Cuidado, muito cuidado. Se o seu filho está te pedindo um labubu ou se você tem
um labubu na sua casa, fique atento aqui a essa live, porque tudo leva a crer que
você colocou um demônio para dentro da sua casa. Eu tô colocando a imagem aí, né, do Labubu e do Pazuzu.
Vocês já repararam a semelhança daquele bonequinho, sabe? Desse bonequinho aqui
do Labubu com o Pazuzu, que é um demônio
de verdade. Um demônio que existe de verdade. Pois é, esse é um dos demônios
mais temidos da história da demonologia moderna. E essa história surgiu na
internet depois que o fenômeno dos labubus explodiu nas redes sociais e na
vida das pessoas. Então fiquem comigo aqui nessa live de hoje que eu vou te contar tudo sobre esse caso. Por quê?
Porque sou Carol Capel, a sua especialista em demônios favorita. E afinal, por que que eu sou especialista
em demônios? Porque eu convivo com muitos demônios todos os dias. É só eu
pegar meu celular na mão, abrir os comentários das minhas redes sociais e pronto, os demônio aparece. Então, eu
tenho experiência e propriedade para falar sobre demônios. Então aproveite aí
que essa live está começando. Já clica no like, já se inscreve no canal caso
você ainda não seja inscrito. E se você for novo por aqui também, não se esqueça
de se inscrever lá no canal de shorts, porque lá eu não estou de shorts, tá? Eu
estou só da barriga para cima. Às vezes de shorts também, mas não é sobre isso, é sobre os vídeos serem curtinhos, serem
short vídeos, tá? E o link do canal de shorts também está aqui embaixo na descrição para você que curte vídeos
curtos, rápidos. Esses vídeos são postados todos os dias e neles eu desvendo os maiores mistérios desse
nosso mundo estranho. E também não menos importante que isso, nesse sábado agora
nós vamos ter aquela live exclusiva para membros aqui do canal. Então se você ainda não se tornou um membro, se
inscreva. É só você clicar aqui embaixo em seja membro e você já começará a
receber os conteúdos exclusivos que são só para os membros. Tem vários vídeos exclusivos, então quem é membro pode
participar de lives exclusivas também, tipo essa que vai rolar sábado, que vai ser sobre nova medicina germânica. E já
tem muitas outras lives salvas lá para você assistir também. Então é só clicar em seja membro e vir fazer parte. Então
vamos lá meu povo. Que história é essa? Que papo é esse de que o Labubu, o
personagem favorito das crianças, dos adolescentes, dos adultos, de todo mundo
do presente momento tem origens demoníacas. Pois é, não sei se vocês
sabem disso, mas essa história aí tá rolando nas redes sociais. Esse negócio tá bem forte mesmo. Mas antes da gente
entender se é se não é demônio, antes da gente fazer essa análise comparativa,
a gente precisa entender, afinal de contas o que é o tal do Labubu. Eu tenho
aqui um exemplar original dele segurando uma Coca-Cola. Ai, gente, isso aqui eu
estou segurando milhões de dólares, tá? Porque o Labu foi criado em 2015, embora
ele só tenha viralizado agora em 2025, né? Ele foi criado em 2015 por esse cara
aí que é o Casing Lang, um artista de Hong Kong que, segundo informações do próprio artista teria se inspirado em
contos de fadas nórdicos para desenvolver o personagem. Então,
originalmente o Labubu era um protagonista de livros infantis, mas ele se tornou popular depois que começou a
ser comercializado pela empresa Popmart, que é uma empresa chinesa especializada
em caixas surpresa de itens colecionáveis. Então, vamos por partes.
Aqui já expliquei o que que é o tal do Labubu. Agora vou explicar o que que é o tal do Popmart, tá? Porque isso é uma
verdadeira febre na Ásia. E eu descobri essa febre pela primeira vez, quando eu
fui pela primeira vez para Inglaterra. Não tem muito a ver com Ásia, mas o que acontece é que no centro de Londres,
mais especificamente em Chinatown, tem uma loja da Popmart. Então tava passando assim na primeira vez que fui para
Londres e isso faz, sei lá, uns 5 anos mais ou menos. E daí eu vi uma loja
muito cheia, com uma fila imensa na porta, uma loja abarrotada de asiáticos
comprando. E aí eu passava ali todo dia. Um dia não tinha ninguém, eu entrei na
fila e comprei. Não, esse aqui já vou mostrar para vocês o que que eu comprei. Porque, gente, a Popmart é uma empresa,
uma loja, né, que ela foi fundada em 2010, ou seja, faz muito tempo. E ela
tem sede em Pequim. E ela se tornou referência em brinquedos colecionáveis,
especialmente no formato de blind box. O que é blind box? Blind é a palavra inglês cego e box é caixa. Então são
caixas a cega. Você compra uma caixa com o tema. Então, por exemplo, se você
comprar uma caixa de labubu, você compra com o tema, mas você não sabe qual modelo de labubu tem dentro. E aí, ao
abrir, então, você tem ali a surpresa de, nossa, tirei esse que segurou latinha, né? E essas caixas surpresas
elas mantém o conteúdo oculto até elas serem abertas. Então, cada uma dessas caixas surpresa, ela tem uma figura de
uma série temática. Então, não é só o Labubu, tá? Existem outras franquias que
também são vendidas nas lojas de Popmart. E isso cria um efeito surpresa,
né? incentiva ali a pessoa a continuar consumindo até completar a coleção
inteira, né? E isso veio, gente, meio que para substituir aquelas vending machines, que são aquelas maquininhas
que você coloca a moedinha gira e cai ali uma bolinha com um negocinho dentro
e tal. Agora, a estratégia de venda do Popmart, ela se baseia exatamente na
estratégia da escassez artificial, que gera engajamento emocional. Então, todo
mundo acha que tem que ter porque vai ficar sem, porque vai acabar. E essa escassez acaba gerando estas filas
imensas que eu contei para vocês que eu peguei lá na loja de Londres, mas em qualquer loja da Palpmart que você for hoje em dia, você vai ver a exata mesma,
o exato mesmo fenômeno, né, que é esse fenômeno da escassez. Eu tenho alguns para mostrar para vocês aqui além do
labubu. Então, vou mostrar e vou explicar. O que acontece é assim, você entra na loja, aí tem várias coleções,
por exemplo, tem a coleção de Toy Story, né? E daí na coleção de Toy Story tem vários personagens e você compra a
caixa, você não sabe o que que tem dentro e quando você abre de repente sai o ursinho lotso. Esse aqui eu comprei na
Popmart no Japão. Mesma coisa acontece com outras coleções de outras eh
empresas, como por exemplo a coleção do Snoopy, que gente é muito pequenininho, mas dá para ver o Snoopy aqui, ó. Que
acontece assim, é o Snoop em vários cenários. Você compra a caixinha, você não sabe o que vem dentro. Aí você abre
a caixinha e tem lá o Snoop na lavanderia. Mas pode ter o Snoop na garagem, o Snoop fantasiado de coisa do
espaço, tem vários. Mesma coisa acontece com essa coleção aqui dos tigres, essa que comprei em Singapura. E ele vem com
um filhinho, gente, ó. Tá vendo que tá chorando? E ele tá tentando acalmar. Então são coleções, não é só o labubu em
si, são vários tipos de colecionáveis. E afinal de contas e a pergunta não quer
calar é para que que serve? Para absolutamente nada, tá? Existe uma
carência muito grande, principalmente em adultos, né? E essa carência eu observo
ainda mais um adulto asiático. E gente, o asiático ele é o campeão da tranqueira
mundial. Eles moram numas casas minúscula, eu nem sei onde cabe tanta tranqueira, mas eles estão sempre comprando essas coisas, comprando essas
coisas. E só quem já foi, quem já esteve numa loja da Popmart sabe o quão legal
é, porque meio que você acaba sendo envolvido ali por essa história, né,
essa narrativa de que você vai abrir a caixa e vai encontrar uma coisa fofa dentro, então você acaba comprando. Mas
assim, eu não sou aquela pessoa de ai, comprei 50.000, E eu tenho a coleção. Não, não sou eu. Eu não tenho essa essa
carência afetiva. Eu comprei mais para saber qual que era. Achei legal algum outras coisas. Já tive outras e já doei,
já dei embora, acabei dando para crianças e tal, que não é uma coisa que me preenche, mas para o asiático é um
negócio realmente assim, é uma febre. Tanto que as lojas são imensas, eh,
mesmo com essa quantidade de fila que eu tô falando para vocês aí, são lojas imensas, são horas de fila e são
coleções exclusivas. Inclusive, nessa loja de Londres também tinha coleção exclusiva. E eles fazem isso justamente
para gerar essa escassez, esse desejo, né, nas pessoas que já não têm assim uma psiquê muito bem formada. E o que
acontece, gente, com a história do Labubu, especialmente é que uma celebridade de Kpop, mais
especialmente a Lisa, integrante do Black Pink, eu tô mostrando uma foto aí para vocês, ela apareceu numa foto, uma
foto no perfil dela que viralizou nas redes sociais com um labubu pendurado na bolsa. Então vocês estão vendo aí uma
bolsa caríssima, né, que tem que ser uma bolsa de marca, então tem que ser Hermes Viton, Gut, Prada. Você não me venha
querer enfiar um labubu na bolsa da Xiin, que não é o mesmo hype, tá bom?
Fique sabendo. Então ela apareceu publicamente com essa essa pelucinha, né, pendurada e de repente isso virou
uma febre que tomou o mundo inteiro. Isso foi o suficiente. Essa foto que
vocês estão vendo aí na tela. foi o suficiente para que os asiáticos lotassem as lojas de Popmart em busca de
seus labubus. E digo-lhes mais, eu estava no Japão na semana que essa essa
vagaranha, essa prostibunda postou essa foto. E por que eu tô falando isso? Porque na semana que eu
estive no Japão agora, em abril de 2025, né, março, abril de 2025, foi quando começou essa febre. E porque começou
essa febre, as lojas de Pop Marte ficaram absolutamente lotadas, abarrotadas, por causa dessa menina aí
tinha filas quilométrica de dar volta no quarteirão. E daí eu pensei, gente, o que está acontecendo aqui? O que que tem
ali de tão importante? Aí, eh, olhando no TikTok, rapidinho, eu descobri que era uma nova febre. E aí vocês sabem
muito bem o que que acontece quando essas febres acontecem, né? É a mesma história do Furby. Quem aí lembra do
Furby? Quem aí é da época do FBY, quando os norte-americanos lotavam ali as lojas, faziam filas para comprarem os
seus furbies? Eu nunca tive um, gente. Talvez seja isso. É, talvez me faltou um FB. Eu acho que é por isso que eu sou
assim. É falta de FP na minha infância. E o que
acontece, gente, é que eu tava lá e falei: "Mano, o que que tá acontecendo?" Né? Isso sempre foi uma loja normal,
sempre existiu. Como eu disse, eu conheço a loja já há uns 5 anos e aí entrei no TikTok e acabei descobrindo
que era por causa disso. E graças a isso, celebridades no mundo inteiro
começaram a comprar esses labubus, a ostentar esses labubus e a pendurar
esses labubus nas bolsas, que não podem ser qualquer bolsa, como eu já falei para vocês, tem que ser bolsinha de
luxo, algumas que chegam a custar de 100.000 a R$ 450.000 R$ 1.000 com o
bonito do Labubu pendurado e ele acabou, gente, virando um item de luxo também
graças a essa escassez. Então, as lojas ficaram vazias e as pessoas inclusive
acabaram falsificando, né? Existem várias cópias do Labubu. Hoje em dia,
tem o La Fufu, Labobou, Lalá. É, tem várias cópias ali que são o curioso, né,
gente, porque ele é produzido na China, o original, e a cópia também. Então não dá nem pra gente falar que é chinês, né?
Mas o que acontece, como eu consegui esse aqui, isso aqui é totalmente conteúdo totalmente fútil, eu sei, mas o
que acontece, gente, é que eu tava no Japão e tava essa febre e a febre ainda não tinha chegado na China. E aí eu saí
do Japão, fui pra China, que é onde eu ia pegar o voo de volta para cá, para casa. Vocês lembram que eu contei para vocês que eu, Malidov vai em China e eu
tô passando na rua assim, eu vejo uma loja de Popart totalmente vazia. Aí eu falei pro meu marido, falei: "Vamos
entrar, vamos entrar que eu vou comprar um porque ele vai me servir para alguma coisa". E olha só o plot twist, mãe
Carol adivinhou de novo o plot twist que sim, é dois meses depois ele tá me
servindo aqui para poder explicar para vocês, né, o que está acontecendo, o que há por trás dessa febre. E então tem o
original, tem o fake e eu quero mostrar para vocês o preço disso porque é algo
absurdo pro tamanho dele, gente. Ele é do tamanho da minha mão. Olha isso aqui é minúsculo, minúsculo. E assim, a
qualidade dele é péssima. Ele vem com uma etiqueta enorme que eu cortei porque tava me dando pânico. Embora eu não
penduro ele na minha bolsa, né? Eu tenho noção, mas eu quero mostrar para vocês o
preço disso aqui. Olha, aqui na Polônia, vocês estão vendo aí na tela, ali no meio tá escrito original, né, né, que é
a palavra original para laabubu. Em polonês tá escrito original no Popmart, 34 slot e 40. Isso é algo que como que
R$ 560 a R$ 600, tá? Além disso, ali do outro lado nós temos o Labuno, que é o
falso, né? né? Tá sendo vendido pela Temo. Ele custa 252 slot 75
Groscher, eh, que é da moeda da Polônia, o que seria mais ou menos R$ 500, R$
520. E eu não sei que caraias, que é esse labobo que que aparece ali no
canto, gente, que é muito feio e muito barato, né? Que não sei, não sei o que parece pelo mas para mim parece uma
pelúcia de um cocô, né? E é esse labobo aí. e pl em polonês é pelúcia e embaixo
lababu, ou seja, uma confusão que está por 32 eh slot aproximadamente R$ 60,
que não tem nada a ver com o labubu. Agora, gente, como se isso não fosse caro o suficiente,
a gente sabe que nada é tão ruim que não possa piorar, né? Não sei se vocês já
viram o preço de um Lambubu original no Brasil. Eu peguei aqui uma foto, dei uma
loja para mostrar para vocês. Ó, o original tá custando R45
por um bicho feio desse. Aham. O Brasil segue nos brasiliando, né, gente? Eu
adoro falar isso, mas é a real, gente. O Brasil é tipo assim, tudo que você acha que tá ruim, que é caro, você chega no
Brasil, o Brasil fala: "um, não tá caro não. Vem cá que eu vou te provar que tá pior". Então, um labubu original no
Brasil custa R$445, o que para muitas pessoas é o dinheiro
que a pessoa tem para passar o mês inteiro, né? Um pouquinho ali do salário mínimo. E gente,
sabe quanto eu paguei, ó? Eu vou falar quanto eu paguei isso aqui na China. Eu paguei coisa de 80 slot mais ou menos,
que seria o aproximado de uns R$ 160. E achei caro, mas como eu disse, eu
falei que ia me servir para alguma coisa. já me serviu para algumas coisas inclusive, viu? Mas eh tá me servindo
para essa live aqui, então vai servir para outras coisas também, tenho certeza. O dia que não servir mais eu vou embora. Eu sou assim, sou super
desapegada. Então, de R$ 180, que é o que ele realmente custa numa loja da
Popmart, que é mais ou menos 53, eh, de 46 a 53, no Brasil, tá sendo
vendido a 1440, né? E a gente já percebeu que tem uma diferença absurda.
E é exatamente por isso que as pessoas acabam optando por comprar o falso. E só
por esse movimento das pessoas querendo comprar essas coisas falsas, a gente já
percebe o nível de viralização desses itens que inclusive deixou o criador do
Labubu multimilionário, né? Porque assim, o cara criou esse negócio lá em 2015, demorou 10 anos pro negócio fazer
sucesso e quando o negócio fez sucesso, né, fez sucesso de uma vez por todas. Aí
como a gente sabe que essas coisas quando viralizam, né, elas acabam estourando a bolha, porque assim, a
bolha é nós aqui, nós que vai de repente viajar comprar um labopu, você que viu
no Instagram da sua celebridade favorita, você que viu no TikTok, essa nossa bolha. Mas de repente nós sabemos
muito bem que pessoas que são religiosas, elas parecem que t formiga na calcinha para não falar formiga no
cu. Elas não sabem ficar paradas e elas começaram então a problematizar o Labubu
dizendo que ele é um demônio. Tá aí eu coloquei a foto aí para vocês. E de
fato, meu povo, o procrente, procrente real, tudo que não é Jesus e Deus é
demônio. E isso a gente já sabe. Eles demonizam tudo desde que o mundo é mundo. A gente sabe muito bem. E com o
Labubu não poderia ser diferente, né? né? Então existem várias imagens na internet. Eu tô mostrando uma delas para
vocês, mas são centenas, inclusive centenas de vídeos rolando e tal, comparando o Labubu ao Pazuzu, que é um
antigo demônio da Mesopotâmia. Agora, gente, para começo de conversa, o
Pazuzu, o verdadeiro demônio da Mesopotâmia, ele não é assim igual eu tô
mostrando essa imagem aí para vocês, não, tá? Ele é isso aqui, ó. E sim, a
pomba dele é uma cobra. Não sei como vocês vão lidar com isso. Se você tá assistindo no TikTok, você não está
vendo, vai pro YouTube para lá passando as imagens. Eles pegaram uma imagem que
não tem absolutamente nada a ver com pazuzu, né, que é essa daqui que eu tô mostrando para vocês. Tá escrito pazuzu?
e compararam com Pazuzu a divindade ou demônio eh sumério, acádio e assírio.
Então, a gente já começa por aí que a gente já tem um erro completamente grotesco da pessoa que fez essas imagens
que eu tô mostrando para vocês, só para fazer valer a própria crença, né? Mais
uma vez, e é aquilo, né? Os cordeiros de Deus seguem não nos surpreendendo em
mais um dia. Vamos ser bem sinceros, porque assim, independentemente daquilo
que você acredita ou não, dependendo de onde você tá vendo, quando isso tende a
reforçar vieses de confirmação que você já tem, é muito fácil convencer as
pessoas de que o Labubu foi inspirado nesse demônio e isso é um demônio real que existe. Quando, na verdade, a imagem
do demônio tá mais para isso aqui, tá? que é o pazuzu. Agora, gente, pazuzu.
Vamos falar do pazuzu que eu acho que a gente precisa agora aprofundar um pouco no querido Pazuzu, porque afinal de
contas o Pazuzu é um demônio. Sim, ele é um demônio assírio babilônico
mesopotâmico, que surgiu por volta ali do século VII antes de. Cristão
considerados, né, são territórios do Iraque, da Síria e ali partes do Irã.
Esse demônio em específico, ele era temido porque ele era o rei dos demônios
do vento. Ou seja, de todos os demônios do vento. Ele era o principal, né? O que mandava em todos, especialmente o vento
que vinha do oeste. Por quê? Porque trazia praga, trazia seca, trazia doença
e, principalmente, trazia morte. Agora, o nome dele aparece em vários amuletos,
em várias estátuas, em inscrições de ritual de proteção. Por que ritual de proteção? Porque, gente, na Mesopotâmia
antiga, muitos desses demônios, eles eram o que nós chamamos de forças
ambivalentes em demonologia. Por que forças ambivalentes? Porque ao mesmo
tempo que ele era um Deus que assustava as pessoas e que as pessoas temiam, ele
era um Deus protetor. Ele era um deus protetor contra forças mais malignas. E
é exatamente por isso que muitas, muitos rituais ocultistas do presente continuam
invocando pazuzu. É meio que uma coisa assim, você tá sendo atentado por um
demônio pior, invoca Pazuzu que Pazuzu apazigua esse demônio que é pior,
entendeu? Mais ou menos assim, ele também ajudava ali na época da Mesopotâmia, de acordo com as crenças lá
daquela galera. Vamos imaginar aqui, né, a gente tá falando de coisa de 6.000 a
8.000 anos atrás, tá? Ele ajudava as pessoas contra forças mais malignas,
especialmente a lamau lamautsu. Eu eu não sei exatamente como fala, se é
lamitu, mas a gente conhece essa deusa ou essa
demônia como Lilit, né, que é mais famosa, tal, porque Lilit, ela era
Lilitu na mitologia assíria e na mitologia babilônica ela era lamastu.
Então, é a mesma divindade. E essa divindade que era Lilite, que que ela
fazia? Ela roubava as crianças de dentro do ventre das mães. Então, ela era responsável pelos abortos. E as mães,
por medo dos abortos e das crianças morrerem e tal, elas invocavam o pazuzu.
Então ele era, ao mesmo tempo que um Deus que assombrava as pessoas, um deus,
uma divindade, um demônio protetor daquele povo. Então ele não era tão ruim
assim quanto a gente imagina, né? Porque aí que tá, como eu falei, para os
religiosos, tudo que não é Jesus e Deus é demônio. Mas nem sempre, tá, a gente
tem que analisar ali o que que essa entidade fazia e principalmente o
contexto da época. A a aparência física do pazuzu, ela é grotesca e ela parece
meio que uma colagem de vários pesadelos, como se tivesse vários pesadelos, fosse pegando todos os pesadelos, colasse, porque ele tem
cabeça de leão ou cabeça de cão, ele tem esse zoião esbugalhado aí para fora, né? Tem chifre de touro, ele tem essa boca
escancarada, uns dentes afiado, uma língua para fora, ele tem um corpo humanoide bem magro, bem enrugado. Ele
tem lá a cobra no lugar da pomba que eu falei para vocês, né? E ele é sempre
retratado com uma mão para cima, tá vendo? Ó, assim, que é inclusive, né, o
que Bafomé também é retratado e tal. E muitos demônios são retratados dessa
exata num gesto ali que é ritualístico. E esse gesto, gente, ele simboliza o
poder caótico dos ventos e o desequilíbrio da natureza em fúria. Então é sempre como está em cima, assim
como está embaixo. Então a gente tem que pensar também de onde vieram essas simbologias que são muito demonizadas
hoje em dia. O pózu, gente, ele é o arco inimigo de Lamashitu, que é Lilitu,
Lilit, né, que era um dos piores terrores do imaginário mesopotâmico. Era um demônio, uma demônia mulher feminina
que atacava mulheres grávidas, roubava os bebês ali dentro do ventre ou matava os bebês após o pai. Então, pera, vamos
explicar, porque tem gente que acha que realmente existia uma entidade que fazia isso, mas não é. O que acontece é que
naquela época não existiam meios científicos de comprovar e nem de explicar para aquele povo o que era um
aborto. Então, quando uma mulher sofria um aborto por causas naturais e tal, e geralmente era por causas naturais, elas
justificavam esse aborto como sendo obra dessa deusa, dessa divindade.
E mesmo sendo um demônio maligno, o Pazuzu era invocado para proteger as
mães e as crianças contra Lamashitu,
que era uma espécie de demônio pior, entendeu? Então é aquela coisa assim do mal que combate o mal, sabe? Ah, eu vou
chamar ali o mal para combater o mal, porque se eu chamar o bem, o bem não vai ser forte o suficiente para combater
aquele mal, porque aquele mal é muito mal. Então isso gerou uma adoração
naquela época que é esquisita e contraditória. Por isso que ele traz essa figura ambígua, que é muitas das
dos demônios eles têm essa figura ambígua, que é essa figura que traz pra gente ao mesmo tempo uma adoração e um
medo, né, que ele era temido, mas ele também era usado como talismã. Então, muitas estatuetas desse demônio aí que
vocês estão vendo na tela, elas eram colocadas nos berços dos bebês e,
inclusive usado aqui no pescoço por mulheres grávidas para afastar perigos ainda maiores. Então, sim, esse demônio
era decoração de quartinho de bebê antigamente. Ai, que fofura. Aí já pensou falar aí,
vem meu quarto do meu filho, mano. Ai que blus filho. Vem meu quarto do meu
filho. Aí você vai fazer no tour e de repente tem pazuzu ali. Por causa disso.
O pazuzu gente ele era o rei dos ventos, mas não no sentido bucólico, no sentido de ai tá ventando, que delícia esse
vento. No sentido poético, né? Mas sim, ele dominava os ventos quentes e sufocantes, principalmente porque a
gente tá falando de Iraque, Síria e Irã, com calor do desde sempre, né? E
ele trazia epidemias, gafanhotos, desidratação, insanidade. Então, como
ele não era uma ameaça constante, porque coisas assim não acontecem sempre, né? ele só aparecia ali em tempo de seco, em
tempo de fome, em tempo de guerra. ele era meio que um prenúncio de desgraça. Então, segundo os registros antigos ali
da civilização babilônica, Suméria e até Assíria, eh os sacerdotes realizavam
rituais de apaziguamento para impedir que Pazuzu soprasse seus ventos infernais nas cidades. E esses rituais,
como eu disse, algumas linhas ocultistas trabalham com eles até os dias de hoje. Então, a gente tem, dentre as
representações mais assim encontradas de Pazuzu, esta estátua que eu tô mostrando
para vocês é uma estátua de bronze que ela data do século VI ao século antes de
Crist. Nós temos também alguns amuletos que o pessoal usava no pescoço e esse
amuleto diz frases como: "Eu Sopazuzu, o rei dos espíritos malignos, acho que é assim, eh, eu sopra o ar que vem do
sul". Mas a gente também tem tábuas ali, né, com rituais e tal, que o pessoal
fazia para afastar esses demônios. E um dos artefatos mais conhecidos do Pazuzu
está hoje em dia no museu do Luvre. E é esse aí que eu tô mostrando para vocês
nessa imagem agora. Então, se você for ao Luvre, não se atenha apenas a Monalisa. Inclusive, detesto pessoas que
vão no Luvre só para ver a Monalisa. Tem coisas muito mais interessantes lá. Temos a estátua de Pazuzu no Luvre e é o
a estátua mais conhecida dessa divindade barra demônio, porque ele é considerado
dentro da demonologia, sim, mas ele não deixa de ser uma divindade, né? E como
eu disse, algumas linhas ocultistas ainda invocam pazuzu até os dias de
hoje. Ele aparece frequentemente em encantamentos mágicos, principalmente
contra doenças do tipo febres repentinas, infecções oculares, doenças sem causa, né, muito aparente. E os
rituais envolvem invocar o pazuzu para guardar a casa. Aí você enterra a imagem
de pósuz embaixo da porta de entrada, meio que como amuleto, ou coloca ele na cabeceira da sua cama. E você também
pode queimar oferendas ali com textos sagrados se você quiser eh invocá-lo. Não vou dar muito assim detalhe paraa
invocação, porque tem sempre os adolescentes louco que me assiste e vai invocar para usuo.
Eu não recomendo porque é magia do caos e magia do caos, como o próprio nome sugere, traz caos, né? a gente tem que
tentar equilibrar as forças do universo e não piorá-las. Esse, se é que vocês me entendem. Então, até os dias de hoje, a
invocação de pazu é eficaz, sim, mas perigosa, não é muito confiável, porque
como eu disse para vocês, é uma entidade bem ambígua, né? Então, ao mesmo tempo que ela traz o caos, ela pode te
proteger de algumas coisas, mas para te proteger, ela vai trazer o caos. E
assim, não tenho experiência com Pazuzu, não quero. Tenho experiência com os
demônios parecidos com Pazuzu mesopotâmicos também. E vou falar para vocês que, olha, é o caos mesmo, mas
assim, né? Sem caos também não há transformação, sem caos não há ordem. Então a gente tem que pensar também no
que a gente quer. Agora o Pazuzu ele era só um cara lá que tava de boa. Um cara
nem existe. Tô brincando, tô brincando. Pazu, você existe assim. Eh, ele era só
uma figura que estava esquecida no imaginário das pessoas que estudam a
civilizações antigas, mas ele ressurgiu de uma maneira bem explosiva e culturalmente distorcida no filme do
Exorcista de 1973 e ele aparece como o demônio que possui
a Rigan. Então o que acontece é que o diretor lá, o William Fredcle, ele usou
imagens autênticas do póuzu no filme que são inspiradas nesses artefatos que eu
tô mostrando para vocês aí. Inclusive essa estátua aí que eu tô mostrando para vocês, ela aparece no início do filme
durante uma escavação arqueológica no Iraque. Então, a história se desenvolve assim, eles encontraram a estátua e o
que acontece é que a imagem foi um pouco distorcida no filme do exorcista, como
todo filme, né, gente? o cara não se ateu eh provavelmente e fielmente ao que
o demônio é, né? E trouxe ali aquela imagem distorcida. Só que nós não podemos ignorar o fato
também, né, de que porque uma imagem de um ser associado à magia do caos foi
atrelado ao filme, aconteceram várias coisas nos filme do exorcista na vida
real que são totalmente inexplicadas. Então é por isso que eu falei para vocês, não recomendo mexer com bonito,
porque ele traz o caos mesmo. E às vezes o caos que ele traz não é o caos que você queria, né? Você pensa assim: "Ah,
vai dar uma bagunçadinha na minha vida, mas vai Não é assim". E o filme do exorcista tá aí pra gente
estudá-lo, sim. E pra gente entender, né? Agora, gente, alguns amuletos
mesopotâmicos alertavam para que você nunca olhasse diretamente para uma
estátua do pazuzu de noite, porque ali na época acreditava-se que ele poderia atravessar os planos dimensionais
através dos olhos humanos. E existem relatos apócrifos da Babilônia que dizem
que o vento que vem logo antes de uma epidemia tem o cheiro do bafo do pazuzu.
E esse cheiro é descrito como um cheiro metálico adocicado que parece o cheiro
de sangue seco. Também tem algumas versões do mito, né, do mito babilônico, que diz que Pazzu foi amaldiçoado por
Anu, que é outro deus ali também da região da Mesopotâmia, que é o deus do céu. e ele foi condenado a vagar entre
mundos, ou seja, ele fica ali num purgatório andando para lá e para cá até que ele seja invocado, né? E também,
gente, por causa disso, ele tem essa forma que parece que é inacabada. É como
que se alguém tivesse guspido ele, vamos falar a minha verdade, como se ele não
tivesse sido criado direito, né? porque ele não foi criado por nada que seja divino. E os sacerdotes ali da antiga
Síria, eles eh faziam escavações e rituais sobre casas amaldiçoadas para enterrar imagens invertidas do Pazuzu
com a cabeça para baixo, acreditando que assim o Pazuzu sugaria os mares do
submundo. Esse esse demônio, o Pazuzu, ele é um dos poucos demônios
mesopotâmicos que tem linhagem registrada, ou seja, ele tem pai, ele tem mãe, né? Ele é filho de Hamby, que é
o deus obscuro e sombrio, e ele é associado aos espíritos malignos. Aí
hoje, tá? Isso que eu tô falando com vocês no passado. Hoje, o Pazuzu ainda é objeto de estudo acadêmico, estudo
ocultista e estudos eh culturais e espirituais, porque ele é o símbolo do
dualismo espiritual, que é o mal que protege do mal maior. Às vezes, ó, vou
falar, às vezes a gente precisa de um pouco de mal. É por isso que o símbolo do y Yang tem, né, o tem aquele pontinho
branco dentro da do lado preto e o pontinho preto dentro do lado branco,
porque é assim que o nosso universo se organiza, principalmente dentro dos ramos do ocultismo, né? Ele como
arquétipo, ele é o protetor sombrio, tipo Adas, sabe, do Hércules que guarda
as fronteiras ali, né, do inferno, na representação do medo ancestral, fenômenos naturais sem explicação.
Então, por essa explicação que eu tô dando aqui para vocês, a gente já percebeu que uma coisa não tem
absolutamente nada a ver com a outra. Primeiro que o labubu não é esse demônio
que tá aqui. E segundo que o pazuzu que é esse que eu tô mostrando para vocês na tela, também não é o pazuzu. Ou seja,
essa imagem de pazuzu que vocês veem que tá escrito pazuzu embaixo, ela é uma imagem feita por inteligência artificial
de uma representação do que a inteligência artificial achou que seria o pazuzu. Então fez ali um desenhinho,
mas ele não é assim, gente, ele é tipo isso, tá? Então, a pessoa que jogou essa
treta na internet, que jogou esse, como posso falar, gente, que jogou essa, foi um fique na internet, pode ser assim, é
uma pessoa que não sei quem foi, tá? Eu tô falando só dos vídeos que eu tô vendo que estão sendo republicados, não sei
quem fez, mas quem fez é burro. Desculpa assim, assim falar abertamente,
né? É aquela coisa, eu concordo com a sua opinião, mas a sua opinião é uma opinião burra, porque não tem absolutamente nada a ver com o pasuzu
original. E com isso aqui, gente, não tô defendendo o demônio, não tô defendendo
nada, só estou defendendo o conhecimento mesmo, que eu acho que o conhecimento liberta. A gente sabe, e o próprio
criador do Labubu já falou, que o Labubu foi inspirado em criaturas monstruosas
da mitologia nórdica. E eu tenho certeza agora que nesse momento algumas pessoas mais dentro da
caixinha vão falar: "Ah, demônios". Porque como eu disse para essas pessoas, tudo que não é Deus e Jesus é demônio.
Mas não necessariamente, porque a mitologia nórdica foi destruída pela própria igreja que você acredita, né? A
igreja num passado não muito remoto, ela todas as as culturas, todas o as
mitologias que ela não conseguiu demonizar, ela destruiu com uma força
totalmente violenta. Então o Labubu, ele tem inspiração nos doentes da mitologia
nórdica, tá? Que são muito famosos inclusive. E o pazuzu, como eu já
mostrei para vocês aí, já falei por muitos minutos, né, que eu já estou até perdendo a voz. Ele era uma entidade,
assim que eu posso dizer, não chamaria de demônio, chamaria de entidade da Mesopotâmia. Mas é aquilo, né, meu povo,
isso aqui é só mais um dia, né, nesse nosso lindo planetinha que é cheio de
gente arrombada. Ai, Carol, então você está defendendo o surto coletivo do
labobô. Não, né, gente? nem um pouco, mas ao mesmo tempo eu acho que cada um
faz o que quer com o dinheiro que tem e com as suas carências também, porque a gente não pode negar que para alguns
adultos esses brinquedinhos, né, o excesso de brinquedinhos suprem carências de uma infância ruim, de uma
infância escassa. E, infelizmente só quem passou por uma infância escassa
pode entender esse tipo de movimento, né? E quem somos nós para julgar?
Pessoas que passaram por infâncias escassas e que precisam de uma coleção
inteira com 75, um de cada cor para pendurar na bolsa. Isso aí parecendo um mancebo pendurado. Tem gente que
precisa. Em todo caso, como eu queria trazer esse assunto aqui para vocês, eu queria falar sobre a questão do
conhecimento mesmo, né, gente? O conhecimento liberta, a ignorância aprisiona. E é exatamente por isso que
eu quis trazer esse assunto aqui no vídeo de hoje, porque é muito fácil a gente olhar e acreditar em tudo qualquer
coisa que a gente vê na internet, principalmente se essas coisas se comunicam direto com as nossas crenças,
né? Difícil mesmo é a gente abrir um livro, ler sobre o assunto, se
interessar sobre assuntos que não são da nossa bolha, fazer parte de outros grupos, assistir a conteúdos que são
diferentes daquilo que a gente acredita, ter uma opinião crítica, porém defender o direito da pessoa a fazer aquele
conteúdo e ter aquela aquela aquela opinião, né? Mas ao mesmo tempo,
como eu sempre falo para vocês, o conhecimento é extremamente importante.
Ele liberta e ele faz com que as pessoas deixem de ser tão aprisionadas em males
muito maiores. Por, gente, na minha humilde opinião, isso aqui é uma modinha
igual foi o FBY que eu comentei com vocês, né, que foi, se eu não me engano, foi na década de 90. Quem teve Furby,
comenta aí. que teve for era riquinho, hein, gente. Eu nunca tive, mas eu achava o máximo. Mas enfim, o que
acontece é que isso aqui para mim é uma modinha, né? Da mesma maneira que ela
teve ali o seu auge, eu já acredito que ela está em declínio. Por quê? Porque já
estão falsificando e tudo aquilo. Olha, anota isso aí que isso é sabedoria indígena. Tô brincando. Sabedoria de
Carol Capel. Eh, o que acontece, gente? de tudo aquilo que é do rico, que é da
classe A, porque isso aqui é caro, né? né? R$ 1445 mais uma bolsa de luxo é
caro. Tudo aquilo que é do rico, que é da classe AA, começa a perder a graça quando o pobre
tem acesso. Então, a partir do momento que começaram a falsificar Labubu, que todo mundo tem labubu, que todo mundo
pode comprar uma bolsa falsificada e pendurar e ficar exatamente igual o rico que tava esbanjando isso aqui, perdeu a
graça. Então, na minha humilde opinião, essa moda já está em declínio e outras
coisas surgirão, da mesma maneira que isso aqui surgiu, da mesma maneira que o FB surgiu e da mesma maneira que outras
coisas surgiram. E ao mesmo tempo nós sempre poderemos contar com os nossos
queridos amigos evangélicos para demonizar todo qualquer modinha que
surgir aqui sem conhecimento prévio em demonologia.
Então, eu quis trazer esse vídeo aqui para vocês, justamente pra gente discutir sobre esse assunto e também
para falar sobre esse assunto que muito me incomodou nas redes sociais nessa semana, quando todo mundo começou a me encaminhar. Vídeos repletos de
ignorância, fazendo comparações estapafúrdias com coisas que não se tem conhecimento. Isso aí, ó, isso aí me
deixa com os córnios ardendo, ó. Hã, não, não entendi esse comentário, mas o
filho da mãe debochado nem precisava de tadala. Entendi. Agora eu vejo esses personagens
e não me sinto à vontade. Parece que tem coisas a mais aí. Talvez a sua criança interior esteja curada. Para mim é só
mais uma pelúcia feia. Ah, o Thiago Lima diz: "Olá, Carol. Amanhã 21:18 do horário da Polônia. 161 doar de Brasília
será o início da profecia de Riu Tatsuk sobre o desastre que atingirá o Japão,
Taiwan, Filipinas e o Pacífico no geral. Eu sei disso, Thiago. Estarei de olho aqui. Vocês sabem que eu sou o olho que
tudo vê, né? E eu espero realmente que dessa vez ela não acerte a profecia. Mas
estou aqui, né, de olho em tudo e tudo que eu souber, eu trago para vocês.
Carol, vai ter lançamento eh de livro sobre medicina germânica, Felipe? Ainda não, eu ainda não me sinto preparada. Eu
já fiz uns quatro cursos. Eu aplico medicina germaniquin mesmo na minha família, as pessoas que eu conheço, as
pessoas que eu conheço me procuram, amigos e tal. Carol, tô com tal do Carol tô com hemorroida, que que eu, que que é
isso? As pessoas me procuram, mas ainda não me sinto preparada para um livro. Eu
lancei recentemente o livro sobre projeção astral e é isso, vai ficar por isso por enquanto, tá? Mas no final de
semana, no sábado, nós vamos ter live para os membros sobre medicina germônica. Então não percam. Eh, Carol,
o FB voltou, a gente puxa o rabo dele, ele muda de humor e personalidade, disse: "Família linda." Então, a família
linda não é igual antes, não. Antes ele não tinha isso aí. Antes não tinha puxar o rabo. E também não é a hype que era
antigamente, né? Família linda. Ai, ai, gente, eu queria, viu? Queria,
eu quis um furby. Carol, eu queria muito tomar um chá e um bolo com a Carol. Imagina os papo que sairia. Ai, claro.
Sim. A gente podia fazer, né, um chá e um bolo. Todo mundo. Nossa, já imagina o tamanho do bolo?
Já imaginaram os litros de chá que precisaríamos? Mas é, gente, a gente tem
isso. A gente assim, as nossas conversas são de outro nível. Eh, você colecionava
eh surpresas do Kinderovo? Claro, coleciono até hoje. Inclusive, semana passada, semana retrasada tava de TPM,
tava comendo Kinderirovo igual uma louca e tudo que vinha dentro eu tava amando. Vários bichinhos, umas coisinhas do
Super Mario também. Eu colecionei, deixei tudo em cima da mesa assim que eu comendo e já deixando comendo. Chegou
uma hora, me deu um surto, peguei tudo, joguei fora, falei: "Não, eu não preciso disso, eu não sou acumuladora. Eu, hein,
me joguei fora, gente, desculpa, mas eu colecionava quando era criança. Vocês colecionavam também?" Mas nem compara, né, gente? O Kinderovo de hoje do
Kinderovo de antigamente, né? No Brasil vem atrasado, atrasado, cheio de cópia,
né, Cléber? E quando chega no Brasil, quando o pobre tem acesso, aí a moda passou. Isso aí é um fenômeno, viu? Que
eu é um fenômeno que chama não deixar o pobre ter acesso às coisas. Infelizmente, vamos falar bem real,
vamos falar real. A gente quer fingir, fingir que não é, mas é a real é essa.
Ah, pera aí. O Labubu parece um dos personagens do filme Onde vivem os
monstros. Nunca assisti esse filme, mas ele é inspirado na mitologia nórdica. A gente lá na Noruega, na Dinamarca, na
Suécia, tem vários desses duendes. E é muito comum eh esses duendes assim são
extremamente trapasteiros, são os safard. O Cláudio diz que coleciona
lápis de escrever. A gente sempre vai ter, gente, uma carênciazinha de coleção. Vocês sabem. O meu meu hobby é
cheirar canetinha. Vocês sabem. Eu não escondo. Inclusive
comprei novas. Hum. Já não tinha o suficiente, né? Já não tinha 350. Eu
quis o quê? Mais um kit de 96. Canetinha a base de álcool. Hum. Mach. Meu hobar
canetinha. A gente sempre vai ter uma carência que precisa ser suprida. E essa carência, ela vem de uma infância, tá?
Então a gente sempre vai ter isso. Infelizmente, independentemente do quão feliz foi a sua infância, a gente sempre
vai buscar, quando a gente tem condição, nutrir aquela criança que foi desnutrida
de alguma coisa. No meu caso, eu sei totalmente onde que isso me afeta, onde que as canetinhas me afetam. numa
infância onde eu ia paraa escola com material básico, não tinha nada de luxo, não tinha nenhuma coisa assim que era
extraordinária e aí chegava, estudava escola particular, né? Chegava um monte de criança e eu era bolsista.
Ai que pobreza. Aí chegava um monte de criança que não era bolsista, que o pai era dono de empresa, a porcaria toda,
com as canetinhas ultra mega blaster, né, do planeta Terra. E eu só tinha ali os meus pouquinhos, entendeu? Então,
essa criança ali do jardim de infância que não tinha canetinha para cheirar, tá
cheirando hoje. Então, a maioria das nossas das nossos, né, coleções e as
nossas obsessões e tal, ela vem ali, né, de uma infância onde existe uma escatez.
Eh, eu amo cheiro de livro. Exatamente. Porque existe alguma alguma memória afetiva com esse cheiro de livro, né?
Então, a gente sabe muito bem que inclusive essa frase não é minha, mas eu
amo essa frase. É a frase Araújo, estive com ele hoje. Eh, vou escrever aqui, tá?
Todo excesso esconde uma falta. E, gente, isso é tão real, mas tão real,
esse excesso das pessoas comprando labubu. Qual é a falta que tá por trás de tudo isso? Hum. O excesso de
canetinhas que Carol Capel compra. Já expliquei a falta aí para vocês, né? E
com isso a gente tem milhões eh para que existe curso superior em psicologia, né?
Pois é, André, eu sou mestrada em neurociência. Se exatamente do que eu estou falando. O cheiro da folha
prensada no mimiógrafo. Pois é, que traz uma memória ali da escola, né? daquele
momento onde não existiam problemas, onde sua vida era bonita, você tinha contato com seus amigos, os papéis de
carta, são todas coleções, gente. E o que me incomoda nessa questão do Labubu,
especialmente, não só do Labubu, mas essa demonização que a galera que é mais religiosa faz,
não só sobre Lobbu, mas sobre qualquer coisa, sobre filme da Disney, sobre isso, sobre aquilo. É uma demonização de
tudo. Essa semana eu vi, gente, eu vi um vídeo que era umas crianças dançando com
cara de zumbi. Não sei se vocês viram, passou para mim na minha timeline. Era umas crianças dançando com cara de
zumbi, uma mulher falando que não tinha que ver Pokémon, que não tinha que ver isso, que era do demônio, não sei o quê.
Gente, é uma demonização de tanta coisa que eu fico pensando, cara,
o o que que o que que realmente tá faltando na vida dessa pessoa para ela
viver esse excesso religioso, né? A Priscila Leite me perguntou aqui: "Você viu os vídeos de Brain Rotano? Você tá
me assustando? Não estou deixando meu filho assistido. Balerina Cappuccina. Mi mi mi. Claro que eu vi, querida. Eu sou
o olho que tudo vê. Aí eu já acho que tem um caso mais de psicologia infantil. não é necessariamente uma questão eh
religiosa, né, Pri? O que acontece é que esses vídeos, o Brain Rot italiano lá,
as falas do Brain Rod, né, elas ficam, né, guardadas muito rapidamente na mente
das pessoas. É só você ouvir uma ou duas vezes que você já decorou. E elas têm
mensagens que são prejudiciais, principalmente para crianças, né? Por exemplo, isso daí, balerina cappuccina,
ela molhe de cappuccino assassino. Ela é a mulher do cappuccino assassino. Então, a gente tem várias várias coisas de
brain rotamente eu concordo que não são para criança, né? O próprio fenômeno do
Labubu mesmo, tem um monte de criança aí sendo spoiled, estragada, com dezenas de
labubu. Criança essa que brinca 3 segundos com uma porcaria dessa, depois
larga o bichinho para pegar pó e poeira. Inclusive, o meu tá todo cagado que ele fica ali na estante.
Mas é, a gente a gente sabe muito bem que tem esses fenômenos todos aí, mas o
que me preocupa com relação ao brainwot e as crianças na internet, aí já é uma preocupação mais de psicóloga mesmo, é
que as crianças estão involuindo, né, e principalmente em questão de QI, raciocínio lógico e atenção, por causa
que elas ficam o tempo todo lá, né, nas telas vendo essas coisas que não agregam
em absolutamente nada. Eu gosto de coisas no formato de flores de cereja japonesa. Tenho borracha, lencinho,
chaveiro, mas também, né? Quem não gosta de uma boa sacura, não é mesmo? Eu também gosto de coisas eh não em formato
de cereja japonesa, mas você já investigou, Cláudia, o que está por trás dessa obsessão? Concordo plenamente com
essa frase. Essa frase é maravilhosa, Cristiane. Eu atribuo ao dono dela que é o Éton Araújo, que eu sempre indico para
vocês, né, que é o terapeuta integrativo lá da medicina germânica. Agora a Bet, ela ama bonecas estilo
Barbie. A estrela lançou a Suzi. Eu preciso de uma aos 55 anos. Tá vendo? É,
Bet, para quem que você tá comprando essa boneca? É pra Bet de 55 anos mesmo
ou é pra Betinha lá de trás? Não é. Eh, Fabre Castel era de rico mesmo e era,
gente, e eu não tinha. Hoje eu tenho, eu comprei, mas é, hoje a gente vai fazendo
os eh os gostos da nossa criança interior, né? Nunca tive coleção de
nada. Desapegadíssima. Tamy, eh, odeio acumular coisas. Eu tenho uma outra,
gente, já tive mais. Eu tenho coleção de bolsa retornável e ainda durmo com dois ursinhos de pelúcia. Olha aí a criança.
Complicado, né, Carlos? Eh, vamos ver aqui mais comentários. Hã,
tem uns crentes aqui nos comentários que eu não vou responder, tá? Surto de vocês. Vocês vão surtar com o pazuzu
comigo. Eu quero que vocês Ai, ai, eu prefiro um coelho mais
bonitinho. Pois é, cada um tem a sua a sua opinião, não é mesmo? Aidolia
evangélica. Pois é, que olha para um negócio, pensa que é outra coisa e quando você vai ver, né, não tem absolutamente nada a ver, mas segue
espalhando aí o caos. E principalmente enchendo o saco da vida das pessoas, que tem nada a ver com isso, né? Eh, pera
aí, pera aí, pera aí, gente. Consigo fazer duas coisas. Ah, eu sou igual a Carol, compro todas as canetinhas, já
vejo o lápis preto também. Ai, gente, eu sou, sou a louca canetinha. Olha aqui, vou mostrar. Essa daqui, meninas, fica
só na minha mesa. Essa daqui, ó, vergonha. Essa daqui, ó. Essa aqui,
isso aqui é coisa assim pro dia a dia, mas não é para pintar. Isso aqui não tem nada a ver. Isso aqui não tem cheiro.
Não tem cheiro de álcool. Vamos esperta aquele negócio lá. Essa daqui é só para
coisas de escritório mesmo. Por exemplo, ah, eu tenho que fazer um vídeo sobre o
pazuzu. Eu pego pazuzu. Combina com que cor? Com azul. Pazuzu. Azul.
Pazu. Encho de florzinhas. Tudo que eu sou. Meninas, eu sou essa pessoa que anda entre os demônios. Sim, mas eu sou
essa pessoa fofa. Eu não sou nada fofa, gente. Aqui a mania dos adultos é beber
reborn. Já falei também sobre isso aqui no canal, viu, Nara? Mais um, mais um excesso que esconde a falta, né? Eh,
caramba, daqui a pouco o pessoal vai de Folete, Falcon, Changeman, etc. Eu amava
a Barbie, disse Claudiana. Então, né, essa frase é atribuída a Freud. Eu ouvi
do Everton, querido. Então, vai ser do Everton. Eu não ouvi do Freud. Tá bom.
Até porque, gente, curto Freud, mais ou menos. Eu acho que assim, a gentear toda a mente do século XX em um cara que
viveu nos anos 1800, que coisa meio complicada, né? Hoje em dia a mente do
ser humano é diferente da mente que Freud estudava. Então acho que a gente poderia evoluir um pouquinho mais no
pensamento psicológico e da psicanálise, mas eu não vou entrar nesse termo, nesse ponto aqui não, porque os psicólogos e
os psicanalistas vão surtar comigo. Salário do Brasil, 1500. Olha aí,
Aparecida. Tô segurando o salário do Brasil na
minha mão. É triste. É triste, mas é a realidade. A nossa, minha nossa,
cheiradão de canetinha. Aqui a gente tem cheiradão de canetinha, Reraldo. É o nosso jeitinho.
E com isso eu queria contar para vocês, né? Queria contar essa história do Pasuzu para vocês. O Cleon coleciona
Pokémons e jogos. Essas febres, Carol, por coisas que não acrescentem nada, nos
deixa mais preso à Matrix. De alguma forma, assim, você meio que serve ao sistema, né? Porque pra pessoa gastar o
salário inteiro dela do mês inteiro num negócio desse, você tá servindo ao sistema. O sistema manipula, ele te
vende como um item assim de última necessidade. Você tem que ter para você se sentir aceito, incluído. E ninguém
gosta de não pertencer, né? E por eh não pertencer,
pelo medo de não pertencer, a gente sai por aí fazendo coisas que servem ao
nosso pertencimento. Eu queria contar isso para vocês, né? Queria trazer essa
história, gente. Não, mentira. Pera que nós temos aqui um momento nostalgia.
Meir Vitorela, Carol maravilhosa. Trabalhei com você na Garante Tech no M de produtos, lembra? Claro que eu lembro, Miry. Que saudade. Ai, que
linda. Sim, até até fiquei emocionada. Lembro, gente, deixa eu contar. Já fui atendente de telemarketing e trabalhei
com a Mary. Foi meu primeiro emprego. E, ô Mary, que que você tá fazendo aqui, mulher? Você caiu aqui de para-quedas ou
você pesquisou meu nome ou você sabia que eu souó que eu sou essa pessoa?
Que saudade. Meiri, você tem Instagram? Bota o @ do seu Instagram aí que eu quero te seguir. Um beijo para você,
Meiri. Claro que eu lembro. Batia altos papos com ela quando a gente não tava atendendo. Claro que era a maioria das vezes, né? A gente era bem
procrastinadora. Ai ai, ai. Caramba, essa aqui foi, essa
foi forte. Olha aí. Saudades. Ai, que linda. Um beijo para você. Você mora em São Caetano, você mora em São Paulo? Eh,
sempre te segui, menina. Mentira. Olha, gente, eu tô aqui tomando um chá com Meir e Vitorelo hoje
nesse programa. É isso, gente. A gente, no Brasil a maior moda é o tigrinho.
Vocês viram, gente, que a Virgínia, depois de ser indiciada por eh divulgar o tigrinho, agora quebrou um contrato
milionário de R milhões de reais. E você aí achando que esses influencers
se preocupam com você. Ela só quebrou o contrato porque ficou feio pra imagem
dela, né, Carol? Essa situação também explica porque as pessoas em Deus são famosos. tipo fã surtados da Virgia. Ai
Fabiana, tô falando sobre isso. Ela sempre a minha mente não consigo me conformar com essa loucura de endeusar
pessoas. É, então, mas também uma falta, né, Fabiana? Às vezes a gente projeta no
outro aquilo que a gente queria ser, né? E isso aí é pesado, viu? Eh, muito
obrigada, viu? Eh, Fabi, pelo seu comentário. Gente, é isso, tá? Aí eu queria contar para vocês essa história
do Labubu, do Paz do Zu e desse outro bicho que criaram na inteligência artificial, que não tem absolutamente
nada a ver, são coisas que acontecem só nas lives. E é mesmo, a gente nunca
espera, não é mesmo? Mas sempre tem uma loucura coletiva acontecendo por aqui.
Então eu queria contar isso para vocês, queria explicar essa situação. A gente falou um pouco também sobre as nossas
faltas, né? E acabei encontrar a colega trabalho. Ai, adorei. Um beijo para
você. Olha de Santo André. É verdade, é verdade. Eu que era de ali perto de São Caetano. Não era São Caetano, não sou
São Caetaner, eu sou vilalpin me passa o seu do Insta que eu quero te
seguir ou então vou procurar teu nome lá depois, tá bom? É isso, gente. Eu queria
agradecer demais a presença de vocês aqui em mais essa live. Amanhã temos vídeo novo e também no fim de semana aí
nós vamos ter a live dos membros. Então se você ainda não é membro, você tem que
dia hoje? Quinta. Você tem dois dias para se tornar membro e depois as lives
que acontecem ficam salvas pros membros. Então fiquem tranquilos que vocês se
tornando membros depois vocês conseguem assistir também. Tá bom? Nós vamos falar de medicina germânica sobre a causa
emocional das doenças, um assunto que eu entendo muito. Eita, pente uma pessoa que é doente. Eu e aí eu resolvo todas
minhas tretas com medicina germânica e vou ensinar vocês a resolver também. Vou dar o caminho das predas, tá bom? Um
beijo para vocês, uma ótima, um finalzinho. Você, para mim é finalzinho, para vocês ainda é meio, né? Uma ótima
quinta-feira para vocês. E eu vejo vocês no sábado na nossa nova live e na live dos membros. Bí.
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