Existe um arquivo que o governo búlgaro manteve lacrado por mais de 40 anos.
Páginas amareladas pelo tempo contendo as palavras exatas de uma mulher cega
que via mais do que todos aqueles que têm olhos. E quando esses documentos
finalmente foram abertos ao público em 2016, uma frase específica fez os
pesquisadores congelarem. Uma frase sobre o Brasil, uma frase que dizia: "A
terra da cruz do sul guardará o segredo que mudará o mundo, e três cidades serão
as guardiãs dessa transformação. Quando despertarem, nada mais será como antes.
O que você está prestes a descobrir não é especulação, não é teoria da conspiração. São as palavras
documentadas de Baba viidente que previu o 11 de setembro o tsunami da Ásia, a
eleição de Obama. E quando ela olhou para o Brasil, quando sua visão atravessou oceanos e décadas, ela viu
algo que agora está começando a se manifestar. Ela viu três cidades específicas e nomeou cada uma delas.
Você está preparado para saber quais são? Porque uma vez que souber, começará a ver os sinais, os sinais que já estão
aparecendo agora mesmo, e não conseguirá mais ignorá-los em cada notícia, em cada
evento, em cada mudança que sacuda este país. Vangélia Pandevá de Mitrova.
Babaavanga, nascida em 1911 nas montanhas da Bulgária, perdeu a
visão aos 12 anos, quando um tornado a arremessou a centenas de metros de
distância. Quando a encontraram, seus olhos estavam destruídos pela areia que
havia penetrado com a força do vento. Mas na escuridão física, ela encontrou
uma luz diferente, uma capacidade que desafia toda explicação científica, a
capacidade de ver o futuro com uma clareza aterradora. Durante mais de 50
anos, pessoas do mundo inteiro viajaram até sua pequena casa. presidentes,
cientistas, camponeses, mães desesperadas. E ela lhes dizia coisas que era impossível saber, nomes de
pessoas mortas há décadas, eventos que aconteceriam anos depois, detalhes tão
específicos que céticos ficavam sem palavras. Ela previu que o 44º
presidente dos Estados Unidos seria afro-americano. Disse isso em 1989,
20 anos antes de Obama. Previu que o submarino Kursk afundaria coberto de
água. Previu as torres gêmeas, chamando-as de os pássaros de aço que atacarão os irmãos americanos. Previo o
tsunami de 2004, a primavera árabe, ascensão do terrorismo islâmico, 70% de
acerto. 70%. Nenhum outro vidente na história documentada tem essa
porcentagem. E essa mulher dedicou várias sessões especificamente a falar
sobre o Brasil. Um país que nunca visitou, um país que para uma aldeã
búlgara deveria ter sido irrelevante, mas não era, porque ela viu algo. Viu
que o Brasil jogaria um papel crucial no futuro da humanidade e viu o caminho exato que tomaria para chegar lá.
Deixe-me levá-lo ao testemunho mais importante. Estamos em 1988.
Um diplomata brasileiro que servia no Leste Europeu ouviu falar de Baba Vanga.
Por curiosidade, mais do que por crença real, viajou a Bulgária para conhecê-la.
Não disse quem era, não disse de onde vinha. Mas no momento em que entrou na sala, antes que ele dissesse uma
palavra, ela falou: "Falou em búlgaro". O intérprete traduzia e as primeiras
palavras foram: "Você vem da terra onde a floresta respira e o rio é pai de
todos os rios. Você vem perguntar sobre seu país, não sobre você, sobre seu
país." O diplomata ficou mudo, não havia dito nada, não havia dado nenhuma indicação, mas ela já sabia e então
começou a falar. E o que disse naquele dia foi gravado em áudio pelo intérprete. Essa gravação esteve perdida
durante anos. Mas em 2019, depois que o intérprete morreu, sua família a
encontrou entre seus pertences e a tornou pública. E quando você ouve essa
gravação, quando escuta as palavras exatas traduzidas do búlgaro, a pele
arrepia. Baba disse: "O Brasil é um gigante que não sabe que é gigante.
Caminha curvado quando deveria estar ereto. Olha para fora quando deveria olhar para dentro, porque dentro dele
está guardado o que o mundo inteiro buscará desesperadamente. E quando encontrarem três cidades serão
as portas, três cidades serão as chaves, três cidades mudarão tudo." O diplomata
perguntou quais cidades? E Bavanga, sem hesitar, nomeou-as. E o que disse sobre
cada uma delas é tão específico, tão detalhado, tão impossível de ter sido
inventado, que quando você analisa o que está acontecendo nessas cidades agora,
décadas depois, a coincidência se torna impossível de negar. A primeira cidade
que Baba Vanga mencionou foi Manaus. Quando ela disse esse nome pela primeira
vez, o diplomata ficou surpreso, porque Manaus, em 1988,
não era o centro econômico que é hoje. Era uma cidade relativamente isolada no
meio da floresta amazônica. Por que uma vidente búlgara estaria falando sobre
uma cidade brasileira específica, tão remota? Mas ela insistiu e o que disse
foi extraordinário. Manaus, ela começou. A cidade no coração da floresta. A
cidade onde dois rios se encontram, mas não se misturam. Lá está guardado o segredo mais antigo da terra. Um segredo
que está sob o solo, sob as árvores, sob a água. Um segredo que foi enterrado há
tanto tempo que a humanidade esqueceu que existe. Ela falou de algo oculto na
Amazônia, não petróleo, não ouro, algo diferente. Algo que ela chamou de o
conhecimento verde. Descreveu plantas que poderiam curar doenças que a medicina moderna não consegue curar.
Descreveu compostos químicos naturais que poderiam revolucionar a tecnologia.
descreveu sistemas ecológicos tão complexos e interconectados que contém
respostas para problemas que a humanidade ainda nem formulou completamente. "A floresta não é apenas
pulmão do mundo", disse ela. "É cérebro do mundo, é biblioteca do mundo. E
Manaus é a porta de entrada para essa biblioteca, mas a porta está sendo
destruída, as páginas estão sendo queimadas. E se a humanidade não acordar
a tempo, perderá conhecimento que levou milhões de anos para ser escrito pela
natureza. Ela previu que Manaus se tornaria um campo de batalha, não uma guerra militar
tradicional, mas uma guerra de interesses entre aqueles que querem preservar a floresta e aqueles que
querem explorá-la, entre aqueles que entendem o valor do conhecimento oculto e aqueles que só vem recursos. a serem
extraídos e deu um cronograma. Diz que haveria um momento decisivo, um ponto de
não retorno, um momento em que a destruição atingiria um nível crítico e
a floresta começaria a morrer, não apenas por ação humana, mas por colapso
sistêmico. E que esse momento viria quando o novo século completasse seu
primeiro quarto, 2025. Mas ela também viu outra possibilidade. Viu Manaus se
transformando em centro de um novo tipo de ciência, uma ciência que combina
conhecimento indígena ancestral com tecnologia moderna. Uma ciência que
entende que a floresta não é um recurso a ser explorado, mas um professor a ser
ouvido. De Manaus sairá a cura profetizou, não para uma doença
específica, mas para a doença da desconexão ou doença de achar que humanos estão separados da natureza. De
Manaus virá a lembrança de que somos parte de algo maior. E essa lembrança
mudará como a humanidade se relaciona com o planeta. Ela descreveu ver
cientistas, pesquisadores, curandeiros, indígenas, todos trabalhando juntos. Viu
laboratórios na floresta, viu universidades construindo pontes com comunidades tradicionais, viu
conhecimento sendo compartilhado em vez de roubado. Viu respeito em vez de exploração e deu sinais específicos de
quando essa transformação começaria. disse que seria quando a cidade visse a
escuridão em pleno dia. Quando perguntaram o que isso significava, ela explicou: "Quando a fumaça das queimadas
se tornar tão densa que o dia se transformará em noite, quando as pessoas não puderem mais respirar o ar, quando o
rio que alimenta a cidade começar a secar, então o povo de Manaus dirá: "Basta!" E dessa resistência nascerá
algo novo. Estamos vendo isso agora? As queimadas records, o rio negro em níveis
historicamente baixos, a qualidade do ar deteriorando. Esses são os sinais que
Babaavanga descreveu há mais de 30 anos. Mas ela também alertou sobre o perigo.
Disse que haveria tentativas de silenciar aqueles que tentassem proteger a floresta, que haveria violência, que
haveria interesses poderosos trabalhando para manter o status quo e que o povo de
Manaus e do Brasil como um todo teria que decidir se defende o conhecimento verde ou se permite que seja destruído
para sempre. Se Manaus falhar," advertiu, "se a porta
for fechada permanentemente, o Brasil perderá sua maior riqueza e o mundo
perderá algo que nunca poderá ser recuperado. Mas se Manaus tiver sucesso,
se a porta permanecer aberta, então o Brasil se tornará líder de uma nova era,
uma era onde tecnologia e natureza não são inimigas, mas aliadas. A segunda
cidade que Baba Vanga mencionou foi Brasília. Isso fez ainda mais sentido
para o diplomata, já que Brasília é a capital. Mas o que Baba Vanga disse
sobre Brasília não teve nada a ver com política convencional. foi muito mais
profundo, muito mais estranho. Ela disse, a cidade em forma de pássaro, a
cidade que foi desenhada não crescida, a cidade onde cada rua, cada prédio, cada
espaço foi planejado com propósito, mas o propósito verdadeiro foi esquecido ou
foi escondido. Baba então começou a falar sobre algo que deixou todos
confusos. falou sobre o design de Brasília ter significados ocultos, sobre
a cidade ter sido construída seguindo princípios esotéricos, sobre haver
geometria sagrada em seu layout, sobre a localização não ter sido escolhida aleatoriamente, mas por razões
energéticas. "A cidade foi construída em um ponto de poder", disse ela, "Um lugar
onde as energias da Terra convergem". Os que a desenharam sabiam disso, alguns explicitamente, outros intuitivamente, e
criaram uma cidade que é tanto capital política quanto portal espiritual.
Ela descreveu ver Brasília se tornando o centro de um despertar de consciência, não apenas no Brasil, mas
continentalmente. Diz que de Brasília sairia um novo tipo de liderança, não baseada em poder e controle, mas em
serviço e sabedoria. Verão surgir de Brasília vozes que falam diferente",
profetizou. Não os políticos tradicionais que mentem e roubam, mas novos líderes que entendem que o mundo
mudou, que os velhos sistemas estão morrendo, que é preciso algo completamente novo e deu características
específicas desses novos líderes. disse que seriam jovens em espírito, mesmo que
não em corpo, que falariam a língua do povo, não a língua dos corredores de
poder, que entenderiam tecnologia, mas não seriam escravos dela, e que
reconheceriam que liderança verdadeira é sobre elevar outros, não sobre se
elevar. Baba também falou sobre um evento específico que aconteceria em
Brasília, um evento que marcaria o início da transformação. Descreveu ver
um grande encontro, milhares de pessoas reunidas. Não uma manifestação política
comum, algo diferente, mais organizado, mais propositado, mais poderoso. Verão o
povo ocupando a capital, disse ela. Mas não com violência, não com raiva destrutiva, com determinação pacífica.
com clareza de propósito, exigindo não apenas mudança de pessoas no poder, mas
mudança do próprio sistema de poder. E deu um cronograma. disse que isso
aconteceria quando o povo estiver tão cansado que o cansaço se transformará em
coragem, quando a desesperança se transformará em determinação, quando o
medo de falar se tornar menor que o medo de ficar calado, ela descreveu esse
movimento começando pequeno em círculos, em pequenos grupos que se encontram em
casas, em cafés, em espaços virtuais, planejando, organizando, constru uindo
consenso. E então, em um momento específico, todos esses grupos pequenos
se revelarão ao mesmo tempo e o governo perceberá que não é um movimento, é o
povo. E alertou sobre a resposta. Disse que haveria tentativas de reprimir, de
deslegitimar, de dividir o movimento, chamando-o de extremista, de financiado
por forças estrangeiras, de qualquer coisa que possa fazer as pessoas duvidarem. Mas se o povo permanecer
unido, disse ela, se não permitir ser dividido pelas velhas linhas de sempre,
então nada poderá pará-los. Baba também falou sobre o que viria depois dessa
transformação em Brasília. Disse que o Brasil começaria a funcionar de forma diferente, que novas estruturas de
governança seriam experimentadas, que tecnologia seria usada para tornar o governo mais transparente, mais
participativo, mais responsável. Verão surgir em Brasília um novo modelo,
profetizou, um modelo que outros países estudarão. Um modelo onde o poder realmente vem do povo, não apenas em
teoria, mas na prática. E esse modelo começará a se espalhar primeiro para países vizinhos, depois para o
continente, depois para o mundo. Mas ela também viu o caminho negativo, viu a
possibilidade de o movimento ser cooptado, de líderes carismáticos usarem
o despertar do povo para seus próprios fins, de a transformação ser superficial
em vez de profunda, de mudar rostos, mas não sistemas. O risco maior, advertiu,
não é que a transformação não aconteça, é que aconteça pela metade, que tire
alguns do poder apenas para colocar outros que farão o mesmo. O povo de
Brasília e de todo o Brasil deve estar vigilante, deve exigir mudança real, não
apenas mudança cosmética. E a terceira cidade que Baba Vanga mencionou foi São
Paulo. Quando ela disse esse nome, o diplomata não ficou surpreso. São Paulo
é o coração econômico do Brasil, o motor, a cidade mais populosa. Fazia
sentido que fosse importante, mas o que Baba Vanga viu sobre São Paulo foi totalmente inesperado. Ela não falou
sobre economia no sentido tradicional, não falou sobre bancos ou indústrias ou
comércio. Falou sobre algo completamente diferente. Falou sobre colapso e renascimento. São Paulo, ela começou com
tom sombrio. A cidade que nunca dorme porque tem medo do que sonharia se
dormisse. A cidade que corre sem saber para onde vai. A cidade que consome sem
satisfação, a cidade que produz sem propósito. Essa cidade enfrentará sua
morte e do outro lado dessa morte renascerá. Ela descreveu ver São Paulo
chegando a um ponto de colapso, não apenas econômico, embora a economia seja
parte disso, mas um colapso sistêmico de infraestrutura, de serviços, de coesão
social, descreveu ver a cidade tão sobrecarregada, tão esticada além de
seus limites, que simplesmente não poderá mais funcionar da forma que sempre funcionou.
Verão os transportes pararem", disse ela, "não por greve, mas porque o
sistema literalmente não aguenta mais. Verão escassez de água, não por seca
apenas, mas porque a infraestrutura falha. Verão apagões não ocasionais, mas
constantes. Verão a cidade que sempre orgulhou-se de funcionar, descobrir que
não pode mais funcionar da forma antiga." E deu um cronograma. disse que
essa crise viria no meio da década do segundo 25.
2025 agora disse que os sinais já estariam aparecendo, que aqueles que
prestam atenção já veriam as rachaduras no sistema, mas que a maioria só perceberia quando tudo começasse a
desmoronar de verdade. Mas isso é crucial. Baba Vanga não viu isso apenas
como tragédia, viu como oportunidade, como necessidade, até porque São Paulo,
segundo ela, não poderia se transformar sem primeiro colapsar. Estava muito investida no velho modelo, muito presa
aos velhos sistemas. Só uma quebra completa criaria espaço para algo genuinamente novo. "Do caos nascerá
ordem", profetizou. Mas não a velha ordem, uma ordem nova de baixo para
cima. As pessoas de São Paulo são sobreviventes, são lutadores, são criativos. Quando os sistemas oficiais
falharem, elas criarão seus próprios sistemas e esses novos sistemas serão
melhores que os antigos. Ela descreveu ver economia colaborativa explodindo em
São Paulo, não como conceito abstrato, mas como realidade vivida. Pessoas
compartilhando recursos, criando moedas alternativas locais, estabelecendo
sistemas de troca, formando cooperativas, construindo redes de apoio mútuo que funcionam melhor que as
instituições que falharam. Verão nascer em São Paulo", disse ela, "a semente de
uma nova economia, uma economia que não é baseada em crescimento infinito em um
planeta finito. Uma economia que valoriza bem-estar acima de PIB. Uma
economia que reconhece que tempo e relacionamentos são mais valiosos que dinheiro. E ela foi específica sobre
onde isso começaria. Disse que seria nas periferias, nas favelas, nos lugares que
sempre foram ignorados pelo sistema oficial. Aqueles que menos têm serão aqueles que mais criarão disse. Porque
são eles que sempre tiveram que ser criativos para sobreviver. Quando o
sistema oficial colapsa para todos, sua criatividade se torna modelo para todos.
Baba também falou sobre o papel da juventude de São Paulo. Disse que uma
geração inteira cresceu vendo a desigualdade extrema, vendo a riqueza
imensa ao lado da pobreza abjeta e que essa geração não aceitaria mais isso.
"Os jovens de São Paulo liderarão a transformação", profetizou. Não esperam
permissão, não pedem autorização, simplesmente fazem, criam, constróem e
sua energia, sua falta de apego aos velhos sistemas será o que realmente muda a cidade. Ela descreveu movimentos
culturais surgindo, arte que desafia, música que une, tecnologia que empodera,
educação que libera em vez de condicionar. E tudo isso nascendo não de instituições oficiais, mas das ruas. do
povo. São Paulo se tornará laboratório, disse Babaavanga. Laboratório de novas
formas de viver, novas formas de trabalhar, novas formas de se relacionar. E porque São Paulo é tão
grande, tão influente, tão conectada com o resto do Brasil e do mundo, o que
funciona lá se espalhará rapidamente. Mas ela também alertou sobre os perigos,
sobre violência que poderia explodir durante o colapso, sobre aproveitadores que tentariam usar o caos para ganho
pessoal, sobre a tentação de soluções autoritárias quando as pessoas estão
desesperadas. O maior perigo, advertiu, é que no meio do caos as pessoas aceitem
qualquer um que prometa ordem. Mesmo que essa ordem seja prisão, mesmo que essa
ordem seja tirania, o povo de São Paulo deve lembrar que liberdade em meio ao caos é melhor que ordem sob opressão. E
então, depois de falar sobre cada cidade individualmente, Babavanga falou sobre
como as três se conectariam. E isso é onde a profecia se torna verdadeiramente
fascinante. Ela diz que as três cidades representam três aspectos essenciais da
transformação brasileira. Manaus representa a conexão com a natureza e o
conhecimento ancestral. Brasília representa nova governança e estruturas políticas. São Paulo representa nova
economia e sistemas sociais. Quando as três despertarem", disse ela, "quês
transformações acontecerem, então o Brasil terá completado sua metamorfose.
Não será mais o país que era, será algo novo, algo que o mundo nunca viu antes.
Uma combinação de tecnologia moderna com sabedoria antiga, de estruturas democráticas com participação real, de
prosperidade econômica com justiça social. E ela deu o cronograma final.
diz que as transformações nas três cidades não aconteceriam simultaneamente. Manaus começaria
primeiro, depois Brasília e, finalmente, São Paulo e que do início em Manaus até
a conclusão em São Paulo passariam aproximadamente 3 anos. 1 dias de transformação.
Esses 1 dias, ela disse, serão os mais importantes na história do Brasil, mais
importantes que a independência, mais importantes que a abolição, mais importantes que a república. Porque
nesses 1000 dias se decidirá não apenas o futuro do Brasil, mas o futuro de um
modelo que poderá influenciar toda a humanidade. Batalha será real", advertiu. Não
necessariamente com armas, embora possa haver violência, mas com propaganda, com
desinformação, com tentativas de dividir o povo, com medo sendo usado como arma.
O povo brasileiro deve estar preparado, deve estar unido, deve ver através das mentiras e deu conselhos específicos.
Primeiro, construir comunidade. Conheçam seus vizinhos, disse. Criem redes de
apoio, porque quando as instituições falharem e elas falharão temporariamente,
sua comunidade será o que o sustentará. Segundo, preservar conhecimento.
Escrevam, gravem, documentem, porque tentarão reescrever a história. Tentarão
fazer parecer que as coisas sempre foram assim. Não deixem que roubem sua memória. Terceiro, não ceder ao medo.
Usarão medo como arma principal, alertou. Medo do caos, medo da mudança,
medo do desconhecido. Mas o medo é ilusão. A verdade é que o modelo antigo
já está morrendo. A única escolha é entre morte lenta e dolorosa ou transformação rápida e libertadora.
Quarto, criar em vez de apenas destruir. É fácil derrubar o velho, disse, difícil
é construir o novo. Foquem em construir, em criar, em experimentar, em fazer
funcionar. O velho cairá sozinho quando o novo provar ser melhor e quinto,
manter esperança. Haverá momentos de desespero, admitiu, momentos em que
parecerá que não há saída, que a transformação falhou, que tudo foi em vão. Nesses momentos, lembrem-se, a
noite mais escura vem antes do amanhecer. E o amanhecer está vindo para o Brasil. Baba também falou sobre o
papel do Brasil no mundo depois dessa transformação. Disse que o Brasil se
tornaria exemplo, não uma superpotência no sentido tradicional, militar ou
econômico, mas uma superpotência diferente, uma superpotência de ideias,
de modelos, de possibilidades. Outros países olharão para o Brasil,
profetizou, e dirão: "Se eles conseguiram, nós também podemos. Se eles
transformaram Manaus em centro de ciência verde, se eles transformaram Brasília em capital de verdadeira
democracia participativa, se eles transformaram São Paulo em modelo de economia humana, então nós também
podemos transformar nossas cidades, nossas nações, nosso mundo. Ela viu o
Brasil se tornando líder de um movimento global, não um movimento político no
sentido convencional, mas um movimento de consciência, um movimento de compreensão, de que o velho modelo está
quebrado e precisamos de algo novo e que esse algo novo é possível. O século XX,
disse ela, será lembrado como o século da grande transformação. E o Brasil será
lembrado como o lugar onde essa transformação provou ser possível, onde
mostrou seu rosto, onde demonstrou que outro mundo não é apenas necessário, mas
viável, mas ela também deu uma advertência final, uma advertência que é crucial. Ela disse que nada disso é
garantido, que todas são possibilidades, não certezas, que o futuro depende das
escolhas que as pessoas fazem. Mostrei o caminho, disse ela ao diplomata naquela
sessão em 1988. Mostrei o que pode ser, mas se será ou
não, depende do povo brasileiro. Depende de cada pessoa que escolhe agir ou ficar passiva, que escolhe coragem ou medo,
escolhe união ou divisão. E deu uma última profecia, uma profecia sobre o
momento da decisão. disse que haveria um momento específico que ela não conseguiu
datar exatamente, mas que descreveu como quando o velho já morreu, mas o novo
ainda não nasceu completamente. Um momento de liminaridade, de estar entre
mundos. Nesse momento, disse ela, tudo será possível. O melhor futuro e o pior
futuro estarão igualmente disponíveis. e qual se manifestará dependerá das
escolhas feitas naquele exato momento por milhões de pessoas. Escolhas grandes
e pequenas, escolhas conscientes e inconscientes. A soma de todas essas
escolhas determinará o destino. E descreveu esse momento como estando no
meio da década do segundo 25. Agora, este ano, este momento em que
você está ouvindo isso, então o que você faz com essa informação? Se você é
brasileiro, se mora em uma dessas três cidades ou conhece alguém que mora, se
simplesmente se importa com o futuro deste país, qual é a sua resposta? Você
pode ignorar, pode dizer que Baba Vanga estava errada, que era impossível ela
saber essas coisas, que é tudo coincidência ou interpretação forçada.
Esse é seu direito. Mas considere isso. Ela acertou muitas outras vezes e os
padrões que ela descreveu estão aparecendo. As crises que ela previu estão se manifestando. Os sinais que ela
indicou estão por toda parte. Ou você pode prestar atenção, pode se tornar um dos observadores conscientes, um dos que
vem o que está acontecendo, que reconhecem os padrões, que entendem que estamos em um momento de transformação
profunda e mais importante, pode agir, pode ser parte da solução, pode ser uma
das pessoas que ajudam a criar o futuro positivo que Baba Vanga viu como
possibilidade. Porque esse futuro não virá sozinho, precisa ser construído e
precisa de construtores. Se você está em Manaus ou perto da Amazônia, seu papel é
proteger o conhecimento verde. É criar pontes entre ciência moderna e sabedoria
tradicional. É resistir à destruição e construir preservação ativa. Se você
está em Brasília, seu papel é exigir e criar nova governança. É se organizar
com outros. É não aceitar mais o velho sistema. É experimentar com novas formas
de democracia participativa. É ser a mudança política que quer ver. Se você
está em São Paulo, seu papel é criar nova economia. É experimentar com cooperação em vez de competição. É
construir redes de apoio mútuo. É provar que comunidade é mais forte que individualismo. É mostrar que outro
modelo econômico funciona. E se você não está em nenhuma dessas três cidades, seu
papel é apoiar, é amplificar, é aprender com o que está acontecendo nesses
lugares e aplicar em sua própria comunidade. Porque a transformação que Baba Vanga viu começando nessas três
cidades não se limita a elas. É para todo o Brasil, para toda a América
Latina, para todo o mundo. As três cidades estão acordando. Manaus está
gritando para salvar a floresta. Brasília está fervendo com desejo de mudança real. São Paulo está rachando
sob pressão insustentável. E dessas crises, desses gritos, dessas rachaduras, algo novo está nascendo.
Baba viu isso há mais de 30 anos e deixou o mapa. Agora cabe a nós decidir
se seguimos o mapa para o futuro que ela viu como possível ou se ignoramos e
deixamos o outro futuro, o escuro, se manifestar. O gigante brasileiro está
começando a despertar. A questão é, quando abrir completamente os olhos, que
mundo verá? Um mundo digno de sua grandeza ou um mundo que já o amarrou
antes mesmo que percebesse que estava acordando? A resposta está sendo escrita agora. Por você, por mim, por cada
brasileiro que faz escolhas hoje, que moldarão o amanhã. Três cidades, três
transformações, três pilares de um novo Brasil. Manaus, Brasília, São Paulo.
Natureza, política, economia. Conhecimento ancestral, nova governança,
sistemas sociais renovados. Quando os três se unirem, quando as três transformações se completarem, o Brasil
terá cumprido seu destino. Terá se tornado o que sempre deveria ter sido.
Não uma cópia de modelos estrangeiros, mas algo único, algo próprio, algo que
só o Brasil, com sua diversidade, sua criatividade, sua resiliência poderia
criar. Esse é o Brasil que Baba Vanga viu. Esse é o Brasil que está tentando
nascer. E você pode ser parteira desse nascimento ou pode ser obstáculo. A
escolha é sua. O futuro não está escrito. Está sendo escrito neste exato
momento pelas ações que você toma, pelas palavras que você fala, pelos valores
que você escolhe viver. Baba mostrou o caminho. Agora temos que caminhar.
Compartilhe este vídeo para que mais pessoas despertem para a verdade oculta.
Ah.
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