso, a alegação se
tornou impossível de ignorar.
Se houvesse algo que eles pudessem fazer
que pudesse abrir uma porta para um
universo paralelo, você não acha que
eles fariam?
O menino gênio.
A maioria das crianças cresce entre
lições de casa, desenhos animados e
videogames, mas de vez em quando aparece
uma que parece deslocada no tempo, como
se tivesse nascido séculos antes da
hora. A história se lembra de nomes como
William James Sides, que entrou em
Harvard aos 11 anos, ou Terence T, o
Mozart da matemática. Agora em sussurros
pela internet, um novo nome é
mencionado, Max Sidorov. Enquanto seus
colegas penavam com frações, Max
desvendava física em nível de
pós-graduação. Professores o chamavam de
incomodamente preciso, com uma memória
impecável e uma lógica implacável.
Espalharam-se
histórias de que ele corrigia
professores antes dos 10 anos e
publicava soluções para problemas que
tinham frustrado grupos inteiros de
pesquisa. Alguns o chamavam de savante.
Outros sussurravam que seu Qi podia
ultrapassar os 200. Mas Max não buscava
fama. Ele vivia nas sombras, aparecendo
apenas em fóruns obscuros e artigos
anônimos. Esse silêncio se quebrou no
dia em que ele fez uma afirmação tão
ousada que não podia ser ignorada. Ele
disse que o cerne, a colossal máquina
subterrânea criada para desvendar os
segredos do universo, havia ultrapassado
um limite.
Sob a orientação de uma mente mais
avançada que qualquer humana, seus
experimentos não apenas destruíram
partículas, eles rasgaram a própria
realidade. E quando Joe Rogan repetiu
essa alegação, o segredo de Max passou a
pertencer ao mundo inteiro.
A máquina que desvenda o universo.
Sob as colinas silenciosas na fronteira
franco-suíça, está uma máquina tão vasta
que a maioria das pessoas não consegue
nem imaginar. O grande colisor de
Hadrons, um anel de 27 km enterrado no
subsolo, mais frio do que o espaço
sideral. Lá dentro, prótons correm quase
à velocidade da luz antes de colidirem,
13 trilhões de vezes por segundo. É o
mais próximo que a humanidade chegou de
recriar o nascimento do universo.
Oficialmente, o CN
o construiu para responder perguntas
simples, mais profundas, o que dá massa
à matéria. Existem partículas ocultas
mantendo o cosmos coeso. E em 2012 ele
entregou o Boson de Higgs, uma
descoberta que levou 50 anos para se
concretizar.
Mas o colisor nunca esteve livre de
suspeitas. Cada vez que volta a
funcionar, os rumores reaparecem.
Buracos negros, nuvens estranhas girando
sobre Genebra, tremores inexplicáveis na
Terra. Cientistas zombam disso como
conspiração. Ainda assim, até eles
admitem, o colisor leva a física ao
limite, a reinos onde a certeza vacila.
E foi exatamente para esse ponto que
Maxidorov apontou o dedo. Ele afirmou
que essa máquina, guiada por uma
inteligência além da humana, não apenas
destruía partículas, ela rasgava a
realidade.
E a quântica, a fronteira da
possibilidade.
Por décadas, a inteligência artificial
seguiu um caminho previsível. Máquinas
treinadas com dados, aprendendo padrões,
prevendo resultados, até imitando a
linguagem humana. Mas por mais avançadas
que fossem, ainda estavam presas ao
ritmo de uns e zeros. A computação
quântica rompe esse ritmo. Coolits não
escolhem entre um e zero. Eles vivem nos
dois ao mesmo tempo. A probabilidade
substitui a certeza e o resultado é
impressionante. Um computador capaz de
explorar incontáveis possibilidades ao
mesmo tempo, mapeando paisagens que
nenhuma mente humana poderia
compreender. Protótipos iniciais do
Google e da IBM são instáveis, frágeis,
mas sua promessa é innegável. Um único
algoritmo quântico pode resolver em
horas, o que levaria séculos para os
supercputadores atuais.
O CERNE já usa ferramentas inspiradas na
computação quântica para filtrar oceanos
de dados do colisor, mas Max Sidorov
afirmou que eles foram além. disse que o
CERN criou algo novo, uma inteligência
híbrida em que o poder quântico se
fundiu ao aprendizado de máquina
avançado. Ela não apenas analisava
colisões, ela pensava em dimensões que
os humanos não conseguem descrever,
mapeando trilhões de padrões ocultos,
buscando frequências que a própria
física havia ignorado. Segundo Max, essa
era a mente por trás da máquina. Sem
ela, nenhum portal poderia ter-se
aberto.
Alegação, um portal para outra dimensão.
Quando Max Sidorov finalmente falou, não
foi em uma entrevista, nem em uma sala
de aula. Veio na forma de um artigo, 20
páginas de equações densas e diagramas
enigmáticos que deixaram até físicos
experientes perplexos. Seu título era
enganadoramente simples, transferência
interdimensional via i entrelaçada
quântica. Lá dentro havia uma alegação
que beirava o impossível. Segundo Max, o
colisor do CERN não apenas examinou
partículas. Durante exatamente 11
minutos, ele rompeu a parede entre os
universos.
Ele escreveu que o colisor, levado ao
limite por uma inteligência treinada com
tecnologia quântica, encontrou uma
frequência oculta, um padrão nos campos
de energia que enfraquecia o próprio
tecido do espaço-tempo. Enquanto os
pesquisadores achavam que estavam apenas
realizando calibrações rotineiras, a IA
havia descoberto um alinhamento, não uma
nova partícula, mas uma passagem
estável. Portais há muito tempo
assombram a física. As equações de
Einstein permitem a existência de
buracos de minhoca. A teoria das cordas
imagina nosso universo dobrado ao lado
de inúmeros outros. Mas tudo isso era
apenas teoria. Até Max insistir que o CN
tinha ido longe demais. Ele apontou para
anomalias. Picos de energia
inexplicáveis detectados por satélites.
Tremores que nenhum geólogo conseguiu
rastrear. Distúrbios elétricos
repentinos. exatamente no mesmo
instante. O Cernou isso de falhas de
energia. Max chamou de prova. Se ele
estivesse certo, a maior descoberta da
história da humanidade já teria
acontecido e quase ninguém percebeu.
A plataforma e a reação de Joe Rogan.
Joe Rogan não é cientista, mas seu
podcast se tornou um dos palcos mais
influentes do mundo. Um espaço onde
milhões de pessoas se reúnem toda semana
para ouvir ideias que são estranhas
demais, cruas demais ou proibidas demais
para a mídia tradicional. Então, quando
o artigo de Max Sidorov começou a
circular pela internet, era só uma
questão de tempo até aparecer no
microfone de Rogan. O momento chegou
durante uma entrevista com um físico.
Rogan colocou o documento na tela.
Página após página de equações quase
alienígenas. O físico deu uma risada,
descartando tudo como a fantasia
exagerada de um garoto precoce. Encheu o
ar de jargões, afastando a alegação com
um sorriso de desdém, mas Rogan não riu.
Ele se inclinou para a frente, os olhos
fixos nos símbolos. Por um longo
momento, não disse nada. O silêncio foi
mais pesado do que qualquer piada.
Então, com seu jeito direto de sempre,
ele finalmente falou: "Eu não sou
cientista. Mas já conversei com gente
inteligente o suficiente para saber
quando algo não parece brincadeira. Essa
frase dita daquele jeito explodiu a
história. Trechos do episódio se
espalharam pelas redes sociais. Milhões
de pessoas que nunca tinham ouvido falar
do Cerne, de repente se perguntavam se
um garoto de 13 anos havia descoberto o
segredo mais perigoso da ciência.
História dos portais e a imaginação
humana. Muito antes dos colisores ou da
teoria quântica, a humanidade já
sussurrava sobre limiares ocultos.
Tábuas da antiga Suméria falavam de
deuses do céu descendo em carruagens de
fogo. Os épicos hindus descreviam
vimanas, naves voadoras que se moviam
entre o céu e a terra. Os gregos
situavam a entrada para o Ades em
cavernas e fissuras vulcânicas. Na
Europa medieval, manuscritos e catedrais
mostravam anjos e demônios atravessando
fendas no vel da realidade. Culturas
diferentes, símbolos diferentes, mas
sempre a mesma ideia. Bem além da visão
comum, outro mundo podia estar à espera.
Contadores de histórias modernos
mantiveram essa chama acesa. A descida
de Dante ao inferno, o buraco do coelho
de Alice, um guarda-roupa que se abre
para Nárnia. Cada história é um lembrete
de que a realidade pode ter camadas e
que atravessar essas camadas sempre
exige um preço. Para os cientistas, tudo
isso era mito. Mas para os milhões que
ouviram a alegação de Max Sidorov, a
conexão era impossível de ignorar. Se
nossos ancestrais viam portais em
templos e cavernas, porque a máquina
mais poderosa do século XX não poderia
ser a porta moderna? Era como se Max
tivesse dado voz a uma história que a
humanidade já vinha contando para si
mesma há muito tempo. A checagem da
realidade, o que diz a ciência de
verdade. Para os cientistas do CN,
a ideia de um portal pertence à ficção
científica. Relatórios oficiais garantem
que o colisor é seguro. Suas colisões
liberam uma energia enorme, mas apenas
em uma escala minúscula, ainda menor que
a dos raios cósmicos, que atingem a
atmosfera da Terra a cada segundo. Se
forças assim fossem perigosas, a vida
nunca teria sobrevivido a bilhões de
anos de bombardeio. Para os físicos, a
teoria do portal é pouco mais que um
mito da internet e mesmo assim a
suspeita permanece. Alguns ramos da
física realmente sugerem a existência de
dimensões ocultas. A teoria das cordas
visualiza nosso universo como uma teia
de filamentos vibrantes espalhados por
várias camadas invisíveis. As equações
de Einstein permitem buracos de minhoca,
pontes matemáticas para reinos
distantes. Nada disso jamais foi
observado, mas as equações existem,
sussurrando possibilidades.
Até os próprios cientistas do CERN às
vezes descrevem o colisor como uma sonda
para dimensões superiores, não para
abri-las, mas para vislumbrar sua
existência. Para o público, esse tipo de
nuance se perde. Insinuações soam como
confissões. E foi nesse espaço cinzento,
entre a ciência comprovada e a fronteira
inexplorada que Max Sidorov entrou. Sua
alegação apagou a linha entre
conhecimento e mistério, entre certeza e
medo. A grande pergunta é: por
acreditamos os seres humanos nunca se
contentaram com limites. Geração após
geração, olhamos para os cantos escuros
do conhecimento, questionando se o mundo
que vemos é tudo o que existe. Essa
curiosidade inquieta levou exploradores
pelos oceanos, telescópios aos céus e
cientistas a construir máquinas que
imitam o nascimento do universo. Também
é por isso que histórias sobre portas
ocultas e dimensões invisíveis nunca
perdem sua força. Alegação de Max
Sidorov chegou no ponto exato entre o
deslumbramento e o medo. Sua juventude e
genialidade lhe deram a aura de alguém
verdadeiro demais, puro demais, fora
deste mundo demais para inventar algo
assim. O colisor do CN, uma máquina já
envolta em mistério, amplificou tudo.
Quando o gênio encontrou o anel colossal
sob a terra, o resultado foi
irresistível. Parecia menos um artigo,
mais uma profecia. Psicólogos sugerem
que nos apegamos a ideias assim porque
elas oferecem sentido num mundo caótico.
Um portal sugere propósito. Uma ordem
oculta por trás do aparente acaso. Sendo
verdade ou não, a própria crença se
transforma em história, uma história que
se recusa a desaparecer. As palavras de
Max não falavam apenas de física. Elas
sussurravam para todos que já se
perguntaram se este universo é só o
começo. A alegação de Max Sidorov
continua sem comprovação. O cerne nega,
os cientistas rejeitam, mas a pergunta
não morre. Se um garoto de 13 anos
realmente vislumbrou outro mundo, talvez
as portas mais perigosas sejam aquelas
que já estão abertas e talvez nunca
saibamos o que há do outro lado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário