Alô, bom dia. Estamos de volta nessa
segunda-feira, 1o de setembro de 2025.
Sejam todos bem-vindos. E Donald Trump,
meus queridos amigos, foi ungido por
Deus e tem uma missão divina, libertar a
cristandade nesse momento das garras de
Baal, Baalzebu, o príncipe das trevas.
Calma, não sou eu quem estou dizendo
isso, e sim um famoso rabino
norte-americano
que comparou eh Donald Trump a um avatar
bíblico, um rei de Israel, que teve essa
mesma missão, libertar o povo judeu das
garras de Baal. É, ele foi um rei do
norte. Já vou falar sobre isso. Eu
normalmente não entro nesses assuntos.
Não gosto de entrar nesses assuntos
porque afinal esse é um canal de
geopolítica. Mas as coincidências
levantadas pelo rabino são tão
impressionantes que eu não podia deixar
este vídeo para lá. É, eu resolvi fazer,
então, trazer esse conteúdo para os
amigos entenderem o alcance e a
importância de Donald Trump,
principalmente quando cotejado com
algumas figuras bíblicas importantes.
Mas antes de começar esse assunto, quero
lembrar aos amigos, claro, que nós
entramos numa semana muito difícil, uma
semana muito tensa. O Brasil passará a
partir de amanhã por um processo de
muita ansiedade e expectativa.
Amanhã, às 9 horas da manhã, começa a
revisão do processo, ou melhor, o
julgamento de Bolsonaro e outras figuras
públicas importantes, como, por exemplo,
o ex-ministro
Augusto Heleno, o ex-ministro da Defesa,
Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga
Neto, ex-ministro da Casa Civil, Almir
Garniier, ex-comandante da Marinha e
Anderson Torres, ex-ministro da justiça,
também Mauro Cid, ex-ajudante de ordens
da presidência. Eu tenho informações
aqui de que a primeira sessão que
começará às 9 horas de amanhã será
aberta por Zanim. Em seguida, Alexandre
de Moraes apresentará seu relatório com
um resumo das investigações e das
alegações finais. Depois, o
procurador-geral da República, Paulo
Gonê, terá até 2 horas para sustentar a
acusação.
Na sequência, cada defesa poderá falar
até 1 hora. Encerradas as sustentações,
começará então a votação. Alexandre de
Moraes votará em primeiro lugar. Em
seguida, votam e Flávio Dino, Luiz Fux,
Carmen Lúcia e Cristiano Zanim. E a
decisão então será tomada por maioria
simples, ou seja, três votos. Se houver
condenação, os ministros definirão a
pena individualmente,
considerando a participação de cada réu.
Então, essa é de fato uma semana muito
importante. O julgamento começará
amanhã.
julgamento do ex-presidente Bolsonaro.
Bem, os amigos certamente já ouviram
falar do rabino Jonathan K. Ele nasceu
em 1959
no estado de Nova York e é um rabino
messiânico americano, autor e romancista
conhecido por obras que misturam ficção,
profecias bíblicas e análises sobre
eventos atuais. Ele foi criado numa
família judaica com o pai sendo
refugiado do holocausto. Frequentou
sinagogas na infância, mas se converteu
ao judaísmo messiânico aos 20 anos após
uma experiência de quase morte. Ele
formou-se na State University of New
York em Purches e fundou o Ministério
Hope of the World, uma organização
internacional de evangelismo e projetos
de compaixão, da qual é presidente
atualmente. Ele é casado com uma
brasileira, com Renata, e tem três
filhos.
Ele é um escritor famoso nos Estados
Unidos, ganhou muito destaque com vários
livros. e suas visões incluem críticas a
questões como aborto, direitos LGBTQ
mais e a influência de figuras públicas,
como Donald Trump, por exemplo, a quem
ele associa a uma figura bíblica. Claro
que as suas os seus comentários, as suas
análises, as suas reflexões geram
controvérsias entre cristãos, judeus e
historiadores seculares.
Bem, é impressionante o que ele traçou
nesse momento, uma comparação entre
Donald Trump e o rei Jeú, um rei de
Israel, um rei do norte de Israel. Bem,
uma rápida pesquisa aqui sobre quem foi
o rei Jeú. Na Bíblia, Jeu foi o 10o rei
do reino do norte de Israel, conhecido
por ser um comandante do exército que
Deus ungiu para destruir a casa do
maligno rei Acabe e o culto Abaal. Ele
reinou, prestem atenção, ele reinou por
28 anos e foi sucedido por seu filho
Joacas, estabelecendo a quarta dinastia
de Israel.
Eh, Jeú era filho de Josafá e neto de
Nince e ascendeu ao trono por meio de
uma revolta inspirada por Deus. Deus
instruiu o profeta Elias a ungir Jeú
como rei de Israel com a missão de punir
a dinastia de Acabe e purificar o reino
da idolatria Aal.
Ele também cumpriu a ordem de Deus ao
matar o rei Jorão, rei de Israel, e os
membros da casa de Acabe e Jezabel, a
rainha que adorava Baal. Jeú também
exterminou os profetas e adoradores de
Baal e os substituiu pelo culto ao Deus
único e verdadeiro. O reinado de Jeú
estabeleceu a quarta dinastia real em
Israel e durou até a quarta geração de
seus descendentes, Jeú. Então, reinou
por 28 anos. Ele foi o rei, ele foi um
rei que agiu com obediência e diligência
para cumprir a justiça de Deus,
removendo todos os ídolos e revertendo a
atenção do povo para o único e
verdadeiro Deus. Apesar de ter suas
falhas, Deus o reconheceu o serviço de
Jeú e prometeu a ele que seus filhos e
netos governariam Israel por quatro
gerações. E assim foi feito. Bem, então
Jeu seria o avatar por trás de Donald
Trump, segundo Jonathan K. Ele disse
isso a Greg Hunter no último podcast de
Greg Hunter. E é impressionante as
semelhanças entre os dois, entre.
Mas Greg Hunter diz o seguinte, e eu vou
ler aqui literalmente o que escreveu
Greg Hunter depois da sua entrevista a
Jonathan K. Ele disse: Jonathan Kh, o
autor de nove bestsellers, renomado
especialista em Bíblia, escreveu um novo
livro para ajudar a explicar os tempos
que vivemos. a partir de uma perspectiva
bíblica. O livro chama-se O Avatar, o
retorno dos antigos e o futuro da
América. Esse novo livro aprofunda a
seguinte questão: Será que as figuras
mais poderosas da nossa era poderiam
estar, na verdade, desempenhando papéis
de personagens antigos apresentados na
Bíblia?
A resposta é definitivamente sim, porque
você pode ver a vida dessas pessoas
chave hoje se desenrolando exatamente
como na antiguidade.
Em suma, os personagens que vemos hoje
na vida real são como avatares de
figuras bíblicas antigas da vida real.
Jonathan diz: "Eles estão fazendo
exatamente o mesmo tipo de movimento que
seus colegas na Bíblia".
Vamos começar então com a pergunta",
disse Greg Hunter. Donald Trump foi
divinamente escolhido por Deus para
liderar os Estados Unidos? E a resposta
de Jonathan Kh foi exatamente essa. Sim,
um sonoro. Sim. De acordo com Kan, um
dos mistérios que ele revela em no livro
O Avatar é que por trás da de cada líder
americano que já existiu, existia também
uma figura antiga. Não se trata aqui de
reencarnação. seriam pessoas ou eh
almas, por assim dizer, que estariam
influenciando de algum modo, ou melhor,
fazendo uma associação literal para que
os investigadores então pudessem
identificar o tempo e quais seriam as
consequências de determinados
governantes, uma vez que estavam
espelhados em figuras bíblicas. No caso
de Donald Trump disse, "A figura por
trás de Trump é o chamado rei Jeú. Jeú
era selvagem, diz ele. Jeú era um
guerreiro e foi usado por Deus para
asender ao trono, ao trono de Israel,
quando a nação corria o risco de se
afastar de Deus. Jeú foi usado para
reverter a apostasia da nação e ele fez
isso de uma forma controversa. Esse,
diz, ele é o Donald Trump. Gu, na
verdade, espurgava o governo. Donald
Trump diz, ele também faz isso. Ele está
fazendo isso agora. Jeu faz uma aliança
com os conservadores religiosos de
Israel, de Scan. Donald Trump também faz
uma aliança com os conservadores
religiosos da América. Je se opunha a
mulher que tinha uma agenda antibíblica.
Jeú se opunha a ex-primeira dama de
Israel para ascender ao trono. Essas
comparadas são Hillary Clinton e Donald
Trump em 2016. Em 2024, todo o modelo de
GU se repete. Novamente, Donald Trump se
opõe a uma mulher com uma agenda
antibíblica, que é Camala Harris. Tem
havido rumores de que Trump não chegará
ao fim de seu mandato, diz Jonathan K.
De acordo com ele, sua pesquisa bíblica
e De acordo com ele e sua pesquisa
bíblica, Trump chegará sim ao fim do
governo. E K explica por quanto tempo
Donald Trump esteve no cenário político
nacional. É disso que se trata. Donald
Trump, é bom lembrar, foi candidato à
presidência no ano de 2000 pelo partido,
ele concorreu pelo Partido Reformista,
ou seja, em 2000, Donald Trump já
entrava para a vida política. O último
ano completo de Trump no cargo será
2028. E aí, então não é preciso ser
gênio matemático, serão 28 anos.
Exatamente. O tempo em que Je governou.
Quando você abre a Bíblia, diz Jonathan
Kan, vê que Jeu esteve no cenário
político nacional por 28 anos, tal como
acontecerá com Donald Trump. Sob Trump
ter sido divinamente instado para
liderar os Estados Unidos agora, Candis.
E aí vem a parte mais emocionante da sua
associação.
Para que o sacerdote fosse marcado por
Deus ou o rei sacerdote rei fosse
marcado por Deus e ungido para os
propósitos de Deus, ele era ungido não
apenas com óleo, mas também com sangue.
De acordo com o mistério da Bíblia, o
sangue tinha que tocar a orelha daquele
que estava sendo ungido para Deus. E o
sangue tinha que tocar a orelha direita.
O sangue tocou a orelha direita de
Donald Trump na tentativa de assassinato
em Butler, na Pennsylvânia.
Então, diz Jonathan Kan, tinha que tocar
também a mão daquele que estava sendo
ungido. A primeira coisa que Donald
Trump fez após a tentativa de
assassinato foi levantar a mão e tocar o
sangue. E ele tem que tocar a mão
direita e a toca. Tem que tocar o
polegar direito e também toca o polegar
direito de Donald Trump. E aqui então
está o problema. Diz Jonathan K. A unção
durava 7 dias. A partir do momento em
que o sangue tocava a orelha direita do
sacerdote rei, ele recebia a vestimenta
para entrar no seu escritório, por assim
dizer. E Donald Trump, vejam a
coincidência, Donald Trump recebe a
nomeação para ser o candidato
republicano à presidência exatamente no
sétimo dia depois o sangue escorrer de
sua orelha. Desde quando o sangue tocou
a sua orelha, contava-se s dias para
então o candidato, ou, no caso, na
Bíblia, entrar em seu escritório e ser
então declarado o candidato. Estou
dizendo, ou melhor, ser declarado o
postulante.
Estou dizendo, de Scan, que há muito
propósito para tudo isso. Donald Trump
tem um propósito e ele pode nem saber.
Ele é como este rei. E não deveria
apenas trazer a economia de volta. Trump
deveria trazer as pessoas de volta para
Deus. É disso que se trata. Ele escapou
de uma bala e nós escapamos também de
uma bala. Então, pergunta Jonathan Kan,
tudo acabou? Conseguimos e não há mais
nada o que fazer. Não, diz ele. Agora é
que começa o trabalho pesado para os
crentes em Cristo. Candis, temos uma
janela de tempo. Sem mudarmos o governo,
mas não mudarmos o coração das pessoas,
então as pessoas inalteradas
trarão o velho governo de volta, trarão
o mal de volta. Donald Trump tem
revertido essa agenda que é contra Deus.
Se simplesmente revogá-la e se Deus não
intervir, então o mal voltará ou os os
antigos governantes voltarão.
Jeú não representou apenas o julgamento
para aqueles que eram contra Deus. Ele
representou uma chance, um alívio e uma
janela de esperança. Uma janela que Deus
estava dando a uma nação que caminhava
para o julgamento para dar-lhe uma
chance de volta a Deus ou de volta a
Cristo. É isso que temos, diz ele. A
única coisa que pode salvar a América é
o reavivamento. Nós temos isso agora,
diz ele. Se pudermos fazer isso, mudará
tudo e tocará o mundo. Há muito, muito
mais para ser feito agora por parte dos
crentes. Bem, é claro que eu não traria,
como vocês sabem, e esse tipo de matéria
para o canal não fosse então essas não
fossem essas coincidências realmente
incríveis. Bem, sobre isso fica então aí
a critério de cada um o julgamento. É
Donald Trump ungido por Deus para livrar
a América, pelo menos a América, das
garras de Baal? Bem, poderemos ver isso
acontecer numa das Américas. Se daqui a
pouco, claro, aquela estrutura montada
na Venezuela, por exemplo, for desfeita.
É bom lembrar que Donald Trump tem feito
muita coisa em menos de um ano no seu
segundo governo e ele está sim, claro,
marcado por essas questões milagrosas,
como o atentado em Butler. É bom
ficarmos de olho nesta relação incrível
feita por Jonathan K. Eu particularmente
acredito que sim, porque eu vejo no
atentado de Butler a mão de Deus, eu
sim, eu vejo um grande milagre naquele
atentado.
Por enquanto é isso. Semana que começa,
uma semana tensa, como eu disse, nós
vamos acreditar, porque Deus não revogou
os milagres.
Butler, Pennilvânia, quem o diga.
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