Alô, boa noite. Estamos de volta para
mais uma curtinha nesse Independence
Day, o dia de independência dos Estados
Unidos, 4 de julho de 2025. E depois do
meu vídeo da manhã, muitos comentários,
muitas teorias sobre o por a América é
essa potência toda e nós não somos.
Muita gente acredita que os Estados
Unidos são uma potência porque o povo é
mais patriótico. Dizem outros que é
porque os Estados Unidos são mais
evangélicos do que católicos. Aliás,
essa é quase que uma teoria de Max
Weber. Mas enfim, seja como for, muitos
comentários, mas eu não vi nenhum
comentário a respeito deste livro da
democracia na América. É, opa, vamos ver
se enquadra aqui de Alexi Toqueville, de
Toqueville, o Conde de Toqueville, que
foi para os Estados Unidos em 1831 para
estudar o sistema penal norte-americano.
que lá encontrou uma realidade que ele
descreve em dois tomos nesse
fantástico, gigantesco livro, Parada
Obrigatória para todo o estudo de
filosofia política. é provavelmente um
dos melhores, se não o melhor,
comparando aí a a própria teoria
política de Aristóteles.
Bem, esse livro é importante, sim, é
fundamental para compreender porque os
Estados Unidos foram em menos de 100
anos da era das diligências para o a
conquista do espaço.
Tokville viu, entre outras coisas, uma
nova uma situação política diferente da
Europa, especialmente na Nova
Inglaterra.
E lá ele percebeu que a democracia
impunha aos políticos prestação de
contas e que realizassem serviços em bem
em prol da comunidade, porque senão
seriam defenestrados. Ele viu a Nova
Inglaterra como um modelo, um grande
modelo para a democracia que daria aos
Estados Unidos, claro, a primazia ou a
condição de ser a futura potência
mundial. É isso no começo do século XIX.
Ele já via isso. Isso porque na Nova
Inglaterra as comunidades, os condados
tinham um controle maior sobre os seus
políticos, fazendo com que eles
servissem ao povo e não o contrário, o
povo servisse ao governo. Mas entre
outras coisas, ele viu que a democracia
dava por causa da liberdade a condição
também de se tornar uma tirania. Ele via
que a liberdade era um motor essencial
da democracia, porém a liberdade deveria
estar ancorada em valores espirituais,
ou melhor, em valores sólidos da
religião, em valores sólidos cristãos,
porque sem isso, a democracia seria
apenas uma espécie de igualitarismo,
onde na verdade seria cada um por si e o
mais forte falaria mais alto. Se
compararmos as duas Américas mais
recentes, a América de Biden e a América
de Donald Trump, veremos essa diferença
nessa obra magistral de Tokeville, uma
América cuja liberdade não tem princípio
religioso nenhum, como foi na era Biden,
e outra que procura sim ancorar a
liberdade em valores perenes, em valores
sólidos da nossa fé. São coisas bem
diferentes. Uma América acabaria para
Tokville se tornando um paraíso do
igualitarismo.
É um termo antigo, mas poderíamos dizer
hoje socialismo, que era para onde a
América estava caminhando. E a outra,
bem, a outra seria mais ou menos a
América da Nova Inglaterra, a América do
auto governo, onde os condados
sobrevivem sem procurar muito auxílio do
governo federal. As comunidades resolvem
os seus próprios problemas sem pedir ao
papai Washington ajuda. E isso porque
existe essa compreensão em Tokville de
que as comunidades da Nova Inglaterra se
ajudavam mutuamente, ou melhor, as
pessoas se ajudavam. As pessoas eram
responsáveis pelo bem-estar da sua
comunidade e assim um ia ajudando o
outro, o que fazia, no final das contas
uma diferença monstruosa.
E essa América então seria o modelo de
uma democracia perfeita, não baseada no
igualitarismo,
mas nos valores perenes da religião. uma
liberdade cujo sentido está na própria
palavra de nosso Senhor Jesus Cristo. É
claro que não são esses exatamente os
termos de Tokeville, mas a leitura nos
dá esse tipo de interpretação, uma
espécie de liberdade, porém uma
liberdade fundamentalmente ancorada na
moral, no princípio cristão do amai ao
próximo como a si mesmo. Isso aplicado
na vida comunitária quer dizer que um
cuida sim do outro. Cada um cuida de si,
mas também do próximo. Não adianta eu
estar bem e o meu bairro não ter água
tratada, não ter esgoto, ter pessoas
abandonadas, pessoas da marginalidade.
Somos todos responsáveis pelo mesmo
bairro, somos todos responsáveis pelo
mesmo município, pelo mesmo condado e
assim por diante. E essa América é que
deu super certo. Tão certo que nem o
maior esquema montado nos últimos anos
para destruí-la conseguiu, porque afinal
o loirão voltou levantando velhas
bandeiras como o American Great again
significa significando também a
recuperação dos valores perenes da nossa
fé. Muito interessante. Então, talvez
isso explique o por a América é tão
maior do que todo o resto de nós, porque
está fundamentalmente apoiada nisso ou
ancorada nesses princípios.
O governo não é, não pode ser um tirano.
O governo, a, os políticos não podem
governar para si próprios, eles precisam
governar para o povo. E é o povo quem
manda na classe política, entre outras
coisas. E a liberdade exercida como um
valor moral passa a ter muito sentido,
porque prioriza o bem-estar da
comunidade ao invés do enriquecimento de
uns em detrimento do da pobreza de
outros e assim por diante. Então, talvez
não é porque o americano seja mais
patriota, ele é igual a todo mundo.
Talvez não seja porque o americano tenha
mais educação. Ele é igual a todo mundo
nesse sentido. É porque lá os políticos
não fazem o que querem, tentam, mas
existem mecanismos para derrubá-los
quando não cumprem o que prometeram as
suas comunidades. Talvez seja só esse o
grande mistério, o grande segredo dos
Estados Unidos serem a gigantesca
potência que são. Deus salve a América.
Deus abençoe todos aqueles que lutaram
pela liberdade ancorada nos valores
eternos. Muito bem. Tô meio poético
hoje, não é? Pois é. É o dia da
liberdade, ou melhor, o dia da
independência, né? Mas nem tudo são
flores no dia da independência. Vejam só
que interessante. Uma pesquisa galop
levantou que o índice das pessoas que
são extremamente orgulhosas de serem
americanos caiu e caiu por, claro,
colaboração dos democratas que já não
sentem orgulho nenhum de serem
americanos. Vejam só, a uma essa nova
pesquisa galope mostrou um declínio
acentuado no orgulho dos americanos,
impulsionados principalmente por
democratas enlouquecidos,
alguns dos quais têm cada vez mais a
retórica ou alimentam cada vez mais a
retórica anti-americana,
com argumentos que parecem ter saído
diretamente de regimes adversários do
Partido Comunista da China", diz o
moderno
com. Os democratas são majoritariamente
contra a agenda Make America Great again
do presidente Trump, que pede fronteiras
fortes, aumento da população nacional,
recuperação de cadeias e suprimentos
para tecnologias que controlam a década
que controlarão a década de 19 2030,
perdão, eliminação de fraudes e
desperdício do governo federal e
resolução de ameaças à segurança
nacional por meio de deportação de
imigrantes ilegais criminosos. Isso é
muito sério. Se invertermos a situação,
entenderemos muito bem o que essa ala,
essa nova ala democrata deseja para o
país. Eles querem preferencialmente
uma política de fronteiras abertas, a
queda na produção nacional, a queda na
cadeia de suprimentos para que os
Estados Unidos não sejam a potência
dominante na década de 2030.
Eles também não querem a eliminação de
fraudes, querem mais fraudes e
desperdícios do governo federal e também
não querem segurança nacional por meio
de deportação de migrantes ilegais
criminosos. Que bacana, não é? Então
isso mostra claro que essa América
continua bastante dividida, só que agora
de forma mais acint mais descarada. É,
os democratas que não têm orgulho de
serem americanos estão dizendo sim
abertamente que querem a destruição da
América. Que contradição interna, não é?
Vai entender. Essas descobertas são uma
da são parte de uma pesquisa galope
realizada entre os dias 2 e 19 de junho,
que mostra um recorde, um recorde de 58%
de adultos nos Estados Unidos. que estão
extremamente ou muito orgulhosos. Isso
por parte majoritariamente
dos republicanos.
E 17%
muito orgulh eh relativamente orgulhosos
de serem americanos e outros 41%
extremamente orgulhosos de serem
americanos. Já pro lado dos democratas a
coisa mudou. 36%
deles afirmam agora que não tem orgulho
nenhum de ser americanos entre 62% do
ano passado. O orgulho entre os
independentes também caiu para um novo
mínimo de 53%,
uma queda de sete pontos percentuais em
relação ao ano passado. Bem, isso,
claro, repito, evidencia que há uma
divisão profunda. Mas vejam só, aqueles
que estão orgulhosos
e de serem americanos são também porque
o governo está dando resultado.
Imagine no seu país, no dia da
independência do seu país, o Congresso
vira público para dizer que de presente,
como presente do dia da independência,
aprovou uma lei que cortará
impostos. Imaginou que presentaço, né?
Pois foi exatamente isso que aconteceu
ontem na aprovação do Big Beautiful
Bill. É o projeto BibiB de Donald Trump.
Trump disse: "O projeto é histórico em
termos de impostos, incluindo a
eliminação de impostos federais sobre
gorgetas e horas extras e a criação de
uma dedução para o pagamento de juros de
financiamento de veículos. Ele também
promete um corte de 12% nos impostos
para famílias americanas com renda
inferior a $.000.
A legislação também aumentará o crédito
tributário para crianças, dobrando-o
para 2.200lares.
Aumentará a dedução padrão para 31.500
para 31.500 00 para famílias, expandirá
as contas federais de poupança para
educação e saúde e tornará o crédito
tributário de licença remunerada
permanente,
entre outras coisas, né? Mas isso já dá
uma ideia do tamanho do presente que o
governo Donald Trump está entregando às
famílias americanas. E é por isso então
que a os republicanos em peso hoje se
dizem mais orgulhosos do que nunca de
serem americanos.
Dorzinha de cotovelo por aí, né? Não.
Pois é. Bem, de manhã eu disse que Putin
numa conversa ontem com o Donald Trump
quis dar uma lacrada dizendo que a
independência norte-americana também
deve à Rússia. É, é verdade. Sim, é
verdade. O site Civil War lembra que a
Rússia teve sim também um papel
importante na independência
norte-americana, mas a forma como
Vladimir Putin falou ontem dá a
impressão de que ele quer capitalizar
isso. Ele um um ex-agente KGB que não
tinha nada a ver com a Rússia
quizarista. Aliás, a sua ideologia foi
que colocou a Rússia quizarista abaixo
daí, porque ficou uma tentativa bem
desloc deslocada de lacrar o loirão.
Agora, em relação à ajuda russa, isso é
importante. O Silvio War lembra o
seguinte, que durante a revolução
americana, a Rússia sim desempenhou um
papel significativo no fornecimento de
apoio financeiro e militar às colônias
americanas. Em 1778,
a Rússia e os Estados Unidos assinaram
um tratado de amizade e comércio que
formalizou uma aliança e reconheceu a
independência americana. A Rússia
forneceu apoio financeiro às colônias
americanas por meio de uma série de
empréstimos e subsídios. Em 1779,
a Rússia emprestou aos Estados Unidos 15
milhão de dólares, um valor bem
significativo, considerando a economia
americana da época. Esse apoio
financeiro permitiu que as colônias
americanas comprassem suprimentos e
equipamentos essenciais, o que também
ajudou a sustentar o seu esforço de
guerra. Mas teve também um apoio militar
da Rússia. A Rússia enviou uma frota de
navios de guerra ao Mediterrâneo em
1780,
o que ajudava a bloquear os portos
britânicos e interromper as linhas de
abastecimento dos britânicos. Esse apoio
militar foi crucial para aliviar a
pressão sobre as forças americanas e
permitir que se concentrassem
em derrotar os britânicos em terra.
Bem, a matéria aqui é longa do Civil
Wars, Civil War, mas deixa claro sim que
a Rússia desempenhou um papel
significativo no apoio à revolução
americana, mas uma Rússia bem diferente
da de hoje, não é? Seria, seria hoje
compará-la quase que a Rússia da antiga
União Soviética, que não tinha nada a
ver com essa boa relação de amizade
entre norte-americanos.
e russos no passado.
Bem, por enquanto é isso. Se você gostou
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por dia, de manhã e à noitinha, na
curtinha do professor, que hoje ficou
bem longuinha, não é? Mas um dia
importante, merece assim alguns relatos
importantes. E amanhã eu volto. Espero
vocês. Até lá, se Deus quiser.
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