Muito bem, então estou vendo que
terminou agora a pouco o encontro entre
o embaixador brasileiro Mauro Vieira e o
secretário de estado Marco Rúbio, para
discutirem a questão do tarifaço. É, a
informação que eu tenho aqui é que foi
um encontro tenso e direto. Segundo
relatos, Rúbio deixou claro que não
haverá avanço nas negociações sobre o
tarifaço, nem na aplicação da lei
Magnitsk, enquanto não houver progresso
real no combate à opressão judicial no
Brasil.
Em outras palavras, Marco Rúbio disse
que o problema do Brasil não é
comercial, ele vai muito além disso. Mas
eu estou aguardando aqui também o
comunicado oficial eh do secretário de
Estado, Marco Rúbio. Até o momento ele
não publicou nada no X e não adianta
buscar lá na página oficial do
Departamento de Estado, porque o governo
está fechado. Então, as notícias à
imprensa são dadas com muito atraso. É
mais fácil esperar aí um comunicado
através do X, mas isso ainda não
aconteceu. E o embaixador Mauro Vieira
disse que às 18 horas, bem, agora falta
pouco para as 18, ele fará um
comunicado. Eu estou fazendo o vídeo, me
antecipando a esse comunicado, mas
acreditando então de fato que o encontro
foi direto e objetivo. Não haverá avanço
na questão do tarifaço e nas questões da
lei magníca se não houver avanço na
opressão judicial no Brasil. E a
pergunta, claro que se faz é a seguinte:
alguém esperava algo diferente de Marco
Rúbio? Bem, falou-se muito na tal
química, numa química, mas a química até
então era uma química relativa a um
encontro de Donald Trump com Lula na
ONU. E provavelmente essa química não
tem nada a ver com o que pensa Marco
Rúbio. É uma química que não se estende
por osmose para o governo Trump, a para
o resto do governo Trump. Aliás, eu
tenho K para mim, que foi só um jogo de
palavras do Loirão, que é um tremendo
negociador para criar essa expectativa
no jeitinho brasileiro de que está tudo
resolvido, a química resolve tudo. Só
que não, não resolve. Lá na América o
buraco é mais embaixo, aliás, bem mais
em baixo. E hoje, acreditem, Vladimir
Putin também sabe disso. É, Donald Trump
ameaçou dar os mísseis Tom Hawk para a
Ucrânia e talvez por isso Vladimir Putin
tornou-se novamente dócil para outro
encontro com o loirão. Mas tem algo,
algo além dos Toma Hawks para a Ucrânia.
Agora a pouco, o Dale Mel divulgou o
seguinte. O presidente Trump disse que
se encontrará com Vladimir Putin na
Hungria para discutir o fim da guerra na
Ucrânia após os dois líderes terem
conversado por telefone hoje. A data
ainda não foi definida. A ligação
ocorreu após Trump ameaçar enviar MS
Toma Hawk de longo alcance para a
Ucrânia e enquanto o presidente se
prepara para receber o ucraniano
Volodimir Zelenski na Casa Branca.
Sexta-feira,
Donald Trump publicou na sua plataforma
Truth Social o seguinte: "Estou falando
com o presidente Putin agora. A conversa
está em andamento, é longa e eu, assim
como o presidente Putin, relatarei o
conteúdo ao final. Obrigado pela atenção
a este assunto. Bem, agora vejam só, uma
notícia de ontem também coloca luz sobre
essa questão. Essa foi publicada no Just
News que dizia o seguinte: "O presidente
Trump declarou hoje, quarta-feira,
ontem, né, que o primeiro ministro
indiano Narendra Narendra Mod disse-lhe
pessoalmente que seu país, a Índia, não
comprará mais petróleo da Rússia.
Trump pressionou a Índia para parar de
fazer negócios com a Rússia numa
tentativa de bloquear toda e qualquer,
paralisar, na verdade, a economia russa
a fim de forçar o fim na guerra da
Ucrânia. Ele me garantiu hoje, disse
Trump, que não comprará mais petróleo da
Rússia. É uma grande parada. Agora
preciso que a China faça o mesmo. Bem,
aí a questão é um pouco mais complicada,
mas a Índia, o país mais populoso do
mundo, parece o que tudo indica,
confirmou o loirão: "Não compraremos
mais petróleo da Rússia e isso deve ter
caído como um balde de água congelada."
É sobre a cabeça de Putin. Tudo bem que
Putin está acostumado com o frio, mas
esse tipo de frio aí dói muito no bolso
de uma economia de guerra ou de um país
que está em guerra. Bem, o Jus de News
ontem, quanto a matéria era publicada,
dizia que os detalhes ainda não tinham
se tornado públicos e Mod não tinha
feito nenhum anúncio público até o
momento da publicação. Então, mas
aguardamos porque Donald Trump não diria
que o seu homólogo indiano se
comprometera em não mais comprar
petróleo russo se de fato não se
comprometera com isso e nem de longe
tivesse falado sobre isso. Seja como
for, então há aí uma perspectiva, de
novo, há uma perspectiva para a paz.
Vladimir Putin, por várias razões,
inclusive os mísseis Toma Hawks, está
disposto a conversar com Donald Trump.
Isso quer dizer o seguinte, pode ser que
Donald Trump tenha usado a mesma
estratégia de um antecessor seu, John
Fitzger Gerald Kennedy, que no passado
disse para o seu homólogo russo ou
soviético Nikita Krusov, que ele não
estaria, não teria medo, vamos dizer
assim, de usar armas nucleares se esse
fosse o caso, já que a Rússia, a, ou
melhor, a União Soviética, tinha
interesse em colocar mísseis nucleares
na ilha de Cuba. E aí John Kennedy
falou: "Tudo bem, então vamos para a
guerra nuclear e a União Soviética
retrocedeu. É bom lembrarmos disso. Pode
ser que Donald Trump tenha dito nas
entrelinhas ou deixou eh subentendido
que caso mandassem os mísseis Toma Hawks
para a Ucrânia, ele não se intimidaria.
em caso da resposta russa ser nuclear,
até porque Trump não acredita nisso. O
fato é o seguinte, Putin deve ter
pensado 10 vezes e se ele fizer isso
mesmo, se enviar os mísseis para a
Ucrânia e autorizar a Ucrânia a usá-los
contra nós, ele é louco. É capaz que ele
faça isso. Mas tem outro detalhe nessa
história. Donald Trump está simplesmente
numa semana espetacular. Depois que o
Ramas entregou 20, pelo menos 20 reféns
vivos para Israel, libertou os reféns e
ainda está na perspectiva de receber
mais reféns aqueles aqueles que estão
mortos. E ameaçou o Ramás de eliminar o
Ramá se o Ramás não abandonar as armas.
Quero dizer, o loirão nesse momento está
com tudo e está prosa sim. E talvez
Putin tenha pensado muito também com a
sua contabilidade,
porque fará muita falta o dinheiro dos
indianos daqui para a frente. E pode ser
só o começo.
Para terminar aqui, uma nota curiosa.
esquerda está reclamando, inclusive a
vice-presidente da Venezuela foi à
Rússia para reclamar que os Estados
Unidos querem porque querem tomar o
petróleo russo. Eu lembrei agora num
post no X. É, eu fiz um post no X
lembrando o seguinte. Maduro, há alguns
dias atrás, e isso quem relatou foi o
New York Times, que a esquerda adora,
relatou o seguinte, que Maduro ofereceu
a Trump os tubos, tudo que podia, ouro,
petróleo e até o cinto das calças, para
que os Estados Unidos levantassem as
sanções contra o seu regime e tirassem o
prêmio sobre sua cabeça e de seus
capanheiros
do cartel de los soles. É, ofereceu o
petróleo, que a esquerda está dizendo
que os Estados Unidos querem meter a
mão. É, leva o petróleo, pega o
petróleo, mas para com isso, pelo amor
de Deus. Bem, o petróleo não é de
Maduro, o petróleo é do povo
venezuelano, mas como Maduro manda em
tudo, não é? Ele ofereceu o petróleo e
os Estados Unidos disseram simplesmente
não.
A resposta foi objetiva e seca, como
provavelmente a conversa de Marco Rúbio
hoje. Não, isso não nos interessa. O que
aumentou, claro, e muito desespero de
Maduro. Mas isso quer dizer o seguinte,
esse discurso da esquerda tá feio, tá
pegando muito mal. Se os Estados Unidos
quisessem realmente o petróleo da
Venezuela, como aliás o Partido
Democrata quis no passado, é leia-se
Biden, deixaria Maduro de boa. É porque
afinal para que mexer em time em que se
está ganhando, né? Mas não é esse o
caso. Definitivamente
os Estados Unidos querem se livrar de
uma narcoditadura que tem prejudicado
seu próprio país e tem também colocado a
América do Sul, o quintal dos Estados
Unidos, vamos dizer assim, numa
vibe
muito ruim, muito tenebrosa.
Por enquanto é isso. Vou ficar aqui
aguardando o comunicado oficial do
secretário de estado, Marco Rúbio. daqui
a pouquinho, provavelmente ele postará
alguma coisa e amanhã eu volto com mais
detalhes desse encontro entre o
embaixador brasileiro e o secretário de
estado norte-americano. Tá. Depois, se
Deus quiser.
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